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O Elas Fazem Acontecer - Rede de economia criativa e solidária na amazônia é um evento multicultural que une arte, empreendedorismo feminino e valorização da identidade acreana. Realizado em Rio Branco, o projeto promove feira de produtos criativos, apresentações culturais, experiências indígenas e ações formativas gratuitas. Com acesso livre e foco na inclusão e formação de redes, o festival estimula a geração de renda, o fortalecimento da economia local e o protagonismo de mulheres empreendedoras. A proposta integra arte, cultura e sustentabilidade para alcançar 5 mil pessoas, com impacto social, simbólico e econômico.
Festival Elas Fazem AcontecerClassificação indicativa: LivreO Festival Elas Fazem Acontecer é um evento cultural realizado em Rio Branco (AC), com foco na valorização da economia criativa, do empreendedorismo feminino e das expressões culturais amazônicas. Com classificação indicativa livre, o festival tem como eixo central o protagonismo de mulheres nas artes, nos saberes ancestrais e na geração de renda.O projeto contempla uma estrutura completa de festival ao ar livre, com tendas para expositoras, palcos para atrações artísticas, sinalização, banheiros, pontos de energia, área gastronômica e acessibilidade plena, proporcionando uma experiência segura e inclusiva ao público.Ao longo de dois dias de programação, o evento apresenta 15 atrações culturais com expressões da cultura popular como capoeira, maracatu, carimbó, hip hop, slam, música indígena, danças circulares e performances visuais, incluindo grafite ao vivo e instalações sensoriais. A curadoria prioriza artistas mulheres da Amazônia Legal, com diversidade racial e étnica, refletindo as múltiplas vozes femininas da região.A feira de gastronomia e criatividade reúne 40 empreendedoras locais em tendas padronizadas, onde expõem e comercializam produtos alimentares, artesanato e itens autorais, com destaque para a culinária tradicional, indígena e vegana. O espaço promove o intercâmbio entre saberes culinários e inovação, fortalecendo redes de mulheres empreendedoras.Complementando a programação artística e mercadológica, o festival oferece três oficinas formativas e uma roda de conversa com lideranças femininas da cultura. As oficinas abordam temas como gestão de negócios criativos, arte urbana (grafite) e narrativas ancestrais, com enfoque prático e inclusivo. A roda de conversa promove o diálogo intergeracional sobre políticas culturais, protagonismo e desafios enfrentados pelas mulheres na cadeia produtiva da cultura.O festival também contempla a implantação de um plano de logística reversa, com coleta seletiva em toda a área do evento, pontos sinalizados para descarte consciente, orientação ao público sobre reciclagem e parceria com cooperativas locais para destinação correta dos resíduos recicláveis. Além de minimizar o impacto ambiental, a iniciativa reforça o compromisso do projeto com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os de consumo responsável e ação contra as mudanças climáticas.O Festival Elas Fazem Acontecer propõe uma jornada cultural integrada que articula arte, formação, mercado e ancestralidade, com foco no fortalecimento de redes femininas e no desenvolvimento sustentável da cultura no Acre.
