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PRONAC 258731Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Projeto Cultural – Mapeamento Comportamental dos Povos de Terreiro Cadeia Comercial Produtiva

ASSOCIACAO CULTURAL AFRO-BRASILEIRA CENTRO ESPIRITA PAI MANOEL DE ARUANDA
Solicitado
R$ 1,97 mi
Aprovado
R$ 1,97 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-11-03
Término

Resumo

Realizar um mapeamento inédito das práticas produtivas e redes comerciais dos povos de terreiro em Belo Horizonte e nas regiões metropolitanas, conduzido pelos próprios povos tradicionais de matriz africana. A iniciativa dialoga com a valorização do patrimônio cultural imaterial reconhecido pelo IPHAN e contribui para preservar a memória, difundir saberes e fortalecer socioeconomicamente as comunidades. Como pré-estudo demográfico, estima-se que a cadeia de relações movimente R$ 2,8 bilhões mensais em operações diretas e indiretas, cerca de 10,3% do PIB de Belo Horizonte e região metropolitana. O projeto resultará em bens culturais de relevância pública — documentário, guia prático, relatório e plataforma digital — disponibilizados gratuitamente e acessíveis, servindo como referência para gestores, pesquisadores, instituições e povos de terreiro. Todas as etapas contarão com equipe técnica qualificada, garantindo legado permanente para a cultura afro-brasileira.

Sinopse

Resumo dos Produtos Culturais1. Documentário – “Mapeamento Comportamental dos Povos de Terreiro”Assunto: Registro audiovisual da cadeia produtiva dos povos de terreiro em Belo Horizonte e Região Metropolitana, destacando práticas comerciais, tradições culturais e identidades afro-brasileiras.Formato: Documentário de até 45 minutos.Conteúdo: Entrevistas, grupos focais, oficinas comunitárias e imagens de campo.Classificação Indicativa: Livre (adequado a todos os públicos).2. Guia Prático – Fortalecimento de Redes Comerciais CulturaisAssunto: Publicação orientativa para empreendedores dos povos de terreiro, com recomendações, reflexões e exemplos de fortalecimento de redes comerciais que valorizem a identidade cultural.Formato: Publicação impressa (1.000 exemplares) e versão digital em PDF.Conteúdo: Textos acessíveis, infográficos, boas práticas e recomendações aplicáveis a comunidades culturais.Classificação Indicativa: Livre.3. Seminário/Workshop “Desvendando e Entendendo os Povos de Terreiro”Assunto: Evento de três dias para apresentação dos resultados da pesquisa, debates e vivências culturais.Formato: Seminário presencial em espaço cultural, com transmissão online.Conteúdo:Palestras: Especialistas em cultura afro-brasileira, economia solidária e patrimônio imaterial.Mesas de debate: Empreendedores, líderes comunitários e pesquisadores.Intervenções artísticas: Música, dança e performances inspiradas na tradição dos povos de terreiro.Classificação Indicativa: Livre.4. Plataforma Digital InterativaAssunto: Ambiente virtual de difusão cultural e científica.Formato: Plataforma online de livre acesso.Conteúdo: Documentário, guia prático, relatório de pesquisa, vídeos do seminário e registros audiovisuais das atividades culturais.Classificação Indicativa: Livre.5. Relatório de Pesquisa CulturalAssunto: Sistematização dos dados qualitativos e quantitativos levantados na pesquisa, apresentando padrões, práticas e desafios da cadeia produtiva dos povos de terreiro.Formato: Publicação digital gratuita em PDF.Conteúdo: Texto técnico com análises, gráficos, tabelas e recomendações.Classificação Indicativa: Livre.6. Material Gráfico e InformativoAssunto: Produção de folders, cartilhas e peças digitais de divulgação cultural, destacando os resultados e os produtos do projeto.Formato: Materiais impressos (para distribuição em eventos) e digitais (para circulação online).Conteúdo: Informações resumidas sobre a pesquisa, dados relevantes e orientações de acesso ao documentário, guia e plataforma digital.Classificação Indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo geral Valorizar, registrar e difundir as práticas culturais e econômicas dos povos de terreiro, entendendo suas cadeias produtivas como parte integrante do patrimônio cultural imaterial afro-brasileiro;Mapear e dar visibilidade às dinâmicas de produção e comercialização, reconhecendo a relevância cultural, social e econômica dessas práticas;Estimular a autonomia e o protagonismo dos povos de terreiro, fortalecendo sua autoestima e o seu papel de agentes de desenvolvimento comunitário;Contribuir para o fortalecimento da economia da cultura afro-brasileira, estimulando redes de cooperação e promovendo práticas de sustentabilidade;Sensibilizar a sociedade sobre a importância cultural e econômica das práticas produtivas e comerciais dos povos de terreiro;Oferecer subsídios que possam orientar políticas públicas de valorização e salvaguarda da cultura afro-brasileira;Devolver às comunidades os resultados da pesquisa em formatos acessíveis e pedagógicos, garantindo a apropriação e a continuidade desse conhecimento.Objetivos Específicos1. PesquisaMapear a cadeia produtiva dos povos de terreiro, identificando práticas que unem cultura, tradição e economia.2. Produção de ConteúdosProduzir um documentário de até 45 minutos registrando o projeto em todas as suas etapas — desde a concepção até a realização das visitas de campo e atividades comunitárias;Elaborar um guia prático pedagógico e referencial, com devolutivas sobre o material coletado, como instrumento de orientação para os povos de terreiro;Disponibilizar um relatório digital gratuito com a sistematização da pesquisa;3. Contrapartida SocialRealização de um seminário gratuito de 1 dia para apresentação pública do projeto, reunindo empreendedores, pesquisadores e lideranças de matriz africana;Garantia da devolutiva dos resultados às comunidades de terreiro, assegurando que os produtos culturais retornem como instrumentos de fortalecimento e valorização cultural.

