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O projeto Mãos que contam histórias irá desenvolver um documentário em formato de média metragem, com previsão de 65 minutos, no qual através de um processo de expedição, irá ouvir artistas e mestres artesãos da cena da arte popular alagoana, e enaltecer a história de vida dos artistas e a importância para construção e manutenção dos processos culturais. Após a finalização do documentário em 4k, a exibição ocorrerá nas cidades dos artesãos, juntamente com uma exposição de artes visuais decorrente da expedição, visando o acesso à cultura, educação, lazer e fomento à economia criativa.
Argumento cinematográficoO processo deste documentário parte do estudo e da observação em torno dos movimentos de andanças e de pesquisa no estado de Alagoas, criando a partir de um olhar de como o movimento de valorização da arte popular brasileira e dos que fazem isso acontecer e como se mostra dentro dos espaços de discussões, de amostras e divulgação, de não apenas do resultado final de seus trabalhos artísticos, mas de como é contada e inserida a vida desses mantenedores culturais tanto em suas regiões de origem como nos grandes centros.A definição deste projeto está em criar um roteiro artístico em Alagoas para iniciar um processo de expedição que busca ouvir a história de cada mestre artesão, artesão e artista plástico em sua localidade, com o intuito de valorizar sua história no seu cenário de vida e de trabalho, buscando fomentar a vida do artista, sendo as suas obras produtos secundários do seu processo de crescimento profissional e pessoal e de como toda a sua trajetória impacta na sua vida atual. ValoresVALORIZAÇÃO ÉTICA INCLUSÃO COMPROMETIMENTO INOVAÇÃO DIVERSIDADE CRENÇA HUMILDADE CRIATIVIDADE Ações culturaisApós a finalização do documentário será realizada uma primeira exibição de lançamento na primeira capital alagoana Marechal Deodoro, em que será exibido para os artistas, mestres artesãos e artesãos que participaram do processo, imprensa local e impressa nacional e convidados.Após o lançamento será dado início a expedição de exibição para a população das cidades por onde o projeto passou, de modo gratuito e aberto ao público, com o intuito de gerar educação cultural, lazer, difusão da história de vida dos artistas envolvidos, que engloba todo o contexto sociocultural e econômico de cada região.No total serão realizadas 7 exibições/sessões. Todas as ações culturais voltadas ao projeto serão divulgadas em redes sociais, através de influenciadores e fomentadores do universo cultural e imprensa local e nacional. Classificação indicativa etária livre.
Objetivo GeralO documentário será produzido em formato média metragem, com tempo de até 65 min, no qual busca-se trabalhar através de uma expedição, criando um circuito do artesanato e da arte alagoana, e ouvindo a história e os processos que inspiram esses artistas.Serão visitados 6 municípios alagoanos, tendo como resultado final um documentário da história desses artistas e mestres artesãos, e através deste roteiro, criar um circuito de valorização da cultura local e contribuir para o enriquecimento cultural e desenvolvimento da economia criativa da região.Objetivos EspecíficosProduto Cultural Principal - Audiovisual documentário, média metragem, com tempo previsto até 65 minutos e finalização em 4k.Todas as apesentações do Audiovisual serão gratuitas, e acontecerá nas cidades dos artesãos retratados e na captal alagoana, Maceió, e através de plataformas de vídeo da internet, considerando ainda uma exposição itinerante do material captado na expedição, como forma de Democratização e Ampliação de acesso.Projeção e exposição nas 6 cidades - previsão de 3.000 telespectadores em cada - 18.000Maceió - previsão de telespectadores - 5.000Sâo Paulo (considerando a divulgação em plataformas de video) - 22.000
M?os que fazem, ensinam, modelam, trabalham, esculpem, produzem e fazem acontecer, dando continuidade ?s nossas hist?rias. A ideia do processo de constru??o do document?rio M?os que contam hist?rias surge com a inten??o de aproximar as pessoas da viv?ncia da arte, n?o apenas das pe?as que habitam casas, galerias, museus e dos demais espa?os existentes.O intuito deste document?rio ? mostrar as m?os que fazem o processo acontecer. Na evolu??o da humanidade, a m?o surge como ferramenta para construir, ca?ar, escrever e se alimentar. Assim como todo o processo da escrita/linguagem evoluiu ao decorrer dos anos, a nossa evolu??o como ser humano acontece diariamente, de modo a n?o nos tornarmos seres atr?ficos. A escrita em seus prim?rdios se apresenta na hist?ria com desenhos, usos de materiais, sons diversos. Ao longo dos anos, a forma de comunica??o evoluiu, e chegamos a in?meros dialetos e v?rias formas de comunica??o. Comunicar-se atrav?s do