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O RAIZAL _ Festival de Música Raiz celebra os ritmos e tradições trazidos pelos imigrantes que constituíram os acampamentos pioneiros de Brasília. O evento contempla apresentações de música regional brasileira, gravação de álbum/DVD, danças típicas, exposição de artesanato e contação de histórias. A iniciativa fortalece o acesso à cultura e promove a difusão das memórias do Museu do Catetinho, consolidando-o como polo cultural e turístico de referência no Distrito Federal.
Sinopse do Projeto O RAIZAL – Festival de Música Raiz nasce como uma celebração da identidade cultural brasileira, ao integrar os ritmos e sonoridades trazidos pelos imigrantes que habitaram os acampamentos pioneiros da Vila Amaury, Vila Planalto, Cidade Livre e Candangolândia. Esses trabalhadores, oriundos de diferentes regiões do país, trouxeram consigo modas de viola, batuques, folguedos, danças e cantigas que, ao se entrelaçarem no coração do Cerrado, ajudaram a moldar a alma cultural de Brasília.A escolha em representar o Museu do Catetinho, reforça a missão de preservar e difundir esse patrimônio imaterial. O Catetinho, primeiro palácio presidencial, representa o ponto de partida da capital, enquanto o Museu Vivo da Memória Candanga mantém acesa a herança das comunidades pioneiras por meio de exposição, artesanato, narrativas e registros fotográficos.Mais do que um evento artístico, o Festival configura-se como uma reconstituição sensível da memória candanga. Nele, a música regional dialoga com histórias, saberes e expressões culturais dos construtores de Brasília, transformando o espaço em território de memória, resistência e celebração coletiva.
Objetivo GeralPromover a valorização da música raiz e da memória candanga por meio de um festival cultural que integra música, dança, artesanato e patrimônio histórico, assegurando acessibilidade, inclusão social e o fortalecimento da identidade cultural de Brasília. Objetivos Específicos_ Realizar a 1ª edição do festival, em três dias, com público estimado de 5 mil pessoas._ Promover 15 apresentações de artistas regionais de músicas regionais brasileira e autorais._ Gravar o álbum/DVD coletivo com 12 faixas de músicas autorais selecionadas na apresentação, disponibilizando em todas as plataformas digitais._ Exposição de artesanatos._ Realizar 3 apresentações de danças folclóricas que remetam aos ritmos trazidos pelos imigrantes/candangos na época do acampamento e da construção de Brasília, juntamente com sessões de contação de histórias das cidades pioneiras, ambas com interpretação em Libras._ Garantir acessibilidade universal, incluindo audiodescrição, legendas e intérpretes de Libras em toda a programação._ Promover visitas mediadas ao Museu do Catetinho e suas extensões, como ação de educação patrimonial._ Produzir um vídeo de Contação de História relacionado ao acervo e ao patrimônio cultural, disponibilizando-o gratuitamente nas plataformas digitais como contrapartida social._ Realizar intervenções musicais de DJs, com repertório de flashbacks das décadas de 1960 a 2020._ Garantir a transmissão online e gratuita de toda a programação.
Justificativa O Distrito Federal constitui-se como um espaço de confluência cultural, fruto da migração de trabalhadores vindos de todas as regiões do Brasil para a construção de Brasília. Esses povos trouxeram consigo músicas, saberes, tradições e expressões artísticas que, ao se entrelaçarem no cotidiano dos candangos, moldaram a identidade da nova capital. Forrós, serestas, sambas, xaxados, cocos e a música raiz ecoaram em barracões, acampamentos e nas ruas improvisadas da Cidade Livre e da Candangolândia, constituindo a base da memória afetiva e cultural da cidade.O RAIZAL _ Festival de Música Raiz nasce da necessidade de resgatar e valorizar essas memórias, promovendo um diálogo entre passado e presente. Mais do que um festival, a iniciativa celebra a música, a dança folclórica, o artesanato e outras manifestações tradicionais dos migrantes, preservando histórias e fortalecendo o patrimônio imaterial da capital.O projeto está integralmente alinhado aos princípios de valorização e proteção do patrimônio cultural, previstos na Lei nº 8.313/91, em especial no Art. 1º, que estabelece, entre outros:I _ facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira; V _ salvaguardar os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico nacional. Adicionalmente, o projeto encontra enquadramento no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, que trata do fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais e espetáculos, bem como da preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, com a proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares.Por sua natureza, o RAIZAL também se insere nas tipologias previstas no Art. 18, § 3º da Lei nº 8.313/91, abrangendo:a) artes cênicas;c) música erudita, instrumental ou regional;d) exposições de artes visuais;g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial.Assim, o RAIZAL _ Festival de Música Raiz consolida-se como um instrumento de preservação da memória candanga, fortalecimento da identidade cultural do Distrito Federal e difusão do patrimônio imaterial brasileiro, reafirmando sua relevância como ação cultural, educativa, social e econômica de impacto para o país.
A Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216, reconhece a importância de preservar e promover o patrimônio cultural brasileiro, incluindo os bens de natureza imaterial, como as expressões musicais regionais. O Decreto no 3.551, de 4 de agosto de 2000, institui o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial que representa patrimônio cultural brasileiro, reforçando a necessidade de salvaguardar manifestações culturais como o modão sertanejo. - Embora o modão não seja especificamente registrado como patrimônio imaterial, a legislação brasileira permite a relevância de manifestações culturais regionais e a necessidade de sua preservação e divulgação. Portanto, iniciativas que visam perpetuar e apresentar a música regional brasileira, como o modão, para um público amplo, estão alinhadas com os princípios constitucionais e legais de valorização do patrimônio cultural imaterial do Brasil.Impactos do Projeto O Raizal – Festival de Música Raiz gera benefícios sociais, culturais e ambientais ao promover um evento que une tradição, memória e sustentabilidade.Impacto Social: amplia o acesso da comunidade à cultura por meio de atividades gratuitas, acessibilidade com intérpretes de Libras e visitas mediadas ao Museu do Catetinho, além de valorizar o aprendizado e a economia criativa. Impacto Cultural: preserva e difunde a música raiz brasileira com apresentações e a gravação de um álbum com 15 artistas locais, integração de diferentes expressões artísticas como dança artesanato e contação de histórias, e fortalece a memória dos pioneiros da construção de Brasília por meio de exposições históricas.Impacto Ambiental: adotam práticas sustentáveis como coleta seletiva, reduções de descartáveis, usam de materiais biodegradáveis e iluminação eficiente, além de estimular transporte coletivo e mensagens educativas de conscientização ambiental durante o festival.
Característica do Projeto: Natureza do ProjetoEvento cultural que une música, memória e saberes tradicionais, com foco na valorização da música raiz, das manifestações populares e da história de Brasília. Produtos Culturais· Gravação e lançamento de álbum musical de artistas da música regional brasileira, com repertório autoral.· Apresentação de danças tradicionais.· Exposições históricas e fotográficas sobre a construção de Brasília.· Integração com a exposição de artesanatos. Acessibilidade e InclusãoGarantia de acessibilidade física (espaço adaptado, exclusivamente com rampa, banheiros adaptados) e de conteúdo (intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas descritivas, visitas sensoriais). Democratização de Acesso Entrada gratuita, e transmissão online e disponibilidade das músicas gravadas em plataformas digitais.Responsabilidade Social Estímulo ao protagonismo artístico local, incentivo à formação cultural, fortalecimento da memória coletiva e inclusão de grupos diversos, especialmente jovens e idosos.Classificação Indicativa Livre para todos os públicos.Local de RealizaçãoToda a programação será realizada Brasília a guardião do Museu do Catetinho.Previsão para a realização do Projeto:Data de início 12/2025, que compreende a pré-produção, produção e pós-produção, finalizando em 12/2026, podendo ser alterado conforme os prazos de prorrogação contidos na Lei de Incentivo, Decretos, Instruções Normativas e Editais vigentes no ato da aprovação da presente proposta.
