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PRONAC 259103Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mapeamento Comportamental dos Povos de Terreiro Cadeia Comercial Produtiva Fase 2 - Estado de Minas Gerais

ASSOCIACAO CULTURAL AFRO-BRASILEIRA CENTRO ESPIRITA PAI MANOEL DE ARUANDA
Solicitado
R$ 5,23 mi
Aprovado
R$ 5,23 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2027-01-01
Término

Resumo

Dando continuidade à Fase 1 (RMBH), a Fase 2 amplia o mapeamento das cadeias produtivas dos povos de terreiro para o estado de Minas Gerais, cobrindo 8 regiões com amostragem estatística e comparação interregional. A partir dos instrumentos já testados (entrevistas, grupos focais e oficinas), serão produzidos: documentário expandido, guia regionalizado, relatórios regionais/ estadual, mapa interativo e seminário estadual híbrido. Todos os produtos gratuitos e acessíveis, consolidando evidências para políticas públicas e para o fortalecimento de redes culturais.

Sinopse

1. Documentário – “MG de Axé: Cadeias Produtivas dos Povos de Terreiro” Assunto: Registro audiovisual das práticas culturais e comerciais dos povos de terreiro em oito regiões de Minas Gerais, destacando suas especificidades regionais e os comportamentos que orientam escolhas comerciais. O filme pretende estimular a conscientização coletiva sobre a importância da economia cultural afro-brasileira e fomentar a reflexão sobre a criação de uma teia comercial de cooperação. Formato: Documentário expandido (30 minutos), com recortes regionais e síntese estadual. Conteúdo: Entrevistas, grupos focais, oficinas comunitárias e registros de campo em municípios-polo. Classificação indicativa: Livre.2. Guia Prático Regionalizado – Fortalecimento das Redes Comerciais e Culturais Assunto: Publicação orientativa que devolve às comunidades os resultados da pesquisa, apresentando recomendações e reflexões a partir das práticas coletadas em campo. O guia reunirá orientações para a construção de redes colaborativas e para o fortalecimento das cadeias produtivas, incentivando a criação de uma teia comercial afro-mineira. Formato: Publicação impressa (2.000 exemplares) e versão digital em PDF. Conteúdo: Capítulo introdutório e oito capítulos regionais, com textos acessíveis, infográficos e boas práticas de economia cultural. Classificação indicativa: Livre.3. Relatórios Regionais e Relatório Estadual de Pesquisa Assunto: Sistematização e análise comparativa das cadeias produtivas dos povos de terreiro em oito regiões de Minas Gerais, evidenciando diferenças comportamentais e comerciais entre territórios. Esses relatórios funcionarão como base técnica para comunidades e gestores no fomento de redes de cooperação. Formato: Publicações digitais em PDF. Conteúdo: Resultados qualitativos e quantitativos da pesquisa, gráficos, tabelas, registros fotográficos e recomendações. Classificação indicativa: Livre.4. Seminário Estadual – “Economia e Cultura dos Povos de Terreiro em Minas Gerais” Assunto: Evento híbrido de devolutiva pública que reunirá representantes regionais para refletir sobre os resultados da pesquisa, discutir estratégias de fortalecimento econômico e lançar os produtos culturais. O seminário será espaço de conscientização e formação de uma rede estadual de cooperação. Formato: Seminário presencial em Belo Horizonte, com transmissão online para polos regionais. Conteúdo: Palestras, mesas redondas, oficinas comunitárias, intervenções artísticas e lançamento dos produtos culturais. Classificação indicativa: Livre.5. Plataforma Digital Interativa Assunto: Repositório digital gratuito que integra os produtos do projeto e organiza em um mapa georreferenciado as cadeias produtivas de matriz africana em Minas Gerais. A plataforma funcionará como ferramenta para o fortalecimento da economia cultural, facilitando a circulação de informações e contatos para consolidar a teia comercial afro-mineira. Formato: Website responsivo, compatível com dispositivos móveis e computadores. Conteúdo: Documentário legendado, guias em PDF, relatórios digitais, registros do seminário e mapa interativo por região. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Ampliar e consolidar o mapeamento das cadeias produtivas dos povos de terreiro em oito regiões de Minas Gerais, identificando especificidades territoriais e promovendo uma discussão comportamental sobre suas práticas comerciais. O projeto busca gerar conscientização que favoreça a criação de uma "teia comercial" de cooperação interregional, potencializando o protagonismo e a sustentabilidade das comunidades de terreiro, em consonância com a salvaguarda do patrimônio imaterial afro-brasileiro.Objetivos EspecíficosPesquisa e DiagnósticoAplicar a metodologia validada na Fase 1 em oito regiões mineiras, garantindo representatividade territorial;Realizar 384 entrevistas, grupos focais e oficinas comunitárias, com coleta de dados qualitativos e quantitativos;Mapear particularidades regionais das cadeias produtivas e analisar os comportamentos comerciais que influenciam escolhas entre redes culturais próprias e pressões mercadológicas.Produção de ConteúdosProduzir o documentário expandido "MG de Axé" (30 min), reunindo recortes regionais e síntese estadual.Elaborar um Guia Prático Pedagógico e Regionalizado, como devolutiva da pesquisa realizada nas oito regiões de Minas Gerais, reunindo recomendações, exemplos e reflexões aplicáveis ao fortalecimento das redes comerciais culturais. O guia terá caráter formativo e acessível, servindo como instrumento de orientação para povos de terreiro, pesquisadores e gestores culturais, tanto na versão impressa (2.000 exemplares) quanto digital (PDF gratuito);Desenvolver plataforma digital interativa, com mapa georreferenciado das práticas culturais e fluxos comerciais;Disponibilizar relatórios digitais regionais e estadual, garantindo acesso gratuito ao conhecimento produzido;Criar um mailing comercial contendo fornecedores e prestadores de serviços ligados às tradições de matriz africana, a partir dos dados da pesquisa, a fim de estruturar uma teia comercial que fortaleça a economia afro-mineira.Contrapartida Social e FormaçãoRealizar seminário estadual híbrido, reunindo representantes regionais, especialistas e gestores públicos, como espaço de reflexão coletiva sobre os resultados da pesquisa;Promover conscientização comunitária a partir dos dados levantados, fomentando a criação de uma rede de cooperação entre povos de terreiro, baseada na valorização da identidade cultural e no fortalecimento econômico;Estimular a formação de uma rede estadual de cooperação cultural e econômica, incentivando sustentabilidade e intercâmbio entre os territórios.

