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PRONAC 258816Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Teatros da Floresta - Capacitação de jovens agentes culturais de comunidades indígenas e tradicionais para a salvaguarda e a divulgação de práticas culturais autodenominadas como teatro

ASSOCIACAO CULTURAL PERIPECIAS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 200,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet da Juventude
Ano
25

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto propõe a realização de oficinas de capacitação de jovens agentes culturais em comunidades indígenas e tradicionais (seringueiros) das cidades de Porto Velho (Rondônia), Lábrea (Amazonas), Mâncio Lima (Acre), Tarauacá (Acre) e Feijó (Acre), com o objetivo de construir, para cerca de 120 jovens (de 16 a 25 anos), uma compreensão sobre o que é teatro para cada comunidade, valorizando os saberes e fazeres de cada comunidade . Além disso, busca-se explorar e potencializar os modos de produção e divulgação já existentes nas comunidades, promovendo uma capacitação para que os participantes possam acessar a financiamento e redes para criação, circulação e divulgação dos trabalhos.

Sinopse

O projeto propõe a realização de oficinas “Teatros da floresta” para a capacitação de jovens agentes culturais em comunidades indígenas e tradicionais (seringueiros) das cidades de Porto Velho (Rondônia), Lábrea (Amazonas), Mâncio Lima (Acre), Tarauacá (Acre) e Feijó (Acre), com o objetivo de construir, junto aos jovens participantes (de 16 a 25 anos), uma compreensão sobre o que é teatro para cada comunidade, valorizando os saberes e fazeres de cada comunidade . Além disso, busca-se explorar e potencializar os modos de produção e divulgação já existentes nas comunidades, promovendo uma capacitação para que os participantes possam acessar a financiamentos e redes para criação, circulação e divulgação dos trabalhos. Será ainda proposta a criação de uma rede colaborativa entre os jovens de cada uma das comunidades contempladas, buscando fortalecer os laços intercomunitários e promover o respeito às diferenças de saberes e fazeres de cada uma das comunidades. Os processos criativos serão registrados por meio de vídeos, fotografias e textos, compondo um acervo documental sobre as expressões artísticas comunitárias e os resultados das oficinas. Ao final de cada ciclo, será realizada uma Mostra de Encerramento Comunitária, com apresentação pública e gratuita das criações dos jovens, promovendo o compartilhamento de saberes e fortalecendo os vínculos culturais dentro das comunidades. Também será organizada uma sessão de compartilhamento entre as comunidades e artistas convidados, visando fortalecer as trocas e as ações em rede entre as comunidades. Como ação de desdobramento acadêmico, será promovida uma roda de conversa com estudantes dos cursos de Artes da Universidade Federal do Acre e da Universidade Federal de Rondônia, com o intuito de refletir sobre o papel da arte na valorização dos saberes tradicionais e no fortalecimento das identidades locais. Classificação indicativa etária: Livre Público-alvo: Jovens, estudantes, professores e comunidade em geral

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar 5 oficinas "Teatros da floresta", com duração de duração de cinco dias cada uma, ofertando 20 vagas em cada uma das comunidades (100 vagas no total): Terra Indígena Nukini (Mâncio Lima, Acre), comunidades São Carlos do Jamari e Nazaré ( Porto Velho, Rondônia), Terra Indígena Igarapé do Caucho (Tarauacá, Acre), Terra Indígena Kaxinawa de Nova Olinda (Feijó, Acre), Seringal Novo Encanto (Lábrea, Amazonas), com o intuito de capacitar os mesmos a reconhecer os saberes e fazeres das teatralidades de suas comunidades e buscar estratégias para salvaguardar e divulgar/ compartilhar esses saberes.Objetivo específico: - Promover uma sessão aberta para dar um retorno da oficina em cada uma das comunidades; - Realizar 2 rodas de conversa com estudantes de Artes da Universidade Federal do Acre e da Universidade Federal de Rondônia; - Fomentar a criação de uma rede de colaboração entre as comunidades participantes do projeto, através de uma sessão de compartilhamento de propostas; - Incentivar a autonomia dos jovens agentes culturais capacitados, gerando possibilidades da criação de projetos gerando renda para a comunidade; - Valorizar os saberes e fazeres de cada comunidade, estimulando o fortalecimento das relações comunitárias; - Produzir e documentar os processos criativos desenvolvidos durante as oficinas, por meio de registros fotográficos, audiovisuais e anotações, gerando um material que possa ser utilizado em pesquisas e compartilhado com as comunidades participantes.

