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O projeto realizará a 1ª Virada Cultural Indígena de São Paulo, um evento inédito com 24 horas de programação gratuita e contínua. A iniciativa reunirá indígenas de diferentes regiões do Brasil, promovendo apresentações de música, dança e rituais, além de exposições fotográficas, saraus, exibição de filmes, mesas de debate e uma ecofeira de artesanato e culinária ancestral.
Classificação indicativa etária: Livre ▪ DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES E CONTEÚDOS A Virada Cultural Indígena será um evento de 24 horas de programação gratuita e contínua, reunindo indígenas de São Paulo e de diferentes regiões do Brasil. Seu formato contempla múltiplos produtos culturais, organizados da seguinte forma: ● Apresentações musicais: programação com grupos e artistas indígenas de diferentes etnias e regiões, incluindo performances de canto, dança tradicional e música contemporânea. ● Sarau indígena: espaço de expressão poética e artística com participação de jovens, lideranças e coletivos culturais, valorizando línguas e narrativas originárias.● Mesas de debate: encontros com lideranças, intelectuais, mulheres e jovens indígenas para discutir temas como cultura, identidade, justiça climática e direitos.● Exposição de fotografia e objetos: tenda expositiva com registros fotográficos, artefatos tradicionais e produções contemporâneas, com curadoria indígena.● Mural artístico: obra coletiva realizada por artistas indígenas, inspirada em símbolos, grafismos e cosmologias, tornando-se legado visual permanente do evento.● Ecofeira e culinária ancestral: barracas de artesanato e gastronomia indígena, promovendo geração de renda e valorização de modos de fazer tradicionais. ● oficinas culturais: serão oferecidas oficinas de culinária ancestral, pintura corporal e grafismo e confecção de instrumentos musicais, conduzidas por mestres e artistas indígenas, promovendo vivências práticas e a valorização dos saberes tradicionais.▪ ORGANIZAÇÃO E ROTEIRO DE CONTEÚDO A Virada será estruturada de forma pedagógica, acessível e participativa, garantindo ao público a circulação por diferentes espaços temáticos. Cada atividade contará com:● Texto de apresentação (contextualizando a linguagem ou prática cultural);● Registros audiovisuais e fotográficos (disponibilizados posteriormente no sítio digital gratuito do projeto); ● Mediação indígena (nas mesas, exposições e ecofeira, assegurando legitimidade e protagonismo);● Devolutiva comunitária (valorizando as produções e memórias de cada território representado).Os conteúdos seguirão um roteiro previamente definido com o Conselho Indígena do Programa Virada dos Povos, que contempla o projeto Virada Cultural Indígena, garantindo diversidade de linguagens, representatividade de diferentes etnias e a plena democratização do acesso cultural.
● Objetivo Geral Realizar a 1ª Virada Cultural Indígena de São Paulo, evento multilinguagem com 24 horas ininterruptas de programação, destinado a fortalecer o protagonismo indígena, difundir suas expressões artísticas, salvaguardar saberes tradicionais e promover a educação intercultural antirracista, tornando-se referência de visibilidade para os povos originários na cena cultural brasileira. O projeto se enquadra no item abaixo relacionados do artigo 3º. do Decreto 11.453 de 23/03/23: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; ● Objetivos EspecíficosPara alcançar o objetivo do projeto, serão realizadas as seguintes ações que compõem a programação da 1ª Virada Cultural Indígena de São Paulo, todas protagonizadas por artistas, mestres, coletivos e lideranças indígenas de diferentes regiões do país: 1. Mostra Cultural (Produto Principal)Evento de 24 horas ininterruptas reunindo cerca de 40 grupos e mais de 250 artistas, mestres e coletivos indígenas em uma programação multilinguagem que contempla música, dança, saraus, artes visuais, oficinas, cerimônias, debates e feira cultural, ampliando a visibilidade e valorização das culturas originárias. 2. MúsicaApresentações musicais que contemplam desde cantos tradicionais até produções contemporâneas, evidenciando a diversidade sonora indígena. As performances acontecerão em 2 palcos preparados para receber grupos de diferentes etnias.● Meta: 32 apresentações musicais de artistas e coletivos indígenas. 