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PRONAC 258673Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Tambor, Tambor, chama gente de longe Tambor - Salve Jongo Canavieiro

CENTRO DE ESTUDO AFRO-BRASILEIRO IRONIDES RODRIGUES
Solicitado
R$ 301,1 mil
Aprovado
R$ 301,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2025-12-29
Término

Resumo

TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR _ SALVE JONGO CANAVIEIRO é um projeto para promover a valorização da cultura afro-brasileira, através de oficinas de jongo baseado na transferência de conhecimentos e práticas desta manifestação popular, e apresentação final de jongo, nas cidades de Niterói e Campos de Goytacazes, gratuitas e com medidas de acessibilidade.

Sinopse

TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR – SALVE JONGO CANAVIEIRO é uma realização do Centro de Estudos Afro-Brasileiros Ironides Rodrigues (CEABIR), que tem como objetivo valorizar, difundir e preservar o jongo, manifestação cultural afro-brasileira reconhecida como patrimônio imaterial pelo IPHAN. Serão realizadas 2 oficinas tituladas TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR _ SALVE JONGO CANAVIEIRO e e apresentações finais de jongo, no término de cada dia das oficinas, nos município de Niterói e Campos dos Goytacazes (RJ), que se justificam pela necessidade de valorização, preservação e difusão dessa manifestação cultural afro-brasileira, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN. Originário dos povos bantos, trazidos do Congo e de Angola durante o período da escravidão, o jongo constitui-se como uma prática cultural que une canto responsorial, dança em roda e percussão de tambores. Mais do que expressão artística, o jongo se afirma como espaço de memória, resistência política e fortalecimento de identidades afrodescendentes, transmitindo oralmente histórias, saberes e valores que atravessam gerações. O Jongo Congola é liderado pela Mestra Noinha, mantém viva a tradição por meio de rodas, oficinas e encontros comunitários que reúnem familiares, vizinhos e amigos em um processo coletivo de construção e perpetuação cultural. Essa prática, além de reforçar os vínculos comunitários, contribui para o fortalecimento da autoestima, da identidade negra e da educação patrimonial, especialmente entre crianças e jovens. O projeto fortalece a cidadania cultural, promove a memória e a diversidade afro-brasileira, contribui para a inclusão social e democratiza o acesso à cultura. Alinhado ao Plano Nacional de Cultura (PNC) e ao Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI), reafirma a importância da herança africana no Brasil e da continuidade das tradições jongueiras. Com mais de 13 anos de atuação junto a comunidades populares, o CEABIR reforça, através desta proposta, o papel da cultura como instrumento de formação, valorização identitária e empoderamento social.

