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O projeto "Praça da Arte PcD" propõe um espetáculo de dança inclusivo, reunindo artistas com e sem deficiência em uma experiência artística acessível e representativa. Serão realizadas duas apresentações, além de uma oficina aberta ao público e ações formativas voltadas à inclusão nas artes. Todo o conteúdo contará com recursos de acessibilidade, como Libras, audiodescrição e legendas. A proposta transforma o palco em um espaço simbólico de convivência e diversidade, com trilha sonora brasileira e abordagem sensível. O projeto contribui para a valorização da cultura inclusiva e o fortalecimento da presença de artistas com deficiência nos palcos nacionais.
" RJ A Praça de Arte PcD é muito mais do que um simples espetáculo - é uma celebração vibrante da diversidade artística e humana. Em nosso cenário imaginário, transportamos o público para uma praça efervescente, onde artistas plásticos criam suas obras, escultores modelam formas em argila e músicos preenchem o ar com melodias envolventes.Neste espaço encantado, a dança se destaca como uma expressão poderosa de liberdade e inclusão. Bailarinas PcDs, com sua graça e talento, movem-se em harmonia com outros artistas, desafiando fronteiras físicas e estéticas. Uma bailarina cadeirante, em perfeita sincronia com seus colegas, desliza pelas ruas da praça, transformando sua cadeira em um instrumento de dança e expressão.À medida que o espetáculo se desenrola, a praça ganha vida própria, como se o vento soprando entre as folhas das árvores trouxesse uma sensação de movimento e vitalidade. A interação entre os artistas PcDs e não PcDs é fluida e inspiradora, representando a verdadeira essência da inclusão e colaboração.'A Praça de Arte PcD' é uma jornada emocionante através das cores, sons e texturas da diversidade humana. Em meio a cada obra de arte e cada nota musical, encontramos a beleza da diferença e a força da união. É um convite para todos se juntarem a nós neste espaço de criatividade, aceitação e celebração da arte em sua forma mais autêntica e inclusiva."
Objetivo Geral Promover a inclusão e a valorização da diversidade corporal na cena cultural contemporânea por meio da realização de um espetáculo de dança acessível, reunindo artistas com e sem deficiência, com o intuito de sensibilizar o público e os profissionais da cultura para práticas mais inclusivas, democráticas e representativas nas artes. Objetivos EspecíficosRealizar 2 apresentações públicas e gratuitas de um espetáculo de dança inclusivo, acessível a diferentes tipos de deficiência, com recursos de acessibilidade comunicacional como intérprete de Libras, audiodescrição e legendas.Oferecer 1 oficina formativa gratuita voltada à população em geral, com foco na convivência, na expressão corporal e na introdução de práticas inclusivas nas artes.Desenvolver e disponibilizar um vídeo institucional com trechos do espetáculo e depoimentos da equipe artística e técnica, com acessibilidade comunicacional completa (Libras, audiodescrição e legendas).Produzir registro fotográfico profissional do espetáculo e da oficina, com fins de divulgação e documentação do projeto.Criar e distribuir material educativo acessível (digital e/ou impresso) com informações sobre o espetáculo, a temática da inclusão e boas práticas em arte e acessibilidade.Divulgar o projeto por meio de posts em redes sociais, incluindo ao menos 10 publicações com foco informativo e promocional, com identidade visual inclusiva e linguagem acessível.Realizar ações de sensibilização com ao menos 20 profissionais da cultura envolvidos diretamente no projeto, capacitando-os para atuação junto a artistas com deficiência.Garantir estrutura física acessível durante todas as etapas do projeto (ensaios, apresentações, oficinas), assegurando a plena participação dos artistas PcDs e do público com deficiência.Contribuir para a formação de público mais consciente, plural e engajado com a inclusão nas artes, promovendo reflexões e experiências que estimulem a empatia e a convivência com a diversidade.
