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Resumo da Proposta CulturalFilhas do Afoxé _ O Canto que Ecoa é um projeto de valorização do patrimônio imaterial afro-brasileiro que oferecerá oficinas gratuitas de canto, percussão e dança afro para mulheres de Salvador, além de oficinas de confecção de indumentária (saias, adereços e turbantes). A cada ciclo formativo será realizado um Cortejo de Afoxé Feminino no Centro Histórico, aberto ao público, celebrando a força das mulheres nos tambores, cantos e danças. Como legado, será produzido um catálogo digital acessível, com registros das atividades e dos cortejos.
Filhas do Afoxé – O Canto que Ecoa é um projeto de valorização do patrimônio imaterial afro-brasileiro que une formação, estética e celebração coletiva, tendo como protagonistas as mulheres. Ao longo de três ciclos formativos, serão oferecidas 90 oficinas gratuitas de canto, percussão e dança afro, realizadas em seis turmas de até 20 participantes cada. Complementando o processo, serão promovidas 3 oficinas de confecção de indumentária (saias, turbantes e adereços), com duração de 3 horas cada, resgatando o fazer manual e a estética afro-feminina.Como culminância, cada ciclo dará origem a um Cortejo de Afoxé Feminino no Centro Histórico de Salvador (3 no total), reunindo as mulheres formadas nas oficinas em apresentações públicas, gratuitas e acessíveis, que celebram a força feminina no canto, no tambor e na dança. O projeto será registrado em um Catálogo Digital Acessível, com fotos, textos e vídeos legendados e audiodescritos, garantindo difusão ampla e inclusiva dos resultados.Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Objetivo Geral Valorizar e difundir o afoxé como patrimônio cultural imaterial afro-brasileiro, fortalecendo o protagonismo feminino por meio de ações formativas, confecção de indumentária e cortejos públicos em Salvador, assegurando acesso gratuito, inclusivo e democrático à cultura.Objetivos EspecíficosRealizar 6 turmas de formação (2 por ciclo × 3 ciclos), com até 20 mulheres por turma, totalizando até 120 participantes;Oferecer 15 oficinas de 1h30 em cada turma (5 de Canto Afro, 5 de Percussão Afro e 5 de Dança Afro), somando 90 oficinas formativas no total;Realizar 3 oficinas de Confecção de Indumentária (1 por ciclo), com duração de 3h cada, voltadas à criação de saias, adereços e turbantes;Promover 3 Cortejos de Afoxé Feminino no Centro Histórico de Salvador, abertos ao público e gratuitos, como culminância de cada ciclo formativo;Garantir a distribuição gratuita de lanches e uniformes a todas as participantes, assegurando equidade e permanência;Produzir e disponibilizar um catálogo digital acessível com registros das oficinas e cortejos, incluindo legendas, audiodescrição e versão compatível com leitores de tela.
