Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a circulação do espetáculo para crianças "A Menina dos Olhos dÁgua". Trata-se de uma obra de teatro cinematográfico para crianças, com ambiente imersivo,que apresenta a situação de crianças refugiadas climáticas, tendo como mote as enchentes ocorridas no RS e a superação das adversidades, a partir do olhar da criança. O projeto propõe ainda oficinas para crianças, tendo um eixo de formação de plateia.
Espetáculo: A Menina dos Olhos d'Água Uma menina perde sua casa e seu animal de estimação em uma enchente no sul do Brasil. No albergue, ela faz novos amigos e nos mostra pelo seu olhar doce e divertido o que aconteceu, enquanto tenta resgatar seu amigo perdido. Ao longo da peça, a criança irá perceber o que está na superfície da cidade e o que está abaixo dela, explicando como se formam as enchentes e como funciona a própria vida da cidade (sistema elétrico, hidráulico, fundações…). O que vemos e o que não vemos na vida e dentro das pessoas. A solidariedade que aparece nos momentos de dificuldade. O espetáculo funciona como um filme que vai sendo feito ao vivo por meio de manipulações, filmagens pré-gravadas e ao vivo, marionetes e máscaras, fazendo a criança ver o real, mas também a imagem manipulada que se cria na tela. Indicação: a partir de 4 anos Duração: 35 minutos Oficina: Brincando com o que Temos A oficina voltada para crianças entre 4 e 10 anos propõe a criação de histórias a partir dos materiais que estiverem disponíveis no espaço. Como criar e contar uma história com o que temos em mãos, seja lá o que for. Duração: 2 horas
Objetivo geral: O projeto A Menina dos Olhos d'Água tem por principal objetivo apresentar espetáculo A Menina dos Olhos d'Água para crianças, dialogando com os jovens de modo imersivo e interativo, sobre as enchentes ocorridas no RS e sobre a superação das adversidades, a partir do olhar da criança. O objetivo é falar com as crianças sobre ecologia, catástrofe climática, perda e superação, a partir de um olhar atento e lúdico. Objetivos específicos: Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em São Paulo (SP), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em São Paulo (SP), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Curitiba (PR), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Curitiba (PR), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Rio de Janeiro (RJ), atendendo até 400 pessoas gratuitamente Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Rio de Janeiro (RJ), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Salvador (BA), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Salvador (BA), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Recife (PE), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Recife (PE), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Fortaleza (CE), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Fortaleza (CE), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Manaus (AM), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Manaus (AM), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Belo Horizonte (MG), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Belo Horizonte (MG), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Brasília (DF), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Brasília (DF), atendendo gratuitamente até 40 crianças; Realizar duas apresentações do espetáculo A Menina dos Olhos d'Água em Iraí (RS), atendendo até 400 pessoas gratuitamente; Realizar como contrapartida social a oficina Brincando com o que Temos em Iraí (RS), atendendo gratuitamente até 40 crianças;
Este projeto almeja levar artistas do RS a circular pelo Brasil com um espetáculo de teatro cinematográfico imersivo para crianças, uma proposta inédita no cenário brasileiro. Trata-se de uma criação do Coletivo Gompa, de Porto Alegre, com Ceren Oran and Moving Borders, da Alemanha. A obra recebeu o prêmio International Coprodution Fund (IKF) do Goethe Institut, de Munique, para criação de espetáculos e busca agora meios para circular pelo Brasil. Este trabalho tem aspecto inovador e sedutor para as crianças, ao lidar com uma linguagem pouco explorada no teatro brasileiro, mesclando teatro e cinema. Em sua temática, o espetáculo é movido pelas tragédias que assolaram o sul do Brasil nos últimos meses e por perceber como a população reagiu a tais acontecimentos. As enchentes devastaram casas, parques, rodovias, vidas. As pessoas perderam suas construções de anos de trabalho e sonho, perderam posses, lembranças, documentos e, de certo modo, suas identidades. Alguns perderam animais de estimação e, em muitos casos, familiares e entes queridos. Como falar de perda para crianças? Como falar de solidariedade frente a uma situação que trouxe desespero para muitas pessoas? Ao mesmo tempo, como explicar para as crianças sobre o funcionamento da cidade, sobre tudo o que ocorre abaixo da