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O projeto consiste no aperfeiçoamento e na manutenção da Orquestra Teatro Imperial, residente no Teatro Imperial em Petrópolis/RJ. O grupo é composto por 23 jovens músicos de baixa renda, sob a regência dos maestros Felipe Galdino e Raphael Muniz. A proposta prevê o aprimoramento técnico dos musicistas através de aulas e ensaios contínuos. A iniciativa resultará em apresentações gratuitas e a preços populares, visando a capacitação profissional, geração de empregos e a democratização do acesso à música erudita e brasileira.
A Orquestra Teatro Imperial apresenta um ciclo de concertos que celebra a riqueza da música brasileira e o intercâmbio com repertórios internacionais. Sob a regência dos maestros Felipe Galdino e Raphael Muniz, 23 jovens músicos de baixa renda executam peças que vão de Villa-Lobos a compositores populares, além de obras consagradas do cânone erudito mundial. O projeto oferece ao público uma experiência musical de alta qualidade, ao mesmo tempo em que revela o talento e a dedicação de uma nova geração de artistas formados em Petrópolis.
OBJETIVO GERAL: Consolidar a Orquestra Teatro Imperial como um corpo artístico estável e de referência em Petrópolis. O projeto busca proporcionar capacitação profissional, aprimoramento técnico e remuneração para 23 jovens músicos de baixa renda. A iniciativa visa democratizar o acesso à música orquestral na cidade. Adicionalmente, o projeto objetiva fomentar a economia criativa local e gerar oportunidades para grupos socialmente vulneráveis. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Fomentar a cadeia produtiva da música em Petrópolis com a criação de 25 vagas remuneradas para jovens instrumentistas e regentes, fortalecendo o cenário artístico local e valorizando os profissionais da cultura;- Realizar um ciclo de apresentações oficiais no Teatro Imperial com ingressos a preços populares;- Promover ensaios abertos e gratuitos ao público, tanto no Teatro Imperial quanto nos jardins do Museu Imperial;- Desenvolver a formação continuada dos 23 músicos com aulas semanais, abordando técnica instrumental, teoria musical e prática de conjunto;- Difundir o repertório de compositores brasileiros, valorizando a riqueza da nossa cultura musical;- Fomentar o intercâmbio com outras culturas, por meio da execução de repertórios eruditos e populares internacionais;- Oferecer atividades de formação de plateia, como a palestra com os maestros, para aproximar o público da música orquestral;- Realizar um programa de intercâmbio com outra orquestra para ampliar a vivência e o aprendizado dos músicos.
Petrópolis, cidade histórica, turística, de inegável vocação musical e berço de nomes como maestro Guerra Peixe e de instituições como os Canarinhos de Petrópolis e da centenária Escola de Música Santa Cecília, carrega o paradoxo de não possuir uma orquestra residente que simbolize e dê continuidade a essa herança. O projeto de Manutenção da Orquestra Teatro Imperial surge como uma iniciativa estruturante para preencher esta lacuna histórica, com o objetivo de consolidar um polo de excelência em música erudita e brasileira na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro.A viabilidade e a seriedade desta proposta são atestadas pelo histórico da Natureza Produções, que demonstra um profundo compromisso com o desenvolvimento cultural do território. A bem-sucedida revitalização e gestão do Teatro Imperial, um patrimônio histórico devolvido à vida cultural da cidade, a preservação da memória do audiovisual com o resgate das máquinas de projeção em 35mm, a criação de uma programação artística contínua e acessível, além de atividades culturais gratuitas, comprovam a capacidade técnica da proponente em transformar projetos em legados duradouros para a população.O principal diferencial e a maior potência social do projeto reside em sua composição. A Orquestra Teatro Imperial atua diretamente na democratização de oportunidades ao ser formada integralmente por 23 músicos talentosos, oriundos de projetos sociais e comunidades de baixa renda, incluindo jovens negros, mulheres e LGBTQIA+: grupos historicamente sub-representados em espaços de cultura erudita. A liderança artística do maestro petropolitano Felipe Galdino, um jovem e talentoso regente negro, reforça o compromisso com a representatividade e a criação de novas referências para a juventude.O projeto vai além da constituição de um grupo musical para se afirmar como um alicerce de desenvolvimento social e humano. Através de um espaço de aprimoramento constante, a iniciativa cultiva a sensibilidade artística e a consciência crítica. O resultado é o fortalecimento do senso de pertencimento e a formação de cidadãos autônomos, capazes de impactar positivamente suas comunidades. Nesse sentido, o fomento solicitado através da Lei 8.313/91 é fundamental para garantir a sustentabilidade da orquestra, alinhando-se plenamente aos seus objetivos ao "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (Art. 1º, I), "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (Art. 1º, II); "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais" (Art. 3º, V), "fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural" (Art. 3º VI); e "impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais" (Art. 3º, XII).