Justificativa

Este projeto surge a partir de uma lacuna da compreensão do termo teatro, buscando desenvolver uma ideia expandida do que seria teatro para cada uma das comunidades participantes do projeto. De maneira geral, a ideia de teatro está restrita a uma compreensão eurocentrada do termo. Como demonstra o pesquisador Zeca Ligiéro, há na verdade outros teatros que podem ser vistos quando expandimos o nosso olhar para outras formas de teatralidades presentes em cada uma das comunidades, tal qual danças, contação de histórias, entre outras práticas culturais. Partindo do princípio que cabe a cada uma das comunidades a autodeterminação do que é teatro para eles e que há uma escassez de pesquisas sobre as teatralidades amazonicas, particularmente no que diz respeito à valorização e preservação das manifestações artísticas das comunidades indígenas e extrativistas (de origem seringueira) de Rondônia, Amazonas e Acre. Essas comunidades possuem saberes e práticas culturais, muitas vezes marginalizadas ou pouco reconhecidas no campo artístico e cultural. Por exemplo, algumas comunidades possuem tradições culturais, como a realização de trabalhos coletivos entoando canções ou se reúnem para práticas comunitárias nas quias estão presentes elementos comuns ao teatro como o jogo, o uso de figurinos, a presença de uma narrativa. A oficina "Teatros da Floresta" visa oportunizar um espaço de reflexão e diálogo intergeracional na comunidade, buscando identificar as práticas teatrais de cada comunidade e formas de salvaguarda das mesmas e de compartilhamento com outras comunidades. Agimos assim no sentido de reduzir o distanciamento de jovens e indígenas das comunidades extrativistas com as práticas teatrais, que se evidencia no baixo acesso dos mesmos a editais culturais e a Leis de Incentivo à Cultura. Propomos com a oficina não somente (re) conhecer os teatros de cada comunidade, como também dar meios para acessar a recursos que possam fomentar a sua salvaguarda e compartilhamento. Focaremos em formar agentes capacitados para enfrentar, de maneira integrada a uma rede, a complexidade de alguns editais e aos requisitos burocráticos dos mesmos. Com isso, este projeto surge da necessidade de ampliar o acesso às artes e aos meios de fomentar a produção de cada uma das comunidades indígenas e extrativistas contempladas. Por meio da valorização de suas próprias práticas culturais, o projeto busca evidenciar que seus saberes locais podem se tornar uma fonte de renda e um instrumento de integração comunitária e salvaguarda do patrimônio cultural da comunidade. Dessa forma, pretende-se fortalecer a valorização dessas manifestações, incentivando os participantes a desenvolverem novos projetos culturais e artísticos a partir de suas próprias criações.

Estratégia de execução

O presente projeto tem como diferencial a formação descentralizada, com foco na capacitação de jovens para atuar como agentes culturais em suas comunidades. Foram selecionadas comunidades indígenas e tradicionais extrativistas (seringueiros/ ribeirinhos). As ações foram pensadas a partir das especificidades socioculturais, geográficas e logísticas desses territórios, promovendo o intercâmbio de saberes. Destaca-se, ainda, o envolvimento direto de professores e artistas das próprias comunidades, que atuarão articuladores e colaboradores das oficinas. Essa participação permite que compartilham seus conhecimentos sobre o contexto local, ao mesmo tempo em que são também beneficiados com capacitação artística e pedagógica. Considerando que essas regiões raramente recebem ações de formação cultural, o projeto propõe-se a levar atividades formativas diretamente às comunidades, respeitando seus contextos e valorizando os saberes tradicionais locais. A iniciativa busca não apenas oferecer oficinas artísticas, mas também criar espaços de troca, reconhecimento e fortalecimento das expressões culturais que já existem nesses territórios, contribuindo para a construção de redes de aprendizagem, memória e pertencimento.

