Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 259058Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Há Vagas para Moças de Fino Trato

LUNA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-05
Término
2028-01-05
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Projeto visa a realização de apresentações do espetáculo teatral "Há Vagas para Moças de Fino Trato". Como contrapartida social será realizada uma oficina de yoga.

Sinopse

Em um pequeno apartamento de uma grande cidade, três mulheres de diferentes gerações buscam afeto e sentido para a vida. Gertrudes aluga quartos em sua casa como forma de preencher seus vazios, Madalena, mulher irreverente, encara o amor com liberdade e Lúcia, a mais jovem, está à espera de um príncipe encantado. Com doses de humor ácido, realismo fantástico e crítica social, a peça propõe uma reflexão sobre o universo feminino e as pressões sociais impostas às mulheres. Classificação etária indicativa: 14 anosEspetáculo de artes cênicas: Dramaturgia e contrato de direitos autorais em anexo.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS- O objetivo do projeto é realizar apresentações da peça "Há Vagas para Moças de Fino Trato", de Alcione Araújo, com temporada de estreia em Minas Gerais, estado natal do autor, e temporada no Rio de Janeiro, cidade onde ele se radicou.- Valorizar a cultura nacional através da homenagem ao grande dramaturgo mineiro, Alcione Araújo, que completaria 80 anos em 2025, na forma do artigo 3, inciso I, do Decreto 11.453, de 2023;- Ampliar o acesso da população ao teatro através de ações de democratização de acesso à cultura, na forma do artigo 3, inciso V, do Decreto 11.453, de 2023;- Convidar o público a refletir sobre questões contemporâneas como a desigualdade de gênero, solidão e saúde mental, a partir de uma atmosfera de realismo fantástico;- Estimular a inclusão através de sessões com tradução simultânea em libras e audiodescrição. OBJETIVOS ESPECÍFICOSProduto: Espetáculo de Artes Cênicas- Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 6 (seis) apresentações da peça "Há Vagas para Moças de Fino Trato" em Belo Horizonte/MG.- Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 16 (dezesseis) apresentações da peça "Há Vagas para Moças de Fino Trato" no Rio de Janeiro/RJ.- Público estimado de 2.200 pessoas (média de 100 pessoas por apresentação).- Produto da Contrapartida Social: 1 OFICINA DE YOGA, com 3 horas de duração, em cada cidade, voltada, especialmente, para alunos e professores de instituição públicas de ensino. A oficina tem como foco uma experiência de conexão profunda entre o corpo, a mente e o espírito. A prática de yoga beneficia a saúde mental reduzindo o estresse e a ansiedade, aumentando o bem-estar e a autoestima, melhorando o sono e a concentração, e fortalecendo a resiliência e a autorregulação. - Público total estimado de 220 pessoas.