Justificativa

Este projeto utiliza o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/91 por se enquadrar em princípios centrais do Art. 1º, a saber: Pergunta-chave: POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA?I _ amplia o acesso da população às fontes da cultura, oferecendo gratuitamente todos os seus produtos e atividades;II _ valoriza a regionalização da produção cultural, ao dar visibilidade às práticas das comunidades de terreiro em Belo Horizonte e Região Metropolitana;III _ reconhece, apoia e difunde expressões culturais afro-brasileiras, fortalecendo seus criadores;IV _ assegurar proteção às manifestações de grupos que compõem a diversidade cultural brasileira;V _ contribuir para a salvaguarda dos modos de criar, fazer e viver presentes nas práticas produtivas dos povos de terreiro;VI _ reforça a preservação do patrimônio imaterial, essencial à memória coletiva do país;IX _ prioriza produtos culturais originários do Brasil, com base nas tradições afro-brasileiras.No que se refere ao Art. 3º, o projeto concretiza objetivos como:I(c) _ estímulo à formação cultural, por meio de ações de caráter pedagógico, como seminário, guia prático e oficinas de escuta;III(d) _ valorização de tradições populares nacionais, relacionadas à economia e à cultura dos povos de terreiro;IV(b) _ realização de pesquisas e levantamentos que organizam e sistematizam saberes e práticas culturais;V(b) _ contratação de serviços especializados para a criação e difusão de conteúdos culturais em diferentes formatos.As comunidades de terreiro, reconhecidas pelo IPHAN como patrimônio cultural imaterial, são guardiãs de saberes, rituais e práticas que articulam religiosidade, identidade e economia. Apesar de sua relevância, enfrentam obstáculos históricos de invisibilidade e preconceito, o que torna urgente a criação de iniciativas que registrem, fortaleçam e difundam seus conhecimentos.O projeto propõe o mapeamento comportamental das práticas produtivas e redes comerciais dessas comunidades, investigando como suas escolhas se equilibram entre a valorização de redes culturais próprias e a pressão de critérios mercadológicos. A ação, além de gerar conhecimento qualificado, devolve os resultados às próprias comunidades em formatos acessíveis: um documentário, um guia prático pedagógico, um relatório digital, um seminário aberto e uma plataforma digital interativa.Trata-se, portanto, de uma proposta que não apenas registra e difunde, mas também promove reflexão, autoestima e protagonismo, aproximando sociedade e poder público da riqueza cultural afro-brasileira. Em consonância com a Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, a iniciativa garante a continuidade de práticas e saberes, fortalecendo sua transmissão intergeracional e contribuindo para políticas públicas de valorização e preservação do patrimônio imaterial do Brasil.