terra, dentro da água, no ar. Aquilo que não vemos. A vida subterrânea, subaquática. A importância de preservar a natureza, de cuidar na cidade. A história de uma tragédia histórica que aconteceu no estado do Rio Grande do Sul vista pelos olhos de uma criança. Ao contrário do que imaginamos, a criança tem um poder de olhar pro mundo de uma forma muito específica bastante pura e por isso tão poética. A história dessa menina é igual a de dois milhões de pessoas que foram afetadas por uma tragédia gigantesca com 85 desaparecidos e mais de 650 mil pessoas fora de suas casas. Segundo a Defesa Civil, 467 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul foram impactados pelas enchentes. Neste momento, há uma urgência em se falar disso para as crianças. Neste sentido, é fundamental a Lei de Incentivo, para dar conta da circulação deste trabalho tão relevante para o contexto nacional. O espetáculo se propõe a contribuir para que haja um melhor entendimento por parte das crianças frente a esta situação, bem como permitir que o espaço seguro do teatro lhes faça ressignificar e transcender o que foi vivido no estado. Diante desta tragédia, a população se uniu de modo ímpar, englobando a camada civil, bem como empresas e poderes públicos. Assim, um espetáculo que nasça também incentivado por empresas e estado é um retorno vital à comunidade e classe trabalhadora da arte. O projeto irá promover a produção artística gaúcha, por meio da circulação de uma obra de arte com apresentações gratuitas em território nacional, democratizando o acesso aos bens culturais. Igualmente, irá permitir que artistas que foram afetados pelas enchentes possam dar continuidade ao seu trabalho, retomando a sua produção.
Valores agregados do projeto: SIMBÓLICO: O projeto é altamente relevante no plano simbólico, posto que mobiliza crianças na criação de uma rede de apoio por meio da arte, deixando um legado de conscientização, coletividade e afeto. A afirmação de nossa consciência coletiva por meio da arte traz visibilidade e alcance das ações, afetando a subjetividade das crianças e adultos, tão duramente atingidos neste último ano. A arte nos dá uma linguagem com a qual interagimos e nos expressamos no mundo, sendo essa uma de suas principais forças de mobilização social. REGIONAIS/LOCAIS: O incentivo à continuidade de uma produção teatral deixa um importante legado na medida em que o estado não possui prêmios, fomentos ou outras formas de incentivo voltado especificamente à criação para primeira infância, nem para dramaturgia autoral, além de incentivar uma obra com facilidade de deslocamento e transporte, que pode interagir com qualquer criança. O espetáculo é feito de modo criativo e inovador no contexto do teatro gaúcho, ao propor novas metodologias de criação e difusão cultural. Assim, o projeto possui uma temática urgente que trará o engajamento da comunidade. AMBIENTAIS: O projeto não causará quaisquer danos ambientais, sendo pensado com o uso de materiais permanentes e locações, não possuindo material de consumo ou contaminação. As ações contemplam a interação da sociedade com espaços culturais de suas cidades, estando esses espaços no centro da própria temática da obra, que trata de questões ambientais urgentes, que já estão afetando drasticamente a vida de milhares de pessoas. As ações irão respeitar todos os aspectos ambientais da cidade, não gerando resíduos e adotando práticas sustentáveis.
As 20 apresentações do espetáculo, nas 10 cidades contempladas, serão gratuitas e amplamente divulgadas. Estima-se um público de até 200 pessoas por sessão, totalizando 400 pessoas por cidade, 4000 pessoas ao todo. Haverá uma reserva de assentos de 10% para patrocinadores e 10% para ações de divulgação. 50% dos ingressos serão garantidos para escolas da rede pública e 30% será com distribuição gratuita de senhas, por ordem de chegada. O projeto prevê ainda a realização de: - 10 oficinas para as crianças de escolas da rede pública, uma em cada cidade contemplada. Estima-se a participação de até 40 pessoas por oficina, contemplando um total de 400 pessoas. O objetivo das oficinas é incentivar as crianças a comporem histórias teatrais a partir do que elas possuírem no espaço, promovendo a criação da arte democrática. Na oficina, também se falará sobre o processo de construção do espetáculo, respondendo as dúvidas das crianças sobre os efeitos visuais e sonoros criados, bem como sobre a composição teatral.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para a realização dos espetáculos, serão escolhidos espaços que contenham acessibilidade física, tais como: rampas de acesso, elevadores, espaços para pessoas com mobilidade reduzida, prioridade de entrada. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Prevemos intérprete de LIBRAS para todas as sessões, bem como apresentação AUDIODESCRITIVA com acesso em QRcode. Todas as sessões contam com MEDIADOR ATITUDINAL.
