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O projeto O Elefante no Jequitinhonha realizará a circulação do espetáculo teatral itinerante de formas animadas Elefanteatro, marionete gigante construída com materiais recicláveis, em 10 apresentações gratuitas em espaços públicos de dez cidades do Vale do Jequitinhonha. Em cada localidade haverá 1 oficina comunitária de criação cênica, totalizando 10, nas quais moradores construirão bonecos-memória finalizados com a terra local e integrados à dramaturgia do espetáculo. Uma canção acumulativa será composta ao longo do processo, somando vozes e personagens a cada cidade. O projeto inclui encontros artísticos com manifestações culturais locais, distribuição de sementes nativas e rodas de conversa sobre sustentabilidade. Todas as atividades terão intérprete de Libras, mediação tátil e registros acessíveis. A mobilização será feita por rádios comunitárias, cartazes e mídias digitais. Trata-se de uma ação que promove acesso democrático à arte, memória coletiva e vínculo comunitário.
O Elefante no Jequitinhonha é a circulação do espetáculo teatral itinerante de formas animadas Elefanteatro, uma marionete gigante de 3,2 metros construída com materiais recicláveis e acionada por um triciclo cenotécnico. A encenação acontece em deslocamento cênico pelas ruas e praças, transformando o espaço público em território dramatúrgico, encontro comunitário e celebração poética.Espetáculo – ElefanteatroO Elefanteatro é uma marionete monumental que caminha entre o público, manipulada por artistas em interação direta com músicos ao vivo. Sua dramaturgia é acumulativa: em cada cidade visitada, integra novos personagens criados nas oficinas e amplia uma canção original que cresce a cada apresentação, guardando memórias, vozes e afetos do território. Entre o ciclo de oficinas e a etapa de apresentações, há um período de ensaios e integração dramatúrgica, no qual os bonecos-memória e relatos recolhidos são incorporados ao espetáculo. Cada apresentação percorre entre 400 e 600 metros, com cenas criadas para aproximar atores, bonecos e público ao longo do percurso narrativo.Classificação indicativa: Livre Quantidade: 10 apresentações Duração: 60 minutos cada Local: praças públicas de 10 cidades do Vale do Jequitinhonha Acessibilidade: intérprete de Libras em todas as apresentações; mediação tátil ao Elefanteatro antes da encenação Oficinas Comunitárias – Bonecos-memóriaAntes das apresentações, serão realizadas 10 oficinas comunitárias gratuitas, uma em cada cidade, conduzidas por oficineiros e equipe pedagógica. Cada oficina, com carga de 20 horas e cerca de 20 participantes, promove imersão em criação cênica e construção de bonecos, resultando em bonecos-memória confeccionados com materiais recicláveis e finalizados com a terra local. Após o ciclo de oficinas, um intervalo criativo possibilita a inserção dos personagens na dramaturgia, garantindo participação real das comunidades no espetáculo.Classificação indicativa: 14 anos Quantidade: 10 oficinas Encontros com Manifestações Culturais LocaisEm cada cidade, mestres e grupos tradicionais serão convidados a participar de interações artísticas dentro da encenação, valorizando repertórios locais como congados, batuques, bandas, folias e guardas de tradição.Quantidade: 10 encontros (1 por cidade) Ações AmbientaisSerão realizadas ações simbólicas e educativas em cada cidade, com distribuição de sementes nativas e rodas de conversa sobre sustentabilidade e futuro comum, reforçando a relação entre arte, território e natureza. Produtos DigitaisRegistro audiovisual acessível (documentário com legendas e versão em Libras).Cartilha ilustrada digital acessível, reunindo relatos, imagens e processos, distribuída gratuitamente. O Elefante no Jequitinhonha articula espetáculo teatral, oficinas criativas, encontros comunitários e ações ambientais ao longo de 9 meses de trabalho artístico e circulação. Todas as atividades são gratuitas, acessíveis e de caráter público, assegurando participação ampla de crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência. Mais do que um espetáculo, o Elefanteatro é um processo de escuta e criação coletiva em movimento.