Conforme disposto no Capítulo IV da Instrução Normativa MinC n.º 23, de 05 de fevereiro de 2025, especialmente no Art. 42 e no Anexo III, as propostas culturais apresentadas ao mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais devem contemplar medidas de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis, compatíveis tecnicamente com as características do objeto cultural de cada linguagem artística. Tais medidas devem ser justificadas e fundamentadas nos termos dos Arts. 42, 43 e 44 da Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), bem como do Art. 46 do Decreto n.º 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, considerando adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcionais ou indevidos. Desta forma, o projeto contempla os seguintes aspectos de acessibilidade, em consonância com os incisos I, II e III do Art. 42 da Instrução Normativa MinC n.º 23/2025: Acessibilidade I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosa para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios, tais como sanitários acessíveis e circulação;II - no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla); e.III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. Rampa de acessoAcessibilidade física: no local serão montadas uma estrutura com rampas de acesso adequado para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e banheiros adaptados para cadeirantes, projetor e serviços de audiodescrição.Acessibilidade de ConteúdoNas apresentações terá interprete de libra, bem como audiodescrição para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações ao assistir à apresentação/ gravação do álbum ao público com deficiência auditiva e visual. As medidas de acessibilidade de conteúdo serão as seguintes: Intérprete de Libras em todas as atividades, audiodescrição e legendas descritivas para o produto final (álbum/DVD) e transmissões online e disponibilização online e gratuita da gravação do álbum coletivoAssistência EspecializadaProfissionais qualificados que estarão presentes em todo o evento para oferecer assistência a pessoas idosas, cadeirantes e deficientes visuais. Comunicação adaptada para deficientes auditivos e visuais.Entrada FrancaNão será cobrada a entrada na apresentação, eliminando a necessidade de descontos especiais e promovendo a participação de todos os interessados.
Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; As formas de divulgação para conhecimento deste projeto, visando gerar interesse em participar das ações aqui propostas, serão por meio das redes sociais (Instagram, Facebook), nos jornais de grande circulação local, entrada gratuita na exposição de artesanatos. Bem como na transmissão ao vivo pelo Youtube.
Fichas Técnicas da Equipe do Projeto RAIZAL – Festival de Música Raiz (Formato Resumido)Selene Régia de Fontes Cândido – Coordenadora Geral do ProjetoFormada em Secretariado Executivo Bilíngue e pós-graduada em Gerenciamento de Projetos pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), Selene possui vasta experiência em gestão e produção cultural.Atuou como gerente do Encontro Master do Iate Clube de Brasília (2010 a 2012) e participou ativamente dos editais do FAC-DF na realização das edições do Salão de Artes Visuais Contemporâneas do Iate Clube de Brasília, além de promover atividades sociais, recreativas, culturais e esportivas destinadas a pessoas acima de 60 anos do clube.Em 2017, foi sócia-diretora da empresa Web Hall Conventions – WHC, promotora de eventos corporativos na web. Realizou projetos de sua autoria, como a Exposição de Artesanatos e Fotografias no Fórum Desembargadora Maria Thereza de Andrade Braga Haynes, o Workshop Laços de Mulher no Alameda Shopping, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) para funcionários do Iate Clube de Brasília, terceirizados da Agência Nacional de Aviação Civil e SAC, bem como a Homenagem à Família do Fórum, destinada a servidores e prestadores de serviços do Fórum do Guará.Atualmente, é sócia majoritária da empresa Ateliê Cultural – Projetos e Captação de Recursos, onde contribui na elaboração de projetos artísticos e culturais através da Lei de Incentivo.A proponente será responsável por todas as etapas do projeto e cuidará da logística para que a proposta cumpra todos os requisitos da SEC por toda a gestão e receberá pela rubrica de Coordenação Geral. Ecirlene José da Rocha (Grillo Rocha) – Produtor Executivo Ecirlene José da Rocha, conhecido artisticamente como Grillo Rocha, é um renomado músico, arranjador e produtor musical, atuante no cenário