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PRONAC 259196Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ANINGA LAB

ANINGA STUDIO
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-01
Término
2026-10-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

ANINGA Lab irá formar talentos periféricos para a inserção no mercado audiovisual por meio de um programa de mentoria aprofundada e personalizada, com oficinas, palestras, encontros com profissionais da área e Seminários Abertos on-line com foco no público amplo. Ao final será produzido o "MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas" que irá difundir as metodologias e práticas de não-extrativismo, diversidade, inclusão e democratização do acesso no mercado audiovisual. Todas as atividades são 100% gratuitas.

Sinopse

ANTES DE MAIS NADA: O CONCEITO CENTRALO que é o Não-Extrativismo na Comunicação e no Audiovisual?O audiovisual, assim como outras formas de produção cultural, muitas vezes reproduz práticas extrativistas: extrai histórias de comunidades, territórios ou sujeitos sem devolver nada em troca, transformando experiências de vida em capital simbólico e econômico apenas para quem detém a autoria ou os meios de produção. Esse padrão repete a lógica colonial de exploração — um ciclo em que poucos acumulam prestígio, prêmios e oportunidades, enquanto muitos permanecem à margem. As narrativas não extrativistas surgem como contraponto a esse modelo. São baseadas em princípios de reciprocidade, circulação e comunidade, onde contar histórias não significa tomar, mas trocar. Essa abordagem busca:Processos coletivos de colaboração e cocriação: transformar a produção em espaço seguro para que haja intercâmbio de saberes, onde personagens, equipe, autores e realizadores são reconhecidos como sujeitos da narrativa.Representatividade estrutural: envolver pessoas pertencentes às narrativas retratadas em importantes etapas onde as subjetividades são construídas — dramaturgia, realização, produção e distribuição. Como diz a máxima: “Nada de nós sem nós.”Distribuição de impacto: garantir que a obra não circule apenas em circuitos de festivais ou mercados globais exclusivos, mas que também se torne ferramenta educacional e de democratização do acesso ao audiovisual.Diversidade e inclusão: assim como na natureza, onde a monocultura empobrece e a diversidade cria biomas ricos e sustentáveis, as histórias também devem ser construídas a partir de múltiplas perspectivas, olhares e experiências. Por isso, diversidade e inclusão na indústria são chave para um ecossistema saudável e criativo.As narrativas não extrativistas defendem um audiovisual de troca, não de acúmulo — um compromisso democrático e inclusivo que não se centra em “fazer cinema sobre", mas sim em "fazer cinema junto".ANINGA Lab - O QUE É?O ANINGA Lab não é um curso de formação em audiovisual, e sim um programa de fortalecimento e inserção no mercado de trabalho, direcionado para talentos periféricos de qualquer idade do Brasil inteiro, garantindo diversidade regional diante do seu formato on-line e acessível e ampliando o acesso ao mercado audiovisual. As pessoas selecionadas já possuem alguma formação: muitas estão na faculdade ou participaram de iniciativas do terceiro setor. Elas já têm bagagem técnica, mas enfrentam um mercado extremamente restrito, concentrado no eixo Rio-São Paulo, dominado por redes de privilégio e nepotismo. Nosso papel é abrir portas e ajudar esses talentos a romperem o “teto de vidro” que separa jovens de periferias e grupos sub-representados das oportunidades profissionais no audiovisual.Nosso modelo oferece dois tipos de formação: a primeira, a mentoria, se diferencia por ser ultra customizada, com turmas de apenas seis participantes por edição. Esse programa investe em um acompanhamento profundo e personalizado. A segunda, Seminários Abertos e o MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas, marcada por seu impacto amplo, tratando de temas cirúrgicos para todes que desejam ingressar no mercado audiovisual, e para que o mercado receba caminhos possíveis para a transformação necessária para inclusão e diversidade.Acreditamos no poder das micro-políticas e no impacto transformador de uma mentoria intensiva e dedicada. Ao proporcionar essa atenção diferenciada, garantimos que esses seis talentos não apenas ingressem no mercado audiovisual, mas se tornem futuras lideranças e agentes multiplicadores da mudança, impactando a indústria de forma estrutural. Nossa teoria de mudança é que, ao capacitar