É a primeira vez que Petrópolis poderá experimentar um projeto na área erudita dessa magnitude, com apresentações previstas nos jardins do Museu Imperial, um dos mais importantes e visitados museus históricos do Brasil, além de outras ações previstas no planejamento do projeto. Esta ação, que amplia o acesso à música de concerto e valoriza o patrimônio local, alinha-se diretamente aos objetivos da Lei 8.313/91 de "priorizar o produto cultural originário do País" (Art. 1º, IX) e de fomentar à produção cultural e artística" a partir do desenvolvimento da orquestra e aprimoramento de jovens músicos (Art. 3º, II). Dessa forma, acredita-se que Orquestra Teatro Imperial tem potencial para ser uma referência na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro e a principal da cidade imperial.
Orquestra: Composta por 23 músicos e 2 maestros regentes.Apresentações Oficiais: Ciclo de concertos com duração aproximada de 60 minutos cada, realizados no Teatro Imperial.Ensaios Abertos: Sessões de, ao menos, 7 ensaio com acesso gratuito, realizadas no Teatro Imperial e nos jardins do Museu Imperial, com duração variável.Palestra: Encontro com os maestros com duração de 60 minutos, seguido de debate com o público.Formação Continuada dos Músicos: Realização do Programa de Formação Continuada, com aulas semanais, ensaios orientados e avaliação pedagógica.Contrapartida Social (Aulas): 15 vagas para alunos da rede pública, com aulas semanais de 1 hora de duração, ao longo de 8 meses. Instrumentos e material didático incluídos; Curso de Acessibilidade Cultural Online com inscritos e com transmissão nas redes sociais aberta a todo o teleespectador.
O projeto atende integralmente às exigências de acessibilidade previstas na Lei Federal nº 13.146/2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, e na Lei 8.313/91. A proposta contempla um conjunto de medidas que garantem a inclusão em suas múltiplas dimensões, abrangendo os eixos físico, comunicacional, cromático e atitudinal.Para garantir o acesso físico, o Teatro Imperial está equipado com rampa de acesso direto à plateia, quatro poltronas Confort para pessoas obesas, seis espaços para cadeirantes com assentos para acompanhantes e banheiro adaptado com fraldário, devidamente sinalizados, de acordo com as normativas de acessibilidade. Adicionalmente, corrimãos estão instalados em pontos estratégicos para assegurar um deslocamento seguro a todos os frequentadores.A acessibilidade comunicacional também é um pilar da proposta. Toda a comunicação visual, tanto gráfica quanto digital, seguirá as diretrizes de acessibilidade cromática, com o uso de cores de alto contraste que facilitam a leitura para pessoas com baixa visão ou daltonismo. Além disso, utilizará o Símbolo Internacional de Acessibilidade para facilitar a identificação. O vídeo institucional do projeto exibido antes dos eventos contará com legendas e tradução em Libras.Além das estruturas físicas e de comunicação, o projeto investe na acessibilidade atitudinal. Toda a equipe de produção e de atendimento ao público passará por um treinamento específico focado no acolhimento de pessoas com deficiência, assegurando um tratamento respeitoso, digno e adequado a todos.
O projeto foi estruturado para garantir o mais amplo e irrestrito acesso da população às suas atividades, desdobrando-se em múltiplas frentes de atuação. A iniciativa promoverá a realização de ensaios abertos totalmente gratuitos no Teatro Imperial e nos jardins do Museu Imperial, oferecendo ao público a oportunidade de acompanhar o processo de criação e evolução artística da orquestra. Todas as apresentações oficiais terão ingressos a preços populares, assegurando que o valor não seja um impedimento para a fruição cultural.Como pilar de sua ação formativa e de democratização, o projeto realizará a distribuição gratuita de ingressos para instituições sociais, alunos e professores da rede pública de ensino, além de promover uma palestra socioeducativa com os maestros, aberta a toda a comunidade. O compromisso com a formação de base se aprofunda com a contrapartida social, que oferecerá aulas gratuitas de violino para 15 alunos de escolas públicas municipais.Para além das ações presenciais, o projeto ampliará seu alcance através da divulgação contínua de conteúdos sobre a orquestra, seu repertório e seus músicos nas redes sociais, alcançando um vasto público digital e consolidando sua presença no cenário cultural.