Justificativa

Este projeto utiliza o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/91 por se enquadrar em princípios centrais do Art. 1º, a saber:I _ amplia o acesso da população às fontes da cultura, estendendo gratuitamente os produtos a novas regiões de Minas Gerais; II _ valoriza a regionalização da produção cultural, ao expandir o mapeamento das cadeias produtivas de 10 municípios da RMBH para 8 macrorregiões do estado; III _ reconhece e difunde expressões culturais afro-brasileiras, evidenciando suas especificidades territoriais; IV _ protege manifestações de grupos que compõem a diversidade cultural brasileira, garantindo que suas práticas tenham visibilidade pública; V _ contribui para a salvaguarda dos modos de criar, fazer e viver presentes nas práticas produtivas dos povos de terreiro; VI _ preserva o patrimônio imaterial afro-brasileiro, ampliando sua memória coletiva; IX _ prioriza bens e manifestações culturais originários do Brasil, associados à tradição afro-mineira.No que se refere ao Art. 3º, a Fase 2 alcança objetivos como: I(c) _ estímulo à formação cultural por meio de seminário estadual, guia regionalizado e devolutivas em cada território; III(d) _ valorização das tradições populares em múltiplas regiões de Minas; IV(b) _ realização de pesquisas comparativas e levantamentos sistematizados em escala estadual; V(b) _ contratação de serviços especializados para criação de produtos acessíveis (documentário, mapa interativo, relatórios).A expansão justifica-se porque a Fase 1 comprovou a relevância e a aplicabilidade da metodologia na Região Metropolitana de BH, revelando a riqueza das práticas produtivas locais e o interesse das comunidades em ver seus saberes reconhecidos. A Fase 2 amplia esse escopo, permitindo visão integrada e comparativa entre as diferentes regiões mineiras, respeitando suas singularidades.Assim, não se trata de uma simples repetição, mas de um processo de consolidação que:devolve às comunidades diagnósticos detalhados de cada território;gera instrumentos inéditos de políticas públicas (mapa interativo estadual, guia regionalizado, relatórios comparativos);fortalece redes de cooperação econômica entre povos de terreiro.Trata-se, portanto, de uma iniciativa de escala estadual, em consonância com a Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, que garante a transmissão intergeracional, a valorização e a continuidade dos saberes afro-brasileiros em Minas Gerais.Triângulo: UberlândiaOeste/Noroeste: DivinópolisCentral (fora BH): Sete LagoasZona da Mata: Juiz de ForaVale do Aço/Rio Doce: IpatingaSul: VarginhaNorte: Montes ClarosNordeste (Jequitinhonha/Mucuri): Teófilo Otoni