Especificação técnica

Oficina Teatros da floresta Carga Horária: 20h Professores Responsáveis: Leonel Martins Carneiro, Stephanie Caroline Matos Dantas 20 vagas (por turma) Sobre a organização da oficina A oficina terá duração média de 5 dias em cada comunidade, com encontros diários de aproximadamente 4 horas, totalizando 20 horas de atividades por localidade (que serão organizadas em acordo com as lideranças de cada comunidade). Cada oficina será estruturada com base em um projeto pedagógico colaborativo, construído a partir das vivências locais, com foco no despertar da sensibilidade artística e no fortalecimento da identidade cultural da juventude das comunidades. Ementa: A oficina organiza uma capacitação para a formação de jovens agentes culturais de comunidades indígenas e extrativistas (seingueiros), buscando mapear as atividades de cada comunidade que são reconhecidas como teatrais, em um processo de validação comunitário liderado pelos jovens. A partir disso, será ofertado um conjunto de técnicas para a salvaguarda dessas manifestações e sua divulgação, oferecendo acesso aos meios de financiamento para as ações, de forma a garantir seu compartilhamento de forma sustentável, gerando renda para a comunidade e valorizando os saberes e fazeres locais. Objetivo Geral Capacitar jovens de 16 à 25 anos para atuarem como agentes culturais em suas comunidades, com foco em um trabalho sobre as manifestações consideradas como teatrais, pensando formas de salvaguarda e difusão das mesmas, bem com em meios para financiá-las. Objetivos específicos Identificar e mapear, com a participação ativa dos jovens, as manifestações culturais reconhecidas como teatrais em suas comunidades. Promover a formação teórica e prática de jovens agentes culturais indígenas e extrativistas, com foco na mediação cultural e valorização das tradições locais. Realizar um processo de validação comunitária das manifestações teatrais mapeadas, assegurando o protagonismo dos jovens e o reconhecimento coletivo. Oferecer capacitação em técnicas de salvaguarda e registro cultural, visando a preservação e difusão sustentável das manifestações identificadas. Apresentar e orientar sobre possibilidades de financiamento e geração de renda a partir das ações culturais, fortalecendo a autonomia das comunidades. Conteúdos por aula: 1 - Discussão sobre o que é teatro, com demonstração de diversos referenciais que vão desde o teatro europeu, passando por manifestações tradicionais como o teatro Nô e Kabuki japonês, A ópera chinesa, o teatro balinês, até o teatro indígena em diversos países como Brasil, Nova Zelândia e Canadá. Os jovens desenvolverão um processo de coleta de dados com a comunidade sobre o que eles identificam como teatral nos saberes e fazeres comunitários. 2 - Comparilhamento da pesquisas feita na comunidade de definição de uma ou mais manifestações da comunidade tidas como teatrais. 3 - Elaboração de projetos culturais: planejamento, execução e prestação de contas. Técnicas de como produzir um projeto cultural, seja no campo da arte ou do patrimônio, abordando de forma prática as principais etapas da produção, desde a elaboração do projeto, passando por noções de execução e pela prestação de contas. 4- Conceituação de patrimônio cultural. Importância da salvaguarda. Métodos de divulgação e compartilhamento das manifestações. Formas de organização e financiamento. 5- Mostra de encerramento comunitária, com compartilhamento das práticas registradas e a intervenção de artistas locais (de cada comunidade) e de artistas convidados (da região), buscando apresentar para a comunidade o resultado do trabalho e desenvolver uma relação com o meio cultural da região a partir da troca com um artista convidado. Materiais : tintas naturais, lápis de cor, pincéis, tecidos, elementos da natureza (folhas, sementes, barro), instrumentos musicais artesanais, aparelhos de som, câmera fotográfica, celular e outros insumos adaptados a cada realidade comunitária buscando minimizar a produção de resíduos e garantir a sustentabilidade da ação. Registro técnico: todos os processos serão documentados com registros fotográficos, gravações em vídeo e áudio, além de anotações de campo, que integrarão um acervo digital do projeto. O material também será utilizado para fins de pesquisa, divulgação e prestação de contas.

