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O projeto Queremos! Festival prevê a realização de um festival musical composto por quatro dias de shows, com maioria dedicada à música regional brasileira, e um dia de seminário com palestras e debates sobre a indústria da música. Após os eventos, será realizada uma pesquisa sobre a cena musical do Rio de Janeiro, mapeando seus atores e impactos na economia criativa. Como contrapartida social, o projeto promoverá ensaios abertos voltados a estudantes de escolas públicas e seus professores.
Festival:O Queremos! Festival é uma celebração da música ao vivo no Rio de Janeiro, consolidado como plataforma cultural que valoriza diversidade, pluralidade de gêneros musicais e inclusão social. Com curadoria que combina grandes nomes e talentos emergentes, o festival ocupa espaços emblemáticos da cidade, promove equidade de gênero em seus palcos e garante acessibilidade para diversos públicos, atraindo milhares de espectadores e fortalecendo o Rio como polo cultural e turístico.Pesquisa:O projeto inclui ainda a realização de uma pesquisa inédita sobre a indústria musical do Rio de Janeiro, identificando seus atores, a cadeia de valor envolvida e o impacto econômico e social do setor na cidade. Este levantamento permitirá compreender a dimensão real das atividades musicais, contribuindo para o desenvolvimento do ecossistema musical local, fortalecendo a economia criativa, promovendo ocupação democrática do território urbano e transformando a música em um ativo estratégico para a identidade cultural e o soft power do Rio de Janeiro.A pesquisa será disponibilizada online gratuitamente e pretende atingir 50 mil beneficiários.Seminário:Durante o festival, será realizado um seminário com o tema “O que falta para o Rio ser a capital da Indústria da Música?”, reunindo especialistas e representantes de diferentes setores ligados à música, cultura e economia criativa. O objetivo é provocar reflexão e estimular ações que potencializem o papel da música como ferramenta de desenvolvimento econômico, social e cultural, mapeando atividades, desafios e oportunidades para consolidar o Rio como uma verdadeira Cidade da Música.TEMA PRINCIPAL: O QUE FALTA PARA O RIO SER A CAPITAL DA INDÚSTRIA DA MÚSICAMesa de Debate 1: Rio, Cidade da Música? O que falta para sermos a capital da Indústria MusicalMesa de Debate 2: Música na Construção Estratégica de Identidade e Marca do Rio de Janeiro Mesa de Debate 3: Música, Rio e Construção de Valor(es) Mesa de Debate 4 : A Música que Inova, Renova e Gera Oportunidades para o Rio Pré Curadoria - alguns nomes : ( sujeito a alteração)- Luciana Adão Especialista em Inovação Cultural, com experiência em formulação de políticas culturais, gestão e desenvolvimento de programas de fomento. Mestra em Economia e Política da Cultura e Indústrias Criativas (UFRGS/Itaú Cultural), coordena a área de Cultura do Oi Futuro e pesquisa temas como equidade de gênero, festivais, territórios criativos e inovação na indústria musical.- Alessandra Baiocchi (PUC-RJ)Alessandra Baiocchi é professora e pesquisadora da PUC-Rio, com trajetória voltada para a cultura, comunicação e economia criativa. Atua no desenvolvimento acadêmico e na articulação entre universidade, mercado e sociedade, contribuindo para a formação de novos profissionais e para o fortalecimento das iniciativas culturais e criativas no país.- Julia Zardo (Firjan)Julia Zardo é especialista em economia criativa e inovação, atuando como gerente de Ambientes de Inovação da Firjan. Com trajetória dedicada ao fomento do setor cultural e criativo no Rio de Janeiro, lidera projetos que conectam empresas, empreendedores e políticas públicas, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura e ampliando o impacto da indústria criativa na economia.- Babi BonoJornalista, estrategista e especialista em Marketing Digital, Brand Entertainment e Creator Economy. Fundadora da Lemme Content e do Conecta Cria, atua conectando criatividade, inovação e impacto. Foi Head de Conteúdo e Criação do Rock in Rio, Artplan e Fiat Chrysler, CSO da Digital Favela, Conselheira da Vidcon Br e vice-presidente do comitê de Social Media do IAB. É co-fundadora do @InternetDasPessoas, da Orquestra Voadora e comunicadora do Bloco Fogo e Paixão.- Michelly MuriLabel Manager na Altafonte e curadora artística do Festival Feira Preta, com mais de 20 anos de experiência em programação e gestão cultural. Atuou na Fundição Progresso (2003-2011) e foi Coordenadora Artística da Casa Natura Musical (2016-2022). Educadora no projeto “Sementes” e vencedora do prêmio Profissional do Ano no WME Awards 2024.- Geisa LinoGestora e ativadora cultural, diretora da Redes da Maré e do Festival WOW – Women of the World no Brasil. Criadora de projetos como AMARÉFUNK e Coletivo Maré, coordenou a ocupação do Pontilhão Cultural, vencedora do Prêmio DBUA 2013. Em 2024, integrou pelo segundo ano a Academia do Prêmio Multishow e, em 2025, passa a compor o conselho do Queremos!.- Maria Jucá (Circo Voador)Maria Juçá é jornalista, produtora cultural e diretora do Circo Voador desde 1991, onde se tornou figura central na consolidação do espaço como ícone da música e da cultura brasileira. Liderou a reabertura do Circo na Lapa em 2004, após seu fechamento nos anos 1990, e segue à frente da gestão independente que impulsiona artistas, fomenta diversidade cultural e mantém viva uma das casas de shows mais importantes do país.
