Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Viva a Praça Sete - 3ª Edição é a continuidade do Festival que veem ocupando com cultura e arte a Praça Sete, principal cruzamento do hipercentro de Belo Horizonte. Durante três (3) dias, 20 atividades artísticas serão realizadas, de forma gratuita.
Tendo em vista que a confirmação dos espetáculos somente acontecerá a partir do processo de curadoria, que será realizado na etapa de pré-produção, não é possível apresentarmos as sinopses neste momento. No caso de Festival - 6.7. No caso de proposta de Festivais de Música e Artes Cênicas: apresentar proposta curatorialdo festival e/ou proposta de programação.- A comissão julgadora será composta pelos produtores culturais Rafael Araujo, Fabrício Santos, Rhondineli Duque, Angela Martins e Sandra Campos, profissionais com olhares diversos e que já convivem com a realidade da Praça Sete.
Viva a Praça Sete Ed. 3 é um festival que ocupa com cultura e arte a Praça Sete, principal cruzamento do hipercentro de Belo Horizonte, símbolo de diversidade, movimento e história. Durante três dias, diversas atividades artísticas serão realizadas, de forma gratuita, no quarteirão em frente ao Cine Theatro Brasil, um dos edifícios mais icônicos da cidade, símbolo do estilo art déco, patrimônio histórico restaurado na última década. A proposta do Viva a Praça Sete é, por meio da arte, criar um fato midiático que convide cidadãos de todos os cantos de Belo Horizonte para o hipercentro da cidade, estimulando uma transformação na paisagem urbana. Um convite para viver e celebrar a praça mais diversa e plural da cidade, que chega na sua 3ª edição. A programação está dividida em três eixos: Eixo 1 - Palco Carijós Em um palco montado na Rua Carijós, serão apresentados, gratuitamente, espetáculos de teatro, circo, música instrumental e música cantada, entre 10h e 19h. Eixo 2 - Arte Urbana Vinte grupos e artistas de rua serão mapeados, selecionados e contratados para se apresentar em um segundo palco, 360 graus, estimulando a atenção e a interação do público. Eixo 3 - Intervenção Uma intervenção de artes visuais com luzes e laser será realizada no tradicional obelisco e em pontos estratégicos da Praça Sete de modo a chamar atenção do público para o patrimônio histórico da praça. A primeira e segunda edições do festival foram realizadas em 2023 e 2025 com enorme sucesso, reunindo mais de 40 mil pessoas e impactando milhões pelas redes sociais. A curadoria do festival será realizada por um comitê formado por Rafael Araujo (produtor cultural), Carolina Serdeira (produtora musical), Roger Deff (rapper), e Deisy Castro (produtora circence). Objetivo Geral Realizar 1 (uma) edição do Festival, com duração de 3 (três) dias e programação gratuita, na Praça Sete, principal símbolo do hipercentro de Belo Horizonte. Objetivos Específicos 1. Realizar 3 (três) espetáculos de teatro no palco2. Realizar 3 (três) shows com artistas locais no palco3. Realizar 3 (três) espetáculos circenses 4. Realizar 1 (um) concerto com orquestra e cantor convidado5. Realizar 20 (vinte) apresentações de artistas de rua, sendo 5 (cinco) de música, 5 (cinco) de circo, 5 (cinco) de dança e 5 (cinco) de teatro)6. Realizar 1 performance cenográfica na Praça Sete, com duração de 3 dias7. Registrar todas as apresentações em foto e vídeo
No projeto do que viria ser a futura capital mineira, há 127 anos, Aarão Reis projetou a Praça Sete para ser o coração de Belo Horizonte. Com o crescimento da cidade, a Praça Sete se consolidou como espaço relevante e que representa toda a diversidade social. Junto da praça estão edifícios históricos, como o Cine Theatro Brasil, construído na década de 1930, e o P7 Criativo, projetado por Oscar Niemeyer, além de mais de uma dezena de ícones do estilo art deco. O projeto Viva a Praça Sete tem escopo na necessidade de levar cultura e arte gratuitas para esse espaço que segue em vulnerabilidade social com iniciativas culturais positivas, formando público consumidor de cultura e qualificando sua ocupação. Além disso, a Praça Sete, como ponto turístico histórico e simbólico da cidade, possui todas as peculiaridades para a realização de um festival de cultura urbana. Esse tipo de evento é comum em grandes metrópoles do mundo, como Nova Iorque, Paris e Londres, e pode contribuir para a requalificação e revitalização do espaço público. Ao selecionar e dar espaço para a apresentação de artistas de diferentes linguagens artísticas, como música, circo, poesia urbana, dança e artes visuais, o festival Viva a Praça Sete tem o objetivo de fomentar a cultura popular e transformar a arte urbana em um atrativo turístico para Belo Horizonte. Ao mesmo tempo, a geração de conteúdo audiovisual para canais digitais pode contribuir para a promoção da cidade e atrair mais turistas interessados na arte e cultura local. Com isso, o projeto pode gerar mídia positiva para Belo Horizonte e contribuir para a requalificação do hipercentro, tornando-o um espaço mais seguro, atrativo e culturalmente diverso. Por fim, a realização do festival pode criar uma curadoria capaz de ser replicada em outras iniciativas culturais, contribuindo para a valorização e reconhecimento dos artistas de rua da cidade. Dessa forma, o projeto Viva a Praça Sete impactará de forma positiva a cena cultural e turística de Belo Horizonte. Referente ao Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento das finalidades do Art. 1º, o projeto se enquadra no Inciso II - alínea "c" e "e"; e no Inciso IV - alínea "a" do Art. 3º, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
- Declaramos, para os devidos fins, que obteremos autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto, conforme determina a legislação vigente. - Declaramos para os devidos fins que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente para os eventos realizados em espaços públicos, conforme legislação vigente. - O projeto contará com mídia espontânea nos veículos de comunicação (programas voltados a entretenimento, rádios, cadernos culturais, sites especializados) e, além disso, o proponente possui uma lista de endereços eletrônicos para divulgação ao público especializado. - A planilha orçamentária proposta para o projeto prevê verba para contratação de um eficiente plano de divulgação a fim de garantir a visibilidade e repercussão do projeto e atrair o maior número possível de espectadores para suas edições.