Objetivo Geral Promover o acesso democrático à cultura no Vale do Jequitinhonha por meio da circulação do espetáculo teatral itinerante de formas animadas Elefanteatro, articulando encenação em espaço público, oficinas comunitárias de criação, encontros artísticos com saberes locais e ações educativas socioambientais, fortalecendo identidade, memória e pertencimento nas comunidades visitadas.Objetivos Específicos- Readequar tecnicamente o Elefanteatro, garantindo manutenção estrutural, sistema de tração, sonorização cênica e adaptações necessárias à circulação do espetáculo em espaços urbanos e praças públicas.- Realizar 10 apresentações públicas gratuitas e acessíveis do espetáculo Elefanteatro em 10 cidades do Vale do Jequitinhonha, valorizando a linguagem do teatro de formas animadas em deslocamento.- Conduzir 10 oficinas comunitárias de criação cênica, resultando em 10 bonecos-memória confeccionados com materiais recicláveis e finalizados com a terra local, integrados posteriormente à dramaturgia do espetáculo.- Compor e executar uma canção acumulativa original, incorporando nomes, histórias e personagens criados em cada cidade como parte do processo dramatúrgico.- Realizar 10 encontros artísticos com manifestações culturais locais, promovendo diálogo estético entre o Elefanteatro e grupos tradicionais (músicas, danças, folguedos e cortejos tradicionais), como interação cênica integrada à encenação.- Desenvolver ações socioambientais durante a circulação, por meio da distribuição de sementes nativas e orientações de plantio, relacionando arte, território e agroecologia.- Garantir plena acessibilidade cultural, com intérpretes de Libras em todas as apresentações, mediação tátil ao Elefanteatro e materiais digitais acessíveis.- Produzir e difundir registro audiovisual acessível da circulação e uma cartilha ilustrada digital, ambos disponibilizados gratuitamente como materiais pedagógicos e de memória.-Implementar um plano de comunicação comunitária com cartazes, rádios locais e vídeos acessíveis distribuídos via WhatsApp para ampla mobilização e participação social.- Fortalecer redes culturais e educativas locais, conectando artistas, educadores, mestres da tradição, escolas e coletivos culturais em cada território.
O Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, é reconhecido nacionalmente pela riqueza de sua produção simbólica, por seus mestres populares e tradições ancestrais, mas convive historicamente com vulnerabilidades sociais e ambientais. Desigualdade econômica, êxodo rural, degradação de solos e impactos da monocultura convivem com potentes manifestações culturais. Entretanto, a circulação de produções artísticas de maior porte ainda é restrita, e muitas cidades carecem de equipamentos culturais estruturados. Nesse cenário, a rua e a praça se afirmam como espaços legítimos de fruição e criação artística, fundamentais para o acesso cultural.O projeto O Elefante no Jequitinhonha propõe a circulação do espetáculo teatral itinerante de formas animadas Elefanteatro, com 10 apresentações gratuitas e 10 oficinas comunitárias de criação, resultando em bonecos-memória confeccionados com materiais recicláveis e terra local e posteriormente integrados à dramaturgia do espetáculo. As oficinas precedem as apresentações, em um processo de escuta e participação comunitária. Ao longo do percurso criativo, compõe-se uma canção acumulativa original, que incorpora nomes e histórias do território. O espetáculo também estabelece interações cênicas com manifestações culturais locais, fortalecendo redes de troca e reconhecimento artístico. O projeto inclui ainda ações socioambientais, como a distribuição de sementes nativas e rodas de conversa sobre sustentabilidade.O uso da Lei de Incentivo à Cultura é