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O projeto de Cartografias Sensíveis: "Sociedade NÃO TÃO Secreta" propõe ações artístico-educativas e culturais voltadas à juventude LGBTQIAPN+, articulando oficinas, registro em cartilha e instalação performática. Busca adaptar espaços escolares e comunitários em territórios de criação, afeto e resistência, promovendo visibilidade e protagonismo juvenil,dando força científica as categorias analíticas em início de pesquisa acadêmica: "Territórios Selvagens" (espaços de liberdade e experimentação artística), "Espaços Não Autorizados de Afeto" (práticas cotidianas que transbordam normas institucionais) e "Zonas de Desejo Bruto" (áreas de expressão intensa de identidade e afetividade). Inclui oficinas de arte queer, publicação literária em formato de catálogo e montagem de instalação itinerante com cartografias afetivas.Prevê participação gratuita de escolas e comunidades, com distribuição de cartilha de acesso amplo e gratuito, além de acessibilidade em Libras e empregabilidade PCD.
O projeto “Sociedade Não Tão Secreta” propõe um conjunto de ações artísticas e formativas voltadas para jovens LGBTQIAPN+ de 13 a 24 anos, articulando processos de criação, reflexão e experimentação estética. A primeira etapa consiste nas oficinas “Territórios Selvagens”, com carga horária de 60 horas presenciais, nas quais os participantes irão explorar a cultura Drag, performance, maquiagem, criação de acessórios e perucas, além de rodas de conversa sobre identidade e diversidade, com direito a kits de materiais, certificados digitais e bolsas de incentivo. Paralelamente, será produzida a cartilha “A Gramática Suada da Dissidência”, em formato impresso (600 exemplares) e digital acessível, reunindo textos, reflexões e narrativas artísticas sobre dissidência, identidade e resistência cultural, a ser distribuída gratuitamente em bibliotecas, centros culturais e coletivos LGBTQIAPN+. A etapa final será a instalação performática “Cartografia dos Afetos”, itinerante por escolas, praças e centros culturais, reunindo performances de 10 jovens selecionados nas oficinas, com base em textos e criações desenvolvidas coletivamente, integrando exposição de materiais produzidos, recursos sensoriais, intérprete de Libras e mediação educativa, além do registro audiovisual para divulgação online. Como parte da cenografia, serão expostas “Placas Sensíveis”, uma cartografia lúdica e interativa de sentimentos de segurança, ampliando a experiência estética e reflexiva do público.
Objetivo Geral: Promover um programa artístico-cultural inclusivo e itinerante, que una oficinas formativas, produção de podcasts, publicação literária e instalação performática, com foco na juventude LGBTQIAPN+ e estudantes do ensino fundamental Fundamental II e estudantes de pós graduação universitária, de modo a transformar experiências de exclusão em Territórios Selvagens (espaços de criação e experimentação), Espaços Não Autorizados de Afeto (práticas de cuidado e resistência que transbordam normas institucionais) e Zonas de Desejo Bruto (expressões intensas de identidade e afetividade), fortalecendo a cidadania cultural e a valorização da diversidade.Objetivos Específicos1 - Realizar oficinas formativas ("Territórios Selvagens _ Arte e Cultura Queer") que estimulem práticas artísticas, a expressão identitária e a criação de cartografias afetivas. 80h / 20 vagas2 - Organizar, editar e publicar a cartilha "A Gramática Suada da Dissidência", reunindo relatos, reflexões e produções poéticas geradas nas oficinas e podcasts, em versão impressa e digital de circulação gratuita. Impressão de 600 exemplares4 - Desenvolver a instalação performática itinerante "Cartografia dos Afetos", com performances interativas (10 artistas) e exposição de materiais artísticos produzidos - a partir das cartografias pesquisadas, criando material artístico visual -, promovendo o diálogo dos participantes com a comunidade.5 - Ampliar a participação social e cultural de jovens em situação de vulnerabilidade, incentivando práticas de resistência, inclusão e protagonismo no campo das artes integradas.6 - Inserir agentes culturais PCD na produção artística e cultural da região.7 - Dar visibilidade a agentes culturais LGBTQIAPN+ no meio cultural da região
O projeto "Sociedade Não Tão Secreta" se enquadra principalmente nos incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91, com ênfase em:Acesso à cultura (I)Valorização de criadores e manifestações culturais (II, III e IV)Inclusão e diversidade como cidadania cultural (V e VIII)Valorização do produto Nacional (IX)A violência simbólica e material contra corpos dissidentes ainda marca profundamente a realidade brasileira, em especial entre pessoas com idade escolar e seus ambientes. Pierre Bourdieu (1999) alerta que a violência simbólica se naturaliza em práticas cotidianas, perpetuando desigualdades e silenciamentos. Judith Butler (2004) demonstra que os corpos não normativos vivem em precariedade, mas é justamente nessa condição que emergem formas potentes de resistência. Michel Foucault (1975) descreve a escola como espaço disciplinar, mas também aponta suas frestas de liberdade. Paulo Freire (1996) afirma que a educação libertadora se constrói no diálogo, na escuta e na possibilidade de reinvenção do mundo. Neste sentido, o projeto "Sociedade Não Tão Secreta" propõe um percurso que une arte, cultura, educação, segurança pública e participação social promovendo novos espaços de fala e criação coletiva; transformando relatos de vulnerabilidade em narrativas estéticas e políticas; e ressignificando o espaço escolar e comunitário como lugar de cuidado, acolhimento e invenção. Trata-se de uma ação que articula teoria e prática em artes integradas, propondo uma experiência cultural transformadora com forte impacto social e educativo, alinhada aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, ao promover a inclusão, a diversidade e a cidadania cultural.