Contexto cultural O afoxé é uma das expressões mais significativas do patrimônio imaterial afro-brasileiro, com raízes na religiosidade de matriz africana e presença histórica em Salvador desde o final do século XIX. Conhecido como "o Candomblé de rua", o afoxé preserva a musicalidade, a dança e a estética afro-baiana, ocupando o espaço público com tambores, vozes e corpos em movimento. No entanto, ainda hoje, os cortejos mais conhecidos — como o emblemático Filhos de Gandhy, criado em 1949 — são compostos majoritariamente por homens, o que reforça a importância de promover projetos que coloquem as mulheres no centro dessa tradição.Contexto social do público-alvo Salvador é a cidade com a maior população negra fora da África, com 79% de pessoas que se autodeclaram negras (IBGE, Censo 2022). Nesse universo, as mulheres negras enfrentam condições de maior vulnerabilidade social: segundo o IBGE (PNAD Contínua 2021), elas representam o grupo com menor rendimento médio do trabalho no Brasil e estão mais expostas à informalidade e ao desemprego. Além disso, estudos como o Atlas da Violência 2021 (IPEA) mostram que as mulheres negras são as principais vítimas de violência de gênero. Nesse cenário, investir em formação cultural, espaços de pertencimento e protagonismo artístico para mulheres é também uma estratégia de inclusão social, geração de autoestima e fortalecimento comunitário.Proposta do projetoO projeto Filhas do Afoxé _ O Canto que Ecoa atua diretamente nesse contexto ao oferecer formação gratuita e continuada para até 120 mulheres, em três ciclos formativos. Cada turma vivenciará 15 oficinas de 1h30 (5 de canto afro, 5 de percussão e 5 de dança afro), totalizando 90 oficinas, além de 3 oficinas de confecção de indumentária (saias, turbantes e adereços) de 3h cada. Como culminância, serão realizados 3 Cortejos de Afoxé Feminino no Centro Histórico de Salvador, gratuitos e abertos ao público. Todo o percurso será registrado em um catálogo digital acessível, assegurando difusão ampla e inclusiva.Por que a Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) A Lei Rouanet foi concebida para captar e canalizar recursos que garantam acesso ao patrimônio cultural e a suas linguagens de criação e difusão. Entre suas finalidades (Art. 1º) estão: facilitar o livre acesso às fontes da cultura (inciso I), valorizar e difundir manifestações culturais (III), proteger expressões de grupos formadores da sociedade (IV), salvaguardar modos de criar, fazer e viver (V) e preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural (VI). Essas diretrizes convergem diretamente com o objetivo do projeto de formar mulheres no afoxé e difundir essa tradição em cortejos gratuitos, garantindo inclusão e respeito à diversidade cultural.Enquadramento objetivo _ Art. 3º da Lei 8.313/91 (o que o projeto entrega) O projeto atende, de forma mensurável, a objetivos do Art. 3º:Formação artística e cultural por meio de cursos/oficinas (I, "c" _ instalação e manutenção de cursos de caráter cultural), aqui materializados em 45 oficinas de canto, percussão e dança, e 3 oficinas de indumentária por ciclo.Fomento à produção e circulação com espetáculos/folclore (II, "c") — os 3 cortejos públicos no Centro Histórico de Salvador, com acesso livre.Preservação e difusão do patrimônio cultural (III, "d") — proteção do folclore, artesanato e tradições populares, aqui contemplados na prática musical (ijexá), coreográfica e no fazer da indumentária (saias, adereços e turbantes). Ampliação do acesso com gratuidade (IV, "a" _ distribuição gratuita e pública de ingressos/participação), garantida em todas as ações formativas e nos cortejos. Gratuidade, acessibilidade e ações afirmativas.O projeto cumpre a finalidade pública da Lei ao assegurar 100% de gratuidade e medidas de acessibilidade (Libras, legendas/audiodescrição no catálogo digital), em consonância com as diretrizes de democratização de acesso e acessibilidade estabelecidas pela regulamentação vigente da Lei Rouanet (IN MinC nº 11/2024, que exige a adoção de medidas do Art. 30 e orienta o plano de distribuição). Além disso, atende ao § 3º do Art. 2º da própria Lei, que prevê disponibilização em formato acessível sempre que tecnicamente possível. Necessidade de financiamento via incentivo fiscal Por se tratar de patrimônio imaterial e de formação continuada com cortejos gratuitos, a sustentabilidade financeira depende de patrocínio incentivado: receita de bilheteria ou venda de produtos não é estrutural ao modelo. A Lei Rouanet, conforme a política pública explicitada pelo MinC, existe justamente para viabilizar projetos de acesso universal, formação e preservação quando o mercado não cobre custos pedagógicos, artísticos, de acessibilidade e de difusão. Aderência territorial e legado Ancorado na tradição do afoxé em Salvador (documentada por órgãos e pesquisas locais), o projeto forma mulheres, qualifica coletivos e ativa o espaço público com cortejos de forte impacto simbólico e educativo, alinhado às políticas de valorização da cultura afro-baiana e do patrimônio urbano da cidade. Diante do exposto, Filhas do Afoxé _ O Canto que Ecoa se enquadra de forma direta nos incisos I, III, IV, V e VI do Art. 1º e atende aos objetivos I(c), II(c), III(d) e IV(a) do Art. 3º da Lei 8.313/91, justificando plenamente o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para garantir salvaguarda, formação, circulação e acesso gratuito à cultura afro-brasileira em Salvador.