olhar seja de modo singular ou at? mesmo plural existe na possibilidade de se aproximar do outro. A arte, em seus diversos desdobramentos, ? a forma mais viva de se comunicar. Desde o modo de vestir ao que se pendura na parede, enxergar atrav?s do processo criativo do outro o que se deseja, torna-se brevemente individual, por?m, torna-se parte do todo quando ? acess?vel ao outro, tanto o que se v?, quanto o que se faz.A arte popular brasileira vive um crescente processo de valoriza??o em seus diversos modos de fazer e acontecer, mantendo nossa cultura viva. Definir arte, um conceito que deriva do vocabul?rio latim ars, refere-se ?s cria?es do homem que expressam sua vis?o sens?vel do mundo, fazendo utiliza??o de diversos recursos, adicionando ao movimento popular, por sua vez, um adjetivo que indica o pertencimento ou aquilo relativo h? um povo.O conjunto deste movimento cultural abrange diversos mecanismos de express?o, como m?sica, festejos, bordados, rendas, moda, culin?ria, arte em seus diversos modos de express?o art?stica, dan?as, escrituras, e assim por diante. Vivemos em um pa?s plural, que por sua grandiosidade territorial nos torna seres diversos, de costumes, ra?as, classe social e muito mais. Quando falamos em diversidade, n?o pensamos em fazer divis?o de seres, logo observamos que somos ?nicos, por?m iguais, apenas nos enquadramos em um contexto s?cio cultural diferente do outro.Quando falamos em ARTE POPULAR, falamos da defini??o da palavra POPULAR, que quer dizer: RELATIVO OU PERTENCENTE AO POVO, REALIZADO POR PESSOAS SIMPLES, SEM MUITA INSTRU??O. Em seu maior sentido, o de se tornar acess?vel para todos. Em pesquisas e estudos no universo popular, cerca de 95% destes artistas se declaram como autodidatas, e/ou que seus saberes foram adquiridos dentro de suas comunidades de mestres artes?os ou pessoas do seu ciclo, que executavam trabalhos manuais e ensinavam seus saberes, passando assim de gera??o em gera??o, sabendo assim que nenhuma das pessoas ouvidas passaram por nenhuma escola de forma??o de arte, e poucos sabem sobre as in?meras escolas de arte existentes.O processo de descobrimento do dom aparece ainda na primeira inf?ncia, na qual o processo passa pela observa??o do cotidiano e dos costumes familiares, identidades culturais da sua regi?o, de fazeres realizados pelos mais velhos, de mestres e feitores locais, ? de extrema import?ncia para a descoberta do dom de fazer com as m?os. As mat?rias primas utilizadas por esses artistas s?o em sua grande maioria oriundas da natureza, como madeira, pigmentos, argila, pedras e tantos outros, e alguns dos seus instrumentos utilizados para o aprimoramento de seus trabalhos s?o criados por eles mesmos.As inspira?es dos artistas est?o em sua grande maioria relacionadas ?s vivencias do seu cotidiano, lendas contadas por seus ancestrais, causos, religiosidade e o seu ponto de vista em rela??o ao seu dia-a-dia. Costuma-se sempre falar que o processo de interven??o em meio ao seu criativo vem ? tona com a viv?ncia de sonhos e de como se relacionam com o meio.Segundo Mestre Espedito Seleiro: o artista n?o dorme e nem morre, enquanto dorme cria e quando morre permanece vivo na mem?ria de suas pe?as.Falar de m?os a gente vai l? atr?s, abre nossa mente e faz busca da utiliza??o deste membro na vida do ser humano, ver o qu?o necess?rias elas s?o para o nosso dia a dia. A m?o ? a ferramenta para criar desde os instrumentos que ser?o utilizados por eles at? a finaliza??o das pe?as. Se perguntarmos para esses artistas se acompanham os processos tecnol?gicos para aquisi??o de ferramentas ou de materiais que possam trazer a facilidade para execu??o do trabalho, iremos ter diversas respostas: EU ACOMPANHO A MINHA M?O, S?O ELAS QUE TRABALHAM. A resposta fica imersa no imagin?rio, por?m a certeza dessa resposta ser? cantada ou at? mesmo de forma po?tica, as palavras ser?o ditas sem passar pelo filtro, sendo apenas molhadas pela saliva da boca e o sorriso de canto vem logo em seguida. Se n?o fosse a m?o, o que seria? O ser humano tem a capacidade de se adaptar independente da sua defici?ncia. A intelig?ncia humana, como diz o brasileiro: sempre se d? um jeito. A boca que fala, canta e grita VIRA MAO, o p? que anda, corre e pula VIRA MAO, a capacidade adaptativa do ser humano foge do esperado, at? enxergarmos que ? poss?vel, o que at? ent?o era imposs?vel.Por onde andam, por onde vivem, onde est?o, e como est?o? A import?ncia de conhecer a hist?ria de vida, o contexto social e cultural desses artistas, desperta a vontade de querer se aproximar atrav?s de um processo audiovisual, o QU? da quest?o levantada anteriormente.Nos di?logos com diversas pessoas antes de adquirir qualquer pe?a h? a necessidade de ouvir, e se tornar de certa forma intimo do artista. Por tr?s de cada pe?a existe, antes de mais