3. DançaEspetáculos de danças tradicionais e contemporâneas que trazem ao público os movimentos, os rituais e a corporalidade que expressam cosmovisões e modos de vida indígenas.● Meta: 2 apresentações de grupos indígenas de diferentes culturas. 4. SarausEspaço de oralidade, poesia e canto, onde coletivos indígenas compartilham narrativas, cantos ancestrais e produções contemporâneas, fortalecendo a palavra como território de resistência.● Meta: 2 saraus com grupos indígenas convidados. 5. Artes Visuais- Exposição Fotográfica: montagem de um espaço expositivo com fotografias e objetos representativos das comunidades participantes, revelando olhares indígenas sobre identidade, memória e território.● Meta: 1 exposição de fotografia e objetos culturais indígenas. - Murais Artísticos: criação de grafites por artistas indígenas, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade no espaço urbano.● Meta: 2 murais artísticos produzidos ao longo do evento. 6. Oficinas Criativas, Debates e CerimôniasAtividades formativas e de vivência conduzidas por mestres, artistas e lideranças indígenas. As práticas promovem a produção de conhecimento a partir dos saberes ancestrais, incentivando diálogo intercultural, valorização das tradições e reflexão crítica sobre temas contemporâneos. ● Meta:o 2 oficinas de saberes tradicionais (grafismo corporal, cestaria, canto e cerâmica).o 2 cerimônias conduzidas por pajés e mestres espirituais.o 4 mesas de debate com convidados indígenas e não indígenas. 7. Feira CulturalEspaço de circulação e valorização da economia criativa indígena, com barracas de artesanato, produtos sustentáveis e cozinha ancestral, fortalecendo práticas de geração de renda e preservação de saberes.● Meta: 40 barracas de artesanato e produtos sustentáveis, além de espaços dedicados à gastronomia indígena.
A criação da 1ª Virada Cultural Indígena de São Paulo nasce da urgência de reconhecer, valorizar e dar visibilidade às expressões culturais dos povos indígenas em suas múltiplas dimensões _ espirituais, artísticas, educativas e políticas _ especialmente em grandes centros urbanos, onde permanecem frequentemente invisibilizadas. Trata-se de um evento inédito, com 24 horas de programação gratuita, reunindo indígenas de São Paulo e de diversas regiões do Brasil em apresentações musicais, danças, rituais, pajelanças, saraus, exibições audiovisuais, exposições fotográficas, mesas de debate e uma eco feira de artesanato e culinária ancestral.Mais do que um festival, a Virada se consolida como um espaço de afirmação identitária e de diálogo intercultural, no qual o protagonismo indígena está presente em todas as etapas _ da concepção à execução _, garantindo representatividade de lideranças, mestres, mulheres, jovens e coletivos artísticos. A iniciativa cria condições para a circulação da produção cultural indígena contemporânea em diálogo com saberes ancestrais, contribuindo para romper séculos de silenciamento e exclusão dessas vozes na esfera pública.Ao reforçar o papel dos povos originários como parte estruturante da história e do presente da cidade, a Virada Cultural Indígena promove justiça cultural, sensibiliza a sociedade para a preservação dos saberes ancestrais e fortalece a construção de futuros sustentáveis, nos quais diversidade, memória e inclusão caminham juntas.O incentivo da Lei Rouanet é fundamental para viabilizar a realização deste projeto de grande relevância cultural e social, garantindo a gratuidade do acesso, a qualidade da infraestrutura, a valorização do trabalho de artistas e mestres indígenas e a democratização do alcance da iniciativa. Sem esse apoio, seria inviável assegurar a dimensão, a diversidade e a representatividade que a 1ª Virada Cultural Indígena de São Paulo propõe oferecer à sociedade.A realização da Virada atende diretamente aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91):Artigo 1º _ Incisos contempladosI _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e assegurar o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores; IV _ Proteger expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultural nacional; V _ Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País.Artigo 3º _ Finalidades atendidas II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III _ Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares indígenas, promovendo sua visibilidade em ambiente urbano.