Objetivo GeralO projeto Queremos! Festival tem como objetivo realizar 5 dias de festival, sendo 4 de shows e um dia de seminário, além de uma pesquisa, de forma a difundir a produção musical brasileira, com ênfase na música regional, promovendo também o intercâmbio artístico por meio da participação de artistas internacionais. A proposta busca garantir uma curadoria plural, pautada na equidade de gênero e de raça, assegurar condições de acessibilidade ao público, e desenvolver ações de impacto social e ambiental que fortaleçam a cadeia produtiva da música e ampliem o acesso à cultura.Objetivos específicos:Festival: Estruturar e realizar o evento em 4 dias, distribuído por 4 espaços diferentes, com diversas ações culturais.Apresentações musicais: Promover 14 shows durante 4 dias de festival, priorizando artistas regionais.Seminário: Realizar 1 dia de seminário com 4 mesas de debate sobre temas relacionados à música e à indústria cultural.Pesquisa: Desenvolver mapeamento da indústria musical do Rio de Janeiro, identificando atores, oportunidades e desafios, e disponibilizar online gratuitamente.Contrapartida social: Oferecer dois ensaios abertos para estudantes de escolas públicas e seus professores, promovendo acesso à música e formação cultural.
Há 15 anos, o Queremos atua como um agente estruturante da indústria musical no Brasil. Mais do que um realizador de eventos, o projeto é um catalisador de encontros artísticos, negócios e experiências culturais que fortalecem toda a cadeia produtiva do setor. Ao longo de sua trajetória, já foram realizados mais de 300 shows de artistas de diferentes regiões do país, sempre com curadoria atenta à pluralidade e à relevância artística.Com seis edições do Queremos! Festival, o evento consolidou-se como um marco no calendário cultural brasileiro, reunindo grandes nomes e talentos emergentes, além de promover debates, palestras e espaços de troca que dão voz a empreendedores, produtores e artistas. O festival tem foco especial no mercado musical do Rio de Janeiro, mas seu alcance e influência ultrapassam as fronteiras da cidade. Premissas como a ocupação de espaços emblemáticos, a promoção da equidade de gênero, a diversidade de gêneros musicais e a garantia de acessibilidade reforçam o compromisso do festival com a cultura como bem coletivo.O Queremos também se destaca pelo impacto social e ambiental: mais de 4 mil árvores plantadas para compensação de carbono, mais de 5 mil ingressos doados por meio do programa de acesso à cultura, cerca de 50 mil refeições oferecidas a pessoas em situação de rua em parceria com a Gastromotiva e a geração de mais de mil empregos diretos por ano. Combinando curadoria de excelência, compromisso com a diversidade e ações de impacto positivo, o Queremos segue consolidando seu papel como um dos principais agentes de fomento à música e à cultura no Brasil.A utilização de recursos públicos é fundamental para viabilizar a estrutura completa do festival, garantir a acessibilidade e diversidade de público, remunerar os artistas e profissionais envolvidos e executar ações de impacto social e ambiental, ampliando o alcance cultural e educacional do projeto.Com relação aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Os objetivos alcançados conforme Art. 3º da Lei 8313/91, são:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
1) Passagens Aereas: Uma vez que não é possivel definir a curadoria final, o valor alocado no orçamento foi uma media de mercado para as passagens, com estimativa de quantidade baseada nas outras edições e premissas de pré curadoria.2) Plano de Distribuição: O publico beneficairios do Produto Festival e do Produto apresentação musical é o mesmo, pois o produto Festival é a estrutura do produto apresentações musicais, conforme orientado pelo manual. O Festival consta como comercialização zerada, mas não é , o detalhamento de comercialização está no produto apresentações musicais de forma a não duplicar a receita do projeto.
