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A exposição audiovisual "Horas Mortas" pretende explorar o universo das lendas gestadas em Minas Gerais por meio da linguagem videográfica e de sua intersecção com a construção cenográfica. Serão gravados em video depoimentos de moradores da região da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, acerca dos mitos e lendas presentes na região da cidade do Serro, com deslocamentos pelos municípios de Conceição do Mato Dentro, Serro, Alvorada de Minas, e alguns de seus respectivos distritos. Aos depoimentos serão acrescidas imagens ilustrativas, e serão projetados no ambiente cenográfico da videoinstalação, junto à objetos e materiais que remetem à arquitetura das cidades históricas mineiras. Os videos serão usado nas projeções no ambiente cenográfico criado para a exposição. A montagem da exposição será realizada na cidade do Serro/MG em local a ser escolhido posteriormente, e a base da produção será em Belo Horizonte, com os videos usados na exposição sendo produzidos e montados nesse local.
-exposição de artes visuais com o tema lendas e mitos do interior de Minas Gerais, com projeção de videos com depoimentos e cenas captados nas cidade do Serro e região e nos distritos listados. Exposição a ser abrigada na cidade de Serro/MG, com local/espaço cultural a ser escolhido posteriormente, com previsão de duração de cerca de 45 dias.As cenas e depoimentos serão captados nas cidade do Serro e região, com deslocamento pelas cidades de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas. E seus respectivos distritos Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras e Mato Grosso (Serro), Córregos, Itacolomi, Sapo e Tabuleiro (Conceição do Mato Dentro) e Itapanhoacanga (Alvorada de Minas).
OBJETIVO GERAL: Este projeto tem como objetivo principal registrar e divulgar as histórias da tradição oral das comunidades da Serra do Espinhaço em Minas Gerais, acerca das lendas e casos que são passadas de geração em geração, com uso dos recursos expositivos e do audiovisual. E assim apresentar e privilegiar a memória afetiva dos habitantes da cidade mineira do Serro e região, juntando cenas dispersas, entrelaçando experiências, descobrindo conexões entre os relatos e revelando e preservando nossa identidade. Também é objetivo provocar reflexões sobre a importância da preservação do patrimônio imaterial através dos registros de história oral.OBJETIVO ESPECÍFICO:Produzir uma exposição de artes visuais, a ser abrigada em espaço cultural de cidade da região registrada, com uso de recursos videográficos e cenográficos, onde será construído um ambiente de observação e interação, composto de depoimentos e cenas projetados em ambiente cenográfico, com uso de peças que remetem à arquitetura colonial mineira, sobre as lendas e mitos da região da Serra do Espinhaço em Minas Gerais.Horas Mortas é composta por som, imagem e elementos cenográficos. Esses elementos são os responsáveis por criar uma atmosfera que se relaciona com o conteúdo dos registros videográficos e sonoros, as lendas e mitos do imaginário popular mineiro.
No Brasil, sobretudo em Minas Gerais, boa parte das lendas tem mitos herdados de várias Nações Indígenas brasileiras e mitos procedentes de regiões portuguesas e de tribos africanas que para cá vieram no período do Ciclo do Ouro. No século XIX, novos imigrantes, com seus causos e mitos, vão se integrando às comunidades locais. Dessa mistura de grupos sociais que colonizaram as nossas minas e as nossas gerais, resultou o interessante lendário típico mineiro.Nos pólos turísticos de Minas, são inúmeras as lendas. Muitas versam sobre pessoas que exerceram fascínio e encantamento ao longo da trajetória de importantes centros históricos, artísticos e paisagísticos do Estado. Outras, de cunho mais fantástico, deixam entrever as crenças religiosas, superstições e costumes dos mineiros.Assim, a exposição Horas Mortas torna-se uma oportunidade para que as pessoas adentrem esse rico universo cultural, que deve ser valorizado como patrimônio imaterial por relacionar-se com a história, os costumes e a identidade do povo mineiro. Espera-se, com a montagem dessa exposição, despertar o interesse da população por sua cultura, além de promover uma reflexão sobre a importância de sua preservação e sobre as possibilidades de criação artística a partir de nossas raízes. A realização da videoinstalação contribui para as artes visuais no sentido de levar a ela uma temática pouco usual: o patrimônio cultural imaterial. Ao mesmo tempo, a apropriação de diferentes linguagens das artes visuais, como as ferramentas tecnológicas da arte digital, permite dar ao tema um novo tratamento, mais contemporâneo, e repleto de possibilidades quanto à manipulação de sons e imagens. Por isso, a importância da Lei de Incentivo à Cultura, já que o tema não é considerado como de interesse comercial.
