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A proposta Oficinas de cultura e arte - Transformando Realidades desenvolvida pelo Educandário Santa Catarina (sede em São José-SC), em sua continuidade, propõe promover aos seus educandos, a oportunidade de aproximação com a arte e a cultura, oferecendo oficinas de música, dança, capoeira e fotografia, que já ocorrem, e a inclusão das oficinas de prática de coral, orquestra e grafite.
Geral: Contribuir, por meio da continuidade de realização das oficinas de música, dança, capoeira e fotografia, e a inclusão das oficinas de prática de coral, orquestra e grafite a melhoria da inserção social de crianças e adolescentes, na sua maioria, de vulnerabilidade social, articulando saberes que envolvem a prática de criar, produzir, construir, exteriorizar e refletir por meio das dimensões de conhecimento: criação, crítica, experiência sensível, expressão, fruição e reflexão.Com este objetivo, buscamos alcançar os seguintes incisos do art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes - Este inciso atende sobremaneira a proposta, uma vez que a mesma visa promover ações educativas de arte e cultura junto a criança e adolescentes, estimulando a criatividade, o conhecimento, a interação entre as diversas formas de expressão artística. Específicos: Produto: Curso / Oficina / Capacitação _ Música- Realizar oficinas de música, prática de coral e orquestra, durante todo o ano letivo, ministradas por profissionais de cada área;- Atender um público em torno de 420 alunos, entre 18 meses e 16 anos;- Adquirir bens e serviços necessários para as atividades de cada oficina;- Implementar as oficinas de prática de coral e orquestra;- Contratar professores das áreas de música, prática de coral e orquestra, com experiência na área e no atendimento a crianças, para ministrar as oficinas;- Promover a participação e inclusão dos alunos em eventos culturais, tanto internos como externos à instituição. Exemplo: Educandário Fest, Fest Junina, entre outros que venham a ocorrer.- Integrar as oficinas umas com as outras e, com o corpo docente, funcionários e famílias dos alunos do Educandário Santa Catarina. Produto: Curso / Oficina / Capacitação _ Artes cênicas - Realizar oficinas de artes e educação (dança e capoeira) durante todo o ano letivo, ministradas por profissionais de cada área;- Atender um público em torno de 600 alunos, entre 18 meses e 16 anos;- Adquirir bens e serviços necessários para as atividades de cada oficina;- Contratar professores das áreas de dança e capoeira, com experiência na área e no atendimento a crianças, para ministrar as oficinas;- Promover a participação e inclusão dos alunos em eventos culturais, tanto internos como externos à instituição. Exemplo: Festivais de Dança, Troca de Cordas de capoeira e eventos/ações da Instituição como: Educandário Fest, Fest Junina, entre outros que venham a ocorrer.- Integrar as oficinas umas com as outras e, com o corpo docente, funcionários e famílias dos alunos do Educandário Santa Catarina. Produto: Curso / Oficina / Capacitação _ Artes visuais- Realizar oficinas de artes e educação (fotografia e grafite) durante todo o ano letivo, ministradas por profissionais de cada área;- Atender um público em torno de 66 alunos, entre 18 meses e 16 anos;- Adquirir bens e serviços necessários para as atividades de cada oficina;- Implementar a oficina de grafite;- Contratar professores das áreas de fotografia e grafite, com experiência na área e no atendimento a crianças, para ministrar as oficinas;- Promover a participação e inclusão dos alunos em eventos culturais, tanto internos como externos à instituição. Exemplo: saídas fotográficas e eventos/ações da Instituição como: Educandário Fest, Fest Junina, entre outros que venham a ocorrer.- Integrar as oficinas umas com as outras e, com o corpo docente, funcionários e famílias dos alunos do Educandário Santa Catarina.
PRIMEIRA PARTE: ART. 1º DA LEI 8.313/ DE ACORDO COM AS FINALIDADES A proposta Oficinas de cultura e arte _ Transformando Realidades traduz o que o Educandário Santa Catarina, proponente, vem colhendo de resultados com a realização de ações de arte e cultura compartilhadas com seus alunos, professores, colaboradores, comunidade e demais participantes por meio de oficinas de arte educação.A proposta é uma iniciativa, do Educandário Santa Catarina, que em 2025, completou 89 anos de atividades ininterruptas. Visa continuar promovendo aos seus educandos, ações educativas e a oportunidade de aproximação com a arte e a cultura, oferecendo as oficinas de música, dança, capoeira e fotografia, que já ocorrem, e a implementação das oficinas de prática de coral, orquestra e grafite. A oficina de prática de coral será ministrada para crianças e adolescentes, e para os funcionários do ESC interessados. Serão 07 oficinas, que atenderão as crianças e adolescentes matriculados, um número que se aproxima dos 600 educandos matriculados, e ocorrerão durante todo o ano letivo.As oficinas a serem implementadas nesta proposta, a de orquestra e grafite, vem sendo realizadas pelo ESC, por meio de recursos oriundos de projeto aprovado no Edital De Chamamento Público Nº 01/2024/CMDCA de São José/SC (https://saojose.sc.gov.br/projetos-contemplados-2025-fia/). Com isso foi possível implantar as oficinas de orquestra e grafite. Com o Projeto contemplado intitulado "Ressoar: Intervenção musical com adolescentes", adquiriu entre outras itens, 32 instrumentos de cordas: 10 unidades de violas de arco 4/4 com estojo, 18 unidades violinos 4/4 com estojo e 4 violoncelos 4/4 com capa. E o projeto "Grafite e Transformação", além de contratar professor, vem adquirindo latas de tinta de diversas cores, e outro itens necessários à execução do mesmo, tais como rolo de tinta, pinceis, lápis grafite entre outros. Em ambos os casos o ESC oferece toda infraestrutura para sua execução, como salas para as aulas, pátio aberto e fechado, biblioteca para estudos e aulas presencias, área de muros paredes cega para as pinturas. Ambas as oficinas estão ocorrendo desde o início do ano de 2025.Para sua continuidade, estas oficinas estão inseridas nesta proposta, com objetivo de dar continuidade e sustentabilidade a ação de educação e ensino de arte para os educandos do ESC.Estas ações atendem ao Art.1 da lei, inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. A Constituição Federal Brasileira, em seu artigo 215, prevê que o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. O Educandário Santa Catarina -ESC atua contribuindo com à comunidade que assiste por meio de muitas ações interdisciplinares, com os, familiares e a comunidade do entorno.As oficinas serão ministradas por profissionais de cada área e, atenderá um público em torno de 600 alunos, entre 18 meses e 16 anos. O projeto propõe ações de capacitação para os professores da instituição proponente e da instituição escolar vizinha ao Educandário Santa Catarina, Escola Estadual Básica Nossa Senhora da Conceição. A sede do proponente possui espaço físico amplo e diverso, no município de São José, Santa Catarina, e oferece todas as condições necessárias, inclusive de acessibilidade, para a realização das atividades. Ao contratar profissionais da região, estimulando a economia, promovendo trabalho e renda, esta proposta atende ao Art. 1º, da lei 8.313/91, inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.As oficinas irão trabalhar o tema da Cultura Popular Brasileira, que permeará em todas as oficinas, proporcionando a integração de ações entre elas. No intuito de promover conhecimento sobre a cultura brasileira, além do aprendizado mediante as oficinas de arte e cultura, estas irão estimular o conhecimento da cultura regional e nacional por meio de temas da cultura popular. Assim, atendendo o Art. 1º da lei 8.313/91, incisos VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País.O Educandário Santa Catarina, proponente, instituição sem fins lucrativos, executou e prestou contas de projetos anteriores aprovados na Lei 8.313/91 e constatou a sua importância para a ampliação de suas ações junto ao corpo de alunos e professores e a comunidade de entorno. Com os recursos obtidos, foram adquiridos materiais e contratados profissionais para as ações educativas/culturais, as oficinas já existentes (dança, capoeira e fotografia) e permitiu a criação e implantação da oficina de música. É gratificante, para a Diretoria e equipe do ESC, acompanhar