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O documentário "Divino: Guerrilheiro do Araguaia" narra a trajetória de Divino Ferreira de Souza, estudante e militante do PCdoB que aderiu à Guerrilha do Araguaia em 1969. Capturado, torturado e morto pelo Exército em 1973, sua história se entrelaça com a luta incansável de sua mãe, Maria Gomes de Souza (Dona Santinha), que dedicou 03 décadas à busca pelos restos mortais do filho e ao reconhecimento do Estado brasileiro como responsável pelo seu desaparecimento. Projeto inédito e original de média metragem com 52 min. Filmado e editado com tecnologia contemporanea.
Sinopse:O documentário "Divino: Guerrilheiro do Araguaia" narra a trajetória de Divino Ferreira de Souza, estudante e militante do PCdoB que aderiu à Guerrilha do Araguaia em 1969. Capturado, torturado e morto pelo Exército em 1973, sua história se entrelaça com a luta incansável de sua mãe, Maria Gomes de Souza (Dona Santinha), que dedicou décadas à busca pelos restos mortais do filho e ao reconhecimento do Estado brasileiro como responsável pelo seu desaparecimento.Este projeto independente se insere no escopo de produção de obra audiovisual de caráter documental, com foco na memória, justiça de transição e direitos humanos. O documentário utiliza entrevistas inéditas, imagens de arquivo, reconstrução gráfica e narrativa contemporânea para criar um registro essencial da história política do Brasil.
OBJETIVO GERAL ● Promover a regionalização do fomento ao audiovisual, destacando um episódio fundamental da luta armada contra a Ditadura Militar no Brasil; ● Valorizar a representatividade étnico-racial e de gênero, trazendo à tona a força de uma mulher camponesa na luta por justiça; ● Expandir a participação do conteúdo brasileiro no mercado de TV e VOD, oferecendo um documentário inédito e de relevância histórica; ● Reforçar a diversidade regional na narrativa do cinema documental, resgatando vozes silenciadas pelo Estado; ● Atender às cotas de inclusão, assegurando a presença de mulheres cis e pessoas trans em cargos-chave da produção e direção; ● Fortalecer a descentralização do investimento audiovisual, por meio da valorização de histórias regionais e de protagonistas historicamente marginalizados.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Resgatar a memória histórica da Guerrilha do Araguaia a partir da trajetória de Divino Ferreira de Souza, único goiano participante do movimento, e de sua mãe, Maria Gomes de Souza (Dona Santinha).2. Dar visibilidade à luta e à dor das famílias dos desaparecidos políticos, em especial à busca de Dona Santinha pelos restos mortais do filho.3. Reconstituir o contexto político e social da ditadura militar brasileira por meio de entrevistas, imagens de arquivo, fotografias, jornais e documentos da época.4. Registrar depoimentos inéditos de ex-guerrilheiros e personagens relacionados à Guerrilha do Araguaia, como Micheas Gomes de Almeida (Zezinho) e José Genoíno.5. Adotar uma linguagem audiovisual contemporânea, utilizando grafismos, artes visuais e montagem criativa para construir uma narrativa sensível e intimista.6. Explorar o tema da ausência e do silêncio como elementos centrais da narrativa, representando o luto e a resistência das personagens.7. Contribuir para o acervo da cinematografia brasileira, inserindo um novo documento audiovisual sobre a memória política e social do país.8. Promover reflexão crítica sobre o impacto da repressão e da luta democrática no Brasil contemporâneo, em especial entre os jovens e futuras gerações.