indispensável para viabilizar o projeto, uma vez que a circulação em municípios interioranos demanda altos custos logísticos, transporte de equipe e cenotécnica, manutenção técnica do Elefanteatro, além de assegurar acessibilidade e democratização de acesso. Como todas as atividades são gratuitas, não há possibilidade de sustentabilidade financeira sem o mecanismo de incentivo fiscal, sendo esta a ferramenta adequada e prevista em lei para garantir a execução do projeto.O projeto atende diretamente aos objetivos da Lei nº 8.313/91:Art. 1º I _ democratização do acesso aos bens culturais; II _ apoio e difusão de manifestações culturais regionais; III _ preservação e difusão de valores e memórias culturais.Art. 3º II, c _ realização de espetáculos de artes cênicas em espaços públicos; IV, a _ gratuidade de acesso às atividades culturais; V, a _ formação cultural, por meio das oficinas e materiais pedagógicos.Todas as atividades contarão com intérprete de Libras, mediação tátil e materiais digitais acessíveis, garantindo acessibilidade plena. A mobilização será realizada com rádios locais, cartazes e mídias digitais comunitárias, promovendo ampla participação social.Assim, o projeto se justifica por seu impacto artístico, social e formativo, pelo caráter descentralizador e por promover a cultura como direito. O incentivo fiscal é o único instrumento capaz de garantir sua execução com qualidade técnica, inclusão e relevância cultural para o Vale do Jequitinhonha.
O projeto O Elefante no Jequitinhonha dá continuidade à trajetória do grupo Pigmalião Escultura que Mexe, referência nacional em teatro de formas animadas e pesquisa cênica. Fundado em 2007, o grupo já circulou por 25 estados brasileiros e por países da Europa e África, desenvolvendo projetos que cruzam artes visuais, teatro e criação colaborativa.O Elefanteatro, marionete gigante construída com materiais recicláveis, é um dispositivo teatral itinerante que estabelece relação direta com o público por meio da narrativa visual e sonora. Ao deslocar-se pelas ruas, cria encenação viva em diálogo com a paisagem humana e urbana, transformando o espaço público em lugar de encontro, memória e imaginação.A circulação no Vale do Jequitinhonha tem relevância cultural singular por garantir acesso descentralizado e gratuito a comunidades historicamente afastadas de políticas continuadas de arte e formação. O projeto não se limita a apresentar um espetáculo: ele atua em processo, envolvendo as comunidades na criação dos bonecos-memória, na participação artística local e na construção da canção acumulativa, que cresce a cada cidade e preserva histórias em comum.Outro eixo estruturante é a educação ambiental. Em cada cidade, o espetáculo é acompanhado por ação simbólica de distribuição de sementes nativas e mediação de rodas de conversa sobre sustentabilidade, conectando arte e responsabilidade com o território de forma sensível e pedagógica.O projeto reafirma também o compromisso com a acessibilidade plena, garantindo intérprete de Libras, visitas táteis mediadas e materiais acessíveis. A mobilização é construída com rádios comunitárias, redes locais, cartazes e vídeos com acessibilidade comunicacional, fortalecendo a participação pública e a democratização do acesso.Além das ações presenciais, a proposta prevê produtos de difusão e memória, como registro audiovisual acessível e cartilha digital ilustrada, ambos distribuídos gratuitamente para escolas, bibliotecas e pontos de cultura, ampliando o alcance educativo e cultural do projeto.A execução é de responsabilidade da Associação Cultural Pigmalião, instituição com ampla experiência na realização de projetos incentivados, garantindo solidez técnica, responsabilidade fiscal e qualidade artística na execução do projeto.