Acessibilidade

Tendo em vista que as comunidades participantes não possuem infraestrutura arquitetônica adequada, sendo de difícil acesso, com locomoção realizada principalmente por via fluvial, não é possível garantir plena acessibilidade física, como rampas, banheiros adaptados ou sinalização tátil. No entanto, serão feitos esforços para adaptar, dentro das possibilidades locais, os espaços utilizados para as oficinas, visando garantir a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Para isso, o projeto contará com um mediador de acessibilidade responsável por acompanhar e auxiliar essas pessoas, oferecendo suporte necessário durante todas as atividades. Sempre que necessário, serão providenciadas soluções alternativas com o apoio da própria comunidade e da equipe de produção. Serão adotadas estratégias como: Utilização de linguagem simples e acessívelDescrição oral das atividades para participantes com deficiência visual;Apoio individualizado, conforme a necessidade de cada participante.As atividades e rodas de conversa serão planejadas de forma acessível, com conteúdos de fácil compreensão. As produções serão desenvolvidas a partir de materiais disponíveis nas próprias comunidades, respeitando e valorizando seus contextos socioculturais. Além disso, os conteúdos disponibilizados nas redes sociais do projeto contarão com legenda descritiva e, no caso de vídeos, com inserção de intérprete de Libras, garantindo a inclusão e o amplo acesso ao material produzido.

Democratização do acesso

O projeto buscará ampliar seu alcance por meio de distribuição online, disponibilizando os conteúdos gerados durante as atividades em plataformas como Instagram e YouTube. Isso permitirá que as produções e os processos criativos alcancem um público mais amplo, incluindo outras comunidades, artistas e pesquisadores. Também será feita a elaboração de artigos científicos, com o intuito de apresentá-los em seminários e congressos nacionais e internacionais, promovendo uma discussão mais ampla sobre as manifestações culturais dessas comunidades e sua importância nas artes cênicas. Por fim, será organizada uma roda de conversa com os estudantes dos cursos de Artes da Universidade Federal do Acre e da Universidade Federal de Rondônia, para compartilhar as experiências do projeto e discutir as produções culturais realizadas nas comunidades. O encontro promoverá um intercâmbio de ideias e aprofundar as discussões sobre as manifestações artísticas locais, contribuindo para a valorização da cultura amazônica no meio acadêmico e artístico.

