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PRONAC 259220Autorizada a captação total dos recursosMecenato

BARÃO VERMELHO - PURO ÊXTASE

BENZA DEUS FILMES LTDA
Solicitado
R$ 3,13 mi
Aprovado
R$ 3,13 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-11-30
Término
2028-11-29
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Barão Vermelho - Puro Êxtase" prevê a montagem e a realização de uma temporada com 32 apresentações do espetáculo musical que conta a trajetória do Barão Vermelho, uma das maiores bandas do país, entrelaçada à história do rock nacional e da música brasileira desde os anos 80.

Sinopse

O Brasil dos anos 80 pulsa em ritmo de rebeldia, poesia e guitarras distorcidas. Em meio à efervescência cultural de uma geração que queria reinventar o país, nasce uma banda que transformaria a dor e a esperança em música: o BARÃO VERMELHO. Espetáculo musical com elenco de 20 artistas e banda ao vivo que revisita a trajetória da banda homenageada, entrelaçada às transformações culturais, políticas e comportamentais do Brasil das últimas quatro décadas. Com dramaturgia, música e dança, o musical recria a energia do rock nacional, apoiado por cenários móveis, projeções impactantes, iluminação envolvente e figurinos que mesclam rock clássico e new wave.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:O projeto prevê a montagem e a realização de temporada do espetáculo "Barão Vermelho - Puro Êxtase", que conta a história da banda Barão Vermelho, em versão musical inédita. A montagem terá dramaturgia inspirada na vida e obra dos integrantes da banda,com uma narrativa que mistura realidade e ficção, palco e bastidores, além de costurar grandes sucessos, de Pro Dia Nascer Feliz a Maior Abandonado, de Bete Balanço a Por Você.Entre riffs de guitarra e versos cortantes, o musical mostra o nascimento de uma voz geracional, o carisma incendiário e a poesia de Cazuza, a força criativa de Roberto Frejat, a bateria potente e enérgica de Guto Goffi, a habilidade de Maurício Barros e a jovialidade harmoniosa de Dé Palmeira. Mais do que uma homenagem, o espetáculo é um musical que celebra a vida, a amizade, a paixão e a música que continua a ecoar, provando que o Barão nunca saiu de cena.OBJETIVO ESPECÍFICO:A montagem será realizada na cidade de São Paulo, com elenco e equipe paulista.A temporada terá 32 apresentações, de quinta a domingo, e será realizada na cidade de São Paulo, em teatro com capacidade média de 400 lugares, de modo a alcançar público de 12.800 espectadores. Os preços dos ingressos observarão os referenciais de mercado de musicais, além das medidas de democratização de acesso previstas no art. 46 da IN 23/2025.CONTRAPARTIDAS: Com base no art. 49 da IN 23/2025, serão realizados 2 ensaios abertos gratuitos destinado prioritariamente a estudantes e professores de instituições públicas de ensino e 03 vagas de estágio na área de produção egestrão cultural.Além da temporada, em atenção a ampliação de acesso no art. 47 da IN 23/2025, este projeto ofertará 02 oficinas de Produção Cultural, cada uma com 2 horas de duração, em turmas de 100 alunos, para capacitar os beneficiários em gestão cultural.

Justificativa

O projeto "Barão Vermelho - Puro Êxtase" visa oferecer ao público um recorte histórico do país, com uma concepção dramatúrgica que vai além da trajetória da banda: propõe um retrato das últimas quatro décadas de política, cultura e comportamento no Brasil, transformando o musical também em uma radiografia do país. O espetáculo contará com até 20 artistas em cena _ atores e atrizes que cantam, dançam e atuam, além de uma banda de 7 músicos que executará os grandes sucessos do Barão Vermelho, que atravessam gerações desde os anos 80 e acompanham a transformação do rock nacional.O elenco dará vida aos principais integrantes do Barão Vermelho e a personalidades marcantes de sua história.A encenação integra música, teatro e dança em um espetáculo pensado para emocionar o público. A cenografia será dinâmica, construída com praticáveis móveis que criam diferentes ambientes e épocas (anos 80, 90 e 2000), complementados por projeções de eventos históricos, bastidores e imagens da banda.A iluminação criará atmosferas que vão de shows vibrantes a momentos intimistas. O figurino recriará o espírito do rock e do new wave, misturando o estilo roqueiro clássico com cores vivas e estampas geométricas.Essa reunião de histórias e de símbolos impacta tanto o público que vivenciou e acompanhou essas transformações, como a nova geração, que poderá ver em cena parte importante da trajetória do país.

