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Inspirado nos grandes festivais de jazz do mundo, o Jazz na Serra chega à sua 4ª edição em 2026 consolidado como um dos mais importantes encontros de música instrumental do interior paulista. Realizado em Santo Antônio do Pinhal, na Serra da Mantiqueira, o evento terá três dias de programação gratuita, com 17 apresentações musicais distribuídas em três palcos espalhados pela cidade, reunindo artistas que representam a excelência do jazz brasileiro e seus diálogos com a música afro-brasileira, a MPB e vertentes contemporâneas.Além do período do festival, o projeto prevê ainda três shows de lançamento da programação, em São Paulo, Rio de Janeiro e Santo Antônio do Pinhal, totalizando 20 apresentações artísticas. Combinando shows, ações formativas e experiências turísticas, o festival busca fortalecer a cena cultural e gerar impacto positivo para a economia criativa da região da Mantiqueira.
Inspirado nos grandes festivais de jazz do mundo, o Jazz na Serra chega à sua 4ª edição em 2026 consolidado como um dos mais importantes encontros de música instrumental do interior paulista. Realizado em Santo Antônio do Pinhal, na Serra da Mantiqueira, o evento terá três dias de programação gratuita, com 18 apresentações musicais distribuídas em três palcos espalhados pela cidade, reunindo artistas que representam a excelência do jazz brasileiro e seus diálogos com a música afro-brasileira, a MPB e vertentes contemporâneas.Além do período do festival, o projeto prevê ainda dois shows de lançamento da programação: um em São Paulo e outro no Auditório Municipal de Santo Antônio do Pinhal, totalizando 20 apresentações artísticas. Combinando shows, ações formativas e experiências turísticas, o festival busca fortalecer a cena cultural e gerar impacto positivo para a economia criativa da região da Mantiqueira.Evento de Lançamento em São PauloRealizado em local a ser definido na capital paulista, o evento de lançamento tem como objetivo apresentar oficialmente a programação do festival à imprensa, parceiros e público interessado. Em formato intimista e gratuito, contará também com um show especial de artista a ser definido, proporcionando uma prévia da atmosfera do festival e ampliando sua projeção no cenário cultural nacional.Evento de Lançamento em Santo Antônio do PinhalO lançamento local acontecerá no Auditório Pinhalense, aproximando a comunidade anfitriã do festival e criando um momento especial de celebração. Além do anúncio da programação completa, o evento gratuito contará com um show de artista convidado a ser definido, fortalecendo o vínculo com os moradores e antecipando o clima do festival.FestivalPrincipal produto cultural do projeto, o festival ocupa o centro de Santo Antônio do Pinhal durante três dias, com apresentações distribuídas em diferentes palcos e ambientes da cidade. A programação reúne artistas consagrados e novas vozes do jazz nacional, promovendo diversidade, circulação de público e valorização da cultura na Serra da Mantiqueira.WorkshopsSerão realizados cinco workshops no Auditório Pinhalense, com temas voltados ao jazz, à curadoria e à produção e gestão cultural. As atividades, gratuitas e formativas, têm como objetivo democratizar o acesso ao conhecimento, estimular a formação de novos profissionais e aproximar o público do universo da música instrumental.
Objetivo GeralO Festival Jazz na Serra 2026 tem como objetivo principal realizar sua 4ª edição, promovendo o acesso gratuito à música instrumental de qualidade e incentivando a formação de público em uma região que carece desse tipo de oferta cultural.Além das apresentações artísticas, o projeto também prevê ações de caráter formativo, por meio da realização de cinco workshops e palestras, criando espaços de troca entre artistas e comunidade, estimulando a educação musical e ampliando a compreensão do público sobre o universo do jazz e suas conexões com a cultura brasileira.O festival pretende ainda reforçar a imagem de Santo Antônio do Pinhal como polo cultural e turístico, fortalecendo sua vocação para sediar grandes eventos e contribuindo para a valorização da Serra da Mantiqueira no circuito nacional da música instrumental.Objetivos Específicos- Realizar a 4ª edição do Festival Jazz na Serra;- Realizar 20 apresentações musicais gratuitas;- Promover 3 shows de lançamento da programação, sendo em São Paulo, Rio de Janeiro e Santo Antônio do Pinhal;- Oferecer 5 workshops/palestras como ação formativa e contrapartida social;- Estimular a formação de público para a música instrumental;- Garantir o acesso gratuito da população a um produto cultural de qualidade;- Contribuir para o fortalecimento da economia criativa e para a valorização turística da Serra da Mantiqueira.