As 20 apresentações do espetáculo, nas 10 cidades contempladas, serão gratuitas e amplamente divulgadas. Estima-se um público de até 200 pessoas por sessão, totalizando 400 pessoas por cidade, 4000 pessoas ao todo. Haverá uma reserva de assentos de 10% para patrocinadores e 10% para ações de divulgação. 50% dos ingressos serão garantidos para escolas da rede pública e 30% será com distribuição gratuita de senhas, por ordem de chegada. O projeto prevê ainda a realização de: - 10 oficinas para as crianças de escolas da rede pública, uma em cada cidade contemplada. Estima-se a participação de até 40 pessoas por oficina, contemplando um total de 400 pessoas. O objetivo das oficinas é incentivar as crianças a comporem histórias teatrais a partir do que elas possuírem no espaço, promovendo a criação da arte democrática. Na oficina, também se falará sobre o processo de construção do espetáculo, respondendo as dúvidas das crianças sobre os efeitos visuais e sonoros criados, bem como sobre a composição teatral.
A instituição proponente (Venturella Produções) irá realizar a coordenação geral do projeto, produção do espetáculo e sua circulação. Equipe artística: Concepção: Camila Bauer e Liane Venturella Direção: Camila Bauer Atuação e manipulações: Liane Venturella Dramaturgia: Ceren Oran Colaboração dramatúrgica: Liane Venturella e Camila Bauer Desenho cenográfico: Elcio Rossini Iluminação: Ricardo Vivian Videografia e criação de vídeos 3D: Diego Mac Criação de bonecos: Rossana Della Costa Trilha sonora: Paola Kirst e Álvaro RosaCosta Criação de vídeo e edição de imagens: Raoni Ceccim Intérprete de LIBRAS: Vânia Rosa da Silva Audiodescrição: Letícia Schwartz Arte gráfica: Mitti Mendonça Produção geral: Venturella Produções LTDA Produção Executiva e mídias sociais: Duda Rhoden Assessoria de imprensa no Brasil: Léo Sant’Anna Liane Venturella Atriz e produtora, bacharel em Relações Públicas pela Faculdade dos Meios de Comunicação Social da PUC/RS em 1987. Iniciou sua trajetória como atriz em 1984. Em 1989 ingressou no Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Em 1990 foi para Londres onde aprimorou seus estudos teatrais na Mime School nos seguintes cursos:, curso de mímica com Ronald Wilson (1991), Mask and the actor com Lorna Marshall (1992). Formou-se em 1992 na Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre, estudou na escola de Philippe Gaulier e produziu a vinda do mestre francês Philippe à Porto Alegre. Na televisão já participou de 12 seriados, entre eles O Complexo e Verona, pelo qual recebeu no Festival Internacional de Cinema Independente 2021 o Prêmio de melhor atriz coadjuvante longa metragem. No cinema participou como atriz em 21 produções, recebendo recentemente os Prêmios melhor atriz por Adereços e melhor atriz coadjuvante por Reunião, melhor atriz por Adereços no Festival de Cinema de Santa Maria 2021. Camila Bauer Diretora teatral e professora de dramaturgia do Departamento de Arte Dramática e da Pós-Graduação em Artes Cênicas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Doutora pela Universidade de Sevilha e pela Universidade Livre de Bruxelas (2010), com estâncias na Espanha, França e Bélgica. Desenvolveu diferentes projetos de direção cênica, os mais recentes sendo Instinto (vencedor do prêmio norueguês Ibsen Scope, 2023), Frankinh@ (Prêmio SESC de Montagem, 2022), Amazônia (FAC, 2022), A Mãe da Mãe da Menina (FAC, 2021), A Vó da Menina (Prêmio Ponto de Teatro, Instituto Ling, 2021), A Última Negra (FAC, 2021), Olga (2020), Frankenstein (2019), Inimigos na Casa de Bonecas (2018 - vencedor do Prêmio Internacional Ibsen Awards) e Chapeuzinho Vermelho (2017), todos do coletivo Projeto GOMPA. Dirigiu ainda óperas e espetáculos musicais como Suor Angélica (CORS), Orfeu (UFRGS), Missa do Orfanato (UFRGS), A Bela e Fiel Ariadne (UFPR/UFRGS), Lutero (ULBRA), O Filho Pródigo (ULBRA), Dido e Enéias (UFRGS) e Don Pasquale (OSPA). Já ministrou oficinas de dramaturgia na Espanha, México e em diversas cidades do Brasil. Pesquisa dramaturgia contemporânea e poéticas do espetáculo. Possui diversos artigos e capítulos de livro publicados no Brasil e no exterior. Elcio Rossini Artista visual e professor Associado do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria. Em seus trabalhos artísticos, Rossini explora diferentes meios e procedimentos para tratar o tempo e as relações entre objetos, espaço e ação. Artista plástico, diretor teatral e cenógrafo entre 1986 e 2004 dirigiu espetáculos premiados, dentre os quais destaca-se Traças da Paixão, de Alcides Nogueira. 