Ficha técnica

Ficha técnica: Stephanie Caroline Matos Dantas (nome artístico: Stephanie Matos) é membro da Diretoria Executiva da Associação Cultural Peripécias, atuando com Secretária-geral. Neste projeto, será responsável pela coordenação de geral administrativa, além de atuar como oficineira. José Maria Lopes Júnior (nome artístico: Júnior Lopes) é membro da Diretoria Executiva da Associação Cultural Peripécias, atuando como Diretor de Assuntos Artísticos. Neste projeto, será atuará como artista convidado nas comunidades de Porto Velho/RO. Leonel Martis Carneiro (nome artístico: Leonel Carneiro) será responsável pela coordenação pedagógica, além de atuar como oficineiro Marcelo Giovanni Silva Dagnoni (nome artístico: Marcelo Dagnoni) será responsável pelos registros fotográficos e vídeos. A CONTRATRAR: Coordenação de produção: A contratar Produtor local: A contratar Equipe de Libras: A contratar Divulgação e mídia: A contratar Identidade visual e projetos gráficos: A contratar Assessoria de imprensa: A contratar Artistas convidados para as regiões de Acre e Amazonas: A contratar CURRÍCULO RESUMIDO: Stephanie Matos: É Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre (UFAC), graduada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Rondônia. Faz parte da Diretoria Executiva da Associação Cultural Peripécias, atuando como Diretor de Assuntos Artísticos. Integrante dos grupos de pesquisa: Tecnologias Educacionais Inovadoras para a Amazônia (TEIA) e PAKYOP Laboratório de Pesquisa em Teatro e Transculturalidade. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro. É produtora cultural, pesquisadora, atriz (DRT 0000881/RO), palhaça e artista. Sua pesquisa atual foca-se nas teatralidades amazônicas e ao processo de formação do espectador na região Norte. Júnior Lopes: é ator, diretor e professor de teatro.É professor do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia desde 2008 e membro da Diretoria Executiva da Associação Cultural Peripécias, atuando como Diretor de Assuntos Artísticos. Possui doutorado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia; Mestrado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais; Pós-Graduação em Andamento em Produção Audivisual para Cinema, TV e Midias Socias pela Unyleya; Graduação em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais.Possui pesquisa desde 2011 em Teatro, guerras e Ditaduras: Paralelos entre o Oriente Médio e América Latina; Ator dos espetaculos Tabule ; Cassandra, Br-Transamazônica; Desabafos dos Anjos Escreventes e Yalla, Go! Como sobreviver em guerras e outras sabotagens. Foi mediador cultural do Palco Giratório em Porto Velho Rondônia nos anos de 2018, 2019 e 2023. Autor dos livros: Mediação Cultural em Artes Integradas na Escola (2023); Neteatro: processos de criação de espetáculos online (2022); Leonel Carneiro: Professor da Universidade Federal do Acre, onde atua principalmente no curso de Teatro (Licenciatura e Bacharelado) e no Mestrado em Artes Cênicas. Foi coordenador do PPGAC-UFAC (2019-2023) e do curso de graduação em Artes Cênicas (2017-2019). Tem experiência como ator, encenador, produtor, cenógrafo e iluminador. É doutor em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo com estágio de pesquisa sanduíche na Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3 (THALIM- CNRS, ENS, Paris 3) com bolsa FAPESP. Possui mestrado em Artes Cênicas pela ECA/USP e graduação na mesma área pela Universidade Estadual de Campinas (Com bolsa CAPES, FAPESP e CNPq). Trabalhou com diversos grupos de teatro ( Núcleo Fuga- LUME Teatro, Humatriz Teatro, Barracão Teatro, Matula Teatro, Boa Companhia, Via Rose, Núcleo Sofia, Grute entre outros). Atuou como editor de diversas revistas (Sala Preta e Aspas). Compõe o conselho editorial das Revistas Aspas (PPGAC-USP) e Rascunhos (GEAC-UFU) e Repertório (PPGAC-UFBA). É coordenador do Grupo de Pesquisa TEIA, do Seminário de Arte e Educação e do Programa de incentivo à produção e a formação de espectadores para o teatro acreano (Extensão). É integrante da Rede Voz e Cena. Publicou 3 livros "A experiência do espectador contemporâneo", "Experiências de formação em Artes na Amazônia" e Experiências teatrais no Acre". Sua pesquisa atual foca-se nas interlocuções entre corpo, voz e recepção das teatralidades amazônicas. Marcelo Dagnoni é: Fotografo e desenhista desde 2016, atua na área de fotografia de paisagem, teatro, automotiva, eventos fechados e públicos, casamentos, aniversários; entre 2022 e 2023 realizou a cobertura fotográfica em projetos como "Expedições da Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico", no "8° Encontro de Confraternização, Esporte, Cultura e Lazer da 7ª Região", na apresentação musical "Jamblues - As Origens e Caminhos do Blues", na "Semana Chico Mendes 2022"; Festival Sol Maior edições de 2021, 2022 e 2024; durante o processo de criação, montagem e circulação da peça “Em Busca do Tesouro” (2023-2024) contemplado pelo Fundo Estadual de Cultural da FEM em 2022 e 2023, em 2024 foi fotógrafo e videomaker do projeto Vozes do Interior, contemplado pelo edital Funarte Retomadas 2023 - Teatro.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$200.000,00 em 17/04/2026.

2026-12-31
Locais de realização (5)
Feijó AcreMâncio Lima AcreTarauacá AcreLábrea AmazonasPorto Velho Rondônia