essas lideranças emergentes com profundidade, elas criarão novos caminhos para outros talentos sub-representados, promovendo transformação a longo prazo. E é exatamente por conta desse formato que estamos inovando na democratização do acesso: para que não apenas esses talentos encontrem seu espaço no mercado e imprimam sua voz no audiovisual, mas que também sejam catalisadores de uma espiral de inclusão.Para romper esse teto de vidro, percebemos que o primeiro passo da metodologia da mentoria do ANINGA Lab (antigo Euetu Lab), é trabalhar o que hoje no mercado se chama "Soft Skills" (habilidades comportamentais ou interpessoais) e desenhar um plano de carreira. A Etapa 1 da mentoria, então, é voltada para plano de carreira.A Etapa 2 irá ajudar profissionais em início de carreira no audiovisual a organizarem e polirem seu "pacote profissional", produzir uma mini bio, um template de e-mail de como se apresentar para profissionais do mercado, trabalhar confiança e auto estima com o objetivo de chegarem nas entrevistas e oportunidades com segurança. Saber se apresentar, se comunicar, contar a própria trajetória são cruciais para a inserção em bons espaços do mercado.A Etapa 3 do Lab é, agora com todo pacote profissional pronto, seguros de quem são e de suas trajetórias, e com mais direcionamento sobre os caminhos (pois traçamos um plano de ação profissional), entramos na etapa de construir rede. Essa é a etapa onde Juliana Curi se disponibiliza e convoca colegas e parceiros do mercado a pensarem: "O meu progresso pessoal está a serviço da minha comunidade?”. Essa etapa é um trabalho onde ela e os mentores parceiros atuam juntos e escrevem e-mails de apresentação a pelo menos outros 5 profissionais do mercado para conectá-los com os jovens. E então, com o pacote completo feito nas etapas anteriores, eles se apresentam aos profissionais e, baseado nas turmas anteriores (EUETU em 2021 + LAB em 2023), a taxa de sucesso de oportunidades e contratações é de 80%.Por fim, para ampliar e aprofundar o impacto, propomos mais 2 tipos de atividade: Seminários Abertos on line no Youtube e o MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas, desdobramento da atividade de mentoria, que será distribuído para entidades estratégicas, fomentando a replicação do projeto. Os Seminários Abertos e palestras, as transmissões e gravações estarão disponíveis gratuitamente em ambiente online acessível, permitindo que o conteúdo continue sendo consultado mesmo após os eventos ao vivo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Promover a inserção profissional de jovens talentos periféricos no audiovisual. A proposta fortalece e democratiza toda a cadeia do audiovisual, uma vez que as atividades são gratuitas e garantem que narrativas diversas sejam reconhecidas e valorizadas ao serem impulsionadas no mercado; - Contribuir para a diminuição das desigualdades (de classe, gênero e raça) especialmente agudas no audiovisual; -Ser uma ferramenta da democracia, uma vez que possibilita a polifonia e a representatividade midiática, essenciais para um sistema democrático; -Produzir o "MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas" com conteúdos e práticas não-extrativistas no audiovisual através das experiências consolidadas neste ANINGA Lab, possibilitando a replicação do projeto por outras pessoas e entidades, escalando seu impacto; -Oferecer insumos para ações de descentralização da palavra autorizada no audiovisual e fortalecendo narrativas de diversidade e impacto como uma prática cada vez mais recorrente, transformando o mercado; -Ser instrumento de pacificação social, uma vez que uma diversidade maior de pessoas terão oportunidades de inserção no mercado, ampliando a representatividade nos meios e discursos legitimados. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto Oficina /Workshop/Seminário: Realizar a 3a edição da mentoria, agora intitulada ANINGA LAB, oferecendo mentoria gratuita e intensiva para inserção no mercado audiovisual para 6 jovens talentos periféricos, um total de 64h de formação on-line, com duração de 5 meses. Promover 3 Seminários Abertos abertos on-line, com 12h totais de formação, disponibilizados gratuitamente para público amplo, com expectativa de atingir 200 pessoas por aula (total 600 pessoas). Desenvolver 1 "MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas" como resultado e consolidação da mentoria com distribuição estratégica e acesso gratuito para download, atingindo 300 pessoas, ampliando o alcance formativo do projeto.