A edição 2025 do festival em Santo Antônio do Pinhal consolidou-se como um marco cultural e turístico da Serra da Mantiqueira. O evento reuniu mais de 80 artistas no palco e contou com o trabalho de 55 colaboradores diretos nos bastidores, proporcionando uma experiência de excelência em produção e diversidade artística. Os resultados comprovam a força do projeto: 96,4% do público era formado por turistas, vindos de 32 cidades e 7 estados, evidenciando a capacidade do festival de colocar a Mantiqueira no mapa cultural do Brasil. Esse impacto cultural refletiu-se diretamente no turismo e na economia local, com 96,95% de ocupação da rede hoteleira e 79,6% dos hóspedes motivados pela realização do festival.O impacto econômico também se revelou significativo: 96,1% dos comerciantes registraram aumento de faturamento, sendo que 71,2% superaram até a tradicional temporada de inverno, momento mais aquecido do comércio local.Além disso, o período registrou crescimento de 301% na arrecadação de ICMS, demonstrando a importância do evento para o desenvolvimento econômico regional. A avaliação quase unânime de excelência, com nota média próxima de 5/5 entre público, hospedagem e comércio, somada ao dado de que 100% dos participantes declararam a intenção de retornar em futuras edições, comprova a consolidação do festival como um ativo cultural, turístico e econômico para Santo Antônio do Pinhal e para toda a Serra da Mantiqueira.O projeto atende aos incisos previstos no Art. 1o da Lei 8313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.O projeto alcança os seguintes objetivos previstos no Art. 3º Lei 8313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
PROPOSTA CURATORIALA curadoria será renovada sob a assinatura do músico e produtor Joabe Reis, que reforça o princípio da diversidade e da valorização da produção nacional. Segundo o curador:“Nossa proposta é apresentar a riqueza e a diversidade do jazz brasileiro, conectando gerações e linguagens, sem deixar de dialogar com possíveis convidados internacionais. O foco é dar visibilidade a artistas nacionais, consolidando o festival como um palco de referência para o gênero no país.” Entre os artistas cogitados para a edição 2026 estão Rosa Passos, Amaro Freitas, Ana Karina Sebastião, Xenia França, Banda Mantiqueira, Gabriel Grossi & Arismar do Espírito Santo e Toninho Horta — nomes que representam diferentes gerações e linguagens da música instrumental brasileira, reforçando a diversidade e a excelência artística do festival.Buscando a democratização do palco e a valorização da cena regional, a produção e a curadoria também realizarão uma chamada pública voltada para artistas da Serra da Mantiqueira, Vale do Paraíba e Litoral Norte, garantindo representatividade local e integração com a programação nacional.Entendemos que a curadoria faz parte do processo da produção cultural, por este motivo acreditamos que não seria correto já desenhar uma programação definitiva, este processo é feito de forma muito minuciosa e com trocas riquíssimas entre a equipe, público e artistas. Por este motivo, apresentamos aqui como referência da qualidade artística e do formato da programação que praticamos o que foi executado em 2025: Sexta-feira18h30 — DJ Luís Simonetti19h30 — Regional Ginga Ligeira21h00 — Thiago Espírito Santo & GrupoSábado12h00 — Orleans Street Jazz Band14h30 — Sintia Piccin Sexteto (Boulevard Araucária)16h30 — Salomão Soares & Vanessa Moreno18h00 — Dejavu Session (Boulevard Araucária)19h30 — Hamilton de Holanda Trio21h30 — Ellen OlériaDomingo11h30 — Trio Corrente14h00 — Americana Jazz Big Band
Evento de Lançamento em São Paulo e Santo Antônio do Pinhal Não se aplica;FestivalO Festival ocupa o centro de Santo Antônio do Pinhal, integrando diferentes ambientes da cidade em uma experiência única. Realizado de sexta a domingo, contará com uma programação diversificada composta por 3 apresentações na sexta-feira, 10 apresentações no sábado e 3 apresentações no domingo. Os palcos são distribuídos estrategicamente para acolher públicos variados:Praça do Artesão – palco ao ar livre, de caráter popular e festivo, ponto de encontro do público durante o dia e a noite.Boulevard Araucária – espaço de grandes shows, com destaque para nomes consagrados do jazz e da música brasileira, encerrando as noites em clima de celebração.Auditório Pinhalense – ambiente intimista, dedicado a workshops e apresentações especiais que aproximam o público de artistas de prestígio, privilegiando a experiência musical em detalhe.A programação será pensada para criar um fluxo harmônico entre os espaços: os shows da Praça do Artesão e do Boulevard Araucária não acontecem de forma simultânea, permitindo que o público transite e vivencie todas as atrações. Já o Auditório Pinhalense recebe dois concertos em horários exclusivos, às 15h e 18h, além de 5 workshops com temas relacionados ao jazz, à curadoria e à produção e gestão cultural.A curadoria do festival, assinada por Joabe Reis, destaca-se pelo equilíbrio entre tradição e inovação, reunindo artistas consagrados e novas vozes do jazz brasileiro, fortalecendo a identidade cultural da Mantiqueira e ampliando o diálogo do jazz com diferentes linguagens.Além da programação artística e formativa realizada no final de semana do festival, serão promovidos dois eventos de lançamento e anúncio oficial da programação, um na cidade de São Paulo, em local a ser definido (150 a 300 lugares), e outro no Auditório Pinhalense (283 lugares). Essas ações terão caráter intimista e gratuito, voltadas à imprensa e ao público em geral, com ingressos liberados mediante reserva, reforçando o compromisso do festival em ampliar sua visibilidade e, ao mesmo tempo, democratizar o acesso à cultura. Workshops / Oficinas A definição dos temas será realizada ao longo do processo curatorial, podendo ter a participação de grandes artistas da programação como oficineiros, assim como membros da equipe de produção. As oficinas serão abertas para o público geral, mas com reserva de vagas para os alunos da rede pública de Santo Antônio do Pinhal e do Projeto Monanh'Arte, projeto de formação cultural gerenciado pela Prefeitura Municipal.
