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O projeto "Animando o Corredor Cultural de Jacarepaguá" integra ações de arte, cultura, educação patrimonial com projeto pedagógico contínuo, turismo cultural de base comunitária e economia solidária. Prevendo visitas mediadas ao Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá, sempre acompanhadas de oficinas educativas; atividades regulares de educação patrimonial; roteiros de turismo pedagógico aos principais marcos históricos do Corredor Cultural e Turístico de Jacarepaguá; a apresentação de uma peça teatral sobre a história local; e a realização de duas edições da Feira do Bem — feira multicultural de economia solidária e criativa, com foco em empreendedores locais.A proposta busca consolidar o Corredor Cultural como um território criativo, sustentável e inclusivo, fortalecendo a identidade local e promovendo o desenvolvimento sociocultural e econômico da região.
Visitas Mediadas ao Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá Sinopse: Visitas guiadas ao acervo do Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá, com mediação cultural e oficinas educativas. Os roteiros abordam a história local, os patrimônios materiais e imateriais, e a formação territorial de Jacarepaguá. As atividades visam promover o pertencimento e a valorização do patrimônio. Público-Alvo: Moradores da região, comunidade escolar e visitantes em geral Classificação indicativa: Livre. Turismo Cultural Pedagógico ao Corredor Cultural Sinopse: Roteiros educativos de turismo cultural por quatro marcos históricos da Baixada de Jacarepaguá: Fazenda Baronesa, Colônia Juliano Moreira, Quilombo Aquilah ou templo de matriz africana e Núcleo Histórico Rodrigues Caldas. As rotas unem mediação histórica, educação patrimonial e valorização dos territórios tradicionais. Público-Alvo: Moradores da região, comunidade escolar e visitantes em geral Classificação indicativa: Livre. Peça Teatral sobre a História Local Sinopse: Jacarepaguá: Um Sertão de Memórias é um espetáculo de 80 minutos que percorre quatro séculos de história. Da opulência dos engenhos coloniais à decadência econômica, da escravidão à luta quilombola, das marcas de exclusão da Colônia Juliano Moreira à genialidade de Arthur Bispo do Rosário, a peça expõe memórias silenciadas e resistências que reinventaram caminhos. Entre a dor que aprisionava e a arte que libertava, surgem vozes potentes que transformaram destino em legado. Com poesia, música e imagens simbólicas, o espetáculo faz da memória movimento, da dor arte e do silêncio eternidade. Público-Alvo: Moradores da região, comunidade escolar e visitantes em geral Classificação indicativa: Livre. Feira do Bem – Feira Multicultural de Economia Solidária e Criativa Sinopse: Feira multicultural realizada em duas edições anuais, reunindo 30 expositores de produtos artesanais, culturais e gastronômicos da Baixada de Jacarepaguá. A programação inclui oficinas de saberes tradicionais, apresentações artísticas e vivências culturais. A feira fortalece a economia solidária, valoriza talentos locais e promove a troca de saberes. Público-Alvo: Empreendedores local, moradores da região e visitantes em geral Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral: Transformar o Corredor Cultural de Jacarepaguá em um território criativo, educativo e inclusivo, por meio de ações estruturantes que integrem arte, educação patrimonial, turismo cultural de base comunitária e economia solidária e criativa.A proposta busca fortalecer o território como um ecossistema cultural vivo, onde o patrimônio, a preservação da memória, a arte e economia criativa se entrelaçam para gerar emprego, renda e oportunidades para a nossa comunidade e promover o desenvolvimento sustentável da região. Objetivos Específicos• Implantar e manter um programa pedagógico contínuo no Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá, com visitas guiadas (5 dias por semana, de terça a sábado) seguidas de oficinas educativas, voltadas principalmente à comunidade escolar.Aos sábados, o Centro de Memória se transformará em um espaço dedicado à educação patrimonial, com atividades lúdicas, oficinas temáticas e vivências interativas abertas à comunidade. Essas ações ocorrerão mesmo sem a realização de visitas guiadas, assegurando que grupos comunitários e público espontâneo tenham acesso regular e contínuo ao patrimônio cultural da região.• Oferecer experiências de turismo pedagógico com 4 visitas mensais a diferentes marcos históricos do Corredor Cultural:Engenho da Taquara _ Fazenda Baronesa;Colônia Juliano Moreira _ Museu Bispo do Rosário;Afroturismo _ Quilombo Aquilah ou templo de matriz africana;Engenho Novo da Taquara _ Núcleo Histórico Rodrigues Caldas.Público estimado: 50 pessoas por passeio (total de 1.800 ao longo do projeto).• Realizar uma peça teatral sobre a história de Jacarepaguá, encenada na Casa de Cultura de Jacarepaguá, com 9 apresentações públicas (uma por mês), utilizando narrativa poética e popular para difundir a memória local.• Promover duas edições de Feira Multicultural e Economia Solidária (Feira do Bem), cada uma com 30 expositores locais e programação cultural composta por oficinas de arte e artesanato, oficinas de ecologia, atrações artísticas (música, contação de histórias e cultura popular) e atividades educativas, movimentando a economia solidária e criativa do território.