Programação Prévia - sujeita a alteração:Dia 1: Seminário - Debates: 1. Rio, Cidade da Música? O que falta para sermos a capital da Indústria MusicalUma visão estratégica da Música do Rio pode aproveitar todo seu potencial para revolucionar essa Indústria, com benefícios diretos e indiretos para diversos setores da economia. Barcelona, Montreal, Londres e outras grandes cidades se beneficiam de sua forte ligação com a Música. O Rio é feito de Música, mas não VIVE de Música - ao menos não como poderia. Com dados, infraestrutura e parcerias estratégicas, surgem novas oportunidades de negócios e incrementos de receita para a Cidade. Quanto mais acuradas as informações de nossa Indústria Musical, maior será seu real impacto sobre a Economia da Cidade. A Música é capaz de transformar profundamente o Rio de Janeiro. Mas como fazer isso sem ter uma real dimensão da nossa atividade musical? Como transformar esta atividade musical em vetor de desenvolvimento territorial e econômico?2. Música na Construção Estratégica de Identidade e Marca do Rio de Janeiro Tanto internamente como para o mundo, o Rio de Janeiro sempre teve muito a comunicar sobre sua Música. A atividade musical que movimenta nossos territórios também é um atrativo poderoso para visitantes. Praticamos naturalmente uma Diplomacia Cultural que é muito valiosa para qualquer país. Um “soft power” que pode amplificar o alcance de toda essa Musicalidade, estimular o surgimento de novos espaços e cenas culturais e promover o intercâmbio entre experiências. Qual é a importância de fortalecer o ecossistema da música do Rio de Janeiro? Que benefícios isso traz para a imagem da Cidade?3. Música, Rio e Construção de Valor(es)No Rio, a inovação surge “de baixo para cima”. A rua cria e populariza o que mais tarde vira tendência e sucesso nos grandes festivais. Mesmo que muitas vezes longe das melhores condições, a Música não para nunca nas festas, pequenas casas de shows, clubes e quadras da Cidade. Existe uma construção permanente de valor na relação entre uma Cidade e a atividade musical que nela se desenvolve. No Rio, esta relação pode ser muito mais poderosa, com a Cidade fornecendo História, memória, infraestrutura e cenário para a Música, e a Música retornando Arte, fluxo de visitantes, renda, empregos e promoção para a Cidade. Questão fundamental: Como potencializar o valor das múltiplas vozes musicais que constroem a identidade do Rio, em parcerias estratégicas com o Mercado e o Poder Público?4. A Música que Inova, Renova e Gera Oportunidades para o RioHistoricamente, a Música do Rio sempre “furou bolhas” e influenciou a indústria a partir de movimentos orgânicos e inovadores que surgem em comunidades muitas vezes invisibilizadas, mas onde atuam laboratórios fervilhantes de experimentação e realização em produção cultural, no fomento de novos talentos e cenas e na geração de trabalho, renda e oportunidades. Os fenômenos de digitalização e plataformização facilitaram a produção e consumo da música, mas ainda há um potencial imenso que deve ser estimulado. Este painel discute como novas vozes, novas tecnologias e saberes ancestrais, conectados às necessidades do mundo atual, contribuem para trazer equidade e mais oportunidades para todas e todos. Uma ocupação da cidade de acordo com o desejo de quem vive nela.Dia 2: 3 Shows1 Jadsa (música afro brasileira) - Regional2 DJ Tamy (música afro brasileira) Regional3 FKJ (internacional)Dia 3: 3 Shows4 Don L (Hip Hop) - Regional5 Escola de Mistérios (música eletrônica afro-brasileira.) - Regional6 Glass Beans (internacional)Dia 4: 6 Shows7 Stefanie, FBC (Funk) - Regional8 Papatinho(Funk Carioca) - Regional9 Greentea Peng (internacional)10 Aisha e Amina (música afro brasileira) - Regional11 Batekoo (música afro brasileira) - Regional12 Furacão 2000 (Funk Carioca) - RegionalDia 5: 2 shows13 Estado de Espírito (música instrumental e regional brasileira - Bahia, Pará e Pernambuco) - Regional14 Orkestra Rumpilezz (música instrumental afro brasileira) – RegionalTotal de Shows 14:Total de Shows Música Regional: 11
