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"Cinema por aí" é um laboratório itinerante de formação audiovisual que propõe uma imersão prática e colaborativa em cinco cidades do Nordeste. Inspirado pela ideia de uma caravana, o projeto oferece oficinas temáticas que abordam diferentes áreas do fazer cinematográfico, com foco em descentralização, formação de novos agentes culturais e acessibilidade. Serão oferecidas quatro oficinas nas principais áreas de demanda de profissionais: Roteiro, Produção, Fotografia e Som na linguagem audiovisual. Cada oficina será conduzida por um(a) profissional com experiência na área e atuante no segmento da linguagem. Ao final, os participantes de cada oficina se integrarão em um "Set vivência", uma ação prática que experiencia um set de filmagem. "Cinema por aí" visa promover o acesso democrático ao audiovisual como capacitação profissional, o fortalecimento das redes culturais locais, além de estipular a meta de 300 estudantes formados, 400 horas aulas e 5 projetos audiovisuais produzidos.
Não se aplica.
Objetivo Geral: A proposta tem o objetivo de realizar o "Cinema Por Aí", uma formação com abordagem prática e teórica em audiovisual, de maneira itinerante em 5 cidades do Nordeste, que totalizam 400h/aulas, 300 vagas e 4 ciclos de formação nas principais áreas de atuação: Produção, Roteiro, Fotografia e Som, capacitando os participantes e garantindo autonomia para ocupar espaços na aquecida cena de produção audiovisual brasileira. Objetivos específicos: - Realizar 4 (quatro) oficinas de 20h/cada, em cada uma das cidades de Água Branca/AL, Betânia/PE, Monteiro/PB, Caruaru/PE e Condado/PE, nas áreas de Produção, Roteiro, Fotografia e Som totalizando 400h/aulas no projeto;- Ofertar um total de 300 (trezentas) vagas, sendo 60 vagas para cada uma das 5 (cinco) cidades e 15 (quinze) para cada oficina;- Desenvolver e distribuir 1 (um) material didático de cada uma das oficinas, com conteúdos teóricos e norteadores para auxílio das atividades práticas;- Produzir um total de 5 (cinco) filmes de curta-metragem junto aos estudantes ao final de cada ciclo do projeto e distribuí-los em cineclubes, mostras e festivais de cinema.- Realizar uma mostra audiovisual como contrapartida social do projeto, a fim de exibir os conteúdos produzidos pelos participantes nas cinco cidades visitadas pelo projeto.
Nascido da urgência de democratizar o acesso à capacitação para a realização audiovisual no Nordeste, o laboratório itinerante "Cinema Por Aí" propõe levar para cinco cidades da região, divididas entre os Estados de Pernambuco, Alagoas e Paraíba, uma formação necessária para que novos profissionais da área do audiovisual sejam capacitados e possuam autonomia em ocupar espaços na aquecida cena de produção audiovisual brasileira. Voltada para o público jovem, entre 18 e 29 anos, a proposta oferece uma de imersão em quatro áreas fundamentais para o fazer audiovisual: Escrita criativa e roteiro; Produção executiva e produção de set no cinema; A fotografia como ferramenta de discurso; e O som na linguagem audiovisual, com 20h de duração cada, sendo 12h teóricas e 8h práticas em um "set vivência", onde os integrantes das quatros oficinas se reúnem na produção de um curta-metragem. As oficinas serão ministradas por profissionais do audiovisual de Pernambuco, com atuação na área e experiência no campo do cinema e da educação. As oficinas serão ofertadas em cinco cidades: Água Branca (AL), Betânia (PE), Monteiro (PB), Caruaru (PE) e Condado (PE), oferecendo, de forma gratuita, um conjunto de experiências formativas que atuam no enfrentamento à desigualdade de acesso a oportunidades culturais e profissionais no campo audiovisual. A utilização do mecanismo de incentivo à Cultura se justifica diante da necessidade de viabilizar a realização de um projeto de natureza educativa. Por seu perfil descentralizador, formativo e inclusivo, o projeto "Cinema Por Aí" não apenas só atende, como também concretiza diversos objetivos previstos nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 - Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac): I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto se alinha diretamente com os objetivos do Art. 3º da mesma lei, ao incentivar a formação artística e cultural por meio da "instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultural [...]" (inciso I, alínea c). Atividades com essa finalidade, então, podem provocar e encorajar o surgimento e a consolidação de expressões culturais em regiões ainda pouco assistidas. O "Cinema Por Aí", atende a esses objetivos, promovendo a capacitação e a ampliação