Jacarepaguá é um dos territórios mais ricos em patrimônio histórico e cultural do município do Rio de Janeiro, mas historicamente invisibilizado nas políticas públicas de cultura e turismo. O Corredor Cultural e Turístico de Jacarepaguá, criado pela Lei Municipal nº 8.291/2024, representa uma conquista da sociedade civil na valorização da memória, da identidade e da vocação cultural da região.Entretanto, sem ações permanentes e estruturantes, essa conquista corre o risco de permanecer apenas no papel. Falta transformar o reconhecimento legal em prática viva: garantir acesso educativo ao patrimônio, criar oportunidades reais para artistas e empreendedores locais, estimular o turismo de base comunitária e consolidar a economia solidária como motor de desenvolvimento.É nesse contexto que surge o projeto Animando o Corredor Cultural de Jacarepaguá: como resposta direta a essa lacuna, ele ativa o território com atividades integradas de arte, educação patrimonial e economia criativa, convertendo o Corredor em um espaço dinâmico de cidadania cultural, memória viva e geração de renda.As atividades propostas fortalecem a identidade, promovem inclusão social, geram oportunidades de renda para artistas, artesãos e empreendedores locais e consolidam a cidadania cultural. Trata-se de um projeto que une preservação da memória, formação de público, circulação da arte e dinamização econômica baseada na vocação comunitária do território. Por sua natureza e relevância, a proposta necessita do apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Federal nº 8.313/91), enquadrando-se nos incisos I, II e III do Art. 1º, ao: I _ Contribuir para a formação, produção e difusão cultural e artística;II _ Garantir meios para que a população em geral tenha acesso às fontes da cultura nacional;III _ Apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e seus criadores.Além disso, o projeto colabora diretamente para o alcance dos objetivos previstos no Art. 3º da Lei 8.313/91, em especial:Inciso II _ Estimular a produção cultural e artística, a circulação de bens culturais e a difusão de manifestações regionais;Inciso IV _ Proteger e conservar o patrimônio cultural material e imaterial;Inciso VI _ Apoiar atividades culturais que contribuam para o desenvolvimento econômico sustentável;Inciso VII _ Promover a descentralização e a democratização do acesso à cultura.Dessa forma, o projeto reafirma seu papel como instrumento de transformação sociocultural e de fortalecimento da economia criativa, demandando o financiamento público por meio da Lei de Incentivo à Cultura para garantir sua execução plena e seus impactos duradouros na região.Trata-se, portanto, de uma proposta que une preservação da memória, inclusão sociocultural e dinamização da economia local, consolidando o Corredor Cultural de Jacarepaguá como um exemplo de museu de território vivo, participativo e sustentável.
