Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A Bienal Sonora integra-se à Bienal de Arquitetura Brasileira 2026, no Parque Ibirapuera, com uma programação musical diversificada. Serão realizadas 42 apresentações — 30 em dias de semana, 12 nos finais de semana e a abertura especial com a Orquestra Filarmônica Bachiana, sob regência do Maestro João Carlos Martins. O projeto promove o diálogo entre música e arquitetura, oferecendo experiências culturais acessíveis, inclusivas e inovadoras ao público.
Produtos Culturais – Resumo1. Concerto de Abertura Grande apresentação da Orquestra Filarmônica Bachiana, sob regência do Maestro João Carlos Martins, unindo repertório clássico e popular. Classificação etária: livre.2. Programação Musical ContínuaQuarteto de Cordas: repertório mesclando erudito e popular.Quarteto de Sopros: ênfase em tradição e brasilidade.Trio de Jazz: improviso, sofisticação e atmosfera cosmopolita.Duetos: formações piano & violino, piano & flauta.Música Instrumental Brasileira: grupos que representam a diversidade da produção nacional.Orquestra Bachiana Sênior: quatro apresentações especiais, integrando músicos veteranos e jovens solistas. Classificação etária: livre.3. Concerto-Tributo a Oscar Niemeyer Espetáculo temático “Das curvas da arquitetura às curvas da música – Da raiz ao requinte”, com repertório que dialoga com a obra de Niemeyer. Possibilidade de projeções visuais das obras arquitetônicas. Classificação etária: livre.4. Concerto Especial Star Wars Apresentação da trilha sonora da saga, executada ao vivo por orquestra, aproximando novos públicos da música sinfônica. Classificação etária: livre.5. Oficinas “Arquitetura Sonora” Atividades educativas mostrando a relação entre a construção de instrumentos musicais e a arquitetura, com experimentos sonoros e maquetes inspiradas em Niemeyer e Lina Bo Bardi. Público-alvo: estudantes.6. Workshops de Arquitetura Brasileira Oficinas que exploram as curvas, linhas e volumes da arquitetura nacional, relacionando formas arquitetônicas a ritmos musicais. Público-alvo: jovens, comunidade escolar.7. Concertos Educativos “Da Raiz ao Requinte” Apresentações didáticas em escolas e comunidades, conectando música e arquitetura com explicações acessíveis. Classificação etária: livre.8. Mentoria Intergeracional Integração entre músicos seniores da Bachiana Sênior e jovens estudantes, valorizando a troca de saberes e a formação de novos músicos.9. Produção de Material Educativo Cartilhas, vídeos e conteúdos digitais explicando a relação entre arquitetura e música, distribuídos gratuitamente em escolas, bibliotecas e plataformas online.10. Mostra Interativa no Parque do Ibirapuera Instalações sonoras e espaços participativos, nos quais o público pode experimentar sons e formas, explorando como a arquitetura influencia a música.
Objetivo Geral Promover a integração entre música e arquitetura na Bienal de Arquitetura Brasileira 2026, oferecendo ao público uma experiência cultural inovadora, acessível e transformadora, que valoriza a diversidade artística e amplia o acesso à música em diálogo com o espaço arquitetônico.Objetivos EspecíficosRealizar 42 apresentações musicais ao longo do período da Bienal, sendo 30 durante a semana em espaço menor, 12 nos finais de semana em espaço maior e uma abertura especial com a Orquestra João Carlos Martins.Oferecer programação musical variada, contemplando diferentes gêneros e formações instrumentais, garantindo diversidade artística.Disponibilizar ações de acessibilidade (conteúdo em Libras, audiodescrição e espaços acessíveis) para inclusão de públicos com deficiência.Realizar atividades gratuitas e abertas ao público, ampliando a democratização do acesso à música.Produzir e divulgar material de comunicação (impresso e digital), alcançando público estimado em milhares de visitantes da Bienal de Arquitetura.Documentar e registrar todas as ações para fins de memória cultural e prestação de contas, com relatórios e registros audiovisuais.