da produção cultural e audiovisual, o que fortalece o setor e possibilita o acesso democratizado a oportunidades de formação profissional na área para o Nordeste, região ainda afastada dos grandes polos de produção audiovisual, mas, ao mesmo tempo, contemplada por um fazer artístico vasto e pouco reconhecido que se traduz como um ambiente fértil, porém ainda pouco explorado quando se trata da formação de agentes culturais ativos no cenário audiovisual. A descentralização das ações, portanto, está no cerne da concepção desta proposta, que parte do princípio de que o acesso ao fazer cinematográfico não deve se restringir aos grandes centros urbanos. Acolher cidades de médio e pequeno porte faz parte da busca por romper com o ciclo de invisibilidade que recai sobre as produções, os talentos e as manifestações culturais destas regiões, contribuindo para que novas vozes ocupem os espaços de criação e representatividade audiovisual. Atendendo a um público que, cotidianamente, têm um contato muito pequeno com as ferramentas que possibilitam um fazer artístico autônomo e que, consequentemente, não possuem acesso a realizações recentes, frutos de um iniciante, porém pulsante, movimento de descentralização, o itinerante "Cinema Por Aí" se atentará em levar para jovens de partes minoritárias das cinco cidades um panorama do que se está sendo realizado, a fim de gerar interesse e incitá-los à participação. Vale destacar que o projeto se ancora também em práticas de formação com acessibilidade, não apenas do ponto de vista geográfico, mas também pedagógico e comunicacional. Ao oferecer capacitação técnica e artística de forma gratuita, acessível e presencial, "Cinema Por Aí" contribui para diminuir as barreiras de entrada no mercado audiovisual e estimula o surgimento de novos profissionais com identidade, repertório e vivência locais. Serão mobilizados, nas cidades-alvo, grupos, associações e comunidades que estejam, de alguma forma, engajadas em ações sociais que já possuam um contato prévio com aqueles que são o público do laboratório. Tal movimento de busca ativa se dará como um meio de facilitar e democratizar a comunicação e o acesso entre os realizadores e os participantes. Em projetos como este, a contrapartida social assume um papel essencial, pois simboliza uma entrega à sociedade do investimento facilitado por meio da Lei. Por este motivo, faz parte deste projeto a realização de uma mostra, com a exibição dos cinco curtas-metragens produzidos pelos jovens durante as oficinas. A sessão será gratuita e aberta à comunidade, funcionando como momento de compartilhamento dos resultados do processo formativo. Todos os filmes exibidos contarão com as seguintes medidas de acessibilidade: Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), janela de Libras e audiodescrição. Além disso, os espaços escolhidos para as exibições deverão ser acessíveis a cadeirantes, pessoas idosas e com mobilidade reduzida. Vale destacar que essa contrapartida será realizada sem custos previstos no orçamento desta atividade, uma vez que se configura como uma forma simbólica e prática de devolução à sociedade do investimento recebido pelo projeto. Por tudo isso, a Lei de Incentivo à Cultura representa o mecanismo ideal para tornar esse projeto viável. "Cinema Por Aí" aposta em um modelo de investimento público e de parceria que acredita no poder transformador da cultura e na formação de novos protagonistas para o setor cultural brasileiro, com o fortalecimento de circuitos fora do eixo hegemônico. Através da Lei, o Estado brasileiro cumpre seu papel de fomentar a cultura como direito fundamental e bem público, possibilitando que iniciativas como "Cinema Por Aí" possam nascer, circular e transformar realidades.
Surge em nosso projeto o interesse de explicitar alguns dos custos e demandas contempladas pelos custos vinculados “Custos de Acessibilidade, Comunicação e Divulgação acessíveis” (15% do orçamento) e “Administração” (7% do orçamento). Essas rubricas guarda-chuva contemplam, entre outras coisas: - No primeiro grupo, estão incluídas despesas como a elaboração e impressão de materiais gráficos de divulgação, produção de ecobags para os participantes, criação e confecção de material didático, contratação de consultoria especializada em acessibilidade e serviços de audiodescrição quando necessário. - Já a rubrica administrativa cobre itens fundamentais para o bom andamento do projeto, como a contratação de assessoria contábil e o pagamento de taxas bancárias. Esses investimentos refletem nosso compromisso com a inclusão, a comunicação acessível e uma gestão financeira responsável.
