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PRONAC 259266Autorizada a captação total dos recursosMecenato

The Lumisphere Experience – Brasil

HARO PRODUCOES E SERVICOS LTDA
Solicitado
R$ 5,99 mi
Aprovado
R$ 5,99 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

The Lumisphere Experience _ Brasil é uma instalação artística imersiva e educativa inédita no país, que une arte, ciência, tecnologia e participação cidadã em um espaço público de alta visibilidade cultural. São três estruturas geodésicas interligadas ("domes") que oferecem ao visitante um percurso de experiências sensoriais, atividades de co-criação de futuros desejáveis e uma galeria digital interativa que exibe em tempo real as ideias e imagens produzidas pelo público.

Sinopse

The Lumisphere Experience – BrasilSinopse geral (Projeto/Instalação imersiva – 3 domos interligados) Instalação artística imersiva, gratuita e de grande escala que integra arte, ciência e tecnologia para estimular a imaginação crítica sobre futuros desejáveis. O público percorre três domos: (1) sensibilização sensorial; (2) estações de co-criação (imagem, som, texto); (3) uma galeria digital que projeta em tempo real as criações do público e as envia aos participantes. Temporada prevista de 11 semanas em espaço público de alta visibilidade, com forte alinhamento a agendas de clima, ciência e inovaçã Classificação indicativa: LIVRE Público prioritário: famílias, escolas públicas (EF I/EF II/EM), PCD, educadores.1) Ações Formativas – OficinasSinopse: encontros práticos mensais com educadores/arte-educadores para experimentação de linguagens (colagem digital, áudio e palavra, cartografias afetivas, zines e prototipagem leve), conectando criação artística e sustentabilidade/imaginação social. Classificação: LIVRE (recomendada por faixa etária: oficinas segmentadas para EF I, EF II e EM). Público prioritário: estudantes de redes públicas e comunidades do entorno.2) Ações Formativas – Rodas de Conversa / Seminário de FuturosSinopse: conversas mediadas com artistas, cientistas, educadores e lideranças locais, abordando clima, cidade, diversidade e tecnologias criativas. Formato acessível, com tradução em Libras e recursos de acessibilidade comunicacional. Classificação: LIVRE Público prioritário: comunidade em geral, estudantes do EM, educadores, gestores culturais.3) Palestras (Keynotes) / Encontros TemáticosSinopse: apresentações curtas e inspiradoras sobre imaginação cívica, inovação social e cultura digital, conectando referências artísticas à agenda socioambiental. Classificação: LIVRE Público prioritário: educadores, agentes culturais, público jovem e adulto.4) Formação de Professores / MultiplicadoresSinopse: ciclo de formação (encontros certificados) com foco em metodologias de mediação, BNCC, avaliação formativa e planejamento de trilhas pré-visita / visita / pós-visita. Entrega de Kit Pedagógico e rubricas de aprendizagem. Classificação: LIVRE Público prioritário: docentes da rede pública, mediadores culturais, coordenações pedagógicas.5) Visitas Mediadas AcessíveisSinopse: atendimento educativo em diferentes trilhas e tempos (60–70 min), com recursos arquitetônicos, comunicacionais e atitudinais (Libras, audiodescrição, Leitura Fácil, sinalização de alto contraste, sessões de baixa estimulação sensorial). Classificação: LIVRE Público prioritário: escolas públicas, PCD e famílias.6) Performance/Experiência Audiovisual “Galeria do Futuro”Sinopse: momento performativo no Domo 3 em que as criações do público são exibidas em painéis de grande formato (LED), compondo mosaicos audiovisuais dinâmicos que celebram a co-autoria e a diversidade de visões de futuro. Classificação: LIVRE Público prioritário: todos os visitantes.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar o projeto The Lumisphere Experience _ Brasil e promover uma experiência artística imersiva e educativa que una arte, ciência, tecnologia e participação social, estimulando a imaginação crítica e coletiva sobre futuros possíveis, ampliando o acesso democrático à cultura e fortalecendo a formação de públicos diversos.Objetivos EspecíficosRealizar o projeto The Lumisphere Experience Brasil na cidade do São Paulo por 90 dias. Oferecer acesso gratuito a uma instalação artística imersiva de grande escala, em espaço público de alta visibilidade.Estimular a co-criação cultural, permitindo que o público produza e compartilhe imagens e ideias sobre futuros desejáveis.Desenvolver ações formativas mensais, como oficinas, rodas de conversa e atividades educativas, ministradas por profissionais brasileiros, ampliando o caráter pedagógico do projeto.Articular arte e educação, por meio de um plano pedagógico vinculado à BNCC, direcionado a escolas públicas, professores e estudantes.Garantir acessibilidade plena, com recursos físicos, comunicacionais e atitudinais, conforme a LBI (Lei Brasileira de Inclusão) e normas da ABNT.Valorizar a diversidade cultural brasileira, incluindo artistas e educadores locais no processo criativo e nas ações formativas.Ampliar a conscientização socioambiental e cidadã, conectando arte, ciência e sustentabilidade a partir da experiência estética.Promover contrapartidas sociais (acervo digital aberto, kits pedagógicos, dias exclusivos para escolas públicas e pessoas com deficiência).Documentar e difundir os resultados do projeto por meio de relatórios públicos, registros digitais e acervos acessíveis à sociedade.