O projeto “Sociedade Não Tão Secreta” traz um diferencial importante ao atuar diretamente em territórios marcados por vulnerabilidade social, garantindo acesso gratuito a processos formativos, materiais artísticos e apresentações culturais para escolas públicas, bibliotecas comunitárias e coletivos LGBTQIAPN+. Além das ações já descritas, a proposta articula uma rede de parcerias com centros culturais, universidades, ONGs e coletivos locais, fortalecendo a sustentabilidade e ampliando o alcance do projeto. A iniciativa se destaca pelo caráter inovador, ao integrar formação artística, publicação editorial e instalação performática itinerante com plena acessibilidade em Libras, audiodescrição, mediação educativa e materiais digitais acessíveis sob licença Creative Commons, assegurando a democratização do acesso e a circulação dos conteúdos de forma aberta.Outro aspecto relevante é a perspectiva de continuidade: a metodologia desenvolvida poderá ser replicada em outros contextos e territórios, consolidando uma rede de jovens artistas e fortalecendo vínculos comunitários que ultrapassam a duração do projeto. O impacto não se restringe ao campo cultural, mas dialoga também com a formação cidadã e educacional de adolescentes e jovens LGBTQIAPN+, incentivando práticas de protagonismo, pertencimento e resistência.O projeto “Sociedade Não Tão Secreta” contribui de forma direta para a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial os ODS 4, 5 e 16. Alinha-se ao ODS 4 ao oferecer processos formativos artísticos e pedagógicos inclusivos, garantindo acesso gratuito, materiais acessíveis e metodologias participativas. Incorpora o ODS 5 ao promover igualdade de gênero, fortalecendo a representatividade e o protagonismo de jovens LGBTQIAPN+, combatendo desigualdades históricas. Por fim, articula-se ao ODS 16 ao estimular a cultura de paz, a justiça social e a criação de espaços democráticos de diálogo e afeto, contribuindo para instituições mais eficazes, justas e inclusivas.ODS 4 – Educação de qualidade e inclusivaO projeto oferece oficinas formativas gratuitas para jovens em idade escolar (13 a 24 anos), com metodologias participativas inspiradas em Paulo Freire e na pedagogia queer, valorizando a escuta e o protagonismo dos participantes;Cria materiais pedagógicos acessíveis (cartilha impressa e digital com licença Creative Commons, materiais audiovisuais legendados e com Libras, audiodescrição), ampliando o acesso à educação cultural inclusiva;Incentiva a aprendizagem criativa e colaborativa por meio da arte Drag, performance e rodas de conversa, promovendo a educação como processo de emancipação e não apenas de transmissão de conteúdos.ODS 5 – Igualdade de gêneroCentraliza a valorização das identidades de gênero e sexualidade dissidentes, fortalecendo a autoestima e a visibilidade de jovens LGBTQIAPN+ em territórios de vulnerabilidade social;Promove espaços seguros de expressão, combatendo estigmas e estereótipos de gênero por meio da arte e do diálogo;Estimula a participação equitativa de jovens de diferentes gêneros e expressões, além de integrar agentes culturais PCD, reforçando a perspectiva interseccional de inclusão e igualdade.ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazesAtua na prevenção da violência simbólica e estrutural contra corpos dissidentes, transformando contextos de exclusão em práticas de afeto, criação e resistência;Incentiva a cultura de paz e direitos humanos, ao propor rodas de conversa, debates e apresentações abertas que fortalecem a tolerância, a empatia e a justiça social;Consolida parcerias com escolas, universidades e centros culturais, aproximando instituições da comunidade e ampliando o alcance de práticas de cidadania e diálogo democrático.Por fim, destaca-se a contribuição científica da proposta, que está vinculada a pesquisas de pós-graduação, garantindo registro acadêmico e bibliográfico da experiência. Assim, os resultados do projeto não apenas consolidam a memória coletiva da ação, mas também se tornam referência para futuras iniciativas em políticas públicas culturais e educacionais voltadas à diversidade, inclusão e valorização de corpos dissidentes.
