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PRONAC 259067Autorizada a captação total dos recursosMecenato

REMAR - Rede de Música do Mangue RJ

INSTITUTO TIMBRE
Solicitado
R$ 1,45 mi
Aprovado
R$ 1,45 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

REMAR - Rede de Música do Mangue RJ é uma iniciativa proposta pelo Instituto Timbre, organização social privada sem fins lucrativos, com o objetivo de desenvolver uma rede de educação musical no estado do Rio de Janeiro. A atuação ocorre em escolas públicas, instituições de atendimento socioeducativo e polos educacionais localizados na região, buscando promover o acesso à música e à cultura.

Objetivos

Objetivos GeraisPromover a inclusão social e o desenvolvimento cultural de crianças e adolescentes por meio da educação musical, fortalecendo a identidade cultural e ambiental das comunidades atendidas, e expandir essa abordagem para outras escolas e regiões do estado do Rio de Janeiro. Objetivos EspecíficosImplementar atividades de formação e capacitação para educadores, promovendo o desenvolvimento de práticas pedagógicas centradas na música e na inclusão social através da implementação de 6 pólos de educação musical em escolas públicas do Estado do Rio. Tota de 10 apresentações musicais gratuitas e abertas ao público. Desenvolvimento de um mini doc de aproximadamente 10 minutos sobre o processo.Desenvolver atividades musicais, teatrais e ambientais que estimulem a criatividade, o protagonismo juvenil e o senso de pertencimento dos estudantes.Promover a convivência, a integração e o fortalecimento dos laços comunitários através de apresentações culturais e eventos abertos à comunidade.Sensibilizar os estudantes para questões ambientais relacionadas ao ecossistema costeiro, incentivando ações de preservação e valorização ambiental.Ampliar o acesso à educação musical, especialmente em regiões com maior vulnerabilidade social, promovendo a diversidade cultural.Contribuir para a formação de uma rede de escolas que adotem a metodologia do projeto, com potencial de expansão e replicação em diferentes contextos.Fortalecer a identidade cultural das comunidades atendidas, valorizando as tradições locais e as manifestações culturais regionais.Promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como autoestima, cooperação e responsabilidade, por meio de atividades educativas e artísticas.

Justificativa

A implementação do REMAR - Rede de Música do Mangue RJ é fundamental diante da realidade de muitas comunidades do litoral do Rio de Janeiro, onde a vulnerabilidade social, a falta de acesso a opções culturais e as questões ambientais estão intrinsecamente ligadas ao cotidiano das crianças e adolescentes. Nesse contexto, a educação musical surge como uma ferramenta poderosa para promover a inclusão social, fortalecer a identidade cultural e estimular o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.A projeção de um trabalho que valoriza a cultura local, ao mesmo tempo em que promove a consciência ambiental, contribui para a formação de cidadãos mais críticos, responsáveis e participativos. Além disso, o projeto busca oferecer oportunidades de aprendizado que muitas vezes não estão disponíveis na rede regular de ensino, especialmente para grupos em situação de vulnerabilidade social.A expansão e a replicação dessa metodologia em diferentes escolas e regiões são ações estratégicas para ampliar o impacto, levando educação de qualidade, cultura e conscientização ambiental a um maior número de jovens e suas comunidades. Assim, a realização do REMAR é essencial para fortalecer o protagonismo juvenil, promover a inclusão social por meio da arte e contribuir para o desenvolvimento sustentável e a valorização das identidades locais.Quanto a Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes itens:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Quanto ao Art. 3º, destacamos os seguintes pontos que justificam a inserção do projeto:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