O projeto "Elas Fazem Acontecer" tem como objetivo central promover um festival de economia criativa que valorize a identidade acreana e o protagonismo feminino por meio de atividades culturais, formativas e de fomento ao empreendedorismo. A iniciativa visa fortalecer a economia local, ampliar o acesso à cultura e gerar impacto social, de inovação e sustentabilidade simbólicos duradouros no estado do Acre.Objetivo GeralRealizar um festival cultural e de empreendedorismo voltado à valorização da identidade acreana, ao fortalecimento do protagonismo feminino, sustentabilidade e à difusão cultural, promovendo impacto simbólico, econômico e social na cidade de Rio Branco _ AC.Objetivos Específicos- Realizar um festival de dois dias com 15 atrações culturais com expressões da cultura popular, música, dança, artes visuais e experiências sensoriais e indígenas;- Promover um festival de dois dias com feira com 40 empreendedoras da economia criativa com exposição e comercialização de produtos;- Oferecer 3 oficinas e 1 roda de conversa sobre cultura, empreendedorismo feminino e gestão criativa;- Atingir público estimado em 5 mil, com ações de inclusão e sustentabilidade, pontos de água gratuitos e coleta seletiva;- Empregar 80% da ficha técnica com funcionários locais na execução do projeto, estimulando renda e qualificação no setor cultural;- Arrecadar 3000 kg de alimentos não perecíveis e destinar a instituição: Rede de proteção à Mulher Vítima de Violência Doméstica.- Promover ações de logística reversa para os resíduos gerados no próprio evento passando por uma triagem, bem como campanha e coleta de óleo, resto de alimentos em pontos de troca, estações de separação de recicláveis.-Promover a sustentabilidade e a responsabilidade social: reduzir o uso de copos descartáveis durante o festival
A região Norte é historicamente carente de investimentos contínuos em cultura, sobretudo quando se trata de iniciativas com enfoque no empreendedorismo feminino e na valorização da cultura local. O festival "Elas Fazem Acontecer" se apresenta como uma resposta direta à necessidade de descentralização de recursos e oportunidades culturais, promovendo inclusão, diversidade e desenvolvimento sustentável na cidade de Rio Branco, Acre.A proposta tem como base a trajetória da Associação Elas Fazem Acontecer, que atua há mais de seis anos com iniciativas voltadas à autonomia econômica de mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social. Com mais de 180 feiras realizadas, o coletivo impactou mais de 5.000 mulheres diretamente, oferecendo formações, capacitações e espaços de visibilidade para empreendedoras da economia criativa local. Sua atuação extrapola a geração de renda: promove autoestima, pertencimento, formação cidadã e redes de apoio mútuo, fortalecendo o tecido social feminino na capital Acreana.O festival se configura como uma plataforma de articulação cultural, econômica e social. Com foco na valorização da identidade amazônica e dos saberes tradicionais, a proposta oferece uma programação diversa que inclui feira de empreendedoras, experiências sensoriais, apresentações indígenas, oficinas práticas e rodas de conversa. O objetivo é unir arte e mercado, proporcionando ao público uma vivência cultural inclusiva e conectada com os desafios contemporâneos da região.A curadoria do projeto prioriza expressões culturais que refletem a pluralidade do território, com destaque para manifestações afro-brasileiras, indígenas, periféricas e urbanas. A presença de atividades como slam, grafite, danças urbanas e apresentações de artistas locais reforça o papel da cultura como instrumento de empoderamento e transformação social.Além do eixo artístico, o festival apresenta um modelo robusto de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. Um dos diferenciais da proposta é a adoção da logística reversa em três etapas, articulando educação ambiental, gestão de resíduos e mensuração de impacto.Pré-evento: será realizada uma campanha de conscientização em redes sociais.Durante o evento: todas as latinhas e garrafinhas serão doados para o Sucatão da Amazônia e Catar.Pós-evento: será publicado um relatório público de impacto com indicadores ambientais, como volume reciclado, CO₂ evitado e empregos gerados na cadeia da reciclagem.Essa abordagem amplia o papel da cultura como promotora de agendas ambientais e de inclusão produtiva, fortalecendo o vínculo entre arte, sustentabilidade e cidadania. A proposta dialoga diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 5 (Igualdade de Gênero), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 10 (Redução das Desigualdades), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).O impacto da proposta não se limita aos dias do evento. As oficinas e rodas de conversa realizadas no primeiro trimestre do ano terão caráter formativo e replicável, gerando conhecimento aplicado e fortalecendo a profissionalização de agentes culturais locais. Ao fomentar negócios criativos, o projeto estimula uma economia circular, resiliente e integrada aos valores