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O projeto Cultura em Movimento Campinas realizará, ao longo de 12 meses, oficinas de capoeira, ballet, artesanato, teatro, grafite, arte digital e audiovisual, literatura afro-brasileira, danças afro e moda criativa, atendendo cerca de 4.000 participantes nas cinco regiões de maior vulnerabilidade. Serão promovidos intercâmbios culturais, mostras artísticas e festivais comunitários, fortalecendo a identidade cultural, a formação artística e o protagonismo comunitário, em parceria com artistas e organizações locais.
1. Capoeira, ballet, letramento, teatro e artesanato· Público: crianças e adolescentes (4 a 17 anos).· Local: APAS – Vila União, Sudoeste.· Objetivo: expressão artística e fortalecimento cultural, com intercâmbio Brasil–Angola.· Contrapartida: oficinas itinerantes em escolas públicas.2. Danças afro e ritmos populares· Público: mulheres a partir de 18 anos.· Local: Associação Comunitária Ação e Inclusão – Vila Costa e Silva, Leste.· Objetivo: expressão corporal, memória cultural e protagonismo feminino. Além de rodas de conversa, atendimentos terapêuticos e podcast “Vozes que Inspiram”. · Contrapartida: festival cultural local.3. Grafite e produção cultural· Público: jovens 14 a 29 anos.· Local: NaVilela – Jardim Liliza, Noroeste.· Objetivo: cultura urbana, criatividade e ocupação artística de espaços públicos.· Contrapartida: festival de grafite ao vivo.4. Arte digital e audiovisual· Público: adolescentes 13 a 16 anos.· Local: Projeto Jovem Profissionalizante Web – Jardim Santa Rosa, Noroeste· Objetivo: expressão digital e produção cultural.· Contrapartida: palestras sobre arte digital, cuidados e ameaças na internet.5. Literatura, história e cultura afro-brasileira· Público: jovens e adultos a partir de 15 anos.· Local: Cursinho Sankofa – Jardim São Marcos, Norte.· Objetivo: valorização da herança afro-brasileira e educação patrimonial.· Contrapartidas: eventos culturais, jogos educativos, podcasts e materiais didáticos.6. Arte sustentável e moda criativa· Público: adolescentes, jovens e adultos a partir de 14 anos.· Local: Prodica Campo Belo – Jardim Cidade Singer 1, Sul.· Objetivo: produção artística sustentável e expressão cultural.· Contrapartida: feira comunitária de material reciclável.7. “Canto dos Palmares” - Oficinas e ecento cultural· Público: adolescentes, jovens e adultos, com ênfase em pessoas negras, mulheres, trans e comunidade LGBTQIA+.· Local: Grupo de Teatro Savuru – Dic I, Sudoeste.· Objetivo: teatro, dança, rodas de saberes e resgate da cultura afro-brasileira. Algumas rodas de conversa com Mestre Griot, promovendo cultura afro-brasileira, inclusão e empoderamento. · Contrapartida: Sarau no Bosque e Varal de Poesia.Objetivos: Democratizar o acesso à cultura, fortalecer identidades locais, estimular protagonismo juvenil e comunitário, promover intercâmbios culturais e integrar arte, educação e cidadania.
Objetivo geralPromover o acesso à arte e cultura, fortalecendo a identidade cultural e o protagonismo comunitário nas cinco regiões de maior vulnerabilidade de Campinas, por meio de oficinas, eventos e atividades formativas de caráter estritamente artístico-cultural.Objetivos específicos1. Capoeira, ballet, artesanato e teatroRealizar oficinas semanais de 1h30, atendendo 150 crianças e adolescentes por região, promovendo expressão artística, habilidades criativas e valorização cultural.2. Grafite e arte urbanaOferecer oficinas mensais para jovens de 14 a 29 anos, estimulando criatividade, produção artística e ocupação cultural de espaços públicos, culminando em festivais culturais.3. Arte digital e audiovisual Desenvolver oficinas de produção de vídeos, podcasts, edição de imagens e cultura digital, promovendo expressão artística e criação de conteúdos culturais, com apoio de profissionais de audiovisual e estúdios parceiros.4. Literatura, história e cultura afro-brasileiraOferecer oficinas de leitura, escrita e pesquisa histórica, valorizando a herança afro-brasileira e promovendo educação patrimonial e identidade cultural.5. Danças afro e ritmos popularesRealizar oficinas de dança e rodas de saberes tradicionais, promovendo expressão corporal, memória cultural e integração artística.6. Arte sustentável e moda criativaDesenvolver oficinas com reaproveitamento de materiais, produzindo peças artísticas e moda criativa como linguagem de expressão cultural.7. Intercâmbios culturais e eventos comunitáriosPromover apresentações, festivais e intercâmbios com artistas locais e internacionais, fortalecendo visibilidade cultural e integração comunitária.8. Mobilização e comunicação localDivulgar atividades por redes sociais, rádios comunitárias e parcerias com escolas, garantindo participação ampla e engajamento comunitário.
