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O Grupo Plantão da Diversão trata-se de um projeto cutural com apresentação de atividades de teatro, dança, música e circo nos hospitais de Mossoró - município do Rio Grande Do Norte. Concerne da conciliação de técnicas sobre as áreas supracitadas junto à "linguagem crown" (palhaçaria) em hospitais de atendimento a crianças e adolescentes, para proporcionar alegria, distração, e melhora do estado emocional e consequentes efetios na saúde para pacientes, acompanhantes, equipe de médicos, enfermeiros e demais fucionários de saúde, no processo de recuperação da saúde. Busca-se transofmarar as enfermarias em palcos, com estetáculos de alegria - esta, como instrumento de redução dos impactos que a dura realidade hospitlar pode trazer às emoções e percepções dos pequenos em tratamento, tornando, assim, a realizade menos tensa e dolorosa nas Unidades de saúde. Elucida-se sobre o trabalho do clown cujo resultados são vistos físicamentes no tratamento de pacientes internados. Essa atividade já realizada em alguns hospitais do Brasil, dá ao Crown uma fução social de grande importância, sobretudo junto à criança, mas também ao adulto, cuidador e profissional da saúde que presenciam os tendimentos da palhaçaria e, desta vez, levada a região nordeste, em Mossoró. Vale citar a importância da experiência dos profissionais neste trabalho para para lidar com o ambiente hospitalar, respeitando as necessidades e limitações das crianças e suas famílias - já adquirida.
GRUPO PLANTÃO DA DIVERSÃO: palhaços que transformam dor em riso, medo em esperança. A obra acompanha a jornada do palhaço FULANO e da palhaça BILOCA na jornada do alegria e saúde, levando leveza a distração aos pacientes (crianças e adoelscentes) em tratamento nos hospitais de Mossoró.
Geral: Desenvolver trabalho artístico de palhaçaria em amiente hospitalar com objetivo de auxiliar no tratamento de doenças diversas Espefícico: 1- contribuir no tratamento de doenças para crianças, adolescentes e adultos a partir da apresentação da palhaçaria 2- desenvolver uma rotina hospitalar menos triste e amendrotadora para os pacientes em tratamento hospitalar a partir das atividades artísticas 3 - proporcionar a apresentação e possível participação nas atividades de circo, teatro e dança aos pacientes em tratamento hospitalar com o grupo de palhaçaria 4 - participar de estudos contantes sobre a linguagem do palhaço para alcançar o paerfeiçoamento do trabalho desenvolvido
Segundo o Instituto Doutores da Alegria, a presença do palhaço hospitalar pode contribuir para a redução de estresse, aumento da imunidade e melhora da relação entre paciente e equipe de saúde.O ambiente hospitalar, embora voltado à cura, pode ser um espaço de medo, dor e isolamento, especialmente para crianças, idosos e pacientes em tratamento prolongado. Nesse cenário, a atuação de palhaços profissionais surge como uma importante ferramenta de humanização da saúde, oferecendo conforto emocional e contribuindo para o bem-estar integral do paciente. A presença de palhaços em hospitais contribui para o direito à saúde integral, incluindo o bem-estar emocional e psicológico dos pacientes, além de promover o lazer e o cuidado humanizado. A atuação dos palhaços pode ser considerada uma ação complementar de promoção da saúde, pois contribui para o bem-estar físico e emocional dos pacientes. Isso alinha com uma visão ampliada da saúde, não restrita ao tratamento físico.A palhaçaria é uma expressão cultural e artística, e seu uso no ambiente hospitalar promove o acesso à cultura, mesmo em contextos adversos. Levar arte, carinho e empatia para pessoas internadas valoriza a dignidade do ser humano, mesmo em momentos difíceis, como o adoecimento. O trabalho de palhaços em hospitais — também conhecido como palhaçoterapia — é muito importante por vários motivos, tanto emocionais quanto físicos. Como: 1. Redução do estresse e da ansiedadeEstar em um hospital pode ser uma experiência assustadora, especialmente para crianças. Os palhaços ajudam a aliviar o medo, a tensão e a ansiedade, criando um ambiente mais leve e acolhedor. 