Justificativa

Este projeto se enquadra na LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de acordo com os seguintes objetivos:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;O projeto The Lumisphere Experience _ Brasil nasce da necessidade de oferecer ao público brasileiro uma experiência cultural inovadora, que ultrapasse os limites da contemplação artística e se estabeleça como um espaço de formação, experimentação e diálogo. No contexto contemporâneo, em que as questões ligadas ao futuro da humanidade, às mudanças sociais e ambientais e à transformação cultural tornam-se cada vez mais urgentes, é fundamental que as instituições culturais se posicionem como agentes ativos de reflexão e engajamento coletivo. A instalação, concebida como uma jornada imersiva em três ambientes interligados, propõe ao visitante não apenas a fruição estética, mas também a participação ativa na construção de narrativas sobre o futuro, possibilitando um exercício de imaginação crítica e cidadã que dialoga com a tradição da arte participativa e com as políticas de democratização cultural previstas na Constituição Federal de 1988.A escolha do espaço público reforça esse compromisso de acessibilidade e democratização. Trata-se de um local emblemático, marcado por uma vocação para o debate entre ciência, arte e sociedade, onde a instalação poderá alcançar públicos amplos e diversos, estimulando a ocupação cultural da cidade e fortalecendo a relação entre patrimônio, cidadania e produção artística. O caráter gratuito da programação, somado às medidas de acessibilidade universal — físicas, comunicacionais e atitudinais —, assegura que a experiência se torne verdadeiramente inclusiva, eliminando barreiras de acesso e garantindo que pessoas com deficiência, escolas públicas, comunidades locais e visitantes em geral possam fruir do projeto em igualdade de condições.Do ponto de vista cultural, o projeto atualiza e amplia a tradição de experiências artísticas interativas e imersivas, ao articular múltiplas linguagens — artes visuais, audiovisual, performance, música, literatura e tecnologias digitais — em uma narrativa coesa que valoriza a criatividade e a diversidade. Mais do que um espetáculo sensorial, a proposta assume caráter formativo, oferecendo oficinas, rodas de conversa e atividades educativas mensais, ministradas por profissionais brasileiros, em especial paraibanos, que trarão ao público o contato direto com o pensamento crítico e a produção cultural local. Assim, a iniciativa contribui não apenas para a formação de públicos, mas também para a valorização de saberes, práticas e talentos nacionais, em consonância com a missão da Lei Rouanet de fomentar a produção cultural brasileira.A relevância educativa do projeto também se materializa em um plano pedagógico estruturado a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), voltado para professores e estudantes das redes públicas de ensino. Ao oferecer materiais didáticos, kits pedagógicos e trilhas de atividades vinculadas ao conteúdo da instalação, o projeto amplia sua função cultural, transformando-se em ferramenta de apoio à formação crítica e criativa de jovens e crianças. Essa interface entre cultura e educação é essencial para a formação de cidadãos conscientes, capazes de refletir sobre sua realidade e de imaginar futuros possíveis a partir da arte e da cultura.Por fim, a justificativa do projeto se ancora na convicção de que a cultura é não apenas um direito, mas um espaço de transformação social. A instalação The Lumisphere Experience _ Brasil se apresenta como uma oportunidade singular de colocar a arte a serviço da cidadania, da imaginação coletiva e da diversidade, criando um ambiente de encontro, diálogo e reflexão em um dos polos culturais mais relevantes do país. Com expectativa de atingir mais de duzentos mil visitantes ao longo de onze semanas, a proposta configura-se como um marco cultural e educativo, reafirmando o papel da cultura como vetor de inclusão, desenvolvimento humano e projeção internacional do Brasil como referência em experiências artísticas inovadoras e acessíveis.