Espetáculo – ElefanteatroFormato: espetáculo teatral itinerante em espaço público, com marionete gigante de 3,2m construída com materiais recicláveis e acionada por triciclo cenotécnico. Quantidade: 10 apresentações públicas gratuitas em 10 cidades do Vale do Jequitinhonha. Duração: cerca de 60 minutos por apresentação, com deslocamento cênico de 300 a 500 metros e quadros dramáticos ao longo do percurso. Classificação Indicativa: Livre. Equipe em cena: elenco de 9 atores/manipuladores e equipe técnica de som e produção. Acessibilidade: intérprete de Libras em todas as apresentações; mediação tátil ao Elefanteatro antes do espetáculo; áreas reservadas para pessoas com deficiência e idosos. Infraestrutura necessária: rua ou praça central, espaço mínimo de 300 metros lineares para deslocamento cênico, ponto de energia elétrica (se necessário para sonorização). Materiais utilizados: estrutura metálica, madeira, aço, componentes reaproveitados, sistema de tração via bicicleta adaptada, instrumentos musicais e sistema de som. Oficinas Comunitárias – Bonecos-memóriaFormato: oficinas práticas de criação cênica com foco em construção de bonecos e teatro de formas animadas, realizadas em escolas públicas ou espaços culturais locais. Quantidade: 10 oficinas (1 por cidade). Duração: 1 semana por cidade, com carga horária de aproximadamente 20h (divididas em 4h/dia). Participantes: média de 20 participantes por oficina (jovens, educadores e moradores locais). Metodologia: criação coletiva de bonecos-memória inspirados em histórias locais, utilizando materiais recicláveis (papel, tecido, madeira, arame e cola) e finalização simbólica com terra da cidade. Os bonecos são integrados à dramaturgia do espetáculo. Equipe: 2 oficineiros, 1 produtor e 1 cinegrafista/documentarista. Produto final: 10 bonecos-memória incorporados ao Elefanteatro. Encontros com Manifestações Culturais LocaisFormato: interações cênicas com grupos e mestres populares dentro da apresentação do espetáculo. Quantidade: 10 encontros (1 por cidade). Duração: 20 a 30 minutos dentro da programação da apresentação. Conteúdo: participação de grupos culturais locais (congados, bandas, batuques, danças tradicionais), previamente articulados durante as oficinas. Objetivo: valorizar o patrimônio imaterial local e promover diálogo artístico entre linguagens. Ações AmbientaisFormato: distribuição simbólica de sementes nativas e rodas de conversa sobre sustentabilidade. Quantidade: 10 ações (1 por cidade). Materiais: embalagens biodegradáveis com sementes, ficha informativa com orientações de plantio. Equipe: oficineiros, elenco e produção. Duração: 15 a 20 minutos ao final de cada apresentação. Registro Audiovisual AcessívelFormato: documentário sobre a circulação do projeto no Vale. Duração: 30 a 40 minutos. Equipe: cinegrafista/documentarista, assistente de edição, intérprete de Libras e legendagem. Acessibilidade: versão com legendas descritivas e janela em Libras. Distribuição: gratuita em plataforma digital aberta (YouTube/Vimeo) e enviada a escolas e pontos de cultura. Cartilha Ilustrada DigitalFormato: publicação digital acessível (PDF). Paginação: cerca de 40 páginas. Conteúdo: relatos, imagens das oficinas, apresentação do processo criativo e reflexões sobre memória e sustentabilidade. Equipe: designer gráfico, ilustrador, redator e fotógrafo. Distribuição: gratuita, enviada a escolas e pontos de cultura do Vale e disponível online. Materiais de Mobilização e DivulgaçãoFormato: cartazes físicos, cards digitais e vídeos acessíveis (legendados e com Libras). Canais: rádios comunitárias, redes sociais e grupos de WhatsApp. Quantidade: 10 campanhas locais de mobilização (1 por cidade). O projeto realiza 10 apresentações públicas, 10 oficinas comunitárias, 10 encontros com manifestações locais e 10 ações ambientais, além de registro audiovisual acessível, cartilha digital e ampla mobilização cultural. Todo o conteúdo é gratuito, acessível e público, com responsabilidade social e relevância cultural comprovada.