O REMAR - Rede de Música do Mangue RJ é um projeto promovido pelo Instituto Timbre, uma organização social privada sem fins lucrativos, que tem como objetivo fortalecer a educação musical em comunidades do estado do Rio de Janeiro. A proposta consiste em criar uma rede de escolas públicas e instituições socioeducativas localizadas em regiões próximas a manguezais e ao mar, refletindo a importância desses ambientes para as comunidades atendidas.O projeto oferece ações no contraturno escolar, incluindo atividades de formação de professores, oficinas de música, dança, teatro e educação ambiental, sempre com a intenção de promover a inclusão social, fortalecer a identidade cultural local e estimular o protagonismo juvenil. Essas ações buscam não apenas desenvolver habilidades artísticas, mas também ampliar a conscientização sobre a preservação do meio ambiente e a importância do ecossistema costeiro.Cada escola participante atende cerca de 50 crianças e jovens, e ao final de cada ciclo, os grupos realizam apresentações que envolvem a comunidade, promovendo o reconhecimento do talento dos estudantes e fortalecendo os laços sociais.O REMAR nasce a partir da experiência do projeto “Flautistas da Marambaia”, iniciado em 2002, na Restinga da Marambaia, na região de Barra de Guaratiba. Essa metodologia, voltada à inclusão social por meio da educação musical, será adaptada e aplicada nas escolas que fazem parte da rede, com o objetivo de expandir sua atuação.O intuito do projeto é que essa rede cresça, atingindo novas escolas e comunidades, levando essa abordagem pedagógica para outros contextos e regiões. Atualmente, a iniciativa pretende consolidar sua atuação em seis escolas nas cidades do Rio de Janeiro, Duque de Caxias e Itaguaí, envolvendo aproximadamente 300 estudantes, com a perspectiva de ampliar esse número futuramente.

Especificação técnica

A metodologia do REMAR é fundamentada na combinação de ações pedagógicas, participativas e contextualizadas, que visam promover o aprendizado musical, a valorização cultural e a sensibilização ambiental de forma integrada e coletiva. O desenvolvimento das atividades ocorre em etapas sequenciais, articuladas entre si, para garantir o engajamento efetivo dos participantes e o fortalecimento da rede de escolas.1. Diagnóstico Participativo e Co-criação de Planos de AulaAntes do início das atividades, realiza-se um diagnóstico participativo com professores, estudantes e membros da comunidade, a fim de identificar os saberes tradicionais, as manifestações culturais locais e as principais questões ambientais relacionadas ao mangue e ao mar. Com base nesse levantamento, os educadores e coordenadores constroem coletivamente planos de aula que integrem música, teatro, expressão corporal e educação ambiental, garantindo que as ações estejam alinhadas às realidades específicas de cada escola.2. Oficinas de Formação de Educadores e FacilitadoresAo longo do projeto, promove-se uma formação contínua com os professores, facilitadores e monitores de atividades, utilizando metodologias ativas e baseadas na experiência direta. Essas oficinas abordam técnicas de ensino de instrumentos de percussão, canto coral, dramatizações e atividades de observação do ambiente natural. O objetivo é empoderar os educadores para que possam conduzir com autonomia práticas pedagógicas que envolvam seus estudantes de maneira lúdica e significativa.3. Aulas e Oficinas Concentradas com EstudantesAs atividades com os estudantes são realizadas em turnos de contrapartida, com encontros semanais que privilegiem a experimentação musical e teatral, sempre relacionando esses saberes às características ambientais locais. As ações envolvem: Aprendizado de músicas tradicionais e de impactos ambientais locais, criando repertórios próprios.Oficinas de construção de instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis encontrados na comunidade.Produção de dramatizações e coreografias relacionadas às questões ambientais do mangue e do litoral.Visitas de Observação e Educação Ambiental, incluindo passeios guiados e registros audiovisuais.4. Encenação de Apresentações Culturais e Mostras ComunitáriasAo final de cada ciclo, os grupos organizam apresentações que envolvem a comunidade escolar e local, buscando valorizar as produções artísticas e sensibilizar para a importância da preservação do ambiente. Essas ações fortalecem o sentimento de pertencimento e contribuem para a circulação das manifestações culturais locais.5. Processos de Avaliação e Documentação ColaborativaA avaliação é contínua e participativa, envolvendo registros fotográficos, vídeos, relatos de educadores e depoimentos dos estudantes, além de rodas de conversa sobre o que foi aprendido e sentido durante as atividades. Essa documentação serve para ajustar processos e criar um banco de boas práticas, também facilitando a replicação da metodologia em outras escolas e regiões.6. Construção de Rede e Disseminação de ResultadosPor fim, promove-se encontros de troca de experiências entre as escolas participantes, com mesas redondas, feiras culturais e workshops de disseminação das ações. Além disso, a metodologia e os materiais produzidos durante o projeto são sistematizados em guias práticos, voltados para a expansão do REMAR para novas instituições de forma orgânica e sustentável.