Visitas Mediadas ao Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá Realização contínua de visitas guiadas com mediação cultural ao Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá, localizado na Casa de Cultura de Jacarepaguá. As atividades ocorrerão de terça a sábado, com cinco mediações por semana, ao longo de nove meses de execução. As visitas serão acompanhadas de oficinas educativas de educação patrimonial, abordando a história, a memória e o patrimônio cultural da região. O objetivo é fortalecer o pertencimento, a identidade cultural e o acesso ao patrimônio local, especialmente para a população escolar e comunitária. Turismo Cultural Pedagógico ao Corredor Cultural Realização de roteiros de turismo pedagógico aos principais marcos históricos do Corredor Cultural de Jacarepaguá, reconhecido como Área de Especial Interesse Cultural (AEIC). Serão quatro roteiros principais: 1. Engenho da Taquara – Fazenda Baronesa; 2. Colônia Juliano Moreira – Museu Bispo do Rosário; 3. Afroturismo – Quilombo Aquilah ou templo de matriz africana; 4. Engenho Novo da Taquara (Núcleo Histórico Rodrigues Caldas). Serão realizadas quatro visitas pedagógicas por mês, destinadas principalmente a escolas públicas e, mediante bilheteria social, a escolas privadas. A ação visa ampliar o acesso educativo ao território, estimular o turismo de base comunitária e consolidar a função educativa do Ecomuseu territorial. Encenação de peça Teatral sobre a História Local Remontagem e encenação de uma peça Teatral "Jacarepaguá, um sertão de memórisas", com linguagem acessível e conteúdo baseado em fatos históricos e culturais da região de Jacarepaguá. A peça será encenada na Casa de Cultura de Jacarepaguá. Estão previstas nove apresentações, sendo uma por mês, durante nove meses, totalizando nove apresentações durante o projeto. As peças terão tradução em Libras, garantindo a acessibilidade comunicacional. O objetivo é promover a educação patrimonial de forma lúdica, acessível e inclusiva, sensibilizando diferentes faixas etárias. Realização de duas edições da Feira do Bem – Feira Multicultural de Economia Solidária e Criativa Organização de duas edições da Feira do Bem, uma em junho e outra em dezembro, com dois dias de programação cada (sábado e domingo). A feira reunirá 30 expositores por edição, priorizando empreendedores locais das áreas de artesanato, gastronomia afetiva e economia criativa. Os expositores participarão mediante isenção de taxas, oferecendo contrapartidas culturais gratuitas (oficinas, rodas de conversa, apresentações artísticas). A programação incluirá ainda atividades paralelas gratuitas como oficinas de saberes tradicionais, contações de história, rodas culturais e vivências de educação patrimonial. A Feira do Bem visa fomentar a economia solidária, ampliar o acesso à cultura e fortalecer circuitos de produção e circulação local.
O projeto "Animando o Corredor Cultural de Jacarepaguá" adota como princípio estruturante a promoção da acessibilidade plena, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas condições, possam acessar e vivenciar as atividades culturais, educativas e artísticas propostas.As ações de acessibilidade contemplam as dimensões física, de conteúdo, comunicacional e atitudinal, em conformidade com a Instrução Normativa nº 23/2025.Acessibilidade FísicaCasa de Cultura de Jacarepaguá: O local de realização da boa parte das atividades dispõe de plataforma elevatória para acesso direto à área de eventos, possibilitando a participação de pessoas com mobilidade reduzida. O espaço possui ainda banheiro acessível e sem designação de gênero, promovendo acolhimento de pessoas LGBTQIA+ e garantindo dignidade a todos os públicos. Os ambientes internos são nivelados, facilitando a circulação de cadeirantes, idosos e pessoas com limitações motoras.Espaços de apresentações e visitas ao ar livre: As atividades em espaços públicos (turismo pedagógico e feira) serão realizadas em locais planos, com fácil circulação para cadeirantes e demais públicos.Acessibilidade de ConteúdoTradução em Libras: Todas as apresentações teatrais encenadas no projeto contarão com intérprete de Libras, garantindo o acesso das pessoas surdas ao conteúdo artístico apresentado.Materiais Visuais Acessíveis: Todos os materiais educativos e informativos serão produzidos com linguagem clara, objetiva e visualmente acessível, com atenção especial à diagramação, contraste e organização, beneficiando também pessoas com baixa escolaridade e neurodivergência.Acessibilidade para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)Ambientes Acolhedores: Durante as atividades presenciais, será disponibilizado um espaço calmo e acolhedor para pessoas