Paulo Lopez – Diretor Executivo Gestor Cultural, Curador Artístico, Publicitário e Radialista. Formado em Comunicação Social na habilitação de Publicidade e Propaganda (FACHA), pós-graduado em Cinema (UNESA) e MBA em Gestão Cultural (ABGC/UCAM). Iniciou sua carreira em rádio, no Rio de Janeiro em 1997, onde passou por diversas emissoras, entre elas: Rádio Cidade, Fluminense FM, Rádio Transamérica, Sistema Globo de Rádio, Rádio FM O Dia, Jovem Pan, SulAmérica Paradiso Fm e Mix FM, atuando no departamento de MKT e Programação. Fundou em 2010 a Natureza Produções, onde desenvolve projetos artísticos e promove a gestão de espaços culturais. Com mais de 20 anos de experiência no mercado de cultura, arte e entretenimento, foi Diretor do ‘Imperator – Centro Cultural João Nogueira’ por 8 anos, Gerente Artístico do ‘Teatro Riachuelo Rio’ , Teatro Prudential, Teatro Claro. Hoje é o atual diretor do Teatro Imperial, em Petrópolis - Rj, referência na cidade. Sabrina Korgut – Diretora Artística Atriz, cantora e bailarina, formada em Licenciatura Teatral pela UNIRIO. Tem especialização em Jazz e Tap Dance pela Starlight School of Dance. Ganhou o prêmio Musical.Rio de melhor atriz de musicais por Barnum, O Rei do Show e tem indicações ao Shell, APTR entre outros Tem mais de 40 espetáculos no currículos, destacando Elas Brilham, Barnum, Como eliminar seu chefe, As noviças rebeldes, Xanadu, As bruxas de Eastwick, Baby, Miss Saigon, Company, Lado a Lado com Sondheim, Curioso caso do cachorro morto, Meu amigo Charlie Brown além dos nacionais Opera do Malandro, Sassaricando, Beatles num céu de diamantes, Fascinante Gershwin, Para sempre Abba, Chão de Estrelas, Cauby Cauby, 4 faces do amor entre outros. Seus recentes trabalhos na TV foram PE NA COVA e 220VOLTS, além de algumas novelas. Na música trabalhou com Evandro Mesquita, Carlinhos Brown, Leo Jaime e tem seu show solo de canções italianas Femminile. Hoje é a coordenadora artística do Teatro Imperial e sócia da Natureza Produções.Felipe Galdino – Maestro / professor Petropolitano, iniciou seus estudos na música através do violino. Após entrar na orquestra da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) começou a estudar Contrabaixo Acústico, se tornando instrumentista neste grupo até iniciar seu curso de Bacharelado em Regência Orquestral na UFRJ. Atua como assistente do Maestro Celso Franzen na Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí (OCPIT) desde 2019. É maestro do Instituto Levando Música (desde 2018), no qual tem regido o Projeto Orquestra Petrópolis (POP) e a Orquestra da Escola Padre Quinha. E sempre que possível participa de Projetos na Universidade e em sua cidade, tais como grupos de Câmara e Orquestras de Integração, com o intuito de enriquecer cada vez mais sua prática e experiência na regência. Atualmente é o responsável pela Orquestra do Teatro Imperial. Raphael Muniz – Maestro / professor Raphael Muniz é arranjador, maestro e educador musical, com formação em Composição pela UFRJ, Licenciatura em Música pela Universidade Candido Mendes, Pedagogia pela UniCV e Mestrado em Educação pela Must University. Como arranjador, destacou-se com obras executadas pela Orquestra Maré do Amanhã em programas da Rede Globo como Fantástico, Jornal Nacional e Encontro com Fátima Bernardes. Seus arranjos também foram apresentados no Rock in Rio 2019 e em parcerias com artistas como Gilberto Gil, Elza Soares e Roberto Menescal. Atualmente, é maestro da Camerata da Escola Padre Quinha, onde coordena um projeto musical com mais de 200 crianças. Desde 2024, lidera a Orquestra Teatro Imperial ao lado do maestro Felipe Galdino.Lucas Sixel – Produtor Executivo Produtor, articulador cultural