Justificativa

O estudio ANINGA, que abarca o ANINGA Lab, demonstra um compromisso profundo com a promoção da cultura e a busca pela excelência artística, especialmente por meio de ações que tem como eixo a inclusão e o desenvolvimento de talentos periféricos no setor audiovisual.O contexto do audiovisual brasileiro, segundo reportagem de outubro de 2024 no canal Brasil de Fato, demonstra a extrema desigualdade de oportunidades no setor: "Estudos do Grupo Multidisciplinar em Ações Afirmativas (Gemaa) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), a partir de dados da Agência Nacional do Cinema (Ancine), apontam que entre 1995 e 2018 somente 2% dos filmes brasileiros de maior público tiveram direção de homens negros. Um levantamento recente do Grupo na história do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (2002 e 2023) indica que "a predominância de brancos, especialmente homens, é quase absoluta" em todas as categorias avaliadas. A categoria com maior quantidade não-brancos é a de ator, na qual homens pretos, pardos e indígenas chegam a 22% dos premiados; na direção dos filmes, eles são 9% dos vencedores; nenhuma mulher negra figura sequer entre os indicados à melhor direção. O cinema brasileiro segue sendo, em sua imensa maioria, identitário: branco, masculino e cisgênero."Juliana Curi, idealizadora e diretora do ANINGA Estudio (organização sem fins lucrativos que dá sustentação ao programa ANINGA Lab), conseguiu romper as barreiras de gênero e se destacou ao longo de sua carreira não apenas como diretora, mas também como líder na construção de equipes diversas e na abertura de espaços para novos talentos. Recebeu o Prêmio da ONU Mulheres por seu trabalho na publicidade, desafiando estereótipos de gênero e ampliando a presença de mulheres e profissionais periféricos em campanhas de marcas globais. Juliana dirigiu e co-produziu UÝRA _ A Retomada da Floresta, documentário que se tornou um case internacional de distribuição de impacto, sendo exibido em mais de 40 festivais ao redor do mundo e conquistando 19 prêmios, incluindo Audience Award no Frameline Film Festival, Grand Jury Award no NewFest e o Mark Haslam Award no Planet in Focus. O filme foi amplamente reconhecido por sua abordagem inovadora e estratégica na distribuição, garantindo que alcançasse comunidades indígenas, universidades, centros culturais e redes de ativismo ambiental, se consolidando como um exemplo de human-centered distribution. O pilar não-extrativista que ancora todo o projeto tem a distribuição como eixo, uma vez que para ser democrático e com impacto real, é necessário que as obras alcancem as comunidades de origem, em uma relação de troca. Além disso, UÝRA, a artista, performer e protagonista do filme, não é apenas "objeto" da narrativa mas é também coprodutora, demonstrando mais um eixo para a ótica não-extrativista aqui defendida.A credibilidade de Juliana, mentora e produtora deste projeto, e sua experiência fizeram com que importantes instituições culturais e organizações internacionais apoiassem e ampliassem com entusiasmo seu trabalho - uma base sólida com conexões estratégicas que agora se estendem à ANINGA. Além disso, a abordagem do audiovisual não-extrativista defendida pelo Estúdio está alinhada a discussões globais sobre ética na produção cinematográfica, encontrando respaldo nessas redes.Ao investir na formação de talentos periféricos, no desenvolvimento de narrativas relevantes e na disseminação de conhecimento, a ANINGA contribui para a construção de um setor audiovisual mais justo, representativo e culturalmente rico. O projeto ANINGA Lab é de extrema importância para a cidadania, cultura e a excelência artística, pois promove a inclusão, a diversidade e a inovação não só no setor audiovisual como em toda cadeia da cultura. Ao apoiar a ANINGA, o Mecanismo de Incentivo à Cultura possibilita que:Jovens talentos periféricos tenham acesso gratuito à formação e mentoria especializada, aumentando suas chances de inserção no mercado audiovisual. Além de oferecer formação exclusiva para um pequeno grupo com foco na formação de lideranças, o projeto busca escalar esse impacto, atingindo centenas de pessoas com conteúdos gratuitos e acessíveis, pensados para diferentes estágios da carreira no audiovisual. O modelo proposto combina profundidade (na mentoria) com amplitude de alcance (nos Seminários Abertos, MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas) — multiplicando as oportunidades e democratizando o acesso ao setor.O debate sobre novas formas de fazer cinema e produtos audiovisuais seja ampliado, promovendo discussões essenciais para a evolução da indústria audiovisual.Consolida a ANINGA como um estúdio de criação de impacto e referência em inovação cultural no Brasil. A Lei Rouanet é, portanto, um instrumento essencial para impulsionar essas ações, permitindo que narrativas diversas não apenas existam — mas também sejam valorizadas, amplamente distribuídas e reconhecidas como parte fundamental do patrimônio cultural brasileiro.Artigo 1º da Lei 8313/91A proposta está diretamente alinhada com os incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O ANINGA LAB promove mentoria e formação gratuita para jovens talentos periféricos, com ações que vão desde o acompanhamento individual até conteúdos acessíveis para públicos massivos.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;O plano inclui palestras, debates e produtos digitais de acesso público e gratuito, ampliando o acesso à cultura e ao conhecimento.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;A ANINGA valoriza narrativas diversas e periféricas, ampliando a representatividade no setor audiovisual.IX - priorizar o produto cultural originário do País.Artigo 3o da Lei 8313/91Os objetivos do ANINGA Lab dialogam diretamente com os seguintes princípios do Artigo 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. O projeto ANINGA Lab se alinha com todos esses princípios ao atuar na formação, produção e difusão de narrativas audiovisuais que representam a pluralidade e diversidade da cultura brasileira, promovendo a inclusão e democratização do acesso ao audiovisual, e do reconhecimento do imenso valor artístico e comercial que as narrativas diversas podem agregar à indústria.