identitários da região.O festival "Elas Fazem Acontecer" é, portanto, uma proposta cultural com alto valor simbólico, social, ambiental e econômico. Por meio de um modelo colaborativo, inclusivo e sustentável, reafirma o papel da cultura como eixo estruturante do desenvolvimento territorial no Acre.Necessidade do Mecanismo de Incentivo à CulturaA execução do projeto Elas Fazem Acontecer _ Acre exige um investimento robusto em todas as suas etapas, desde a curadoria artística, infraestrutura e contratação de profissionais até a realização de oficinas formativas, ações de sustentabilidade e democratização do acesso à cultura. Por se tratar de um projeto multidisciplinar, com foco na valorização da cultura local, no protagonismo feminino e na economia criativa, é essencial contar com recursos públicos que viabilizem sua realização de forma estruturada, inclusiva e de amplo alcance social.A Lei Federal de Incentivo à Cultura, por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, torna-se fundamental para a concretização desta iniciativa, permitindo captar e canalizar recursos da iniciativa privada para o setor cultural, conforme previsto na Lei 8.313/91:Inciso IV do Art. 1º _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Inciso IX _ estimular o acesso da população aos bens e serviços culturais;Inciso V _ apoiar projetos que reconheçam e valorizem a contribuição das mulheres na cultura nacional.O projeto também atende diretamente aos objetivos descritos no Art. 3º da referida norma, dentre os quais destacam-se:I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, voltados à capacitação de mulheres empreendedoras e artistas da região Norte, em parceria com instituições locais e comunitárias;d) estímulo à participação de artistas e formadoras locais em ações de inclusão social e formação cidadã de crianças, adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade social;II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, apresentações de música, dança, performances e manifestações da cultura popular e indígena;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos, com entrada social mediante doações;b) produção de portfólio com estudos e registros culturais sobre a atuação feminina na economia criativa e nos territórios amazônicos.Ao promover um festival gratuito, acessível, com oficinas formativas, exposições e feiras culturais, o Elas Fazem Acontecer _ Acre amplia o acesso à cultura e potencializa o papel das mulheres na economia criativa, atuando de forma transversal em diversos segmentos culturais e sociais.Dessa forma, o uso do mecanismo de incentivo previsto na Lei Rouanet é essencial para que o projeto alcance seus objetivos sociais, artísticos, ambientais e educacionais, gerando impacto concreto e duradouro no território onde está inserido.
PRODUTO 1 – ESTRUTURA DE FESTIVAL / FEIRA / BIENALDescrição técnica:Montagem de infraestrutura completa para realização do festival em espaço público aberto. A estrutura será planejada para garantir segurança, acessibilidade e fluidez de circulação.Itens estruturais:- Tendas para exposição: 40 tendas modulares (2x2m), com cobertura em lona antichamas e laterais removíveis, destinadas às expositoras da economia criativa.- Palco principal: 1 palco com 10x8m, com cobertura, praticáveis, escadas de acesso, sistema de som (PA) e iluminação cênica.- Sinalização visual: totens, banners e placas de orientação com identidade visual do evento e sinalização de acessibilidade.- Banheiros químicos: 10 unidades (incluindo 2 acessíveis), higienizados periodicamente durante o evento.- Pontos de energia e gerador: rede elétrica temporária com distribuição por circuito e gerador de backup (150 KVA).- Área de alimentação: estrutura coberta com 10 tendas (2x2m) para venda de alimentos, com mobiliário (mesas e cadeiras) em área comum.- Segurança e brigada: contratação de equipe de segurança patrimonial e brigadistas credenciados.- Limpeza e apoio logístico: equipe de limpeza contínua e auxiliares para montagem, manutenção e desmontagem.- Espaço kids, ambientação indígena e sensorialDuração da montagem: 4 diasPeríodo de realização: 2 dias de eventoDesmontagem: 2 dias_________________________________________________________________________________PRODUTO 2 – APRESENTAÇÕES MUSICAIS E CULTURAISDescrição técnica:Realização de 15 atrações culturais no palco, com foco em expressões da cultura popular e protagonismo feminino.Segmentos contemplados:- Música popular brasileira, rap, carimbó, maracatu e música indígena.- Danças tradicionais e urbanas (dança afro, contemporânea e danças circulares).- Performances de grafite ao vivo e instalações visuais.