Estratégia de execução

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOSTEMPO DE DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 120 MINUTOS

Especificação técnica

Temporada- 32 apresentações - ingressos de R$ 100,00 à R$ 200,00- 2 sessões populares com ingressos a R$ 25,00 e R$ 50,00 - 2 ensaios aberto gratuito aberto ao público

Acessibilidade

Declaramos que o projeto “Barão Vermelho - Puro Êxtase”, atende ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, pois será realizado em teatros que proporcionam condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n. 10.741/2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298/1999.PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: Teatro escolhido com rampas de acesso, elevadores especiais, banheiros adaptados, cadeiras para obesos, piso tátil e local demarcado para cadeirantes.Acessibilidade de conteúdo: Será integral, em 100% das sessões e, para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo), com os seguintes recursos:- Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição - Na planilha orçamentária, custos vinculados, item; audiodescrição;- Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e intérprete de libras - Na planilha orçamentária, custos vinculados,item: intérprete de libras;- Acessibilidade para pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: monitores treinados e acompanhante - Na planilha orçamentária, item monitores; PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL:Acessibilidade física: local acessível com rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, cadeiras para obesos, piso tátil e local demarcado para cadeirantes.Acessibilidade de conteúdo: Será integral, em todas as oficinas, para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo).- Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição - Na planilha orçamentária, item; audiodescrição;- Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e intérprete de libras - Na planilha orçamentária, item: intérprete de libras;- Acessibilidade para pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: monitores treinados e acompanhante - Na planilha orçamentária, item monitores; Em todos os materiais de divulgação/comunicação serão aplicados os símbolos de acessibilidades.

Democratização do acesso

Espetáculo musical “BARÃO VERMELHO - PURO ÊXTASE” As cotas de ingressos a serem distribuídos seguem detalhadas abaixo:- Cota ao patrocinador: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente- Cota social ou educativa: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente- Cota aos divulgadores: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente- Cota aos beneficiários: 20% do total dos ingressos* *A cota de ingressos aos beneficiários será comercializada em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais).Os 50% restantes dos ingressos serão vendidos em bilheteria com descontos previstos em lei.Em complemento, o proponente prevê como medida de ampliação de acesso, conforme Art. 47 da IN nº 23 de 05/02/2025, a realização, 02 oficinas de produção cultural.