Estratégia de execução

O projeto The Lumisphere Experience – Brasil representa um marco positivo tanto para a cultura quanto para a educação no país. Do ponto de vista cultural, trata-se de uma instalação inédita, gratuita e realizada em um espaço público de alta visibilidade, o entorno do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Sua proposta amplia o acesso democrático à cultura ao integrar múltiplas linguagens artísticas — artes visuais, audiovisual, performance, música e literatura — em um percurso imersivo e participativo, onde o visitante deixa de ser apenas espectador para se tornar co-autor da experiência. A cada sessão, as imagens e ideias produzidas pelo público são projetadas em tempo real em uma “Galeria do Futuro”, reforçando a dimensão coletiva e colaborativa do projeto. Além disso, ao dialogar com eventos de alcance internacional, como a COP 30, o Earthshot Prize e a celebração dos dez anos do Museu do Amanhã, a iniciativa projeta o Brasil no cenário mundial como polo de inovação cultural, fortalecendo a imagem do país como espaço de criação artística ligada às questões ambientais, sociais e tecnológicas do presente.Na dimensão educativa, o projeto estrutura-se em torno de um plano pedagógico robusto, alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que contempla materiais didáticos específicos, como guias para professores e cadernos para estudantes, além de planos de aula e roteiros de atividades que se articulam às visitas. O caráter formativo se amplia por meio de oficinas, rodas de conversa e palestras, ministradas por artistas e educadores, que permitem aprofundar os conteúdos e estimular o pensamento crítico, a imaginação cidadã e a criação coletiva. Outro aspecto fundamental é o compromisso com a acessibilidade plena, assegurada por recursos arquitetônicos, comunicacionais e atitudinais — como Libras, audiodescrição, Leitura Fácil, sinalização em alto contraste e sessões de baixa estimulação sensorial — que garantem condições de igualdade para pessoas com deficiência. A iniciativa também investe na formação de multiplicadores, capacitando professores e mediadores para expandirem os impactos pedagógicos em suas redes de ensino e comunidades.Dessa forma, o The Lumisphere Experience – Brasil articula cultura, educação e cidadania em um modelo inovador de museologia participativa, capaz de engajar amplamente a sociedade em processos criativos e reflexivos sobre futuros possíveis. Estima-se que mais de duzentas mil pessoas participem da experiência ao longo das onze semanas de duração, número que tende a se expandir a partir do acesso aos conteúdos digitais e materiais pedagógicos disponibilizados em plataforma aberta. Mais do que um espetáculo sensorial, o projeto consolida-se como um espaço de encontro, diálogo e transformação, reafirmando o papel da cultura como vetor de inclusão, desenvolvimento humano e visibilidade internacional para o Brasil.