e monitorar os resultados obtidos junto as crianças a partir das atividades de, por exemplo, de musicalização e perceber como a música impacta em suas habilidades cognitivas (raciocínio linguístico, memória de longo prazo, planejamento e inibição), que são características que auxiliam no desempenho escolar.O ESC possui alunos de variadas complexidades desde Pessoa com deficiência (PCDs) a alérgicos que incluiu: Altista, Alergia proteína do Leite, Dermatite Atópica, Dificuldade Alimentar. Distúrbio Sangramento, Doença Pulmonar, Epidermólise Bolhosa, Epilepsia, Intolerância Lactose, Síndrome de Down , Síndrome de Jacobs, TDAH (Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), TDL (Transtorno Desenvolvimento da Linguagem), TEA (Transtorno Espectro Autista, TOD (Transtorno opositor desafiador). SEGUNDA PARTE: ART. 3º DA LEI 8313/91: ENQUADRAMENTO DOS OBJETIVOSCom a experiência e os resultados dos projetos anteriormente executados, a instituição com este projeto continuará a implementação, realização e ampliação das oficinas de dança, fotografia, capoeira e música; e inclusão das oficinas de prática de coral, orquestra e grafite.As ações de arte e cultura, já demonstraram por meio de ações desenvolvidas por várias entidades, na sua maioria sem fins econômicos, que atuam em comunidades de baixa renda e vulneráveis social e economicamente, que tem poder transformador, por ser a arte uma das formas de expressão da criatividade. O trabalho realizado, por meio das oficinas deste projeto, que atuará com os diversos segmentos da arte (música, dança, fotografia, capoeira, prática de coral, orquestra e grafite), com crianças e adolescentes, acreditamos que irá auxiliá-los no campo da criatividade, no seu desenvolvimento escolar.A proposta tem dois grandes objetivos principais:1) oficinas de arte educação: desenvolver competências relacionadas às temáticas ligadas ao processo de aprendizagem, através da experimentação e da expressão artística para os alunos;2) integração das oficinas umas com as outras, e todas com o corpo docente, demais funcionários e famílias dos alunos do Educandário Santa Catarina. Isto se dará, conectando as ações e atividades das oficinas oferecidas: música, dança, fotografia, capoeira, prática de coral, orquestra e grafite e, propondo algumas ações e atividades para também este público do entorno (corpo docente, funcionários, colaboradores e famílias), permitindo assim um maior acesso, uma melhor percepção e uma aproximação destes com as diversas áreas artísticas.A integração das atividades artísticas já existe naturalmente, uma vez que as oficinas ocorrem no espaço da instituição proponente, que tem salas especiais e áreas amplas, arejadas e verdes por todo o lugar. Atuar de forma mais direta, integrando as disciplinas e as atividades servirão para ampliar essas experiências. A ideia é de que os alunos explorem as relações entre as diferentes linguagens e suas práticas, permitindo que em uma mesma proposta as corporalidades, visualidades, musicalidades e espacialidades estejam presentes de maneira concomitante.As ações propostas atendem ao Art. 3º da Lei de Incentivo, I - incentivo à formação artística e cultural, mediante o inciso:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Entendendo que a manutenção de cursos são as oficinas ministradas para crianças e adolescentes de idades entre 18 meses e 16 anos, praticadas pelo Educandário Santa Catarina -ESC, instituição sem fins lucrativos, não de formação profissional, e sim lúdica, informativa, criativa e como auxílio no desenvolvimento pessoal.E o inciso d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins. O ESC, como instituição de educação básica, voltada para crianças de 0 a 6 anos e atua no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos com crianças e adolescentes de idade entre 7 até 16 anos com horário de contraturno, já atua com a participação de artistas e grupos convidados ou que realizam suas apresentações na execução de seus projetos na instituição. Durante a execução desta proposta, conta com os professores, na sua maioria profissionais das áreas de atuação das oficinas, e é por este motivo, que entendemos que este inciso se encaixa nos objetos do projeto.A proposta prevê também as seguintes ações:- Publicação do livro de fotografias resultado da oficina de fotografia;- Participação dos alunos em eventos culturais, tanto internos como externos à instituição Exemplo: Festivais de Dança, Troca de Cordas de capoeira, saídas fotográficas e eventos/ações da Instituição como: Educandário Fest, Festa Junina, entre outras).- Participação dos alunos em eventos culturais, externos à instituição tais como Festivais de Dança, Troca de Cordas de capoeira e saídas fotográficas;- Participação dos alunos em eventos culturais internos, realizados pela instituição, tais como: Educandário Fest, Festa Junina e Feijoada Solidária.Importante ressaltar que público beneficiado são os educandos da instituição, familiares, colaboradores, professores, moradores da Região de São José-SC, mais precisamente do bairro Roçado. São José, município com área de 150,5 km² de acordo com dados do IBGE de 2022, possui 270.299 moradores, 28 bairros, sendo que bairro Roçado está com 6.056 habitantes. Ressaltamos que não há seleção, todas as crianças e adolescentes matriculadas na Instituição Educandário SC, terão a oportunidade de participar do projeto, de acordo com a idade adequada para cada oficina.São José é o 4º maior município de Santa Catarina em população, tem 11.398 famílias cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico) que identifica potenciais beneficiários de programas sociais, possibilitando a inclusão social de famílias de baixa renda em programas como Tarifa Social de Energia Elétrica e Benefício de Prestação Continuada, entre outros.https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sc/sao-jose/panoramaEm 2025 atendeu 600 crianças, sendo que destas, 420 com idade entre 1 e 5 anos que permanecem em período integral na Educação Infantil e, 180 crianças e adolescentes entre 6 e 16 anos, no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, no contraturno escolar. A expectativa para o próximo ano continuar o atendimento destas 600 crianças e adolescentes. A integração e o aprendizado de informações com as ações ofertadas em cada oficina, atendem ao art. 3º da Lei 8313/91, no seguinte objetivo: I- V estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.Sobre as oficinas: Ocorrerão durante todo o ano letivo, são extracurriculares, porém todas os educandos serão atendidos, de acordo com a faixa etária de cada grupo e as propostas pedagógicas delas.A oficina de música será ministrada para aproximadamente 420 crianças e adolescentes, de 02 a 16 anos. A oficina de Dança será ministrada para aproximadamente 300 crianças e adolescentes, de 05 a 16 anos. A oficina de Capoeira será ministrada para aproximadamente 600 crianças e adolescentes, de 01 a 16 anos.A oficina de Fotografia será ministrada para 30 crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, sendo uma aula semanal de 3h de duração para cada turma.A oficina de Prática de coral será ministrada para aproximadamente 300 crianças e adolescentes, de 05 a 16 anos. A oficina de Orquestra será ministrada para aproximadamente 32 adolescentes, de 12 a 18 anos (público externo (comunidade) e os demais frequentam o Serviço de Convivência do Educandário Santa Catarina).A oficina de Grafite será ministrada para aproximadamente 36 adolescentes, de 12 a 18 anos (público externo (comunidade) e os demais frequentam o Serviço de Convivência do Educandário Santa Catarina).O Educandário Santa Catarina, vem atuando na área da educação desde os idos de 1936, sempre de forma continuada, atendendo crianças e jovens. Inicialmente seus objetivos era dar ao hanseniano, assistência mais humana e às crianças nascidas com o estigma, saúde, assistência e atenção. Projeto esse, da Sra. Eunice Weaver, uma empreendedora social. Com o avanço da ciência, o Mal de Hansen já pode ser tratado em casa sem o trauma da separação familiar, e o Educandário passou a oferecer Educação Infantil e Educação Complementar. Sempre de forma autônoma e assistencial, contando com a contribuição de pessoas físicas, empresas e órgãos públicos para a manutenção do espaço físico, estrutura, e atendimento das crianças e adolescentes.A possiblidade de uso da Lei Federal de Incentivo à Cultura (8313/91), motivou o Educandário a buscar outros parceiros que fortalecessem suas ações, principalmente ao que se refere às atividades de arte e cultura. Porque entende que a arte é transformadora de situações sociais, psicológicas, emocionais e educacionais fortalecendo laços. Este é o quarto projeto que o proponente inscreve na lei e, acreditamos que nossos parceiros institucionais continuarão apoiando as ações porque acreditam em seus objetivos. Entendemos que a lei é um mecanismo de política Pública de Cultura de extrema importância para o desenvolvimento humano, social e econômico local. Que promove a economia da cultura por meio da produção, difusão e circulação de bens e produtos culturais produzidos a partir do apoio das empresas que se beneficiam dos incentivos fiscais.O proponente, para fomentar a formação de gestores culturais e a propagação da informação sofre elaboração de projetos, contrata profissionais da área com experiência para atuarem em conjunto com a instituição reforçando os laços de conhecimento e aprendizado e, garantindo novas possibilidades para a manutenção e continuidade de suas ações. Esta ação atende ao Art. 3º da Lei 8313/91, enquadrando essa proposta no seguinte objetivo: V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