neurodivergentes que possam se sentir sobrecarregadas com estímulos sonoros ou visuais, além de disponibilização de prancha de CAA (comunicação alternativa e aumentativa)Equipe Sensível e Preparada: Toda a equipe do projeto será capacitada para atuação inclusiva junto a pessoas com TEA, assegurando respeito aos tempos individuais, escuta ativa, paciência e flexibilidade no atendimento.Acessibilidade ComunicacionalDivulgação Acessível: As informações sobre o projeto — programação, horários, acessos e atividades — serão divulgadas em linguagem direta, acessível e objetiva, por meio de canais digitais, impressos e mídias comunitárias.Materiais Gráficos Inclusivos: Todo o material impresso e digital do projeto seguirá critérios de acessibilidade visual, como contraste adequado, fontes legíveis, linguagem inclusiva e uso de iconografia clara.Acessibilidade AtitudinalCapacitação e Postura Inclusiva da Equipe: A equipe permanente da Casa de Cultura de Jacarepaguá já atua com base em princípios de acolhimento, diversidade e respeito às diferenças. Para o projeto, será oferecida capacitação complementar aos novos colaboradores, visando reforçar práticas inclusivas e eliminar barreiras atitudinais, promovendo ambientes seguros, afetivos e respeitosos para todos os públicos.Com essas ações, o projeto garante não apenas o cumprimento das exigências normativas da IN 23/2025, mas reafirma o compromisso da Casa de Cultura de Jacarepaguá com a democratização do acesso à cultura e à cidadania, em todas as suas dimensões.
O projeto “Animando o Corredor Cultural de Jacarepaguá” adota como princípio estruturante a democratização do acesso à cultura, ao patrimônio e à formação artística e cidadã. As atividades foram planejadas com base em uma lógica de equidade territorial, justiça social e valorização dos saberes populares, permitindo o acesso gratuito ou facilitado a todos os públicos, com destaque para comunidades locais e grupos historicamente marginalizados.A seguir, apresentamos as estratégias de democratização de acesso organizadas por produto:Visitas guiadas e oficinas no Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá: Serão inteiramente gratuitas e ocorrerão de terça a sábado, de forma contínua. Além das visitas mediadas ao acervo e aos conteúdos expositivos, serão oferecidas oficinas educativas gratuitas para escolas públicas e privadas, grupos comunitários e público espontâneo. O objetivo é garantir o acesso regular da população ao patrimônio e ao exercício da cidadania cultural.Turismo pedagógico ao Corredor Cultural: As rotas de turismo pedagógico serão gratuitas para estudantes de rede pública de ensino, priorizando as escolas da região e adjacências e a preços populares para estudantes da rede privada e visitantes em geral, as ações promovem a inclusão territorial e fortalecendo o sentimento de pertencimento ao território.Peça teatral sobre a história do território: As apresentações teatrais serão realizadas com acesso gratuito, na Casa de Cultura de Jacarepaguá. Haverá ainda ensaios abertos, como ação formativa e de aproximação com públicos escolares e jovens da comunidade.Feira Multicultural e de Economia Solidária (Feira do Bem) – Acesso e Contrapartida CulturalA Feira do Bem será gratuita para o público visitante e para os expositores. Estes participam mediante contrapartida cultural, contribuindo com oficinas, rodas de conversa, demonstrações de saberes tradicionais ou pequenas apresentações artísticas. Essa lógica fortalece a feira como espaço de troca e vivência coletiva, e não apenas de mercado.Programação Gratuita IntegradaA feira contará também com uma programação cultural promovida pelo próprio projeto, incluindo shows de música, apresentações de cultura popular, contação de histórias e atividades educativas. Essas atrações, igualmente gratuitas, complementam as contrapartidas e garantem diversidade e dinamismo na experiência do público.Dessa forma, a feira combina ações artísticas e educativas garantidas pelo projeto com atividades ofertadas pelos expositores em contrapartida, democratizando o acesso não só ao consumo cultural, mas também à criação, produção e fruição coletiva da cultura.Comunicação comunitária e difusão ampla: A programação serão amplamente divulgados por meio de redes sociais, materiais impressos, mídias digitais e carro de som. Toda a linguagem será clara, acessível e direcionada à realidade territorial, assegurando máxima transparência e alcance para os públicos do projeto.Com essas estratégias, o projeto reafirma seu compromisso com uma cultura viva, plural e compartilhada, colocando o território como protagonista e a população como sujeito ativo da memória e da transformação social.