1. Oficinas Formativas – “Territórios Selvagens”Formato: Oficinas presenciais de artes integradas (cultura Drag, performance, maquiagem, acessórios, criação de perucas, rodas de conversa).Local: Centros de Apoio, .Carga horária: 60 horas presenciais, divididas em 6 blocos temáticos (6h + 12h + 12h + 10h + 14h + 6h).Público-alvo: 20 jovens LGBTQIAPN+ em idade escolar (13 a 24 anos).Projeto pedagógico: Metodologia baseada na pedagogia queer, educação libertadora (Paulo Freire) e livre expressão de gênero. Oficinas combinam atividades práticas, rodas de conversa, produção de portfólio e avaliação coletiva.Ementa:Oficinas Artísticas DragPara Jovens LGBT (13 a 18 anos)Este curso propõe uma imersão artística e política na cultura Drag como ferramenta de expressão, resistência e construção identitária para adolescentes e jovens LGBT. Através de oficinas práticas e espaços de escuta, os participantes irão explorar técnicas de criação de perucas com materiais alternativos, dublagem performática, produção de acessórios e maquiagem Drag, em um ambiente seguro e colaborativo.A proposta se fundamenta na ideia de Free Spaces, como definidos por Francesca Polletta e Anderson de Sousa Lima, entendidos como “ambientes onde práticas contra-hegemônicas podem ser experimentadas, cultivadas e compartilhadas sem a vigilância normativa dos sistemas dominantes” (LIMA, 2022 e POLLETTA, 1999). Esses espaços não são neutros: são territórios de disputa simbólica, onde os corpos dissidentes podem existir em sua plenitude, longe da lógica da vigilância e da exclusão.Inspirado pelo conceito de “sociedade não tão secreta” (LIMA, 2022), o curso reconhece que as práticas culturais LGBT, embora marginalizadas, sempre existiram em redes subterrâneas de afeto, criatividade e resistência. A arte Drag, nesse contexto, é mais do que estética: é uma linguagem política que desafia normas de gênero, sexualidade e comportamento. Como afirma Judith Butler, “o gênero é uma prática performativa que institui o que pretende expressar” (BUTLER, 1990), e a performance Drag revela essa construção de forma radical e libertadora.A ementa também se apoia na pedagogia queer, que propõe uma educação que não apenas tolera a diferença, mas a celebra como potência. Michel Foucault nos lembra que “o corpo é o lugar onde se inscrevem os discursos de poder” (FOUCAULT, 1975), e este curso busca reinscrever esses corpos em narrativas de autonomia, beleza e pertencimento.Por meio da criação de portfólios artísticos, rodas de conversa e oficinas práticas, os participantes serão convidados a construir suas próprias linguagens visuais e performáticas, reconhecendo-se como sujeitos criadores e protagonistas de suas histórias. O curso se torna um convite à liberdade, à invenção e à celebração da diversidade.ApresentaçãoA arte Drag é uma manifestação cultural que transcende o entretenimento, sendo também uma poderosa ferramenta de afirmação identitária e crítica social. Este curso foi pensado para adolescentes e jovens LGBT que desejam explorar sua criatividade, fortalecer sua autoestima e conhecer mais sobre a cultura Drag em um ambiente seguro, acolhedor e colaborativo.Objetivo GeralPromover o desenvolvimento artístico, criativo e identitário de adolescentes e jovens LGBT por meio de oficinas práticas de arte Drag.Objetivos Específicos· criar perucas divertidas. desenvolver técnicas de dublagem. aprender técnicas de maquiagem da arte Drag Queen. recolher material