nada, uma pessoa, e por tr?s dessa pessoa, existe uma hist?ria, e por tr?s de toda hist?ria, existe a m?o que desenha, que escreve, que esculpi, que colhe, que cozinha, e traz essa perspectiva da hist?ria de resist?ncia do outro, atrav?s de palavras contadas por eles. Faz-se desse processo singular, o olhar junto com as nossas m?os que nos conectamos com o outro.O artista ele n?o sabe, ele cria.?Mestre Jasson ? artes?o de Belo Monte ALO intuito ? demonstrar atrav?s deste processo, que se inicia com a percep??o das m?os como ?ferramenta? de execu??o de trabalho, o nosso processo de escrita e criatividade, aproximando ?da sociedade, atrav?s de sua hist?ria e das m?os dos nossos artistas, e explorar os nossos sentidos de olhar para as pe?as produzidas por eles de uma forma mais singular, conhecendo atrav?s de todo o processo de comunica??o e escuta.Andar por Alagoas adentro em busca de hist?rias de pessoas que, atrav?s do seu trabalho, mudam todo o contexto de uma vida e mant?m a nossa cultura viva, identificada atrav?s do trabalho de suas m?os, que com a simplicidade est? enraizada de forma natural no seu consciente, constru?da a partir da heran?a dos seus ancestrais, dom muitas vezes FALADO QUE ? DIVINO, ou at? mesmo PELO ATO DE QUERER FAZER ACONTECER ATRAV?S DE CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS E APRENDIDOS POR MESTRES E ARTISTAS DA SUA COMUNIDADE. Essas pessoas, sem nunca terem frequentado escolas de arte, criam obras cheias de refer?ncias e valores est?ticos e art?sticos. Obras essas que se assemelham e se encontram com os aspectos socioculturais no qual est?o inseridos.Em 2020, a economia da cultura e das ind?strias criativas (ECIC) do Brasil, movimentou R$ 230,14 bilh?es, equivalente a 3,11% do Produto Interno Bruto (dados do Observat?rio Ita? Cultural). Henilton Menezes, secret?rio de Economia Criativa e Fomento ? Cultura, fala sobre a import?ncia do levantamento do PIB por localidades, ?se identificamos que o PIB daquela regi?o est? pequeno em uma das unidades federativas e que tem potencial de crescimento, podemos levar a?es de descentraliza??o das pol?ticas p?blicas e investimentos do incentivo fiscal para o setor?. Seguindo a pesquisa de dados de crescimento atrav?s da economia criativa, e focando no estado de Alagoas, em 2023 registrou o aumento de quase 25% no n?mero de trabalhadores alagoanos voltados ? economia criativa, o que comprova o crescimento na ?rea.? Com esse olhar mais voltado para a valoriza??o da nossa cultura, atrav?s de pol?ticas p?blicas aplicadas no desenvolvimento e descentraliza??o, faz com que se fortale?a a identidade cultural da regi?o, estando ligado ao consumo tanto de produtos de origem artesanal e art?stica, como tamb?m na presen?a da popula??o mais acentuada em galerias, museus e festivais culturais, que buscam fomentar a cultural local, tornando acess?vel o nosso movimento educacional atrav?s da cultura viva da heran?a cultural como tamb?m dos novos artistas, que continuam aplicando seus conhecimentos ancestrais. O objetivo do projeto surge com o intuito de gerar valoriza??o e visibilidade para artistas pl?sticos, mestres artes?os e artes?os do cen?rio criativo da arte popular alagoana, no qual se busca ir al?m das ideias materializadas por cada um deles, mas sim da sua hist?ria de vida, como vive, de onde vive, como se enxerga dentro do seu fazer, como aprendeu, de onde vem suas inspira?es, materiais utilizados, se n?o fosse a m?o, qual membro poderia ser utilizados para realizar o seu trabalho, os cuidados e seguran?as tomados por cada um deles nos movimentos de trabalho.A vis?o criada em torno do processo de pesquisa e estudo vai al?m das pe?as criadas. Busca-se valorizar? e tornar os artistas conhecidos em vida atrav?s da sua biografia atrelada ao seu trabalho realizado. A inten??o perpassa as dimens?es do material, agregando ? obra material a biografia individual de cada criativo, que mant?m atrav?s do seu desenvolver intelectual e da sua viv?ncia sociocultural como forma de manter ativa a cultura de cada regi?o, ampliando e mudando v?rios cen?rios da vida pessoal e muitas vezes da sua comunidade, atrav?s de movimentos sociais e da economia criativa. Al?m de documentar todo esse processo em volta da tem?tica trabalhada, em que se busca gerar conhecimento de valoriza??o da hist?ria para esse artistas, o desenvolvimento do circuito de grava??o, o qual batizamos de EXPEDI??O M?OS, gera com isso a formata??o de um circuito de turismo cultural voltado ? arte popular de Alagoas, tornando o estado n?o apenas conhecido por suas belezas naturais, mas tamb?m por uma cadeia cultural e criativa existente, ampliando o nosso alcance de interesse com este trabalho, que vai desde gerar documenta??o de pesquisa dos artistas a serem trabalhados, criando um arquivo de imagens e