Plano Pedagógico1. FundamentaçãoO projeto Filhas do Afoxé – O Canto que Ecoa tem como base a valorização do afoxé enquanto patrimônio cultural imaterial afro-brasileiro e o fortalecimento do protagonismo feminino nas manifestações tradicionais. Em Salvador, ainda que o afoxé seja expressão presente no carnaval e na vida cultural da cidade, o espaço de liderança das mulheres nessa prática é reduzido, o que reforça a relevância de oferecer formação, vivência estética e circulação pública voltadas a esse público. 2. Objetivos PedagógicosPromover a formação cultural de mulheres em canto, percussão e dança afro;Resgatar e valorizar a estética do afoxé por meio da confecção de indumentária;Incentivar o protagonismo feminino em manifestações de matriz africana;Desenvolver autoestima, senso de pertencimento e identidade cultural nas participantes;Preparar as alunas para a participação em cortejos de afoxé, fortalecendo a tradição e a transmissão de saberes. 3. Organização das OficinasCiclos formativos: 3 ciclos ao longo do projeto;Turmas por ciclo: 2 turmas simultâneas;Participantes por turma: até 20 mulheres (total de até 120 participantes diretas em todo o projeto);Carga horária por turma: 15 encontros de 1h30 (22h30 de formação por turma);Total de oficinas formativas: 90 oficinas (15 × 6 turmas);Distribuição dos conteúdos por turma:5 oficinas de Canto Afro;5 oficinas de Percussão Afro;5 oficinas de Dança Afro.Oficinas de Indumentária: 1 por ciclo, com duração de 3h cada (3 no total). 4. Conteúdos e Eixos de AprendizagemCanto Afro: cantigas tradicionais do afoxé, exercícios de respiração, entonação e canto coletivo;Percussão Afro: introdução aos instrumentos do afoxé, técnicas rítmicas e ensaio em conjunto;Dança Afro: movimentos inspirados nas tradições afro-brasileiras, ritmo e expressão corporal;Indumentária: confecção de saias, turbantes e adereços, valorizando estética e identidade;Integração comunitária: preparação das turmas para participação nos cortejos. 5. MetodologiaVivência prática: oficinas conduzidas por educadoras e artistas populares com experiência em afoxé;Aprendizagem colaborativa: construção coletiva do conhecimento e valorização das experiências das participantes;Pedagogia inclusiva: atenção às necessidades específicas, uso de linguagem acessível e apoio individualizado;Integração cultural: articulação entre prática musical, dança, canto e estética, culminando nos cortejos públicos;Enraizamento comunitário: atividades realizadas em espaços acessíveis de Salvador, próximos às comunidades beneficiadas. 6. Integração com os Demais ProdutosAs participantes das oficinas formarão os Cortejos de Afoxé Feminino, que ocorrerão ao fim de cada ciclo;As indumentárias confeccionadas serão utilizadas nos cortejos, reforçando o vínculo entre aprendizagem e apresentação;O Catálogo Digital Acessível reunirá produções, depoimentos e registros das oficinas e cortejos, consolidando a memória pedagógica do projeto. 7. Resultados Pedagógicos EsperadosFormação continuada de até 120 mulheres em canto, percussão, dança e estética afro;Criação de saias, turbantes e adereços confeccionados pelas próprias participantes;Ampliação da autoestima, do protagonismo e da valorização identitária das mulheres participantes;Transmissão de saberes tradicionais e fortalecimento da salvaguarda do afoxé em Salvador;Ativação do espaço público como palco de celebração cultural inclusiva e gratuita.