A realização da Bienal Sonora demanda recursos financeiros compatíveis com sua dimensão e abrangência, impossíveis de serem obtidos apenas com bilheteria ou patrocínios diretos. O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura garante a viabilização de uma programação musical integrada à Bienal de Arquitetura Brasileira, fortalecendo a cena cultural nacional e assegurando acesso gratuito ao público.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, em seus incisos II (produção e difusão de bens culturais de valor universal, individual e coletivo, formadores da identidade cultural brasileira) e III (apoio a eventos que contribuam para o desenvolvimento cultural do País).Quanto ao Art. 3º da Lei nº 8.313/91, contribui para os seguintes objetivos:I _ Contribuir para a promoção e difusão da cultura e da arte em âmbito nacional e internacional.II _ Estimular a produção cultural e artística, favorecendo o acesso da população aos bens culturais.III _ Preservar e difundir o patrimônio cultural brasileiro, integrando música e arquitetura como expressões identitárias.V _ Estimular a diversidade cultural, por meio da valorização de diferentes linguagens musicais e da inclusão social por meio da acessibilidade.Assim, a Bienal Sonora, ao unir música e arquitetura, apresenta-se como iniciativa de alto impacto cultural e social, justificando plenamente a utilização da Lei de Incentivo à Cultura.
A Bienal Sonora representa um marco por ser a primeira experiência de integração direta entre música e arquitetura em uma Bienal de Arquitetura no Brasil. O projeto cria uma ponte entre linguagens artísticas, explorando como o som e o espaço constroem memórias coletivas e experiências sensoriais únicas.Outro diferencial é a valorização de músicos seniores, especialmente através da Orquestra Bachiana Sênior, que além de manter viva a experiência desses artistas, promove a integração intergeracional com jovens solistas convidados, fortalecendo a transmissão de saberes e tradições.O caráter inovador também se expressa nas contrapartidas sociais e educativas, como oficinas, concertos educativos, produção de material pedagógico e mostra interativa. Essas ações estendem o impacto do projeto para além da programação de palco, alcançando escolas, comunidades e espaços digitais, ampliando a democratização da cultura.A relevância internacional da proposta também deve ser destacada: ao unir repertório erudito, popular e trilhas de cinema em um espaço icônico como o Ibirapuera, o projeto projeta a diversidade cultural brasileira para o público visitante, nacional e estrangeiro, que tradicionalmente frequenta grandes eventos da cidade de São Paulo.Por fim, o projeto reforça o compromisso com a acessibilidade física e de conteúdo, garantindo inclusão plena, e com a sustentabilidade financeira, viabilizada pelo mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura, essencial para um evento dessa dimensão e impacto.
Detalhamento Técnico dos Produtos1. Concerto de AberturaPaginação: 1 apresentação.Duração: 90 minutos.Material: Orquestra Filarmônica Bachiana (cerca de 60 músicos), regência de João Carlos Martins, palco, sonorização e iluminação cênica.Projeto pedagógico: não se aplica, mas haverá material de mediação cultural para contextualizar repertório e conceito “da raiz ao requinte”.2. Programação Musical ContínuaPaginação: 42 apresentações (30 semanais, 12 finais de semana).Duração: 60 minutos cada.Material: formações diversas (quartetos, trios, duetos e grupos instrumentais brasileiros), palco, sonorização, iluminação.Projeto pedagógico: cada apresentação será acompanhada de breve explicação introdutória sobre a relação entre música, arquitetura e cultura brasileira.3. Concerto-Tributo a Oscar NiemeyerPaginação: 1 apresentação temática.Duração: 90 minutos.Material: orquestra sinfônica com solistas convidados (voz, bandolim, piano), projeções visuais das obras de Niemeyer sincronizadas à música.Projeto pedagógico: introdução audiovisual didática destacando como curvas arquitetônicas dialogam com curvas musicais.4. Concerto Especial Star WarsPaginação: 1 apresentação.Duração: 90 minutos.Material: orquestra sinfônica completa, projeção de trechos visuais (opcional), sonorização de grande porte.Projeto pedagógico: apresentação prévia sobre a importância das trilhas sonoras no cinema e sua relação com narrativa espacial.5. Oficinas “Arquitetura Sonora”Paginação: 4 turmas, 20 participantes cada.Duração: 2 horas por oficina.Material: papel, madeira, argila, materiais recicláveis, instrumentos de percussão simples, projetores multimídia.Projeto pedagógico: explorar a construção de instrumentos como metáfora arquitetônica, incentivando criatividade e percepção estética em jovens.6. Workshops de Arquitetura BrasileiraPaginação: 2 workshops.Duração: 3 horas cada.Material: materiais para desenho, maquetes, multimídia (imagens e vídeos de obras arquitetônicas).Projeto pedagógico: introdução à obra de Niemeyer, Lina Bo Bardi e Paulo Mendes da Rocha, relacionando formas arquitetônicas a estilos musicais.7. Concertos Educativos “Da Raiz ao Requinte”Paginação: 6 concertos em escolas e comunidades.Duração: 60 minutos cada.Material: pequenos grupos musicais, transporte, palco móvel ou espaço escolar adaptado.Projeto pedagógico: linguagem acessível, explicação sobre instrumentos e arquiteturas, incentivo à formação de plateia.8. Mentoria IntergeracionalPaginação: 4 encontros.Duração: 2 horas cada.Material: sala equipada com instrumentos, gravação em vídeo para memória.Projeto pedagógico: músicos seniores atuam como mentores de jovens estudantes, transmitindo experiências e incentivando continuidade da tradição musical.9. Produção de Material EducativoPaginação:1 cartilha impressa (500 exemplares).5 vídeos educativos digitais (5 a 10 minutos cada).Duração: produção paralela à execução, disponibilização ao longo do projeto.Material: equipe de design gráfico, audiovisual e impressão.Projeto pedagógico: linguagem didática para escolas e público em geral, explorando a relação entre arquitetura e música.10. Mostra Interativa no Parque do IbirapueraPaginação: 1 instalação interativa durante todo o período da Bienal (60 dias).Duração: visitação livre no horário da Bienal.Material: instalações sonoras, painéis, instrumentos de livre manipulação, mapas e painéis visuais.Projeto pedagógico: estimular a experimentação prática de como forma e material influenciam o som, promovendo aprendizado lúdico.