Estratégia de execução

ANINGA LAB Locais de realização: o projeto está cadastrado em São Paulo pois é onde residem as responsáveis pela Mentoria, mas ele será realizado em todo o Brasil pois se trata de um projeto 100% online que tem como critério abranger as regiões que recebem menor atenção no âmbito dos objetivos do projeto. ANINGA Estudio ANINGA Estudio, organização sem fins lucrativos e guarda chuva que engloba o projeto ANINGA LAB aqui proposto, representa um avanço significativo na construção de um ecossistema audiovisual mais diverso, acessível e sustentável. Para além das ações descritas anteriormente, alguns aspectos da proposta merecem destaque por sua capacidade de gerar impacto a longo prazo e consolidar novas práticas dentro do setor. 1. Continuidade e Expansão da Iniciativa Embora esta proposta seja voltada para um ciclo de 8 meses, a ANINGA tem um planejamento de longo prazo para consolidar suas atividades. O objetivo é que esta seja uma primeira edição do projeto propriamente financiada, mas que o programa se perpetue como uma ação contínua, abrindo turmas anualmente. Além do ANINGA Lab, o Estudio é também composto por outros dois eixos: ADVOCACY e STORY, que atuam com a transformação profunda do setor audiovisual nas instâncias institucionais, criativas e midiáticas, para que os debates sobre novas práticas no audiovisual alcancem novas audiências e instituições. 2. Credibilidade e Reconhecimento Embora a ANINGA seja uma organização fundada em 2024, suas atividades já vêm sendo desenvolvidas há mais de 12 anos sob a liderança de Juliana Curi, consolidando um histórico de impacto e inovação no audiovisual. Seu trabalho combina excelência artística e compromisso social, o que lhe garantiu credibilidade no mercado, parcerias estratégicas e reconhecimento de importantes instituições internacionais. Juliana dirigiu e co-produziu UÝRA – A Retomada da Floresta, documentário que se tornou um case internacional de distribuição de impacto, sendo exibido em mais de 40 festivais ao redor do mundo e conquistando 19 prêmios, incluindo Audience Award no Frameline Film Festival, Grand Jury Award no NewFest e o Mark Haslam Award no Planet in Focus. O filme foi amplamente reconhecido por sua abordagem inovadora e estratégica na distribuição, garantindo o alcance em comunidades indígenas, universidades, centros culturais e redes de ativismo ambiental, se consolidando como um exemplo de human-centered distribution. Esse sucesso posicionou Juliana como uma das principais vozes do audiovisual socialmente engajado no Brasil. Além de sua atuação como diretora, Juliana também é uma mentora e educadora comprometida com a formação de novos talentos. Também recebeu o Prêmio da ONU Mulheres por seu trabalho na publicidade, desafiando estereótipos de gênero e ampliando a presença de mulheres e profissionais periféricos em campanhas de marcas globais. Em 2021, cofundou o EUETU LAB, um programa de mentoria voltado à inserção de jovens profissionais sub-representados na indústria audiovisual. Em apenas duas edições, (iniciado como EUETU depois renomeado para LAB desde a segunda edição em 2023) o Lab já capacitou 12 talentos, sendo que 6 deles já ocupam posições estratégicas em produtoras, agências e universidades renomadas. Essa experiência bem-sucedida resultou na transformação do projeto em ANINGA LAB, que dará continuidade ao compromisso de democratizar o acesso ao mercado audiovisual para jovens periféricos. Com esse histórico consolidado, a ANINGA nasce com legitimidade e respaldo para continuar promovendo impacto no audiovisual brasileiro, garantindo que seus projetos tenham relevância, visibilidade e transformação concreta no setor. 3. Conexão com Redes Internacionais A abordagem do audiovisual não-extrativista, defendida pelo estúdio, está alinhada a discussões globais sobre ética na produção cinematográfica, encontrando respaldo nessas redes. A ANINGA nasce com forte apoio nacional e internacional, sustentada pelas alianças que Juliana Curi e seus colaboradores construíram ao longo de sua trajetória. Juliana teve sua experiência reconhecida e apoiada por instituições de prestígio como Doc Society, Doc SP, Climate Story Lab Amazonia, Kinema, Frameline, New Filmakers LA, ONU mUlheres, Director's Guild of America, Film Fatales, NALIP (National Association of Latino Independent Producers) e BRICLab Film+TV, que fomentam narrativas de impacto e inovação no audiovisual. Tendo sido contemplada por programas como o Climate Story Lab da Doc Society e residências internacionais de cinema como o Director's Guild of America Television Mentorship Programm. Ao dialogar com tendências contemporâneas do mercado, a ANINGA expande seu potencial de distribuição e impacto, consolidando-se como um estúdio conectado a circuitos internacionais e impulsionando talentos locais para um alcance global. 