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O projeto "Laboratório Omofufu: Arte, Educação e Cultura Afro-brasileira" busca promover a valorização dos saberes ancestrais e fortalecer a identidade cultural dos povos de terreiro por meio de uma série de oficinas de capacitação e vivências culturais. Com atividades como costura, maquiagem, cozinha de axé, danças dos orixás, e palestras sobre descolonização de saberes ancestrais, educação racial e igualdade racial, o projeto visa a inclusão de jovens e adultos de comunidades periféricas. Com um foco especial na participação ativa da comunidade do terreiro Ile Asé Omí Gbato Jegedé. Além disso, as atividades serão transmitidas ao vivo, com acesso gratuito a conteúdos digitais, garantindo a democratização do conhecimento cultural e a acessibilidade para públicos de diferentes regiões do Brasil.
Produtos do ProjetoOficinas de Capacitação (Costura, Maquiagem, Culinária de Axé, Danças dos Orixás)Resumo: As oficinas de capacitação abordarão temas como costura, maquiagem afro-brasileira, culinária de axé e danças dos orixás, com o objetivo de fortalecer a identidade cultural afro-brasileira e capacitar a população periférica. Essas atividades envolverão a comunidade do terreiro Ile Asé Omí Gbato Jegedé e jovens e adultos de comunidades periféricas e minoritárias.Classificação Indicativa: Livre para todas as idades, com foco em jovens e adultos.Palestras e Workshops sobre Descolonização de Saberes Ancestrais, Educação Racial e Igualdade RacialResumo: Serão oferecidas palestras e workshops sobre descolonização dos saberes ancestrais, educação racial e igualdade racial, com o intuito de promover discussões sobre a luta contra o racismo e a valorização da cultura afro-brasileira. As atividades visam criar um espaço de reflexão e aprendizado sobre a importância de uma sociedade mais inclusiva.Classificação Indicativa: Livre, com foco em adolescentes e adultos.Exposição e Ensaio AbertoResumo: No último módulo do curso, será realizada uma exposição aberta ao público, onde os alunos poderão apresentar suas produções culturais (como ilustrações, croquis, danças de orixás e pratos de culinária de axé). Este evento visa integrar a comunidade local com os produtos culturais criados durante o curso e fortalecer o sentido de pertencimento à cultura afro-brasileira.Classificação Indicativa: Livre para todas as idades.Transmissões ao Vivo e Gravações de Oficinas e AulasResumo: As oficinas e palestras serão transmitidas ao vivo pela internet, com o objetivo de alcançar participantes de diversas regiões do Brasil. As gravações também estarão disponíveis posteriormente, proporcionando acesso contínuo e gratuito ao conteúdo educativo e cultural. Isso assegura que o projeto tenha uma abrangência geográfica significativa, alcançando públicos além da localidade de Águas Lindas (GO).Classificação Indicativa: Livre, com conteúdo acessível a jovens, educadores e demais interessados em aprender sobre a cultura afro-brasileira e as práticas de matriz africana. Classificação Indicativa GeralTodos os produtos do projeto têm a classificação indicativa livre, com foco na participação de jovens e adultos de comunidades periféricas, incluindo a comunidade LGBTQIAPN+, sem restrições de idade. As palestras e workshops, com temas educativos mais profundos, são mais voltados para adolescentes e adultos, enquanto as oficinas e eventos culturais podem ser aproveitados por pessoas de todas as idades.
Objetivo Geral:Promover a valorização e o fortalecimento da cultura afro-brasileira por meio de práticas culturais e educativas, com ênfase em saberes ancestrais, como a dança dos orixás e a gastronomia de axé. Conscientizar sobre o racismo e a importância da descolonização dos saberes ancestrais, ao mesmo tempo em que se capacita a população periférica com oficinas de capacitação, como costura, maquiagem, corte e escovação de cabelo, fomentando a economia criativa e gerando novas oportunidades de geração de renda para a comunidade.Objetivos Específicos:1) Realizar oficinas de capacitação criativa, com a participação de membros da comunidade do terreiro Ile Asé Omí Gbato Jegedé, para jovens e adultos de comunidades periféricas e minoritárias, incluindo a comunidade LGBTQIAPN+2) Oferecer palestras e workshops sobre descolonização de saberes ancestrais, educação racial e igualdade racial.3) Garantir acessibilidade digital e física, com transmissão online das atividades e recursos como tradução em Libras.4) Criar uma plataforma online para disponibilização de todo o material didático e os produtos culturais gerados (vídeos, apostilas, etc.), promovendo o acesso contínuo e gratuito ao conteúdo. Dessa forma poderá ser usado como material para comunidade e escolas da região.5) Organizar apresentações públicas das produções culturais desenvolvidas nas oficinas, promovendo a integração da comunidade local e ampliando a visibilidade do projeto.