A realização do projeto "Praça da Arte PcD" depende da utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por meio da Lei nº 8.313/91, tendo em vista a necessidade de recursos para garantir a acessibilidade plena, a estrutura técnica adequada, o envolvimento de profissionais capacitados e a produção de materiais acessíveis que exigem investimento acima da média dos projetos convencionais. Trata-se de uma ação que promove a democratização do acesso à cultura e a inclusão social por meio das artes, princípios que nem sempre encontram financiamento espontâneo no mercado cultural tradicional.O projeto se enquadra nos incisos I, II e IV do Art. 1º da referida lei, ao:I _ apoiar e patrocinar a realização de projetos culturais que valorizem a diversidade e estimulem a participação de grupos historicamente sub-representados;II _ preservar o patrimônio cultural brasileiro, ao reconhecer a diversidade corporal como parte integrante da cultura contemporânea;IV _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais dos diferentes povos e grupos étnicos e sociais.Além disso, o projeto contribui diretamente para alcançar os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei:I _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;II _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e promover a diversidade;III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes segmentos da população brasileira, em especial de grupos sociais em situação de vulnerabilidade ou exclusão;V _ democratizar o acesso aos bens de cultura, assegurando acessibilidade física, sensorial e comunicacional ao público;VII _ desenvolver a consciência do cidadão quanto à importância da preservação do patrimônio cultural brasileiro e da valorização da diversidade.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar um projeto que prioriza o acesso amplo, a representatividade e o respeito à diversidade cultural e humana, alinhando-se integralmente às diretrizes da política pública cultural brasileira.
Entendemos que nossos bailarinos PCDs só conseguirão um lugar ao sol, ou seja só conseguiremos expandir a arte PCDs se conseguirmos recursos para tal, os investimentos são maiores em função dos equipamentos necessários, operações especiais, pessoal capacitado entre outros, sendo assim, com a oportunidade de inscrever nosso projeto na Petrobrás e Vale cultural e tentarmos um patrocínio depende único e exclusivamente de aprovarmos nosso projeto pelo art.18, que é para os patrocinadores o mais "útil " vamos dizer assim. A arte PCDs ainda é uma grande dificuladade em ser vivida, mostrada e divulgada, queremos ultrapassar essa barreira e incluir nossos artistas de vez no mapa da cultura brasileira. Contamos com vosso parecer positivo, obrigada.Abaixo segue a estrutura da oficina, debate e palestra que será apresentada a cada espetáculo - lembrando que os espetáculos são gratuitos em todos os estados. OFICINA – CORPO EMPÁTICO A oficina “Corpo empático” trará diferentes estações para que os participantes/espectadores possam experienciar com o próprio corpo os estímulos e desafios que as pessoas com deficiência vivenciam diariamente. Com objetivo de viabilizar a capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa para entender seus sentimentos e perspectivas, e assim ampliar a consciência e gerar conhecimento para orientar novas ações, acolhedoras e mais inclusivas. ESTAÇÃO I: “Olhos vendados”. Através de um túnel inflável, para a imersão em sua totalidade do corpo, os espectadores entram com os olhos vendados. Escolhem se querem utilizar a bengala para deficientes ou não. Pelo túnel, percorrem a primeira parte do trajeto, sensibilizando o corpo com texturas diferentes no chão e paredes (partes lisas, ásperas, irregulares. Utilizando tecidos, tapetes emborrachados, grama sintética...); odores variados (borrifadores e difusores de aromas); momentos de exposição ao calor (lâmpadas infravermelhas), vento e garoa (ventilador e climatizador); e sons variados . Na segunda parte, temos as dificuldades dos deficientes visuais, todos os estímulos anteriores permanecem, mas agora temos degraus e obstáculos em todos os planos (baixo, médio e alto) (utilizando cones, blocos de apoio, caixas e caixotes). Com isso, simulamos as sensações e dificuldades de uma pessoa com deficiência, sensibilizando o corpo e ampliando a mente.ESTAÇÃO II: “sobre rodas” . Nessa oficina os espectadores descobrem as dificuldades de tarefas simples do dia a dia para um cadeirante. Passa por um percurso onde precisa executar tarefas, como pegar algo do chão, subir um degrau, passar por lugares estreitos; Tudo sendo marcado e estipulado por cones e barreiras de treino.ESTAÇÃO III: Nessa estação os espectadores, aprendem os sinais básicos da linguagem de libras, como oi, tchau, bom dia, boa tarde, boa noite, posso ajudar?, o seu nome.... Para assim, poder se comunicar corretamente com deficientes auditivos. PALESTRA - CAPACITISMOPalestrante: Natasha Coelho MenezesPsicóloga clínica e artista bailarina (CRP: 05/50090 e DRT: RJ/39940) TEMA: Entendendo o capacitismo O que é o capacitismo?Capacitismo é um termo usado para descrever a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência, que atinge desde a acessibilidade até a maneira como a sociedade trata essas pessoas.Nos últimos anos as discussões sobre diversidade, inclusão e preconceito estão tomando conta a fim de promover mudanças significativas na sociedade, mas apesar dos avanços, a violência que é o capacitismo, ainda está presente no dia a dia, ainda naturalizado como se fosse aceitável ou inevitável.Sendo assim, o capacitismo pode se revelar de maneira sutil e não notável para os olhos que não vivenciam. Em outras situações, ele é bem visível e notório a discriminação. Como assim, capacitismo?Vejam alguns exemplos de capacitismo:· Estigmatizar pessoas com deficiência, usando frases como: coitadinha dela; olha como ela é guerreira; é tão bonita, nem parece que tem deficiência e entre outras.· Falar com uma pessoa com deficiência como se ela fosse criança, infantilizando, ou se reportar ao um cuidador ou acompanhante em vez de diretamente a ela.· Usar termos pejorativos como: ceguinho, mongol, aleijado, retardado, louco, manco.· Apontar pessoas com deficiência na rua ou fingir não ter visto.· Ser indiferente com a inacessibilidade arquitetônica, na comunicação ou em material.· Convidar e promover eventos que não tenham acessibilidade.· Aproveitar-se de vagas ou recursos como filas preferencias.· Produzir conteúdo em redes sociais com baixa acessibilidade.Agora, diga-me: Você já cometeu alguns desses atos capacitista?Provavelmente sim. E tudo bem!Eu sou uma capacitista em desconstrução.Precisamos assumir que somos seres humanos julgadores e preconceituosos e, que por algumas vezes iremos cair na cilada do capacitismo. Mas sempre, é não querer lidar com a diversidade. Por isso, é importante falarmos cada vez mais sobre o assunto e ampliarmos a oportunidade para acolhermos cada vez mais as diversidades. A informação, a dessensibilização e a conscientização transformam o mundo!Antes, sentávamos a mesa em família no domingo para assistir “Os trapalhões” – programa de TV aberta que tinham piadas e conteúdos altamente racista, machista, homofóbica, gordofonica, xenofóbica e todos os preconceitos estruturais em nossa sociedade. Agora, estamos abrindo espaço para enxergar um mundo mais inclusivo em nossa sociedade, como bem relatado em nosso espetáculo de dança. Levando o assunto um pouco mais sério.Capacitismo é crime.Pela Lei Brasileira de Inclusão (2016), define no art. 4 que “toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação”. Já no art. 88 da Lei número 13.146/15, criminaliza o capacitismo por prever as condutas de “praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência. ”Assim, ressaltamos a importância de cada vez mais sermos empáticos, escutar e observar as vivências diversas e nos munirmos de informação e, sobretudo, ação. Esta não precisa ser grandiosa! Pode ser em um pequeno gesto.Qual será o seu 1% de mudança hoje sobre esse tema?Contamos com vocês!DEBATE - CAPACITISMOMediadora: Natasha Coelho MenezesPsicóloga clínica e artista bailarina (CRP: 05/50090 e DRT: RJ/39940) TEMA: Eu sou capacitista em desconstruçãoO debate é um recurso para ampliar a consciência e facilitar a troca de conhecimentos entre os participantes. Após a palestra “Entendendo o capacitismo” será proposto um debate sobre “Eu sou capacitista em descontrução”. Viabilizando a partilha de situações que as pessoas se perceberam preconceituosas e se deram conta das suas ações e impactos. DISPARADOR APRESENTADO: Vídeo ilustrativo para iniciar o debateRespeito as diferenças - Motivacional (youtube.com)