O "Cinema Por Aí” é composto por um ciclo de oficinas que visitará 05 cidades e 01 mostra/contrapartida social. Quatro oficinas formativas serão ofertadas simultaneamente em cada destas 05 cidades do interior nordestino: Água Branca/AL, Betânia/PE, Monteiro/PB, Caruaru/PE e Condado/PE. Ao todo, o projeto irá somar 400h/aulas de conteúdo, com expectativa de formar cerca de 300 estudantes capacitados para ingressar profissionalmente nas funções de Roteiro, Produção, Fotografia e Som no audiovisual. Já a Mostra/Contrapartida Social do projeto será a culminância de todas as atividades e irá exibir todos os conteúdos audiovisuais produzidos pelos participantes, oferecendo uma amostra da diversidade de olhares e fazer artístico que cada localidade possui. Cada uma das quatro oficinas conta com uma ementa que dialoga com as necessidades formativas locais e com o cenário de ocupação de mercado audiovisual atual. Abaixo, trazemos de forma objetiva e sintética, um resumo do conteúdo programático, assim como a metodologia prevista e as atividades práticas a serem desenvolvidas. Essa apresentação vem nortear uma visão clara das propostas formativas e o detalhamento completo do projeto pedagógico será desenvolvido em conjunto com a coordenação pedagógica do projeto, sob responsabilidade da professora Dra. Mannu Costa, docente efetiva do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), doutora pela UFRJ e profissional atuante nas áreas de produção e direção audiovisual. A partir das diretrizes gerais do projeto, a coordenação irá articular com os(as) ministrantes das oficinas a construção colaborativa dos conteúdos, metodologias e bibliografias e elaboração de material didático, assegurando uma formação sólida, contextualizada e alinhada com questões contemporâneas e com os objetivos de inclusão e descentralização aqui propostos. → PRODUTO 1 Ementa de cada oficina: ROTEIRO E PROCESSOS CRIATIVOS20h | 15 vagas | Sem pré-requisitos para participação Oficineira: Giselle Gonçalves Resumo do curso: Da ideia à prática: Sistematizando a escrita. Filme-Carta e a Escrita de si. A estrutura de um roteiro. Gêneros Narrativos e a roteirização. O Formato MasterScenes do Roteiro. Anatomia e construção de uma cena. Programas gratuitos para escrita de roteiro. Análises de roteiros. Escrita de cenas. Metodologias: Leituras coletivas de roteiros; Exposição sobre gêneros e sua estruturação dentro de um roteiro. Exercício de idealização. Esmiuçar as partes e elementos de um roteiro. Atividade prática: De maneira coletiva, os aprendizes irão escrever um roteiro para um filme de, no mínimo, dez minutos de duração, colocando em prática os processos de idealização, sistematização e, por fim, a feitura do roteiro que buscará trabalhar temáticas relacionadas a comunidade em que estão inseridos, a fim de produzir uma obra que dialogue com as questões cotidianas e próprias da região, texto a ser trabalhado pelos demais no quarto dia de oficina. PRODUÇÃO EXECUTIVA E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO20h | 15 vagas | Sem pré-requisitos para participação Oficineiro: João Oliveira Resumo do curso: Introdução aos aspectos da função: Diferenciando a Produção Executiva e a Direção de Produção. Documentos da Direção de Produção e as variáveis no Set de Filmagem. Elaboração, gestão e direcionamentos de orçamentos para audiovisual. Tipos de contratos e importância jurídica. Elaboração de cronogramas. Prática de pré-produção e produção em set de filmagem. Metodologias: Exposição dialogada; Confecção de documentos do set e de contratação; Pesquisa e leitura; Trabalho em grupo; Atividade prática: Divididos em dois grupos, por afinidade de função, os participantes formarão equipes de Produção Executiva e Direção de Produção, trabalharão nos documentos do set vivência e colocarão em prática no último dia. A FOTOGRAFIA COMO FERRAMENTA DE DISCURSO20h | 15 vagas | Sem pré-requisitos para participação Oficineiro: Pedro Fillipe Resumo do curso: Introdução à Fotografia. Análises de imagens e práticas fotográficas. Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. Tipos de planos. Composição, Enquadramentos, A Luz e a Narrativa Visual. Estéticas e semióticas. Fotografia Contemporânea. A pré-produção de Fotografia. Decupagem de Fotografia. Análise de filmes. Metodologias: Análise de imagens e narrativas. Exercícios práticos orientados. Estudos de caso. Prática fotográfica. Atividade prática: Escolha, criação e definição de uma estética em conjunto para o produto a ser realizado no set-vivência, a partir do roteiro. Realização e apresentação de uma decupagem de fotografia do roteiro. O SOM E A LINGUAGEM AUDIOVISUAL20h | 15 vagas | Sem pré-requisito Oficineiro: Alison Santos Resumo do curso: O som e o Cinema. A construção sonora como parte essencial da narrativa audiovisual. Estudo dos elementos do som — voz, efeitos, música e silêncio — e sua integração à linguagem das imagens. Ruídos e ambiências enquanto elementos de contextualização. Captação de som e materiais necessários. Metodologias: Aulas expositivas interativas com apoio de trechos de filmes; análises de cenas focadas na utilização do som; demonstrações práticas de captação sonora com diferentes equipamentos e exercícios de escuta ativa; Atividades em grupo para criação de paisagens sonoras e experimentação de ruídos e ambiências; Orientação prática para manuseio de microfones, gravadores e softwares básicos de edição de áudio. Atividade prática: Captação de som, com os membros previamente definidos em relação a funções, do filme a ser realizado coletivamente com os demais grupos. → PRODUTO 2 MOSTRA / CONTRAPARTIDA SOCIAL Como parte da contrapartida social do projeto, será realizada uma mostra audiovisual em Caruaru (PE), uma das cidades contempladas com a caravana “Cinema por Aí”. A mostra será gratuita e contará com a exibição dos curtas produzidos nas oficinas. Todas as sessões contarão com recursos de acessibilidade (LSE, janela de Libras e audiodescrição) e acontecerão em espaços com infraestrutura adequada para pessoas com mobilidade reduzida, garantindo um acesso inclusivo aos produtos culturais gerados. A exibição pretende reunir cerca de 200 pessoas, tendo como público alvo, além de participantes do projeto, familiares, educadores, fazedores de cultura locais e comunidade em geral.
Atendendo ao disposto nos termos dos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, que estabelecem medidas para a integração da pessoa com deficiência, destacamos que: → Na ficha de inscrição para as oficinas teremos um campo em que aluno apontará se é pessoa com deficiência (PCD), com o objetivo de contratar intérpretes de libras e profissionais de audiodescrição, caso se mostre necessário. Ainda sobre acessibilidade. PRODUTO 1: Ciclo de Oficinas → ACESSIBILIDADE - DEFICIÊNCIA FÍSICA: Visitaremos as cinco cidades e avaliaremos com antecedência todos os locais escolhidos para receber a iniciativa, a fim de selecionar apenas os espaços cujas instalações ofereçam condições de acessibilidade física para atender às necessidades de portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas. A comprovação destas medidas será apresentada em fase de prestação de contas através de relatório fotográfico. Item Orçamentário: Não serão utilizados recursos do projeto, uma vez que serão escolhidos locais que já possuam medidas de acessibilidade arquitetônica. → ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - DEFICIÊNCIA AUDITIVA: (A) Aulas presenciais: Caso haja algum aluno com deficiência auditiva, o projeto disponibilizará intérprete de libras para tradução do conteúdo de todas as aulas. (B) Material didático: Todos os exemplos de vídeo que serão mostrados nas oficinas contarão com Legendas para Surdos e Ensurdecidos - LSE e janela de tradução em libras. Itens Orçamentários: (A) Tradução Simultânea (B) Não serão utilizados recursos do projeto, utilizaremos curtas, médias e longas metragens produzidos por profissionais brasileiros e liberados de forma gratuita. → ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - DEFICIÊNCIA VISUAL: (A) Caso haja algum aluno com deficiência visual, o projeto disponibilizará monitores especialmente preparados para acompanharem pessoas portadoras de necessidades especiais para o acompanhamento das atividades das oficinas. (B) Material didático: Todos os exemplos em vídeo que serão mostrados nas oficinas contarão com recursos de audiodescrição. (C) Apostilas: Todo o material produzido será disponibilizado também acompanhado de um arquivo de audiodescrição do conteúdo como forma a atender pessoas com qualquer nível de deficiência visual. Além disso, as apostilas serão diagramadas de forma que seja garantido um bom contraste entre o texto e o fundo, utilizando também fontes maiores e legíveis, para facilitar a leitura de pessoas com baixa visão. Itens Orçamentários: (A) Tradução Simultânea (B) Não serão utilizados recursos do projeto, utilizaremos