brasileiro desde 1979. Fundou, em 1999, o Studio GR01 Gravações e Produções de Eventos, contribuindo para os gêneros sertanejo, forró, gospel e outros ritmos regionais.Seu trabalho é reconhecido nacionalmente, com a produção de álbuns e projetos premiados, como: Prêmio TIM de Música (2003); Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira (2011), também indicado ao Grammy Latino; Prêmio da Música Brasileira (2017 – Melhor Dupla Regional); e Finalista do 20º Grammy Latino (2019). Foi responsável pela produção e direção musical do CD e DVD Cantos & Cordas (2014) da dupla Chico Rey & Paraná. No universo do rock/blues, produziu o álbum Chão Vermelho (2010), cujas músicas foram indicadas ao Prêmio da Academia Brasileira de Cinema (2017) na categoria Melhor Trilha Sonora.O Produtor Executivo será responsável pela produção e execução da gravação/apresentação do álbum/DVD e receberá pela rubrica de Diretor de Produção.Patrícia de Barros Souza – Assistente de Produção Desde 1998, Patrícia de Barros Souza atua na cena musical sertaneja do Centro-Oeste. Como sócia e assistente de produção do Studio GR1, ela gerencia gravações, coordena agendas e cuida da documentação legal dos projetos. É responsável pela emissão de códigos ISRC e pela administração de contratos, garantindo padrões de alta qualidade em produções fonográficas.Sua atuação inclui a gestão de eventos e participação em projetos aprovados em editais culturais pelo FAC/DF, bem como em gravações de artistas renomados como Kleuton & Karen e Zé Mulato & Cassiano, finalistas do Grammy Latino. O Studio GR1, onde Patrícia atua, é referência na produção musical sertaneja no Brasil.A Assistente de Produção será responsável por auxiliar nos trâmites necessários à realização da gravação e apresentação do álbum/DVD e receberá pela rubrica de Secretaria de Produção.Sandra de F. Candido – Coordenadora Técnica Sandra é licenciada em Pedagogia e possui formação técnica em Recursos Humanos (SENAC) e Auxiliar de Contabilidade. Sua carreira iniciou em 1995 no universo de decoração e eventos, e em 1998 fundou seu próprio negócio no ramo de festas.Especialista em diversas técnicas artísticas, como bordados à máquina, confecção de caixas decoradas, e criação de elementos artesanais (bonecas de ráfia, painéis e toalhas), ela une seu conhecimento em gestão com seu talento artístico. Contribui para projetos que envolvem criatividade e educação, mantendo seu compromisso com a disseminação de saberes e valorizando o trabalho manual e a expressão artística.Sandra atuará no projeto RAIZAL – Festival de Música Raiz como Coordenadora Técnica e receberá pela rubrica de Coordenadora de Exposição.Renata Varella Corrêa – Coordenadora Técnica Renata Varella Corrêa é licenciada em Relações Internacionais (UnB, 1982) e possui sólida base em gestão de projetos complexos, planejamento e controle financeiro, adquirida em instituições como INFRAERO, HELIBRAS e FUNDAÇÃO EZUTE. Consolidou sua expertise na indústria musical, especializando-se na produção executiva de bandas.Sua trajetória inclui a produção de seis álbuns e a gestão de turnês e logística de gravações. Lidera a produção executiva das bandas Ray Titto e os Calabares (desde 2000) e Molinas (desde 2024), contribuindo para a presença de grupos em festivais como Buraco do Jazz e Capital Motoweek.Renata atuará no projeto RAIZAL – Festival de Música Raiz como Coordenadora Técnica e receberá pela rubrica de Diretora Executiva. Eduardo Faad – Coordenador Técnico Com mais de 20 anos de experiência em produção executiva, gestão estratégica e liderança institucional, Eduardo Faad é referência na realização de grandes eventos no Distrito Federal.Desde 2010, preside a Associação Semper Fidelis, responsável pelo Brasília Capital Moto Week, o maior evento turístico da região e o maior indoor da América Latina, que movimenta cerca de R$ 62 milhões na economia local. Coordenou projetos como Mega Drift Brasil, Festival Porco Rústico Duroc, Festival Mundo Gastrô – Conexão Portugal, e Collections Brasília.Graduado em Ciências Jurídicas (IESB), Faad alia sua sólida base acadêmica a uma trajetória diversificada em gestão administrativa e marketing, marcada por transparência, inovação e impacto social e econômico.Eduardo Faad receberá pela rubrica de Coordenador Técnico. Observação: A ficha técnica completa detalhada de cada membro da equipe, o portfólio de cada profissional e as cartas de anuência referentes à contratação encontram-se dispostos nos Anexos desta proposta.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.