JUSTIFICATIVAO projeto é inédito e original, em especial, se considerarmos a região de atuação da Proponente e de onde a história do documentário acontece na Amazonia brasileira. Dessa forma, se entende que o respectivo território a ser contemplado com a produção fílmica é distante e de difícil acesso as atividades culturais, ocasionando e marcando por um fenômeno histórico de limitação e marginalização de sua própria produção cultural, em especial, dos grupos minoritários e populações tradicionais. Assim, está o projeto devidamente enquadrado junto aos incisos do art. 1o, da Lei 8.313/91, quais sejam: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; ...... VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX- priorizar o produto cultural originário do país.E ainda, o projeto cumpre com os objetivos da Lei 8.313/91, estatuídos no Art. 3° e para tanto, o mesmo quando da sua captação, canalizará os recursos autorizados via PRONAC, observando os respectivos incisos proclamados, a saber:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:..............c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:..........b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;.............e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;................d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;O pleito a ser apoiado se sustenta não somente conforme proclamado nos dispositivos legais citados, mas essa afirmação se reflete também mediante a construção e realidade da nova INSTRUCAO NORMATIVA MINC, numero 23, de 05 de fevereiro de 2025. Estimular as populações a serem atendidas, o acesso a educação, cultura e formaçãoImportante ainda ressaltar que, faz-se necessário o uso da lei de INCENTIVO A CULTURA, artigo 18, com entrada GRATUITA em todos os lugares, pois é a forma de descentralização dos apoios que ocorrem somente no eixo Rio - São Paulo. O número de projetos contemplados com lei de incentivo na região norte do Brasil, não alcança 1%, contra 77% do Sudeste (Fonte: Salic). A Região Norte brasileira é a que menos consegue viabilizar investimento via Lei de Incentivo. Ao viabilizar a aprovação do projeto, o Ministério da Cultura, através da SAV, contribui para uma correção histórica, considerando também os custos amazônicos, reparando dessa forma, a disparidade de recursos aportados pela Lei, além de cumprir com importante papel econômico e social para a região.O respectivo projeto cumpre com 100% dos objetivos de democratização do acesso a bens e valores culturais brasileiros, através de apoio as atividades culturais a serem efetivamente realizadas, bem como, vai ao encontro dos parâmetros estabelecidos junto a Instrução Normativa atual. Ademais, a Proponente tem em seu histórico de execução aprovados junto a Lei de Incentivo a Cultura. Por todas as razões fartamente acima expostas, justifica-se a apresentação do respectivo projeto.
Público-Alvo:O documentário visa alcançar público jovem, pesquisadores, historiadores, estudantes e espectadores interessados em direitos humanos e justiça de transição, reforçando o compromisso com a democratização do acesso ao audiovisual brasileiro.Diferencial Criativo: ● Uso de narrativas visuais contemporâneas: Grafismos e animações para recriação histórica; ● Entrevistas exclusivas: Ex-guerrilheiros, historiadores e especialistas em justiça de transição; ● Imagens de arquivo inéditas: Fotografias, jornais e registros oficiais da época; ● Narrativa de forte impacto social: A luta de uma mãe por justiça e memória histórica; ● Conformidade com os critérios de regionalização, atendendo às demandas de diversidade cultural e representatividade histórica.
ARGUMENTO EXPANDIDOO documentário "Divino: Guerrilheiro do Araguaia" resgata a trajetória de Divino Ferreira de Souza e a busca incansável de sua mãe, Maria Gomes de Souza, conhecida como Dona Santinha, por respostas e justiça. A narrativa se desenvolve a partir da perspectiva da diretora, que teve contato indireto com essa história por meio de sua própria mãe, historiadora e militante do PCdoB. Essa conexão pessoal confere ao filme um olhar sensível e comprometido com a preservação da memória e a justiça de transição.Divino Ferreira de Souza era um jovem estudante goiano que, nos anos de repressão da Ditadura Militar, aderiu à luta armada na Guerrilha do Araguaia. Sob o codinome Nunes, tornou-se o único goiano a integrar a guerrilha, sendo posteriormente capturado, torturado e assassinado pelo Exército em 1973 na Casa Azul, centro de torturas das Forças Armadas em Marabá. Durante três décadas, sua mãe dedicou sua vida a procurar o paradeiro do filho, denunciando as violações cometidas pelo regime e exigindo do Estado o reconhecimento de sua responsabilidade.A estrutura do documentário intercala depoimentos inéditos com imagens de arquivo e reconstruções visuais, criando uma narrativa imersiva e sensorial. O filme se divide em quatro blocos narrativos principais. O primeiro apresenta o contexto da Ditadura Militar e a radicalização dos jovens militantes, situando Divino dentro desse cenário político e social. O segundo bloco aborda a organização e as estratégias da Guerrilha do Araguaia, detalhando o ambiente em que Divino e seus companheiros atuaram. No terceiro bloco, explora-se sua captura, tortura e assassinato, com depoimentos de sobreviventes e documentos históricos que evidenciam a repressão sistemática do Estado. Por fim, o último bloco é dedicado à luta de Dona Santinha, sua busca incansável por respostas e a importância do reconhecimento histórico desses eventos para a sociedade brasileira.Diferencial Criativo: ● Uso de narrativas visuais contemporâneas: Grafismos e animações para recriação histórica; ● Entrevistas exclusivas: Ex-guerrilheiros, historiadores e especialistas em justiça de transição; ● Imagens de arquivo inéditas: Fotografias, jornais e registros oficiais da época; ● Narrativa de forte impacto social: A luta de uma mãe por justiça e memória histórica; ● Conformidade com os critérios de regionalização, atendendo às demandas de diversidade cultural e representatividade histórica.