4. Conclusão: Um Projeto Sustentável e Transformador ANINGA Lab, eixo da organização sem fins lucrativos ANINGA Estudio, se diferencia por sua abrangência, continuidade e compromisso com a transformação estrutural. Mais do que realizar ações pontuais, a proposta busca consolidar um novo paradigma dentro do setor audiovisual, garantindo que talentos diversos sejam não apenas capacitados, mas inseridos em um mercado que reconhece e valoriza suas vozes. Com uma equipe qualificada, um histórico de sucesso e um modelo inovador, ANINGA Estudio se estabelece como um hub de criação e impacto, ampliando as fronteiras do cinema brasileiro e promovendo um audiovisual mais inclusivo, ético e sustentável. Estratégia de Comunicação Além das ações estruturantes dos eixos ANINGA LAB a proposta inclui uma estratégia sólida de comunicação e relações públicas para ampliar o alcance das iniciativas, fortalecer suas contrapartidas e consolidar a ANINGA como referência em impacto social e inovação no audiovisual. Divulgação na Mídia A ANINGA conta com uma rede consolidada de contatos na imprensa nacional e internacional, permitindo que suas ações sejam amplamente divulgadas em veículos estratégicos do setor cultural, social e cinematográfico. A assessoria de imprensa atuará na difusão dos conteúdos em portais de cinema, festivais, publicações acadêmicas e plataformas de impacto social, garantindo visibilidade para os projetos e seus participantes. Estratégia Digital e Ampliação de Rede Conteúdos Estratégicos para Engajamento O projeto terá um plano digital ativo, produção de vídeos curtos, entrevistas e trechos das atividades, ampliando o acesso e a permanência do conteúdo no ambiente online.

Especificação técnica

Duração total: 8 mesesPúblico: 756 pessoas no total6 pessoas na formação e mentoria600 pessoas nos Seminários Abertos online (200 por encontro)300 com MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas Formato: On-line/digitalCarga horária total: 78 h32 encontros de 2h cada (12 primeiro módulo + 12 segundo módulo +4 terceiro módulo +1 encontro de networkink +3 plantões individuais ): total 64h6 encontros Seminários Abertos: 12h totalANINGA Lab - O PROJETO PEDAGÓGICOO ANINGA Lab está estruturado em 3 frentes:_Mentoria Personalizada para Jovens Lideranças_Seminários Abertos online e Gratuitos_MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas1. Mentoria Personalizada para Jovens Lideranças Apresentação:Voltado para talentos emergentes de grupos sub-representados que buscam inserção na indústria, profissionais recém-formados ou em transição para o mercado de trabalho no setor audiovisual, sem limite de idade, O ANINGA Lab, anteriormente conhecido como EUETU LAB, foi co-fundado por Juliana Curi e lançou sua primeira turma em 2021. Desde então, tornou-se um programa de mentoria consolidado, voltado para a inserção de talentos sub-representados na indústria audiovisual. Desde sua criação, o programa já formou 12 talentos. A primeira turma foi um sucesso: seis mentorados já estão inseridos no mercado, desenvolvendo carreiras em grandes produtoras, agências e universidades de destaque no Brasil.O programa oferece sessões regulares de capacitação profissional em um ambiente de apoio, garantindo que mulheres, pessoas negras, indígenas e LGBTQIA+ de comunidades em vulnerabilidade socioeconômica no Brasil tenham acesso real às oportunidades do setor. Inspirado nas tecnologias ancestrais de organização coletiva e nas filosofias afro-indígenas, o ANINGA Lab incorpora a máxima: "Eu sou porque você é", promovendo uma formação baseada no fortalecimento mútuo e na construção de redes de apoio. A iniciativa se diferencia pelo seu formato ultra personalizado, selecionando seis talentos por edição para garantir um acompanhamento aprofundado. Em vez de priorizar grandes turmas, o ANINGA LAB aposta na incubação de futuras lideranças, garantindo que cada jovem formado se torne um multiplicador, abrindo caminhos para outras pessoas em suas comunidades e na indústria.Número de participantes: 6Público-Alvo e Critérios de Seleção: profissionais recém-formados ou de qualquer idade em transição para o mercado audiovisual: pessoas negras, indígenas, LGBTQIA+ e/ou de comunidades periféricas, que tenham comprometimento com o processo formativo e desenvolvimento de carreira. Será feita uma convocatória aberta e seleção conforme critérios acima.Módulo 1 – Chegança e Jornada + Desenho de CarreiraMentora: Juliana CuriDuração: 1 mês e meioCarga horária: 12 encontros (2x por semana) de 2h cadaObjetivos Específicos: _Introdução ao programa e escuta das trajetórias pessoais_Criação do plano estratégico de carreira_Apresentação individual dos planos ao final do móduloMódulo 2 – Soft Skills e Apresentação ProfissionalMentora: Juliana CuriDuração: 1 mês e meioCarga horária: 12 encontros (2x por semana) de 2h cadaObjetivos Específicos:_Construção de portfólio, currículo, bio, pitch, foto profissional e LinkedIn_Exercícios de confiança e autoestima para chegarem às entrevistas com segurança_Mentorias com profissionais de narrativa e imagem_Apresentação final ao estilo “Noite do Portfólio”Módulo 3 – Conexão com o MercadoMentoras: Juliana Curi e Gabriela NevesDuração: 1 mês e meioCarga horária: 4 encontros (1x por semana) de 2 horas cada + 1 encontro de networking + 3 plantões com cada mentoradoObjetivos Específicos:_Mapeamento de oportunidades, empresas e redes_Escrita estratégica de e-mails: Juliana Curi e Gabriela Neves ativam sua rede e escrevem e-mails de apresentação para pelo menos outros cinco profissionais do mercado para apresentar cada aluno_Encontros com profissionais convidados_Redes profissionais: 1 encontro virtual com profissionais do mercado + 3 plantões individuais com cada mentorado.Seminários Abertos online gratuitosDuração de cada aula: 2 horas/ 1h30 de palestra + 30 minutos para trocaPúblico estimado total: até 600 pessoas (200 por