Espetáculo de Dança "A Praça de Arte PcD":Duração: Aproximadamente 40 minutosPaginação: Não aplicável.Material:Cadeira de rodas para bailarina cadeirante.Óculos para tapar a visão (tipo de natação) para uso em performances sensoriais.Faixas e bandanas para caracterização e identificação dos personagens.Túnel inflável como elemento cenográfico.Ventilador para simulação de vento.Borrifador de água para efeitos visuais.Pisos, tecidos e folhas de texturas diferentes para composição do cenário.Cones e barreiras de treino para ensaios e preparação coreográfica.Lâmpada aquecedora para manter o conforto térmico durante as apresentações.Lâmpadas coloridas para efeitos de iluminação cênica.Fones de ouvido para uso pelos bailarinos.Fones de ouvido anti ruído para proteção auditiva.Tecidos diversos para figurinos.Bengala guia como acessório em algumas performances.Totem para exposição de informações sobre o projeto.Membros mecânicos para uso em performances específicas.Projeto Pedagógico: O espetáculo é acompanhado por um projeto pedagógico que inclui workshops e oficinas interativas antes das apresentações, com o objetivo de promover a inclusão e sensibilizar o público para as questões relacionadas à acessibilidade e diversidade. Durante essas atividades, os participantes terão a oportunidade de vivenciar experiências sensoriais, exposições de membros, brincadeiras vendadas, pintura e jogos de cadeirantes, proporcionando uma imersão única antes de assistir ao espetáculo principal. Essas atividades serão montadas como estruturas e imersões antes do espetáculo, permitindo que o público participe ativamente. Para isso, será criado um corredor e uma galeria de vivências, onde serão utilizados recursos como óculos para tapar as visões, faixas e bandanas, túnel inflável, folhas e texturas, cones e barreiras, bengalas guia, entre outros. Essas atividades serão adaptadas de acordo com os espaços disponíveis em cada local de apresentação. Todo o material poderá ser personalizado com a marca do patrocinador, agregando valor à experiência e promovendo a identidade do projeto.Aqui abaixo segue todo o material descrito da oficina, debate e palestra que será realizada a cada espetáculo:OFICINA – CORPO EMPÁTICO A oficina “Corpo empático” trará diferentes estações para que os participantes/espectadores possam experienciar com o próprio corpo os estímulos e desafios que as pessoas com deficiência vivenciam diariamente. Com objetivo de viabilizar a capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa para entender seus sentimentos e perspectivas, e assim ampliar a consciência e gerar conhecimento para orientar novas ações, acolhedoras e mais inclusivas. ESTAÇÃO I: “Olhos vendados”. Através de um túnel inflável, para a imersão em sua totalidade do corpo, os espectadores entram com os olhos vendados. Escolhem se querem utilizar a bengala para deficientes ou não. Pelo túnel, percorrem a primeira parte do trajeto, sensibilizando o corpo com texturas diferentes no chão e paredes (partes lisas, ásperas, irregulares. Utilizando tecidos, tapetes emborrachados, grama sintética...); odores variados (borrifadores e difusores de aromas); momentos de exposição ao calor (lâmpadas infravermelhas), vento e garoa (ventilador e climatizador); e sons variados . Na segunda parte, temos as dificuldades dos deficientes visuais, todos os estímulos anteriores permanecem, mas agora temos degraus e obstáculos em todos os planos (baixo, médio e alto) (utilizando cones, blocos de apoio, caixas e caixotes). Com isso, simulamos as sensações e dificuldades de uma pessoa com deficiência, sensibilizando o corpo e ampliando a mente.ESTAÇÃO II: “sobre rodas” . Nessa oficina os espectadores descobrem as dificuldades de tarefas simples do dia a dia para um cadeirante. Passa por um percurso onde precisa executar tarefas, como pegar algo do chão, subir um degrau, passar por lugares estreitos; Tudo sendo marcado e estipulado por cones e barreiras de treino.ESTAÇÃO III: Nessa estação os espectadores, aprendem os sinais básicos da linguagem de libras, como oi, tchau, bom dia, boa tarde, boa noite, posso ajudar?, o seu nome.... Para assim, poder se comunicar corretamente com deficientes auditivos. PALESTRA - CAPACITISMOPalestrante: Natasha Coelho MenezesPsicóloga clínica e artista bailarina (CRP: 05/50090 e DRT: RJ/39940)TEMA: Entendendo o capacitismo O que é o capacitismo?Capacitismo é um termo usado para descrever a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência, que atinge desde a acessibilidade até a maneira como a sociedade trata essas pessoas.Nos últimos anos as discussões sobre diversidade, inclusão e preconceito estão tomando conta a fim de promover mudanças significativas na sociedade, mas apesar dos avanços, a violência que é o capacitismo, ainda está presente no dia a dia, ainda naturalizado como se fosse aceitável ou inevitável.Sendo assim, o capacitismo pode se revelar de maneira sutil e não notável para os olhos que não vivenciam. Em outras situações, ele é bem visível e notório a discriminação. Como assim, capacitismo?Vejam alguns exemplos de capacitismo:· Estigmatizar pessoas com deficiência, usando frases como: coitadinha dela; olha como ela é guerreira; é tão bonita, nem parece que tem deficiência e entre outras.