2003 – Entre Quatro Paredes de Jean Paul Sartre. Promoções; 1999 - Prêmio Açorianos Melhor Direção pelo espetáculo Traças da Paixão, Porto Alegre, RS. - Prêmio Açorianos Melhor Espetáculo pelo espetáculo Gueto Bufo, Porto Alegre, RS. 2005 Prêmio Açorianos, Melhor Direção, Melhor espetáculo e Melhor cenário pelo espetáculo Entre Quatro Paredes. A partir de 2005 dedica sua produção artística a criação de performances apresentadas na 5ª Bienal do Mercosul (RS); Riocenacontemporanea (RJ). Sincretismo dos Sentidos (SP) e Palais de Glace (Buenos Aires). Epiderme encontros à volta da performance (Lisboa). Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, Porto Alegre. Fundação Vera Chaves Barcellos. Viamão. Álvaro RosaCosta Nasceu em Porto Alegre- RS. É formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Cursou a faculdade de Artes Cênicas de 1994 a 1998. Atua profissionalmente, como ator, cantor e compositor para teatro, desde 1990. Participa de importantes filmes produzidos pelo cinema gaúcho como: “Netto perde a sua alma” e “Netto e o domador de cavalos” de Tabajara Ruas. Na televisão, além de comerciais, atua em episódios da série "Mulher de fases"- HBO, "Doce de Mãe" - Globo, “Fora de Quadro” - Canal Brasil, “O complexo” da Verte Filmes, entre outros trabalhos. No teatro, destacam-se as montagens com a companhia Térpsi-teatro dança, Cia. Incomode-te e com o Projeto Gompa de Camila Bauer (vencedor do Prêmio Ibsen Awards-Noruega). Compõe trilhas sonoras desde 1997. Atuou como Solista, junto a OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre). Recebeu inúmeras indicações aos prêmios Açorianos e Tibicuera de Teatro e Música. Ricardo Vivian É graduado em Arti e Scienze dello Spettacolo pela La Sapienza – Universitá di Roma, além de ter estudado em diversos cursos independentes de luminotécnica e videomapping. Tem como principal área de atuação a iluminação cênica. É criador e iluminador do coletivo Projeto Gompa. É também iluminador e responsável técnico da Cia/Estúdio Stravaganza. Integrante do grupo desde 2002, no espaço da Cia pode experimentar, aprimorar e colocar em prática os estudos da área técnica, trabalhando ativamente e de forma continuada na manutenção e nas montagens dos espetáculos realizados no Estúdio Stravaganza. Trabalha como colaborador convidado de outros grupos e coletivos desenvolvendo o desenho de iluminação de espetáculos de teatro e dança. Recebeu o Prêmio Açorianos de Teatro de Melhor Iluminação em 2018 e Prêmio Tibicuera de Melhor Iluminação em 2019 e 2022. Além da iluminação, tem experiência profissional como produtor cultural, cenógrafo, cenotécnico, ator, videografista e técnico de luz. Letícia Schwartz Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Acessibilidade Cultural para pessoas com deficiência visual e/ou auditiva. Atua na produção de audiodescrição (AD) e de legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, em projeto de pesquisa que contempla a audiodescrição em teatro. Especialista em Audiodescrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF (2015) e em Legendagem para Surdos e Ensurdecidos pela Universidade Estadual do Ceará/UECE (2019). Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS (1996). Coordenadora de produção da Mil Palavras Acessibilidade Cultural. Amostras dos trabalhos realizados podem ser acessadas em http://www.milpalavras.net.br/portfolio/. Vânia Rosa da Silva Vânia Rosa da Silva, Pedagoga, Intérprete da Língua de Sinais – LIBRAS, Certificada em Pró-Libras – MEC atua como intérprete em eventos, seminários, congressos, audiências judiciais, em atendimento a empresas e ministra cursos em Libras; Especialista na Educação e apoio das Pessoas Surdas e Múltiplas Deficiências, Especialista em Educação Inclusiva e Especialista em Educação Especial, com experiência em diferentes empresas nacionais e multinacionais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.