Seminário)Apresentação:Transmitidos ao vivo com acesso gratuito — voltados para diferentes estágios da jornada profissional no audiovisual e ministrados por profissionais de destaque do mercado. Nossas aulas são ferramentas potentes de fortalecimento para centenas de jovens que buscam um espaço no concorrido e elitista mercado audiovisual brasileiro. As 3 aulas gratuitas propostas para esta edição abordarão temas fundamentais para o ingresso e desenvolvimento no setor: Como Começar no Audiovisual, Como Desenvolver sua Narrativa Pessoal e Currículo, Como Montar seu Portfólio Audiovisual.Conteúdos disponibilizados online após transmissão, com acessibilidadeTEMAS E MINISTRANTES:_Seminário Aberto 1 – Como Começar no Audiovisual - com Juliana Curi_Seminário Aberto 2 – Como Desenvolver sua Narrativa Pessoal e Currículo - com PC dos Santos_Seminário Aberto 3 – Como Montar seu Portfólio Audiovisual - com Yago Sant’anaMANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas Apresentação:Como desdobramento da mentoria e tecnologia de consolidação do conhecimento acumulado no processo, será produzido um Manual ANINGA Lab reconhecido por sua atuação na inserção de talentos de grupos sub-representados no mercado audiovisual. O “MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas” conterá a metodologia, registros, depoimentos de mentorades, feito em linguagem acessível e visual atrativo, servindo como um guia acessível para interessados no tema, mentores e profissionais do setor que desejam aplicar ou se inspirar nesse modelo de capacitação, e será distribuído para entidades estratégicas (produtoras, diretores e diretoras e outros públicos relevantes) com a finalidade de incentivar e replicar a prática. Qual objetivo?O objetivo do Manual é democratizar o acesso à metodologia do ANINGA LAB, ampliando o alcance do programa para além das turmas selecionadas naquela edição. A publicação visa:_Oferecer uma ferramenta prática de orientação para profissionais em início de carreira no audiovisual._Apoiar mentores, produtoras, instituições de ensino e profissionais do mercado a replicarem práticas de formação inclusivas e não-extrativas. _Fortalecer a presença de vozes diversas no setor audiovisual, promovendo impacto estrutural ao multiplicar o conhecimento e metodologias do programa. _Documentar e consolidar a experiência do ANINGA LAB, garantindo a continuidade e difusão do seu legado como referência em formação de talentos.Pra quem será feito?O Manual ANINGA LAB será destinado a três públicos principais:Estudantes e pessoas em início de carreira no audiovisual que não participaram da edição atual do programa, mas desejam acessar ferramentas de capacitação para avançar em suas carreiras.Mentores, produtores e profissionais do mercado audiovisual que buscam referências práticas para orientar novos talentos e estruturar processos de inclusão em suas equipes.Instituições e organizações culturais, educacionais e comunitárias interessadas em adotar metodologias de formação inclusivas, ampliando o alcance do impacto social no setor audiovisual.ETAPAS:_Desenvolvimento teórico com especialistas_Seleção de trechos de filmes e estudos de caso_Elaboração e design do MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas_Recolhimento de registros e conhecimentos desenvolvidos, imagens, referências, memórias, boas práticas, desafios relatos de alunes para monitoramento e para confecção do MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas._Finalização e diagramação do MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas digital_Distribuição gratuita para até 300 pessoas

Acessibilidade

I - Acessibilidade Física- Todas as atividades formativas do programa serão realizadas online, possibilitando a participação de pessoas de diferentes estados e contextos socioeconômicos.- Para acessibilidade em ambiente virtual, o projeto contempla kit de conectividade para mentorades que não possuírem computador ou celular ou acesso a internet. O kit contempla: um aparelho com acesso a internet móvel e fone de ouvido.II - Acessibilidade de Conteúdo no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto- Formato digital acessível: Todas as mentorias serão realizadas por videoconferência, com ferramentas que permitem legendas automáticas e interpretação em Libras sob demanda.- Materiais acessíveis: Os conteúdos de apoio serão disponibilizados em PDF acessível para leitores de tela e em versões com fonte ampliada para pessoas com baixa visão. Além disso, priorizaremos linguagem neutra e inclusiva.- Seminários Abertos online acessíveis: Todos os Seminários Abertos serão transmitidos online contarão com legenda automática e/ou com interpretação em Libras ao vivo. As gravações também serão disponibilizadas com legenda para acesso posterior.- O MANUAL ANINGA: Narrativas Não-Extrativistas será disponibilizado de forma digital e acessível: O material em PDF seguirá os critérios de acessibilidade digital (leitura por voz, fonte ampliada, linguagem clara e inclusiva), garantindo seu uso por pessoas com deficiência visual e cognitiva.no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto- Será feita uma divulgação focada em instituições de atendimento aos públicos que necessitam de recursos de acessibilidade.- Os materiais de divulgação e comunicação serão disponibilizados em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações executadas.