- NÚMERO DE BENEFICIADOS: Sobre o número de beneficiados nas oficinas, o proponente prevê 600 crianças para 2026. Mas este é o número de alunos matriculados, não o número de vagas nas oficinas. O número de alunos nas oficinas será de aproximadamente 1970, isto se dá porque os alunos participam de mais de uma oficina. A oficina de música será ministrada para aproximadamente 420 crianças e adolescentes, de 02 a 16 anos. A oficina de Dança será ministrada para aproximadamente 300 crianças e adolescentes, de 05 a 16 anos. A oficina de Capoeira será ministrada para aproximadamente 600 crianças e adolescentes, de 01 a 16 anos.A oficina de Fotografia será ministrada para 30 crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, sendo uma aula semanal de 3h de duração para cada turma.A oficina de Prática de coral será ministrada para aproximadamente 300 crianças e adolescentes, de 05 a 16 anos. A oficina de Orquestra será ministrada para aproximadamente 32 adolescentes, de 12 a 18 anos (público externo (comunidade) e os demais frequentam o Serviço de Convivência do Educandário Santa Catarina).A oficina de Grafite será ministrada para aproximadamente 36 adolescentes, de 12 a 18 anos (público externo (comunidade) e os demais frequentam o Serviço de Convivência do Educandário Santa Catarina).
PROJETO PEDAGÓGICO – OFICINA DE GRÁFITEObjetivo Geral: A proposta objetiva a realização de oficinas de desenho e grafite para adolescentes, viabilizando conhecimento técnico/prático, convívio social propositivo e promoção de saúde, através do desenvolvimento de temas relacionados à cultura jovem, assuntos de interesse dos participantes, direcionados para a prevenção ao uso de substâncias psicoativas, disseminando, de forma lúdica, informações sobre os prejuízos da adicção. O projeto pretende a realização de práticas de pintura artística com a técnica do grafite nos muros da instituição, dando visibilidade à ação e promovendo benefício à comunidade.Breve descrição do Projeto: O projeto consiste na realização de oficinas de desenho e grafite, norteadas pela implementação de temas pertinentes à cultura jovem, direcionado ao apoio psicossocial e disseminação de informações e práticas, que contribuam para a prevenção ao uso de substâncias psicoativas na adolescência. As intervenções aconteceram no espaço da sala de grupos, biblioteca e muros do Educandário Santa Catarina, além de propor a aquisição de tintas que vão complementar à adequação dos espaços para a intervenção.Ao mesmo tempo, a temática do desenho, grafite e cultura urbana, é utilizada como estratégia para engajar e mobilizar os adolescentes, enquanto agentes de transformação de suas realidades, oportunizando, através do trabalho conjunto da intervenção técnica da equipe multiprofissional e do educador social artístico a implementação de estratégia de arteterapia, onde o aspecto cultural é utilizado enquanto estratégia para a promoção de saúde, fomentando o desenvolvimento sadio e a qualidade de vida dos adolescentes.Profissionais envolvidos: Mayara Leandro Nascimento (coordenadora do projeto e psicóloga), Nichollas Bichuete Munhoz (educador social), Luana Rodrigues Nonato (auxiliar das oficinas). Justificativa do projeto: O grafite, como manifestação cultural urbana, representa uma linguagem próxima da juventude, capaz de favorecer a expressão criativa, a construção de identidade e o fortalecimento de vínculos sociais. Por meio do desenho e da arte urbana, pretende-se estimular reflexões sobre temas relacionados à adolescência, ao convívio comunitário e à prevenção do uso de substâncias psicoativas. Além disso, a intervenção artística nos espaços da instituição contribui para a valorização do ambiente escolar e a sensação de pertencimento dos jovens. Nessa direção, a escolha da temática do grafite e do hip-hop, objetiva o aprimoramento da leitura da realidade que adolescentes e jovens enfrentam nas singularidades de seus cotidianos. O desemprego, a precarização de serviços públicos, injustiças, violências, tudo isso faz parte do cotidiano de milhares de crianças e adolescentes no Brasil. Frequentemente, as mazelas da Questão Social ganham materialidade na vida dessas pessoas em desenvolvimento, seja na própria comunidade ou pelos noticiários, geralmente transmitidos na TV aberta em horários de alta audiência, isso sem falar da internet, grande universo de possibilidades e perigos. Segundo o site brasilescola.com.br: "A arte do grafite é uma manifestação artística que acontece em espaços públicos. (...) Os grafiteiros expressam narrativas da cidade, questões diversas que atravessam a realidade social, propondo críticas e reflexões por meio das formas, cores e traços nos muros. Junto a outras expressões artísticas, o grafite faz parte da cultura popular do hip hop, que traduz as vivências da rua por meio da arte." Assim, o projeto busca subsídio em elementos da realidade para, através de vivências, momentos de orientação coletiva, através de uma abordagem descontraída intermediada pelo grafiteiro, com suporte técnico especializado do psicólogo e do assistente social, para impactar o grupo, acolher e encaminhar as singularidades e ao mesmo tempo promover debates sobre a saúde mental, violência, uso de substâncias psicoativas, entre outros temas que conversam com a expressão cultural do grafite. As intervenções devem considerar adolescentes, suas falas, anseios, perspectivas e linguagens, instrumentalizando-os para os seus desafios e oportunidades da vida adulta, considerando a cultura urbana e musical recorrente daquele público, estabelecendo um campo de diálogo seguro, com suporte especializado.“ A arteterapia usa a atividade artística como instrumento de intervenção profissional para a promoção da saúde e a qualidade de vida, abrangendo hoje as mais diversas linguagens: plástica, sonora, literária, dramática e corporal, a partir de técnicas expressivas como desenho, pintura, modelagem, música, poesia, dramatização e dança.” (REIS, 2014). Assim, a intervenção e coordenação da proposta com a supervisão contínua do psicólogo, visa promover a inclusão, autoestima, senso de pertencimento e novas perspectivas de vida para os adolescentes. Metodologia: As oficinas serão realizadas de forma prática e participativa, combinando momentos de diálogo, troca de experiências e produção artística. Elas estão acontecendo todas as segundas-feiras em dois horários. Pela manhã das 10h às 11h30 e no período vespertino das 13h30 às 15h. Durante as oficinas o planejamento é dividido em etapas, sendo elas:• Acolhimento: breve roda de conversa sobre o tema do encontro.• Exploração teórica: contextualização sobre grafite, artistas de referência e técnicas.• Prática artística: exercícios de desenho, criação de esboços e pinturas coletivas.• Reflexão: discussão sobre o processo criativo e relação com os temas propostos (cultura jovem, prevenção, convivência).