Plano de AcessibilidadeO Festival Jazz na Serra tem o compromisso de garantir acesso pleno, seguro e inclusivo para todas as pessoas. O plano de acessibilidade contempla medidas físicas, comunicacionais e programáticas, de acordo com as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015).Todas as ações contarão com apoio e revisão técnica da ArteInclusão Consultoria, garantindo efetividade e conformidade legal. https://www.instagram.com/arteinclusaoconsultoria/1. Acessibilidade ComunicacionalComunicação presencial: • Intérprete de Libras em todos os shows e falas oficiais; • Audiodescrição nas apresentações; • Linguagem simples e acessível pela Mestre de Cerimônias.Comunicação digital: • Campanha “Jazz na Serra para Todos”; • Uso da hashtag #pracegover nas redes sociais e releases; • Inclusão de intérprete de Libras em transmissões digitais.2. Acessibilidade Física • Utilização de espaços públicos acessíveis; • Áreas reservadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, em conformidade com as normas técnicas vigentes; • Ponto de embarque e desembarque exclusivo para pessoas com deficiência e idosos.3. Acessibilidade Atitudinal • Formação da equipe de produção para atendimento inclusivo à pessoas com deficiência; • Sensibilização da equipe, artistas e parceiros sobre práticas inclusivas.
1. Gratuidade • 100% das atividades artísticas e formativas do festival serão gratuitas, sem cobrança de ingresso ou taxa de inscrição.2. Ações FormativasSerão oferecidas cinco oficinas e masterclasses com instrumentistas convidados do festival.
Pedro Pimenta Araújo – Diretor GeralGestor cultural, ex-presidente da Comissão de Avaliação de Projetos do ProAC ICMS/SP, foi Secretário Municipal de Turismo e Cultura de Santo Antônio do Pinhal e Assessor Especial do Secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Diretor Executivo da DNA Cultural, possui ampla experiência em gestão cultural, institucional e produção de grandes projetos, como o programa “Juntos pela Cultura” e festivais de destaque no estado.Joabe Reis – CuradorTrombonista, compositor e produtor, é considerado um dos nomes mais importantes da música instrumental brasileira contemporânea. Atuou ao lado de Hermeto Pascoal, Ivan Lins, Emicida, Alcione, Bob Mintzer, entre outros, e apresentou-se em turnês no Brasil e na Europa. Em 2024 foi o primeiro trombonista a realizar um show autoral no Rock in Rio. Lançou discos e EPs de grande repercussão, que dialogam com jazz, hip-hop, soul e música afro-brasileira.Júlia Andreatta Moro – Coordenadora de ProduçãoBacharel em Turismo pela USP, com experiências acadêmicas no Canadá e Itália, é fundadora da Casa de Abelha Cultural, agência especializada em gerenciamento de carreiras e produção musical. Atuou na produção de artistas como Djavan, Gal Costa, Seu Jorge e Zeca Pagodinho em turnês internacionais, além de festivais como os de Inverno e Verão de Campos do Jordão (OSESP). Atualmente é produtora executiva na Luanda Records, com foco na carreira de Djavan.Amanda Rondina Fontanesi Gomes – Produtora ArtísticaBacharel em Hotelaria pelo Senac e pós-graduada em Comunicação Organizacional pela Cásper Líbero, é produtora cultural e sócia da Casa de Abelha Cultural desde 2014. Atua em gestão de carreira e produção artística de shows e turnês de artistas como Marina de la Riva, Demônios da Garoa, Marcos Almeida e Nina Fernandes. Foi produtora executiva em diversos editais ProAC e Aldir Blanc e integrou a produção do Festival de Inverno de Campos do Jordão (OSESP).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.