Ficha técnica

Texto/ Adaptação: Marcio MacenaDireção Geral: Cassius Cordeiro, Débora Dubois e Márcio MacenaDireção Musical: Fernando NunesElenco: seleção mediante audiçãoIluminação: Wagner PintoFigurinos: Fause Haten Direção de Produção: Edinho RodriguesCoordenação do Projeto: Cenne GotsMarcio Macena É autor, diretor teatral e artista plástico.Dirigiu os espetáculos: “Madame Blavatsky”, de Claudia Barral; “Rock Para Menores” de Marcio Macena e João Rodrigo Ostrowsky; “Poesia e Melodia”, compilação de textos inéditos de autores negros contemporâneos mixados às músicas de Luiz Melodia; “Naufrégio”, de Federico Rocca e Marcio Macena; “O Homem Fal(h)o, de Gabriel Pernambuco; “Deboche”, de Mila Ribeiro; “Rainha”, de Guilherme Gonzales; “Segundaokê”, de Cristiane Werson; “Hedda Gabler”, de Henrik Ibsen; “Vidros Arriados”, de Antônio Ranieri; Silencio.doc”, de Marcelo Varzea; “A carruagem de Berenice”, de Camila Appel, musical infantil em parceria com Zeca Baleiro que assina a trilha; “Coisas estranhas acontecem nesta casa”, de Pablo Diego Garcia; “Pedras Azuis”, de sua autoria, “Rita Lee Mora ao Lado - O musical" – onde também assina o texto, foi indicado a 11 prêmios incluindo “Melhor espetáculo musical”, “Melhor direção” e visto por mais de 180.000 pessoas,“Alguém pra chamar de Seu” – onde também assina o texto. Dirigiu “O beijo no asfalto” e “Boca de ouro”, ambos de Nelson Rodrigues, “Ela está chegando”, de Paulo Coronato. “O Rato”, adaptação da obra de Paulo Tatit, “Os quatro amigos engenhosos”, baseado na obra “I 4 amici ingegnosi” da cultura popular Italiana. Por dez anos foi diretor artístico da Cantando na Chuva Produções Artísticas, onde dirigiu e produziu mais de 20 espetáculos e pocketshows musicais.Cassius CordeiroCassius Cordeiro é diretor, roteirista e produtor, com mais de 25 anos de experiência na indústria criativa, atuando com destaque em documentários e séries musicais, conteúdos de ficção e especiais de comédia e publicidade. Formado em Cinema, é cofundador da produtora Broders e fundador da Fílmica.Com muitos trabalhos produzidos na música, dirigiu nomes como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Elza Soares, Alcione, Criolo, Liniker, Luisa Sonza, Maria Rita, entre outros. Seu último documentário musical, Elza Soares ao vivo no Municipal, foi lançado em 2023 durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e licenciado pela Warner para a plataforma MAX e para o canal TNT. Além de músicas de Elza, o filme conta com depoimentos de Caetano Veloso, Chico Buarque, Rita Lee, Lázaro Ramos, Paulo Gustavo, Alcione, Jorge Aragão, Taís Araújo e Regina Casé, entre outros. Dirigiu também a peça interativa Meu Guri, que integrou a exposição Contramemória, no Theatro Municipal de São Paulo, em 2022, em diálogo com o centenário da Semana de Arte Moderna.Entre seus trabalhos mais recentes e relevantes, destacam-se a série Sequestro do Samba (Music Box), ao lado de Hugo Sukman e Cláudio Jorge, o documentário Chorando Pelos Dedos - Uma Vida ao Violão, com Cláudio Jorge como protagonista, além de participações e imagens de Elton Medeiros, Cartola, Martinho da Vila, Nei Lopes, Ismael Silva, João Nogueira, Wilson das Neves, além do documentário Coisas Guardadas Pra Te Dar, sobre Luiz Carlos da Vila, com estreia prevista para o primeiro trimestre de 2026. Atualmente, produz e dirige o longa documental O Baiano Que Nasceu Argentino, sobre a vida de Ramiro Musotto, com gravações no Brasil e na Argentina (realizada em junho de 2024), e o documentário musical Mart'nália - Nas Linhas do Tempo, com a participação de Djavan, Maria Bethânia e Caetano Veloso.Como diretor de fotografia e filmmaker, também deixou sua marca em curtas premiados como Espelho (melhor filme no III Festcine Goiânia) e Aqueles Tiros de Domingo. Dirigiu ainda projetos como a série Car and Driver, gravada em Ischia, Nápoles, Rimini