Especificação técnica

Plano e Projeto PedagógicoProjeto: The Lumisphere Experience – Brasil Classificação: Livre | Acesso: Gratuito | Público prioritário: redes públicas (EF I e II, EM), pessoas com deficiência (PCD), educadores, famílias e comunidades do entorno. Duração da temporada: 11 semanas (com pré e pós-produção educativa).1. Finalidade educativaPromover fruição cultural qualificada e formação crítica por meio de experiências imersivas que integram arte, ciência e tecnologia, incentivando a imaginação cidadã e a co-criação de futuros desejáveis.2. Objetivos pedagógicosAmpliar repertório cultural e letramentos (visual, midiático, informacional, científico).Desenvolver competências socioemocionais (escuta, empatia, cooperação, pensamento crítico).Estimular criação coletiva (co-autoria de imagens/ideias exibidas na “Galeria do Futuro”).Articular cultura e escola por meio de trilhas didáticas alinhadas à BNCC (Arte, Língua Portuguesa, Ciências, Geografia, História, Projetos de Vida e Eletivas).Garantir acessibilidade universal (LBI e ABNT NBR 9050) e inclusão efetiva.3. Competências BNCC (mapa síntese)Gerais: 1 (Conhecimento), 2 (Pensamento científico, crítico e criativo), 3 (Repertório cultural), 5 (Cultura digital), 7 (Argumentação), 9 (Empatia e cooperação).Componente Arte: criação, apreciação e contextualização sociocultural.Ciências/Geo/História: relações ser humano-ambiente, territórios, historicidades, futuros.Língua Portuguesa: práticas de linguagem multimodais (fala, escuta, leitura de imagens).4. MetodologiaMediação dialógica (freireana) e aprendizagem por projetos.Estética da participação: visitante como co-autor (co-criação de imagens/ideias).Trilhas acessíveis e diferenciadas por faixa etária e público PCD.Cultura-maker de baixo impacto (prototipagem de ideias, cartografias afetivas, diários visuais).5. Estrutura da experiência (roteiro educativo)Dome 1 – Preparar a Jornada (20 min): sensibilização sensorial; perguntas-guia (“Que futuros cabem aqui?”). Dome 2 – Abrir a Imaginação (25 min): estações de co-criação (tablets/cartões visuais, som/voz, colagem digital); mediação por educadores. Dome 3 – Galeria do Futuro (15 min): exibição das criações em telões; envio ao celular (consentimento); convite a ações pós-visita.Tempo médio por grupo escolar: 60–70 min (turmas de 35 a 45 estudantes; até 3 turmas/hora em fluxo escalonado).6. Trilhas pedagógicas por nívelEF I (anos iniciais): cor, forma, som, “quem cuida do futuro?” – desenho guiado, contação com pictogramas.EF II: leitura crítica de imagens, cartografia do bairro, “futuro da minha escola”; mini-podcasts.EM: projetos de intervenção local, manifesto visual, ensaios curtos e zines digitais.7. Ações formativas (contrapartida educativa)Ciclo mensal (4 edições): oficinas gratuitas para professores/mediadores (3h cada) com certificação.Formação de multiplicadores (2 encontros de 6h – 1 pré, 1 meio de temporada).Rodas temáticas com artistas/educadores convidados (2/semana – tarde/noite).8. Recursos de acessibilidadeArquitetônica: rampas, sinalização de alto contraste, pisos táteis, áreas de descanso.Comunicacional: Libras, audiodescrição, legendas, pictogramas, Leitura Fácil e guia tátil.Atitudinal: protocolo de acolhimento PCD; fila preferencial; sessões “baixa estimulação sensorial”.9. Materiais didáticos (Kit Pedagógico – download livre)Guia do Professor (40–60 págs): objetivos, BNCC, roteiros de aula pré/durante/pós, rubricas.Cadernos do Estudante (EF I/EF II/EM): atividades de leitura de imagem, escrita breve, criação visual.Planos de aula (6 modelos): 2 por nível escolar, 50–90 min.Slides e fichas de mediação, cartazes, templates (zine, cartografia, manifesto).Política de imagem/consentimento (LGPD) e checklist de segurança.10. Pré-visita / Durante / Pós-visitaPré-visita (40–60 min em sala):Ativação: “Meu lugar na cidade”; glossário visual; expectativas e perguntas. Durante a visita:Acolhimento, trilha por domes, co-criação, registro (foto/áudio – com consentimento), acessibilidade ativa. Pós-visita (2 encontros):1º encontro: diário visual, mapa de ideias, micro-ações na escola/comunidade.2º encontro: mostra escolar “Galeria do Futuro da nossa turma” (zines, painéis, QR codes).11. Avaliação e indicadores (educativos)Formativa: observação de participação, rubricas de criação/apreciação, autoavaliação (sem notas).Somativa: entrega de produto final (zine/manifesto/cartografia) e breve relato do professor.Indicadores: nº de turmas/estudantes; adesão de escolas públicas; % PCD atendidas; satisfação (NPS); downloads do kit; nº de produções co-criadas; taxa de engajamento pós-visita.12. Equipe educativa (mínimo)Coordenação pedagógica (1)Supervisão de acessibilidade (1)Educadores/mediadores (12–18 por turno, escalas)Arte-educadores convidados (formações/oficinas)Registro e dados (1) – controle LGPD e indicadoresProdução educativa (2) – agenda escolar e transporte educativo13. Cronograma pedagógicoPré-produção (D-60 a D-1): pactuação com Secretarias, formação de equipe, produção do kit, agendamento.Temporada (11 semanas): atendimento escolar (3 turnos/dia), 2 rodas temáticas/semana, 1 oficina docente/mês.Pós-produção (30 dias): relatório educativo, publicação do acervo digital e dos resultados.14. Gestão, transparência e LGPDConsentimento informado (imagem/voz/obra); bases legais e termos arquivados.Dados anonimizados nos relatórios; controle de acesso às mídias; guarda segura por 5 anos.Relatório público (indicadores, aprendizados, acessibilidade, contrapartidas).15. Riscos e mitigação (educativo)Superlotação: janelas de visita e limitação por horário; filas preferenciais.Sensibilidade sensorial: sessões “baixa estimulação”; rotas alternativas sem áudio intenso.Descontinuidade escolar: materiais assíncronos e plantão remoto ao professor.