Justificativa

Há Vagas para Moças de Fino Trato é um projeto teatral que faz uma homenagem ao grande dramaturgo mineiro Alcione Araújo (1945_2012), unindo arte, memória e transformação. Em tempos de desigualdade de gênero, solidão e crises de saúde mental, este clássico da dramaturgia brasileira propõe mais que entretenimento: oferece reflexão, acolhimento e representatividade. A peça resgata a obra de Alcione Araújo, que completaria 80 anos em 2025, e apresenta ao público a sua primeira peça teatral. Com elementos de realismo fantástico e humor ácido, o texto convida o espectador a se reconhecer nas contradições das personagens, revelando estruturas sociais que permanecem vigentes. Três mulheres de diferentes gerações vivendo confinadas num apartamento e em busca de afeto e realização pessoal. Inspirado em cenas reais observadas da janela do apartamento do autor, o texto assume contornos íntimos, imaginativos e profundamente humanos. A montagem será conduzida por uma equipe majoritariamente feminina e tem como pilar o protagonismo da mulher. As personagens refletem o desejo comum de liberdade, transformação e pertencimento, ao mesmo tempo em que o corpo feminino continua sendo vigiado, julgado e negociado. Escrita em 1974, durante a ditadura militar, a peça é considerada a obra mais cultuada de Alcione e revela, com sensibilidade, os dilemas sociais, psicológicos e políticos da convivência humana. Se antes havia o ideal da "moça de fino trato", hoje enfrentamos a pressão da "mulher perfeita" nas redes sociais. A peça oferece o desconforto necessário e um espaço para o questionamento. Há Vagas para Moças de Fino Trato reforça o papel do teatro como ferramenta de transformação social, valorização da memória cultural brasileira e descentralização da produção artística. O projeto irá estrear em Minas Gerais, estado de nascimento do autor e depois será apresentado no Rio de Janeiro, local onde a peça foi escrita. Produzir cultura vai muito além do entretenimento e este projeto tem como objetivos divertir e despertar a reflexão através da arte, colaborando com a formação de uma plateia de cidadãos críticos. Fernando Philbert, um dos diretores mais atuantes na cena teatral brasileira e sul-americana, está a frente do projeto, que tem no elenco três atrizes realizadoras, e, na ficha técnica, nomes reconhecidos e premiados em suas respectivas áreas artísticas. Tratando-se de um projeto independente, é de suma importância para o seu pleno desenvolvimento o apoio da Lei 8.313/1991. O projeto se justifica por estar alinhado às finalidades previstas na lei 8.313/91 em seu artigo 1º: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto vai oferecer todos os tipos de acessibilidade, facilitando a todos o livre acesso à cultura e a democratização do acesso e como contrapartida vai oferecer uma oficina de yoga. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Todos os integrantes do projeto são cidadãos brasileiros. Desde o texto, escrito pelo consagrado autor teatral Alcione Araújo, passando pelo elenco, a direção e a equipe técnica e de criação são famílias brasileiras que trabalham e vivem de fazer cultura no Brasil. Apoiar este projeto é valorizar a criação e manifestação cultural nacional. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O projeto valoriza o protagonismo feminino, tendo uma equipe majoritariamente de mulheres e membros da comunidade Lgbtqapi+, promovendo assim a diversidade e a inclusão. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Através do tributo ao renomado autor mineiro Alcione Araújo, o projeto fará o público refletir sobre questões contemporâneas como solidão, saúde mental e desigualdade de gênero. IX - Priorizar o produto cultural originário do País.O projeto enaltece a dramaturgia nacional, através da montagem da primeira peça de teatro do grande autor brasileiro Alcione Araújo, que completaria 80 anos em 2025. Realizar este projeto é estimular a produção cultural brasileira, valorizar o pluralismo, priorizar o produto cultural originário do país, facilitando a todos o acesso à cultura e contribuindo para a formação de plateia no país. O projeto Há Vagas para Moças de Fino Trato vai atingir também os objetivos da lei 8.313/91 em seu art. 3o, inciso II, letras C e E. Art. 3°, inciso II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto Há Vagas Para Moças De Fino Trato vai realizar 6 apresentações do espetáculo na cidade de Belo Horizonte e 16 apresentações do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro, em teatros com capacidade média de 120 lugares, e público total estimado em 2.200 pessoas.

Estratégia de execução

Beneficiários das passagens aéreas e diárias de hospedagem:Fernando Philbert - diretor artísticoBibiana Rozenbaum - atriz e coordenadora do projetoAna Barroso - atrizSarah Marques - atriz e oficineiraOperador de luzOperador de som

