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É uma oficina que transforma resíduos da construção civil em arte e objetos funcionais.O projeto promove a ressignificação do descarte, unindo criatividade, educação e sustentabilidade.Os participantes exploram técnicas artísticas em um espaço seguro e acessível.A iniciativa valoriza a inclusão de diferentes públicos (crianças, idosos e PcD).Culmina em uma mostra coletiva, reforçando a arte como instrumento de transformação cultural.
“Reinventando o Mundo – Construindo Cultura para Todos” é um projeto de oficinas de arte inclusivas voltadas para crianças (10 a 14 anos), idosos (acima de 60 anos) e pessoas com deficiência (PcD). As atividades utilizam resíduos da construção civil (madeira, ferro, cerâmica, concreto, peças quebradas) como matéria-prima artística, promovendo a ressignificação do descarte por meio da pintura, escultura e artesanato.Ao longo de quatro meses, os participantes terão contato com técnicas de criação acessíveis e adaptadas, em ambiente seguro e acolhedor, com acompanhamento de intérprete de Libras, materiais táteis e recursos de audiodescrição quando necessário.O projeto culmina em uma Mostra Cultural coletiva e gratuita, aberta ao público, onde as obras desenvolvidas nas oficinas serão expostas, ampliando o acesso da comunidade ao resultado artístico e estimulando reflexões sobre sustentabilidade, inclusão social e democratização da cultura.
Geral Promover inclusão cultural por meio de oficinas de arte em um espaço acessível, fortalecendo o exercício da cidadania e a democratização do acesso à cultura.Específicos 1.Realizar oficinas de [especificar: pintura, teatro, música, dança, etc.] para crianças, idosos e PcD. 2.Desenvolver atividades acessíveis (intérprete de Libras, materiais adaptados, audiodescrição quando possível). 3.Estimular o protagonismo cultural e criativo dos participantes. 4.Oferecer apresentação/exposição final aberta ao público, valorizando as produções.
A oficina propõe a utilização de resíduos e sobras da construção civil (madeira, ferro, cerâmica, concreto, peças quebradas ou danificadas) como matéria-prima artística. A atividade parte do princípio da ressignificação do descarte, transformando o que seria lixo em expressão cultural, objetos artísticos e funcionais. Nas oficinas, os participantes serão convidados a experimentar técnicas de manipulação, composição e criação com esses materiais, sempre em ambiente seguro e adaptado. Além do aspecto criativo, o projeto tem um viés educativo e socioambiental, estimulando reflexões sobre consumo, sustentabilidade e reaproveitamento, ao mesmo tempo em que promove a inclusão social e cultural dos públicos envolvidos. A experiência culminará em uma mostra coletiva aberta ao público, apresentando as criações dos participantes e ampliando a sensibilização da comunidade para a importância da arte como instrumento de transformação e da sustentabilidade como valor cultural. • Crianças: investimento em formação de público e estímulo criativo desde cedo. • Idosos: resgate de memória, socialização e fortalecimento do protagonismo cultural. • PcD: incentivo à autonomia, aprendizado acessível e potencial para geração de renda. A iniciativa contribui diretamente para os objetivos da Lei Rouanet, promovendo acessibilidade cultural, diversidade e cidadania.
Detalhamento Técnico dos Produtos (Projeto de 5 anos)1. Oficinas de Arte InclusivasDuração: Oficina semanal de 2 horas por turma, durante 10 meses por ano, totalizando 80 horas anuais por turma. O projeto terá continuidade por 5 anos, totalizando 400 horas por turma.Turmas: Crianças (10 a 14 anos), Idosos (60+), PcD (diversas deficiências) – até 10 participantes por turma.Materiais: Resíduos de construção civil (madeira, ferro, cerâmica, concreto, peças quebradas), pincéis, tintas, papéis, ferramentas adaptadas, recursos táteis, materiais em braile.Projeto pedagógico:Técnicas participativas e adaptadas, garantindo inclusão e protagonismo cultural;Introdução a conceitos de sustentabilidade e reaproveitamento de materiais;Exercícios de experimentação, composição e criação artística;Registro contínuo das atividades (foto, vídeo, diário de bordo);Acompanhamento de acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição e materiais adaptados.2. Mostra Cultural de Encerramento AnualDuração: Evento de 1 a 2 dias, realizado uma vez por ano ao final do ciclo anual de oficinas.Local: Espaço cultural acessível a definir.Materiais: Obras produzidas pelos participantes (esculturas, pinturas e objetos artísticos), painéis informativos sobre o processo criativo e sustentabilidade, recursos de acessibilidade (materiais em braile, audiodescrição, intérprete de Libras).Projeto pedagógico:Exposição das criações para o público geral, promovendo democratização e inclusão cultural;Mediação cultural com participação do proponente e oficineiros, contextualizando os trabalhos e o conceito de arte sustentável;Debate e interação com a comunidade, incentivando reflexão sobre consumo, sustentabilidade e cidadania cultural.3. Registro e Divulgação ContínuaFormato: Registro fotográfico, vídeo e relatórios escritos do processo, disponibilizados anualmente; publicação em redes sociais e materiais digitais acessíveis.Objetivo: Ampliação do acesso, documentação pedagógica do projeto e promoção da continuidade da iniciativa ao longo dos 5 anos.