2. Estímulo à recuperaçãoRir libera endorfinas, dopamina e outros hormônios que ajudam a aliviar a dor e melhorar o bem-estar geral. Isso pode até contribuir para uma recuperação mais rápida. 3. Humanização do ambiente hospitalarOs palhaços trazem afeto, escuta, empatia e brincadeira — elementos muitas vezes ausentes em ambientes hospitalares. Eles lembram pacientes e familiares de que ali também é um lugar de vida e não só de doença. 4. Apoio emocionalEles ajudam os pacientes (especialmente crianças, mas também adultos e idosos) a expressarem sentimentos difíceis como medo, tristeza ou frustração. Isso promove um equilíbrio emocional que pode ser crucial durante o tratamento. 5. Interação com a equipe médicaPalhaços profissionais trabalham em parceria com médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde. Eles sabem como adaptar sua atuação à rotina hospitalar sem atrapalhar os procedimentos médicos — e às vezes até ajudam a facilitar exames ou tratamentos difíceis. A atuação pode ser respaldada: Artigo 6º _ Direitos Sociais"São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição." Artigo 196 _ Direito à Saúde"A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação." Artigo 1º, inciso III _ Dignidade da Pessoa HumanaA República Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos: III _ a dignidade da pessoa humana. Artigo 215 _ Direito à Cultura"O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional [...]" Assim, a atuação de palhaços em hospitais não se limita à arte pela arte, mas se mostra como uma prática humanizadora, promotora de saúde integral e plenamente alinhada aos direitos fundamentais previstos na Constituição Federal.
A administração do projeto se dará pelo profissional Vinicius, produtor, ator e organizador do projeto. Documentos do responsável anexados.
Ambientação principal: Hospital infantil, salas de espera, enfermarias, corredores e espaços de visita.Estilo visual: sensível e acolhedora, com cores suaves contrastando momentos de alegria (cores quentes - vermelho, amarelo).Trilha sonora: Original, com instrumentos acústicos e temas emotivos que acompanhem o tom das cenas. Momentos de humor podem ter trilhas leves e lúdicas.Linguagem: Poética e naturalista, com diálogos que mesclam sensibilidade, bom-humor e profundidade emocional.
O Grupo Plantão da Diversão é um projeto realizado em diferentes hospitais, com locomoção dos artistas e materiais aos respectivos, não se tratando de acessibilidade física. Sobre acessibilidade de conteúdo, há a adptação dos conteúdos, falas e formas de abordagem para que perpetue a inclusão de todos os sujeitos presentes nas Unidades de saúde visitadas.
As apresentações serão realizadas em hospitais públicos e privados, sendo acessado por quem dela necessitar, nos leitos dos hospitais.
Vinicius Veloso - Palhaço Fulano. Formado em Licenciatura Plena em Teatro - Estácio de Sá. Especializações: Teatro Barra Shopping (1994); Rei Ator Artes Cênicas; Teatro pela Casa de Cultura Alvim ; Oficina de Palhaço no Centro Cultural de Caxias; Oficina de Palhaço Amanda Crockett (EUA, 2010); O Jogo como Técnica - Aprimoramento de Números (2012); e OBRA SOCIAL DONA MECA - Crianças e Adolescentes com deficiência (2024). Andréia Melo - Palhaça Biloca. Artes Cênicas ela UFRN (1999). Especializações em Teatro Miguel Fallabela; Escola de Teatro Rei Ator Artes Cênicas (2004); Oficina da Palhaçaria, Teato Glauce Rocha (2004); Curso de Teatro Martins Penna (2004); Curso João Marcelo Pallottino (2005-2011); Casa das Artes Laranjeiras - Curso Teatro com Symone Strobel (2008).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.