Não se aplica
Visando promover a inclusão de pessoas com necessidades especiais ao projeto, e em atendimento à Lei 13.146/15, Art. 42, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º: NA DIVULGAÇÃO · Linguagem simples e direta, letras aumentadas, serviços e gratuidade em destaque. · Na distribuição e mailing, inclusão de associações de pessoas com necessidades especiais, com convites de fomento à participação NO FESTIVAL (o projeto é um Festival e os demais produtos lançados são para acomodar os cachês das atrações deste festival, que ocorre em 3 dias, na Praça Sete, centor de BH) · Escolha de logradouro público de grande circulação e fácil acesso. · Espaço dos eventos adaptados com rampas e sinalização adequados. · Sanitários para pessoas com deficiência. · Espaços delimitados na plateia para cadeirantes. · Espaços delimitados na plateia para idosos. · Tradução de libras durante todo o evento. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: - Caso não haja calçadas em desnível, instalação de rampas de acesso a cadeirantes; - Instalação de banheiros químicos adaptados para pessoas com deficiência; - Instalação de área reservada, em frente ao palco, com cadeiras e espaço para cadeirantes; - Contratação de monitores de público para atendimento e suporte, devidamente preparados para atendimento ao público; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Oferta de serviço de audiodescrição - em espaço delimitado, com guia e atendimento direto aos usuários que necessitam deste serviço; - Cartaz com a programação em braile - Instalação de área reservada, em frente ao palco, com cadeiras especiais - Contratação de monitores de público para atendimento e suporte, devidamente preparados para atendimento ao público; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Tradução de todas as atividades em libras, com presença de intérpretes ao vivo; - Criação de post digital exclusivo em libras para divulgação junto à comunidade de deficientes auditivos; - Contratação de monitores de público para atendimento e suporte, devidamente preparados para atendimento ao público; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: - Instalação de área reservada, em frente ao palco, com cadeiras e espaço dedicado a deficientes intelectuais; - Contratação de monitores de público para atendimento e suporte, devidamente preparados para atendimento ao público; As rubricas para atendimento das acessibilidades oferecidas estão considerados nos Custos de: Acessibilidade e divulgação acessível para Audiodescrição e Intérprete de Libras; Banheiro químico (valor incluindo no valor destinado à rubrica); Monitores (valor incluindo no valor destinado à rubrica).
Todas as atividades terão acesso gratuito e irrestrito ao público, na praça de maior movimento de Belo Horizonte. Em consonância com a “Seção II - Das Medidas de Democratização de Acesso” do Decreto nº 11.453/2023, a democratização do acesso aos bens e serviços culturais deste Projeto, fomentado pelo mecanismo de incentivo fiscal, se dará com a gratuidade de todas as ações para o público. Para atender o Art.47, como forma de ampliação do acesso, propomos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); - Ampliação do acesso em 100%, uma vez que as ações do projeto são inteiramente gratuitas. VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; - No festival a programação diurna de artes cênicas (Circo, teatro, contadores de história e Brincantes) são voltadas ao público infantil. No caso de Festival: 6. CONTEÚDOS OBRIGATÓRIOS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM FESTIVAIS COMPETITIVOS OU NÃO | 6.1. Beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; Considerando que a Praça Sete é o coração de Belo Horizonte, símbolo da diversidade, serão beneficiados pelo projeto adultos, idosos, jovens e crianças, de todas as classes sociais, oriundos de todas as regiões de Belo Horizonte, bem como municípios da Região Metropolitana. A seleção de artistas será feita a partir de imersão dos curadores no hipercentro de Belo Horizonte, por uma semana, para mapear os artistas de rua em atividade em um raio de 500 metros da Praça Sete. A seguir, seleção dos artistas e abordagem individual junto aos mesmos. No caso dos artistas do palco, serão selecionados e convidados artistas e grupos locais e de expressão nacional de modo a trazer um retrato diverso da presença cultural na música, circo e artes cênicas.
