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Encena Amazônia: Juventude em Expressão é um projeto de formação e criação artística com jovens dos 16 municípios do Amapá. Serão realizadas oficinas de teatro, música, audiovisual e artes visuais, com foco em sustentabilidade, identidade cultural e expressão juvenil. Cada município criará um espetáculo autoral, que será apresentado localmente e registrado em vídeo. O projeto inclui ações afirmativas, recursos de acessibilidade e culmina com um circuito digital de difusão.
Encena Amazônia: Juventude em Expressão reúne um conjunto de produtos culturais que expressam o protagonismo criativo de jovens amazônidas. O principal eixo do projeto é a formação artística presencial com oficinas de teatro, música, artes visuais e audiovisual realizadas em 16 municípios do Amapá, com culminância na criação de 16 espetáculos autorais, inspirados nas vivências e territórios dos participantes. Esses espetáculos serão apresentados em mostras públicas e também registrados em vídeo. Além dos espetáculos, o projeto inclui: · 1 curta-metragem documental, com acessibilidade em Libras, audiodescrição e legendas, retratando o processo formativo, criativo e comunitário; · 16 vídeos dos espetáculos, editados e difundidos gratuitamente em plataformas digitais e espaços educativos; · rodas de conversa com educadores e gestores culturais, como ação de contrapartida social, com foco em práticas pedagógicas e arte no território. Todos os conteúdos terão classificação indicativa livre e serão oferecidos gratuitamente ao público, priorizando comunidades periféricas, ribeirinhas e escolas públicas.
Objetivo Geral: Promover a formação artística, cultural e cidadã de jovens amazônidas por meio de oficinas de teatro, música, artes visuais e audiovisual em todos os 16 municípios do Amapá, incentivando a criação de espetáculos autorais e a valorização das identidades territoriais, com foco na expressão juvenil, inclusão sociocultural e fortalecimento das redes comunitárias. Objetivos Específicos: · Realizar oficinas presenciais de teatro, música, audiovisual e artes visuais em 16 municípios do Amapá, atendendo diretamente 320 jovens entre 15 e 29 anos. · Formar pelo menos 16 núcleos artísticos locais compostos por jovens participantes, com apoio de educadores e artistas da região. · Estimular a criação de 16 espetáculos autorais baseados nas vivências, histórias e temas relevantes das comunidades participantes. · Registrar em vídeo os espetáculos criados, organizando um circuito digital de exibição com acesso gratuito nas redes sociais e escolas. · Promover 16 mostras culturais públicas com apresentações presenciais dos jovens em seus próprios municípios. · Produzir um curta-metragem documental sobre o processo formativo e criativo do projeto, com legendas e recursos de acessibilidade. · Desenvolver ações afirmativas desde a seleção dos participantes até a formação das equipes, com prioridade para jovens negros, indígenas, LGBTQIA+, com deficiência e moradores de comunidades ribeirinhas e periféricas. · Garantir a acessibilidade comunicacional e atitudinal durante todo o projeto, incluindo suporte individualizado a participantes com deficiência ou neurodivergência. · Fortalecer a articulação entre escolas, coletivos culturais, associações e instituições públicas em torno da valorização da juventude amazônida e da cultura local.
O projeto Encena Amazônia: Juventude em Expressão nasce do compromisso com a valorização da juventude amazônida como protagonista da cultura e da transformação social em seus próprios territórios. Em uma região marcada por desigualdades históricas, ausência de políticas públicas contínuas e vulnerabilidades socioambientais, promover o acesso à formação artística e à criação cultural representa mais que uma oferta educativa: é um ato de reconhecimento, escuta e ativação das potências juvenis da floresta. Os jovens do Amapá, especialmente aqueles que vivem em comunidades ribeirinhas, áreas periféricas e regiões rurais, enfrentam o silenciamento simbólico e a exclusão de espaços de criação e circulação cultural. Encena Amazônia propõe romper esse ciclo ao levar oficinas de teatro, música, artes visuais e audiovisual para todos os 16 municípios do estado, fortalecendo as linguagens artísticas como formas de expressão, pertencimento, cuidado coletivo e mobilização comunitária. A proposta parte da escuta ativa dos territórios e reconhece nos jovens não apenas aprendizes, mas criadores de narrativas, corpos em cena e vozes que reexistem. A escolha da abordagem cênica não se limita ao teatro: ela amplia o corpo como território de fala, a cena como espaço de denúncia e sonho, e o palco como lugar de visibilidade. A cada município, jovens formarão seus próprios núcleos criativos e, com apoio de educadores, construirão espetáculos autorais inspirados em suas vivências. Esses espetáculos serão apresentados localmente e também compartilhados por meio de circuito digital gratuito, ampliando o impacto e a difusão do projeto. Encena Amazônia se destaca por sua capacidade de articulação entre arte, formação e território. Está ancorado na experiência acumulada da AMEL com projetos formativos e circulações culturais, e combina inovação pedagógica, sustentabilidade e compromisso com os direitos humanos. A proposta promove ações afirmativas desde a seleção de participantes até a composição das equipes, assegura acessibilidade comunicacional e metodológica e oferece acompanhamento específico a jovens com deficiência ou neurodivergência. Além disso, o projeto estabelece parcerias com escolas, coletivos culturais e organizações locais, criando redes colaborativas de apoio à juventude. Essa atuação integrada fortalece os elos entre cultura, educação e cidadania, contribuindo para a construção de políticas públicas culturais de base comunitária. Apoiar esta proposta por meio da Lei de Incentivo à Cultura é afirmar a potência criadora da juventude amazônida, é sustentar um gesto de equidade territorial e é investir em uma Amazônia viva, expressiva, insurgente e coletiva. Encena Amazônia não apenas forma artistas — forma sujeitos que fazem da arte um caminho de autonomia, crítica e esperança.
