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Realização de 26 oficinas de cinema resultando em curtas metragens e 26 eventos de exibição em praça publica ou escolas.
Não aplicavel
Objetivo Geral: Realização de 26 oficinas de cinema em bairros periféricos incluindo criação de roteiros, equipamentos, captação de imagem, edição e exibição para a comunidade. Objetivo Especifico: Realizar com estudantes de escolas publicas e comunidade, sendo 26 oficinas de cinema, com 30 alunos participantes, em bairros da periferia da cidade, de forma gratuita e aberta, com um evento de apresentação final com os curtas produzidos pelos participantes das oficinas e entrega dos certificados. A apresentação será complementada pela exibição de um curta ou media metragem nacional. => Realização de 26 oficinas => Desenvolvimento de no minimo 52 curtas metragens nas oficinas. Criar um circuito alternativo de exibição de cinema e vídeo, preferencialmente para produtores independentes e curtas alternativos, em regiões não abrangidas pelo circuito comercial. Ampliar o número de pontos de exibição audiovisual no brasil. Contribuir com a formação de público para o audiovisual. Divulgar a produção audiovisual, em especial a de curta metragem e filmes nacionais. Contribuir com a formação de público para as artes audiovisuais. Despertar os participantes para a produção de audiovisual enquanto economia criativa Estimular o debate e a reflexão sobre a realidade, através do audiovisual. Incentivar a formação de cineclubes nos bairros e cidades.
A popularidade da linguagem audiovisual, que faz parte hoje da vida de cerca de 91,4% dos brasileiros através da televisão, é um dos fatores determinantes para o grande sucesso do cinema enquanto linguagem. Entretanto, a ida ao cinema, que já representou o maior item de consumo cultural entre os brasileiros, tem diminuído consideravelmente. No Brasil, a produção audiovisual é realizada, quase que totalmente, com recursos públicos. Contudo, são poucos os filmes e vídeos que conseguem alcançar o público. Apenas 8% da população brasileira tem acesso aos conteúdos audiovisuais produzidos no país. Nas cidades do interior e nos bairros periféricos das grandes cidades, a extinção de inúmeros cinemas, que funcionaram até a década de 80, distanciou o público do contato com a telona, substituindo uma prática coletiva de sociabilidade e integração, que é a ida ao cinema, pelo consumo doméstico de filmes. Nesse sentido, a implantação de um projeto de produção de cinema e vídeo em espaços alternativos, contribui para a ampliação do número de pontos de exibição audiovisual, aproximando a população da linguagem cinematográfica e do hábito de ir ao cinema e divulgando a diversidade da produção cultural nesta linguagem. Neste sentido o projeto estabelece uma maneira de levar o cinema ate a população, ampliando sua abrangência e acessibilidade, inclusive de pequenos produtores. Somado a isso, dentro da legislação o projeto vai de encontro ao Art. 1º da Lei 8313/91 em seus itens: I;II; III;IV;V;VII;VIII e IX. Somado a esta argumentação, o projeto comtempla os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 se enquadrando em : § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso- Todas as apresentações serão gratuitas e abertas, mediante capacidade de público do local. § 2o É vedada a concessão de incentivo a obras, produtos, eventos ou outros decorrentes, destinados ou circunscritos a coleções particulares ou circuitos privados que estabeleçam limitações de acesso _ Não Há limitação de acesso ou restrição de participação das comunidades. § 3o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento. _ Serão disponibilizados áudio descrição em todos os espetáculos. Também busca alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural através de bolsa/remuneração em estudos e apresentações; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:
Nao aplicavel
OFICINAS A Metodologia aplicada as oficinas será a expositiva / pratica, sendo desenvolvida na seguinte ordem: 1-O que é um filme, cena.camera, edição, Enquadramento de Cena / Filmes de Referencia. 2-Gravação de depoimentos, cenas durante a oficina e visualização das cenas. 3-Edição do filme, junção de cena, sequencia. 4-Gravação de cena externa e montagem com creditos. VAGAS DISPONIVEIS /PUBLICO OFICINAS: Crianças e jovens,moradores na região do projeto, em especial de bairros carentes com interesse na área de audiovisual. No caso de jovens e crianças, serão priorizados estudantes de escolas publicas municipais e estaduais. Serão 26 oficinas - Será disponibilizados 20 vagas por oficina. Cada oficina terá a duração de 12 horas,dividos em três periodos, sempre no contraturno escolar EVENTOS DE EXIBIÇÃO Para cada um dos vinte e seis nucleos, será feto um evento de apresentação dos curtas produzidos, abertos a todos os pais, estudantes e comunidade. O evento terá projeção em telão, com som, ena sequencia entrega dos certificados aos participantes. CURTAS METRAGENS Os curtas metragens produzidos terão em media de 1 a 3 minutos,em formato FULL HD, gravados em equipamentos Canon com captura de som Externo, editados em sofwares de uso livre, com creditos e legendas ou janela libras.