Especificações Técnicas do Produto1. Oficinas Formativas de Canto, Percussão e Dança AfroQuantidade: 90 oficinas no total (15 por turma × 6 turmas, distribuídas em 3 ciclos).Duração: cada oficina terá 1h30.Público-alvo: até 20 mulheres por turma, totalizando até 120 participantes diretas.Metodologia: oficinas práticas e participativas, integrando os três eixos do afoxé (voz, tambor e corpo).Materiais: instrumentos de percussão, uniformes (camisetas e saias), apostilas digitais acessíveis e material de apoio pedagógico.Projeto pedagógico: estruturado em três eixos – canto afro, percussão afro e dança afro –, buscando estimular protagonismo, autoestima e preservação da tradição do afoxé.2. Oficinas de Confecção de IndumentáriaQuantidade: 3 oficinas (1 por ciclo).Duração: cada oficina terá 3h.Público-alvo: participantes das turmas formativas.Metodologia: atividades práticas voltadas à confecção de saias, turbantes e adereços.Materiais: tecidos, linhas, agulhas, tesouras, máquinas de costura, aviamentos e adornos.Projeto pedagógico: além da prática artesanal, as oficinas promovem a valorização estética afro-feminina e a relação entre tradição, pertencimento e identidade.3. Cortejos de Afoxé Feminino no Centro HistóricoQuantidade: 3 cortejos (1 por ciclo).Duração: cada cortejo terá aproximadamente 2h.Público-alvo: público em geral, com estimativa de 500 pessoas por cortejo.Materiais: instrumentos de percussão, figurinos confeccionados nas oficinas, estrutura de som de apoio e equipe de acessibilidade.Projeto pedagógico: culminância das oficinas, em que as alunas compartilham com a comunidade as práticas aprendidas de canto, percussão e dança afro, fortalecendo a salvaguarda do afoxé.4. Catálogo Digital AcessívelQuantidade: 1 catálogo final.Paginação: cerca de 30 páginas em formato PDF.Conteúdo: textos explicativos sobre o projeto, fotos das oficinas e cortejos, depoimentos de participantes, entrevistas com oficineiras e registros de indumentárias confeccionadas.Acessibilidade: versão compatível com leitores de tela, descrição de imagens, legendas e audiodescrição em vídeos.Distribuição: disponibilizado gratuitamente em meio digital, nas redes sociais e site do projeto.
Acessibilidade Física As atividades do projeto Filhas do Afoxé – O Canto que Ecoa serão realizadas em espaços comunitários e culturais de Salvador que possuam condições adequadas de acesso. Serão garantidos:Rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Banheiros adaptados;Espaços de circulação ampla e livre, permitindo conforto e segurança;Sinalização clara em locais de grande fluxo;Quando disponível, utilização de guias táteis em áreas de circulação.Acessibilidade de Conteúdo Para garantir a plena participação de pessoas com deficiência e ampliar a compreensão do público em geral, o projeto adotará medidas de acessibilidade de conteúdo em todas as etapas:Intérprete de Libras em todos os cortejos e eventos públicos;Legendas descritivas em vídeos e materiais de difusão;Audiodescrição em registros audiovisuais e no catálogo digital;Produção de materiais informativos em formato digital acessível, compatível com leitores de tela;Visitas sensoriais durante os cortejos, permitindo a interação tátil com indumentárias e instrumentos de percussão.Essas medidas asseguram que o projeto seja inclusivo e democrático, garantindo que o afoxé, enquanto patrimônio imaterial afro-brasileiro, seja vivenciado de forma plena por todos os públicos.