produtos audiovisuais gratuitos de parceiros. (C) Rubrica: parte dos 15% destinados no projeto para os Custos de Acessibilidade, Comunicação e Divulgação acessíveis, que serão utilizados para a contratação de uma consultoria em acessibilidade. → ACESSIBILIDADE - ATITUDINAL: Será contratada uma consultoria especializada em acessibilidade, com foco na acessibilidade atitudinal, para orientar a equipe e garantir um ambiente acolhedor e respeitoso para todos os públicos. A ação visa promover atitudes inclusivas em todas as etapas do projeto, contribuindo para a quebra de barreiras comportamentais. Essa iniciativa reforça o compromisso com a equidade e a participação plena de pessoas com deficiência. Item Orçamentário: Parte dos 15% destinados no projeto para os Custos de Acessibilidade, Comunicação e Divulgação acessíveis, que serão utilizados para a contratação de uma consultoria em acessibilidade. PRODUTO 2: Mostra/Contrapartida Social A contrapartida social do projeto prevê a exibição dos curtas-metragens criados pelos participantes das 05 cidades, sobre as medidas de acessibilidade previstas no evento podemos destacar que: O evento contará com profissionais intérpretes de libras para tradução simultânea e todos os curtas que forem exibidos terão três medidas de acessibilidades aplicadas: LSE, Janela de Libras e Audiodescrição. O Local de realização da mostra será selecionado desde se mostre adequado para cadeirantes, pessoas idosas, entre outras pessoas com dificuldade de locomoção. Item Orçamentário: Não serão utilizados recursos do projeto.
A capacitação será oferecida em cinco cidades nordestinas, divididas entre os estados de Pernambuco, Alagoas e Paraíba. Cada oficina terá 15 vagas, somando assim, 60 vagas por cidade. Do total, 50% das vagas serão reservadas para jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com prioridade para estudantes da rede pública de ensino, 30% das vagas para pessoas negras e indígenas, 10% para pessoas LGBTQIAPN+, e 10% para pessoas com deficiência. Para facilitar a participação, o projeto oferecerá lanche diário e um processo seletivo simplificado, com inscrições tanto online como presenciais, utilizando linguagem acessível. Para além do acesso à capacitação, serão realizadas as seguintes ações com foco nas comunidades que a formação alcançará, de acordo com os incisos do artigo 7º da IN 23/2025: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; Além disso, a formação será realizada prioritariamente em regiões com baixo acesso a equipamentos culturais e educacionais, contemplando cidades de pequeno porte, bem como periferias urbanas. Dessa forma, acredita-se que o acesso à formação e as oficinas que a mesma contempla será facilitado, dinâmico e, primordialmente, eficaz para alcançar e atender uma parcela do público que deve ser movimentada e trazida para tais circuitos de produção cultural. A proposta também contempla a contratação de profissionais locais, incluindo, em cada cidade, um ou mais produtores locais, facilitadores do acesso e da comunicação, fomentando a economia criativa nas regiões atendidas. Dessa forma, além de capacitar novos agentes culturais, o projeto contribui diretamente para o fortalecimento das cadeias produtivas locais, promovendo intercâmbio de saberes e valorizando a mão de obra regional. A presença de profissionais com vivência no território fortalece a identificação do público com o conteúdo ofertado, ampliando o alcance e o impacto das ações. Visando à sustentabilidade e a continuidade das ações formativas, o projeto prevê a produção de materiais didáticos físicos, que serão disponibilizados gratuitamente para os participantes. Esses materiais servirão de suporte para os participantes durante e após as oficinas, funcionando também como referência para educadores, gestores culturais e demais interessados. Tal iniciativa visa garantir que o conhecimento compartilhado possa ser replicado e adaptado em outros contextos, multiplicando seus efeitos no longo prazo.Por fim, o projeto buscará parcerias com escolas, associações comunitárias, e organizações da sociedade civil, fortalecendo a rede de apoio aos participantes e ampliando os canais de divulgação. Tais articulações são fundamentais para consolidar a presença do projeto nos territórios e potencializar os impactos das ações previstas, garantindo que os efeitos da formação ultrapassem o tempo de duração das oficinas e reverberem no cotidiano das comunidades atendidas.