Estratégia de execução

Este projeto representa uma iniciativa inédita de mapeamento cultural, social e econômico voltado especificamente para os povos de terreiro da Região Metropolitana de Belo Horizonte, contribuindo para a valorização da cultura afro-brasileira como patrimônio imaterial reconhecido pelo IPHAN.Sua relevância não se limita à produção de bens culturais (documentário, guia prático, relatório e plataforma digital), mas também à construção de um legado para as comunidades: os resultados serão disponibilizados de forma gratuita e acessível, servindo como fonte de conhecimento para pesquisadores, estudantes, gestores culturais e, sobretudo, para os próprios povos de terreiro.Outro aspecto significativo é o compromisso com a acessibilidade e inclusão, garantindo que todas as ações contem com intérpretes de Libras, legendagem e acessibilidade arquitetônica, além de formatos digitais compatíveis com leitores de tela. Essas medidas ampliam o acesso ao conteúdo cultural e asseguram que diferentes públicos possam se beneficiar da iniciativa.O projeto também fortalece a economia da cultura afro-brasileira, ao estimular redes de cooperação entre empreendedores de comunidades tradicionais e ao fomentar reflexões sobre o consumo consciente dentro das práticas culturais.Por fim, destaca-se a capacidade técnica da equipe, formada por pesquisadores, produtores culturais, especialistas em cultura afro-brasileira e profissionais de audiovisual com experiência em projetos de impacto social e cultural. Essa composição assegura qualidade na execução e pertinência nos resultados.

Especificação técnica

1. Documentário – “Mapeamento Comportamental dos Povos de Terreiro”Duração: até 45 minutos.Formato: Audiovisual, em alta definição (Full HD).Materiais: filmagens em campo, entrevistas, grupos focais e oficinas comunitárias; captação de áudio com microfones direcionais; edição em software profissional de vídeo.Distribuição: exibição pública no seminário, cópias digitais e publicação online em plataforma aberta.Projeto pedagógico: registro histórico e cultural de práticas de povos de terreiro, contribuindo para a preservação da memória e apoio a estudos acadêmicos e comunitários. 2. Guia Prático – Fortalecimento de Redes Comerciais CulturaisPaginação: estimativa de 80 a 100 páginas.Formato: brochura em papel couchê 90g (miolo) e capa em papel cartão 250g, com impressão colorida; tiragem de 1.000 exemplares.Versão digital: PDF acessível, compatível com leitores de tela.Conteúdo: textos, gráficos, infográficos e ilustrações de apoio.Projeto pedagógico: material de formação para empreendedores culturais, com orientações práticas e referências de valorização da identidade cultural afro-brasileira. 3. Seminário/Workshop “Desvendando e Entendendo os Povos de Terreiro”Duração: 2 dias consecutivos, 8 horas diárias (total de 16 horas).Formato: evento presencial em espaço cultural, com transmissão online em tempo real.Materiais: palco, sonorização, projeção multimídia, mesas de debate, intérprete de Libras, filmagem para registro e transmissão ao vivo.Conteúdo: palestras temáticas, mesas de diálogo, oficinas de escuta e intervenções artísticas (dança, música e performances tradicionais).Projeto pedagógico: espaço de difusão e formação, possibilitando troca de saberes entre comunidades de terreiro, pesquisadores e público em geral.Local de realização: Teatro dos Correios 4. Plataforma Digital InterativaFormato: site responsivo, compatível com dispositivos móveis e computadores.Materiais: hospedagem web dedicada, programação em CMS (WordPress ou similar), vídeos legendados, PDFs, relatórios e guias interativos.Conteúdo: disponibilização gratuita do documentário, guia prático, relatório de pesquisa, vídeos do seminário e registros audiovisuais.Projeto pedagógico: repositório de acesso público, voltado à educação patrimonial e ao fortalecimento de pesquisas acadêmicas e comunitárias. 5. Relatório de Pesquisa CulturalPaginação: estimativa de 120 páginas.Formato: PDF digital, diagramação em software de editoração profissional.Materiais: gráficos, tabelas, registros fotográficos e referências bibliográficas.Conteúdo: análise qualitativa e quantitativa dos dados coletados, sistematização de entrevistas, conclusões e recomendações.Projeto pedagógico: recurso técnico-científico para pesquisadores, agentes culturais e gestores, ampliando o repertório sobre culturas afro-brasileiras. 6. Material Gráfico e InformativoPaginação: folders (2 a 4 páginas), cartilhas (até 20 páginas).Formato: impressão colorida em papel couchê 115g (folders) e 90g (cartilhas), além de versão digital em PDF para ampla circulação online.Materiais: design gráfico com ícones, infográficos e fotografias do projeto.Conteúdo: informações resumidas sobre os produtos culturais, resultados da pesquisa e orientações de acesso à plataforma digital.Projeto pedagógico: material de apoio e divulgação para incentivar o público a acessar os conteúdos culturais gerados pelo projeto.