escritos, como o fomento da cultura e da economia criativa, educa??o e lazer para a popula??o das cidades a serem retratadas. Fazer uso de incentivos fiscais, atrav?s da Lei Rouanet, ? de extrema import?ncia para que se? possa usar desse meio para tornar a cultura acess?vel, desenvolvendo um document?rio que busca atrav?s da hist?ria desses mestres artes?os e artistas, que criam atrav?s de saberes criativos, e gerando visibilidade e acesso cultural para toda a popula??o, criando um documento que ultrapasse as gera?es futuras sendo ferramenta de manuten??o de cultura e de pesquisa. - compreender e saber identificar a arte como fato hist?rico?contextualizando nas diversas culturas, conhecendo,?respeitando e podendo observar as produ?es presente no entorno - buscar e saber organizar informa?es sobre a arte em contato?com artistas, documentos, acervos nos espa?os de escolas e?fora dela (livros, revistas, jornais, ilustra?es, dispositivos, v?deos,?discos, cartazes) e acervos p?blicos reconhecendo e?compreendendo a variedade dos produtos art?sticos e concep?es?est?ticas presentes na hist?ria das diferentes culturas e etnias.(BRASIL, 1997, p 39)Diante disso, o projeto que carrega o nome M?OS QUE CONTAM HIST?RIAS busca gerar atrav?s de um processo audiovisual, a documenta??o hist?rica de artistas do cen?rio da arte alagoana, criando atrav?s de um roteiro cultural e de economia criativa, o enaltecer da hist?ria de vida de cada artista e n?o apenas o processo de materializa??o de suas obras, visando a import?ncia de manter viva a hist?ria de vida de cada artista documentado.Alagoas ? um estado da regi?o Nordeste com cerca de 3 milh?es de habitantes dividido em 102 munic?pios, tendo a maior renda do estado voltado ao turismo, por?m, as praias e belezas naturais s?o os maiores atrativos, e n?o os movimentos e polos culturais do estado. Quando visualizamos nos dados crescentes atrav?s do processo da economia criativa (citado acima), enxergamos a import?ncia de fomentar os artistas que fazem parte do cen?rio da arte alagoana, sendo eles grandes mantenedores da vitalidade cultural local.Art. 1? da Lei 8.313/91I.???? contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso ?s fontes da cultura em exerc?cio e o pleno exerc?cio dos direitos culturais. Utilizar da ferramenta audiovisual e de sua distribui??o para acesso ao processo de fomento da hist?ria dos artistas selecionados neste document?rio, que contribuem para a manuten??o e resist?ncia da nossa cultura. II.??? promover e estimular a regionaliza??o da produ??o cultural e art?stica brasileira, com valoriza??o de recursos humanos e conte?dos locais. Desenvolver atrav?s de um processo de pesquisa a promo??o e a valoriza??o da cultura regional alagoana, visando criar junto ao conceito do projeto, o acesso ao conhecimento cultural, a conserva??o da nossa cultura e de roteiros culturais, que valorizam o desenvolvimento atrav?s da economia criativa.III.? apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifesta?es culturais e seus respectivos criadores. IV.? proteger as express?es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e respons?veis pelo pluralismo da cultura nacional.V.? salvaguardar a sobreviv?ncia e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.Utilizar de leis de incentivo para cria??o de projeto que busque enquadrar a valoriza??o das manifesta?es culturais alagoanas. Como diz o fil?sofo franc?s Visconde de Bonald: ?A cultura forma s?bios, a educa??o, homens.? Logo, utilizar dos meios existentes como forma de apoio, valoriza??o e difus?o da nossa cultura ? tornar mais pr?ximos da nossa sociedade, tantos os movimentos, quanto os que fazem viva a nossa hist?ria cultural.VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrim?nio cultural e hist?rico brasileiro.? de responsabilidade tanto do Estado, quanto da sociedade civil, se aproximar e salvaguardar a nossa mem?ria cultural, que carrega dentro do seio de defini??o, as rela?es de vida em sociedades, h?bitos, manifesta?es, costumes e processos ancestrais que formam a identidade cultural do nosso povo. VIII. estimular a produ??o e difus?o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultural e mem?ria.IX. priorizar o produto cultural origin?rio do Pa?s. ?Art. 3? da Lei 8.313/91II - fomento ? produ??o cultural e art?stica, mediante: a) produ??o de discos, v?deos, obras cinematogr?ficas de curta e m?dia metragem e filmes documentais, preserva??o do acervo cinematogr?fico bem assim de outras obras de reprodu??o videofonogr?fica de car?ter cultural;III - preserva??o e difus?o do patrim?nio art?stico, cultural e hist?rico, mediante: d) prote??o do folclore, do artesanato e das tradi?es populares nacionais;IV - est?mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na ?rea da cultura e da arte e de seus v?rios segmentos.