Objetivos

OBJETIVO GERAL- Promover a valorização da cultura afro-brasileira por meio da realização de oficinas de jongo, para fortalecer a identidade desta cultura popular, resgatar saberes ancestrais e criar espaços de convivência e transmissão de conhecimentos.OBJETIVO ESPECIFICOS- Realizar 4 Oficinas de Jongo, ações gratuitas e com medidas de acessibilidade, nas cidades: 2 oficinas em Niterói e 2 oficinas em Campos dos Goytacazes;- Realizar 4 Apresentações finais de jongo, no término de cada dia das oficinas;- Promover a valorização do jongo como expressão, reconhecendo como patrimônio imaterial e ferramenta de resistência e identidade afro-brasileira;- Oferecer formação cultural gratuita e continuada por meio de oficinas práticas de jongo (dança, canto, percussão e oralidade) para públicos diversos, com foco em jovens e moradores de comunidades tradicionais;- Estimular o diálogo, conectando mestres jongueiros(as) com as novas gerações, fortalecendo os laços comunitários e a transmissão de saberes ancestrais;- Contribuir para a formação de agentes culturais locais, capacitando participantes a atuarem como multiplicadores da cultura do jongo em suas comunidades;- Integrar o conhecimento histórico e cultural à prática artística, promovendo rodas de conversa e vivências sobre ancestralidade, religiosidade afro-brasileira, oralidade e memória coletiva;- Fortalecer grupos jongueiros existentes e apoiar o surgimento de novos núcleos, com foco especial nas cidades de Niterói e Campos dos Goytacazes, no Estado do Rio de Janeiro;- Registrar e divulgar as atividades do projeto, produzindo materiais audiovisuais e educativos que contribuam para a preservação da memória e para a difusão da cultura afrodescendente;- Gerar empregos diretos e indiretos nas cidades contempladas, na prestação de serviços na logística das oficinas, importante para a economia local;- Incentivar a profissionalização do setor; - Promover produto cultural de qualidade, com acesso gratuito e medidas de acessibilidade, em locais de fácil acesso, para as cidades contempladas e novas opções de entretenimento cultural;- Ampliar o acesso de pessoas com deficiência a atividades culturais, pois os produtos culturais propostos contemplam medidas de acessibilidade;- Divulgar amplamente as ações previstas pelo projeto TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR _ SALVE JONGO CANAVIEIRO como fonte de conhecimento e cultura através das redes sociais e jornais, mostrando a importância da Lei de Incentivo à Cultura para realização desse tipo de evento;- Atingir um público diversificado e abrangente, aliando a manifestação cultural ao entretenimento, proporcionando retorno e visibilidade aos profissionais envolvidos, patrocinadores, realizadores do projeto.