- Experiências sensoriais e rituais indígenas (com mediação cultural). Características técnicas:Tempo médio por apresentação: 40 minutosDuração total da programação artística: aproximadamente 10 horas por dia.Equipamentos disponíveis: microfones, mesa de som, monitores, sistema de iluminação, telão de LED para ambientação digital.Curadoria artística: realizada por equipe com recorte de gênero, raça e diversidade regional, priorizando artistas locais e da Amazônia Legal.Rider técnico personalizado: atendimento às necessidades técnicas de cada artista/grupo.Suporte técnico: roadies, técnicos de som e luz e assistentes de palco durante toda a programação_________________________________________________________________________________PRODUTO 3 – FESTIVAL / FEIRA DE GASTRONOMIADescrição técnica:Realização de feira gastronômica com 40 empreendedoras da economia criativa alimentar, incluindo culinária tradicional, indígena, vegana e contemporânea.Detalhamento:- Espaços de exposição: 40 tendas 3x3m com balcão de atendimento, identificação personalizada e infraestrutura elétrica para equipamentos (freezers, fogões elétricos, etc.).- Layout modular: distribuição circular com área de convivência ao centro.- Roteiro de ocupação: divisão por segmentos culinários (doces, salgados, bebidas e comidas típicas).- Gestão de resíduos: sistema de coleta seletiva e incentivo ao uso de embalagens biodegradáveis.- Capacitação prévia: formação técnica em boas práticas de manipulação de alimentos (em parceria com a vigilância sanitária local).- Acessibilidade: corredores largos, cardápios acessíveis e equipe de apoio.Período de funcionamento: durante os 2 dias de festival, das 16h às 22hPúblico estimado por dia: 1.000 a 1.500 pessoas_________________________________________________________________________________PRODUTO 4 – OFICINAS / CAPACITAÇÃO / RODA DE CONVERSADescrição técnica:Realização de 3 oficinas práticas e 1 roda de conversa com foco em cultura, empreendedorismo feminino, ancestralidade e inovação criativa.Oficinas previstas:Gestão de Negócios Criativos para MulheresDuração: 6hConteúdo: modelo de negócio, precificação, marketing digital, vendas em eventosMateriais: apostila digital, canetas, fichas de inscriçãoFacilitadora: especialista em empreendedorismo femininoOficina de Arte e Expressão VisualDuração: 4hConteúdo: introdução ao grafite, técnicas de pintura e muralismoMateriais: sprays, tintas, máscaras, lonasFacilitadora: artista visual da AmazôniaOficina de Narrativas AncestraisDuração: 4hConteúdo: contação de histórias, oralidade, escrita criativa com base em mitologias indígenasMateriais: cadernos, lápis, recursos audiovisuaisFacilitadora: mestra da cultura tradicionalRoda de conversa: Mulheres que Fazem AcontecerParticipantes: 4 lideranças femininas da cultura no Norte do BrasilTemas: protagonismo, desafios e políticas culturaisDuração: 2hFormato: mesa redonda com mediação e interação com o públicoPúblico-alvo: artistas, produtoras, empreendedoras criativas e gestoras culturaisCertificação: emissão de certificados digitais (carga horária entre 4h e 6h por oficina)
a) Acessibilidade Física:Todas as atividades do projeto — festival, oficinas, apresentações culturais e exposições — serão realizadas em espaço com acessibilidade universal. O local será adaptado ou escolhido considerando os seguintes critérios: presença de rampas, corrimãos, piso tátil, banheiros acessíveis, calçadas rebaixadas para embarque e desembarque de cadeirantes, área de circulação ampla para pessoas com mobilidade reduzida, assentos reservados para pessoas com deficiência, idosas ou com obesidade (nos espaços para os shows, oficinas e roda de conversa).. Haverá sinalização adequada para orientação no espaço e suporte da equipe operacional.Itens da planilha de custo relacionados:- Aluguel de mobiliário acessível- Sinalização- Equipe de apoio operacionalb) Acessibilidade de Conteúdo:Durante as oficinas e rodas de conversa, será garantida a presença de intérpretes de Libras. Nas atividades de palco, haverá janela com tradução simultânea em Libras para que pessoas surdas possam acompanhar as apresentações. Materiais de comunicação visual — como sinalizações, materiais gráficos e conteúdos digitais — serão desenvolvidos com alto contraste, fontes acessíveis e versões em PDF acessível para pessoas com baixa visão. Quando aplicável, vídeos institucionais contarão com legendas descritivas.Itens da planilha de custo relacionados:- Intérprete de Libras- Designer gráfico especializado em acessibilidade- Produção de conteúdo acessível (legendas, PDFs, sinalização)- Comunicação e mídia digitalc) Acessibilidade Social e Territorial:Além das medidas físicas e de conteúdo, o projeto adota práticas de inclusão social e geográfica como parte de sua política de acessibilidade ampliada. Entre elas, destacam-se:- Ingresso social mediante doação de alimento ou produto de higiene, com acesso gratuito a todo o festival;- Estrutura de atendimento com monitores capacitados para auxiliar o público com deficiência ou necessidades específicas.Essas ações reafirmam o compromisso do projeto com a democratização da cultura, a inclusão de públicos diversos e o cumprimento das diretrizes legais de acessibilidade previstas na Lei nº 8.313/91 e em suas atualizações. Além de promover o acesso, o projeto também estimula a permanência e o engajamento do público com deficiência por meio de um ambiente seguro, acolhedor e culturalmente ativo.