1. Beneficiários do projeto: Serão atendidos diretamente 320 jovens entre 15 e 29 anos, residentes em comunidades urbanas periféricas, ribeirinhas e rurais dos 16 municípios do Amapá, priorizando jovens negros, indígenas, LGBTQIA+, com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. Indiretamente, serão beneficiadas aproximadamente 5.000 pessoas, incluindo familiares, escolas, educadores, organizações parceiras e o público das ações de difusão cultural. 2. Deslocamentos previstos: Os deslocamentos cobertos pelo projeto contemplam: • Viagens da equipe pedagógica e técnica entre os municípios de Macapá, Laranjal do Jari, Vitória do Jari, e demais cidades atendidas; • Participação da equipe nos encontros de planejamento e oficinas; • Apoio ao deslocamento interno de jovens participantes para os locais de atividade. Os nomes e funções dos beneficiários de passagens estão informados na ficha técnica e no plano de execução. 3. Bens permanentes:Serão alugados equipamentos essenciais à execução do projeto, como kits audiovisuais (microfones, tripés, câmeras, iluminação básica), sob responsabilidade da instituição proponente, exclusivamente para uso nas ações previstas no projeto.Após o término, os equipamentos serão devolvidos à empresa locadora, conforme contrato, não havendo incorporação ao patrimônio da instituição. A prestação de contas seguirá as diretrizes do MinC. 4. Acessibilidade e inclusão: Além das ações descritas, o projeto contará com acompanhamento técnico especializado em acessibilidade comunicacional e pedagógica. Jovens com deficiência ou neurodivergência terão suporte individualizado para participação plena nas oficinas e nos espetáculos. 5. Medidas preventivas de diligência: A proposta foi elaborada com base na IN 01/2023 e considera aprendizados de diligências anteriores, garantindo clareza nos objetivos, especificações técnicas dos produtos, detalhamento da contrapartida social, acessibilidade, e adequação entre orçamento e cronograma. 6. Gestão compartilhada e atuação em rede: O projeto será executado com apoio de parceiros locais, coletivos culturais e escolas públicas dos territórios envolvidos, valorizando a mobilização comunitária, a integração com a educação básica e o fortalecimento das redes culturais juvenis amazônidas.
Título do Projeto Pedagógico: Encena Amazônia: Juventude em Expressão Justificativa: O projeto propõe a formação cultural e artística de jovens amazônidas como estratégia de fortalecimento de territórios, identidades e redes comunitárias. Através da linguagem das artes cênicas e visuais, promove o protagonismo juvenil, a valorização da diversidade e o desenvolvimento de competências criativas, técnicas e relacionais. Objetivo Geral: Formar jovens em artes integradas (teatro, música, audiovisual e artes visuais) a partir de suas vivências territoriais e culturais, resultando na criação de espetáculos autorais com difusão presencial e digital. Objetivos Específicos: Realizar oficinas presenciais de artes cênicas, visuais e comunicação nos 16 municípios do Amapá;Desenvolver 16 núcleos criativos juvenis locais;Criar e registrar 16 espetáculos autorais com acessibilidade;Produzir um curta documental sobre o processo formativo;Promover ações de contrapartida social com educadores locais.Carga Horária: Total: 120 horas por jovem (distribuídas entre módulos práticos e formativos)Módulos: expressão corporal, dramaturgia, produção cultural, audiovisual, identidade e território.Público-Alvo: Jovens de 15 a 29 anos, residentes em comunidades urbanas periféricas, ribeirinhas e/ou rurais dos 16 municípios do Amapá.Reserva de vagas para jovens negros, indígenas, LGBTQIA+, com deficiência e em situação de vulnerabilidade social.Metodologia de Ensino: Metodologia participativa, baseada na escuta e na construção coletiva;Oficinas conduzidas por educadores-artistas com vivência territorial;Abordagens interdisciplinares e integradas entre linguagem artística, identidade e território.Material Didático e Recursos: Kits de criação por núcleo (papel, tintas, tecido, instrumentos de percussão, microfones, câmera básica, tripé, entre outros);Materiais digitais acessíveis: apostilas em PDF, roteiros formativos, vídeos tutoriais;Plataforma de apoio com conteúdos complementares e acesso remoto aos materiais.