A acessibilidade é parte estruturante do projeto O Elefante no Jequitinhonha, concebido como espetáculo teatral itinerante de formas animadas concebido para espaços públicos e para ser fruído por diferentes públicos em sua integralidade. Por isso, o projeto contempla ações de acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo, garantindo condições de participação autônoma, segura e inclusiva. Acessibilidade FísicaAs apresentações serão realizadas em praças e vias centrais de fácil acesso, priorizando locais já reconhecidos como espaços comunitários de circulação. Antes da realização do espetáculo em cada cidade, serão feitas visitas técnicas para avaliar condições do terreno, rotas de acesso, segurança, mobilidade e circulação de pessoas com deficiência.Serão organizadas áreas reservadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, posicionadas com boa visibilidade da encenação. A produção providenciará sinalização simples para orientar o público e permitirá aproximação segura do Elefanteatro antes das apresentações, quando necessário para fins de mediação tátil. Acessibilidade de ConteúdoCompreendendo que acesso cultural também significa acesso ao sentido da obra, serão adotadas ações específicas de mediação e acessibilidade de linguagem:Intérprete de Libras em todas as apresentações, garantindo acesso pleno ao público surdo.Visitas táteis ao Elefanteatro antes das apresentações, para pessoas cegas ou com baixa visão, com mediação oral descritiva feita pela equipe.Registro audiovisual acessível da circulação, com legendas descritivas e versão em Libras, disponibilizado gratuitamente.Cartilha ilustrada digital acessível, compatível com softwares de leitura de tela, reunindo imagens, relatos e processos criativos.Materiais de mobilização acessíveis (cards digitais e vídeos com Libras e legendagem), distribuídos em rádios comunitárias e WhatsApp, alcançando públicos com acesso limitado a plataformas digitais. A acessibilidade é tratada como princípio artístico e ético do projeto, e não apenas como cumprimento legal. Ao integrar recursos contínuos de acessibilidade em todas as etapas — criação, circulação, formação e documentação — o projeto reafirma que a arte é um direito, garantindo participação ampla, diversidade e inclusão cultural efetiva.
O projeto O Elefante no Jequitinhonha foi concebido para garantir democratização plena do acesso à cultura, assegurando que todas as atividades sejam gratuitas, inclusivas e abertas ao público. Distribuição dos Produtos CulturaisEspetáculo Elefanteatro: serão realizadas 10 apresentações públicas gratuitas do espetáculo teatral itinerante de formas animadas, em espaços públicos centrais de dez cidades do Vale do Jequitinhonha. Não haverá cobrança de ingressos nem retirada prévia, garantindo acesso livre e direto.Oficinas comunitárias de criação: em cada cidade será realizada 1 oficina gratuita, totalizando 10, destinadas prioritariamente a crianças, jovens e educadores locais. As vagas serão distribuídas em articulação com escolas públicas, associações culturais e coletivos locais, garantindo participação social efetiva.Bonecos-memória: cada um dos 10 bonecos criados nas oficinas permanecerá integrado à dramaturgia do espetáculo, como extensão da memória afetiva e simbólica das comunidades participantes.Cartilha ilustrada digital: será distribuída gratuitamente em formato online, com versão acessível, enviada a escolas públicas, bibliotecas comunitárias e pontos de cultura, além de disponível para download livre.Registro audiovisual acessível: documentário com legendagem descritiva e versão em Libras, distribuído gratuitamente em plataforma digital aberta, ampliando o acesso ao processo e ao legado do projeto.Não há comercialização de nenhum produto cultural neste projeto. Todas as ações serão de fruição pública gratuita e circulação aberta. Medidas de Ampliação de AcessoAlém da gratuidade integral, o projeto ampliará o alcance e a participação comunitária por meio de:- Interações cênicas com manifestações culturais locais, promovendo participação de mestres, grupos tradicionais e artistas da região, como integração artística dentro da encenação.- Ensaios abertos, realizados em cidades-polo, aproximando o público do processo criativo do espetáculo e fortalecendo a relação com o território.- Visitas táteis ao Elefanteatro, promovendo mediação sensorial para pessoas cegas ou com baixa visão e demais interessados.- Transmissões digitais com trechos das apresentações e registros das oficinas em redes sociais, ampliando o alcance para públicos que não puderem estar presentes presencialmente.- Materiais de mobilização acessíveis, com cartazes físicos e digitais, rádios comunitárias, além de vídeos em Libras e legendas, compartilhados por WhatsApp e redes sociais.