- Declaramos, para os devidos fins, que obteremos autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto, conforme determina a legislação vigente.- Declaramos para os devidos fins que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente para os eventos realizados em espaços públicos, conforme legislação vigente.- O projeto contará com mídia espontânea nos veículos de comunicação (programas voltados a entretenimento, rádios, cadernos culturais, sites especializados) e, além disso, o proponente possui uma lista de endereços eletrônicos para divulgação ao público especializado.- A planilha orçamentária proposta para o projeto prevê verba para contratação de um eficiente plano de divulgação afim de garantir a visibilidade e repercussão do projeto e atrair o maior número possível de espectadores para suas edições.- Os trechos terrestres são estimados, uma vez que não houve definição dos deslocamentos para os distritos, que se dará na etapa de pré-produção, de acordo com as agendas dos responsáveis em cada munícipio.
Exposição de artes visuais: concebida para exibição em espaço cultural ou museal por meio de montagem cenográfica e de equipamentos de audio e projeção de alta resolução, de forma a proporcionar um ambiente imersivo para o espectador. Modelos dos equipamentos serão definidos conforme possibilidades técnicas dos espaços ocupados sempre prezando pela qualidade de exibição das imagens. Para complementação de cenografia poderão ser utilizados acervos artesanais e materiais coletados durante o processo de pesquisa e registro com objetivo de proporcionar ao visitante um contato mais direto com os ativos culturais retratados. Serão usados elementos cenográficos que irão compor o projeto cenográfico, tais como portas, janelas, vitrais, portões e quadros, elementos arquitetônicos típicos das cidades históricas mineiras. Tais elementos cenográficos serão coletados via compra e aluguel em lojas de materiais de demolição. Também serão utilizados esses elementos do centro cultural/museu onde será abrigada a exposição. Conforme previsto no projeto, a exposição contará com planejamento expográfico e luminotécnico especifico.Características técnicas para registro de cenas e depoimentos : serão utilizadas câmeras digitais com a qualidade em Full HD/4K, e editados em ilha não linear em Full HD/4K.
Visando promover a acessibilidade da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, disponibilizaremos:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: PRODUTO: exposição de artes visuaisDisponibilização de infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso; O espaço cultural a ser escolhido para abrigar a exposição, contará com infraestrutura adequada.Acessibilidade Física: adoção e capacitação de equipe de atendimento quanto ao conceito de facilitação no atendimento de visitantes portadores de deficiência para melhor usufruto das exposições. Deficientes Auditivos: tradução dos vídeos projetados na exposição em libras. Deficientes Visuais: audiodescrição ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para pessoas com deficiência auditiva: Os videos produzidos serão projetados na exposição e terão versões editada com intérprete de LIBRAS (que indica, para surdos, a narrativa na Língua Brasileira de Sinais) e ainda geração de legendas nas versões finais. Para pessoas com deficiência visual: audiodescrição (que possibilita que os usuários cegos e/ou com baixa visão tenham acesso ao conteúdo dos videos produzidos com autonomia)Essa versão será disponibilizada gratuitamente também via publicação dos videos produzidos nas plataformas de video youtube e vimeo e constará em todos os arquivos finalizados e copiados que também serão distribuídos gratuitamente.Para pessoas com deficiência auditiva: - Os videos projetados na exposição terão versões editadas com legendagem descritiva e libras (que indica, para surdos, ruídos e sons importantes para a construção da narrativa e na Língua Brasileira de Sinais) e ainda versão com audiodescrição (que auxilia os cegos na compreensão da mensagem, com a narração de informações visuais). Tais versões serão disponibilizadas gratuitamente via plataformas de video youtube e vimeo, acessadas de maneira gratuita, contribuindo também com a democratização do acesso.