Acessibilidade

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade Física: O local de realização das apresentações será adequado às pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida e contará com rampas de acesso, corredores amplos, banheiros adaptados e reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída. A proponente se compromete a escolher um equipamento cultural que disponibilize infraestrutura acessível com o objetivo de priorizar e facilitar o acesso à arte. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:Serão realizadas 2 (duas) apresentações com Intérpretes de libras em Belo Horizonte e 4 (quatro) apresentações com Intérpretes de libras no Rio de Janeiro, como medida de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Por se tratar de uma produção de pequeno porte e, afim de viabilizar o orçamento, iremos realizar uma sessão acessível por semana em todas as temporadas, preferencialmente aos domingos. O material de divulgação terá textos com contraste e fonte ampliada e vai informar a acessibilidade do projeto. Serão disponibilização abafadores de ruídos, cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante e fast pass em filas de acesso. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:Serão realizadas 2 (duas) apresentações com audiodescrição em Belo Horizonte e 4 (quatro) apresentações com audiodescrição no Rio de Janeiro, como medida de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Serão realizadas ações como audiodescrição do ambiente, desde o palco até a plateia, que permita o acesso a informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas; audiodescrição das cenas, que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário) que permita o acesso a informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas; e visita ao cenário 30 minutos antes do início da peça, onde as pessoas cegas e com baixa visão são convidadas para subir no palco e tocar no cenário, orientadas pelo profissional de audiodescrição. Por se tratar de uma produção de pequeno porte e, afim de viabilizar o orçamento, iremos realizar uma sessão acessível por semana em todas as temporadas, preferencialmente aos domingos. O material de divulgação terá textos com contraste e fonte ampliada e vai informar a acessibilidade do projeto. Produto da contra-partida: Oficina de Yoga Acessibilidade Física: O local de realização da oficina será adequado às pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida e contará com rampas de acesso, corredores amplos e banheiros adaptados. A proponente se compromete a escolher um local que disponibilize infraestrutura acessível com o objetivo de priorizar e facilitar o acesso à arte. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:Serão realizadas 2 (duas) oficinas de Yoga, uma em Belo Horizonte e uma no Rio de Janeiro, onde será disponibilizado mediante solicitação prévia Intérprete de libras como medida de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Por se tratar de uma produção de pequeno porte e, afim de viabilizar o orçamento, iremos realizar a acessibilidade mediante solicitação prévia, preferencialmente aos domingos. O material de divulgação informativo da oficina de yoga terá textos com contraste, fonte ampliada e vai informar a acessibilidade do projeto. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:Serão realizadas 2 (duas) oficinas de Yoga, uma em Belo Horizonte e uma no Rio de Janeiro, onde será disponibilizado mediante solicitação prévia audiodescrição como medida de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Por se tratar de uma produção de pequeno porte e, afim de viabilizar o orçamento, iremos realizar a acessibilidade mediante solicitação prévia, preferencialmente aos domingos. O material de divulgação informativo da oficina de yoga terá textos com contraste, fonte ampliada e vai informar a acessibilidade do projeto.

Democratização do acesso

Produto: Espetáculo de Artes CênicasSerão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 46 da IN 23/2025 da SECULT/MTUR, a saber: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais) Visando a ampliação do acesso à cultura, serão adotadas no projeto as seguintes medidas do artigo 47, da IN 23/2025: Doaremos 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além daquele previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); Vamos garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e do espetáculo por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Vamos realizar gratuitamente atividades como ensaios abertos.