• Intervenção no espaço físico: aplicação dos grafites em muros e áreas definidas da instituição. Público atendido: O projeto é destinado a adolescentes, com idade entre 12 e 18 anos, residentes em São José que estejam matriculados na rede obrigatória de ensino com frequência satisfatória. Atualmente o projeto propõe 36 vagas, sendo divididos em duas turmas de 18 adolescentes por período. Hoje participam do projeto 12 adolescentes do público externo (comunidade) e os demais frequentam o Serviço de Convivência do Educandário Santa Catarina. Temas norteadores das oficinas: (exemplos por encontro)• Identidade e diversidade cultural• Amizade e as relações de confiança• Sonhos, futuro e projetos de vida• Música, dança e expressões urbanas• Prevenção e escolhas saudáveis• Arte como transformação social Recursos que estão sendo utilizados:• Materiais de desenho (papel - folhas A4 e cartolinas, lápis, lápis de cor, canetas, canetinhas, borrachas e apontadores).• Tintas spray coloridas, pincéis, rolos.• Espaços adequados (sala de grupos, biblioteca, muros). Resultados Esperados:• Ampliação do repertório sociocultural dos adolescentes.• Transformação Social e Comunitária: Jovens empoderados e conscientes. nb• Fortalecimento da autoestima e dos vínculos sociais.• Aproximação dos jovens com práticas culturais positivas.• Conscientização sobre os riscos do uso de substâncias psicoativas.• Cor e ressignificação dos espaços coletivos da instituição. _____________________________PROJETO PEDAGÓGICO – OFICINA DE ORQUESTRAJustificativa da PropostaAs oficinas de música para adolescentes visam promover a democratização do acesso à cultura, enquanto ferramenta de transformação social. Objetivando a integralidade dos benefícios que impactam múltiplos fatores no processo de desenvolvimento de adolescentes e jovens. As oficinas de música norteada para a constituição de uma orquestra de cordas, visam promover o ensino básico de instrumentos musicais, a integração, a união de forças e talentos, onde cada componente é convocado a se comprometer para que se possa atingir os objetivos propostos, que são: desenvolver a musicalização e memória musical, contribuir para a formação teórica e técnica para o manuseio dos instrumentos de cordas, desenvolvimento da habilidade de escuta e o trabalho coletivo, orientado para o protagonismo do ação cultural que se desdobra das oficinas propostas.A música é o resultado da intervenção humana sobre o elemento sonoro, o som, que sutilmente impacta os ambientes e as pessoas, seja como hobby, na rua sem intenção, como entretenimento, um barulho que desperta uma emoção, como profissão e como propósito de encontros sociais, entre tantas outras situações. É um elemento de grande influência na vida dos adolescentes, pois ela possibilita o autoconhecimento e é muito importante na construção da personalidade e da formação sociocultural.Através da metodologia apresentada, objetiva-se fornecer ferramentas para que os adolescentes explorem diferentes aspectos de suas personalidades através da música, que possam experimentar diferentes estilos e expressões, muitas vezes refletindo seus próprios processos de autodescoberta, além de exercerem papel deliberativo na execução da proposta.No estudo da neurociência direcionado à evidenciar os benefícios da música na adolescência, é possível identificar benefícios como: melhora da cognição na fase de desenvolvimento, expressão emocional, construção de relacionamentos, identidade, desenvolvimento de habilidades motoras e linguagem. Segundo um estudo produzido na universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, a música presente na adolescência é capaz de estimular as respostas cerebrais com relação ao som, além de melhorar o desempenho escolar. Além disso, a música também é utilizada como terapia (musicoterapia), e demonstra um forte efeito terapêutico para diversas alterações neurológicas como afasia, autismo ou dislexia. A concentração também é um fator que pode ser lapidado pela música, especialmente quando falamos da música clássica. Para sair de momentos de melancolia, para promover o autoconhecimento, para lembrar memórias felizes, para expressar raiva, paixão, alegria e tristezas. A música é um excelente recurso para a liberação das emoções, seja ouvindo ou tocando. No estudo citado, com a utilização de aparelhos de diagnóstico por imagens, os cientistas mediram a liberação de dopamina (um neurotransmissor relacionado ao humor e ao prazer) e a atividade do cérebro, e constataram que esse neurotransmissor tem sua produção aumentada ao ouvir ou tocar música. A música contribui para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de prazer, de surpresa e de expectativa.De acordo com Carrano (2000), “a juventude deve ser compreendida como uma complexidade variável: os jovens são diferentes porque diferentes são seus modos de viver, diferentes são seus espaços e tempos sociais, diferentes são suas identidades”. Assim, é possível concluir que para o desenvolvimento de políticas sociais, projetos e ações que respondam às demandas do público juvenil, deve-se considerar a diversidade de oportunidades, a inclusão de suas expectativas para a execução de ações eficientes. De acordo com Gonçalves (2008, pg. 182), “as ações de promoção da saúde, apesar de uma relação estreita com a perspectiva da prevenção, não se confundem. Promover ações em saúde, "consiste em proporcionar à população as condições necessárias para melhorar e exercer o controle sobre sua saúde, envolvendo: paz, educação, moradia, alimentação, renda, ecossistema estável, justiça social e equidade". Assim, as políticas públicas e ações da sociedade civil para a promoção em saúde devem considerar a integralidade de fatores que possam influenciar no desenvolvimento dos adolescentes, onde, como na presente proposta, as oportunidades culturais podem fomentar a ampliação dos níveis de saúde da população. Identificação Do ObjetoPromoção do bem-estar de adolescentes através de intervenção musical que objetiva a aprendizagem do manuseio de instrumentos musicais, oportunidade de convívio social para os adolescentes, interligados por um propósito e a democratização dos benefícios da música enquanto expressão sociocultural e recurso para promoção nos níveis de saúde. Objetivo Geral da Proposta e Resultados EsperadosO objetivo é a implementação de oficinas que ensinem a habilidade com instrumentos musicais, oportunizando de maneira sistemática, vivências que possam subsidiar o desenvolvimento de talentos, interação coletiva e trabalho em equipe, em uma experiência de protagonismo com vistas à articulação para formação de uma orquestra de Cordas no Educandário Santa Catarina. Objetivos Específicos da Proposta● Oportunizar a aprendizagem básica de instrumentos musicais de cordas para adolescentes e o desenvolvimento de habilidades relacionadas;● Estimular a capacidade de trabalho em equipe e valorizando as interações sociais propositivas enquanto determinante em saúde mental;● Fomentar a criação e desenvolvimento de uma orquestra de câmara no Educandário Santa Catarina e estimular o protagonismo cultural de adolescentes. Abrangência da propostaA proposta objetiva o atendimento de adolescentes residentes no município de São José, com possibilidade de atendimento a encaminhamentos realizados pelo CRAS/CREAS e busca ativa, inicialmente na Escola Municipal Maria Luiza de Melo no bairro Kobrasol /SJ e no Colégio Estadual Nossa Senhora da Conceição no bairro Roçado/SJ, podendo ser estendida a outros encaminhamentos da rede e busca ativa em outras escolas do município. A efetivação das matrículas será realizada com a preferência para o perfil socioeconômico familiar de até 3 salários-mínimos de rendimento. Participantes do SCFV poderão participar da candidatura às vagas, mediante inscriçãoespecífica e idade superior a 12 anos de idade. Público Beneficiário (Direto e Indireto)● Direto: 32 adolescentes● Indireto: Famílias, comunidade e rede de serviços que necessitem de opção para o direcionamento de demandas pertinentes ao objetivo do projeto. Perfil do Público BeneficiárioO projeto é destinado a adolescentes, com idade entre 12 e 18 anos, residentes em São José que estejam matriculados na rede obrigatória de ensino com frequência satisfatória, com preferência para adolescentes em situação de vulnerabilidade e/ou encaminhados pela rede de proteção social de São José. Quantidade de usuários a serem atendidosO projeto atenderá 32 adolescentes semanalmente, oportunizando 2 horas de atividade semanal para cada integrante, sendo 1 de atividades direcionadas em grupos de até 6 pessoas e 1 hora de atividades comuns, divididos em naipes (instrumentos) ou ensaio geral, com todos os 32 participantes. Metodologia