A Virada Cultural Indígena de São Paulo assegurará plena acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo, em consonância com as diretrizes de inclusão cultural previstas nas políticas públicas nacionais. Todas as medidas têm como objetivo garantir igualdade de condições de participação para o público, artistas, convidados e equipes envolvidas. 1. Acessibilidade Física● Escolha de espaços com infraestrutura acessível, conforme a NBR-ABNT 9050, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas de circulação ampla e sinalização adequada. ● Implantação de sinalização tátil e visual em pontos estratégicos, garantindo orientação segura nos acessos aos dois palcos, à tenda de exposições fotográficas e de objetos, à ecofeira e às áreas de alimentação.● Disponibilização de áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes, com visão privilegiada em frente aos palcos e nos espaços de atividades formativas (mesa de debates, sarau). ● Adequação do espaço de produção e áreas técnicas para assegurar acesso de profissionais com deficiência. 2. Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo● Deficientes Visuais: disponibilização de informações em braile nos materiais institucionais; recursos de audiodescrição nas atividades audiovisuais (filmes, registros) e mediação nas exposições fotográficas e de objetos.● Deficientes Auditivos: presença de intérprete de Libras em todas as programações de palco, mesas de debate e saraus; inclusão de legendas em conteúdos audiovisuais projetados. ● Sítio de Internet – Audiovisual: o portal digital do projeto contará com recursos de acessibilidade, como leitor de tela, contraste, tradução em Libras e legendas, assegurando pleno acesso a pessoas com deficiência visual e auditiva.3. Referências Normativas e Compromisso LegalO proponente compromete-se a aplicar todas as medidas de acessibilidade em conformidade com:● Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102;● Decreto nº 3.298/1999, art. 46;● Decreto nº 9.404/2018 e suas atualizações;● Instrução Normativa nº 23/2025, artigos 42 a 45;● NBR-ABNT 9050 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos).
Todas as atividades da Virada Cultural Indígena de São Paulo serão abertas ao público em geral e totalmente gratuitas, assegurando que a iniciativa esteja em plena conformidade com os artigos 47 e 48 da IN 23/2025 e não tenha caráter comercial. O projeto tem como princípio central a democratização do acesso à cultura indígena, garantindo que o público possa participar livremente das atividades, sem barreiras econômicas ou de ingresso. Durante as 24 horas de programação contínua, o acesso será irrestrito a todos os espaços: dois palcos principais, tenda de exposições de fotografia e objetos, eco feira de artesanato e culinária ancestral, mesas de debate, saraus, apresentações audiovisuais, rituais, pajelanças e atividades de convivência intercultural. Em consonância com a Instrução Normativa nº 23/2025, o projeto adotará a medida prevista no artigo 47, inciso IV:● Disponibilizar na internet os registros audiovisuais de espetáculos, exposições, mesas de debate, saraus e demais atividades realizadas.Além disso, será criado um sítio digital gratuito, onde estarão reunidos os registros audiovisuais, fotografias e materiais de memória da Virada, permitindo que pessoas de todo o Brasil tenham acesso ao conteúdo mesmo após a realização do evento. Dessa forma, a Virada Cultural Indígena reafirma seu compromisso com a gratuidade, a democratização do acesso e a difusão ampla da produção cultural indígena, fortalecendo a cidadania cultural e promovendo a valorização da diversidade que compõe a identidade brasileira.