Com o objetivo de garantir o acesso amplo, gratuito e inclusivo aos bens culturais proporcionados pelo projeto Elas Fazem Acontecer, a proponente compromete-se a distribuir todos os produtos culturais sem qualquer tipo de cobrança ao público, conforme estabelecido no artigo 29 da Instrução Normativa nº 01/2024 da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura.Para ampliar ainda mais o alcance da iniciativa e assegurar sua dimensão pública e social, o projeto adotará medidas adicionais previstas no artigo 30 da mesma normativa, com destaque para:Inciso III – Disponibilização, na internet, dos registros audiovisuais das principais atividades do projeto, como apresentações culturais, oficinas, rodas de conversa e exposições, acompanhados de recursos de acessibilidade, como tradução em Libras e audiodescrição;Inciso V – Realização de atividades paralelas gratuitas, tais como oficinas formativas, rodas de conversa e vivências culturais, abertas à participação da comunidade e com foco na formação cidadã, no estímulo à economia criativa e na valorização da identidade amazônica.Adicionalmente, os registros do projeto serão integralmente disponibilizados, de forma gratuita e irrestrita, no site oficial da Associação Elas Fazem Acontecer, bem como em suas plataformas digitais e redes sociais. Essa ação visa não apenas documentar, mas também garantir a continuidade do acesso e a difusão dos resultados junto a públicos diversos, inclusive de outras regiões do país.Tais medidas reafirmam o compromisso do projeto com a descentralização cultural, a inclusão social e a promoção do direito à cultura como valor fundamental para o desenvolvimento humano e coletivo.
Marcella Dalillah Pereira da Silva - Gestora Administrativa e produtora cultural.É bacharel em Administração pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (IFAC), pós graduanda em Gestão de Projetos pela FGV. Possui ampla experiência na produção cultural e gestão e elaboração de projetos. Atua na coordenação e desenvolvimento de eventos como o Xapuri Rural Show, ExpoAcrelândia, Projeto Protagonismo Feminino, feiras de empreendedorismo feminino e a Semana do Empreendedorismo Feminino, promovendo o fortalecimento da cultura, do empreendedorismo e da inclusão social no estado do Acre. Como consultora do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Acre, Marcella trabalha no fomento de redes culturais e na valorização das mulheres empreendedoras. Sua atuação inclui projetos de impacto social em comunidades tradicionais e a execução de programas voltados à preservação cultural e ao desenvolvimento econômico local, contribuindo para a transformação do cenário cultural e social da região.Patrícia Graciele Dossa - Coordenação de Logística e técnico financeiro.Administradora com sólida experiência em gestão de projetos e liderança institucional, atuando há mais de 20 anos no movimento associativista no Estado do Acre. Possui ampla trajetória na idealização, planejamento e execução de eventos culturais, sociais e empresariais em todos os municípios do estado, sempre com foco em resultados e impacto comunitário.Fundadora do CONJOVE – Conselho do Jovem Empresário, contribuiu de forma significativa para a criação de oportunidades e o fortalecimento do ecossistema de jovens empreendedores. Atualmente, está à frente do CMEC – Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura, onde lidera projetos voltados ao empoderamento feminino, desenvolvimento territorial e valorização da identidade cultural acreana. Com perfil dinâmico e estratégico, atua com o empreendedorismo como ferramenta de inclusão socioeconômica, promovendo o protagonismo de diferentes grupos sociais e fomentando parcerias institucionais para o desenvolvimento sustentável. É reconhecida pela capacidade de mobilização, visão sistêmica e gestão eficaz de iniciativas multissetoriais.Lidianne de Lima Cabral - Coordenadora Geral Atua na defesa dos direitos humanos há 32 anos, com foco em políticas para mulheres. Desenvolveu suas atividades educacionais e suas