Acessibilidade

Para garantir a acessibilidade física no projeto, algumas medidas serão adotadas como a marcação no chão com pisos táteis, reutilizáveis para todo o projeto, da entrada da escola, até o local onde as oficinas serão realizadas, e deste local até os banheiros mais próximos. Os espaços culturais, onde acontecerão as apresentações ao final do projeto, serão selecionados por possuírem políticas e estruturas que viabilizam o acesso de pessoas com deficiência motora e visual. Tais pisos, posteriormente, serão doados para a escola que abriga o projetoPara os alunos que possuírem deficiência física ou cognitiva haverá um planejamento específico para acolher este grupo e garantir o acesso ao conteúdo e a experiência de aprendizagem e da rotina do projeto ao longo do ano.Como estratégia para garantir acessibilidade ao conteúdo, o projeto irá disponibilizar músicos que irão trabalhar como monitores/instrutores e assim facilitar a participação destes alunos às práticas do grupo. Contará também com um intérprete de Libras em aulas, workshops e apresentações musicais. Todos os materiais de audiovisual produzidos durante a realização deste projeto contarão com a inserção de conteúdo produzido pelo intérprete de libras, além de legendas e audiodescrição, visando a inclusão social e cultural.O projeto conta ainda com uma consultoria voltada para os professores, monitores/instrutores e músicos como estratégia de formação e esclarecimentos para o devido atendimento de indivíduos neuro divergentes e com transtorno do espectro autista.

Democratização do acesso

O projeto em sua essência é um trabalho social por meio da educação musical, através do ensino contínuo de música em seis escolas públicas do estado do Rio de Janeiro, em região com baixo IDHs (índice de desenvolvimento humano) A proposta prevê a multiplicação da metodologia aplicada no projeto para professores da rede pública de outros territórios, também localizado em uma região de carência econômica e social no estado do Rio de Janeiro.As atividades a serem realizadas, como pesquisas, oficinas, workshops e apresentações musicais, serão todas oferecidas de forma gratuita aos participantes do projeto no intuito de democratizar o acesso à cultura musical e histórica brasileira. Além disso, entende-se que a realização das atividades propostas pelo projeto Flautistas da Marambaia com regularidade ao longo de 2024 incentiva o desenvolvimento de cada uma das escolas, proporcionando melhorias ao espaço físico, criando maior vínculo afetivo entre os alunos e o espaço e incentivando a realização de outras atividades culturais e educacionais. Gerando, inclusive, a possibilidade de inspirar os familiares dos alunos a buscarem por novos fomentos para a localidade.