Justificativa

O jongo é uma manifestação cultural afro-brasileira de grande relevância histórica e simbólica, especialmente no estado do Rio de Janeiro. Apesar de seu reconhecimento como patrimônio imaterial, o jongo ainda enfrenta desafios relacionados à visibilidade e à continuidade. O projeto TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR _ SALVE JONGO CANAVIEIRO atua diretamente na preservação desse saber, com foco especial nas comunidades tradicionais de Niterói e Campos dos Goytacazes.A iniciativa contribui para a formação de público e de novos multiplicadores culturais, com atenção especial a jovens, estudantes da rede pública, comunidades negras e quilombolas, reforçando o papel da cultura como instrumento de inclusão social e fortalecimento desta identidade. Além disso, promove a integração entre gerações, reconhecendo mestres e mestras jongueiras como guardiões da memória e estimulando a participação de crianças e jovens na perpetuação dessa tradição.Serão realizadas 2 oficinas tituladas TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR _ SALVE JONGO CANAVIEIRO, e 4 Apresentações final de jongo, no término de cada dia das oficinas, nos município de Niterói e Campos dos Goytacazes (RJ), que se justificam pela necessidade de valorização, preservação e difusão dessa manifestação cultural afro-brasileira, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN.Originário dos povos bantos, trazidos do Congo e de Angola durante o período da escravidão, o jongo constitui-se como uma prática cultural que une canto responsorial, dança em roda e percussão de tambores. Mais do que expressão artística, o jongo se afirma como espaço de memória, resistência política e fortalecimento de identidades afrodescendentes, transmitindo oralmente histórias, saberes e valores que atravessam gerações. O Jongo Congola é liderado pela Mestra Noinha, mantém viva a tradição por meio de rodas, oficinas e encontros comunitários que reúnem familiares, vizinhos e amigos em um processo coletivo de construção e perpetuação cultural. Essa prática, além de reforçar os vínculos comunitários, contribui para o fortalecimento da autoestima, da identidade negra e da educação patrimonial, especialmente entre crianças e jovens.Assim, a oficina propõe-se a criar um espaço formativo e vivencial, onde o público terá a oportunidade de aprender sobre a história do jongo, suas músicas, danças e significados simbólicos, valorizando a ancestralidade africana e a resistência cultural dos povos negros no Brasil. Mais do que uma atividade artística, trata-se de uma ação de preservação de memória, de reconhecimento da diversidade cultural brasileira e de promoção do diálogo intergeracional.Portanto, este projeto é de grande relevância para a manutenção e difusão do patrimônio imaterial do país, contribuindo para que o jongo siga vivo, fortalecido e presente nas comunidades atuais e futuras.Alinhado às diretrizes da Lei Rouanet, o projeto atende ao interesse público ao preservar um patrimônio imaterial de grande valor simbólico e ao descentralizar a produção cultural em regiões marcadas por desigualdades sociais. Dessa forma, sua aprovação representa não apenas o apoio a uma expressão cultural de matriz africana, mas também um compromisso com a valorização da diversidade e com a memória coletiva do povo brasileiro.Este projeto tem como finalidade valorizar e difundir o jongo — manifestação tradicional de matriz africana reconhecida como patrimônio cultural imaterial pelo IPHAN — por meio da realização de oficinas culturais nos municípios de Niterói e Campos dos Goytacazes. A proposta está em conformidade com os objetivos da Política Nacional de Cultura, conforme previsto no Art. 1º da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), que visa a promoção, proteção e valorização das expressões culturais nacionais, sobretudo aquelas relacionadas à identidade e à diversidade cultural brasileira.De acordo com o Art. 3º da referida lei, é de interesse público o apoio a iniciativas que promovam a formação, a capacitação e a democratização do acesso à cultura. O projeto aqui proposto atende a esses princípios ao oferecer oficinas gratuitas de jongo — incluindo canto, dança, percussão e rodas de conversa — voltadas especialmente a jovens, estudantes da rede pública e comunidades tradicionais, com destaque para a população negra e quilombola.Além disso, a iniciativa contribui para o fortalecimento da cidadania cultural e para a valorização da herança africana no Brasil, alinhando-se aos princípios da igualdade de oportunidades no acesso aos bens culturais, conforme previsto no Art. 1º, inciso II da Instrução Normativa nº 8/2019 da Secretaria Especial da Cultura.A realização do projeto em regiões com histórico de desigualdade social reforça seu caráter de inclusão, formação de público e descentralização da produção cultural, também atendendo aos critérios de interesse público e relevância sociocultural, exigidos para o enquadramento no mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet.Por fim, ao preservar saberes orais e fortalecer comunidades de tradição jongueira, o projeto atua em consonância