A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, estabelecido pela Lei 8.313/91, é fundamental para garantir a viabilidade financeira do projeto "Laboratório Omofufu: Arte, Educação e Cultura Afro-brasileira". A Lei de Incentivo à Cultura oferece um canal de financiamento que permite o desenvolvimento de ações culturais com caráter educativo e social, além de promover a democratização do acesso à cultura. O projeto se alinha com os princípios da Lei, que visa apoiar a diversidade cultural, garantir o acesso de diferentes públicos e fomentar a formação de novos agentes culturais, além de fortalecer a economia criativa em comunidades periféricas e marginalizadas.Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I _ Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e garantir os direitos culturais a jovens de comunidades periféricas e de terreiro, garantindo a inclusão e valorização das tradições culturais afro-brasileiras.Inciso II _ Estimular a regionalização e a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, envolvendo formadores e artistas da própria comunidade, com destaque para a participação ativa da comunidade do terreiro Ile Asé Omí Gbato Jegedé.Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos povos de terreiro e da cultura afro-brasileira, promovendo o reconhecimento e fortalecimento de saberes ancestrais.Inciso VI _ Preservar os bens imateriais, como vestimentas rituais, danças, narrativas e práticas alimentares, essenciais para a cultura afro-brasileira.Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91:Os objetivos do Art. 3º que serão alcançados pelo projeto incluem:Inciso I, alínea c _ Instalação e manutenção de curso cultural voltado à formação e capacitação artística de jovens, com a oferta de oficinas e vivências culturais que envolvem práticas tradicionais afro-brasileiras.Inciso I, alínea d _ Estímulo à participação de artistas locais em atividades realizadas em escolas públicas e projetos sociais de inclusão cultural, com ênfase na valorização e no protagonismo de jovens das periferias e comunidades de terreiro.Inciso II _ Promoção da formação de públicos e do acesso à cultura, com a realização de oficinas e apresentações públicas, além da transmissão de conteúdos ao vivo e disponibilização digital, ampliando a participação da população periférica e de comunidades de terreiro.A adesão ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para garantir a execução de ações como essas, proporcionando um apoio financeiro para ações formativas, culturais e de inclusão, além de possibilitar o alcance a públicos diversos e marginalizados.