O proponente é responsável geral do projeto, bem como por sua gestão e operação. Acompanhará toda a organização, planejamento, execução e cronograma do evento, tanto da parte artística quanto técnica, além de realizar toda a coordenação administrativo-financeiro: coordenará a seleção, contratação e acompanhamento do trabalho de todos os fornecedores e igualmente responsável pela estratégia de mídia e de comunicação do projeto, e relatório final de prestação de contas ao Ministério da Cultura. O proponente será responsável e remunerado pelas seguintes rubricas: COORDENAÇÃO GERAL 1. PROPONENTE – COORDENAÇÃO GERALA AUPI – Aliança Universidade e os Povos Indígenas é uma articulação intercultural que reúne lideranças indígenas, mestres, estudantes, pesquisadores e aliados de diferentes regiões do Brasil, com forte presença em contextos urbanos e acadêmicos. Sua missão é valorizar, salvaguardar e difundir os saberes e expressões dos povos originários por meio de ações culturais, educativas e formativas.Com mais de uma década de atuação, a AUPI realiza celebrações, oficinas, rodas de saberes, vivências espirituais e cursos de línguas indígenas, sempre priorizando o protagonismo indígena e o respeito aos protocolos de cada povo. Desde sua formalização em 2022, consolidou sua estrutura, ampliou parcerias e será a proponente do Programa Virada dos Povos - Cultura Indigena em movimento que possui 3 projetos idealizados pela vice diretora, Fernanda Manzoli. São eles: A criação do Observatório de artes e saberes ancestrais, o ciclo formativo do Raízes em formação e a primeira Virada Cultural Indígena de São Paulo. Reconhecida por sua legitimidade cultural, construída a partir de vínculos contínuos com mestres, lideranças e juventudes indígenas, a AUPI atua com valores de ancestralidade viva, protagonismo indígena, bem viver e decolonialidade, comprometida com um Brasil mais plural, justo e enraizado em sua ancestralidade. 2. COORDENADOR DE PRODUÇÃO – CARLOS ALMEIDAProdutor cultural, gestor de projetos socioculturais e diretor da AUPI – Aliança Universidade e os Povos Indígenas, atua há vários anos na promoção das culturas indígenas em contextos urbanos, acadêmicos e comunitários, com foco no fortalecimento das expressões artísticas, dos saberes ancestrais e do protagonismo desses povos. Já realizou mais de 40 vivências culturais indígenas, as quais envolveram o público em práticas de escuta, convivência e aprendizado intercultural. Também idealizou e produziu festivais culturais indígenas com programações diversificadas, como apresentações de canto e dança, culinária ancestral, oficinas de pintura em tecidos com tintas naturais, ações sobre a cultura Guarani, entre outras expressões artísticas e educativas. 3. DIRETORA GERAL – FERNANDA MANZOLIPsicóloga, especialista em Psicologia Transpessoal, e mestre em Ciências Sociais, atua como gestora de projetos socioculturais, professora de captação de recursos e articuladora institucional com ampla experiência no desenvolvimento de parcerias público-privadas voltadas ao fortalecimento de iniciativas culturais e educativas. Vice-diretora da AUPI – Aliança Universidade e os Povos Indígenas, é também a idealizadora dos principais projetos da organização, sendo responsável pela concepção e coordenação de propostas que integram arte, cultura, ancestralidade e transformação social. Sua trajetória ainda abrange a prática em economia criativa e empreendedorismo cultural, e em metodologias de planejamento estratégico e sustentabilidade financeira, contribuindo para o fortalecimento institucional de diversos coletivos e iniciativas culturais pelo país. 4. COORDENADORA DE PROJETO – CAMILA ALVESPublicitária com especialização em Gestão Cultural, atua como consultora na área de projetos culturais e sociais executados com leis de incentivo fiscal, com foco em planejamento e gerenciamento. Com trabalhos reconhecidos para diversos produtores e instituições culturais, entre eles, Instituto Pensarte, Instituto Cultural Brasilis, BM&A – Brasil Música, MAM – Museu de Arte Moderna, Olhar Imaginário, Oka Comunicações, Gaia Produções, Deusdará Filmes, Maria Farinha Filmes e Liquid Media Lab, entre outros, apresenta grandes destaques na carreira como: Prêmio Oceanos de Literatura, Colegas (espetáculo teatral), Rota das Artes, Festival Arte Serrinha e Instrumental Serrinha 2017, 2018 e 2019, Unilever Sons do Brasil.Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais, coprodutora do projeto Caos on Canvas (artes visuais), produtora dos projetos Movimento Ecoar (Fotografia e Cultura Alimentar), Fabulários (Exposição Infantil) e Escolas Sustentáveis (Artes Visuais), e idealizadora do projeto Sonhe como uma Garota (artes visuais), todos incentivados pela Lei Rouanet. 