Ficha técnica

Bibiana Rozenbaum Quesada – Representante legal da proponente. Receberá pela rubrica de coordenadora do projeto e atriz. Bibiana é atriz e produtora cultural e tem formação em jornalismo e direito. Irá coordenar a realização do projeto trabalhando desde a idealização e o planejamento executivo até a prestação de contas. Idealizou e produziu cinco temporadas da peça “Gaivotas”, com direção de Fernando Philbert. Como atriz participou dos longas “Alibi.com”, direção de Felipe Joffily; “Tiradentes”, direção de Oswaldo Caldeira; “Woman on Top”, direção de Fina Torres; “A menina e o mar”, direção de Gabriel Mellin; a novela “Vai na fé”, direção de Paulo Silvestrini e das séries “Passaporte para Liberdade”, direção de Jayme Monjardim e “O Quinto dos Infernos”, direção de Wolf Maya, entre outros.Luis Fernando Tonatto Philbert - Receberá pela rubrica de diretor artístico. Fernando Philbert dirigiu importantes produções contempladas com diversos prêmios e indicações como “Orfãos”, “Eu Hamlet” e “Três Mulheres Altas” com Deborah Evelyn, Nathalia Dill e Sueli Franco, ainda em circulação. Estreou em 2025 a peça Ricardo III, de Shakespeare, dirigindo o grupo El Galpón do Uruguai. Assinou a direção de “Todas as Coisas Maravilhosas” com Kiko Mascarenhas, indicado aos Prêmios Shell categorias Direção e Ator; “O caso” com Letícia Isnard e Otávio Muller; “Diário do Farol – Uma Peça sobre a Maldade” com Thelmo Fernandes; “Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias” e “Gaivotas” (com Bibiana Rozenbaum entre outros), ambas com texto de Maitéi Visniec; “A Inquilina” com Luisa Thiré; “Isabel das Santas Virgens e sua Carta à Rainha Louca” com Ana Barroso; “O Escândalo Felipe Dussaert” com Marcos Caruso; “Contos Negreiros do Brasil”; “O Que é Que Ele Tem” com Louise Cardoso. “O Ator e o Lobo” com Pedro Paulo Rangel; “Em casa a gente conversa”; com Cássio Reis e Carla Diaz; “Parabéns Senhor Presidente” com Danielle Winits e Christine Fernandes. Assinou a codireção de “O Topo da Montanha” com Lázaro Ramos e Thaís Araújo. Fernando iniciou sua carreira como diretor assistente de Gilberto Gawronski, Domingos Oliveira e Aderbal Freire Filho, com quem colaborou em mais de quinze peças, entre elas “Hamlet” com Wagner Moura, “A Ordem do Mundo” com Drica Moraes, “Incêndios” com Marieta Severo, “Macbeth” com Renata Sorrah e Daniel Dantas, entre outras. Ana Adelaide Rebelo Barroso - Receberá pela rubrica de atriz. Com 40 anos de carreira no teatro, trabalhou na Italia com o grupo Teatro Due Mondi. Nos anos 90 participou do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, sob direção de Aderbal Freire Filho, como “O Tiro que Mudou a História”, “Tiradentes Inconfidência no Rio” e “Turandot e o Congresso dos Intelectuais”. Trabalhou com diretores como Moacir Chaves, Ivan Sugahara, Rodrigo Nogueira, Fernando Philbert e Rodrigo Penna. Atualmente produz e atua no solo “Isabel das Santas Virgens e sua Carta à Rainha Louca”, direção de Fernando Philbert. No audiovisual participou de produções como Verdades Secretas, O Outro Lado do Paraíso, A Dona do Pedaço e Nos Tempos do Imperador e Sob Pressão, na Rede Globo; e A Terra Prometida e Jesus na Rede Record, além de participações no cinema. Sarah Marques Ferreira – Receberá pela rubrica de atriz e oficineira. Atriz e produtora, formada pela CAL Faculdade de Artes Cênicas, atuou em diversos espetáculos onde também prestou serviços na área de produção. Trabalhou com diretores como Ivan Sugahara e João Fonseca, como Diretora Assistente e Produtora Executiva nos espetáculos “A Vala Comum” e “A Pedra Escura”, e na produção de “Deus”, de Vino Fragoso. Atua também na área de Gestão de Redes e Produção de Conteúdo em produções teatrais. Marina Felisberto Salomon – Receberá pela rubrica de coreógrafa. Marina é bailarina, atriz e diretora de movimento. Formada pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa integra, há trinta e sete anos, a Companhia Regina Miranda e AtoresBailarinos. Desde 