Especificações Técnicas do Produto1. Oficinas de Capacitação (Costura, Maquiagem, Culinária de Axé, Danças dos Orixás, Ilustração, Escovação/Corte, Cantiga Yorubá, Contos Yorubá etc)Paginação: Não aplicável, ao ser uma atividade prática. Porém, para cada oficina, serão disponibilizadas apostilas digitais com conteúdo programático e instruções detalhadas sobre as técnicas a serem abordadas.Duração: Cada oficina terá uma carga horária de 10 a 15 horas, distribuídas em encontros semanais de 2 a 3 horas durante 5 a 7 semanas, dependendo da oficina.Material:Costura: Tecidos, agulhas, linhas, máquinas de costura, tesouras e moldes.Maquiagem: Produtos de maquiagem (base, corretivos, sombras, etc.), pincéis, espelhos e kits de beleza.Culinária de Axé: Ingredientes tradicionais, utensílios de cozinha (panelas, utensílios de preparo e talheres).Danças dos Orixás: Espaço amplo para movimentação, músicas tradicionais de orixás, figurinos e acessórios.Projeto Pedagógico: As oficinas serão desenvolvidas de forma participativa e prática, com introdução teórica, demonstração ao vivo e execução dos alunos. O objetivo é ensinar técnicas específicas de forma simples e acessível, ao mesmo tempo que proporciona um entendimento cultural sobre as práticas e seus significados ancestrais. O ensino será contextualizado para ressaltar a importância cultural e social de cada técnica. 2. Palestras e Workshops sobre Descolonização de Saberes Ancestrais, Educação Racial e Igualdade Racial.Paginação: Apresentações digitais e materiais didáticos, como slides e resumos de cada tema discutido, que serão distribuídos aos participantes.Duração:Palestras: 1 hora cada.Workshops: 4 horas, realizados ao longo de 2 dias (8 horas totais).Material:Apresentações em slides (PowerPoint ou Google Slides), artigos e livros digitais relacionados aos temas.Vídeos de apoio, documentários e material multimídia sobre descolonização e educação racial.Projeto Pedagógico: As palestras terão uma abordagem teórica com foco na discussão e reflexão sobre o racismo, a descolonização do saber e a importância da educação racial. Nos workshops, os participantes serão incentivados a refletir sobre suas próprias experiências e a discutir estratégias para combater o racismo em sua realidade. Será dada ênfase à troca de experiências e ao desenvolvimento de soluções práticas. 3. Exposição e Ensaio AbertoPaginação: A exposição incluirá painéis informativos sobre cada produção, destacando o processo de criação e a relevância cultural das obras. O material será exibido em formatos físicos e digitais.Duração: A exposição será realizada durante 4 horas, no final do curso, com apresentações contínuas das produções culturais.Material:Obras criadas pelos alunos (ilustrações, croquis, danças, pratos de culinária).Painéis e textos explicativos sobre cada produção.Equipamentos audiovisuais (para exibição de vídeos das oficinas e apresentações).Projeto Pedagógico: O ensaio aberto visa a integração da comunidade local com os produtos culturais gerados. Além de ser uma forma de avaliação das habilidades adquiridas pelos alunos, o evento permite reforçar a valorização das práticas culturais e promover a troca cultural. Os alunos terão a oportunidade de expressar suas criações, reforçando a confiança e o pertencimento à cultura afro-brasileira. 4. Transmissões ao Vivo e Gravações de Oficinas e Aulas.Paginação: Os materiais de apoio (apostilas e resumos) serão disponibilizados digitalmente para quem acompanhar as transmissões.Duração:As transmissões ao vivo ocorrerão semanalmente durante o curso, com cada oficina ou palestra transmitida por 1 a 2 horas, dependendo do conteúdo abordado.As gravações serão disponibilizadas após cada transmissão, para acesso contínuo.Material:Equipamentos de gravação (câmeras, microfones, iluminação).Plataformas de transmissão (YouTube, Facebook Live, Zoom, etc.).Materiais de apoio digital (apostilas, slides, resumos de aulas).Projeto Pedagógico: As transmissões ao vivo serão uma extensão do conteúdo presencial, permitindo o engajamento de pessoas de diversas regiões. Além das aulas, serão disponibilizados materiais para consulta posterior, como vídeos e textos. O projeto pedagógico das transmissões visa manter a interação entre os alunos presenciais e os virtuais, promovendo um ambiente inclusivo e acessível, onde todos possam participar ativamente. Conclusão:Essas especificações técnicas detalham cada aspecto dos produtos do projeto "Laboratório Omofufu: Arte, Educação e Cultura Afro-brasileira". As oficinas e atividades são planejadas para garantir uma experiência educativa profunda, com materiais de alta qualidade, uma metodologia pedagógica participativa e um alcance inclusivo, tanto para o público presencial quanto para o remoto.