5. COORDENADORA TÉCNICA - JULIA ASCHEGestora e consultora para projetos de ESG e Responsabilidade Social, além de educadora social, atua junto a empresas e organizações sociais em temas como economia solidária, autogestão e desenvolvimento sustentável. Desde 2015, segue no Ideário - Colaboração, Inovação Social e Design (SP) como consultora em sustentabilidade para negócios sociais de design, moda e artesanato.Há mais de 10 anos também é parte da Rede Design Possível (SP), pela qual já trabalhou no desenvolvimento institucional da organização social “Oásis de Sonhos”, através do edital “Caminho dos Sonhadores”, da Fundação Cargill; como professora convidada da disciplina “Tópico Especial: Design para Impacto Social” para a Faculdade de Arquitetura,Urbanismo e Design da Universidade Mackenzie; como coordenadora do projeto "Redes de confecção Possíveis e Solidárias empoderando mulheres", em convênio com a Fundação Banco do Brasil e o BNDES (2019-2021); como facilitadora do projeto Maratona Social, da Zurich Seguros e Agência N+ (2018-2019) etc.Nos últimos anos, foi ainda parecerista tanto na linguagem artesanato na Comissão de Avaliação do Sistema de Incentivo à Cultura - SIC Recife, quanto na linguagem Artes Integradas na Comissão de Avaliação do PNAB - Política Nacional Aldir Blanc para a Secretaria de Cultura da Prefeitura do Recife. 6. PRODUTORA EXECUTIVA - LUA PHABLINNE DE LIMA SILVAProdutora executiva, cultural, artística e local, com foco em arte indígena, LGBTQIAPN+ e periférica. Fundadora da produtora Lua Nova Produções, que desenvolve projetos culturais com excelência e responsabilidade social, também atua com planejamento, curadoria, logística, gestão financeira e articulação com patrocinadores, instituições públicas e marcas. Atualmente, é responsável direta pela carreira de três artistas indígenas: Katú Mirim (@katumirim), Juyè Whin (@juyewhin) e Maria Preta MC (@mariapretamc). 7. PRODUTORA LOCAL - AMANDA MENDONÇAProdutora cultural com foco em campo e operação na área da cultura e das artes. Atua do planejamento logístico a pós-produção, passando pela recepção de artistas, montagem e desmontagem e, também, gestão de equipe técnica e de fornecedores. Suas práticas são atravessadas por processos multiculturais, com especial atenção aos projetos afrodiaspóricos, indígenas e de territórios periféricos.Assinou ações como “Gambiarra ÉCult”, “Hibernación” e “Lampião”, além de experiências de campo em shows, clipes, espetáculos e instalações culturais. 8. ESPECIALISTA - MICHEL FRELLERConsultor da Criando Consultoria LTDA e presidente da Irradiando Conhecimento, apresenta uma extensa jornada profissional na orientação e elaboração de vários projetos de MECENATO no MINC, além de treinamentos e aulas em cursos sobre incentivos fiscais.Possui vasta experiência tanto na mobilização e na captação de recursos, quanto na prestação de contas de ações socioculturais para diferentes organizações , e diferentes produtos. Atualmente, segue como proponente da peça de teatro “Meninas na Tecnologia”, nas regiões nordeste, sul, sudeste, e em Goiânia, que já foi 100% executada e está em fase final de prestação de contas. 9. ESPECIALISTA - GUILHERME MELLOSócio fundador e colaborador da 3 Apitos Cultura (Diálogo Cultural), também é presidente e diretor do conselho administrativo do Instituto Incentivar, uma organização sem fins lucrativos que promove ações atreladas à educação para a sustentabilidade em comunidades espalhadas pelo Brasil.Suas últimas atuações, que inclusive foram finalizadas neste ano, abrangem duas exposições artísticas: “Olho D´Água – Artes Líquidas e Águas Visuais” (2021/2022/2023/2024/2025), que já percorreu mais de 60 cidades de 12 Estados brasileiros, e “Maleta Mágica” (2022 e 2025), que tem o objetivo de aproximar o cinema de animação do público. 10. CURADOR - HELOÁArtista múltipla (atriz, cantora, compositora, pesquisadora, ativista e realizadora audiovisual), é proprietária e produtora executiva da Aláfia Cultural.Com 15 anos de carreira sólida, ela traz em sua trajetória premiações e grandes feitos nos quais se dedica às pesquisas das matrizes afro-brasileiras e indígenas.Algumas dessas conquistas incluem: lançamentos e parcerias musicais; o documentário “E, Oxum”; o videoclipe manifesto da música “Agô; os grandes shows pelo país; o DVD “AFLUENTES”; as lives de shows e entrevistas (principalmente durante a pandemia); as produções do EP “Sabedoria Ancestral” e do EP “Nadir da Mussuca”; o evento “Xirê-Toré - Encontro de Tradições”; a participação de destaque no circuito da moda nacional e internacional, em desfiles da SPFW, da Casa de Criadores e do Brasil Eco Fashion Week, e em premiações como o Women’s Music Event e o Prêmio Sim à Igualdade Racial. 