para produção de podcast e livroMetodologiaA proposta metodológica deste curso parte da valorização da experiência, da escuta e da criação como práticas pedagógicas que reconhecem os corpos dissidentes como produtores de saber. Inspirada por perspectivas queer e antinormativas, a metodologia busca romper com modelos tradicionais de ensino, promovendo espaços de liberdade, expressão e afeto.Oficinas práticas com orientação técnicaRodas de conversa e trocas de experiênciasAtividades em grupo e individuaisReferências audiovisuais e culturaisCriação de portfólio artístico individualFormas de Avaliação· Participação nas atividades e oficinas. · Desenvolvimento técnico e criativo. · Apresentação final individual ou em grupo. . Autoavaliação e feedback coletivo. Atividades e Carga Horária (Total: 60 horas)Bloco 1: Introdução à Arte Drag e Cultura LGBT (6h)· História da arte Drag e sua importância cultural · Identidade de gênero, expressão e diversidade · Roda de conversa: "Quem sou eu na arte?" Bloco 2: Criação de Perucas Artísticas com Materiais Alternativos (12h)· Técnicas de construção com papel, tecido, EVA, lã, entre outros · Design e volume: como criar impacto visual · Oficina prática: criação de uma peruca autoral Bloco 3: Dublagem e Performance (12h)· Escolha de músicas e construção de personagem · Técnicas de expressão corporal e sincronização labial · Oficina prática: ensaio e apresentação de dublagem Bloco 4: Acessórios Drag Queen (10h)· Criação de brincos, colares, cintos, adereços de palco · Customização com materiais recicláveis e acessíveis · Oficina prática: montagem de look completo Bloco 5: Maquilagem Drag Queen (14h)· Técnicas de contorno, iluminação, sobrancelhas e olhos · Estilos de maquiagem Drag: clássica, exagerada, conceitual · Oficina prática: maquiagem autoral e desfile Bloco 6: Apresentação Final e Celebração (6h)· Preparação de performance individual ou em grupo · Desfile artístico com os trabalhos desenvolvidos · Avaliação coletiva e encerramento Materiais: Kits artísticos com maquiagem, tecidos, EVA, papel, espelhos, materiais recicláveis, apostila digital acessível (QR Code).Distribuição: Gratuita, com bolsa de incentivo de R$ 100,00 para cada participante.Classificação indicativa: 13 anos.1.2. Cartilha – “A Gramática Suada da Dissidência”Formato: Publicação impressa e digital.Paginação: Aproximadamente 20 a 40 páginas.Tiragem: 600 exemplares impressos em papel offset 75g (miolo) e papel cartão 180g (capa).Projeto editorial: Textos produzidos por participantes, registros das oficinas, ensaios críticos, imagens e ilustrações.Projeto pedagógico: Funciona como material de registro e ampliação dos conteúdos formativos, disponibilizado também em versão digital acessível.Distribuição: GratuitaRegistro: ISBN e licença Creative Commons.Classificação indicativa: Livre. 2. Instalação Performática – “Cartografia dos Afetos”Formato: Instalação cênica itinerante com performances e mapas sensíveis.Duração: 60 minutos.Participantes: Elenco de 10 performers selecionados/as das oficinas (cada um com bolsa de R$ 1.000,00).Materiais: Estrutura de cenografia portátil, figurinos, adereços criados nas oficinas, equipamentos de som e iluminação.Projeto pedagógico: Performances inspiradas em relatos e criações dos participantes, acompanhadas de mediação educativa e bate-papo com o público.Documentação: Registro audiovisual completo para disponibilização online.Classificação indicativa: 13 anos.