PASSAGENS AÉREAS - 2 viagens ida e volta - Sâo Paulo / Maceió / São PauloTRASLADOS TERRESTRES - Maceió, Marechal Deodoro, Capela, Lagoa da Canoa, Belo Monte, Pão de Açúcar e União dos PalmaresGravaçãoTHEO GRAHL TRINDADE - CPF 266.411.268-62Assistente - A definirTULIO SILVA AUGUSTO - CPF 088.966.784-55CLAUDIA MARIA ODORISSIO - CPF 084.109.078-52GABRIELA STROZENBERG LONGMAN - CPF 323.986.048-10LançamentoTHEO GRAHL TRINDADE - CPF 266.411.268-62Assistente - A definirTULIO SILVA AUGUSTO - CPF 088.966.784-55CLAUDIA MARIA ODORISSIO - CPF 084.109.078-52MARCELA CARVALHO CAMPOS - CPF 084.737.858-60GABRIELA STROZENBERG LONGMAN - CPF 323.986.048-10
O projeto MÃOS QUE CONTAM HISTÓRIAS, tem como PRODUTO PRINCIPAL um DOCUMENTÁRIO, realizado através de um processo audiovisual, se caracterizando como uma MÉDIA METRAGEM, no qual temos como planejamento trabalhar com tempo aproximado entre 65 a 70 minutos. A finalização será em formato 4K.Plano de produçãoO roteiro é criado a partir de um estudo geográfico e sociocultural do estado de Alagoas, onde a curadoria cria como ponto principal de pesquisa as regiões a serem visitadas, os artistas a serem documentados, os materiais por cada um utilizados em suas criações.O roteiro criado segue do seguinte modo: Maceió, Capela, Lagoa da Canoa, Belo Monte, Pão de Açúcar e União dos Palmares, percorrendo cerca de mais de 950 km.Os artistas selecionados pela curadoria seguem a relação de olhar para a nossa cultura brasileira e a inspiração através dos movimentos dos processos ancestrais, das suas vivências com o meio em que vive e de como se relaciona com o seu trabalho. Busca-se valorizar os artistas através de sua históriaOs artistas selecionados são: Júlia Nogueira, que assina como SER’TÃO, Sil de Capela, Cláudio de Capela, Irailda, Família de Antônio de Dedé, Jasson Oliveira, Aline Caju, Aberaldo, Salvinho, Cícero, Dona Morena, Boró, Dona Vana e Dona Irineia. Passeia-se em histórias diversas, em que cada um traz sua particularidade de vida e de como se enxerga em meio a seu mundo criativo.Plano de direçãoA curadoria do projeto foi desenvolvida e pesquisada por Túlio Augusto, pesquisador de arte brasileira, onde vem estudando os movimentos e as sabedorias ancestrais da cultura brasileira, buscando sempre enaltecer não só os trabalhos dos artistas, mas também a história dos que mantém a nossa cultura viva.O Brasil, vem passando por um processo de olhar para seus potenciais criativos e culturais de forma diferente dos anos passados. Esse movimento que chamamos de IMPORTÂNCIA DE VALORIZAÇÃO DO NOSSO BRASIL gera um grande impacto dentro de várias camadas da nossa sociedade, como educacional, cultural, turístico e econômico do nosso país.Quando nos debruçamos em pesquisa, e estudamos sobre a arte popular brasileira, Mascelani (2006), fala: “A arte popular guarda uma dupla referência - o individual e o coletivo, pois mesmo que sejam determinantes os vínculos que a arte possui com a cultura, onde tem origem, é por meio da valorização da individualidade, das características particulares de cada artista, que a produção popular ganha destaque contemporaneamente.”Material já captado - https://www.youtube.com/watch?v=_xQORNXfa34
MÉDIA METRAGEMAspecto ArquitetônicoTodos os locais onde o documentário será reproduzido terão acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, assim como, espaços acessórios, tais como, sanitários acessíveis e circulação.Aspecto de Conteúdoa) AUDIODESCRIÇÃO: narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra.b) LEGENDA DESCRITIVA: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra.c) INTÉRPRETE DE LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.Aspecto de Comunicação e Divulgação acessíveisDisponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.