O projeto Cultura em Movimento Campinas se justifica pela necessidade de promover inclusão cultural, fortalecimento da identidade e democratização do acesso à arte nas cinco regiões de maior vulnerabilidade da cidade. Ao longo de 12 meses, o projeto oferece oficinas de capoeira, ballet, artesanato, teatro, grafite, arte digital e audiovisual, literatura afro-brasileira, danças afro e moda criativa, atingindo cerca de 4.000 participantes de diferentes faixas etárias.Cada objetivo específico do projeto foi planejado para valorizar e difundir expressões artísticas, desenvolvendo habilidades técnicas e socioemocionais, estimulando a criatividade, o protagonismo e a participação cultural. As oficinas de capoeira, ballet, artesanato e teatro proporcionam expressão artística e fortalecimento cultural para crianças e adolescentes; as atividades de grafite e produção cultural e as de arte digital e audiovisual fortalecem a criatividade juvenil e a produção de conteúdos culturais; e as oficinas de literatura afro-brasileira e danças afro valorizam a identidade e o patrimônio cultural da comunidade.As oficinas de moda criativa e arte sustentável, ao trabalhar com reaproveitamento de materiais, também incentivam a linguagem artística como forma de expressão, garantindo que todas as atividades tenham natureza estritamente cultural e estejam em conformidade com a Lei nº 8.313/1991.Além disso, os intercâmbios culturais, festivais e eventos comunitários promovem visibilidade e integração artística, garantindo que o projeto não apenas ofereça atividades educativas, mas consolide um impacto cultural significativo na cidade, estimulando a participação ativa de artistas e comunidades locais.Dessa forma, o projeto alinha seus objetivos e ações à Lei Rouanet, promovendo inclusão social, valorização cultural e fortalecimento da identidade comunitária por meio da arte.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da lei: I - garante acesso livre às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural, valorizando recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difunde manifestações culturais e seus criadores; IV - protege expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira; V - preserva modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - contribui para a preservação do patrimônio cultural imaterial; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal. O projeto também atende aos objetivos do Art. 3º, destacando: I. d - estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos educativos e sociais, promovendo inclusão de crianças e adolescentes; II. c - realização de festivais, exposições e eventos culturais; III. d - proteção do folclore, artesanato e tradições populares nacionais; IV. a - distribuição gratuita de ingressos para acesso à cultura; V. a - realização de intercâmbios culturais no país e no exterior, fortalecendo a difusão cultural.
O projeto Cultura em Movimento Campinas integra múltiplas linguagens artísticas, culturais e educativas, articulando ações de inclusão cultural, fortalecimento da identidade e protagonismo comunitário. Seus diferenciais, que complementam os campos anteriores, incluem:1. Intercâmbio cultural nacional e internacional: Conexão entre comunidades e artistas do Brasil e de outros países, promovendo trocas de saberes, valorização da cultura afro-brasileira e ampliação das referências artísticas dos participantes.2. Acessibilidade e inclusão: Todos os espaços e atividades são planejados para garantir participação plena de crianças, adolescentes, jovens e adultos, incluindo pessoas com deficiência, por meio de recursos como interpretação em Libras, legendas, audiodescrição, materiais adaptados e dinâmicas pedagógicas inclusivas.3. Formação artística estruturada: As oficinas contemplam aprendizado progressivo em capoeira, ballet, artesanato, teatro, grafite, arte digital, audiovisual, literatura afro-brasileira, danças afro e moda criativa, oferecendo capacitação técnica e artística, com registro e documentação das produções.4. Culminâncias e visibilidade comunitária: Festivais culturais, saraus, exposições e eventos públicos proporcionam visibilidade às produções artísticas dos participantes, estimulando a integração comunitária e o reconhecimento da cultura local.5. Impacto social e territorial: O projeto atende diversas regiões de Campinas, priorizando bairros periféricos e comunidades em situação de vulnerabilidade, promovendo ocupação cultural de espaços públicos e fortalecimento do tecido social.6. Monitoramento e avaliação artística: Acompanhamento contínuo da execução das oficinas, registro das produções artísticas e coleta de dados sobre participação, permitindo a sistematização de resultados e planejamento de ações futuras.7. Sustentabilidade cultural: Atividades de arte sustentável e moda criativa utilizam materiais reaproveitados, estimulando a consciência ambiental dentro de um contexto cultural e artístico.