com as diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC) e com os objetivos do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI), promovendo a memória, a diversidade e a continuidade das expressões culturais afro-brasileiras.O proponente Centro de Estudos Afro-Brasileiros Ironides Rodrigues (CEABIR) atua mais de 13 anos junto às comunidades populares para a valorização das culturas afro-brasileira e africana, e é certificado como Ponto de Cultura por meio de atividades artísticas, educacionais e de direitos humanos, com uma atenção especial para o desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens; da sabedoria das mulheres negras na resolução de conflitos e na garantia dos direitos humanos; do empoderamento das lideranças femininas dos terreiros como preservadoras da tradição cultural negra, e da promoção do reconhecimento dos povos e comunidades tradicionais. Através do projeto TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR _ SALVE JONGO CANAVIEIRO inscrito na Lei de Incentivo à Cultura, as empresas apoiadoras e cidadãos se tornarão parceiros, contribuindo na preservação da cultura afro-brasileira.Do Art. 1º atendemos:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O projeto oferece oficinas gratuitas, abertas à comunidade, promovendo o acesso democrático à cultura afro-brasileira e ao patrimônio imaterial.II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;A proposta valoriza mestres e mestras jongueiros(as) de Niterói e Campos dos Goytacazes, fortalecendo expressões culturais locais e tradicionais.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;O jongo é uma manifestação de matriz africana essencial para a identidade do povo negro no Brasil, e o projeto atua diretamente em sua difusão e valorização. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; A atividade protege e perpetua saberes ancestrais afrodescendentes, especialmente os transmitidos oralmente pelas comunidades jongueiras.VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Ao atuar com um bem registrado como patrimônio imaterial (o jongo), o projeto colabora com sua preservação e transmissão para as futuras gerações. Do Art. 3º:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Oficinas TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR – SALVE JONGO CANAVIEIRO Local de realização: Niterói e Campos dos Goytacazes. Quantidade: 2 oficinas por cidade (total de 4 oficinas) Número de Vagas: 40 vagas por Oficina (total de 160 participantes) Horário: das 10h às 17h (10h às 13h e 14h às 17h) Carga horária: 6 horas/aula por dia (total 24 horas) Apresentação As oficinas têm como objetivo valorizar e difundir o jongo, patrimônio cultural imaterial afro-brasileiro, fortalecendo sua preservação nas comunidades tradicionais de Niterói e Campos dos Goytacazes. A programação inclui vivências com mestres jongueiros, oficinas práticas de canto, dança, percussão, vestimentas e rodas de conversa com Mestras e Mestres. Metodologia: Dia 01 Acolhida e contextualização: breve introdução histórica sobre o jongo, sua origem e importância como patrimônio cultural imaterial. Abertura do evento com Mestres e Mestras jongueiras falando a história do jongo com exclusividade das famílias jongueiras. Imersão mostrando na prática de cânticos de louvações antes do início de cada roda de jongo. Oficina de percussão e canto: apresentação dos atabaques, chocalhos e cânticos tradicionais. Apresentação dos atabaques do jongo com respectivos nomes e da confecção artesanal dos instrumentos, bem como demonstração de como são usados os chocalhos, sons indígenas nas rodas de jongos. Apresentação das indumentarias feitas com lágrimas de nossa senhora. Dia 02 Abertura com jovens descendentes de família jongueira compartilhando memórias e saberes. Vivência corporal: aprendizado dos movimentos e passos característicos da dança do jongo, em dinâmica de roda. Apresentação da dança de jongo, usando os trajes da dança. Prática coletiva do ritmo e das músicas. Integração prática: junção de dança e música em uma roda de jongo, promovendo a experiência coletiva. Roda de conversa final: troca de impressões, relatos e partilha de saberes com mestres e participantes. Encerramento coletivo: realização de grandes rodas de jongo, consolidando os conteúdos trabalhados. Material utilizado:- Instrumentos musicais: atabaques, chocalhos e outros instrumentos do jongo. Espaço físico da CEABIR: área ampla e arejada para práticas de dança em roda. Indumentárias de referência: peças tradicionais para demonstração (saia rodada, adornos, etc.).- Recursos de apoio: microfone e sistema de som. Durante as oficinas serão oferecidos a todos os participantes.- Material impresso da Oficina, Indumentária para dança do jongo, alimentação (café da manhã, almoço e lanche de encerramento) e certificado.Apresentação de Jongo TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR – SALVE JONGO CANAVIEIRO:Local de realização: Niterói e Campos dos Goytacazes.Quantidade: 1 apresentação por oficina (total de 4 apresentações)Será utilizado a estrutura contratada para as oficinas, com duração de 40 minutos, aberto ao público.