O plano de distribuição do projeto se dará através de ações realizadas em cidades onde foram feitas as filmagens, doação do arquivo de filmagem do resultado final em escolas públicas, bibliotecas, universidades do estado de Alagoas, e em museus, como forma de fonte de pesquisa e difusão desses artistas, uso das redes sociais como Facebook, Instagram, TikTok e You Tube como forma de divulgação e de educação do processo da temática trabalhada, incentivando e influenciando o consumo cultural.O tempo de apresentação do documentário será de até 65 minutos, com público de alcance estimando em aproximadamente 45 mil telespectadores, que irá se dividir em on-line e presencial, através das diferentes formas de veiculação.O acesso ao filme será 100% gratuito, tanto na forma presencia,l como através da internet em plataformas de vídeo. Não haverá comercialização do documentário.Através da democratização de acesso do projeto, buscamos impactar de forma positiva a vida desses artistas e da população, gerando lazer e educação cultural dentro da comunidade, tornando acessível à nossa cultura através dos saberes e das diversas formas de fazer.Medida de “ampliação de acesso” conforme artigo 47 da IN 23/2025: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.O processo da exposição tem como objetivo agregar ao documentário uma experiencia completa para os telespectadores, buscando criar acesso aos diversos meios de fomento e acesso à cultura, criando dentro da amostra do documentário uma exposição itinerante com obras criadas pelos artistas participantes e obras fotográficas oriundas do processo de captação de imagens feitas durante a expedição de pesquisa, tendo o intuito voltado a temática de contar a história dos mestres artesãos e artesãos.
Theo Grahl Trindade / Cubo Comunicação – Proponente, Coordenador Administrativo, Diretor de Fotografia e Editor de vídeoHá mais de 19 anos no mercado audiovisual, atuando como diretor, diretor de fotografia e produtor em produções publicitárias, documentários, videoclipes, conteúdos de marca e vídeos educacionais para clientes como Visa, O Boticário, Lojas Renner, Azul, Latam, Instituto Península, Artesol, Fundação Lemman, Instituto Unibanco, Porvir, Ismart, Instituto Natura, Vicunha, Prefeitura de São Paulo, FNDE, Arteris, Conviva Educação entre outros. Além de produções audiovisual e fotografia, atua também como Facilitador em oficinas e cursos de fotografia, vídeo e design.Começou no audiovisual como VJ e Coordenador técnico em peças teatrais, fazendo projeção de vídeos cenários e coordenando streamings.Espetáculos como "What´s Wrong with the World", espetáculo realizado simultaneamente no OI Futuro no Rio de Janeiro e em Londres por transmissão via Internet.WeTudo - Desesperando Godot, encenado, no Centro Cultural São Paulo e no Festival Cênico Conexão XXI na Paraíba e da peça o Homem da Camisa Branca, contemplado com o Prêmio Estímulo de novos textos de dramaturgia para teatro da Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo, em 2009.Na produção audiovisual atuou como Diretor de Fotografia para clipes, comerciais, conteúdos de marca para cliente com Visa, O Boticário, Lojas Renner, Azul, Latam, Instituto Península, Fundação Lemman, Instituto Unibanco, Porvir, Ismart, Instituto Natura, Vicunha, Prefeitura de São Paulo, FNDE, Arteris, Conviva Educação e Cia Phila 7 entre outros. Além de produções audiovisual e fotografia.Como Diretor de Fotografia, atuou em alguns web vídeos publicitários, para o site Sprite 2.0 e para campanha de 50 anos da APAE São Paulo, o curta-metragem "Observação" participante do 19º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo e dos documentários contemplados com o PROAC de resgate da memória indígena “Kuaray – a história de um brasileiro” e “Fortalecimento da Tradição Guarani” e para o documentário “Face Leste” viabilizado com recursos de emenda Parlamentar.Em 2010 foi Diretor de Produção da webserie “Física Vivencial – uma aventura do conhecimento” produzida para o programa educacional CONDIGITAL uma parceria do MEC/MCT/FNDE. Série de 24 programas educacionais sobre física.Em 2011 coordenou a Oficina de Fotografia “O Frame”, ministrada em São Vicente para o projeto Oficinas Culturais do Estado de São Paulo e fui professor de fotografia para o curso de Fotografia e Patrimônio da Associação Beato de Anchieta em São Miguel Paulista.De 2011 a 2016 