e Abordagem da PropostaAs oficinas vão acontecer duas vezes por semana, possivelmente às terças-feiras e às quintas-feiras e terão cada uma duração de 1 hora, totalizando a média de 80 horas de atividades para cada participante, o qual também receberá um certificado de participação, elaborado pela instituição na conclusão do período. Desse modo, cada participante terá oportunidade uma hora para participar do ensaio em grupos de até 6 participantes, conforme os horários e distribuição dos grupos, que serão definidos pelos oficineiros e participantes, e uma hora de ensaio geral ou em naipes, que será realizado pelos dois professores de música, concomitantemente.O ensino básico de instrumentos em uma orquestra de cordas oferece aos participantes a oportunidade de desenvolver habilidades musicais de forma integrada e colaborativa, fundamentada na prática orquestral. Ao dividir os estudantes em turmas menores, com no máximo 6 alunos, é possível proporcionar atenção personalizada enquanto se mantém a dinâmica de grupo essencial para o aprendizado coletivo. A organização das aulas por naipes — violino, viola e violoncelo — reflete a estrutura da orquestra, permitindo aos alunos se familiarizar com as especificidades de seus instrumentos e, ao mesmo tempo, compreendam a importância da coesão e da sincronia no conjunto. Os encontros vão ser ministrados por dois professores, de forma simultânea, mas em ambientes separados para as aulas por grupo e ambiente comum quando em naipes ou ensaio geral. ENSINO BÁSICO DE INSTRUMENTOS EM UMA ORQUESTRA DE CORDASAulas coletivas de instrumentos:- (3 grupos de instrumentos violinos, cada um com 6 participantes por hora);- (2 grupos de instrumentos violas, cada um com 5 participantes por hora);- (1 grupo de instrumento violoncelos, com 4 participantes por hora);- (1 hora semanal de ensaio geral1 com todos os participantes). É pretendido para o grupo a efetivação da metodologia através da seleção de 2 a 3 músicas, dependendo do desenvolvimento do coletivo2. Objetiva-se:- 1 música clássica - Selecionada pelos professores, objetivando a fundamentação do ensino a contextualização histórica da história da música clássica e seus diversos benefícios.- 1 música popular brasileira - Escolhida pelos adolescentes e jovens, através da votação de 5 opções de títulos, a serem selecionadas pelos professores. Objetivando a valorização da cultura nacional e a conectividade com o público da apresentação na festa da família e eventuais amostras.- 1 música da atualidade - Selecionada pelos adolescentes e jovens, após lista de sugestões fornecidas pelo coletivo, com a supervisão dos professores para a avaliação da faixa etária do público. Objetivando o engajamento dos adolescentes e a participação deliberativa do grupo.Os ensaios gerais e de naipe, realizados semanalmente, fortalecem a interação entre os músicos e facilitam o desenvolvimento de habilidades como ritmo, entrosamento e interpretação musical. Essa metodologia permite que os alunos não apenas aprendam a tocar, mas também se integrem ao processo coletivo de criação musical, estimulando seu crescimento artístico e social. O coletivo de adolescentes e jovens, após distribuição das vagas/instrumentos, sendo atendidos em naipes/grupos, conforme apresentado no quadro a seguir:Terça-feira: das 17:45 às 18:45 horas - grupo 1 violinos - 1 professorTerça-feira das 17:45 às 18:45 horas - grupo 1 violas - 1 professorTerça-feira: das 19:00 às 20:00 horas - grupo 2 violinos - 1 professorTerça-feira das 19:00 às 20:00 horas - grupo 2 violas - 1 professorQuinta-feira: das 17:45 às 18:45 horas - grupo 3 violinos - 1 professor Quinta-feira: das 17:45 às 18:45 horas - grupo violoncelos - 1 professor Quinta-feira: das 19:00 às 20:00 horas - Ensaio naipes e geral - 2 professores 1 Nos primeiro dois meses do projeto os ensaios gerais serão realizados por naipe musical (instrumento), com a finalidade de nivelar e alinhar o grupo para a abordagem coletiva.2 O número de músicas trabalhadas ao longo das oficinas pode variar de 2 até 4, dependendo do desenvolvimento e sincronia do grupo. ____________________________PROJETO PEDAGÓGICO – PRÁTICA DE CORAL INTRODUÇÃOO canto coral é uma atividade em grupo que ajuda a desenvolver a convivência, a escuta, a empatia e o trabalho em equipe. Cantar junto exige atenção aos colegas, respeito e disciplina, mas também traz prazer, aumenta a autoestima e reforça o sentimento de pertencimento. Em um contexto educativo, essa prática favorece a inclusão, a colaboração e a valorização das diferentes vozes.A aula de prática de coral reúne os participantes para cantar em conjunto, com orientação técnica e musical. Durante as atividades, são trabalhados elementos como afinação, ritmo, respiração, articulação e interpretação. Também há exercícios de escuta e integração, que fortalecem o trabalho coletivo e incentivam a participação de todos. OBJETIVOS GERAIS- Promover a convivência e o espírito de grupo por meio da prática vocal;- Estimular a escuta musical, a afinação e a expressividade;- Incentivar o respeito à diversidade através da cultura popular brasileira e regional;- Ampliar o contato dos alunos com diferentes estilos musicais e culturas;- Apoiar o desenvolvimento da autonomia, da responsabilidade e da criatividade; OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Trabalhar a respiração, a articulação e a projeção da voz;- Introduzir técnicas vocais básicas de maneira lúdica;- Desenvolver a percepção musical e o senso rítmico;- Favorecer a escuta coletiva e o entrosamento vocal entre os colegas;- Explorar canções em uníssono e com divisões simples de vozes;- Valorizar a cultura musical brasileira;- Criar espaços para expressão corporal;- Preparar apresentações que divulguem o processo coletivo dentro e fora do Educandário Santa Catarina;- Garantir um ambiente acolhedor e acessível a todos os participantes; METODOLOGIAA oficina será organizada em encontros semanais, com estrutura fixa para oferecer segurança e continuidade ao grupo. Cada aula terá momentos de acolhida, aquecimento vocal e corporal, jogos musicais e ensaio de repertório.As músicas escolhidas serão trabalhadas de forma progressiva, respeitando o tempo e o ritmo do grupo. A ideia é começar com canções em uníssono, e ir, gradualmente, introduzindo arranjos vocais de duas ou mais vozes. Durante o processo, serão valorizadas a escuta, a colaboração e a liberdade de expressão. O repertório será formado por músicas brasileiras e canções regionais, com ênfase na valorização da cultura e do folclore. A proposta é iniciar pela exploração das macrorregiões do país e, gradualmente, avançar para um trabalho de pesquisa voltado às microrregiões, incluindo, por exemplo, canções de pequenos municípios que retratem a herança cultural brasileira. Nesse processo, também poderão ser incluídas músicas de origem ligada à tradição de imigrantes italianos, portugueses, japoneses e de outras nacionalidades, além de expressões da cultura afro-brasileira. RECURSOS UTILIZADOS- Exercícios vocais e respiratórios;- Repertório impresso e recursos visuais;- Instrumentos harmônicos de apoio (Piano);- Aparelho de som para reprodução musical, incluindo microfones para amplificação das vozes;- Jogos rítmicos e dinâmicas corporais;- Materiais de apoio como letras impressas e pastas;- Músicas em áudio e vídeo como referência; AVALIAÇÃOA avaliação será contínua e focada no envolvimento dos alunos. Será observada a participação, o progresso individual e coletivo, a escuta ativa, o respeito ao grupo e o comprometimento com o processo. Mais importante que o desempenho técnico é o desenvolvimento do aluno como sujeito expressivo e participante. RESULTADOS ESPERADOSEspera-se que os alunos descubram a potência de suas vozes e desenvolvam maior segurança para se expressar. Que se sintam pertencentes ao grupo, valorizados em suas singularidades e motivados a construir algo em conjunto. A prática coral busca ser um espaço de crescimento humano, onde a música sirva como ponte entre a arte, a convivência e o afeto. ____________________________OFÍCINA DE MÚSICA - PROJETO PEDAGÓGICO INTRODUÇÃO A música é uma arte intrínseca da humanidade, ela se configura como uma parte elementar das culturas e identidades dos povos, de famílias e da subjetividade das pessoas. Não há como separar a música da humanidade, e é, portanto, da maior importância torná-la acessível, rica, transformadora para todos os