Estratégia de execução

A Fase 2 representa a ampliação natural do projeto iniciado em Belo Horizonte e Região Metropolitana, agora com abrangência estadual. Esse avanço permite não apenas aprofundar a análise das cadeias produtivas dos povos de terreiro, mas também comparar práticas culturais e econômicas entre diferentes territórios, o que resulta em um retrato mais completo e representativo da diversidade afro-mineira.Um diferencial desta etapa é a integração dos dados em plataforma digital com mapa interativo, recurso que transforma a pesquisa em um instrumento de consulta pública, acessível a comunidades, pesquisadores, estudantes e gestores. Essa inovação amplia a capacidade de impacto do projeto, criando uma base de dados inédita para políticas públicas de salvaguarda e de economia da cultura.Outro aspecto relevante é o caráter descentralizado da execução: cada região contará com coordenação local e parcerias institucionais, garantindo legitimidade e respeito às especificidades culturais. Essa dinâmica fortalece a presença comunitária no processo de pesquisa e garante que os produtos reflitam a realidade de cada território.Além da produção de conteúdos culturais (documentário, guia, relatórios e plataforma), o projeto reforça a devolutiva pedagógica e formativa, garantindo que os resultados retornem às próprias comunidades em formatos acessíveis. Isso assegura não apenas visibilidade, mas também a apropriação coletiva do conhecimento gerado.Por fim, a equipe envolvida combina experiência acumulada na Fase 1 com profissionais regionais, pesquisadores, produtores culturais e especialistas em audiovisual, assegurando qualidade técnica e pertinência cultural. Dessa forma, a Fase 2 consolida-se como uma iniciativa estratégica para o fortalecimento da identidade afro-brasileira em Minas Gerais, promovendo reconhecimento, autoestima e valorização das comunidades de terreiro em todo o estado.