Acessibilidade Física O projeto será realizado no Parque Ibirapuera, espaço público que já dispõe de rampas de acesso, banheiros adaptados, pisos e sinalização para pessoas com deficiência. Serão implementados ajustes complementares, como guias táteis para melhor orientação de pessoas com deficiência visual, além de equipe treinada para atendimento inclusivo.Acessibilidade de Conteúdo Serão oferecidos recursos para garantir a plena compreensão do conteúdo artístico:Tradução simultânea em Libras em todas as apresentações.Disponibilização de audiodescrição para pessoas com deficiência visual.Legendas descritivas em vídeos e materiais digitais.Produção de material institucional em Braille para divulgação em bibliotecas e centros especializados.Realização de visita sensorial guiada para público com deficiência visual, possibilitando interação com instrumentos musicais e elementos cenográficos do projeto.Essas ações asseguram que a Bienal Sonora seja acessível e inclusiva, atendendo a públicos diversos e cumprindo a legislação vigente.
Democratização de Acesso A Bienal Sonora será totalmente gratuita ao público, integrando-se à programação oficial da Bienal de Arquitetura Brasileira 2026. Dessa forma, não haverá cobrança de ingressos, garantindo que pessoas de diferentes perfis socioeconômicos possam participar livremente das apresentações musicais.Além da programação de 42 apresentações, o projeto prevê outras ações para ampliar e diversificar o acesso:Ensaios abertos de alguns grupos participantes, permitindo ao público acompanhar os bastidores da criação artística.Oficinas paralelas de iniciação musical, voltadas para jovens e estudantes da rede pública, como forma de formação e sensibilização.Transmissão online de parte da programação em plataformas digitais, expandindo o alcance para além do espaço físico do evento.Produção de conteúdo digital (vídeos, registros fotográficos e entrevistas) disponibilizados em site e redes sociais, garantindo acesso permanente e memória cultural do projeto.Com essas medidas, o projeto amplia significativamente o alcance de suas ações, democratizando o acesso à arte e promovendo a inclusão de públicos diversos.