Acessibilidade Física:O projeto garantirá acessibilidade física nas atividades presenciais realizadas no terreiro Ile Asé Omí Gbato Jegedé, respeitando sempre o patrimônio histórico e cultural da casa de santo. As modificações no espaço físico serão realizadas somente se houver a real necessidade dos participantes com deficiência, conforme as especificações de cada pessoa inscrita. As medidas a serem adotadas incluem:Rampas de Acesso: Serão instaladas rampas móveis com superfícies antiderrapantes, somente quando necessário, garantindo a locomoção segura de pessoas com mobilidade reduzida, sem prejudicar o patrimônio da casa de santo.Guias Táteis: Serão implementadas guias táteis nas áreas de circulação, somente se identificada a necessidade de participantes com deficiência visual, respeitando a estrutura do espaço.Banheiros Acessíveis: Banheiros químicos acessíveis serão disponibilizados, com barras de apoio e adequados para a manobra de cadeirantes, sempre respeitando a integridade do espaço tradicional do terreiro.Espaço Adaptado: O espaço será reorganizado conforme as necessidades específicas dos participantes com deficiência, garantindo a circulação segura para cadeirantes e atendendo aos requisitos exigidos pela NBR 9050. Tais modificações serão feitas para preservar a autenticidade do espaço e respeitar os costumes e a arquitetura do terreiro.As modificações de acessibilidade física serão implementadas conforme as necessidades reais dos participantes que se inscreverem, garantindo um ambiente inclusivo e acessível, sem comprometer o patrimônio cultural e tradicional da casa de santo.Acessibilidade de Conteúdo:Visando garantir a inclusão de todos os participantes, as atividades do curso serão transmitidas ao vivo e também gravadas, com medidas de acessibilidade de conteúdo adotadas para as aulas presenciais e online.Tradução em Libras: A tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará disponível nas aulas e atividades, tanto online quanto presenciais, para garantir a inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Legenda Descritiva: Todas as gravações das aulas online, transmissões ao vivo e vídeos de atividades práticas serão legendadas, com legendas descritivas que detalham aspectos visuais e sonoros das apresentações, para garantir o acesso pleno de todos os participantes, independentemente das suas condições sensoriais.Disponibilização Digital: Todo o conteúdo do curso, incluindo apostilas, vídeos e gravações das aulas, será disponibilizado em uma plataforma online acessível, permitindo que o conteúdo seja acessado por participantes de diferentes regiões, incluindo aqueles com deficiência.Essas medidas visam garantir que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou de localização, possam participar ativamente e usufruir dos benefícios do curso, promovendo uma verdadeira inclusão e democratização do conhecimento cultural afro-brasileiro.
Democratização de AcessoO projeto "Laboratório Omofufu: Arte, Educação e Cultura Afro-brasileira" prevê a ampliação do acesso aos seus conteúdos por meio de diversas estratégias. Todo o material didático produzido, incluindo apostilas digitais, que será disponibilizado gratuitamente em uma página dedicada ao projeto, hospedada no site oficial para o projeto, de forma a ter disponibilizado a gravação das aulas. De forma garantindo acesso livre, contínuo e facilitado ao público geral, mesmo após o término das atividades presenciais e online.As oficinas serão transmitidas ao vivo pela internet, canal do projeto criado em plataformas como o youtube, permitindo o alcance de participantes de diversas regiões do Brasil, especialmente do Centro-Oeste, onde o projeto está sediado. Essas ações visam garantir a ampla circulação dos conteúdos culturais gerados, assegurar a inclusão de públicos diversos e reforçar o compromisso do projeto com a democratização do conforme as diretrizes estabelecidas pela Lei de Incentivo à Cultura.Já o último módulo será realizado uma exposição como parte da estratégia de ampliação de acesso e visibilidade dos resultados do curso, será promovido um ensaio aberto, no qual os alunos apresentarão suas produções culturais (ilustrações, croquis, danças de orixás e pratos de culinária de axé) para o público em geral. Esse evento permitirá que a comunidade local, assim