Atividade da Instituição ProponenteA Associação Cultural Pigmalião, sediada em Belo Horizonte/MG, será responsável pela gestão administrativa, financeira e logística do projeto, incluindo prestação de contas, contratações, articulações institucionais e mobilização comunitária nas cidades do Vale do Jequitinhonha.Atividade do DirigenteO dirigente da instituição, Eduardo Felix, atuará como coordenador geral e diretor artístico, responsável pela dramaturgia, direção criativa, supervisão da equipe, acompanhamento das oficinas comunitárias, integração das manifestações locais e condução do espetáculo Elefanteatro ao longo da circulação.Equipe e Funções Direção Geral e Dramaturgia: Eduardo FelixTrilha Sonora Original: Tatá Santana e Eduardo FelixDireção Musical: Tatá SantanaElenco: Aurora Majnoni, Denilson Tourinho, Igor Godinho, Liz Schrickte, Cora Rufino, Mauro CarvalhoNarradores: Enedson Gomes, Isabela Arvelos, Tatá SantanaDireção de Narradores: Anna CamposCriação dos Bonecos: Eduardo FelixEquipe de Construção e Acabamento: Mauro Carvalho, Aurora Majnoni, Igor Godinho, Liz Schrickte, Denilson Tourinho, Tom Alonso.Adaptação da Bicicleta Triciclo: Israel AugustoProfessores Oficineiros: Aurora Majnoni, Cora Rufino, Denilson Tourinho, Igor Godinho, Liz Schrickte, Mauro CarvalhoCenotécnico: Nilson SantosTécnico de Som: Marina Arthuzzi Coreógrafo: Leandro BeliloDesign Gráfico e Assessoria de Imprensa: Liz SchrickteIlustrações: Eduardo FelixCoordenação de Produção: Ju AbreuGestão Financeira: Afinal CulturaParceria: Grupo OriundoCurrículos Resumidos da Equipe PrincipalEduardo Felix – Direção Geral e Dramaturgia Diretor, cenógrafo e marionetista, formado em Escultura pela UFMG. Fundador do Pigmalião Escultura que Mexe (2007), onde pesquisa teatro de formas animadas, cenografia e dramaturgia visual. Criador do Elefanteatro, já circulou em festivais no Brasil e no exterior (França, Noruega, Itália, Espanha, Bélgica e Marrocos). Atua há 18 anos em projetos que integram artes visuais, teatro e mobilização comunitária.Tatá Santana – Direção Musical, Trilha e Elenco Músico, compositor, ator e diretor musical. Responsável pela trilha original e direção musical do Elefanteatro, onde também atua como performer e narrador. Colabora com o Pigmalião desde 2012, criando sonoridades que fundem música ao vivo, dramaturgia e teatro de rua. Tem experiência em composições para espetáculos e projetos musicais no Brasil e no exterior.Aurora Majnoni – Elenco, Oficineira e Construção Atriz e marionetista, formada em Ciências Políticas em Bologna (Itália). Desde 2008 vive no Brasil, colaborando com Giramundo, Orquestra Ouro Preto e Catibrum. No Pigmalião, atua como atriz, oficineira e construtora de bonecos, participando de turnês nacionais e internacionais. Especialista em processos pedagógicos com crianças e jovens, integra o elenco e a equipe de oficinas do Elefanteatro.Denilson Tourinho – Elenco e Oficineiro Ator, bonequeiro e educador. Doutorando e mestre em Educação pela UFMG, pesquisa relações étnico-raciais nas artes. Idealizador e curador do Prêmio Leda Maria Martins, jurado do Prêmio Solano Trindade. Atua há mais de 20 anos em teatro e educação, e no Elefanteatro participa do elenco, da construção e das oficinas comunitárias.Igor Godinho – Elenco, Oficineiro e Construção Marionetista, artista plástico, circense e músico, bacharel em Gravura pela