O projeto promoverá a democratização de acesso, conforme Art. 21, incisos abaixo indicados, a saber: PRODUTO: EXPOSIÇÃO AUDIOVISUAL V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Uma vez que a exposição terá acesso gratuito, sem restrição de idade. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; Os vídeos e imagens utilizados na exposição, serão disponilizados para serem ser exibidos em equipamentos culturais das cidades do interior mineiro pesquisadas e na internet por meio de sites e redes sociais.A facilitação do acesso pela população se dará também através da disponibilização de registros audiovisuais das atividades desenvolvidas pelo projeto na internet. Além disso, o documentário será colocado nas plataformas de video gratuitas como Vimeo e YouTube e terão seus acessos divulgados amplamente. Serão distribuídas cópias para as 6 localidades previstas no projeto. Os episódios serão disponibilizados para as 3 cidades e seus distritos parceiras do projeto, além da capital Belo Horizonte, para uso em seus canais próprios de divulgação, incluindo redes sociais. Além disso, todas as escolas e faculdades de cinema em Minas Gerais receberão material de divulgação e cópias dos episódios, com permissão para uso em salas de aula.
BELLINI ANDRADE: diretor geral e responsável pela gestão do projeto:O dirigente e único sócio Bellini Sebastião de Andrade da empresa proponente Espinha de Bacalhau Conteúdo Audiovisual Ltda, é o autor do projeto e exercerá as funções de diretor geral e gestor do projeto.Bellini Andrade é diretor da produtora Espinha de Bacalhau, criada para dar continuidade aos trabalhos do diretor e produtor cultural. Na Espinha de Bacalhau desenvolve atividades como diretor de cena e fotografia de documentários, ficção e exposições, função a ser exercida no projeto cultural proposto nesse edital. Atuou ainda como coordenador das oficinas de video sobre educação patrimonial. Formação Acadêmica: Bacharel em Jornalismo e Publicidade e Propaganda pela UFMG, com conclusão em 1988. Experiências Acadêmicas: Professor da Oficina de Video nos Festivais de Inverno da UFMG, em 1990 e 1991. Professor das Oficinas de Video no Projeto Trem da Vale sobre Educação Patrimonial, em Ouro Preto e Mariana, em 2006 e 2007. Professor das Oficinas de Video no Projeto Imagens do Futuro, sobre Educação Patrimonial, em Barão de Cocais e Ouro Branco, em 2009.-Dirigiu a videoinstalação "Eu não estou aqui", em cartaz no Memorial Minas Gerais Vale, realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH;-Formatou e dirigiu o documentário "Mestre Belini – O Choro do Cerrado", realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo e LMIC BH, em 2025;-Formatou e dirigiu o documentário "Do mato à mesa", vencedor do Fundo Estadual de Cultura da Secult-MG, sobre o uso das PANC`S na culinária mineira, em 2023;-Formatou e dirigiu o projeto "Rumos de Minas" com 50 videos e exposição sobre bens culturais e patrimoniais de Minas Gerais, em 2022, com direção geral da Espinha de Bacalhau;-Roteirizou e dirigiu o video sobre a restauração do miniteatro de óperas do projeto Óperas em Cena, da Funarte/MG, em maio de 2021; - Dirigiu a série de 4 videos temáticos do projeto Óperas em Cena, da Funarte/MG, em janeiro de 2021;-Membro da equipe de roteiristas do projeto “Núcleo Emvideo”, contemplado no edital “FSA 2019: DESENVOLVIMENTO, PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO”, do programa “BH nas Telas, Cinema e TV” da Secretaria de Cultura de BH, linha de desenvolvimento 01: desenvolvimento, categoria: núcleo criativo, em 2019;-Dirigiu a videoinstalação "Vozes da Cidade", em cartaz no Memorial Minas Gerais Vale de outubro a dezembro de 2018, realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH;-Dirigiu a série documental "18 km", sobre o entorno da Lagoa da Pampulha, lançada na Rede Minas em 2017, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH; FÁBIO LEITE: Roteirista dos videos da exposiçãoExperiência profissionalTELEVISÃO/VÍDEO- Editor-chefe do programa Agenda (Rede Minas, 2012)- Roteirista da série "Memórias - Fragmentos da História da Justiça Eleitoral" (Brasília, TV Justiça, 2005 - 10 Episódios).- Roteirista da série de microprogramas “Você Sabia”? (TV Justiça, 2010/2016).- Script doctor dos projetos da produtora Emvideo (“Cemitério do Peixe”, “O Caminho de Guermantes”, “O Doido no Portão”).-Crítico colaborador do programa Agenda (Rede Minas, 1988-2010)IMPRENSA- Editor-adjunto do caderno Cultura do jornal Hoje em Dia (1996 a 2010)- Crítico de cinema, literatura e quadrinhos do Hoje em Dia (1988 a 2011)- Colaborador de O Pasquim (Rio de Janeiro, 1980-1985)- Roteirista e tradutor da revista Mad (RJ, 1980/1986)- Articulista e roteirista de O Cometa Itabirano (1988-1996)- Crítico da Seção de Cinema do Estado de Minas (1980-1986)- Assessoria de imprensa: “Corpo 12”, de Marcus Nascimento, “Colisão de Colibris”, de Marcelo Braga- Naza Music – Produção e consultoria de textos e releases.CINEMA:- Comissão de Seleção do Festival Internacional de Curtas de BH (2002)- Comissão de Seleção da Mostra de Cinema de Tiradentes (2009)LIVROS:- Paulo Moura e a Bossa Nova Instrumental”, de Cléber Alves – Consultoria e revisão- "O Fim das Coisas - As Salas de Cinema de Belo Horizonte", de Ataídes Braga (CRAV/PBH, 1995) - editor, revisor e redator.- "Cinema em Palavras", organização de José Zuba Jr (CRAV/PBH, 1995) - editor, revisor e coautor.- "Presença do CEC - 50 Anos de Cinema em Belo Horizonte" (editora Crisálida, 2001): co-autor.- “Os Filmes Que Sonhamos” (Editora Lume, 2011): co-autor.TEATRO/ESPETÁCULOS:"Você Estava Ótimo" (1996): direção, tradução e adaptação (textos de Dorothy Parker). Com Christiane Antuña e Sérgio Leite Souza Penna."Com o Diabo no Corpo" (montado pelo grupo Quimera em 2004): dramaturgia.“O Menino do Planeta Arco-Íris” (infantil, RJ, 1981): textos."Brasil de Cabo a Rabo – musical com Colé e Lady Francisco (1982). Textos. RÁDIO- Programa Videopress (Rádio Alvorada, BH, 1986 a 1991) – concepção, redação, apresentação- Cultura Geral (Rádio Guarani) – colunista de cinema, música e quadrinhos.INTERNET- Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Produção para o site de textos sobre obras e seus compositores JOACÉLIO BATISTA: editor de imagensBacharel em AnimaçãoEscola de Belas Artes - Universidade Federal de Minas Gerais (2001) -Bacharel em DesenhoEscola de Belas Artes - Universidade Federal de Minas Gerais (2003) -Mestrado em Criação Artística Contemporânea,Universidade do Aveiro, Portugal, (2014).Direção em Filmes:2005 - Artificios do olhar (África do Sul)2007- Se me pergunto, porque meus lábios negam respostas?2009 - Bolívia te Extraño2009 - Entre o terreiro e