O projeto garantirá Acessibilidade Física nos locais de realização das oficinas e apresentações, priorizando espaços com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização adequada. Quando necessário, a equipe mobilizará estruturas complementares para assegurar a participação plena de pessoas com deficiência. Em relação à Acessibilidade de Conteúdo, os materiais audiovisuais produzidos (curta documental e registros dos espetáculos) contarão com legenda descritiva, audiodescrição e tradução em Libras. A equipe pedagógica contará com orientações de consultores especializados em acessibilidade comunicacional, e os participantes com deficiência intelectual ou neurodivergência terão suporte individualizado, garantindo inclusão desde o processo formativo até a difusão pública dos produtos culturais.
O projeto prevê a distribuição gratuita de 100% dos produtos culturais resultantes, incluindo o curta-metragem documental e os registros audiovisuais dos espetáculos autorais criados pelos jovens, com acesso público pela internet (art. 27, inciso I e IV). As apresentações presenciais em todos os municípios do Amapá serão gratuitas e abertas à comunidade, com priorização de escolas públicas, coletivos culturais, pessoas com deficiência, idosos e comunidades ribeirinhas e periféricas. A proposta também contempla ensaios abertos e rodas de conversa durante o processo de criação, bem como a realização de ações formativas paralelas, como oficinas e encontros com educadores locais (art. 27, inciso VI). Para ampliar o acesso, o projeto disponibilizará todos os conteúdos em formato digital com recursos de acessibilidade (legenda descritiva, Libras e audiodescrição), e articulará parcerias com rádios comunitárias e escolas para exibição local dos vídeos (inciso V e X). Essas estratégias asseguram que os produtos e processos do projeto cheguem às juventudes amazônidas em seus territórios, valorizando o direito à fruição cultural e à participação ativa na cena cultural regional.
Atuação da Instituição Proponente – AMEL (Associação de Mobilização para Educação, Cultura e Sustentabilidade na Amazônia Legal): A AMEL será responsável por toda a gestão técnico-financeira e institucional do projeto, sem intermediação. A entidade conduzirá o planejamento geral, mobilização nos 16 municípios, gestão de equipe, acompanhamento pedagógico e supervisão dos processos de formação, criação e difusão, além da elaboração de relatórios e prestação de contas junto ao MinC. Principais Profissionais Envolvidos Ozéias de Araújo Coutinho – Coordenador Geral Presidente da AMEL. Atua há mais de 15 anos na articulação de projetos socioculturais e ambientais no Vale do Jari e Amapá. Responsável pela gestão executiva, articulação intermunicipal, coordenação geral e institucional do projeto. Veramoni de Araújo Coutinho – Supervisora Técnica e Formadora Doutoranda em Estudos Contemporâneos (Universidade de Coimbra), educadora popular e coordenadora de projetos culturais com reconhecimento nacional. Atua na orientação metodológica, supervisão pedagógica e acompanhamento das ações formativas e de acessibilidade do projeto. Raimunda Alves Araújo (Dinda) – Educadora Comunitária e Coordenadora Local Educadora, artista e referência na articulação cultural no Vale do Jari. Pós-graduada em Educação Ambiental e Sustentabilidade, com vasta experiência em projetos socioculturais e comunitários. Atua como articuladora local, responsável por oficinas, acompanhamento pedagógico e relações com comunidades e escolas. Saint Clair Leite – Educador de Artes Visuais e Mobilizador Cultural Artista visual, gestor cultural e especialista em escultura em argila, audiovisual e sustentabilidade. Vice-presidente da AMEL, atua com formação de jovens e coordenação técnica de oficinas. Também responde pelos registros e difusão audiovisual dos espetáculos. Bruna Roberto da Silva – Educadora Cultural e Contadora de Histórias Líder comunitária e idealizadora de projetos de contação de histórias com foco em infância, sustentabilidade e identidade amazônica. Atua como 2ª tesoureira da AMEL e coordenadora de atividades com crianças e jovens. Terá papel essencial na mediação artística e nas rodas de expressão cultural do projeto.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$199.867,50 em 20/02/2026.