1. Capoeira, ballet, letramento, teatro e artesanato· Duração: 1h30 por semana· Material: instrumentos de capoeira (berimbau, atabaque, pandeiro), roupas de dança, pincéis, tintas, linhas, tecidos, material pedagógico impresso.· Projeto pedagógico: aquecimento, prática técnica, expressão artística, socialização e reflexão cultural.· Produto final: apresentações mensais, exposições de artesanato, registro audiovisual.2. Danças afro e ritmos populares· Duração: 1h30 por semana· Material: instrumentos de percussão, acessórios de dança, piso adequado.· Projeto pedagógico: técnicas de dança, vivência de ritmos tradicionais, integração cultural e fortalecimento da memória corporal.· Produto final: apresentações em festivais, rodas de saberes, vídeos de registro.3. Grafite e produção cultural· Duração: 3h00 semanais· Material: sprays, tintas acrílicas, pincéis, telas urbanas ou painéis portáteis, máscaras de proteção.· Projeto pedagógico: história da arte urbana, técnicas de grafite, ética e ocupação cultural de espaços públicos.· Produto final: murais coletivos, festival de grafite, documentação audiovisual.4. Arte digital e audiovisual· Duração: 2h00 por oficina· Material: computadores, câmeras, microfones, softwares de edição, tablets gráficos.· Projeto pedagógico: roteiro, produção, gravação, edição e publicação de vídeos, podcasts e imagens digitais.· Produto final: vídeos, podcasts, curtas-metragens, exposições digitais.5. Literatura, história e cultura afro-brasileira· Duração: 2h00 por oficina· Material: livros, apostilas, materiais de pesquisa, fichas de leitura, quadro branco, projetor multimídia.· Projeto pedagógico: análise de obras, leitura crítica, pesquisa histórica, debates e rodas de conversa.· Produto final: textos produzidos pelos participantes, podcasts culturais, coletâneas digitais.6. Arte sustentável e moda criativa· Duração: 2h00 por oficina· Material: tecidos reaproveitados, materiais recicláveis, tintas, linhas, tesouras, máquinas de costura.· Projeto pedagógico: experimentação artística, técnicas de costura e design, criação de peças de moda sustentável.· Produto final: peças de moda, exposições artísticas, desfile criativo.7. Intercâmbios culturais e eventos comunitários “Canto dos Palmares”· Duração: 3 a 6h por evento· Material: som, iluminação, figurinos, cenários, materiais de divulgação em cartazes, folders, programas.· Projeto pedagógico: integração cultural, vivência artística, formação de plateia, intercâmbio de saberes.· Produto final: festivais, apresentações artísticas, documentação audiovisual e digital.
Acessibilidade FísicaTodos os espaços utilizados pelo projeto, incluindo casas de cultura, centros comunitários, parques e escolas, contarão com rampas de acesso, banheiros adaptados, corredores amplos e sinalização tátil e visual, garantindo locomoção segura e autonomia para todos os participantes das oficinas e eventos culturais.Acessibilidade de ConteúdoAs oficinas, apresentações e demais atividades do projeto serão planejadas para atender diferentes necessidades de comunicação e compreensão, incluindo interpretação em Libras, legendas descritivas em vídeos, audiodescrição de apresentações e materiais em Braille, quando necessário. Serão também promovidas dinâmicas inclusivas e visitas sensoriais, permitindo que pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual participem plena e ativamente das ações culturais e educativas.