Democratização do acesso

Em complemento às medidas de democratização de acesso, estão previstas a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso conforme Art. 47:Em complemento às medidas de democratização de acesso, conforme Art. 47. o proponente adota as seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte porcento);III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audio descrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; eX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA:Produção Executiva, Palestra e Mentoria: Juliana CuriCoordenação Pedagógica e Mentoria: Gabriela NevesCoordenação administrativa-financeira: Claudia BorgesPesquisa, Produção Executiva: Julia JunqueiraPalestrantes: Juliana Curi, Yago Santanna e PC SantosCoordenção Geral de Comunicação e do Manual Aninga Lab: Izabela Moi BREVES CURRÍCULOSProdução Executiva, Palestra e Mentoria: Juliana Curi. Fundadora da ANINGA; Diretora Executiva do ANINGA STUDIO, supervisionando e estruturando as atividades administração do estúdio; Diretora Educacional e Mentora no ANINGA LAB; Diretora Criativa no ANINGA STORY e co-roteirista do filme Princesas; Pesquisadora e escritora do material didatico do audiovisual não-extrativista; palestrante do projeto ANINGA Lab. premiada pela ONU Mulheres, Juliana estreou seu primeiro longa-metragem 'UÝRA – A Retomada da Floresta', em 2022, exibido em espaços de prestígio como o Barbican, em Londres, BAM, no Brooklyn, Fondazione Prada, em Milão, e o DGA Theater, em Los Angeles, recebendo 19 prêmios. selecionada para o programa de desenvolvimento de carreira para diretores de televisão e séries do Director’s Guild of America, sendo orientada diretamente por diretores veteranos da indústria. Juliana acredita no audiovisual como uma poderosa ferramenta de transformação social. Em 2024, fundou a ANINGA Studio, uma organização que atua em duas frentes: oferecendo mentoria e desenvolvimento profissional para jovens de comunidades periféricas no Brasil e produzindo filmes de alto nível narrativo, sempre guiados pelo compromisso com o impacto social e a amplificação de vozes diversas.Coordenação Pedagógica e Mentoria: Gabriela Neves. Gabi Neves é neurocomunicadora do afeto, estrategista multidisciplinar e pesquisadora. Tem como missão inspirar, provocar e posicionar marcas, pessoas e projetos por meio de estratégias inovadoras, narrativas envolventes e experiências conectadas com saberes plurais do mundo, utilizando a Metodologia do Afeto.Co-idealizadora da Rede Afeta e criadora da plataforma Bonde Verde, dedicada à pesquisa e cultura alimentar, desenvolve experiências imersivas que sensibilizam o público por meio da arte e da conexão com a natureza. Com ampla experiência em educação e transformação social, atuou como gerente de estratégia de impacto do SOMA+, plataforma de formação complementar voltada para talentos negros e indígenas das periferias do Brasil, facilitando o acesso ao mercado da comunicação.Coordenação administrativa/financeira: Claudia Borges, Gestora e Produtora de Espaços e Projetos Culturais e Sociais, especializada em leis de incentivo e termos de colaboração nas esferas municipais, estaduais e federais. Foi gestora do Instituto Brincante, um centro de referência e salvaguarda da cultura brasileira, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade de São Paulo. Com um perfil voltado ao desenvolvimento humano, é comprometida com a democratização e descentralização da cultura como instrumento de transformação social. Atualmente, atua como gestora de projetos na Oca Escola Cultural, um Ponto e Pontão de Cultura que atende a comunidade em situação de vulnerabilidade social e atua como um polo de irradiação cultural, integrando-se à Política Nacional de Cultura Viva.Sua experiência mais recente foi a criação do projeto MUTAMBA, uma nova etapa em sua carreira focada na transformação organizacional humanizada. Mutamba busca integrar a gestão, as pessoas e a comunidade para que projetos e empresas floresçam de forma saudável, diversa e sustentável.Pesquisa, Assistente de Produção: Julia Junqueira. Produtora cultural, arte-educadora, gestora de projetos em cultura, educação e agroecologia. Licenciatura em Educomunicação (ECA/USP), Pós graduação em Gestão