petropolitano, presidente da Associação Nação Hip Hop Petrópolis, que fomenta a cultura urbana na cidade desde 2013. Criador da Roda Cultural do CDC. Formado pela IATEC em Produção Executiva de Shows e Eventos, atuou em eventos como a Maratona da FM O Dia, shows das bandas Detonautas Rock Clube e Uns e Outros, Prêmio Anu da CUFA, Viradão Cultural em Bangu e Rock in Rio. Idealizador do projeto Roda Viva, com mais de 31 edições itinerantes. Trabalhou como produtor executivo de bandas e grupos locais no festival Rock The Mountain (2022/23) e produziu dois festivais em Petrópolis: o Festival de Cultura Urbana de Petrópolis e o documentário Hip Hop Serra - Resistência Cultural na Cidade. Foi responsável pela aprovação da PL nº 6471/2022, que declara a Cultura Hip Hop como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade de Petrópolis. Em 2017, recebeu uma Moção de Louvor da Secretaria de Estado de Cultura do RJ. Atualmente atua como produtor executivo do Teatro Imperial.Isabel Jimenez - Supervisão de Atividades e Eventos Isabel é costa-riquenha e faz parte da equipe da Natureza Produções. Participou ativamente na execução dos projetos de revitalização do Teatro Santa Cecília/Teatro Imperial, Cine Teatro Imperial, Plano Anual de Atividades e Manutenção do Teatro Imperial, show Fascinante Natal (Claro RJ/Teatro Imperial). Vitor Mattos – Coordenador de Comunicação Jornalista petropolitano com vasta experiência em mídia impressa, digital, televisiva e rádio. Pós graduando em Gestão Cultural e Indústria Criativa pela PUC-Rio, Bacharel em Comunicação Social pela UNESA (2020) e Técnico em Produção Audiovisual pelo C.E. Dom Pedro II (2013), iniciou sua trajetória na comunicação em 2010. Atuou como repórter, editor e apresentador em veículos renomados como InterTV e G1 - Afiliado a TV Globo, Jornal O Dia, SBT Rio, Band, UOL, Tribuna de Petrópolis e TV Petrópolis, onde também coordenou equipes e liderou projetos jornalísticos inovadores. Desenvolveu trabalhos em assessoria de imprensa e marketing digital, gerenciando estratégias de comunicação e conteúdo para empresas e ONGs. Premiado como melhor repórter de TV e apresentador de rádio, hoje é o Coordenador de Comunicação do Teatro Imperial, além de responder pela assessoria de imprensa da Caracol Chocolates.Ezio Guarany Philot – Fotógrafo Com 30 anos dedicados à fotografia focada na arte e expressão, uma vasta cartela de eventos e produções fotográficas nos campos de casamento, 15 anos, ensaios, books, moda onde conquistei ao longo de minha carreira 29 prêmios importantes, entre eles, o “Concurso Nacional de Fotografia” promovido pela Leica. É o fotógrafo oficial dos atuais projetos da Natureza Produções como o de revitalização do antigo Teatro Santa Cecília - Teatro Imperial, Cine Teatro Imperial e do Plano Anual de Atividades e Manutenção 2024/2025. Bianca Mendonça Vieira – Analista de redes sociais Petropolitana experiente na área de mídias sociais, com cinco anos de atuação no mercado. Fundadora de sua própria agência de criação, produção e edição de conteúdo, desenvolve trabalhos personalizados que atendem às necessidades específicas de seus clientes. Bianca Mendonça Vieira é uma profissional petropolitana experiente na área de mídias sociais, com uma trajetória consolidada ao longo de cinco anos de atuação no mercado. Fundadora de sua própria agência de criação, produção e edição de conteúdo, trabalhou na Sou Petrópolis, na gestão das redes sociais da Rua Teresa, o maior shopping a céu aberto do estado do Rio de Janeiro, durante dois anos. Atualmente trabalha no Grupo Tribuna (Imprensa e Rádio) e faz parte da equipe de comunicação do Teatro Imperial.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.