ÁRVORE DE COMUNICAÇÃO (Proponente) – O proponente será o responsável pela coordenação geral do projeto, gestão do processo decisório, incluindo atividades técnico-financeiras. Funções do Proponente: GESTÃO E COORDENAÇÃO GERAL | COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO | COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO | ASSESSORIA DE IMPRENSA CURRÍCULO ÁRVORE DE COMUNICAÇÃO PRODUÇÕES PROPONENTELaboratório de Comunicação e produção de projetos culturais e de mobilização social. Foi criada em 2001 como Registro Geral Produções e Eventos, migrando para Árvore de Comunicação em 2008.Atualmente, conta com cerca de 35 profissionais das áreas de comunicação, produção e gestão. Em 2023, 2024 e 2025, foi eleita a melhor agência de comunicação corporativa do Sudeste (Top Mega Brasil). Criada em 2001, a Árvore de Comunicação e Produções tem a missão de promover e desenvolver ideias nas áreas de cultura, educação e turismo, sempre utilizando a comunicação como ferramenta de promoção e mobilização social. Desde 2008, atua diretamente na estratégia e execução da comunicação de diversas organizações e mais de 300eventos de natureza cultural. Destaque parao CIne Theatro BRasil, Circuito Cultural Praça da Liberdade, Fundação Clóvis Salgado, Casa Fiat de Cultura, Centro Cultural Banco do Brasil, Virada Cultural de Belo Horizonte, Festival Internacional Palco e Rua de Belo Horizonte (FIT), Conexão Vivo e Sempre Um Papo.Há mais de 15 anos, é proponente dos seguintes projetos culturais:Entre 2010 e 2012, foi proponente e realizou três edições do Festival "Julho no Vale do Piranga", viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Entre 2016 e 2025, foi proponente e realizou mais de 35 edições do Festival "Meu Vizinho Pardini", viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Entre 2018 e 2019, foi proponente e realizou três edições do Festival "Oba, é Feriado", viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo a Cultura.Em 2023 e 2025, foi proponente e realizou quatro edições do Festival "Pra Geral", viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo a Cultura.Em 2023 e 2025, foi proponente e realizou duas edições do Festival "Viva a Praça Sete", viabilizado por meio da Leis Estadua e Federal de Incentivo à Cultura.Em 2025, foi proponente e realizou seis edições do Projeto “Picnic na Praça” , viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.É proponente também dos projetos: É Tempo de Clássicos, Primavera na Praça, Outono na Praça, Cine à Tardinha e Florir o Cerrado. CURRÍCULO DIRETOR DA EMPRESA PROPONENTE: RAFAEL ARAÚJO Jornalista, pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral. Diretor Executivo da Árvore de Comunicação, empresa de comunicação empresarial e relacionamento institucional. Dentre os clientes já atendidos estão SESI/FIEMG, Prefeitura de Belo Horizonte, Governo de Minas, Fundação Clóvis Salgado, Circuito Cultural Praça da Liberdade, UniBH e Hermes Pardini, além de dezenas de eventos culturais em Minas Gerais. De 2003 a 2009, foi Coordenador de Comunicação e Novas Mídias e apresentador do “Sempre Um Papo”, um dos maiores projetos de incentivo à leitura do país, com atuação em nove estados brasileiros. Realizou trabalhos de planejamento, assessoria de imprensa, elaboração de projetos para leis de incentivo e relacionamento com patrocinadores. Também foi produtor executivo do projeto social “Biblioteca Sempre Um Papo”, de um programa semanal de literatura em rede nacional (TV Câmara) e de Séries de DVDs educativos para escolas públicas. Por meio de um programa de intercâmbio cultural, trabalhou por três meses na Universal Studios Flórida, segundo maior parque temático do mundo, em busca de conhecimentos sobre produção, organização empresarial e fluência no idioma local. Entre 2002 e 2003, fez parte das equipes de comunicação e marketing das empresas de um dos maiores grupos de educação privada do país. Participou da produção de eventos, do relacionamento com agências de publicidade, desenvolveu projetos de comunicação interna e reportagens para os sites do colégio e faculdade Pitágoras JANAÍNA MAGALHÃES COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO Jornalista, graduada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (2005); pós-graduada em Gestão de Políticas Públicas pela Fundação João Pinheiro (2010). Atua, há 10 anos, com Comunicação e Relacionamento com Comunidade, como funcionaria da AngloGold Ashanti, maior mineradora de ouro do Brasil, além da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais, Belo Horizonte Convention e Visitours Bureau e na Representação Regional do Ministério da Cultura em Minas Gerais. Os demais profissionais serão selecionados após aprovação e captação do projeto, conforme experiência e habilidades exigidas para as funções.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.