públicos, com uma atenção maior às crianças, que quanto mais cedo expostas a ela em sua diversidade, mais benefícios poderão tirar deste contato.A música é um elemento da expressão humana desde os seus primórdios, estando presente em todas as civilizações como representação cultural e social e configurando-se como um traço intrínseco da história da humanidade.O ensino de música verdadeiramente inclusivo, pressupõe que todas as pessoas que façam parte dele, os estudantes, os educadores, os funcionários e demais envolvidos na construção deste contexto de inclusão como o setor administrativo escolar e os próprios pais e/ ou familiares estejam engajados em uma participação plena nas atividades propostas, evidentemente considerando-se cada um dos respectivos papeis nesse processo.Para tanto também as vozes das próprias crianças precisam ser consideradas para que o processo de ensino de música seja inclusivo. Respeitar e mesmo estimular a autonomia das crianças em seus processos de aprendizagem, conduzindo-as para suas ações coletivas é uma responsabilidade decisiva dos educadores e as aulas de música no ensino infantil são espaços auspiciosos para estas práticas. A autonomia individual é a condição da afirmação do indivíduo na sociedade. Parafraseando Sarmento, nenhuma criança se desenvolve sem outras pessoas, o que demanda que sua autonomia seja incentivada a caminhar em conjunto com a sociedade, e esta declinação é, de acordo com as palavras do autor, uma responsabilidade formativa dos professores da educação infantil.As aulas de musicalização infantil conferem um momento lúdico, descontraído e que possibilita práticas integrativas em que todos se sintam envolvidos e motivados a trabalhar, explorar e conhecer. Isto faz com que seja auspicioso delimitar planejamentos de aula que se utilizem deste espaço de descontração e socialização para promover a participação coletiva, adaptando as atividades, quando necessário, para que todos se sintam convidados a participar.A música, especialmente praticada de forma coletiva é essencial para desenvolvimento da criatividade, imaginação e socialização, sendo este último o tópico principal desta oficina. Ao aprender música, o jovem tem acesso a um conhecimento que faz parte da história da humanidade, não há cultura e não há sociedade sem a presença da música.O potencial socializador da música é tão grande, que deste cerimonias religiosas a festas de diversas culturas, a música se faz presente. Além de trabalhar o desembaraço, a autoestima, a comunicação, a expressão e o desenvolvimento intelectual do aluno. A música para além do entretenimento, preparando o aluno para a exercer sua cidadania de forma crítica, visando sempre a coletivização.Este ano optamos por dividir a oficina de música em dois Formatos: Musicalização para a Educação Infantil e Prática de Conjunto para os alunos do Centro de Convivência. OBJETIVOS GERAIS Das aulas de Musicalização Infantil destinadas às crianças de 0 a 6 anos, do Ensino Infantil do Educandário Santa Catarina Conduzir os primeiros contatos das crianças com a música, apresentando-lhes através das atividades propostas nas aulas de musicalização infantil, uma diversidade de padrões melódicos, tonais, e diversidades presentes nas métricas das canções trabalhadas em sala de aula, a fim de enriquecer essas experiências musicais iniciais, que quanto mais se servirem da diversidade através de um repertório rico, melhor terão condições de se desenvolver naturalmente em seus processos de aprendizagem musical.Também a percepção musical se faz um objetivo central e através da apresentação de instrumentos diferentes pelas crianças, que serão mostrados a cada semana, e as cantigas de roda, com canções da cultura popular brasileira e materiais desenvolvidos por estudiosos do ensino de música para o público infantil, o que se pretende é oferecer uma aula dinâmica, planejada afim de fluir um momento divertido, afetivo e seguro para que as crianças conheçam a música, cantem, se expresse, dancem e manuseiem diferentes instrumentos musicais.Por fim, ampliar o conhecimento musical do aluno, através da prática em conjunto, oportunizando a convivência com instrumentos diversos, com os diferentes gêneros e poéticas musicais, apresentando novos estilos, proporcionando uma prática e escuta reflexiva do repertório que lhe é apresentado. Das aulas de Prática de Conjunto destinadas às crianças que tenham entre 7 a 16 anos e integrem o Centro de Convivência - Serviço de assistência social oferecido como contraturno de crianças e adolescentes que estejam cursando o ensino fundamental em outras escolas públicas e participem das oficinas e projetos do Educandário Estimular a convivência e socialização através da música. Desenvolver a sensibilidade e o senso estético do aluno, através da diversidade de repertórios. Proporcionar consciência corporal, expressão vocal, estimular a autoconfiança e autoestima, empatia e consciência coletiva. Trabalho Continuado: da Musicalização Infantil à Prática de Conjunto Neste ano do projeto foi feita a opção de dividir as oficinas de música em dois formatos: a Musicalização Infantil destinada ao Ensino Infantil, com práticas que explorem mais a ludicidade e a percepção musical e a oficina de Prática de Conjunto, para estudantes que tenham entre 7 a 16 anos e integrem o Centro de Convivência.Essa escolha foi feita a fim de selecionar atividades mais adequadas para cada faixa etária e atender da melhor maneira as turmas, explorando suas capacidades, habilidades e potenciais que estão diretamente relacionados ao seu momento de desenvolvimento escolar.Desta forma as Oficinas se conversam e compartilham de vários elementos e fundamentos em comum e trabalham de maneira complementar, com o intuito de que a Musicalização seja, nos anos seguintes do projeto, uma preparação para a Oficina de Prática de Conjunto. OBJETIVOS ESPECÍFICOSDas aulas de Musicalização Infantil destinadas às crianças de 0 a 6 anos, do Ensino Infantil do Educandário Santa Catarina - Trabalhar através das cantigas de roda músicas geracionais da cultura popular brasileira;- Oferecer um repertório rico em diversidade de métricas, padrões tonais e melódicos;- Apresentar semanalmente um instrumento musical diferente para que as crianças o conheçam pelo seu nome, som, características físicas e o manuseiem;- Trabalhar a percussão corporal para que a criança compreenda seu corpo como um instrumento de expressão;- Trabalhar a educação musical inclusiva, incorporando atividades e adaptações para que todas as crianças se sintam convidadas a participar das aulas de musicalização infantil;- Estimular a agência e autonomia infantis, intercalando momentos de condução e de livre expressão, para que as crianças se sintam engajadas, seguras e participantes ativas de seus processos de aprendizagem musical;- Trazer no conteúdo das aulas e dentro das atividades momentos de afeto, trabalhando a inteligência emocional e a afetividade das crianças;- Trabalhar com as crianças, através dos planos da aula, a rotina de uma aula de musicalização infantil, com momentos marcados como acolhida, aquecimento vocal, dança, canto, manuseio de instrumentos, atividades coletivas, atividades individuais, relaxamento e despedida, para que as crianças ao longo do percurso do semestre, já entendam a métrica das aulas. Esta segurança lhes ajuda a compreender como se portar por si mesmas e trazer suas opiniões, desejos, angústias, em um espaço seguro, lúdico e acolhedor;- Trabalhar a ludicidade em todas as atividades propostas, e através da imaginação, fantasia e brincadeira contribuir com a aprendizagem musical das crianças;- Oferecer a contação de histórias como um recurso das aulas de música; Das aulas de Prática de Conjunto destinadas às crianças que tenham entre 7 a 16 anos e integrem o Centro de Convivência - Serviço de assistência social oferecido como contraturno de crianças e adolescentes que estejam cursando o ensino fundamental em outras escolas públicas e participem das oficinas e projetos do Educandário - Permitir o acesso à escuta de vários gêneros e estilos musicais;- Conhecer diferentes repertórios da música popular em seu contexto histórico e social, a fim de desenvolver uma escuta crítica.- Executar ritmos básicos da música brasileira e estrangeira, com percussão corporal e instrumentos disponíveis na oficina;- Conhecer e aplicar os conceitos de melodia, harmonia e ritmo;- Cantar e memorizar letras de canções de diversos repertórios, analisando o seu conteúdo.