ACESSIBILIDADE ARQUITETONICA: O espaço escolhido para a realização do projeto terá recursos de acessibilidade como rampas ou elevadores. Nos eventos haverá lugares demarcados. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: 50% das apresentaçoes terão tradução simultanea em libras e audiodescrição. ACESSIBILIDADE NÃO CAPACITISTA: Será reservado no minimo uma vaga no projeto para prestadores de serviço com deficiencia. Em caso de não encontra profissional com deficiencia, sera disponibilizada a vaga para o publico em geral.ACESSO AO CONTEUDO AUDIOVISUAL: legendagem descritiva nas exibições.O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta e aos espaços de exibição ou atividades presenciais conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 23/25, artigos 42, 43 e 45.
O projeto foi concebido para garantir a plena democratização do acesso à cultura, priorizando a participação de comunidades que historicamente enfrentam barreiras econômicas, territoriais e sociais. Todas as atividades serão realizadas em escolas públicas localizadas em regiões periféricas, aproximando a oferta cultural dos públicos que mais necessitam e reduzindo desigualdades no acesso. Além disso, todas as ações serão totalmente gratuitas, assegurando que nenhum estudante, família ou morador da comunidade seja impedido de participar por questões financeiras.O projeto também adotará políticas de acessibilidade e condições especiais de participação para estudantes, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência e idosos, reforçando o compromisso com a inclusão e com a formação de novos públicos. Dessa forma, promove-se não apenas o acesso físico e econômico, mas também o acesso social e simbólico à cultura, fortalecendo vínculos comunitários, ampliando o repertório cultural dos participantes e estimulando o protagonismo local.Ao ser realizado dentro das escolas e em diálogo direto com moradores e lideranças comunitárias, o projeto garante que a população não seja apenas espectadora, mas agente ativa do processo cultural. Isso gera pertencimento, valorização territorial e oportunidade real de participação criativa. Assim, a democratização do acesso está plenamente assegurada, promovendo a cultura como direito e fortalecendo o impacto social e educativo das ações propostas.
Coordenação Geral/Atividade a ser desenvolvida pelo Proponente - Juraci dos Santos Moreira - Rubrica: Coordenação Geral -> Fará a coordenação do projeto, contratação, gestão de pessoal,gestão de recursos, acompanhamento da execução, entre outras atividades relacionadas. Direção Artística – Rita Oliveira - Rubrica: Direção Artistica -> Fara a coordenação artistica, Coordenara as oficinas e atividades relacionadas ao projeto Coordenador Técnico – Airton Silva - Rubrica: Coordenador Tecnico -> Fara todo o planejamento tecnico das oficinas e apresentações.. Coordenador Geral: Jornalista, produtor e gestor cultural. Atuou em diversas organizações do terceiro setor. Coordena a produção de projetos e executa a administração geral. Coordenou inúmeros projetos de PROAC /SP em editais, Incentivo ICMS, projetos da Lei do Esporte e da Lei Rouanet. Atuou ativamente na Diretoria de Convênios e contratos da Prefeitura Municipal de Campinas, gerenciando o sistema de convênios federais – SICONV.Em 2012 prestou consultoria na ALESP na área de convênios públicos estaduais, federais e leis de incentivo. Possui especialização em cursos promovidos pela UNIBAN/Sindicato dos Jornalistas , Museu da língua portuguesa em São Paulo, Caixa Econômica Federal e Orzil. Possui registro na ANCINE Nº 28255. Foi um dos fundadores da Cia de Teatro São Genésio, que Iniciou sua trajetória em 2006, quando um grupo de artistas formados pelas mais variadas academias se encontrou no Teatro de Kaminda (Hopi Hari), e todos perceberam que tiveram que sair do interior de seus estados para estudar e trabalhar com artes cênicas. Montou o espetáculo teatral “Minhas Criadas”, tendo ganhado vários prêmios e participado de circulações oficiais como o Circuito Cultural Paulista, Virada Cultural e Festival de Curitiba. Montou e circulou em mais de 60 apresentações em todos o estado de São Paulo e Paraná o espetáculo “Um presente para Ágatha”. Com o espetáculo “A HISTORIA DA CAIXA”, participou do 7º