interfaces ao longo de dez anos na gestão pública como Educadora Social e Professora de Magistério. É graduanda em Educação Social pelas Faculdades Integradas de Rio Branco (Acre). Foi coordenadora de espaços culturais e de patrimônio no município de Rio Branco, além de ter atuado como secretária adjunta de Políticas para Mulheres entre 2017 e 2019, com destaque em projetos voltados à equidade de gênero e às novas masculinidades. Atualmente, é assessora parlamentar, produtora cultural, membro da Rede de Proteção a Vítimas de Violência Doméstica e Intrafamiliar, do CEDIMAc e do IMA. Também exerce o cargo de diretora de Políticas Afirmativas no Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Estado do Acre (CMEC). Lidera o núcleo de Rio Branco do grupo Mulheres do Brasil, é multiplicadora do Programa Ela Pode pela Rede Mulher Empreendedora (RME), e idealizadora e presidente da Associação de Mulheres Empreendedoras Elas Fazem Acontecer no Acre (AEFA). Em 2023, recebeu o prêmio Mulheres de Negócios Sebrae – Etapa Estadual. Palestrante e mediadora, com ampla experiência em temas como empreendedorismo feminino, equidade de gênero e políticas afirmativas. Atua frequentemente em eventos regionais, contribuindo com suas perspectivas e conhecimentos para o fortalecimento do protagonismo feminino e a promoção da justiça social.Teomayra Cristina Matos de Souza Lima - Produtora Cultural Assistente social com especialização no SUAS (Sistema Único de Assistência Social) e em Proteção Integral de Crianças e Adolescentes. Possui experiência no Educandário Santa Margarida, casa de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade. Empreendedora comprometida com o desenvolvimento social, atua como secretária da Associação de Mulheres Empreendedoras Elas Fazem Acontecer, a mais de 5 anos fortalecendo o protagonismo feminino no Acre.Alice Hainã Lopes Martins - designer gráficaAcreana, formada pelo SENAC. Atua na criação de identidades visuais, design para redes sociais e materiais gráficos digitais e impressos, com foco em projetos culturais, sociais e ambientais. Com experiência em direção de arte e apoio à comunicação de iniciativas voltadas à visibilidade da mulher amazônida e à valorização territorial, desenvolve uma linguagem visual contemporânea, com raízes regionais e compromisso com a diversidade, inclusão e sustentabilidade.Ana Paula de Lima e Silva - Social media. Atua na gestão da comunicação da ACISA e da FEDERACRE, produzindo conteúdos, vídeos, artes e cobertura de eventos. Também é Agente Territorial do Sebrae, com foco na valorização de empreendedores locais por meio da comunicação estratégica. Na associação Elas Fazem Acontecer, desenvolve ações de divulgação e engajamento voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino. É fundadora da Acreana Lens, empresa de fotografia e vídeo com o celular, especializada em registros de projetos sociais e eventos institucionais. Atualmente, cursa Marketing na FAMETA e tem se destacado pelo seu trabalho com comunicação institucional, economia criativa e fortalecimento de redes lideradas por mulheres no Acre.Ana Luisa Machado de AraújoAna Luísa Machado é gestora de projetos culturais, produtora executiva e captadora de recursos com ampla experiência no planejamento, produção e viabilização de eventos culturais de grande porte. Graduada em Publicidade e Propaganda, com especialização em Gestão de Projetos Culturais pela USP, atua há mais de 10 anos no setor, com passagens por instituições como OSESP, Orquestra Filarmônica de Goiás e Comida Di Buteco. Tem expertise na articulação com instituições públicas e privadas, inscrição de projetos em leis de incentivo e editais, e captação de recursos via ProAC ICMS. Sua trajetória inclui festivais de música, mostras gastronômicas, produções sinfônicas e eventos com público acima de 10 mil pessoas. Trabalha com foco em logística, contrapartidas estratégicas e construção de narrativas culturais alinhadas a marcas e territórios de valor.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.