Acessibilidade

A exposição será desenvolvida de acordo com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e com as normas da ABNT NBR 9050, assegurando o direito de todas as pessoas à plena fruição cultural, em igualdade de condições. O compromisso é oferecer um ambiente inclusivo, seguro e acolhedor, capaz de atender às múltiplas dimensões da acessibilidade: física, sensorial, comunicacional, intelectual e atitudinal. Para visitantes com deficiência física, o espaço contará com rampas, elevadores adequados, corrimãos em áreas de acesso e escadas, bem como estacionamento acessível próximo à entrada principal. Todo o percurso da exposição será planejado para ser percorrido de forma autônoma por pessoas em cadeira de rodas ou com mobilidade reduzida. Para pessoas com deficiência visual, haverá sinalização de alto contraste e clara distribuição espacial, além de informações em Braille e em letras ampliadas. Estão previstos roteiros táteis, que permitirão explorar maquetes, réplicas e objetos de forma sensorial. Também será oferecida audiodescrição em pontos estratégicos da mostra, sobretudo em conteúdos interativos e audiovisuais, tornando o acesso equitativo. Em relação à deficiência auditiva, todos os vídeos e materiais audiovisuais terão legendas, e a presença de intérpretes de Libras garantirá que visitantes surdos possam compreender e se engajar plenamente com o conteúdo expositivo. Para visitantes com deficiência intelectual, os materiais escritos e placas de sinalização utilizarão linguagem simples e clara, facilitando a compreensão. Serão integradas tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonora, além de atividades táteis seguras, permitindo o toque em determinados objetos expográficos. A equipe será treinada para oferecer mediação acessível e acolhedora, respeitando ritmos individuais de aprendizado e interação. Além disso, a exposição contará com áreas de descanso acessíveis e equipadas com assentos confortáveis, bem como banheiros adaptados próximos ao circuito expositivo, assegurando conforto e autonomia ao público. Por fim, toda a equipe envolvida na exposição receberá treinamento específico em acessibilidade e atendimento inclusivo, garantindo empatia, comunicação eficaz e promoção de um ambiente de respeito à diversidade. Essa preparação será fundamental para consolidar uma abordagem humanizada e inclusiva, reforçando o compromisso da exposição com o direito de todos à cultura.PRODUTO: Exposição de Artes Visuais1. DEFICIÊNCIA FÍSICA - Garantir que o local da exposição seja acessível a cadeiras de rodas, com rampas e elevadores adequados. - Disponibilizar estacionamento acessível próximo ao local. - Instalar corrimãos em áreas de acesso e de escadas.2. DEFICIÊNCIA VISUAL: - Oferecer informações em formatos acessíveis, como Braille, letras ampliadas e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. - Oferecer roteiros táteis que permitam aos visitantes com deficiência visual explorar objetos ou exposições de forma tátil. - Utilizar sinalização clara e de alto contraste para orientar os visitantes. - Proporcionar áudio descrição para exposições interativas ou vídeos, tornando o conteúdo acessível para pessoas com deficiência visual.3. DEFICIÊNCIA AUDITIVA: - Incluir legendas em vídeos e materiais audiovisuais para atender às necessidades de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. - Contratar intérpretes de Libras para auxiliar visitantes surdos na comunicação.4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS - Utilização de uma linguagem clara e simples em materiais escritos e placas para facilitar a compreensão por parte de visitantes com dificuldades de leitura ou cognição. - Integração de tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonora - Será permitido que visitantes toquem e interajam com objetos ou materiais seguros, proporcionando uma experiência tátil enriquecedora. - Será garantido que a equipe esteja capacitada para atender e auxiliar visitantes com necessidades especiais, promovendo uma abordagem inclusiva e acolhedor5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários Acessíveis: - Garantir que haja áreas de descanso acessíveis com assentos confortáveis. - Disponibilizar banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida.6. Treinamento da Equipe: - Treinar a equipe da exposição em como lidar com visitantes com necessidades especiais, promovendo a empatia e a comunicação eficaz.