Festar, onde ganhou os prêmios de Melhores Atrizes, Melhor Iluminação, Melhor Cenário/ Adereços. Também foi convidada a integrar a programação do Festival de inverno de Poços de Caldas-MG. O espetáculo já circulou por todo o estado de São Paulo e Minas Gerais. A cia possui ainda em seu portfólio infantil as montagens: “A história da Cigarra e a Formiga”, “Com que Chapéu Eu vou”, “Clarabella” e “O segredo da Caixa”. Também produziu o espetáculo “Anonimato”, espetáculo destinado ao público adulto, que ganhou inúmeros festivais e prêmios. A companhia já esteve presente em mais de vinte festivais e mostras nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, como Festival de Inverno de Poços, FESTAR, Prêmio Nacional De teatro, Fringe Curitiba, Festival de Inverno de Mogi das Cruzes, Festival de Curitiba, Circuito Cultural, Caravana Cultural, MC Dia Feliz, CP Campinas, entre outros. Integra projetos de circulação em espaços com grandes públicos como Caravana das Artes, Caravana Cultural, Cine Cultura, entre outros. Mantem parceria com o Centro Cultural Casa de Joana, disponibilizando formação de público com apresentação de espetáculos e formação em teatro e nas áreas técnicas (luz, som, atores, produção). Realiza em parceria com o Centro Cultural Casa de Joana a “ Mostra Nacional de Teatro “Nalona”. Direção Artística - Atriz, dubladora, Mestra em educação Infantil, e pedagoga pós graduada, licenciada em artes. Estudou no curso de formação de atores da EAD/USP (Escola de Arte Dramática da USP) e Conservatório Carlos Gomes em Campinas. Detentora de inúmeros prêmios em festivais de teatro e artes no Brasil. Dubladora, tendo sido premiada como a Melhor dubladora em Campinas em 2015. Interpretou vários personagens no programa de TV Selva Corporativa e atuou nos filmes “Sindicato de Assaltantes”; “Labirinto”; “Um longo e demorado adeus” e “Um erro chamado Noêmia” e “Os Medos de Matilde”. Em 2011 esteve na Itália estudando sobre a voz falada e a voz cantada no Centro de Produzione Teatrale Via Rosse. No ano de 2010 estudou interpretação para cinema no Estúdio Fátima Toledo e participou de um curso de interpretação para Tv ministrado por Denise Del Vecchio na Cia Teatrês. Atuou em vários espetáculos como: “Minhas Criadas”; “A história da Caixa”, Enfim o Fim”; “Antes do Café” dirigido por Celso Frateschi; Romã de Hospital dirigido por Luis Damasceno; Colcha de Retalhos dirigido por Elô Marques e “Arlequim e Seus Dois Patrões” dirigido por Neide Veneziano no teatro de Kaminda (Hopi Hari). Dirigiu os espetáculos: “Severinos” (adaptação de Morte e Vida Severina) na Cia Abaporu; “Com que chapéu eu vou?” na cia São Genésio e “O pequeno príncipe” no grupo Oficina São Pedro. Foi monitora teatral do Centro Comunitário São Pedro (projeto Criança cidadã) de Hortolândia/SP e ministrou oficinas teatrais na Uniminas_MG para os graduandos da faculdade. Atualmente coordena os projetos de teatro da Casa de Joana como voluntaria, e é atriz da Cia São Genésio, além de dubladora. Fez a curadoria de todas as mostras NaLona realizadas. Coordenador Técnico – Airton Silva - Formando em som pelo Centro de Treinamento Krunner de Campinas, em 2001, formando em iluminação cênica, pelo Colégio de Aprendizagem Moderna, São João da Boa Vista, cursou teatro no núcleo de artes cênicas do SESI por três anos de 2008 a 2010, e na Cia São Genésio, onde atua, e Casa de Joana de 2010 a 2011. Cursou Teologia pela faculdade Metodista, formado em telecomunicações pela Escola Salesiana São José/ETEC de Campinas. Participou de montagens como ator: Essência e Aparência (2008), Nós (2009 a 2011), como iluminador: Gospel Hall (2004 a 2006), Internamente (2008), Quando Havia Cor (2009 a 2011), Desejos (2010), Minhas Criadas (2010 a 2011), A megera Indomada, 2010, Um presente para Ágatha (2011), A Historia da Caixa (2011). Como sonoplasta: Atua na Igreja Presbiteriana Independente desde 1996, no Gospel Hall (2004 a 2005), Iacamp (2003 a 2006), Clube da Musica de Campinas (2010), Casa de Joana (2010 a 2011), Clarabela (2011), A Historia da Caixa (2011), Com que Chapeu Eu vou. Participou de diversas produções audiovisuais, tanto como técnico, como ator. Fez a coordenação técnica de todas as mostras NaLona realizadas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.