Acessibilidade FísicaRampas de acesso e circulação adequada para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros adaptados.Sinalização tátil no piso para pessoas com deficiência visual.Assentos reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Acessibilidade de ConteúdoIntérprete de Libras em atividades públicas.Audiodescrição em apresentações e materiais audiovisuais.Legendas descritivas em vídeos.versões digitais acessíveis.Visitas sensoriais para instalações cênicas/expositivas.Linguagem simples e inclusiva nos materiais de mediação e divulgação.EmpregabilidadeAgentes Culturais PCDIntérprete de LIBRASPessoas em Vulnerabilidade Social - gêneros diversos
Democratização de AcessoDistribuição gratuita dos produtos culturais em formato digital e físico, garantindo ampla circulação.Apresentações presenciais com entrada gratuita ou a preços populares.Realização de ensaios abertos à comunidade escolar e ao público em geral.Oferta de encontros e rodas de conversas paralelas ao projeto para estudantes, professores e comunidade.Transmissão on-line de apresentações e debates, ampliando o alcance para diferentes regiões.Disponibilização dos conteúdos em plataformas digitais acessíveis, assegurando acesso remoto e permanente.Todo o processo será filmado e a edição será disponibilizada em canal do YouTube destinado ao projeto
O dirigente/proponente atuará de forma direta em todas as etapas do projeto, assumindo funções de coordenação geral, acompanhamento pedagógico e artístico, além de representação institucional. Suas atividades incluem:Coordenação Geral e Gestão AdministrativaElaborar e supervisionar o plano de execução do projeto.Controlar prazos, metas e cronograma de atividades.Gerenciar a equipe técnica, administrativa e artística, promovendo reuniões periódicas.Acompanhar a aplicação dos recursos financeiros, garantindo a correta execução orçamentária conforme a legislação vigente.Produzir relatórios de acompanhamento e prestação de contas.Atuar como representante oficial do projeto junto a órgãos públicos, parceiros institucionais, patrocinadores e comunidade.Estabelecer parcerias estratégicas com escolas, grupos culturais, associações comunitárias e instituições de ensino.Divulgar as ações do projeto em eventos, mídias sociais e encontros culturais, fortalecendo sua visibilidade.Planejar, supervisionar e avaliar as oficinas e atividades formativas do projeto.Conduzir encontros pedagógicos com a equipe de educadores para alinhar metodologias.Estabelecer critérios de avaliação e acompanhamento dos participantes, garantindo qualidade e impacto educativo.Realizar momentos de reflexão e devolutiva junto aos jovens, estimulando a construção coletiva de conhecimento.Definir e orientar a concepção artística das oficinas, ensaios e apresentações.Participar ativamente da direção criativa, assegurando a coerência estética e temática do espetáculo/produto final.Acompanhar a criação de cenários, figurinos e materiais visuais, validando as escolhas artísticas.Estimular a integração entre diferentes linguagens artísticas (teatro, música, dança, artes visuais, multimídia).Implantar instrumentos de avaliação contínua (questionários, rodas de conversa, relatórios).Mensurar resultados quantitativos (número de participantes, público alcançado) e qualitativos (impacto social e artístico).Elaborar estratégias de continuidade e legado do projeto, visando sua sustentabilidade futura.Propor desdobramentos para novas edições, oficinas e parcerias.Coordenar a estratégia de comunicação do projeto.Acompanhar a produção de material gráfico, audiovisual e digital para divulgação.Incentivar a cobertura de mídia local e regional.Estimular a participação da comunidade nas ações, reforçando o caráter inclusivo do projeto.FICHA TÉCNICADireção Artística e Coordenação Geral do ProjetoAnderson de Sousa Lima – Ator, Produtor e Diretor teatral. Professor de arte na Rede Pública Municipal de Vila Velha desde 2004. Criador do GETA (Grupo de Estudos Teatrais e Artísticos). Doutorando em Segurança Pública e Mestre em Sociologia Política. Licenciado em Artes Cênicas. Produz, escreve, dirige e atua em espetáculos cênicos performativos desde 2000. Participou na produção de mais de 20 espetáculos, atuando como autor, ator, diretor e produtor.Função: Coordena a concepção estética e artística do projeto, garantindo unidade entre oficinas, cartilha e instalação performática. Atua como guia criativo, articulando pedagogia, arte e produção.Produção Executiva1 - José Celso Queiroz Cavaliéri – Licenciado em Educação Artística, produtor, diretor e ator teatral desde 2000. Criador do canal cultural “Café com