A acessibilidade é um princípio estruturante deste projeto, que busca não apenas incluir, mas protagonizar pessoas com deficiência (PcD), idosos e crianças no processo criativo e cultural. Considerando que o acesso à cultura é um direito de todos, o projeto adota medidas específicas para eliminar barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais.Durante as oficinas, serão oferecidos:Intérprete de Libras para garantir a participação de pessoas surdas;Materiais adaptados (ferramentas de fácil manuseio, recursos táteis e visuais);Audiodescrição sempre que viável, tanto nas atividades quanto na mostra final;Espaços acessíveis e adequados para a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida.Essas ações têm como finalidade assegurar igualdade de condições no acesso às atividades culturais, ampliando a autonomia, a participação ativa e o potencial criativo dos participantes.Na mostra de encerramento, a acessibilidade também será garantida ao público visitante, com recursos de comunicação acessível (materiais em braile, Libras e audiodescrição), possibilitando que a fruição da arte seja realmente democrática.Assim, a acessibilidade não é apenas um recurso adicional, mas parte essencial da identidade do projeto, alinhada às diretrizes da Lei Rouanet de promoção da diversidade, cidadania e inclusão cultural.
Todas as atividades propostas serão gratuitas, tanto para os participantes das oficinas quanto para o público da mostra de encerramento. Não haverá comercialização dos produtos culturais; ao contrário, a proposta visa ampliar a fruição e o acesso à cultura de forma democrática.Para garantir maior alcance e participação, serão adotadas as seguintes medidas:Reserva de 20% das vagas para famílias de baixa renda, assegurando prioridade a pessoas em situação de vulnerabilidade social;Distribuição gratuita de convites para a comunidade local, com ampla divulgação em escolas, centros culturais, instituições de apoio a idosos e PcD;Mostra cultural final com entrada franca, permitindo que toda a comunidade tenha acesso às criações dos participantes;Ensaios e oficinas abertas, em determinados encontros, para que familiares, educadores e demais interessados possam acompanhar e interagir com o processo criativo;Registro em foto e vídeo das etapas do projeto, com posterior disponibilização em redes sociais e canais digitais, ampliando o alcance e permitindo que pessoas de outras localidades também acompanhem o processo e a mostra;Recursos de acessibilidade na divulgação e apresentação (Libras, audiodescrição, materiais em braile e digitais acessíveis), garantindo igualdade de acesso a diferentes públicos.Dessa forma, a democratização do acesso não se limita à gratuidade, mas se expande na forma de participação ativa, inclusão social, acessibilidade cultural e difusão ampla dos resultados do projeto.
O dirigente e responsável legal pelo Studio IN, Henrique Silva, atuará de forma ativa em todas as etapas do projeto. Suas funções incluem: Coordenação artística e conceitual: definição da linha criativa das oficinas e acompanhamento da produção artística dos participantes; Supervisão pedagógica: apoio aos oficineiros na adaptação das atividades para cada público (crianças, idosos e PcD), garantindo a coerência metodológica; Gestão e articulação institucional: relacionamento com parceiros, escolas, centros culturais e organizações de apoio à comunidade; Curadoria da Mostra Final: seleção e organização das obras a serem apresentadas, definição do espaço expositivo e do formato acessível de apresentação; Ações de mediação cultural: participação direta em rodas de conversa, abertura da Mostra e encontros com a comunidade; Prestação de contas e acompanhamento junto à equipe de produção para cumprimento das exigências legais e administrativas. Mesmo em funções de gestão, Henrique também contribuirá de forma prática e voluntária na condução de algumas oficinas, trazendo sua experiência pessoal na criação artística com resíduos da construção civil.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.