e nos autódromos de Ímola e Modena (Itália), além de diversos videoclipes em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York, Veneza, Londres, Paris e Bélgica, exibidos na MTV, Canal Brasil, Fantástico/TV Globo, Multishow e YouTube.Debora Dubois É diretora de teatro há mais de 25 anos, com mais de 40 espetáculos que se destacam pela beleza plástica, a música e a dramaturgia brasileira. Últimos trabalhos: 2022 - espetáculo "Sonho de Heroi" e 2023 "Pindorama Modernista" ambos espetáculos infanto-juvenis que fazem parte de uma trilogia que termina em 2024, onde se faz um resgate do folclore brasileiro, com texto Léonardo Cássio e equipe.2022 dirigiu os espetáculos: "Xandú Quaresma" do saudoso dramaturgo Chico de Assis e "Sidney Magal- Muito Mais Que Um Amante Latino"-uma homenagem aos 50 anos de carreira do cantor. Em 2019 o espetáculo “A Valsa de Lili”, com adaptação do livro "Pulmão de Aço" de Eliana Zagui por Aimar Labaki, com a atriz Debora Duboc, que recebeu o prêmio APCA de melhor atriz e várias indicações. Em 2017 o espetáculo “Roque Santeiro – O Musical”, de Dias Gomes, com direção musical Zeca Baleiro. 2016 - dirigiu os espetáculos: “A Paixão Segundo Nelson”, com adaptação de Contos de Nelson Rodrigues por Zeca Baleiro; “Don Casmurro”, com adaptação de Toni Brandão para a obra de Machado de Assis; “Infiéis” de Marco Antônio De La Parra; “Moinhos e Carrocéis”, musical Infantil com direção musical de Gustavo Kurlat. 2013 - o musical “Lampião e Lancelote”, espetáculo mais premiado da carreira da diretora, baseado no livro homônimo de Fernando Vilela, com texto adaptado por Braulio Tavares e músicas originais de Zeca Baleiro, esteve em cartaz no Teatro Popular do Sesi/Paulista.O musical: "Rita Lee Mora ao Lado" indicações e prêmios de Melhor espetáculo musical, melhor atriz pra Mel Lisboa entre outros.Os espetáculos "Três Cigarros e a Última Lasanha" com o premiado ator Renato Borghi, dramaturgia de Fernando Bonassi recebeu muitas indicações e prêmios incluindo de melhor Direção, melhor espetáculo e melhor ator, ganhador no festival de Cuba. "Pirata na Linha" e "Motorboy" ambos de Aimar Labaki e "Quem tem Medo de Curupira" de Zeca Baleiro foram campeões de indicação e prêmios recebidos pelo Prêmio Femsa de Teatro Jovem.Também foi uma das diretoras convidadas a representar o Brasil na Itália, no teatro Della Limonaia em Firenze.Fernando NunesFernando Nunes deu seus primeiros passos no mundo da música em Maceió nos anos 80 acompanhando artistas e bandas locais ,depois se muda para a Bahia iniciando sua carreira de sucesso em âmbito nacional. Nesse período, participou dos primórdios da Axé-music tocando com Sarajane, Luis Caldas, Margareth Menezes ,Armando Macedo ,entre outros. Nos anos 90 se muda para o Rio de Janeiro e passou a ser um dos músicos mais requisitados no país como instrumentistae e produtor.Fernando Nunes já acompanhou e gravou artistas como Ivan Lins, Cássia Eller, Sandra de Sá, Beto Guedes, Elba Ramalho, Frejat, Nando Reis, Moraes Moreira,entre outros.Atualmente em São Paulo, toca com Zeca Baleiro, Banda Altas Horas, atua também como produtor musical dos álbuns Cássia Reggae e Jahvan.Em 2024 lança seu primeiro single intitulado “ Guerreiro “ e prepara seu primeiro álbum com participações de Chau do Pife,Zeca Baleiro,Chico César,Sarajane,Luiz Caldas,Telma César,Armandinho Macedo,Peter Buck,entre outros.Começou também sua trajetória no teatro musical brasileiro dirigindo com Lan Lanh Cássia Eller - O Musical e atualmente está fazendo a direção musical,juntamente com João Viana,do musical do Djavan,”Vidas Pra Contar”, percorrendo todo o Brasil.Edinho RodriguesRealizou, produziu e administrou diversos espetáculos teatrais, dentre eles destacam-se: “A Noite Antes da Floresta”- 2 Indicações ao Prêmio Shell 2006; “Assim Com Rose” com direção de Jairo Mattos; “O Avarento”- com Paulo Autran; “Mãos ao Alto, São Paulo!”