Acessibilidade

Plataforma Acessibilidade física: os espaços escolhidos para o seminário e demais atividades presenciais atenderão às normas de acessibilidade arquitetônica vigentes, garantindo banheiros adaptados, rampas e condições adequadas de circulação para pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de conteúdo: para pessoas com deficiência auditiva, haverá intérprete de Libras em todas as atividades presenciais, além de legendagem integral do documentário. Para pessoas com deficiência visual, os conteúdos digitais disponibilizados (relatório, guia prático e materiais gráficos) serão adaptados em versões acessíveis, compatíveis com programas de leitura de tela.Contrapartida Social Acessibilidade física: as ações de contrapartida, incluindo palestras e encontros comunitários, serão realizadas em espaços acessíveis, respeitando a legislação de mobilidade vigente. Acessibilidade de conteúdo: será assegurada a presença de intérprete de Libras em todas as ações presenciais, bem como a adaptação de materiais em formatos acessíveis para deficientes visuais. As atividades presenciais, como o seminário, terão caráter aberto e gratuito, garantindo ampla participação do público, com condições de inclusão social e cultural.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoO projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso, em conformidade com o art. 21 da Instrução Normativa nº 2/2019. Todos os produtos e atividades resultantes da iniciativa serão disponibilizados gratuitamente, sem qualquer custo para os participantes, assegurando ampla difusão e acesso público.Distribuição e Acesso aos Produtos: O documentário (30 minutos) será exibido gratuitamente no seminário e disponibilizado em plataforma digital de acesso aberto, acompanhado de legendas e tradução em Libras, garantindo acessibilidade. O Guia Prático terá versão impressa distribuída sem custos em bibliotecas públicas, universidades e espaços culturais da Região Metropolitana de Belo Horizonte, além de versão digital gratuita em PDF hospedada no site/plataforma do projeto. O Relatório de Pesquisa será publicado em formato digital de livre acesso e disponibilizado em bibliotecas digitais, universidades e no site oficial do projeto. Materiais gráficos e informativos, como folders e cartilhas, serão distribuídos gratuitamente durante o seminário e em comunidades locais, com versões digitais circulando amplamente pelas redes sociais.Outras Medidas de Ampliação de Acesso: O projeto realizará atividades gratuitas, incluindo um seminário de três dias e todas as ações presenciais, sem cobrança de ingresso. Será assegurada acessibilidade física nos locais de realização, garantindo banheiros adaptados, rampas e condições adequadas de circulação para pessoas com mobilidade reduzida. Oficinas de escuta e troca comunitária serão realizadas em terreiros e espaços culturais, além de atividades formativas em comunidades locais após a conclusão do projeto. Ensaios e apresentações artísticas programadas durante o seminário terão caráter aberto e gratuito, permitindo a participação espontânea da comunidade e promovendo vivências culturais inclusivas.Disponibilização e Registros: Os conteúdos produzidos serão disponibilizados integralmente na internet para acesso gratuito a qualquer interessado, incluindo registros audiovisuais do documentário, das atividades formativas e do seminário. Será permitida a captação de imagens das oficinas e apresentações, bem como autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, assegurando maior difusão dos resultados e alcance às comunidades.