Especificação técnica

1. Documentário – “MG de Axé: Cadeias Produtivas dos Povos de Terreiro”Duração: até 30 minutosFormato: audiovisual em alta definição (Full HD), com versões legendadas e acessíveisMateriais: gravações em campo nas oito regiões mineiras; entrevistas, grupos focais e oficinas comunitárias; captação de áudio profissional; edição com softwares de referênciaDistribuição: exibição pública no seminário estadual e disponibilização gratuita em plataforma digital.Projeto pedagógico: registro audiovisual das particularidades regionais, permitindo análise comparativa e servindo como recurso educativo para comunidades, pesquisadores e gestores culturais.2. Guia Prático Regionalizado – Fortalecimento das Redes Comerciais e CulturaisPaginação: estimativa de 80 a 100 páginaFormato: brochura em papel couchê 90g (miolo) e capa em cartão 250g, impressão colorida; tiragem de 2.000 exemplaresVersão digital: PDF acessível, compatível com leitores de telaConteúdo: introdução metodológica + 8 capítulos regionais, com textos, gráficos, infográficos e boas práticas de cada territórioProjeto pedagógico: material de formação e consulta que devolve às comunidades o conhecimento coletado, fortalecendo a autonomia cultural e econômica em escala estadual.3. Relatórios Regionais e Estadual de PesquisaPaginação: relatórios regionais (40 a 60 páginas cada); relatório estadual integrado (cerca de 150 páginas)Formato: publicações digitais em PDF, diagramadas em software profissionalMateriais: análise qualitativa e quantitativa; gráficos, tabelas, registros fotográficos, referências bibliográficasProjeto pedagógico: ferramenta técnico-científica para subsidiar pesquisas, políticas públicas e estratégias de fortalecimento das cadeias produtivas culturais.4. Seminário Estadual – “Economia e Cultura dos Povos de Terreiro em Minas Gerais”Duração: 1 dia (8 horas)Formato: evento híbrido (presencial + transmissão online)Materiais: palco, sonorização, projeção multimídia, mesas de debate, intérprete de Libras, transmissão online, registro audiovisualConteúdo: palestras, mesas redondas, oficinas comunitárias e apresentações artísticas representativas das tradições afro-mineirasProjeto pedagógico: espaço formativo para diálogo, intercâmbio e devolutiva dos resultados, fortalecendo redes de cooperação cultural e econômica.5. Plataforma Digital InterativaFormato: site responsivo em CMS (WordPress ou similar), hospedado em servidor dedicado, acessível em dispositivos móveis e computadoresFuncionalidades: mapa georreferenciado das cadeias produtivas; repositório de vídeos, guias em PDF, relatórios regionais/estadual e registros do seminárioMateriais: legendagem e recursos de acessibilidade (compatibilidade com leitores de tela, navegação intuitiva)Projeto pedagógico: repositório público de dados e conteúdos que amplia a difusão do conhecimento, estimulando estudos comparativos e o fortalecimento das comunidades tradicionais.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaSeleção de espaços com infraestrutura acessível (rampas, banheiros adaptados, sinalização tátil e visual) para realização do seminário e atividades presenciais de devolutiva;Garantia de condições adequadas de circulação e permanência para pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de ConteúdoIntérprete de Libras em todas as ações públicas presenciais (seminário e devolutivas comunitárias) e nas transmissões online;A pesquisa de campo não contará com Libras, por se tratar de atividades metodológicas de entrevistas e grupos focais restritos, mas a acessibilidade estará assegurada na devolutiva dos resultados;Legendagem descritiva no documentário e em todos os vídeos publicados na plataforma digital;Plataforma digital responsiva, compatível com leitores de tela e dispositivos móveis;Produção de conteúdos em linguagem clara e acessível, com adequações regionais nas oficinas comunitárias, considerando diversidade etnolinguística e geracional.

Democratização do acesso

Todos os produtos e atividades terão acesso gratuito:Documentário expandido exibido no seminário e publicado online;Guia prático regionalizado distribuído gratuitamente (2.000 exemplares + versão digital em PDF);Relatórios regionais e estadual disponibilizados em plataformas digitais de acesso aberto;Mapa interativo online com dados regionais;Seminário estadual gratuito, presencial em Belo Horizonte e transmitido para polos regionais.