Acessibilidade

Conforme o artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade:V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;No projeto TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR – SALVE JONGO CANAVIEIRO, no que se refere a Acessibilidade:a) Física: Os espaços para as Oficinas, Niterói (Local: CEABIR) e Campos de Goytacazes (Local: Ceabir), foram escolhidos, pois contam com banheiros adaptados e rampas de acesso para idosos, pessoas com deficiência e pessoas com mobilidade reduzida e elevadores, nos locais que o espaço é em andar superior. Além disso, será contratado um acompanhante de acessibilidade atitudinal para receber e auxiliar o público, garantindo que todos possam aproveitar as atividades propostas com conforto e segurança. Os locais têm fácil acesso à população em geral, próximos a pontos de transportes públicos (ônibus).b) Conteúdo: Com o objetivo de transformar a experiência das Oficinas mais acessíveis e inclusivas para pessoas com deficiência auditiva, serão contratados Intérpretes de Língua Brasileira de Sinais – Libras; e às pessoas com deficiência visual ou baixa visão, será realizado pelas pessoas que farão a abertura das atividades uma autodescrição. Todo o material de divulgação usará a hashtag #PraTodosLerem, reforçando o compromisso com a acessibilidade visual, além dos vídeos que serão realizados e disponibilizados na internet, legendados e com narração.