COORDENAÇÃO GERAL - WANESSA PIMENTEL Resumo do currículo: Wanessa Pimentel é produtora cultural com ampla experiência na elaboração, gestão e execução de projetos nas áreas de audiovisual, literatura e eventos culturais. Graduada em Jornalismo pela Unifavip - Wyden, atuou na comunicação de grandes iniciativas como o São João de Caruaru e a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, tendo atuado como produtora em instituições públicas e privadas. Nos últimos anos, tem se destacado na produção executiva e na escrita de roteiros de obras audiovisuais incentivadas por políticas públicas, reafirmando seu compromisso com a valorização das expressões culturais do Nordeste. COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA - MANNU COSTA Resumo do currículo: Mannu Costa, Professora Efetiva da UFPE, no departamento de Comunicação Social, no curso de Cinema e Audiovisual. Doutora pelo Programa de Pós-graduação da Escola de Comunicação da UFRJ (2017), com estágio Sanduíche na Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3 (Bolsista CAPES/PDSE). É sócia da Plano 9 Produções, onde exerce funções de produção, produção executiva, diretora de produção, além de roteiro e direção de curtas e vídeos institucionais. OFICINEIRA 1 - GISELLE GONÇALVES Oficina: Roteiro e Processos Criativos Resumo do currículo: Oriunda da Zona da Mata pernambucana, Giselle Gonçalves é graduanda em Letras pela UPE, professora, escritora, roteirista e realizadora audiovisual atuante no interior do Estado. Há cerca de 6 anos, vem roteirizando curtas-metragens com a produtora Uruçu Filmes, onde alguns também dirigiu. Além disso, Giselle também desenvolve atividades enquanto Oficineira em encruzilhadas pedagógicas relacionadas ao audiovisual. OFICINEIRO 2 - JOÃO OLIVEIRA Oficina: Produção Executiva e Direção de Produção Resumo do currículo: João Oliveira é graduando em Cinema e Audiovisual pela UFPE, produtor cultural, realizador audiovisual e Diretor da produtora Uruçu Filmes. Atua nas áreas de direção e produção de obras audiovisuais, permeando entre curtas-metragens e produtos para TV. João também desempenha a função de montagem na pós-produção, além de desenvolver atividades no campo de cinema e educação em sua comunidade. OFICINEIRO 3 - FOTOGRAFIA Oficina: A Fotografia como Ferramenta de Discurso Resumo do currículo: Pedro Fillipe é um experiente produtor cultural e realizador audiovisual com mais de 10 anos de atuação. Com formação em Comunicação Social pela UFPE, pós-graduação em Processos Criativos e Gestão da Indústria Cinematográfica pela FAAP, mestrando em Mídia e Linguagem pelo PPGCom - UFPE, já idealizou e produziu mais de 20 projetos culturais. Dirigiu série, telefilmes, curta-metragens e produtos para televisão, além de atuar como diretor de fotografia e montador em projetos diversos. Especialista em marketing cultural, trabalhou também como design em variados projetos culturais. No campo da formação e educação, produziu e ministrou oficinas de realização, captação e edição de projetos. OFICINEIRO 4 - ALISON SANTOS Oficina: O Som e a Linguagem Audiovisual Resumo do currículo: Alison Santos é técnico de som direto, sound designer, músico e produtor audiovisual. Iniciou sua trajetória na Zona da Mata Norte de Pernambuco, criando trilhas sonoras e editando som para companhias teatrais. Com mais de 14 anos de experiência em audiovisual, participou de produções premiadas como Sob o Delírio de Agosto, Quando a Chuva Vem? e Quebra Panela. Atuou em shows no Brasil e na Europa e é gerente técnico da BK Produções e Mídias, desenvolvendo projetos nas áreas de cinema, publicidade e comunicação audiovisual. É formado em Produção Fonográfica pela AESO-Barros Melo e possui especializações em Som para Cinema e TV pela AIC, além de cursos em roteiro, produção executiva e gestão de equipes.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.