a cozinha2010 - Luruskan (Indonésia)2010 - O menino que colhia cascas2012 - fugaz2018 - Ich bin der Übernebsh!2020 - O manual do zueiro sem noçãoFotografia e Montagem de filmes2019 - Pela Pele (Marco Paulo Rolla)2017 - Mémoria Viva do Sertão (Beth Zianni)Edição e Montagem2025 - Mestre Belini - O Choro do Cerrado (Bellini Andrade)2023 - Do Mato à Mesa (Bellini Andrade)2023 - Rumos de Minas (Chico de Paula e Bellini Andrade)2006 - M2 (Ines Link e Louise Ganz)2007 - O Quadrado de Joana (Tiago Mata Machado)2010 - Os Residentes (Tiago Mata Machado)2010 - Banda do Sete (Sara Ramo)2019 - Lindalocaviejabruja (Sara Ramo)Prêmios e Bolsas2021. Menção honrosa - II Festival Zona de Cinema - Rio de Janeiro, .2012. Troféu Filme Livre – Mostra do Filme Livre 2012 – RJ, RJ2011. Troféu Filme Livre – Mostra do Filme Livre 2011 – RJ, RJ! 2010. Vivo Arte.Mov Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis – BH, MG. CAIO GRACCO GUIMARÃES: Masterização e produção musicalIniciação musical, treinamento básico e introdução às técnicas de execução (violoncelo) com Marco Antônio Guimarães - Fundação de Educação Artística (1976 a 1982)XI Festival de Inverno da UFMG - Oficina de Execução (Marco A. Guimarães) e Oficina básica de composição (H. J. Koellreutter)XII Festival de Inverno da UFMG – Composição (Lindembergue Cardoso), Improvisação Coletiva (Léon Birioti), violoncelo(Thomas Jucksch)XIII Festival de Inverno da UFMG - Oficinas básicas de Composição(Marco A. Guimarães) e Violoncelo (Eugen Ranevsky)IV Curso Internacional de Brasília – Coral (Gerald Kegelmann), Violoncelo (Piero Bastianelli), Orquestra “B”(Emílio C. de Carvalho) , Composição (Christopher Bochmann)XIV Festival de Inverno da UFMG – Composição (Lindembergue Cardoso), Música Cênica (Rufo Herrera), Análise (Willy Correa de Oliveira), Orquestra Laboratório (Jorge Salim);III Oficina de Música de Curitiba - Estética e Composição Coletiva (H.J.Koellreutter, 1983)XVI Festival de Inverno da UFMG - Composição e Orquestração(Dante Grela)EXPERIÊNCIA PROFISSIONALVioloncelista da primeira Orquestra Jovem Experimental da Fundação Clóvis Salgado(1979) e da Orquestra Jovem de BH (1982/1984)Festival de Cinema de Tiradentes 2023, Orquestra Olé Consignado 2023, Ana Couttinho, Sílvia Negrão, Banda Zeeper, Márcio Gato, Teca Rabelo, Fran Acuña, Márcio Diniz, Vinício Tiso , Flávio Henrique, Teresa Morales, Sérgio Moreira, Titane, Chico Amaral, Rubinho do Vale, Saulo Laranjeira, Toninho Horta, Lombinho com Cachaça, José Namem, Beto Lopes, Eduardo Delgado, Gilvan de Oliveira, Marcus Vianna, entre outros.Produção musical, arranjos e criação para diversas peças de propaganda e vídeos institucionais. Produção/direção musical e criação de trilhas sonoras:Shows : Histórias da Arca, Aquático, Sobre o Tempo e Poemas Musicados de Ana Couttinho, Artistas Mineiros in Concert IX” (set/2002) e Artistas Mineiros in Concert X - com arranjos para a Orquestra de Cordas do SESI (set/2003),Diversas produções para vídeo (institucionais, propaganda e autorais) , destacando:Vídeo de animação De Déu em Déu Casa Volante (2019) - Prêmio Iluminando Talentos, Energia da Cultura 2023.Vídeo-dança Balanço" da Cia No Ar de Dança (2021)Projeto Rumos de Minas (bens culturais de Minas Gerais, 50 vídeos, 2023) e Coletando Memórias (mini-biografias de prefeitos de Itabirito,16 vídeos, 2023)Criação musical e produção de áudio para a Estação Ciência Anglo American em Conceição do Mato Dentro (2019).Produtor/arranjador de trinta e um CD's (diversos artistas e gêneros).