Ficha técnica

Direção de produção e coordenação do projeto:Gregório TavaresEstudou cinema e comunicação social. Foi diretor de produção da Orquestra Sinfônica Brasileira entre 2018 e 2020 e diretor executivo entre 2021 até o primeiro semestre de 2023. Lá foi responsável pelas operações da Orquestra, com atividades artísticas e o desenvolvendo do núcleo educacionais e de impacto social da instituição. Foi responsável pela gestão das áreas de produção, comunicação e negócios. Nesse período, a Orquestra participou de grandes eventos como o Rock in Rio, Projeto Aquarius, entre outros.Entre 2010 e 2016 foi diretor de produção do projeto Flautistas da Pro Arte (programa que contava com três conjuntos infanto juvenis de caráter educacional) onde produziu dois CD’s, um DVD e mais de 20 espetáculos contando com a participação de grandes nomes da música brasileira como Gilberto Gil, Egberto Gismonti, João Bosco, entre outros. Entre 2010 e 2015 foi produtor e gestor do Centro de Referência Cultura Infância | Teatro Municipal do Jockey, sob a direção de Karen Acioly. Realizou a produção de 20 espetáculos teatrais com a direção de Claudio Tovar, Karen Acioly, João Marcelo Pallottino entre outros. Trabalhou como produtor executivo do FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens em diversas edições. Realizou entre 2016 e 2021 os projetos: Circuladô - Novos Sons no Coreto, Super Violão Mashup no Oi Futuro Ipanema, Circuito Gastronômico das Favelas e Musicar - Festival de Música Infantil. Colaborou com os grupos Dá no Coro e Costurando Histórias.Direção musical e arranjos:Raimundo NicioliMúsico profissional desde 1972, atuou com vários nomes da MPB, tais como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Milton Nascimento, Edu Lobo, Nana Caymmi, Dorival Caymmi, Olívia Hime, Alaíde Costa, Simone e outros. Integrou o conjunto "Banda Antiqua", onde tocava alaúde, praticando, assim, a música medieval e renascentista. Formou com Kim Ribeiro, Mauro Rocha, João do Cavaco e Camilo Athié o grupo de choro "Os 5 companheiros", onde tocava o violão de 7 cordas em arranjos elaborados por ele e Mauro Rocha. Acompanhou desde1974 diversos artistas como Maysa Matarazzo, Marilia Medalha, Alaide Costa, Moreira da Silva, Joyce, Nana Caymmi, Fafá de Belém, Marlene, Boca Livre, Claudia Telles e outros.Direção artística:Claudia Ernest DiasProfessora de História na rede municipal de ensino do Rio de Janeiro e de flauta doce nos Seminários de Música Pro Arte. Formada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Mestre pela Unirio (PROEMUS), é fundadora e diretora dos projetos Flautistas da Marambaia e Meninos do Mangue, focados na valorização socioambiental e artística do manguezal. Também dirige o grupoFlautistas da Pro Arte e coordena a Orquestra de Sopros da Pro Arte. Recebeu o prêmio Medalha Carioca da Secretaria Municipal de Educação pelas realizações musicais na rede pública em 2010; Idealizadora do Festival Sanfoneando realizado no Centro Cultural do Banco do Brasil em homenagem à Sivuca em abril de 2011; Dirigiu em 2013, no Festival MIMO, o show Ituaçu em homenagem ao compositor Gilberto Gil com a participação do músico; Em 2018, dirigiu o espetáculo Nau Catarineta com os Flautistas da Pro Arte e Flautistas da Marambaia. Vencedora do Prêmio Light nas Escolas (2020).Professora de dança:Eleonora GabrielMestre em Ciência da Arte-Universidade Federal Fluminense, 2003Especialista em Folclore Brasileiro - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1984Licenciada em Educação Física Plena-UFRJ, 1978 Professora adjunto 4 da Escola de Educação Física e Desportos UFRJ, cursos de graduação em Educação Física e Dança e pós-graduação em Dança-Educação, desde 1980. Coordenadora do projeto acadêmico COMPANHIA FOLCLÓRICA DO RIO-UFRJ, grupo de pesquisa em danças e folguedos populares brasileiros com atuação em campo em vários estados brasileiros: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe, Pernambuco, Maranhão, Rio Grande do Norte, Pará e Amazonas.Registros fotográficos e oficineira em audiovisualAndrea NestreaAndrea Nestrea é fotógrafa, artista visual e professora de fotografia do Sesi/Firjan. Trabalha com cobertura de festivais no Rio de Janeiro sendo responsável pela cobertura de festivais internacionais como MIMO, FIL, Festival Villa Lobos, Festival Curta Cinema, FIMA e inúmeros espetáculos. Atua em documentação de projetos sociais ligados a formação de pessoas e plateia há mais de 10 anos, destacando os projetos: ProArte e flautistas da Marambaia, de Música; Imagens em movimento, de Cinema e Passageiros do Futuro, de Teatro.Diretor audiovisual e videomakerVitor Souza LimaNatural de Belém, Brasil, graduado em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem pela Universidade da Amazônia - UNAMA. Desde 2006 desenvolve proposições artísticas por meio da fotografia e do audiovisual. Em 2018 foi um dos contemplados no Prêmio Pesquisa e Experimentação Artística da Fundação Cultural do Pará com o projeto Léguas a nos separar. Em 2015 finalizou o documentário curta-metragem Alfredinho, em parceria com Marcelo Santos e Venâncio Batalhone, através da Academia Internacional de Cinema - Rio de Janeiro, Prix du Jury Réseau Cinéma CH no XXX Festival