como os participantes do curso, possa vivenciar e interagir com os produtos culturais criados ao longo da formação. Além disso, será uma oportunidade para fortalecer o sentido de pertencimento e valorização da cultura afro-brasileira entre os jovens participantes e a comunidade envolvida. Por fim, a transmissão Online e Ampliação do Público Com o intuito de alcançar um público ainda maior e engajar pessoas de diferentes regiões, todas as oficinas práticas e apresentações culturais do curso serão transmitidas ao vivo pela internet. Utilizando plataformas de fácil acesso, como redes sociais e canais de transmissão ao vivo, as atividades serão compartilhadas para que pessoas fora da localidade de Águas Lindas (GO) possam participar virtualmente.Dessa forma, o projeto estará acessível a jovens, educadores e outros interessados que, por diferentes motivos, não possam comparecer presencialmente, mas que desejam ampliar seu conhecimento sobre a cultura afro-brasileira e as práticas de matriz africana.Compromisso com a AcessibilidadeO projeto também garante que todas as transmissões e materiais disponibilizados online sejam acessíveis, com legendas e tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais), além de disponibilizar material em formatos alternativos, como audiodescrição. O projeto também inclui a contratação para apoio presencial dos intérpretes nas atividades presenciais. ConclusãoA distribuição digital do material didático, as oficinas paralelas abertas à comunidade, o ensaio aberto e as transmissões online são estratégias fundamentais para a democratização do acesso ao conhecimento cultural afro-brasileiro. Essas ações garantirão a ampla participação, não só de jovens da região Centro-Oeste, mas também de qualquer pessoa interessada em ampliar seu entendimento sobre a cultura afro-brasileira, seus saberes ancestrais e sua importância na sociedade contemporânea. Dessa forma, o projeto "Laboratório Omofufu: Arte, Educação e Cultura Afro-brasileira se propõe a ser um canal de disseminação cultural e inclusão, acessível a todos, em diferentes formatos e em diferentes contextos.
Instituição Proponente: Associação Goiana de Artes Visuais (AGAV)Função: Coordenador do projetoFundada em 2006, a AGAV é uma associação cultural, de direito privado e sem fins lucrativos formados por artistas das artes visuais:pintura, ilustração, fotografia, desenhos, gravuras, cerâmicas, escultura, audio visual dentre outros.Projetos:Arte nos Parques 2013/ 2016- oficinas de desenhos e pinturas no parque de GoiâniaArte nas escolas 2016O Novo Grito- 2016Novos Valores-2017SARAH CAETANO DE MELGACO ACESSIBILIDADE LTDAFunção: Coordenação de Comunicação, Produção de imagem, tradutorSarah Melgaço possui sólida formação acadêmica, com especializações em Processos e Produtos Criativos (Faculdade de Artes Visuais,UFG, 2018).Sua experiência profissional inclui atuação como tradutora/intérprete de Libras e audiodescritora, com destaque paratrabalhos em instituições educacionais, eventos culturais e festivais de arte, além de ser sócia proprietária da Melgaço AcessibilidadeCultural desde 2018. Sarah também tem experiência como professora e tutora em cursos de Letras/Libras e acessibilidade cultural,contribuindo ativamente para a promoção de acessibilidade no setor cultural, educacional e artístico.Daniela Braga Santos Função: Desenvolvimento de conteúdo, Arte educador, Oficineira, Coordenadora pedagógicaProdutora Cultural e artista visual formada pela UFG (Universidade Federal de Goiás), 2020, e formada em arquitetura e urbanismo,pela UEG (Universidade Estadual de Goiás) em 2017. Com mestrado em arquitetura e urbanismo pela UnB (Universidade de Brasília)2020 e recentemente doutoranda em arquitetura e urbanismo também pela UnB, 2022. Atua na área cultural com produção executiva,concepção artística e coordenação de projetos relacionados às artes visuais. Tem experiência em desenvolvimento de cursos, oficinas eexposições de arte.2025- Curso Laboratório de Narrativas Gamificadas realizado pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo em parceria com a Tales of Us(TALES) e GatoMídia.2024- Exposição Fierce Women: Mulheres entre mundos. Lei Paulo Gustavo 2024. Disponível em:https://danielabragas.com/projetos2024 - Oficina de ilustração: Fierce Women: Mulheres entre mundos. Lei Paulo