- com Rosi Campos, Regiane Alves, Marcos Mion, Ary França; “O Bem Amado”- com Marco Nanini (produção SP); “Doce Deleite”- com direção de Marília Pêra (produção SP); “A Garota Número Um” com Monique Alfradique; “A Loba de Ray-Ban” com Christiane Torloni; “Hell”- com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; “Um Porto Para Elizabeth Bishop”- com Regina Braga e direção de José Possi Neto; “The Pillwoman” com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz; “O Expresso do Pôr do Sol”, com direção de Fábio Assunção; “Toro Negro”, espetáculo flamenco com direção de Debora Dubois, “Da Vinci, Maquiavel e Eu”, monólogo com Tadeu Di Pyetro e direção de Elias Andreato, “Lampião e Lancelote” (musical ganhador de 11 prêmios), com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; “A Árvore Berenice” musical infantil; musical “Rita Lee Mora ao Lado” com Mel Lisboa; “Jantar” com direção de Mauro Baptista Vedia; “Dias de Vinho e Rosas” com direção de Fabio Assunção; “A Paixão Segundo Nelson” – musical com Helena Ranaldi, Vanessa Gerbelli, Jarbas Homem de Mello e com textos, músicas e direção musical de Zeca Baleiro; musical “Roque Santeiro” com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; comédia musical “A Vida em Vermelho” com Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto; “O Martelo” com Edwin Luisi, Anderson Muller e Natallia Rodrigues, direção Alexandre Reincke; “A Valsa de Lili”, texto de Aimar Labaki, direção de Débora Dubois; “Visceral”, texto de Nannade castro e direção de Dan Rossetto; “Fim de Partida” com direção de Yoshi Oida e Matteo Bonfitto; “O Beijo no Asfalto”, direção de Bruno Perillo; “Tectônicas” no teatro do SESI SP, com direção de Marcelo Lazzaratto, musical “Sidney Magal Muito Mais Que um Amante Latino”, dentre outras montagens.Além de exposições e shows como: Exposição Mestres Artesãos- Sesc Belenzinho (2000); Exposição Terra Paulista- Sesc Pompéia (2005); Show Dan Nakagawa e Ney Matogrosso (Teatro Imprensa) e Studio SP (gravação de DVD) em 2009; Exposição 100 Anos de Nelson Rodrigues no SESI-SP em 2012 e Prêmio de Cinema do SESI-SP edições 2013, 2014 e 2018.Cenne GotsProdutora, administradora e consultora de projeto culturaisGraduada em Ciências Econômicas pela (Faculdade de Economia, finanças e administração de São Paulo - 1994), participou de diversos cursos de formação em produção cultural, especialista em Leis de Incentivo à Cultura e há mais de 23 anos atua como produtora, administradora e consultora de projetos em artes cênicas.Sempre atuante em políticas públicas para o setor, exerceu cargos como Tesoureira e Vice-Presidente da Cooperativa Paulista de Teatro (2003-2011)e Diretora Financeira da APTI -Associação dos Produtores Teatrais Independentes (2 triênios).Integrante das comissões de avaliação de projetos culturais da Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo, Secretaria de Estado Da Cultura de São Paulo, Lei Aldir Blanc, Edital Maria Alice Vergueiro e Comissão Nacional Incentivo à Cultura do Minc (2017-2020).Produtora e/ou proponente de 30 espetáculos realizados com tais companhias: “Da cabeça aos pés, Sem pé nem cabeça”, “Piqueniques literários em tapetes voadores”, “Voltando à escola”, “Clinicartes”, “Bicho, bichinho, bichão”, “Quem Tem Medo de Curupira?”, “SOS Planeta Terra”, “Pedro Palerma e outras histórias”, “Mostra Latino Americana de Teatro de Grupo”, “As Velhas Fiandeiras”, “AGORA, AINDA”, “Ler é uma viagem”, “Palco Itinerante”, “O Luxo do Lixo”, “A Lenda dos jovens detentos”, “O Velho”, “Sabor a Freud”, “Teatro Popular União Olho Vivo –TUOV”, “Alma despejada”, “Quem quiser que conte outra”, “O Círculo de giz caucasiano”, “Caravana Paulista de Teatro”, “Memória históricade Santo Amaro”, ”Guerra na Casa do João”, “As Velhas Fiandeiras”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.