Zé” do Youtube, participante de conselhos de cultura e diretor do SATED-ES.2 - Dayse Maciel – Produtora e diretora teatral. Coordenadora do Palácio da Cultura "Sônia Cabral" em Vitória - ESFunção: Garantem a execução financeira e administrativa do projeto, cuidando da logística, contratos, orçamentos e prestação de contas, conforme normas da Lei Rouanet.Assistência de ProduçãoAlexandre Prado – Ator (PCD) e produtor, ex-integrante do Grupo ANIMA (20 anos). Atualmente na Cia Teatral JC, atua também como consultor de acessibilidade.Diego Pianna – ator, produtor e vídeo maker. Digital Influencer, fará as captações e registros de imagens do processo.Função: Apoiam a equipe de produção em atividades logísticas e administrativas, garantindo representatividade PCD e suporte integral à execução.Coordenação Geral – PedagógicaMaria Riziane Costa Prates – Doutora em Educação (UFES). Professora do Programa de Pós-Graduação em Segurança Pública (UVV/UFES) e da Educação Infantil da rede pública de Serra/ES.Função: Supervisiona a parte formativa do projeto, orientando metodologias, conteúdos e estratégias pedagógicas das oficinas e publicações.Oficineiros(as) / Facilitadores(as)Vinícius Cavalcanti - ator, performance e bailarino. Atua com performance Drag QueenRegina Schimitt - Estilista e figurinista há mais de 40 anos. Já produziu figurinos para espetáculos locais, nacionais e audiovisualRoyce Luckessy - cabelereira e maquiadora, trabalha com produção audio visual, maquiagem artística e de finalização; modelagem e construção de perucas.Função: Atuam como agentes educacionais, conduzindo oficinas artísticas e pedagógicas, mediando conteúdos e fortalecendo a formação cidadã e identitária dos jovens.Iluminação: Luiza Mollulo Rodrigues – Iluminadora, técnica de iluminação, eletricista cênica; Responsável técnica do Palácio da Cultura Sônia Cabral, em Vitória/ES.Função: Operação de equipamentos de luz, criando atmosferas visuais adequadas ao conceito artístico.Sonoplastia: Alcides Luiz Rodrigues Pereira – técnico responsável no Theatro Caarlos Gomes de 1996 a 2018, responsável pela sonoplastia e ambientação sonora e cênica no Palácio da Cultura Sônia Cabral de 2019 até atual, atuante em festivais nacionais e regionais de teatroFunção: Opera e organiza o suporte sonoro nas oficinas e apresentações.Cenografia: Luiz Cláudio Siqueira (Beré) técnico responsável no Theatro Caarlos Gomes de 1996 a 2018, responsável pela iluminação cênica no Palácio da Cultura Sônia Cabral de 2019 até atual, atuante em festivais nacionais e regionais de teatro. Produz e cria cenários de espetáculos teatrais.Função: Concepção e execução de ambientações, assegurando impacto estético e imersão do público.Figurino e Adereços: Regina SchimittFunção: Criação e manutenção de figurinos e adereços produzidos nas oficinas e usados nas performances.Maquiagem e Perucas: Royce LuckessyFunção: Desenvolvimento de caracterizações visuais que dialogam com as temáticas Drag e performativas.Comunicação e Divulgação: Márcia Almeida – Repósrter e assessora de impressa. Responsável pela imprensa da Cia Teatral JC e GETA.Função: Responsável pela comunicação institucional, contato com imprensa e divulgação nas mídias digitais.Registro Audiovisual: Diego PiannaFunção: Registros técnicos de oficinas e apresentações.Edição e organização de cartilha: Anderson de Sousa Lima.Função: Finalização audiovisual e relatórios de registro.Direção Cênica: Anderson de Sousa LimaFunção: Orienta o elenco nas performances da instalação “Cartografia dos Afetos”, conduzindo ensaios e apresentações.Diretor de Produção (Pós-Produção): Dayse Maciel.Função: Conduz a fase final do projeto, acompanhando relatório, vídeo-documentário e materiais de circulação.Diretor Geral (Pós-Produção): Anderson de Sousa Lima.Função: Responsável por revisar e validar todos os produtos finais, assegurando fidelidade ao conceito artístico-pedagógico.Produtor Executivo (Pós-Produção): José Celso Cavaliéri.Função: Cuida da organização dos relatórios finais, prestação de contas e encerramento administrativo, garantindo transparência e regularidade.AcessibilidadeIntérprete de Libras: Cassio Oliveira – Doutorando (Unicamp) e Mestre (UFES). Tradutor e intérprete, pesquisador de educação inclusiva.Função: acompanhar o processo atuando como intérprete de LIBRAS. Audiodescrição: [a definir] – Responsável pela elaboração e execução de audiodescrição em apresentações e materiais audiovisuais.Consultoria em Acessibilidade: Alexandre Prado – Ator e consultor.Função: garante que todas as ações contemplem acessibilidade física e de conteúdo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.