UFMG. Integra o Pigmalião desde 2010, onde atua em manipulação, oficinas e construção de bonecos. Participou de festivais nacionais e internacionais com o grupo, articulando artes visuais e cênicas. No Elefanteatro, atua como ator, oficineiro e integrante da equipe de construção.Liz Schrickte – Elenco, Oficineira, Produção e Assessoria Atriz, produtora e doutora em Artes Cênicas (UDESC). Integra o Pigmalião desde 2009, atuando em gestão, dramaturgia visual e comunicação. No Elefanteatro, é atriz, oficineira e integrante da construção de bonecos, além de responsável pelo design gráfico, assessoria de imprensa e parte da produção executiva.Cora Rufino – Elenco e Oficineira Atriz, produtora e oficineira, graduada em Teatro pela UFMG, com formação complementar em iluminação e cinema. Desde 2013 integra o Pigmalião, atuando na manipulação de bonecos, mediação cultural e processos colaborativos. No Elefanteatro, participa do elenco e das oficinas comunitárias.Mauro Carvalho – Elenco, Oficineiro e Técnico de Estrutura Ator e técnico de cenografia, integrante do Pigmalião desde 2012. No Elefanteatro, atua como performer, oficineiro e responsável pela manutenção estrutural do triciclo cenotécnico e da marionete gigante. Participa também da construção e acabamento de bonecos.Enedson Gomes – Narrador Ator, narrador e licenciado em Artes Cênicas pela UFMG. Cofundador do Grupo Oriundo de Teatro, atua em espetáculos de teatro de rua e formas animadas. No Elefanteatro, integra a equipe de narradores, trazendo experiência em voz, canto e dramaturgia oral.Isabela Arvelos – Narradora Atriz, cantora e narradora, graduada em Teatro pela UFMG. Integra o Grupo Oriundo de Teatro, com atuação em espetáculos musicais e circulações nacionais e internacionais. No Elefanteatro, é narradora, unindo canto e voz cênica à dramaturgia do espetáculo.Anna Campos – Direção de Narradores Atriz e diretora, cofundadora do Grupo Oriundo. É responsável pela preparação vocal e pela direção dos narradores do Elefanteatro, articulando práticas de voz, corpo e dramaturgia oral para integrar a narrativa ao cortejo.Marina Arthuzzi – Técnica de SomProdutora cultural e responsável técnica em diversos trabalhos teatrais, mestre em Artes da Cena pela UFOP. Atuou como coordenadora de programação e produção no Galpão Cine Horto (2020–2024), e em funções técnicas em festivais como FIT-BH, FIMFA (Portugal), Charleville (França), Titirimundi (Espanha) e Palco Giratório SESC. Possui experiência em direção técnica, iluminação, som e produção de turnês. .Ju Abreu – Coordenação de Produção Produtora cultural e atriz, formada pelo TU-UFMG. Integra o coletivo Toda Deseo, com atuação em produção e gestão cultural. No Pigmalião, é responsável pela coordenação de produção do Elefanteatro, cuidando de articulação logística e acompanhamento administrativo.Afinal Cultura – Gestão Financeira OSC com mais de 13 anos de atuação em gestão cultural. Responsável pelo acompanhamento financeiro e prestação de contas de projetos artísticos, atua em parceria com o Pigmalião em diversas produções e circulações.Grupo Oriundo – ParceriaColetivo parceiro em mediações comunitárias e apoio logístico. Grupo de teatro de Belo Horizonte-MG, Brasil, que desde 2007 cria e apresenta espetáculos teatrais e musicais autorais voltados para o público de todas as idades.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.