Áudio-livros Histórias da Arca 1 & 2 e Aquático (Ana C.) ,Bichos De Versos (Pierre André -2012) e Depois do Sol de Beatriz Myrrah (2022).Prêmio SINPARC 2006 - melhor trilha sonora original para dança com "Città" - Cia No Ar de Dança.Indicado ao 25o Prêmio da Música Brasileira categoria Infantil com Rabiola-Ola-Catibiribola, de Sílvia Negrão – 2014. Curador na primeira mostra Cílio – Circuito de Linguagens Originais 2024.CRISTIANE GAZINELLI: Assessoria Administrativa e Financeira e Prestação de ContasFormação: Curso em andamento: Ciências Contábeis – UNIBH. Cursos de Nível Técnico no SEBRAEMG: Análise e Planejamento Financeiro, Contabilidade na Prática e Controles Financeiros. Experiência profissional: Santa Rosa Bureau Cultural Ltda. (2001 a 2004): Assessoria administrativo-financeira / auxiliar de gestão e prestação de contas de projetos Culturais (projetos do Instituto Cultural Flávio Gutierrez- Implementação do Museu de Artes e Ofícios, manutenção do Museu do Oratório, Livro Francisco Vieira Servas; Difusão e Restauração de Partituras dos séculos XVII e XVIII em Mariana; Alguns Livros da Fundação João Pinheiro; Projeto Trem da Vale). Instituto Artivisão (2006): Assessoria administrativo-financeira, auxiliar de gestão e prestação de contas de projetos culturais (Trem das Artes 2006; Arte na Praça; Artesanato do Caraça). Bangalô Produções Ltda. (2026 a 2010): Assessoria administrativo-financeira, assistente de produção, gestão e prestação de contas de projetos culturais, a saber: Trem das Artes 2007/ 2008/ 2009 (música e teatro/folclórico/ brincantes/circense); Arte na Praça 2007/2008(música instrumental e teatro infantil); MB Gentil Urbanus (intervenções circenses); Afro-bossa-samba - Armandinho e Paulo Moura (música instrumental); Sabará Musical 2007/ 2008/ 2009 (música instrumental); CDs (Iluminuras - Flávio Henrique; O Bicho que Mora dentro da Gente - Lucas Avelar; Foi Agora - Lílian Nunes; Colheita - Beto Reis). Projeto Conexão Mineira de Música - Ano VIII e Ano IX (Conexão Vivo) - 2009 e 2010, Gestão administrativo-financeira. HC promoções e Eventos (antiga PoloBH): Gestão Administrativo-financeira da dos Projetos Programa Gente de Ouro, Pop Extravaganza e Programa Gente de Ouro 2014, com patrocínio da AngloGold Anshanti e pareceria do Concurso Auditions – Desde 2009. Ministério da Cultura: Parecerista selecionada através de Edital público - de 2010 a 2013. Clac Cultural: primeiro como funcionária e depois em parceria, desempenhando as funções de consultoria e auditoria cultural, elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais (principais clientes: Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Victor Luciano Magalhães (Neon Cultura e entretenimento), Grupo de Dança 1º Ato, Sempre Um Papo, Camisa Listrada, Pólobh, Coreto Cultural, Nitro Imagens, Árvore de Comunicação entre outros) desde setembro de 2010.Cristiane Gazzinelli Miranda ME , empresa aberta em julho/2019 e desde então vem prestando serviço a vários clientes em captação de recurso, elaboração de projetos culturais, coordenação, consultoria e gestão administrativo-financeira e prestação de contas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.