Ficha técnica

Proponente: O Centro Espírita Pai Manoel de Aruanda, criado em 2008 na Vila Senhor dos Passos, em Belo Horizonte, ao longo de muitos anos desenvolveu ações formativas no campo das tradições afro-brasileiras, atuando na construção e continuidade de festejos como o de Yemanjá e o de Preto Velho na praça, no qual recebeu homenagens por sua participação e atuação na cidade. Em 2023, constituiu-se juridicamente como Associação Cultural Afro-Brasileira Centro Espírita Pai Manoel de Aruanda, ampliando sua capacidade técnica e de gestão de projetos, bem como sua atuação em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Desde então, potencializa sua presença em eventos como o Carnaval da cidade, com o bloco/movimento Afronta-BH, o Bloco de Carnaval Vô Manoel de Aruanda, a Feijoada de Ogum, o Festejo do Pai Manoel de Aruanda e o projeto Laços da Ancestralidade, tornando-se assim uma Associação de referência na capital mineira.Nome: Joviano Efigênio de Brito – Pai Joviano de Oxóssi / Função: Consultor de Povos e Comunidades Tradicionais (atividade voluntária) / Dirigente da Instituição Proponente / Resumo de CV: Babálorixá do Omolokô, com mais de 40 anos de atuação, fundador e dirigente do Centro Espírita Pai Manoel de Aruanda (2008). Reconhecido como Mestre do Saber em 2024 e agraciado com a Comenda Benfeitor pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. Representou o Brasil no Encontro Internacional de Religiões de Origem Afro-americana (EIRA), em Cuba, no ano de 2023. Atuará como consultor cultural e comunitário, oferecendo orientação técnica e contextual sobre as práticas culturais e organizativas das comunidades de terreiro, garantindo que o mapeamento, a pesquisa e os produtos reflitam com fidelidade a realidade e os valores dessas tradições. Contribuirá voluntariamente em reuniões de planejamento, na definição de metodologias de aproximação com comunidades tradicionais, na validação de conteúdos e como referência em rodas de diálogo e debates no seminário. Rubrica orçamentária: esse profissional não será remunerado pelo projeto, exercendo a função de forma voluntária.Nome: Marcos Donizetti da Silva / Função: Cientista Social / Pesquisador / Resumo de CV: Cineasta e pesquisador em Comunicação Social pela UFMG, com trajetória marcada pela articulação entre cultura, educação e direitos humanos. Possui experiência como coordenador, mobilizador social e curador em iniciativas com juventudes, comunidades periféricas e pessoas idosas, atuando junto a coletivos culturais, escolas e órgãos públicos. No projeto, será responsável pela pesquisa de campo e pela análise qualitativa e quantitativa dos dados, incluindo a elaboração e aplicação de entrevistas, grupos focais e oficinas de escuta, sistematização de resultados, redação do Relatório de Pesquisa Cultural e construção do Guia Prático. Também apoiará a roteirização do documentário, assegurando rigor acadêmico e sensibilidade cultural, e participará como debatedor no seminário. Rubrica orçamentária: Especialista / Historiador.Nome: Hugo Leonardo Souza Pereira / Função: Direção Geral de Pesquisa / Cientista de Dados / Resumo de CV: Profissional com mais de 17 anos de experiência em análise de dados, inteligência operacional e coordenação técnica. Atualmente é Analista Sênior e Coordenador de Inteligência Operacional na Localiza & Co., liderando projetos de performance comercial e experiência do cliente. Atuou como Cientista de Dados no CENARAB/MG (2020–2021), conduzindo estudos socioeconômicos de grande impacto, e na Gerdau, desenvolvendo modelos e dashboards que ampliaram em 22% a efetividade dos investimentos sociais e reduziram em 35% o tempo de resposta a eventos críticos. Entre 2008 e 2020, atuou em Instituições de Ensino Superior com foco em análise de dados institucionais. No projeto, será responsável pela estruturação e análise dos dados quantitativos, criação de indicadores, relatórios e dashboards, apoiando a integração entre números e contextos culturais, de modo a subsidiar o Relatório Final, o Guia Prático e o Documentário. Rubrica orçamentária: Diretor de Produção.Nome: Danila Gonçalves Pereira / Função: Coordenação Administrativa / Operacional de Pesquisa / Resumo de CV: Gestora de projetos com ampla experiência em coordenação cultural, administrativa e financeira. Formada em Logística (Una, 2016), cursa Ciências Contábeis na Newton Paiva e é pós-graduanda em Gestão em Organizações do Terceiro Setor e Projetos Sociais (Anhanguera). Atuou como coordenadora em iniciativas como o III Encontro Nacional de Povos de Terreiro – Ègbé Nós Somos (2024), além de coordenar projetos financiados por emendas parlamentares e editais, como Janelas da Oralidade, Fortalecimento da Cultura do Povo Tradicional e Mostra Imersiva Teias Ancestrais. No projeto, será responsável pela coordenação administrativa e operacional da pesquisa, supervisionando cronograma, coleta e sistematização de dados, articulação entre equipe técnica e comunidades tradicionais, acompanhamento dos produtos culturais (Relatório, Guia e Documentário) e apoio à realização do seminário. Rubrica orçamentária: Coordenadora de Pesquisa.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-11-03
Locais de realização (10)
Belo Horizonte Minas GeraisBetim Minas GeraisContagem Minas GeraisEsmeraldas Minas GeraisIbirité Minas GeraisNova Lima Minas GeraisRibeirão das Neves Minas GeraisSabará Minas GeraisSanta Luzia Minas GeraisVespasiano Minas Gerais