Democratização do acesso

O projeto The Lumisphere Experience – Brasil será integralmente concebido sob o princípio da democratização cultural, assegurando acesso, amplo, diversificado e inclusivo ao público. Todas as medidas previstas buscam eliminar barreiras físicas, sociais, comunicacionais e simbólicas, garantindo que diferentes grupos possam usufruir da experiência em condições de igualdade.Para assegurar essa democratização, destacam-se as seguintes ações:A primeira medida é a distribuição de cota de ingressos gratuitos à instalação imersiva e às ações formativas, permitindo que qualquer visitante, independentemente de condição socioeconômica, tenha direito à fruição artística. A gratuidade se estende também às oficinas, rodas de conversa e demais atividades educativas, reforçando o caráter público e inclusivo da proposta.Será implementado um programa de agendamento escolar gratuito, com prioridade para escolas públicas e instituições sociais. Essas visitas serão acompanhadas por educadores-mediadores formados pela equipe pedagógica, com materiais específicos alinhados à BNCC, favorecendo a formação crítica e cultural de crianças e jovens. Além disso, haverá cotas de transporte educativo para escolas públicas de regiões periféricas e vulnerabilizadas, garantindo a participação de grupos que muitas vezes não conseguem se deslocar até os polos culturais da cidade.Como ação de democratização haverá dias exclusivos e prioritários de visitação voltados a grupos específicos: escolas públicas, pessoas com deficiência, comunidades e instituições de atendimento a idosos. Essas agendas especiais contarão com reforço na mediação cultural e acessibilidade ampliada, garantindo acolhimento adequado às especificidades desses públicos.Será ainda disponibilizado um acervo digital aberto, reunindo imagens, registros e reflexões co-criadas pelo público durante a exposição. Esse acervo ficará hospedado em plataforma online gratuita, ampliando o alcance do projeto para pessoas que não puderem comparecer presencialmente.Por fim, todas as etapas do projeto serão documentadas e disponibilizadas em relatórios públicos de transparência, com indicadores de público, acessibilidade, ações educativas e contrapartidas sociais, fortalecendo o compromisso com a participação cidadã e com a prestação de contas.