Escolar (MBA USP ESALQ) atualmente (2025) na Pós Graduação em Gestão de Projetos (FIA ONLINE). Produtora cultural do Teatro Escola Brincante atuando com oficinas, espetáculos, shows, cursos e peças de teatro (2016-2020). Confundadora e gestora da Associação Pertim: gestão de equipe e de projetos de desenvolvimento periférico, agroecologia e soberania alimentar (2020/23). Gestão do projeto Balaiar (2022/23), horta agroecológica para comercialização de cestas de alimentos e projetos educativos em agroecologia. Produtora de projetos no Grupo Komedi, atuando com Leis de Incentivo à Cultura (federais, estaduais e municipais) com planejamento, idealização, textos, planilhas, inscrição e pré-produção de projetos de múltiplos temas. Atualmente produtora do espetáculo cênico JuKeBoX (Cris Meirelles e Jaya Batista), do Trio Mana Flor, do Projeto Arandu (valorização de culturas indígenas na cidade de São Paulo) com o Instituto Indago. Gestora na MUTAMBA, organização de apoio à gestão coesa, sustentável e humana de iniciativas de desenvolvimento econômico, ecológico e sociocultural.Agente educativo(a): Palestrante: Yago Sant’Anna - Com mais de 11 anos de experiência na indústria, sendo um profissional com ampla expertise em estratégia de projetos, produção executiva e gestão de entregas táticas. Sua trajetória proporciona uma compreensão completa de 360 graus sobre planejamento estratégico, execução de produção e operações táticas. Ao longo de sua carreira, desenvolveu e gerenciou uma variedade de campanhas integradas, lidando com excelência em diferentes formatos de entregas audiovisuais, incluindo anúncios offline e digitais, conteúdo envolvente e videoclipes impactantes. Yago estende sua proficiência a mídias impressas, plataformas digitais e tecnologias de ponta, abrangendo a criação de landing pages, sites, aplicativos e o desenvolvimento de produtos inovadores. Seu papel frequentemente envolve supervisionar todo o ciclo de vida de um projeto, desde a concepção até a conclusão, garantindo uma integração perfeita entre estratégia, produção e implementação tática. Em resumo, a experiência de Yago está diretamente relacionada à estratégia de projetos, produção e entrega tática, o que lhe permite ter um desempenho consistente tanto nos aspectos conceituais e estratégicos quanto na execução diária. Agente educativo(a): Palestrante: PC Santos - É cria de Taguatinga, uma quebrada do Distrito Federal. Já fez um pouco de tudo na vida: foi cantor em uma banda de pagode, teve uma loja de roupas e trabalhou em foi menor aprendiz em um tribunal. Hoje, é formado em Publicidade e Propaganda pela Estácio de Sá. Iniciou sua carreira em comunicação como diretor de arte e acabou se apaixonando pela redação. Inquieto, acredita muito nos projetos pessoais e na expressão criativa que todos têm. Teve a sorte de encontrar muitas pessoas boas ao longo do caminho, e foram elas que o conectaram a ideias que mudaram sua vida. Seu trabalho é fruto de suas raízes, inspirações e referências. Atualmente, trabalha na AKQA Brasil como Criativo, Redator Sênior e Roteirista. Já passou por empresas como Isobar, Dojo, Banco Next e Rappi. Além disso, foi premiado no festival Cannes Lions e no Clube de Criação. Coordenação Geral de Comunicação e do Manual ANINGA Lab: Izabela Moi. Izabela Moi é jornalista com quase três décadas de experiência profissional. Especialista em cobertura educacional, trabalhou principalmente na Folha de S. Paulo, onde também atuou como editora e gerente de treinamento. Além disso, trabalhou como coordenadora de comunicação em importantes fundações dedicadas a aprimorar a educação pública no Brasil. Em 2014-2015, foi selecionada como bolsista do programa da Universidade Stanford, na Califórnia, com foco em empreendedorismo, liderança e inovação em jornalismo. Bacharel em economia e mestre em sociologia, atualmente atua como professora visitante em programas de mestrado profissional em comunicação e jornalismo no Institut Français de Presse, em Paris. Também é mentora do programa de aceleração em inovação para jornalismo local do Independent Press Institute, em Viena. É cofundadora e diretora executiva da Agência Mural de Jornalismo das Periferias.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.