atuou como Diretor Criativo na Bonita Produções, participando na criação e produção de projetos coorporativos e culturais. Entre os anos de 2018 a 2020 ministrei as oficinas de fotografia “Selfie – o Autorretrato” e “LabLux – as possibilidades da baixa velocidade do obturador” ambas para o Festival de fotografia de São Vicente. Em 2019 fui chamado pela Arteris para desenvolver um curso de produção de vídeo para o pessoal do departamento de Marketing da empresa. Foram 20 horas dias de curso com produções diárias e mais 2 encontros, como mentoria, acompanhando as primeiras gravações pós curso.Em 2019 fundou a MOMBAK. Um coletivo focando na produção de conteúdos imagéticos e na elaboração de oficinais e vivências artísticas.Em 2020 ministrou duas oficinas virtuais de fotografia e vídeo. Para a Artesol, a oficina focado na realidade dos artesãos, buscando em conjunto solucionar as questões de cada um.Para UNAS - União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis, foram 3 meses de oficinas de fotografia e vídeo produzidos por celular.Em 2021 foi Coordenador Administrativo nos projetos “Cartas da Prisão”, sendo a Mombak a proponente e “A meia luz” contemplado pela lei Aldir Blanc. Dois projetos que abordam a violência contra as mulheres.Ainda em 2021 criei e produzi a 1ª Mostra de curtas A quarta parede- Feminino, projeto contemplado pelo FMC da Prefeitura de São José dos Campos. Com participação de Vera Hamburger, Carla Caffé entre outras convidadas.Em 2022 produziu e dirigiu os mini documentários do 2° Festival Criativos por Tradição, da Artesol. Projeto contemplado pela Lei de Incentivo a Cultura.E em 2023 e 2024 produziu e dirigiu uma série de 36 mini documentários do projeto Arte dos Mestres, também pela Artesol.Tulio Silva Augusto – Diretor Geral e Fotógrafo responsável pela exposiçãoTulio Augusto, 32 anos, artista plástico, pesquisador e curador em arte brasileira, atua na área de fomento e valorização da cultura Brasileira em seus diversos modo de fazer. Atua como diretor criativo e curador do Estúdio Alavantú. Em 2022 apresentou durante a Semana de Design de São Paulo, DW! a exposição Balancei Balançou. No ano de 2023, lançou a coleção na Gaveta, na Boom design e Semana de Design de São Paulo, DW!, uma amostra do seu processo de criação que mistura tanto obras de arte e mobiliário. Assinatura da curadoria e expografia da Semana de Design de Pernambucano, DW! - 2023, um evento em conjunto com a maior feira de artesanato da América Latina - Feneart. Responsável pela expografia e curadoria da exposição do Designer Fábio Melo, Sertão Sobre Sertão na galeria Casa Gabriel - 2023. Curador responsável da coleção Bagaceira, das loiceras de Cajazeiras - Paraíba, em colaboração com o artista plástico Christus Nóbrega.André Luís Garcia – RoteiristaAndré Luís Garcia é um cineasta brasileiro que atua nas áreas do roteiro, direção e montagem. Roteirista do longa Cidades Fantasmas. Prêmio de melhor filme do Festival É Tudo Verdade 2017. Roteirista do longa Anhangabaú. Kikito de melhor documentário brasileiro no Festival de Cinema de Gramado 2023. Roteirista do longa Geografia Afetiva. Calunga de prata de melhor direção de fotografia, e melhor edição de som no Festival Cine PE 2024. Roteirista, diretor e montador do longa Itatira. Calunga de prata de melhor edição de som no Festival Cine PE 2025. Seleção oficial Mostra Contemporânea Competitiva no Festival de Ouro Preto – CineOP 2025.Nelson da Rabeca - Trilha sonoraNelson dos Santos, conhecido como Nelson da Rabeca (Joaquim Gomes, 12 de março de 1941 – Maceió, 22 de abril de 2022)[1] foi um rabequista, acordeonista e compositorbrasileiro, natural de Alagoas. Sediado em Marechal Deodoro, em Alagoas, paralelamente ao trabalho na agricultura, toca rabeca e compões baiões, xotes, marchas e forró pé-de-serra. Também toca acordeão. Começou a construir rabecas na década de 1970, alcançando renomada originalidade e perfeição no ofício que aprendeu sozinho, seguindo um processo de experimentação, até chegar a um resultado que lhe satisfizesse. Para seu trabalho, pesquisa madeiras diferentes, objetivando a beleza e o resultado sonoro do instrumento. Sua madeira preferida é a jaqueira que, segundo ele "além de ser bonita e dar bom som, não acaba nunca". Escolhe madeiras duras e pesadas para a construção de seus instrumentos que têm como marca serem robustos e resistentes.Com o