O projeto Filhas do Afoxé – O Canto que Ecoa assegura a democratização do acesso aos seus produtos e ações culturais, garantindo a gratuidade integral em todas as atividades propostas.Distribuição dos produtos:Oficinas Formativas: as vagas serão gratuitas e destinadas prioritariamente a mulheres pretas de comunidades periféricas de Salvador, em articulação com escolas públicas, associações de bairro e organizações comunitárias. Serão oferecidas uniformes e lanches gratuitos, garantindo equidade e condições de permanência.Oficinas de Indumentária: abertas às participantes das turmas, sem custos, fortalecendo a relação entre estética afro e identidade cultural.Cortejos de Afoxé Feminino: três desfiles públicos e gratuitos no Centro Histórico de Salvador, com acesso aberto a toda a comunidade, em locais de fácil circulação e acesso por transporte público.Catálogo Digital Acessível: disponibilizado gratuitamente na internet, em versão compatível com leitores de tela, com legendas e audiodescrição, ampliando o alcance para além do público presencial.Medidas adicionais de ampliação de acesso:Realização de ensaios abertos em espaços comunitários, permitindo que a comunidade acompanhe o processo formativo das turmas;Registro audiovisual dos cortejos e oficinas, com difusão gratuita em redes sociais e plataformas digitais;Adoção de recursos de acessibilidade de conteúdo (Libras, legendas e audiodescrição), ampliando a participação de pessoas com deficiência;Ações de mobilização comunitária e divulgação em escolas, rádios comunitárias e coletivos culturais, garantindo que o público-alvo tome conhecimento da proposta e possa participar.Dessa forma, o projeto contribui não apenas para a preservação e difusão do afoxé como patrimônio imaterial, mas também para a inclusão social, a equidade de gênero e o acesso democrático à cultura, alinhando-se integralmente às diretrizes da Lei 8.313/91 e da Instrução Normativa MinC nº 11/2024.
A proponente será responsável pela execução e gestão do projeto, atuando na administração dos recursos, contratação da equipe, acompanhamento pedagógico, logística, comunicação e prestação de contas junto ao Ministério da Cultura.Como prestadores de serviços, já tem definido: Coordenação Geral – Rosangela Santos da Silva RibeiroResponsável pela gestão administrativa, pedagógica e operacional, supervisionando todas as etapas (pré-produção, execução e pós-produção), assegurando a integração entre a equipe, a qualidade pedagógica das oficinas e a articulação comunitária. Mini currículo: Profissional com sólida experiência em coordenação educacional e liderança de equipes multidisciplinares, atuou como Coordenadora de Sucesso do Cliente na Arco Educação (2021–2024) e Coordenadora de Atendimento ao Cliente na Pearson Education (2015–2021). Especialista em planejamento estratégico, capacitação de professores, supervisão de atividades educativas e desenvolvimento de projetos culturais e sociais, possui graduação em Gestão de Pessoas e MBA em Gestão de Projetos.Coordenação Pedagógica – Rafaela da Silva MondineResponsável pela orientação pedagógica das oficinas de canto, percussão, dança afro e indumentária, garantindo a coerência metodológica e a valorização da cultura afro-brasileira. Atuará na elaboração de roteiros pedagógicos, acompanhamento das oficineiras e avaliação dos processos de ensino-aprendizagem. Mini currículo: Psicóloga graduada pelo Centro Universitário Barão de Mauá (2023), com CRP ativo. Possui experiência em projetos sociais incentivados, atuando na coordenação de projetos na APEC (Associação Pró-Esporte e Cultura), onde participa da implementação, coleta de dados, acompanhamento metodológico e gestão de atividades. Atuou em responsabilidade social e RH na empresa Rodonaves (2018–2024), além de experiências como líder de área infantil no projeto Casa Tia Vanda. Tem vivência em processos grupais, atendimento clínico e escolar, com foco em inclusão social e desenvolvimento comunitário.Demais Integrantes da Equipe Técnica (a serem contratados para a execução)Oficineiras de Canto, Percussão e Dança Afro: condução das 90 oficinas formativas;Facilitadora de Indumentária: responsável pelas 3 oficinas de confecção de saias, turbantes e adereços;Produtor Executivo: apoio logístico, administrativo e operacional;Equipe de Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescritor e consultoria para materiais acessíveis;Equipe de Comunicação: responsável pela identidade visual, registros audiovisuais e pelo catálogo digital acessível;Monitores e auxiliares de produção: apoio direto às oficinas e cortejos.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.*