1995 trabalha como Diretora de Movimento em peças teatrais e em obras para cinema e televisão. Como exemplos mais recentes podemos citar O Corpo da Mulher como Campo de Batalha e Nefelibato, ambas dirigidas por Fernando Philbert; Antígona, direção de Amir Haddad; Josephine Baker, a Vênus Negra, direção de Otavio Müller; e Hebe, a Estela do Brasil, direção de Maurício Farias. Marina recebeu o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança na categoria Melhor Bailarina por sua atuação em Naitsu - Noites de Murakami, solo de teatro coreográfico dirigido por Regina Miranda, considerado pelo jornal o Globo como um dos dez melhores espetáculos de dança de 2018. Criou e atuou, em colaboração com Regina Miranda, no curta-metragem Vertigo Vertigem. Natalia Lana Monteiro Lobato Cruz - Receberá pela rubrica de cenógrafa. Formou-se pela Escola de Teatro da UniRio em 2002. Lecionou na cadeira de cenografia da Faculdade de Belas artes da UFRJ. Trabalhou em grandes musicais como cenógrafa assistente da dupla Charles Moeller e Claudio Botelho, como A Noviça Rebelde; Hair; Um Violinista no Telhado; Gypsy; 7, entre outros. Criou a cenografia de Homemúsica de Michael Melamed; Blitz direção de Ivan Sugahara; Piano da Patroa direção de Lena Horn; Anticlássico de Alessandra Colassanti; Cássia Eller, O Musical e Rock in Rio, O Musical, em parceria com Nello Marrese e direção de João Fonseca; Constellation direção de Jarbas Homem de Mello; Qualquer Gato Vira Lata Têm uma Vida Sexual Mais Ativa que a Nossa, direção de Bibi Ferreira; Hiperativo de Paulo Gustavo; Porto de Memórias direção de Regina Miranda; O Escândalo Philippe Dussaert, Gaivotas, Orfãos e Três mulheres altas, direção de Fernando Philbert; Doc musical 60 Festa de Arromba e Depois do Amor, com direção de Marília Pêra. Marieta Bastos Spada - Receberá pela rubrica de figurinista. Cenógrafa e Figurinista, graduada em 2008 pela UNIRIO. Trabalhou em mais de 100 produções, sendo 24 musicais, 10 exposições, além de filmes, ópera, ballet e na Comissão de Frente da Mangueira. Trabalhou 8 anos com Hélio Eichbauer, que ganhou a triga de ouro na Quadrienal de Praga. Além de ter participado da Quadrienal duas vezes como visitante, em 2007, teve seu trabalho selecionado para ScenoFest e apresentado para uma banca de jurados, e um projeto de cenário e figurino, exibido na mostra de estudantes do Brasil. Foi recentemente indicada para o Prêmio APTR 2022.Vilmar Olos - Receberá pela rubrica de projeto de iluminação. Iniciou na área de iluminação cênica no ano de 1999. No Rio de Janeiro desde 2004, realizou mais de 150 projetos de Iluminação. Trabalhando com diversos diretores. Entre Eles: Fernando Philbert; Amir Haddad, Gilberto Gawronski; Sergio Modena, Daniel Dias da Silva, Gustavo Gasparani, Caca Carvalho. Realiza Trabalhos como Iluminador Cênico, instrutor me projetos de iluminação em 3D. Maíra Freitas Ferreira - Receberá pela rubrica de trilha sonora original. Maíra é cantora, pianista, compositora e produtora musical. Filha do cantor e compositor Martinho da Vila, estudou no Conservatório Brasileiro de Música e formou-se Bacharel em Piano na Escola de Música da UFRJ. Assinou a trilha sonora original das peças “Três Mulheres Altas”, "Parabéns Sr. Presidente In Concert" e “Eu Sou um Hamlet”, direção de Fernando Philbert; “Bruzundangas”, direção de Dani Ornellas e Renato Carrera; “Por Elas”, direção de Sílvia Monte; entre outros. Antônio Luciano Pontes dos Santos Júnior - Receberá pela rubrica de produtor executivo. Luciano produziu recentemente as peças “Haddad e Borghi”, dir. Eduardo Barata; “Deserto”, dir. Luiz Felipe Reis; “JOB” e “Gaivotas”, Dir. Fernando Philbert; “Um jardim para Tchekov”, Dir. Georgete Fadel; “Matar ou Morrer”, dir. Ary Coslov; “A Aforista”, da CIA Teatral Stavis Damaceno, circulação no CCBB RJ; “Serragem e Sonhos” e “Vida Útil”, dirigidas por Marcelo Morato; Doutores da Alegria/RJ, entre outras.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.