Proponente: A Casa de Cultura de Jacarepaguá, instituição proponente, atuará como coordenadora geral e articuladora do projeto “Animando o Corredor Cultural de Jacarepaguá”. Suas atribuições incluirão: Coordenação executiva de todas as etapas do projeto;- Supervisão técnica das atividades culturais, formativas e comunitárias;- Articulação institucional com escolas, equipamentos culturais, associações comunitárias e empreendedores locais;- Supervisão da equipe de produção, monitores, educadores patrimoniais, oficineiros e artistas envolvidos;- Mobilização comunitária para formação do público e dos empreendedores criativos;- Responsável pelo monitoramento das ações, avaliação de resultados e elaboração de relatórios técnicos e prestação de contas. A gestora e dirigente da Casa de Cultura de Jacarepaguá, Alexandra Gonzalez, atuará de forma direta na execução do projeto e coordenação de produção, assegurando sua qualidade técnica, seu alinhamento aos princípios de cultura como direito e sua sustentabilidade no território. Coordenadora Geral e Produtora do Projeto Alexandra Gonzalez é contabilista e empreendedora social, fundadora da iniciativa "JPA, Eu Te Amo" em 2016 e, em 2017, da Casa de Cultura de Jacarepaguá. Após uma carreira consolidada, Alexandra realizou sua transição para a gestão cultural em 2019, dedicando-se integralmente ao desenvolvimento e fortalecimento da cultura local através deste importante centro cultural. Sua trajetória de liderança e dedicação tem sido amplamente reconhecida por diversos setores. Entre os reconhecimentos que refletem o impacto de seu trabalho estão: - Carioca Nota 10 (2018): Concedido pela Revista Veja Rio, em homenagem às ações transformadoras realizadas por meio da iniciativa "JPA, Eu Te Amo".- Moção de Mérito Cultural (2023): Título concedido pela Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, em reconhecimento à sua contribuição significativa para o fortalecimento da cultura na região de Jacarepaguá. Na função de produtora cultural, Alexandra Gonzalez é responsável pela coordenação de todos os projetos da Casa de Cultura de Jacarepaguá desde a sua fundação em 2017. Entre os mais de 20 projetos realizados ao longo desses sete anos de atuação, destacam-se: a FES - Feira de Empreendedores Sustentáveis, uma feira multicultural de empreendedorismo sustentável, com 12 edições, consolidando-se como um dos eventos culturais mais vibrantes do bairro; a fundação do primeiro Centro de Memória da Baixada de Jacarepaguá, com a Exposição Permanente “O Sertão Carioca - A Outra Margem do Rio” em 2019; a implementação do primeiro projeto de turismo local “Encantos do Sertão Carioca”; a Feira Literária de Jacarepaguá - Flij; e o Seminário “A Baixada de Jacarepaguá: História, Riquezas, Legados e Potencialidades”, entre outros. Sob sua gestão, a Casa de Cultura de Jacarepaguá ganhou notoriedade e alcançou importantes reconhecimentos, como: - Ponto de Cultura: Certificação pelo Ministério da Cultura desde 2019.- Utilidade Pública Municipal (2022): Reconhecimento da instituição como de Utilidade Pública Municipal, conforme a Lei 7.443 de 04/07/2022, devido às ações socioculturais realizadas.- Ponto de Memória: Reconhecimento pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2023.- Prêmio Pontos de Memória 2023: Premiação concedida pelo Ibram em reconhecimento à atuação da Casa na preservação da memória da Baixada de Jacarepaguá.