· Falar com uma pessoa com deficiência como se ela fosse criança, infantilizando, ou se reportar ao um cuidador ou acompanhante em vez de diretamente a ela.· Usar termos pejorativos como: ceguinho, mongol, aleijado, retardado, louco, manco.· Apontar pessoas com deficiência na rua ou fingir não ter visto.· Ser indiferente com a inacessibilidade arquitetônica, na comunicação ou em material.· Convidar e promover eventos que não tenham acessibilidade.· Aproveitar-se de vagas ou recursos como filas preferencias.· Produzir conteúdo em redes sociais com baixa acessibilidade.Agora, diga-me: Você já cometeu alguns desses atos capacitista?Provavelmente sim. E tudo bem!Eu sou uma capacitista em desconstrução.Precisamos assumir que somos seres humanos julgadores e preconceituosos e, que por algumas vezes iremos cair na cilada do capacitismo. Mas sempre, é não querer lidar com a diversidade. Por isso, é importante falarmos cada vez mais sobre o assunto e ampliarmos a oportunidade para acolhermos cada vez mais as diversidades. A informação, a dessensibilização e a conscientização transformam o mundo!Antes, sentávamos a mesa em família no domingo para assistir “Os trapalhões” – programa de TV aberta que tinham piadas e conteúdos altamente racista, machista, homofóbica, gordofonica, xenofóbica e todos os preconceitos estruturais em nossa sociedade. Agora, estamos abrindo espaço para enxergar um mundo mais inclusivo em nossa sociedade, como bem relatado em nosso espetáculo de dança. Levando o assunto um pouco mais sério.Capacitismo é crime.Pela Lei Brasileira de Inclusão (2016), define no art. 4 que “toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação”. Já no art. 88 da Lei número 13.146/15, criminaliza o capacitismo por prever as condutas de “praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência. ”Assim, ressaltamos a importância de cada vez mais sermos empáticos, escutar e observar as vivências diversas e nos munirmos de informação e, sobretudo, ação. Esta não precisa ser grandiosa! Pode ser em um pequeno gesto.Qual será o seu 1% de mudança hoje sobre esse tema?Contamos com vocês!DEBATE - CAPACITISMOMediadora: Natasha Coelho MenezesPsicóloga clínica e artista bailarina (CRP: 05/50090 e DRT: RJ/39940) TEMA: Eu sou capacitista em desconstruçãoO debate é um recurso para ampliar a consciência e facilitar a troca de conhecimentos entre os participantes. Após a palestra “Entendendo o capacitismo” será proposto um debate sobre “Eu sou capacitista em descontrução”. Viabilizando a partilha de situações que as pessoas se perceberam preconceituosas e se deram conta das suas ações e impactos. DISPARADOR APRESENTADO: Vídeo ilustrativo para iniciar o debateRespeito as diferenças - Motivacional (youtube.com)
A realização do projeto “Praça da Arte PcD” depende da utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por meio da Lei nº 8.313/91, tendo em vista a necessidade de recursos para garantir a acessibilidade plena, a estrutura técnica adequada, o envolvimento de profissionais capacitados e a produção de materiais acessíveis que exigem investimento acima da média dos projetos convencionais. Trata-se de uma ação que promove a democratização do acesso à cultura e a inclusão social por meio das artes, princípios que nem sempre encontram financiamento espontâneo no mercado cultural tradicional.O projeto se enquadra nos incisos I, II e IV do Art. 1º da referida lei, ao:I – apoiar e patrocinar a realização de projetos culturais que valorizem a diversidade e estimulem a participação de grupos historicamente sub-representados;II – preservar o patrimônio cultural brasileiro, ao reconhecer a diversidade corporal como parte integrante da cultura contemporânea;IV – desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais dos diferentes povos e grupos étnicos e sociais.Além disso, o projeto contribui diretamente para alcançar os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei:I – estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;II – proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e promover a diversidade;III – apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes segmentos da população brasileira, em especial de grupos sociais em situação de vulnerabilidade ou exclusão;V – democratizar o acesso aos bens de cultura, assegurando acessibilidade física, sensorial e comunicacional ao público;VII – desenvolver a consciência do cidadão quanto à importância da preservação do patrimônio cultural brasileiro e da valorização da diversidade.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar um projeto que prioriza o acesso amplo, a representatividade e o respeito à diversidade cultural e humana, alinhando-se integralmente às diretrizes da política pública cultural brasileira.