Democratização do acesso

No projeto TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR – SALVE JONGO CANAVIEIRO, em relação ao Art. 29, da Instrução Normativa nº 11/2024, o plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso, o projeto prevê:aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total deingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: --- Todas as Oficinas propostas são GRATUITAS e com medidas de acessibilidade.Além disso, de acordo com o Art. 30, da Instrução Normativa nº 11/2024, em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso, que serão:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;Faremos registros audiovisuais durante as ações propostas, e disponibilizaremos gratuitamente nas redes sociais do projeto e também convidaremos, através do trabalho de assessoria de imprensa, mídias locais e regionais para cobrirem as atividades propostas. Enviaremos para redes públicas de televisão também os vídeos produzidos pelo projeto.

Ficha técnica

O proponente do projeto TAMBOR, TAMBOR, CHAMA GENTE DE LONGE TAMBOR – SALVE JONGO CANAVIEIRO, realizar as funções de Produção Executiva, Diretor Geral, Assistentes de Produção, que corresponde até 20% do valor total do projeto. Os integrantes da Ficha Técnica e demais profissionais previstos que serão contratados todos se autodeclaram como pessoas PRETAS, sendo que 90% dos integrantes são MULHERES.MINI BIO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES DA FICHA TÉCNICAProdução Executiva, Assistente de Produção e Coordenação: Centro de Estudos Afro-Brasileiros Ironides Rodrigues (CEABIR) se faz presente há 13 anos no município de Niterói, e com atuação em comunidades populares da Região Norte, especialmente no bairro da Engenhoca. A marcação de território faz o CEABIR atuar junto às comunidades populares para a valorização das culturas afro-brasileira e africana, por meio de atividades artísticas, educacionais e de direitos humanos, com uma atenção especial para o desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens; da sabedoria das mulheres negras na resolução de conflitos e na garantia dos direitos humanos; do empoderamento das lideranças femininas dos terreiros como preservadoras da tradição cultural negra, e da promoção do reconhecimento dos povos e comunidades tradicionais. Esta ampla missão do CEABIR se faz em canal aberto para discussões, questionamentos e compartilhamento de conhecimentos. E lógico, contando histórias como um Griô - aquele que é o que é pelo reconhecimento e por guardar a história, a ciência, o saber e o fazer de uma comunidade, família ou grupo. Aquele mestre que luta para manter viva a identidade de uma comunidade e a tradição da cultura popular e afro brasileira – por meio da dança, do canto e do batuque. Genilda Maria da Penha é a fundadora e Presidenta do Ceabir: “Nosso projeto traz a proposta de fortalecer e ampliar o papel da cultura afro-brasileira na criação de espaços de convivências plurais na cidade de Niterói, em particular na Zona Norte, com eventos, encontros e oficinas de dançar-cantar-batucar de nossa herança cultural africana”Coordenação Geral e Coordenação do Projeto:ANA BARTIRA DA PENHA SILVA. Graduação – Serviço Social, Universidade Plínio Leite, Conclusão do curso agosto de 2013. Pós-graduação – Especialização em Direitos Humanos, Saúde e Racismo – Uma questão negra. Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz). Conclusão do curso 2020. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Projeto Comunicação Comunitária para uma plataforma de direito a vida digna em territórios populares. Função: Coordenadora do projeto. Edital 2023, Projetos de Comunicação Popular comunitária em Saúde, (OPAS/ Fiocruz). Período de maio a junho 2023. Elas Periféricas 4a edição. Fundação Tide Setubal. Edital Apoio Individual. Período de 2022 a julho 2023. Projetos Ponto de Cultura Ceabir. Função: Coordenadora do projeto. Período de 2021 a 2025. Programa de Aceleração do Desenvolvimento de Lideranças Femininas Negras Marielle Franco. Baobá Fundo de Equidade Racial. Edital de apoio individual. Período de 2020 a 2021. CIEDS/ Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável. Função: Pesquisadora de campo de dois territórios da Ilha do Governador (Colônia de pescadores da Z10 e Ribeira). Foco na coleta de dados socioculturais com a população local. Período: Dezembro de 2017 a Março de 2018. CIEDS/ Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável. Função: Mobilizadora e articuladora local. Foco no mapeamento dos potenciais, lideranças e instituições públicas e privadas, oficinas e assembleias com agentes locais, realizações de pesquisa de opinião. (Projeto Financiado pela Seconci em parceria com a MRV). Período: Janeiro a Abril de 2017. CIEDS/ Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável. Função: Mobilizadora e articulação articuladora local. Diálogo social, com Adolescentes, Jovens e Adultos, e mapeamento dos espaços públicos e privados para a criação de um grupo de gestão da sociedade civil, a partir da revitalização de três praças nas comunidades de Niterói. (Projeto Financiado pela Ampla). Período: Maio a Dezembro de 2016. IBASE/ Instituto Brasileiro de Análises Sociais Econômica. Função: Pesquisadora e articulação no campo. Mapeamento e articulações de lideranças ligadas aos movimentos sociais, Ongs, e ativistas de São Gonçalo, Niterói, Magé, Maricá, Saquarema. Esteve na organização da criação da rede de liderança e cidadania, composta por lideranças comunitárias da sociedade civil, com o objetivo de fortalecer a cidadania, contribuir para