Ficha técnica

Proponente:O Centro Espírita Pai Manoel de Aruanda, criado em 2008 na Vila Senhor dos Passos, em Belo Horizonte, ao longo de muitos anos desenvolveu ações formativas no campo das tradições afro-brasileiras, atuando na construção e continuidade de festejos como o de Yemanjá e o de Preto Velho na praça, no qual recebeu homenagens por sua participação e atuação na cidade. Em 2023, constituiu-se juridicamente como Associação Cultural Afro-Brasileira Centro Espírita Pai Manoel de Aruanda, ampliando sua capacidade técnica e de gestão de projetos, bem como sua atuação em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Desde então, potencializa sua presença em eventos como o Carnaval da cidade, com o bloco/movimento Afronta-BH, o Bloco de Carnaval Vô Manoel de Aruanda, a Feijoada de Ogum, o Festejo do Pai Manoel de Aruanda e o projeto Laços da Ancestralidade, tornando-se assim uma Associação de referência na capital mineira.Nome: Joviano Efigênio de Brito – Pai Joviano de Oxóssi / Função: Consultor de Povos e Comunidades Tradicionais (atividade voluntária) / Dirigente da Instituição Proponente / Resumo de CV: Babálorixá do Omolokô, com mais de 40 anos de atuação, fundador e dirigente do Centro Espírita Pai Manoel de Aruanda (2008). Reconhecido como Mestre do Saber em 2024 e agraciado com a Comenda Benfeitor pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. Representou o Brasil no Encontro Internacional de Religiões de Origem Afro-americana (EIRA), em Cuba, no ano de 2023. Atuará como consultor cultural e comunitário, oferecendo orientação técnica e contextual sobre as práticas culturais e organizativas das comunidades de terreiro, garantindo que o mapeamento, a pesquisa e os produtos reflitam com fidelidade a realidade e os valores dessas tradições. Contribuirá voluntariamente em reuniões de planejamento, na definição de metodologias de aproximação com comunidades tradicionais, na validação de conteúdos e como referência em rodas de diálogo e debates no seminário. Rubrica orçamentária: esse profissional não será remunerado pelo projeto, exercendo a função de forma voluntária.Nome: Marcos Donizetti da Silva / Função: Cientista Social / Pesquisador / Resumo de CV: Cineasta e pesquisador em Comunicação Social pela UFMG, com trajetória marcada pela articulação entre cultura, educação e direitos humanos. Possui experiência como coordenador, mobilizador social e curador em iniciativas com juventudes, comunidades periféricas e pessoas idosas, atuando junto a coletivos culturais, escolas e órgãos públicos. No projeto, será responsável pela pesquisa de campo e pela análise qualitativa e quantitativa dos dados, incluindo a elaboração e aplicação de entrevistas, grupos focais e oficinas de escuta, sistematização de resultados, redação do Relatório de Pesquisa Cultural e construção do Guia Prático. Também apoiará a roteirização do documentário, assegurando rigor acadêmico e sensibilidade cultural, e participará como debatedor no seminário. Rubrica orçamentária: Especialista / Historiador.Nome: Hugo Leonardo Souza Pereira / Função: Direção Geral de Pesquisa / Cientista de Dados / Resumo de CV: Profissional com mais de 17 anos de experiência em análise de dados, inteligência operacional e coordenação técnica. Atualmente é Analista Sênior e Coordenador de Inteligência Operacional na Localiza & Co., liderando projetos de performance comercial e experiência do cliente. Atuou como Cientista de Dados no CENARAB/MG (2020–2021), conduzindo estudos socioeconômicos de grande impacto, e na Gerdau, desenvolvendo modelos e dashboards que ampliaram em 22% a efetividade dos investimentos sociais e reduziram em 35% o tempo de resposta a eventos críticos. Entre 2008 e 2020, atuou em Instituições de Ensino Superior com foco em análise de dados institucionais. No projeto, será responsável pela estruturação e análise dos dados quantitativos, criação de indicadores, relatórios e dashboards, apoiando a integração entre números e contextos culturais, de modo a subsidiar o Relatório Final, o Guia Prático e o Documentário. Rubrica orçamentária: Diretor de Produção.Nome: Danila Gonçalves Pereira / Função: Coordenação Administrativa / Operacional de Pesquisa / Resumo de CV: Gestora de projetos com ampla experiência em coordenação cultural, administrativa e financeira. Formada em Logística (Una, 2016), cursa Ciências Contábeis na Newton Paiva e é pós-graduanda em Gestão em Organizações do Terceiro Setor e Projetos Sociais (Anhanguera). Atuou como coordenadora em iniciativas como o III Encontro Nacional de Povos de Terreiro – Ègbé Nós Somos (2024), além de coordenar projetos financiados por emendas parlamentares e editais, como Janelas da Oralidade, Fortalecimento da Cultura do Povo Tradicional e Mostra Imersiva Teias Ancestrais. No projeto, será responsável pela coordenação administrativa e operacional da pesquisa, supervisionando cronograma, coleta e sistematização de dados, articulação entre equipe técnica e comunidades tradicionais, acompanhamento dos produtos culturais (Relatório, Guia e Documentário) e apoio à realização do seminário. Rubrica orçamentária: Coordenadora de Pesquisa.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-12-31
Locais de realização (9)
Belo Horizonte Minas GeraisDivinópolis Minas GeraisIpatinga Minas GeraisJuiz de Fora Minas GeraisMontes Claros Minas GeraisSete Lagoas Minas GeraisTeófilo Otoni Minas GeraisUberlândia Minas GeraisVarginha Minas Gerais