Medidas de Democratização de Acesso:Além das estratégias de comunicação e visibilidade, o projeto "A Praça da Arte PcD" adotará medidas abrangentes de democratização de acesso, garantindo que a arte e a cultura sejam acessíveis a todos os públicos, independentemente de suas condições. As seguintes medidas serão implementadas:Distribuição Gratuita de Ingressos: Todos os ingressos para as apresentações serão disponibilizados gratuitamente ao público em geral, eliminando barreiras financeiras e garantindo que pessoas de todas as origens e condições socioeconômicas possam participar.Transporte Gratuito: Será oferecido transporte gratuito ao público, com acesso facilitado para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, bem como para idosos. Isso garantirá que todos tenham a oportunidade de participar das atividades do projeto, independentemente de sua localização ou capacidade de locomoção.Acesso Online: Além das apresentações presenciais, o projeto disponibilizará registros audiovisuais das atividades, espetáculos e outras iniciativas culturais na internet. Isso permitirá que pessoas que não puderam comparecer pessoalmente ainda tenham acesso ao conteúdo do projeto.Inclusão de Pessoas com Deficiência: Todas as atividades do projeto serão planejadas e executadas levando em consideração as necessidades de acessibilidade das pessoas com deficiência, garantindo que todos os espaços e materiais sejam adaptados para atender às suas necessidades.Ações Culturais em Diversos Locais: O projeto incluirá a realização de atividades culturais em diferentes locais, incluindo áreas de fácil acesso para comunidades locais, escolas, instituições culturais e espaços públicos. Isso permitirá que pessoas de diferentes bairros e regiões tenham a oportunidade de participar das atividades do projeto.
Clair Junqueira - Direção Administrativa e Artística - (1985) nasceu no Rio de Janeiro, começou seus estudos na dança aos 8 anos de idade e formou-se na Escola de Dança Francine e Fialho.Integrou como bailarina na Lúmini Cia.de Dança, Cia. de dança Francine e Fialho (direção de Caio Nunes) e Cia. Dança 3. Como professora e coreógrafa trabalhou na Escola de Dança Francine e Filho, Alice Arja, Beth Boop e Studio de Dança Aballare de 2010 a 2019, de onde saiu como Coordenadora e Diretora de Espetáculo. Trabalha desde 2020 no Departamento de Serviços Sociais do Abrigo do Marinheiro, dando aula de dança para os pacientes de doenças mentais. Em 2020 abriu o próprio espaço, Pointe Espaço de Dança, onde em 2023 expandiu para o Espaço Pointe, um espaço de artes (dança, lutas, circo, teatro e artes orientais).Andreia Simões Coreógrafa PCD.- Profissional de Educação Física e Dança C.R.E.F: 018475-G/RJ S.P.D. – RJ (Sindicato dos Professores de Dança): 4599 Profissional com 25 anos de experiência na área de Educação Física e dança.Graduada em Educação Física e Pós-graduada em Psicomotricidade. Especializada para trabalhar com pessoas com deficiência com experiência com a Dança Adaptada e Educação Física Adaptada. Responsável por promover a saúde de crianças, jovens, adultos e idosos por meio de atividades físicas e a dança com acompanhamento personalizados individuais ou em grupo e além do atendimento para pessoas com deficiência.Professora e coreógrafa de sapateado, ballet e jazz. Diversas premiações nos festivais de dança com melhores coreografias e comocoreógrafa.Voluntária do Setor de Eventos da Obra Social Dona Meca (desde 2022).FORMAÇÃO ACADÊMICAUnivercidade, Rio de Janeiro – Superior Completo JANEIRO DE 2000 - DEZEMBRODE 2004Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro – Pós-graduação JANEIRO DE 2018- JULHO DE 2019 - Já forneceu carta de anuênciaNatasha Coelho Meneze - Coreógrafa PCD - Artista bailarina e coreógrafa – DRT: RJ/39940 (2007)Graduada em psicologia – CRP: 05/50090 (2016)Curso de Extensão de dança esportiva emcadeiras de rodas – UFJF, 2013 -DANÇA COM PCD Atuou como terapeuta em dança adaptada em instituições privadas para pessoas com deficiência, tais como: NTG – Núcleo Terapêutico Global (2018-2017)LÚMINI ESPAÇO ART (2018-2013) -CENTRO EDUCACIONAL UM LUGAR AO SOL - Instituto Terapêutico Fernando da Costa Tavares (2016-2014)Realizou, também, consultorias para um trabalho mais inclusivo em aulas e produções artísticas. Praça Tim Maia 2017,Sarau Cultural 2018.Além de diretora e coreógrafa da Cia. InterAtiva de Dança (2024-2017)COMO ARTISTA BAILARINA: Participou de eventos e shows fora do país, como artista bailarina e acrobata aérea, no Ringling Bros. & Barnum and Bailey Circus - Feld Entertainment (EUA e México, 2012-2009). E frequentou, também, aulas de dança na Steps e na Broadway Dance New York. Rachel Mandaron -produtora Executiva e coordenadora do projeto, Com uma carreira consolidada na produção de eventos desde 1987, Rachel Mendes de Carvalho é uma produtora de eventos culturalmente engajada. Graduada em Comunicação Social, com ênfase em produção de eventos, ela se especializou na Estácio de Sá em Produção de Eventos e Produção de Shows, e na Escola Profissional de Desenvolvimento Artístico em Direção de Produção, Produção de Festivais, Curadoria Artística, Apresentação para Web TV, Sonoplastia, Produção Musical e Elaboração de Projetos.Sua expertise também se estende à formação no Liceu de Artes e Ofício, onde se especializou em Produção Teatral, Exposições e Feiras. Com mais de duas décadas de experiência como produtora executiva em projetos culturais, Rachel lidera a Mandaron Eventos desde 2016 (CNPJ - MEI), dedicando-se a iniciativas culturais que buscam recursos em editais e Leis de Incentivo, proporcionando oportunidades para artistas e colegas produtores.Em julho de 2023, Rachel obteve êxito no Edital Casa de América com o projeto "Alma Brasileira", realizado em Madri, Espanha, durante o Festival Holla Rio em 16 e 17 de setembro de 2023. O evento foi administrado pelos 21 distritos de Madri e SECEC RJ. Essa conquista reflete não apenas sua competência, mas também sua capacidade de viabilizar projetos culturais de alcance internacional.Além de sua atuação como produtora, Rachel é psicanalista formada pela Escola de Psicanálise de SP, escritora, autora de "Vidas em Sonho", publicado pela editora Scortecci em 2011. Aguarda com expectativa a publicação de sua nova obra, "Bastidores: Vi, Ouví, Vivi".Rachel não apenas atuou em uma variedade de projetos, abrangendo música, artes cênicas, exposições, feiras e shows, mas também é uma entusiasta apaixonada pelas artes e pela cultura. Sua trajetória e experiência destacam-se pela dedicação em promover a diversidade cultural e fortalecer o empreendedorismo feminino. Seu trabalho atual reflete seu compromisso em criar ambientes inclusivos para a expressão artística e promover o crescimento pessoal, especialmente para mulheres nas artes. Ana Motte Responsável por toda a acessibilidade técnica do espetáculo , artístas e espaços EXPERIÊNCIA 2015 – 2024 CEO • DIREÇÃO • ALL DUB ESTUDIO2009 – 2014 CEO • DIREÇÃO • RIOSOUND ESTUDIO 2005 – 2009 DIRETORA • GERAL • HERBERT RICHERS Destaques: Especialista em Acessibilidade 360, Escritora do Livro Os Desafios da Mulher Empreendedora dos novos tempos, Palestrante, Mentora e Audiodescritora.Universidade de Leiria, Portugal Mestrado em Comunicação Acessível MBA Puc/RS Direitos Humanos Responsabilidade Social e Cidadania Global MBA Puc/RS Experiências Digitais, Gestão, Produção e Engajamento.DESTAQUES ENTRE MAIS DE 15OO PROJETOS PRÉ GRAVADOS EM AUDIODESCRIÇÃO:Audiodescrição Museu do Flamengo, Audiodescrição Museu do Ministério Público Federal, Audiodescrição Museu do Amanhã, Audiodescrição de Exposições Mauricio de Sousa.Tarlia Laranjeira Cardoso - Função(ões) Direção Teatral RG: 212471387 DRT: 11576/89 (atriz) 0058850/RJ (direção teatral),Formação Acadêmica: Graduação