o processo de ampliação de direitos à educação, da mulher, saúde e meio ambiente e instrumentalizar a sociedade civil e incidir sobre políticas públicas. Período: 2015 a 2017. MOVA- Projeto de Alfabetização de Jovens e Adultos Função: Educadora. Período: Janeiro de 2002 a Novembro de 2002. ASSESSORIA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS. Comitê Técnico da Saúde da População Negra. Função: Conselheira. Realização: Secretaria Municipal de Saúde Rio de Janeiro. Coordenação: Louise Monique. Período: Março 2009 até os dias atuais. Projeto Juventude de Terreiros no Combate ao Genocídio do Povo Negro: potencializando a formação e fortalecendo os coletivos. Função: Coordenadora de Projeto. Financiada pela Fase / Saap. Fase Federação de Órgãos para Assistência Social. Período: Agosto de 2016 a 2017. Projeto Terreiros Legal, financiado pelo Fundo Brasil Direitos Humanos. Função: Coordenadora do Projeto Terreiro Legal. Gestão Financeira do projeto e técnica do envolvendo as atividades de organização do cronograma visando alcançar os objetivos alinhados aos prazos previstos, seleção de equipe técnica, estabelecimento de parcerias, realização de articulação interinstitucional para realização das atividades do projeto. Objetivo de se discutir através de palestras, dinâmicas de grupo e relatoria as questões do racismo, meio ambiente e saúde nas comunidades tradicionais. Período: 2014 / 2017. Projeto Jovens Negros e de Terreiros no enfrentamento do racismo e intolerância religiosa - Promovendo Direitos Humanos no estado do Rio de Janeiro. Função: Coordenadora. Financiado pela Cese. Coordenadoria Ecumênica de Serviços.. Período: 10/10/16 a 31/10/16. III Conapir (Conferência De Promoção da Igualdade Racial). Local: Brasília/DF. Participação: Delegada Nacional. Data: 05 de julho de 2013. II Conapir (Conferência De Promoção da Igualdade Racial). Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães/DF. Participação: Delegada Nacional. Data: de 25 a 28 de junho de 2009.Oficineira: MARIA ANTÔNIA é aluna no Colégio Universitário Geraldo Reis - COLUNI - UFF Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Experiência: CENTRO DE ESTUDO AFRO-BRASILEIRO IRONIDES RODRIGUES - CEABIR Professor adjunto março de 2022 - Presente (3 anos 6 meses) Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. Profissional dedicada à educação de jovens e adultos, com foco no ensino de Inglês Instrumental, voltado para a leitura, compreensão e interpretação de textos acadêmicos, técnicos e profissionais. Atuação como professora auxiliar, apoiando a prática pedagógica do docente titular, promovendo a integração dos alunos, estimulando a autonomia e favorecendo a aprendizagem significativa. Funções e Atribuições Auxiliar o professor regente no planejamento e execução das aulas de Inglês. Auxiliar o professor regente no planejamento e execução das aulas de Inglês Instrumental. Apoiar alunos na interpretação de textos em inglês aplicados a contextos acadêmicos e profissionais. Acompanhar atividades em sala e extraclasse, incentivando a participação e o desenvolvimento das competências de leitura e compreensão. Colaborar na elaboração de materiais didáticos, exercícios e avaliações. Auxiliar na adaptação de estratégias de ensino para diferentes perfis de alunos jovens e adultos. Prestar apoio individualizado a estudantes com dificuldade específica. Competências Relevantes: Didática voltada ao ensino de jovens e adultos. Conhecimento em leitura e interpretação de textos técnicos, acadêmicos e profissionais. Capacidade de apoio pedagógico e reforço individual. Habilidade de comunicação clara e empática. Trabalho colaborativo com a equipe docente. Formação acadêmica Cultura Inglesa Master I, Curso de Inglês (janeiro de 2022) Colégio Universitário Feraldo Reis - COLUNI – UFF. Colégio Universitário Feraldo Reis - COLUNI - UFF Ensino Médio (2024 - 2024), Colégio Universitário Geraldo Reis - COLUNI - UFF Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2022, Apresentação de Projeto · (outubro de 2022 - outubro de 2022) Colégio Universitário Geraldo Reis - COLUNI - UFF Programa de Monitoria JUNIOR, Monitora do Curso de Geografia · (janeiro de 2023 - dezembro de 2023). Realizou no Centro de Estudos Afro-brasileiros Ironides Rodrigues, o Curso Comunicação Comunitária (março de 2023 - maio de 2023).Oficineira:ODARA LUIZA é nascida em Campos dos Goytacazes. Mora e até os dias atuais em uma comunidade tradicional de jongueiros da minha família. Pertence a quinta geração de netos, bisnetos e tataranetos que praticam e perpetuam a tradição deixada em memória pelo nossos ancestrais familiares a cultura do jongo de terreiro. Incentivar a autonomia na aprendizagem, promovendo métodos de estudo e estratégias de leitura crítica. Apoiar a mediação de debates, discussões em grupo e atividades práticas de aplicação da língua inglesa. Atua no CEABIR em Campos dos Goytacazes o seu aprendizado que foi orgânico em família de forma natural, espontânea sem depender exclusivamente dos métodos ditos formais, desde o seu nascimento, foi aprendendo e desenvolvendo na teoria da oralidade a prática da percussão dos atabaques de jongo e sobre a cultura ancestral. Hoje atua como educadora deste conhecimento nas comunidades Jongueiras, em escolas, seminários, oficinas, apresentações e rodas de jongo. É neta Carnal da Mestra Jongueira Noinha do Jongo Congola. Atualmente está cursando o quarto período na Faculdade de Fisioterapia.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-06-30
Locais de realização (2)
Campos dos Goytacazes Rio de JaneiroNiterói Rio de Janeiro