Ficha técnica

Curadoria | Karina Israel, com mais de 20 anos de atuação profissional, Karina Israel é uma das pioneiras no desenvolvimento de negócios de interatividade no Brasil. Começou sua carreira nos anos 90, na MediaLab, e dirigiu a produção da Ogilvy Interactive em São Paulo, antes de sua ida à Europa para um mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade na Universidade de Salamanca. Em Portugal, a executiva criou a divisão de Brand Experience da YDreams, pioneira no movimento de Phygital no mundo, liderou as primeiras atividades interativas em tempo real em dispositivos móveis, outdoor e lojas conceito, exposições interativas e museus imersivos do Ocidente. Em 2006, cursou Pós-graduação em Gestão de Empresas, da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010, retornou ao Brasil para assumir a direção executiva da YDreams Brasil. Em 2012, concluiu uma Pós-graduação na USP, em Cultura, Mídia e Informação. Já assinou a curadoria de mostras interativas de grande sucesso de público de mídia como Senna Emotion, Niemeyer Vida e Obra, Niemeyer Sensorial, Niemeyer em Curvas e recentemente Paisagens de Van Gogh e Tarsila para Crianças. Atualmente dirige a operação da YDreams Global no Brasil.Gestor Cultural | Daniel Japiassu é um empreendedor reconhecido com mais de 25 anos de experiência liderando empresas inovadoras de tecnologia. Reconhecido por sua expertise em narrativas imersivas e tecnologias interativas, Daniel é um premiado produtor de conteúdo digital e um entusiasta apaixonado por inovação aplicadas a fusão entre o digital e o físico. Como cofundador da YDreams Global, uma referência em tecnologias experienciais, Daniel ajudou a expandir a empresa do Brasil para o Canadá, alcançando mais de 35 milhões de dólares em receita. Como resultado, a YDreams entregou milhares de projetos ao redor do mundo para empresas da Fortune 100, como Coca-Cola, Nike, Disney, Cisco, Audi, McDonald's e NBA. Seu trabalho visionário também conduziu a YDX Innovation à listagem na Bolsa de Valores de Toronto (TSX Ventures) levantando mais de 7 milhões de dólares em investimentos. O portfólio de Daniel inclui projetos de alto impacto, como o primeiro projeto de Metaverso da Sephora, o primeiro jogo de Realidade Virtual com o Mickey Mouse e um curta-metragem interativo em VR exibido na Bienal de Veneza, classificado entre as 50 melhores experiências interativas em VR pela Forbes em 2019. Sua dedicação ao uso da tecnologia com impacto social é exemplificada pela iniciativa Praça do Conhecimento, no Rio de Janeiro. Esse projeto levou centros de aprendizagem digital de ponta a comunidades carentes, beneficiando diretamente dezenas de milhares de jovens e famílias por mês e recebendo o prestigiado prêmio Visionário do Ano do Intelligent Community Forum em 2016.Conceito | Ceci Amorim, possui 15 anos de experiência em diversos segmentos de comunicação, passando por jornais, revistas, editoras e estúdios de design. Trabalhou três anos no Projeto Guri, como produtora, e há nove anos se dedica a projetos de inovação, tecnologia e design na YDreams Global. Formada em Jornalismo (Universidade São Judas Tadeu - 2006) e Design Editorial (Faculdades Integradas Rio Branco - 2009), com pós-graduação em Direção de Arte em Comunicação (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo - 2014), com Especializações em: História da Arte: a Arte como Expressão Social da Renascença à Modernidade (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2013), Transformational Design Thinking (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2016), Trade Marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing - 2018), Marketing Digital e Digital Account Manager (São Paulo Digital School - 2019).Produtora Executiva | Simone Freitas, formada em Gestão em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, com mais de 17 anos em Gestão de Eventos, com destaque em produção executiva, pré-produção e produção in loco. Minha experiência envolve desde projetos simples como ativações de marcas até grandes acontecimentos como o Réveillon na Paulista com público superior a 2 milhões de pessoas e uma equipe com mais de 400 profissionais. Ao longo de minha carreira, construí uma vasta rede de contatos com prestadores de serviços das mais diversas áreas e fornecedores categorizados por nível de excelência em entrega, tendo atuado nas Empresas: Playcorp Produção de Eventos, Diverti Eventos e atualmente na YDreams Global.Diretor de Criação | Daniel da Rocha Brum, Diretor de Criação, arquiteto e Urbanista, UFRGS, 1995. Cria, dirige e desenvolve projetos de design para os meios físicos (cenografia, exposições) e digitais (games, aplicativos, websites). Um dos pioneiros na indústria digital no Brasil, atendeu as agências de comunicação Africa, DM9DDB, McCann-Erickson, Leo Burnett, Salles D´Arcy, DPZ, entre outras. Conquistou o 1o. Cyberlion brasileiro em Cannes/1998 (em parceria com a DM9DDB), além de prêmios nos Festivais de Londres e NY. Atendeu Brahma, Natura, Nivea, Pão de Açúcar, Sadia, Samsung, TV Globo, Toyota, Vivo, Correios, Lucky Strike, Nike, Paralamas do Sucesso, BankBoston, HSBC e Itaú. Desde fevereiro de 2019 atua como Diretor de Criação da Ydreams Global.UX Designer | Rodrigo Panassolo, formado em Engenharia Mecatrônica, empreendedor na área de tecnologia, musico e produtor musical, Rodrigo Panassolo trabalha com desenvolvimento de diversos projetos multidisciplinares. Com a olhar criativo e experiência de 15 anos no mundo das artes, é um profissional que busca sempre a inovação, criando soluções impactantes em vários segmentos da indústria.Gestor de Conteúdo | Raphael de Oliveira Homem é formado em Comunicação Social - Jornalismo e Letras - Português/Literaturas e tem vasta experiência em produção e gestão de conteúdo em diversas plataformas, tanto digitais quanto analógicas. Participa do carnaval do Rio de Janeiro como enredista em diferentes escolas de samba. Foi coordenador de comunicação no Programa Caminho Melhor Jovem, financiado pelo BID. Na YDreams, participou