apuro de seu trabalho como compositor, instrumentista e especialmente como construtor de rabecas, tornou-se conhecido na comunidade de Marechal Deodoro, mas foi com a pesquisa de José Eduardo Gramani, que ganhou reconhecimento não só em Alagoas, mas também de estudiosos de vários pontos do Brasil. Gramani, ao entrar em contato com a primeira rabeca de Nelson, ficou tão impressionado, com aquele meio de expressão musical e com sua riqueza timbrística que se sentiu inspirado a compor vários temas, que se tornaram peças específicas para aquela rabeca. Essas peças tiveram registro em um CD, gravado em 1994.Em 1998, objetivando fortalecer esse reconhecimento, foi fundada a "Associação dos Amigos de Nelson da Rabeca", encabeçada por artistas, intelectuais e agentes culturais alagoanos, que veem nele um dos mais legítimos representantes da cultura popular alagoana e que, voluntariamente, promovem seu trabalho artístico.São diversos os músicos e pesquisadores que, atestando a qualidade dos instrumentos de Nelson, registraram sua admiração e respeito a ele, o musicólogo Wagner Campos, sobre ele, afirmou: "Dominando todos os processos de sua arte musical, do corte da madeira, passando por todas as etapas específicas da construção de cada um de seus instrumentos, até a criação e interpretação de suas próprias composições, Seu Nelson trabalha apoiado em uma sabedoria secular, representando o ponto de chegada de conhecimentos muito antigos trazidos na bagagem dos colonizadores, diminuindo distâncias entre passado e presente, tradição e atualidade".Claudia Maria Odorissio – Produção ExecutivaProdutora desde 1989 pela CIA ÓPERA SECA, Gerald Thomas.Produção da peça Pai, dirigida por Paulo Autran, Boom e Hair direção de Jorge Fernando.Produção artistica do musical The Boys and Band.Migrou para publicidade de 2006 a 2020 em Campanhas como Guaraná, Lacta, Itaú, Bohemia, Boticário e Bombril entre outras com diretores e fotógrafos como Paulo Vainer, Gustavo Zylberstajn.Produção executiva no projeto Adonirando no Theatro Municipal, com João Carlos Martins, Baby Consuelo, entre outros.Produção executiva de Geek Nation Brasil pela Duetto Produções, Assessoria C6.Produção artística do evento comemorativo Pepsico 70, 2023. Produção artistica do FCC, Festival do Consumo Consciênte no Parque Villa Lobos 2023.Produção artística e executiva de Paredes têm ouvido, na BMA.Produção de palestras com jovens periféricos como Marcelo Audino e Gisele Rocha.TV coordenação de produção do ALUNO NOTA 10 (SBT), CASA DOS ARTISTAS, FOX REALITY 51Produção de cenografia para expocião Harry Potter, na Oca, 2024-25.Gabriela Longman – Curadora da exposiçãoJornalista, gestora cultural e curadora, é mestre em História da Cultura pela EHESS-Paris e doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP. Trabalhando na interseção entre diferentes linguagens artísticas, desenvolve projetos para instituições como Sesc-SP, Instituto Inhotim, MAM-SP e Museu Judaico. É autora de "Labirintos do Olhar" (ed. Bei, 2017), compilação de ensaios sobre arte urbana em São Paulo, Nova York e Berlim. Foi curadora da exposição “Ale Ruaro: Sob o Céu sob o Chão” na Biblioteca Mário de Andrade (2024) e "Le Brésil Illustré/ Debret Contemporâneo" apresentada na Maison de l'Amérique Latine, em Paris (2025) e no Museu do Ipiranga, dentro das atividades da Temporada Cruzada França Brasil (2025-2026).Marcela Carvalho Campos - Assessoria na gestão administrativa financeiraBacharel em Comunicação Social pela ECA‐USP, com habilitação em Relações Públicas. Especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos, pelo CELACC, da Pró‐Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, ECA‐USP. Área de conhecimento – Ciências Sociais Aplicadas. Abaixo a relação de alguns projetos executados: 2022-25 Fundação de Apoio à FUSP ‐ Novo Museu do Ipiranga - Implantação da Museografia • Gestão de Projeto; 2023-25 Quasar Cia de Dança - Espetáculo Céu de Pêssego • Consultoria na Gestão do Projeto; 2020‐21 Fundação de Apoio à UNIFESP ‐ Centro Cultural em Saúde da UNIFESP • Gestão de Projeto; 2018‐19 - Fundação de Apoio à FUSP ‐ Museu do Ipiranga ‐ Obra Civil do Anexo e Projeto Executivo do Restauro • Produção executiva e gestão financeira; 2018‐19 ‐ Museu do Ipiranga em Festa • Produção executiva e consultoria administrativa; entre outros projetos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.