- Estimular a criatividade, através de atividades lúdicas, improvisação e composição de suas próprias músicas e canções; - Construir um repertório diverso a partir das músicas trabalhadas em aula;- Promover práticas musicais inclusivas para alunos com deficiência.- Promover e estimular a inclusão e respeito a diversidade através da música;- Oportunizar o desenvolvimento da consciência individual, da percepção do outro, da socialização, da cooperação e empatia através da música, do canto e do movimento. METODOLOGIADas aulas de Musicalização Infantil destinadas às crianças de 0 a 6 anos, do Ensino Infantil do Educandário Santa CatarinaA metodologia de trabalho utilizada para a musicalização infantil direcionada para primeira infância e Ensino Infantil bebe de diversas fontes, bagagem que foi e permanece a ser adquirida através de cursos, grupos de estudos de educação musical para crianças, meu trabalho de pesquisa dentro da Universidade, voltado a investigar ferramentas, propostas e possibilidades do ensino de música para a educação infantil e o contato direto com o trabalho de outros professores de música e suas abordagens, estratégias e referenciais.A cultura popular é uma professora poderosa, as cirandas, o folclore, as cantigas de roda que são passadas de geração em geração, os gêneros musicais da música popular como o Coco, o Samba e tantos outros ritmos que configuram a brasilidade dentro da música e são tradicionais, seculares e muito ricos por seus crivos afetivos, históricos e identitários. Procuro, portanto, dentro de minhas propostas de aula, assegurar este direito das crianças a um relacionamento íntimo e estimulante com suas culturas, a fim de que se sintam pertencentes e importantes e possam, mais tarde, repassar estes conhecimentos de valor imensurável.Considero, a Teoria de Aprendizagem Musical elaborada por Edwin Gordon, meu principal referencial dentro do trabalho de musicalização infantil, com um olhar especial para a primeira infância.A teoria proposta por Gordon tem como ponto focal protagonista a interação musical da criança, que se compreende anterior e mais importante que o próprio desenvolvimento de competências musicais, o autor entende que a internalização da música na formação de uma criança é o ponto chave da educação musical na primeira infância. A criança é posta em contato com a música, ela ouve e coleciona os sons, quanto mais o ambiente for rico em tonalidades, harmonias e métricas mais o proveito que irá retirar posteriormente (GORDON, 2015, p.49).Segundo a Teoria de Aprendizagem Musical proposta por Gordon (2000) quanto mais exposta à diversidade musical [1] em seu cotidiano, mais rico se dará o processo de aprendizado daquela criança. E nesta lógica o ambiente familiar, escola, e demais locais de convivência, são em muito, responsáveis pela cultura musical que aquela criança está adquirindo através do que o autor chama de “educação musical não estruturada”.Para Gordon a música não é um talento especial concedido a um número pequeno de indivíduos, mas uma habilidade natural dos seres humanos, que quanto mais cedo estimulada, mais se desenvolverá naturalmente. A música, é única para os seres humanos e, como as outras artes, é tão básica como a linguagem para a existência e o desenvolvimento humano” (GORDON, 2000, p. 6).As aulas são sempre organizadas contendo alguns elementos básicos, que eu denomino de momentos. O momento inicial é o da acolhida, e ele é muito importante, é sempre cantada alguma música de boas-vindas a aula de musicalização que referencie o nome da criança, isso lhe confere uma autoestima, ela se sente participante e importante para aquela aula, depois procura-se por alguma atividade para que possamos fazer sons com nossas vozes, estalar as línguas, inflar e esvaziar as bochechas de ar, fazer exercícios simples de aquecimento musical, imitar sons de animais, sirenes, buzinas. Depois é trazida alguma atividade que envolva a corporeidade, após aquecermos nossas vozes é o momento de aquecermos também nossos corpos, danças livres ou conduzidas, percussão corporal, pulos acompanhando os pulsos da canção, acompanhamento com batidas de mãos, pés, movimentos hora mais acelerados, hora mais vagarosos. Depois são trabalhadas pelo menos outras duas canções que tenham métricas musicais diferentes, para ensinar também através do contraste, intercalo entre canções que apresento às crianças e outras com as quais elas já estejam familiarizadas. O momento que se segue é o da surpresa, além do instrumento de acompanhamento, utilizado para tocar as canções que estão sendo trabalhadas durante a aula, geralmente o violão e/ou ukulele e eventualmente piano ou teclado, é apresentado, como surpresa, para as crianças um segundo instrumento, elas fecham os olhos e eu o mostro, interrogando se elas já conhecem qual é o seu nome e sabem qual som ele reproduz. Cantamos uma canção com o acompanhamento daquele instrumento e são passadas as recomendações para como a criança deve se portar no manuseio daquele instrumento musical, sendo necessário ter delicadeza, cuidá-lo, manuseá-lo suavemente e passar para o colega mais próximo, a fim de que todos tenham um momento com aquele instrumento em mãos. O momento subsequente é de extrema importância, o relaxamento, pois é o momento em que é tocado um instrumento, ou colocado um áudio em gravação de uma música relaxante e as crianças são convidadas a terem este momento de introspecção, momento em que suas atenções são direcionadas, através de comandos, para suas próprias respirações, a trilha sonora é composta por músicas instrumentais, clássicas, suaves, para que também tenham contato com mais este estilo musical, depois deste rápido momento nos alongamos e vamos para o momento final da música, em que todas as crianças são convidadas a se levantarem para dançar a música de despedida.A rotina é considerada um recurso fundamental das aulas, conferindo segurança para as crianças, quanto mais familiarizadas com essas sequências mais fluidez ganhamos nas nossas aulas, sendo possível aproveitarmos ao máximo nosso momento das aulas de musicalização infantil. Das aulas de Prática de Conjunto destinadas às crianças que tenham entre 7 a 16 anos e integrem o Centro de Convivência - Serviço de assistência social oferecido como contraturno de crianças e adolescentes que estejam cursando o ensino fundamental em outras escolas públicas e participem das oficinas e projetos do EducandárioPara a realização da Oficina de Prática de Conjunto, cujo público-alvo são os estudantes do contraturno, de faixa etária entre 7 a 16 anos, será adotada uma metodologia que conversa com modelo CLASP (TECLA) do educador musical Keith Swanwick. Tal modelo é amplamente explorado no ensino de música, assim como em outras artes. A escolha deste modelo para guiar a metodologia nas oficinas de música, se dá pelo fato de proporcionar ao aluno um vasto espectro de atividades que se relacionam, os três principais eixos são: Composição, Apreciação e Performance. Os dois eixos secundários são: Técnica e Literatura.Visando proporcionar atividades lúdicas e práticas, o modelo CLASP nos permite exercer atividades diversas, que se adaptam a várias situações. Levando em consideração que esta oficina de música possui turmas com idades heterogêneas e alunos com realidades distintas.Esses conteúdos serão trabalhados em atividades que envolvem sempre práticas coletivas, visando a colaboração, a iteração e percepção do outro, tocando e cantando em conjunto. A apreciação é o primeiro passo adotado por esse modelo, onde o aluno terá contato com repertórios diversos, canções da MPB, música brasileira de várias matrizes, Rock, Pop, RAP, Reggae, além de canções trazidas pelos próprios alunos, a fim de ingressar na música partindo de sua realidade.Após apreciar estas canções, chega a hora da performance, dividindo a turma em naipes com os instrumentos disponíveis e montando um arranjo para a execução da música em questão. Ao fazer o arranjo coletivamente os alunos já estão experimentando uma forma de composição, onde eles mesmos tem o controle do que acontece na música, sem reproduzir simplesmente de forma passiva. A literatura é um tópico que envolve uma escuta crítica do repertório, levando em consideração a canção no seu contexto histórico e social. A técnica e abordada de forma que o aluno consiga executar básico para que