- "Ações Locais" (2024): Concedido pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, pela relevância e impacto positivo no território carioca.- Cadastro Fluminense de Museus: Em 2024, a Casa foi integrada ao Sistema Estadual de Museus, atestando sua contribuição aos processos museológicos do Estado do Rio de Janeiro.- Rede Cultura Viva: Em 2024, o reconhecimento como Ponto de Cultura foi novamente reafirmado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, em reconhecimento ao papel da Casa na promoção dos direitos culturais, cidadania e diversidade cultural. Alexandra também atua como mediadora de patrimônio histórico, contadora de histórias, roteirista, guia de turismo e poeta, ampliando ainda mais sua contribuição ao cenário cultural e ao resgate da memória da Baixada de Jacarepaguá. Coordenação do Turismo Pedagógico Carolina de Lima Alves Belo é Guia de Turismo Regional RJ, Nacional e Internacional, formada pelo CIETH com especialização em Atrativos Naturais (2019). Desde 2006, atua como Professora de Ciências no Ensino Fundamental da Prefeitura Municipal de Duque de Caxias. Carolina é graduada em Turismo pela UFRRJ (2014) e em Ciências Biológicas pela UFRJ (Licenciatura em 2005 e Bacharelado em Biologia Marinha em 2008). Possui Mestrado em Tecnologia Educacional nas Ciências da Saúde pelo NUTES-UFRJ (2008), e duas especializações: em Planejamento, Implementação e Gestão da EAD pela UFF (2009) e em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde pela FIOCRUZ (2012). Diretora Teatral Débora Restum: Mestre em Teatro pela UNIRIO, pós-graduada em Narrativas Artísticas em Contextos Urbanos pela Casa Tombada/SP com o TCC Escrever, Narrar e Encenar: a Artesania dos Afetos pela Linguagem e pós-graduada em História e Cultura no Brasil pela UGF com pesquisa sobre produção e recepção teatral do CPC da UNE, possui qualificação em Produção Cultural pelo SESC, licenciatura em Teatro e licenciatura em História. Atriz, poeta, escritora, contadora de histórias, professora de artes cênicas, diretora da teatral e pesquisadora da cena contemporânea. Idealizadora do projeto JPA Fora da Caixa desenvolvida na E.M Francis Hime, com mentoria do MAM Rio, pelo projeto Professor Residente 2023.Atuou no projeto Poesia Falada, enquanto artista-docente, desenvolvido pela NIAP-SME(Núcleo de Apoio as Unidades Escolares da Secretaria Municipal de Educação) com a criação do Coletivo Preto-Vive na E.M. Francis Hime. Participou das Oficinas ministrada pela Amok Teatro entre fevereiro/2021 e outubro/2021 sobre Atletismo Afetivo e Mímica Corporal Dramática de Éttenne Decroux. Atualmente circula com três propostas cênicas solo, Conversa e Poesia, Mulher A poesia de Si pela Escuta da Gente e Todas as Cartas de Amor são ridículas. Dirigiu as peças teatrais, Pelos Caminhos de Alice Sonhamos, Onde Está o Racismo que Ninguém Vê? e Rótulos Não Definem Destinos. É professora de artes cênicas do município do Rio de Janeiro desde 2013. Mediadora e Educadores Patrimoniais Luciliane Tomé é contadora de histórias, historiadora e professora de história e literatura. É mediadora de leitura e de patrimônio histórico na Casa de Cultura de Jacarepaguá. Função: Mediadora de patrimônio histórico, oficineira e contadora de histórias.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.