PRODUTO CULTURAL: FESTIVAL/APRESENTAÇÃO MUSICAL/ SEMINÁRIOa. Acessibilidade física (Arquitetônica):O “Queremos Festival" será realizado em locais que atendam às normas de acessibilidade, garantindo a circulação segura e autônoma de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. Serão adotadas as seguintes medidas:- Vagas de estacionamento reservadas para idosos e pessoas com deficiência;- Banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e/ou elevadores para facilitar a locomoção;- Disponibilização de cadeira de rodas ou cadeira motorizada para deslocamentos internos no Festivalb. Acessibilidade comunicacional e de conteúdo:Serão implementadas medidas para garantir a participação plena de pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual e psicossocial, bem como do público autista:Para pessoas com deficiência visual:- Audiodescrição: narração dos acontecimentos no palco para pessoas com deficiência visual ou com baixa visão;- Planos ou vídeos ou mapas táteis ou maquetes com a descrição de seus espaços;Para pessoas com deficiência auditiva:- Libras (Língua Brasileira de Sinais): intérpretes em tempo real nos shows para pessoas com deficiência auditiva;Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:- Monitoria especializada inclusiva: equipe capacitada para auxiliar pessoas com deficiência, incluindo autistas e pessoas com deficiência intelectual ou psicossocial;- Abafadores de ruído: disponíveis para pessoas com hipersensibilidade auditiva.- Disponibilização de óculos escuros para diminuir a exposição à luz para pessoas com TEA;Acessibilidade na comunicação e divulgação:Todas as informações sobre o festival serão divulgadas em formatos acessíveis, garantindo ampla comunicação das ações de acessibilidade. Serão adotadas as seguintes medidas:- Materiais de divulgação acessíveis: conteúdos disponibilizados em texto alternativo, Libras e formatos de leitura fácil;- Informações claras sobre acessibilidade: divulgação de todas as medidas adotadas para garantir o acesso ao evento.
PRODUTO: FESTIVAL/ APRESENTAÇÃO MUSICALDemocratização de acesso conforme IN 23/2025:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais).V – 50% comercializados em valores a critério do proponente, com preço médio do ingresso limitado a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais), conforme plano de distribuição.PRODUTO: SEMINÁRIO/ PESQUISAO Seminário e a Pesquisa serão gratuitos.PRODUTO: Contrapartida socialEm cumprimento ao Artigo 49, inciso II da Instrução Normativa Nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, adotaremos a seguinte medida:Serão realizados dois ensaios abertos para no mínimo 500 alunos e professores de escolas públicas de ensino. AMPLICAÇÃO DE ACESSOConforme Art. 47 da IN 23/2025, em complemento às medidas de democratização de acesso:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Será disponibilizado, na internet, registros audiovisuais do festival, acompanhado com libras e audiodescrição; e/ou contratação de estagiário.
Queremos: Coordenação Geral – Remuneração do proponente dentro de custos administrativosFELIPE CONTINENTINO FREIRE, Diretor Geral Profissional multidisciplinar com mais de 20 anos de experiência e habilidades em diversas áreas do entretenimento e do empreendedorismo como criação e desenvolvimento de novos negócios, marketing e campanhas, gerenciamento de projetos físicos e digitais, logística e realização de eventos. Trajetória sólida em diversas áreas do entretenimento ao vivo e digital, da criação de projetos até sua viabilidade, parcerias estratégicas e realização. Áreas de expertise incluem: Produção de eventos, Estratégia de negócios, planejamento, comunicação corporativa, empreendedorismo, marketing e marketing digital, operações e logística, apresentação em público, gestão e direção artística. Co-Fundador do Queremos!, produtora de shows com mais de 457 shows produzidos e 3 edições do Queremos! Festival Diretor Artístico e roteirista dos eventos TedxRio (2010), TedXRio+20 (2012), Ted Global Rio de Janeiro (2014) e para Casa do Qatar (2014) durante as Olimpíadas do Rio. Desenvolvimento e direção de programas de tv fechada para os canais Multishow e GNT através das produtoras como Conspiração Filmes.PEDRO GRABOWSKY SEILER, CuradorProdutor cultural, sócio fundador da produtora e plataforma digital Queremos! . Trabalhou na gravadora Biscoito Fino por 6 anos, fez a produção de turnês nacionais de diversos artistas como Maria Bethânia, Simone e Zélia Duncan, além do projeto Chico Bastidores de Chico Buarque. Faz Curadoria e a Direção Musical para diversos eventos e