Concluída na Area da Artes Graduada: Licenciatura em Artes Cênicas pela UNIRIO/ 1995 Especialização na Área de Artes Pós-graduação: Arteterapia na Educação e na Saúde (Veiga de Almeida/), Preparação Corporal em Artes Cênicas (Fac. Angel Vianna/2008), Direção Teatral (CAL/2018). Psicologia Analítica com Ênfase em Mitologia,Contos e Artes (Instituto Freedom/2023, Mitologia Comparada (Instituto Dedalus),Mestrado na área de artes Artes Cênicas PPGEAC – UNIRIO (término 2022) Formação Complementar:Commedia Dell`Arte ministradas por Antonio Fava (Itália), Tiche Vianna (Campinas), Enrico Bonavera do Piccolo Teatro di Milano (Itália),Grupo Moitará (RJ), Improvisação com Máscara Balinesa – AMOK Teatro, Jogo da Máscara – Ana Achcar, Máscaras Neutra, larvária e Bufão com Cia do Giro (RS) Máscaras Humanizadas com Máscara EnCena (RS). Escola de Palhaças (SP), Sue Morrison (Canadá), Eugenio Barba (Odin Teatret), Teatro Gestual (Cia. Manual) Rasaboxes com Michelle Minicki (EUA) Butoh com Tadashi Endo (Japão), Teatro-ImprovisaçãoAMOK Teatro, Biomecânica – Meyerhold com Alexey Levinskiy (Rússia), Balagan com Beatrice Picon- Vallin (França), Técnica Corporal e Vocal com Lume Teatro (Campinas), Viewpoints com Claudia Melle (RJ) e Enrique Diaz (RJ). Atividades Acadêmicas A Construção do Personagem (professora convidada) - Pós-graduação em Artes Cênicas Estácio de Sá, desde 2019 e 2021 Interpretação Dramática, Teoria do Teatro Universal, Teoria do Teatro Brasileiro, Literatura Dramática, Direção Teatral desde 1996 - FAETECQuintino - Escola Técnica Profissionalizante de Teatro Martins Penna -Teoria do Teatro Universal e Brasileiro (ETE Martins Penna),Interpretação Dramática CCPAC (curso profissionalizante de ator) desde 2014 4.2.3 - Banca de defesa de monografia “País Gambiarra” defesa de: Jefferson Santi (2022) UFRJ 5- Produção Bibliográfica e Artística 5.3 - Publicação Acadêmica Arte na Linha de Frente; experiência de teatro e dança na Educação Básica no Rio de Janeiro. Artigo. Corpo- Commico (2023) NAEA -Associação Nacional de Arte Educação,Universidade da Flórida (2023) Trabalho artístico em Artes Cênicas Silêncio Das Sombras, Dir: Geuder Martins (Sede das Cias), Don Pasquale, Dir: André Heller-Lopes (Teatro Municipal do Rio de Janeiro), Cemitério de Automóveis, Dir: Gustavo Passo (Teatro Joquei), Uma Mulher Vestida de Sol, Mayra Janice (SESC Copacabana), Os Irmãos das Amas, Dir Clarice Niskier (ABL, Teatro do Museu do Telefone), Os Dois Menecmos Dir: André Paes Leme Capitão Tornado, Dir: Andre Paes Leme. Direção Teatral É Tudo Culpa da Mãe (teatro Barra Point/ 2023) Bodas de Sangue (Teatro Grandes Atores (2022) O Doente Imaginário(Teatro Grandes Atores/2022) Cintinópolis (Teatro Luiz Peixoto/2019) LIA (Teatro Grandes Atores, Teatro Cândido Mendes 2019, 2021) A Feira (Teatro Ziembinski 2019), Pátria Amada (Teatro Ziembinski, 2018), Noite de Reis (Teatro dos Grandes Atores/2018), Sonho de Uma Noite de Verão (Teatro dos Grandes Atores/2018). Insanas (Teatro Vanucci RJ – 2018 e Teatro BH - 2018), Os Visitantes (Lona Fernando Torres/2017). 5.7 - Prêmios e indicações: Melhor Atriz V Festival de Teatro da UVA (Peça: Os Irmãos das Almas) VII Festival da UVA (Peça:Uma Mulher Vestida de Sol). Direção: –Pátria Amada: Festival Ziembinski - LIA: Festim, FESTAR, Festival de Inverno de São João da Barra,Os Ciclomáticos, As Lucianas Rio Arte.Outros profissionais: os demais profissionais elencados para o projeto já foram selecionados ou estão em seleção pela curadoria. Porém, por direito garantido, pretendem realizar suas atribuições e criar promessas de trabalho ( carta de anuência) SOMENTE após a aprovação do projeto, tendo em vista que só alí será possível determinar valores para a contratação dos mesmos e datas exatas para possibilidade de marcar agenda e verificar enquadramento no cronograma aprovado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.