Gustavo 20242023. Pensadora e autoras negras brasileiras: uma reescritura do Brasil. Projeto Festa do Livro UnB. Editora UnB2023- COMA (CoMA - Coletivo em Artes Visuais). Outros Mundos Possíveis. Evento bienal organizado por discentes do Programa de PósGraduação em Artes Visuais da UnB | PPGAV /UnB.2018- Organizadora do Workshop Paisagem Metropolitana.UnBHenrique Rodrigues Cortes Função: Coordenação geral, Assistente de produção, Cozinheiro, OficineiroHenrique Cortes é formado em Arquitetura e Urbanismo pela UNIP (Universidade Paulista) em 2015. Com especialidade em projetos dearquitetura comercial, tendo lidado com gerenciamento de projetos e equipes, e articulação multidisciplinar com fornecedores eprazos. Na hierarquia do candomblé, ele é pai de santo, na casa “Ilê Asè Omi Gbato Jegede” que tem como liderança a matriarcaIyalorissa Layane. Henrique é artesão especializado na confecção de indumentárias rituais do candomblé. Com 11 anos de vivênciareligiosa e prática artesanal, sua trajetória combina a espiritualidade e a arte, preservando a tradição afro-brasileira na produção devestimentas para iniciações, ritos e festividades religiosas. Como zelador de santo, sua atuação vai além da confecção, abrangendo oconhecimento sobre os simbolismos, significados e preceitos espirituais de cada peça.Cursos2025- Arquitetura inclusiva e espaços culturais: acessibilidade das exposições e curadoria diversa. Função Itaú2025- Cruzando campos do saber: poéticas afro-brasileiras e educação. Função Itaú2015- Percurso em produção cultural – políticas culturais na América LatinaAtividade: Assistente de produção nas atividades de apoio logístico aos módulos formativos, assistente de coordenação geral no acompanhamentodas ações previstas no cronograma, e como artesão, orientando a confecção de peças de vestuário ritual e elementos de cena.Sua expertise como Bàbálòrìsà também será fundamental para garantir a fidelidade cultural dos conteúdos como a Cozinha de Axé, costura e Dança de Orixás.Função: Assistente de Coordenação e Capacitação das oficinas: O Bàbálòrìsà será responsável por ministrar oficinas trazendo sua profunda experiência e conhecimento das tradições afro-brasileiras, como o canto de cantigas em Yorubá, dança de orixá, e cozinha de axé. Além da oficina de capacitação em costura. Rosângela Ferreira BragaFormada em pedagogia e atualmente diretora da Escola Municipal Marcos Antônio Dias Batista, escola pública da Região Noroeste de Goiânia, área periférica.Eleita delegada nacional, para representar e participar da 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (5ª Conapir) 2025.Função: Palestrante sobre Igualdade Racial GatoMídeaO GatoMÍDIA é uma agência, rede e metodologia de aprendizado em mídia e tecnologia voltada para jovens negros, indígenas emoradores de favelas e periferias do Brasil. Fundado em 2013 no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, o coletivo atua na formaçãode jovens criativos por meio de residências, laboratórios e oficinas que integram ancestralidade, comunicação, arte e tecnologia. Entresuas iniciativas destaca-se o Laboratório Afrofuturista, a Residência Favelado 2.0 e o FIXE.LAB, que promovem a criação de narrativasaudiovisuais e digitais com foco em representatividade e inovação.Aividade O GatoMÍDIA será responsável pela condução de palestra sobre afrofuturista aplicadas à arte afro-brasileira. Função: Coordenação educativa, Coordenador técnico, Produtor, Consultoria pedagógicaCasa de Santo, Ilê Asè Omi Gbato Jegede Proprietária: Iyalorissa LayaneEndereço: R MATO GROSSO S N QD 16 LT. Águas Lindas-G0Função: Locação de espaçoA Casa de Santo, Ilê Asè Omi Gbato Jegede é um espaço cultural dedicado à preservação e transmissão das tradições afro-brasileiras,especialmente nas práticas de dança de orixás e culinária de axé. A casa de santo oferece uma imersão cultural para a realização deoficinas e eventos relacionados à cultura afro-brasileira. Para o projeto a casa de santo disponibilizará seus espaços para as oficinas.Função:Parceira de apoio estrutural e cultural, responsável pela cessão do espaço físico. A casa de santo oferece um ambiente tradicional e adequado às práticas culturais abordadas no curso, fortalecendo a vivência autêntica dos saberes afro-brasileiros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.