festivais como, Invasão Paraense, Invasão Baiana , Sai da Rede, Rio Occupation (Londres), Open Air, Rider Weekends e do programa Experimente (Multishow). Fez parte do Super Juri do Prêmio Multishow e da Academia do Grammy. Co-Fundador do Queremos!, produtora de shows com mais de 457 shows produzidos e 3 edições do Queremos! Festival. Profissional com experiência nas áreas de Cultura e de Entretenimento. Destaque para o perfil de curadoria e empreendedorismo. Curadoria, direção artística, idealização e produção do projeto Sai da Rede no CCBB (2011 a 2017). Curadoria, direção artística, idealização e produção do projeto Invasão Paraense no CCBB (2012) e Invasão Baiana no CCBB (2014), Curadoria e direção artística do projeto Open Air (2008 a 2014), Curadoria e direção artística do projeto EXPERIMENTE do MULTISHOW (2010 a 2022), Coordenação de produção de turnês nacionais de Simone, Simone e Zelia Duncan e Maria Bethânia (2008 e 2009).RENATA LEITE: Coordenação de Leis de Incentivo e prestação de contasRenata Leite é formada em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão Cultural, com ampla experiência em leis de incentivo, editais e produção cultural. Atuou em projetos de destaque, como os filmes Bernardes, Elis e Tom – Só Tinha de Ser com Você e Os Afro-sambas: o Brasil de Vinciius e Baden. Desde 2012 intega a equipe da FLUP – Festa Literária das Periferias. Também esteve à frente da gestão de projetos como A Invenção do Amor e Josephine Baker. Assinou a captação, direção de produção e gestão da mostra 100 Anos de Vinicius de Moraes na Biblioteca Parque Estadual. Em 2012, foi responsável pela gestão financeira e pelas leis de incentivo na gravação do DVD de Gilberto Gil no CCMR, e, em 2011, atuou na captação e gestão financeira do espetáculo Tim Maia: Vale Tudo.FLAVIA JORGE, Diretora artísticaGerente de Produção de Shows, Festivais e Mega Eventos| Prod. Executiva| Artística| Logística| Operações| Esportes| Hospitalidade| TV| Corporativos| Tour & Stage Management| Artist Relations| Entertainment Professional.25 anos de atuação no segmento de entretenimento - shows e eventos esportivos e culturais. Planejamento, Produção, Logística e Operações de festivais, shows, eventos esportivos e corporativos, gravações de TV e transmissões ao vivo. Gerenciamento de produção de artistas e atletas, Gerente local de turnê, Gerente de instalação| Palco, Hospitalidade|VIPs e Intérprete. Experiencias mais recentes / relevantes: Gerente de produção artistica e logistica / Artist Relations, Queremos! 2025, Bonustrack - 2022 a 25, Todo Mundo no Rio - Lady Gaga@Copacabana 25, Turnê Paul McCartney Brazil 23/24, The Celebration Tour in Rio Madonna@Copacabana 24 e Turnê Roger Waters Brazil 23.EDUARDO CUNHA, Produtor técnicoCom formação técnica no Instituto ORT do Brasil no Rio de Janeiro, Eduardo M C da Cunha é um diretor técnico com mais de 20 anos de experiência em shows, festivais e eventos. Sempre interessado no bom andamento das pré -produções, atento às necessidades do grupo e com grande senso de liderança, munido de parceria e humanidade, sua atitude é guiada por prudência e segurança.Atualmente, atua como diretor técnico na estrada com os artistas Lulu Santos, Iza, Marcelo Falcão e BK. Também tem cumprido a agenda de shows e eventos da produtora Queremos! Por 10 anos incluindo o Queremos! Festival, Novo Traço e da Farmasi Arena.CARINA FONSECA, Coordenação de ComunicaçãoCarina Lima é estrategista de marca e redatora, nascida no Rio de Janeiro e baseada em Lisboa. Com 10 anos de experiência no mercado criativo, passou por agências, estúdios e projetos independentes, atuando na interseção entre branding, narrativa e comunicação estratégica. Atualmente, lidera as frentes de branding e conteúdo no Queremos!.Ao longo da carreira, colaborou com marcas como Rádio Globo, Fairmont Hotels, Tidewind, Rider, Bombay Sapphire, Escola Eleva, Cultura Inglesa e InfinitePay, desenvolvendo projetos que vão de naming e identidade verbal a roteiros de vídeo, planejamento de conteúdo, posicionamento de marca, apresentações institucionais e coordenação de comunicação multiplataforma. É formada em Comunicação Social pela FACHA, com especialização em Branded Content & Storytelling pela Miami Ad School e pós-graduação em Digital Experience Design pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.