11. CURADOR - CLARICE PANKARARUIndígena do povo Pankararu, nascida na aldeia Brejo dos Padres (PE), desenvolve uma atuação sólida na promoção dos direitos indígenas em contextos urbanos, com foco em educação, cultura, saúde e segurança alimentar. É supervisora de Projetos Culturais e Programação no Museu das Culturas Indígenas, em São Paulo (SP), onde também foi Mestra de Saberes.Desde 2017, é presidenta da Associação SOS Comunidade Indígena Pankararu, na comunidade Pankararu do Real Parque, em São Paulo (SP), com uma gestão que envolve elaboração e execução de projetos, planejamento estratégico, organização administrativa e financeira, produção de portfólios e articulação institucional. Entre 2017 e 2025, também integrou, na mesma cidade, o Conselho Estadual dos Povos Indígenas.Clarice é idealizadora e organizadora do “Encontro Anual do Povo Pankarar”, realizado no Projeto Casulo do Real Parque, e ainda integra o grupo de dança Povo Pankararude São Paulo, com o qual realiza apresentações e atividades culturais em espaços como SESCs, universidades, instituições culturais e eventos públicos. 12. CURADOR - JERA POTY MIRĨ (NOME GUARANI)/GISELDA PIRES DE LIMA (NOME PORTUGUÊS)Consultora indígena originária de São Paulo (SP), traz entre as suas experiências mais recentes, forte atuação na área de coordenação de projetos como: “Yvy Rypa” (Visões Ainda Não Faladas), financiado pelo IPHAN, em 2008; “Nhanerembi’i Ete’i” (Nosso Alimento Tradicional) e “Xondaro ha’e Xondaria”, ambos premiados pelo PROAC - Programa de Ação Cultural, MINC -Ministério da Cultura, em 2008; “Nhande Ao” (Nosso Vestimento) e “Nhande Kuery Arandu” (O Saber do Nosso Povo), também premiados pelo mesmo programa citado anterioremente, em 2007; e “Xondaro” VAI e “Nhanhoty Nhande Reko” VAI, pela SMC de SP, em 2010. Jera também já adentrou a produção artística, junto ao Coral Kalipety, no espaço Tusp, em março de2025 e com a apresentação de Xondaro no mesmo mês e lugar.Recentemente, palestrou na amostra do filme “Houp”, no Instituto Moreira Salles, e sobre cultura indígena, no Senac Lapa Spiao, e participou da apresentação de canto Guarani, no museu de Língua Portuguesa. 13. CURADOR - KATÚ MIRIMIndígena futurista: de etnia Boe Bororo, Katú é uma voz transformadora no rap nacional, com um estilo único que mistura synth, rock, pop e elementos eletrônicos num som alternativo que desafia as convenções não apenas da indústria musical, como da moda e dos comportamentos sociais. Dona de uma atuação que marca um ponto de virada na forma como as narrativas indígenas e as questões sociais são abordadas, ela promove um ambiente mais plural e consciente por meio de sua arte. Tanto que tem se tornado uma presença cada vez mais forte e comum em veículos de comunicação de massa como revistas (tipo, Elle, Quem, Glamour etc.), e canais de televisão, com aparições em programas como “Encontro” – na época, com a apresentadora Fátima Bernardes – e com música escolhida como trilha sonora do programa Limite , ambos da TV Globo. 14. COORDENADORA DE AUDIOVISUAL - NATÁLIA TUPINatural de Parintins, no Amazonas, Natália é realizadora e produtora audiovisual, cineasta, educadora popular, criadora e idealizadora da “Ancestralidade Visual”, um projeto pessoal pelo qual ela compartilha suas próprias vivências, assim como a cultura, os costumes, as crenças, os saberes, os ofícios e tantos outros traços da história étnica e cultural dos Povos Originários e tradicionais da Amazônia e do Brasil, ao mesmo tempo em que entrelaça os vínculos de ancestralidade com as novas gerações.Em 2024, foi indicada para a lista VOZES30 do Coletivo Papel&Caneta, como uma das 30 vozes que estão lutando para mudar o Mercado da Comunicação.Atualmente, faz parte da Rede Katahirine, a Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas.Entre os trabalhos de grande expressão desenvolvidos, estão os documentários “Minha câmera é minha flecha”, “Os sonhos guiam”, “Nhemongaraí: ontem, hoje e amanhã”, “Pescadores artesanais”, e “Pequeno sol”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.