ACESSIBILIDADE Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho.
DEMOCRATIZACAOQuanto a democratização do acesso: o trabalho terá a distribuição gratuita para escolas, bibliotecas e instituições publicas, e será amplamente divulgado em plataforma virtual. Estão ainda garantidas as medidas de acessibilidade, o qual será ainda observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais.
DIRETORA E ROTEIRISTA - FERNANDA KOPANAKISProfissional multidisciplinar e que se dedicado, nos últimos 20 anos, a trabalhar como Gestora Cultural, na área de produção cultural e produção audiovisual. Sou Coordenadora e Curadora do Festival de Cinema Ambiental - Cineamazônia, desde 2003, atuante em toda Amazônia Brasileira, Peru, Bolívia, Cabo Verde e Portugal. Em 2018, dei início ao Amazônia das Palavras, projeto de literatura itinerante, que viaja pelos rios amazônicos e realiza oficinas de literatura com atividades voltadas a educação e cinema, a partir de linguagens artísticas diversas. Participei como jurada de filmes de importantes festivais como Pachamama, Guarnicê e Amazônia Doc/PA, fui integrante da Comissão de Avaliação dos Projetos de Audiovisual do Estado do Tocantins e Curadora da Mostra de Cinema Kiri. Possuo formação e ampla experiência em Direito, com ênfase em Direito Constitucional, atuando principalmente nos seguintes temas: Regularização Fundiária, Habitação, Direitos Humanos, Meio Ambiente, Gênero e Amazônia. Além disso, sou Doutora em Planejamento Urbano e Regional pelo Instituto de Planejamento Urbano e Regional da UFRJ. Diretora Geral da ASSOCIAÇÃO MAPINGUARI - organização não-governamental, fundada em 2007, que trabalha com a promoção da arte e da cultura, da defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico e de proteção e conservação do meio ambiente, juridicamente constituída como associação civil de direito privado, sem fins lucrativos, atuando na área da produção e fomento das mais variadas manifestações culturais, dentre elas: eventos culturais ligados ao audiovisual, literatura, musica, teatro, artes plásticas, dentre outras manifestações artísticas. Tem em sua carteira de projetos incentivados, mais de 13 projetos. Coordenadora Geral do AMAZÔNIA DAS PALAVRAS (Festival de Literatura Itinerante), que se encontra em sua Terceira Edição - https://amazoniadaspalavras.com.br/ Curadora do FICAR – Festival de Cinema de Animação de Rondônia - https://www.ficar.org.br/ va1.Cineamazônia – Festival de Cinema Ambiental – 2003 – 2022 - coordenação e produção executiva; 2. Cineamazônia Itinerante – 2008 – 2019 - Região Norte brasileira - todas as capitais, Peru, Bolívia, Portugal, Cabo Verde e Vale do Guaporé́ – produção executiva; 3. Filme longa metragem PERDIDOS, 2017/2019 – produção executiva; 4. Livro de Fotografia - Viagem de Cores e Sonhos – 2011 – produção executiva; 5. Quilombagem (média metragem), 2007 – codireção e produção, Instituição promotora: Ministério da Cultura e Fundação Iaripuna. 6. Nada É Longe (curta metragem), 2011, Local: Brasil, Portugal e Cabo Verde; 7. Uma Só́ América (curta metragem), 2009, Local: Brasil, Peru e Bolívia; 8. Horizontes e Fronteiras (curta metragem), 2011, Local: Brasil, Peru e Bolívia; 9. Cinema No Meio Do Mundo (curta metragem), 2011, capitais região Norte brasileira. 2025, Produtora Executiva filme Longa ARTHUR MAIA, oGIGANTE, 2024 - diretora filme media metragem MULHERES & COVID2022/2025 – Consultora DIRETOR DE FOTOGRAFIA: JOSÉ JURANDIR DA COSTA Nasceu no Estado do Ceará. Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho. FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual - Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos - Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto Referencial com Basel Ramsés - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação - CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem - AICTV – Academia Internacional de Cinema. Diretor do VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORE (2019); Diretor de QUILOMBAGEM (2007); Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Os programas produzidos retratavam obras de artistas locais, músicos, poetas, historiadores, etc. Editor dos fanzines (revistas alternativas) PICADA CULTURAL E MULTIPROPILENENDROXINAMELACRÍLICO, jornais independentes que circulam todo o mundo. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil, trabalho que participou da mostra paralela do XIX GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em São Luiz - MA. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” - categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA-PI.Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa n Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5o Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 - Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making- of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de 1999. Abril de 2000, exibiçãodefilmesamazônicosemGraz,Austria.Evento:500anosdeBrasil VisõesAmazônicas. Produtor da TV Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia; Diretor e Produtor do PROJETO DE DOCUMENTAÇAO MUSICAL HISTÓRIAS MAL CONTADASPESQUISAFELIPPE JORGE K. PACHECO - Geógrafo, Doutorando em Cultura e Sociedade (UFBA/IHAC), Mestre em Geografia (IESA-UFG), especialista em Gestão Ambiental Urbana (UAB), Pós Graduado em Elaboração de Projetos (EGHS) e Especialista Profissional em Gestão Cultural e Economia Criativa (SENAC-DF). Consultor de organizações do Terceiro Setor na área de fortalecimento da gestão e desenvolvimento de metodologia visando a sustentabilidade institucional. Desenvolveu para a Unesco o PROJETO - 914BRZ1091 como Consultor pedagógico especializado em Gestão da Educação, para atuar, junto à Secretaria de Estado da Educação e do Esporte do Paraná́ - SEED-PR, em gestão da educação, a fim de desenvolver ações voltadas as demandas da Educação em Tempo Integral, da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte do Paraná́ – SEED-PR. (2023); a coordenação e elaboração do Programa Nacional de Economia da Cultura (PNEC) junto ao Ministério da Cultura (MinC) (2015-2016)e o desenvolvimento de metodologia padrão para Estudos de Zoneamento Econômico Cultural coordenando o Zoneamento Econômico Cultural do Estado do Acre (2010). Participa na produção e na comunicação de várias edições dos Pronac relativos aos projetos Amazônia das Palavras e FestiCineamazonia; Realizou consultoria à Allen Consultoria (RJ), na implantação do projeto TIS - Títulos de Impacto Social (SIB-Social Impactos Bonds), projeto pioneiro do BID na América Latina a ser implantado no Estado de Goiás, e consultoria junto ao PNUD-ONU no Programa Diálogo com Investidores, ambos desenvolvidos pela Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás, sendo responsável ainda pela análise dos projetos de captação de recursos governamentais, junto a Gerencia da Central de Projetos para Captação de Recursos GECEPRO (2014/2015). Desenvolveu consultoria para a Rede Nacional das Instituições Salesianas do Brasil com implantação dos Escritórios de Desenvolvimento de Projetos em 07 Estados da Federação (2013). É membro do Núcleo de Estudos Urbanos e das Cidades - NEUCIDADES, da Universidade Federal do Tocantins como pesquisador em Gestão Ambiental Urbana e professor convidado do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, autor e colaborador de 05 (cinco) livros didáticos na área de Cartografia História e Geografia do Continente Africano voltados para a capacitação de professores para a aplicação da Lei 10.633/03, sendo consultor e professor convidado de Universidades e Centros de Estudos em diversas regiões do país.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.