Coordenador Geral e financeiro -NEY MARQUES Como sócio proprietário administra há décadas duas empresas , Flautin Produções Artísticas e Estúdio e gravadora Flautin 55 .Como produtor e diretor artístico administrou mais de uma centena de projetos para as gravadoras Warner , Continental , Atração , Globo , Record , Bandeirantes e projetos independentes. Produçao Executiva - Raiane Abreu 2022 – Administração e produção nos projetos Concerto Bandolim e MUSA 2020/2021 - Projeto tribos de Sao Miguel - filme Tais e Taiane. https://vejasp.abril.com.br/blog/arte-ao-redor/grafites-historia-sao-miguel-paulista-restauracao/ 2019 – Produção executiva na Arvore Cultural para shows musicais 2010 a 2012- ALBATROZ CINEMATOGRÁFICA- Assistente Administrativo 2014 a 2018: Assistente Administrativo / Assistente de Produção (Filmagem) 2012 a 2013: Produtora de show infantil da dupla “PATATI & PATATA” Atividades: Contato com contratante, envio de rider técnico, contato com fornecedores dos shows, logística da equipe artística e técnica, acompanhamento da equipe durante os shows, cargo. Coordenação geral - Produtor MUSICOS 1- QUARTETO DE CORDAS ( A CONTRATAR) Preenchimento das cotas - violinista Negro - Percussão deficiente físico A história da Camerata Cordas da Paulicéia tem início nos vários convites que o músico e produtor Ney Marques teve para organizar concertos para artistas populares. Na primeira formação da orquestra, foi na participação do DVD 25 anos do grupo Exalta Samba que foi premiado com Grammy Latino. Outro projeto que teve a participação da orquestra foi o CD e os concertos “Tom do Sertão” homenagem que Chitãozinho e Xororó prestaram ao compositor Tom Jobim . Esse trabalho recebeu o prêmio da Música Brasileira. 2- SOLISTA -NEY MARQUES Bandolinista, violonista, guitarrista, compositor, arranjador e produtor musical. Desde 1980 na “estrada”, Ney já trabalhou com grandes artistas brasileiros a exemplo de Ney Matogrosso, Francis Hime, Diana Pequeno, Beto Mi, Leandro e Leonardo, Chitãozinho e Xororó e Orquestra Filarmônica Bachiana SESI SP, Maestro João Carlos Martins ,entre muitos outros. Como produtor musical foi premiado com 2 Grammy’s Latinos, 2 Prêmios da Música brasileira, prêmio Sharp de Música e com o Prêmio de Melhor Trilha Sonora no festival de Los Angeles de Cinema. 3- PIANO- JOSE ANTONIO Toca piano desde os 8 anos, com formação musical pela Escola de Música de Brasília. Como produtor e músico acompanhante trabalhou com artistas como : Rosa Passos, Guilherme Arantes, Placa Luminosa, Fábio Junior, Jolie Jones, Peninha, além de trabalhos Parcerias com a cantora Klébi Nori, que produziu os CD’s “Inverno do seu jardim”, ”Daqui” (DNZ Music) e o DVD “Ao Vivo” (Biscoito Fino). Realizou arranjos para Orquestra Fernanda Takai, Fafá de Belém, Ed Motta, Caetano Veloso, Arnaldo Antunes, Djavan, Pitty, Maria Gadu, Sandy, Dudu Nobre, Chitãozinho e Xororó,Cézar e Paulinho, César 4- FLAUTA E VIOLAO -RAFAEL BECK Filho de músico (e produtor musical) iniciou seus estudos musicais de flauta doce aos seis anos. Aos sete, gravou seu primeiro CD, com músicas de Pixinguinha, Tom Jobim, Dorival Caymmi, entre outros. Neste CD, teve o privilégio de dividir os solos em duas músicas com o grande cantor, compositor e instrumentista, Dominguinhos. Nasceu em São Paulo, e ainda bem jovem mudou-se para Atibaia, no interior de São Paulo. Toda iniciação musical, dos sete aos 10 anos, se deu neste município. Aos nove anos trocou a flauta doce pela transversal e pelo píccolo. 5-LUIZ RABELO - PERCUSSAO Atuando como músico profissional desde 1973, Luiz Rabello trabalhou com diversos grandes artistas, tanto em shows quanto em estúdio. Gravou com artistas como César Camargo Mariano, Yaniel Mattos, Faíska, Dani Gurgel, Tatiana Parra, Zé Godoy, Gafieira São Paulo, Nouvelle Cuisine, Nelson Ayres, Theo de Barros, Cido Bianchi, Toquinho, Tom Zé, Zé Geraldo, Walter Franco, Zezé di Camargo & Luciano, Daniel, Leonardo, Rick & Renner, Rio Negro & Solimões, Padre Marcelo, Chico Rei & Paraná ,Osvaldo Montenegro ,Rita Lee,Dominguinhos e muitos outros. Começou sua carreira como baterista, em conjuntos de baile e acompanhando artistas como Fábio Jr., Guilherme Arantes, Simone, Jessé, Jane Duboc, Walter Franco, Vicente Barreto, Nando Cordel e outros. Em estúdio, trabalhou com Rogério Duprat e Sá & Guarabira em trilhas publicitárias, gravou com vários artistas de várias áreas da música brasileira, de instrumental a pop e sertanejo; gravou discos infantis como Bozo, Fofão, Vovó Mafalda; e trilhas para cinema. Como percussionista, acompanhou novamente o cantor Fábio Jr., e artistas como Leandro e Leonardo, Christian & Ralf, Chitãozinho & Xororó, Roberto Carlos, Yvette Souza,Juliana Aquino, Verônica Ferriani, e foi integrante da Banda Savana. Atualmente, continua atuando como músico de estúdio e acompanhando artistas em shows.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.