da elaboração e gestão de conteúdo de diversos projetos, como "Praça e Naves do Conhecimento"; "Décadas e Descobertas", no Centro Cultural da Light; "Eu, Ayrton Senna da Silva“, dentre outros.Designer | Levi Cintra, é ilustrador, artista plástico e designer gráfico. Formado em Design Gráfico (Universidade Estácio de Sá), possui mais de 10 anos de atuação na área, com experiências sólidas em publicidade, marketing, figurino, ilustração, edição de livros, artes plásticas (Carnavalesco) e coordenação de eventos (Pós-graduado em Produção Cultural de Eventos pela Faculdade Candido Mendes). Na área de Carnaval possui experiência como julgador de Desfile das Escolas de Samba nas Cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória-ES, além de ter sido convidado pela The New Carnival Company (Londres) para realizar projeto de acessibilidade no carnaval de 2018 em Isle of Wight. Atualmente é coordenador dos projetos gráficos e programação visual do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, Prêmio Plumas & Paetês Cultural e Designer da empresa Ydreams Brasil.Arquiteta | Fernanda Coutinho Troncoso - Arquiteta, design e Cenógrafa - Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), especializada em Acompanhamento de Obras e Montagens (EPA), e Mestrado na área de Cenografia, Espaços expositivos e Eventos pelo Instituto Europeu de Design (IED), Madrid. Experiência de mais de 12 anos, iniciada na construção civil, atuou por muito tempo na área de design de interiores, e sempre envolvida em projetos criativos e conceituais, trabalhou como design para espaços de evento/festas, e experiências imersivas, se dedicando cada vez mais a especialidade expográfica e cenográfica. Passou de cerca de 2 anos junto a equipe de produção cenográfica da DIAGONAL TV emissora/produtora Espanhola, antes de retornar ao Brasil em 2019. Atualmente compõe a equipe YDreams Global e atua como arquiteta criativa e técnica, desenvolvendo projetos expositivos, viabilidade espacial para implantação de montagens, e dando vida a novas experiências através da inovação dos espaços, mergulhando no segmento que torna a arquitetura ainda mais interativa.Arquiteta | Virginia C. Fantinel Dias, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Judas Tadeu. Iniciou sua carreira com o desenvolvimento de projetos, acompanhamento de obras/montagens, compras e logística para o setor corporativo e hotéis da Rede Accor, Hilton Morumbi, Wyndham, entre outros. Trabalhou na nacionalização e coordenação de projetos para o Parque Kidzania no Shopping Eldorado/SP e no desenvolvimento de projetos e padronização das franquias da rede Escape 60. Se aperfeiçoou na área de cenografia, executando projetos tanto no setor de varejo (Havaianas, FINI, Ambev, Loungerie, Fast Shop), quanto de eventos (Bradesco, Jeep, Raizen, Avon). Na YDreams tem participado de projetos de exposições de arte que envolvem interatividade e imersão; além do planejamento e implantação arquitetônica de museus e centros culturais. Diretora de Arte | Patrícia Machado Fernandes, apaixonada pelo design e pelas suas possibilidades, tem graduação e mestrado em Design pela PUC-Rio. Dedica-se a direção de arte e coordenação de projetos em design nas áreas de cultura e entretenimento há mais de 30 anos, com trabalho publicado no livro Strong Marks – International Selection. Sua carreia na criação teve início no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro onde, por 4 anos, desenvolveu material para exposições como Krajberg, Lasar Segall, Luiz Aquila, Claudio Tozzi, Margareth Mee e Rio92, entre outras. Sua experiência profissional passa pelo mundo corporativo, por agências e pelo empreendedorismo com criações para Shell Brasil, Souza Cruz, Xerox, Giovanni+FCB, Generali e Paramount Pictures; atuando como diretora de arte da revista Veredas e produtora de arte da exposição permanente Galeria De Valores do CCBB Rio de Janeiro e coordenando os departamentos de arte das gravadoras EMI Music e Universal Music. Criou o design do espetáculo imersivo online Hell Center e do evento online Festival Estar Bem. Em Produção de Arte para TV, participou de diversos projetos na Rede Globo, Rede Record, Multishow e TV Shoptime. Desde maio de 2021 atua como Diretora de Arte da YDreams Global.Artista 3D e Arquiteto | Lucas Ruas Amado, formado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Católica de Santos, fala e compreende ingles e português. Dedica-se a produção de maquetes eletronicas e projetos de arquitetura e execução de obras há mais de 16 anos. Participou de projetos e acompanhamento de obras ainda como estagiário na PRODESAN, desenvolvendo projetos em conjunto com a prefeitura de Santos, também realizou diversas maquetes eletrônicas para empreendimentos realizados por incorporadoras e arquitetos na cidade de Santos e região. Integrante da Equipe de Criação da YDreams Global desde 2020, produz maquetes eletrônicas e desenvolve projetos diversos com destaque para O Jardim das Maravilhas de Miró, Paisagens Impressionistas de Monet, Eu, Ayrton Senna da Silva, Flores de Van Gogh, Play-Doh Universo da Imaginação, PJ Masks Heróis de Pijama e Uma Aventura no Espaço e tantos outros.Head de Tecnologia | Eduardo Santana Ortega, gerente de Projetos Sr. Formado em Engenheiro Eletrônica com MBA em Gerenciamento de Projetos e Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão. Certificado como Gerente de Projeto Profissional pelo PMI (Project Management Institute). Atua na implantação e operação de Escritório de Gerenciamento de Projeto (PMO) para organização, padronização e administração de projetos e portfólio de projetos. Desde 2003 vem atuando em gerenciamento de projetos e administração de contratos. Foi sócio diretor de empresa de Telecomunicações, prestou serviços de PMO para a Petrobras ao longo de 7 anos vinculado a empresa Accenture do Brasil e gerenciou múltiplos contratos em diferentes áreas para o setor de Petróleo e Gás pela L.A. Falcão Bauer Centro de Controle Tecnológico e Qualidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.