Internacional de Filmes de Fribourg. Em 2008 foi contemplado com o Prêmio MIS de Estímulo ao Curta ­Metragem, com o documentário Mãos de Outubro, vencedor de diversos prêmios em festivais de cinema brasileiros em 2010 e 2011. Desde 2019 assina a direção audiovisual em diversos projetos da área cultural, como na Orquestra Sinfônica Brasileira; no canal no YouTube Papo de Música; no FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura; no Musicar - Festival de Música Infantil; na Orquestra Villarmônica, do Rio de Janeiro.Produção executiva:Mariana BorgerthFormada em Comunicação Social pela UFRJ (2009), trabalha desde então como produtora executiva e na gestão de projetos ligados às artes cênicas, literatura e música. Entre maio de 2019 e 2020, trabalhou na equipe de produção e administração do Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, Rio de Janeiro. Reúne, ao longo de mais de dez anos, experiência na elaboração de prestação de contas de verba de direta e de Leis de Incentivo Estadual e Federal. Entre eles: projetos culturais de teatro infanto-juvenil (A Hora do Poço ou A Bocado Céu; Cia Quesquece), música (Superviolão Mashup / MUSICAR) e incentivo à leitura (Costurando Histórias). Entre 2010 e 2016, foi produtora-executiva dos Flautistas e da Orquestra de Sopros Pro Arte, trabalhando na manutenção do grupo, lançamento de CDs e realização de shows no RJ e outras cidades. Além de trabalhar em parceria com a direção da escola Os Seminários de Música Pro Arte no desenvolvimento de ações ligadas à musicalização infantil e educação.Assessoria de imprensa:Cezanne ComunicaçãoA Cezanne Comunicação vem atendendo a lançamentos musicais, peças teatrais, exposições, eventos diversos e pautas sócio-educativas. Atendeu na área da educação infantil como Farra dos Brinquedos, o espetáculo “Era uma vez Bebês”; eventos de arte (Artigo Rio, TRio Bienal) e a artista plástica Anna Bella Geiger (de 2012 a 2016); peças teatrais (“Alice no País da Internet”); vídeos e documentários (“Logo Ali – África”, “Luz, Anima, Ação”); livros (“Villa-Lobos e a música popular brasileira: uma visão sem preconceitos”, de Ermelinda Paz; “Filmosofia do Cinema Nacional”, de Deise Quintiliano). Trabalhou concertos da Casa Firjan (RJ), lançamentos eruditos e instrumentais e eventos protagonizados por Edino Krieger, Wanda Sá e Paula Morelenbaum, dentre outros. Em 2019, trabalhou no Arte de Portas Abertas (RJ), Ricardo Tacuchian, Victor Biglione e no Rio Cello Encounter. Atualmente, é o assessor de imprensa da (ABM), da Feira do Vinil do Rio de Janeiro (desde 2013) e Duo Santoro (desde 2013).Assessoria em redes sociais:Dobra Comunicação e Outros DesdobramentosEspecializada em estratégia de lançamento e comunicação, além de gestão de carreira de novos artistas, a empresa soma trabalhos realizados com Jards Macalé, Ceumar, Manoel Cordeiro, Sérgio Pererê e Davi Moraes, e mais novos como Qinho, Aíla, Julia Branco, Arthur Nogueira, Marina Mello, Biltre, Luiza Brina, entre outros. Também acumula experiência na divulgação de festivais como o Musicar - maior festival de música para crianças no país -, Festival Criatura, ou projetos como o Música Mundo, evento dedicado ao mercado da música. Além de trabalhar os veículos tradicionais, a Dobra se destaca por atuar com consistência entre mídias independentes, espaços que são estratégicos para divulgação de novos trabalhos hoje. A empresa tem ainda experiência no desenvolvimento de projetos e na realização de eventos, tendo idealizado organizado o projeto gastronômico Algazarra Gourmet, e os festivais Dobradinhas+, Festival Circuladô e Super Violão Mashup.Programação visual:Mayra Muniz - artista visual / designerDesigner, graduada no ano de 2007 em Design de Moda pela Universidade Veiga de Almeida. Atua como designer gráfica, ilustradora e consultora criativa autonomamente, e possui experiência no mercado de moda, desenvolvendo pesquisas de formação de público, pesquisa de moda, elaboração de coleções, desenvolvimento de produtos e estampas, principalmente no segmento masculino, para algumas marcas do Rio de Janeiro. Suas áreas de interesse e atuação são consumo sustentável, artes gráficas, história contemporânea, filosofia, antropologia social, ritual e simbolismo em culturas indígenas e africanas, xamanismo, religiosidades e cultura popular.Assistente administrativo:Ellen GasparAdvogada e produtora Ellen Gaspar trabalha há mais de 15 anos com produção de eventos, leis de incentivo à cultura e no ramo legal do entretenimento. Atuou como assistente de direção durante 10 anos no Anima Mundi, onde, além da produção, dava apoio às áreas financeira e de controladoria do festival. Em 2010 passou a coordenar a produção do Anima Fórum, até 2013. Realizou a controladoria financeira de diversos projetos culturais entre 2010 e 2019. Trabalhou, ainda, como assessora da direção artística na OSB por 2 anos e, atualmente, é responsável pelos contratos artísticos da casa de shows Blue Note São Paulo e Rio de Janeiro.Controladoria financeira, administrativo e prestação de contas: Bruna Comanche e Gabriel Ferreira | Blend Consultoria em prestação de contas: Andreia FernandesRealização: Instituto Timbre

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.