Todos os produtos do projeto serão gratuitos e destinados diretamente às comunidades atendidas, com prioridade para crianças, jovens, adultos e mulheres em situação de vulnerabilidade. Serão realizadas oficinas abertas em escolas e parques, garantindo participação comunitária e inclusão social.Os eventos de culminância, como festivais culturais, saraus, feiras de arte sustentável e atividades educativas, serão abertos ao público, com divulgação em redes sociais, rádios comunitárias e pontos estratégicos nos territórios. Algumas oficinas e eventos terão transmissão online, assegurando acesso remoto a quem não puder participar presencialmente.Além disso, podcasts, cartilhas e materiais digitais serão produzidos e disponibilizados, ampliando o alcance das ações, fortalecendo a participação da comunidade e promovendo protagonismo, inclusão cultural e democratização do acesso à cultura.
FICHA TÉCNICADirigente e instituição proponenteA Associação Popular Arte do Saber (APAS), instituição proponente, atuará diretamente na coordenação geral, gestão financeira, contratação de equipe, articulação comunitária, comunicação e execução das atividades do projeto Cultura em Movimento Campinas. A APAS conta com mais de 15 anos de atuação na regiâo Sudoeste de Campinas, sendo referência na promoção de projetos culturais e socioeducativos com foco na capoeira, nas artes integradas e nas tradições afro-brasileiras.O dirigente Fábio Gabriel da Costa, mestre em Capoeira desde 1988 e presidente da APAS, será o Coordenador Geral do Projeto. Reconhecido nacional e internacionalmente por sua trajetória na cultura afro-brasileira, é Doutor Honoris Causa pela Faculdade Formação Brasileira e Internacional de Capelania. No projeto, será responsável pelo planejamento estratégico, supervisão da equipe, articulação com parceiros institucionais, acompanhamento das oficinas e cumprimento dos objetivos sociais e culturais.Principais participantesCoordenação pedagógica· Fernanda Cristina Martins Paixão – Assistente social, especialista em gestão de projetos sociais e culturais, atua desde 2012 em projetos de impacto social e cultural. Integra a APAS desde 2024. Será responsável pelo alinhamento metodológico, elaboração textual e pedagógica, cronograma de atividades e suporte técnico para a equipe. Também recebeu o título de Doutora Honoris Causa por sua atuação voltada à transformação social.Coordenações territoriais· Adriana Aparecida Santos de Oliveira (Associação Comunitária Ação e Inclusão – Vila Costa e Silva, região Leste)Vice-presidente da Associação Comunitária Ação e Inclusão. Empreendedora e educadora social, com experiência em projetos voltados ao bem-estar de mulheres. No projeto, coordenará as atividades de saúde e qualidade de vida, incluindo oficinas de zumba, reiki, massagem e artesanato.· Weslen Crisostomo Araújo (NaVilela – Jardim Liliza, região Noroeste)Produtor cultural desde 2014, com trajetória em ações artísticas ligadas à cultura urbana e manifestações de rua. Será responsável pela coordenação das oficinas de grafite e produção cultural, além da realização de festival comunitário com grafite ao vivo.· Israel Alves Costa (Projeto Jovem Profissionalizante Web – Jardim Santa Rosa, região Noroeste)Formação em tecnologia (Redes e Desenvolvimento de Sistemas para Web), experiência profissional na área de saúde e tecnologia. No projeto, coordenará os cursos de informática e palestras sobre segurança digital voltadas a adolescentes.· Henrique Pereira Almeida dos Santos (Jamaa Tendaji Bakari) (Cursinho Sankofa – Jardim São Marcos, região Norte)Licenciado em Geografia, mestre em bioquímica (UNICAMP), professor, educador social e pesquisador. Coordenador pedagógico do Cursinho Sankofa, atua desde 2017 em projetos de educação afrocentrada, diversidade étnico-racial e fortalecimento comunitário. No projeto, coordenará o pré-vestibular afrocentrado e atividades culturais associadas.· Luciane Veríssimo dos Santos (Prodica – Campo Belo, região Sul)Educadora social, produtora cultural e empreendedora. Fundadora do projeto social Prodica, articula iniciativas voltadas à inclusão de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade. Será responsável pela coordenação das oficinas de empreendedorismo social, bem como da feira comunitária de produtos recicláveis e produção local.· Valéria Kelry dos Santos (Grupo de Teatro Savuru – Dic I, região Sudoeste)Atriz, produtora cultural, educadora social e empreendedora social. Idealizadora do Sarau no Bosque, tem trajetória artística desde 2012, com foco em teatro, equidade de gênero e ancestralidade afro-brasileira. Será responsável pela coordenação das oficinas de teatro, além da realização do sarau e do varal de poesia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.