a performance ocorra bem. Em um último estágio será proposto para cada turma compor sua própria música de forma coletiva. RECURSOS UTILIZADOS- Teoria da Aprendizagem Musical (Music Language Theroy, MLT by Gordon)- Padrões melódicos- Técnicas de Canto Popular- Divisão de vozes e coro- A dança e a coreografia como elementos de expressão- Movimento Laban: fluidez, espaço e tempo- Parâmetros musicais básicos: grave e agudo; alto e baixo; suave e ruidoso; sons agradáveis e desagradáveis; sons da natureza; cenário musical- Oficina de construção de instrumentos com materiais recicláveis- Contação de histórias com efeitos musicais- Conhecimento e apresentação dos instrumentos musicais variados bem como a associação de sua imagem, som e nome- Percepção musical- Introdução ao universo das notas musicais na perspectiva Ocidental- Jogos musicais- Ludicidade dentro das atividades musicais- Trabalho de valores, afetividade e maturidade emocional- Instrumentos disponíveis na escola- Aparelho de som para execução de músicas- Quadro pautado. AVALIAÇÃONão são empregadas ferramentas de avaliação concreta propriamente dita, uma vez que o objetivo das aulas de musicalização infantil e de prática de conjunto extrapolam que se aprenda a cantar e/ou tocar um instrumento, sendo mais importante dar a criança a oportunidade de contatos musicais previamente planejados, aumentando seus repertórios e referências e servindo para seus parâmetros de percepção musical.As aulas de musicalização infantil estão inseridas no movimento de inclusão, fazendo parte da iniciativa da educação musical inclusiva, portanto as atividades serão sempre que necessário adaptadas para atender a todas as crianças dentro de suas possibilidades físicas, psíquicas, comportamentais, respeitando suas subjetividades e as necessidades educacionais específicas de cada um.
I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação;O projeto será realizado nas dependências do Educandário Santa Catarina-ESC, que está devidamente habilitado e preparado para pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida, com sinalização adequada e providos de rampas de acesso, com espaço adequado para mobilidade de cadeirantes, atendendo aos requisitos dispostos no artigo 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no artigo 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. II - no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla); A comunidade do Educandário Santa Catarina-ESC é composta por crianças e adolescentes que apresentam diversidade em termos de desenvolvimento, umas mais motivadas, comunicativas, desinibidas e desenvolvidas física e cognitivamente, enquanto outras apresentam a oralidade menos clara, e com certa dificuldade na execução de tarefas, com o desenvolvimento proximal à idade pouco desenvolvido. A característica do Educandário Santa Catarina é acreditar no potencial da criança, assim, ao estimulá-la a interagir com uma pluralidade cultural favorecendo no seu desenvolvimento. Previsão de Casos PCDs por oficina:Dança 108Alergia proteína do Leite 2Dermatite Atópica 1Dificuldade Alimentar 1Distúrbio Sangramento 1Doença Pulmonar 1Epidermólise Bolhosa 1Epilepsia 2Intolerância Lactose 1Síndrome de Down 1Síndrome de Jacobs 0TDAH (Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) 25TDL (Transtorno Desenvolvimento da Linguagem) 11TEA (Transtorno Espectro Autista) 51TOD (Transtorno opositor desafiador) 10 Música 114Alergia proteina do Leite 2Dermatite Atópica 1Dificuldade Alimentar 1Disturbio Sangramento 1Doença Pulmonar 1Epidermolise Bolhosa 1Eplepsia 2Intolerancia Lactose 1Sindrome de down 1Sindrome de Jacobs 1TDAH (Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) 25TDL (Transtorno Desenvolvimento da Linguagem) 11TEA (Transtorno Espectro Autista) 56TOD (Transtorno opositor desafiador) 10 Capoeira 114Alergia proteina do Leite 2Dermatite Atópica 1Dificuldade Alimentar 1Disturbio Sangramento 1Doença Pulmonar 1Epidermolise Bolhosa 1Eplepsia 2Intolerancia Lactose 1Sindrome de down 1Sindrome de Jacobs 1TDAH (Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) 25TDL (Transtorno Desenvolvimento da Linguagem) 11TEA (Transtorno Espectro Autista) 56TOD (Transtorno opositor desafiador) 10 Fotografia 98Alergia proteina do Leite 0Dermatite Atópica 0Dificuldade Alimentar 0Disturbio Sangramento 0Doença Pulmonar 0Epidermolise Bolhosa 0Eplepsia 1Intolerancia Lactose 0Sindrome de down 0Sindrome de Jacobs 0TDAH (Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) 25TDL (Transtorno Desenvolvimento da Linguagem) 11TEA (Transtorno Espectro Autista) 51TOD (Transtorno opositor desafiador) 10 Canto Coral 98Alergia proteina do Leite 0Dermatite Atópica 0Dificuldade Alimentar 0Disturbio Sangramento 0Doença Pulmonar 0Epidermolise Bolhosa 0Eplepsia 1Intolerancia Lactose 0Sindrome de down 0Sindrome de Jacobs 0TDAH (Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) 25TDL (Transtorno Desenvolvimento da Linguagem) 11TEA (Transtorno Espectro Autista) 51TOD (Transtorno opositor desafiador) 10 As oficinas Culturais propostas, tem a função de proporcionar a vivência de estímulos sensoriais e perceptivos por meio da exploração de diferentes materiais específicos de cada oficina.As ações de acessibilidade para as crianças e adolescentes recebem atenção especial seguindo a recomendação dada aos educadores por especialistas, que é a de conhecer cada um, de forma individual, perceber como cada um aprende e valorizar suas singularidades. Estas crianças têm características diversas.Todas as crianças e adolescentes com necessidades especiais com laudos fechados, são atendidas e acompanhadas pela Associação de Pais e Alunos dos Excepcionais-APAE, da Fundação Catarinense de Educação Especial, clínicas particulares e projeto Multiprofissional desenvolvido nas dependências do Educandário. O Educandário recebe a visita de Especialistas destas instituições para prestar atendimento e orientações junto as mesmas. As medidas e ações para o atendimento das crianças e adolescentes com algum tipo de deficiência, em todas as oficinas, são:- Todas as crianças participam igualmente das atividades das oficinas;- É estimulado o convívio com outras crianças e adolescentes por meio de brincadeiras e atividades de interação;- Acolhimento, ou seja, promoção do bem-estar de todas as crianças e adolescentes em sala de aula;- Conhecê-las individualmente. Observá-las e auxiliar na interação espontânea com os colegas durante as aulas;- Promoção de atividades exploratórias em sala de aula (manuseio dos instrumentos musicais (música e capoeira), movimentos corporais (Dança e capoeira), trabalhos de observação do olhar (fotografia);- Fazer interação com os pais de forma permanente;- Estratégia de ensino inclusiva, por meio da execução das atividades propostas respeitando a limitação, porém, de maneira que potencialize suas habilidades. ACESSIBILIDADE para PCDs VISUAIS e ACESSIBILIDADE para PCDs AUDITIVOSComo não há casos de crianças surdos e deficientes auditivos, cegos e portadores de baixa visão, o proponente compromete-se, em se houver algum caso durante a execução deste projeto, assumir ações com custos próprios.As ações de acessibilidade e inclusão de cada oficina, como descritas acima, fazem parte do programa das oficinas e não tem a previsão de custos. III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.- Redação em linguagem simples da Instrução Normativa, do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, do Manual de Aplicações de Marcas do Ministério da Cultura e dos manuais operacionais do mecanismo Incentivo a Projetos Culturais pelo Ministério da Cultura.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO– PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO – MÚSICA- PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES CÊNICAS- PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES VISUAISO objetivo do projeto é atender diretamente as 600 crianças e adolescentes com idade entre 18 meses a 16 anos que se encontram em situação de vulnerabilidade social, que têm difícil acesso a arte e cultura, e indiretamente, suas famílias que são estimuladas a participar mais ativamente do desenvolvimento de seus filhos. Seja em casa ouvindo relatos das crianças de seu dia a dia no Educandário ou assistindo as atividades culturais que seus filhos participam. Serão 180 crianças e adolescentes, de 06 a 16 anos, no serviço de convivência e fortalecimento de vínculos/contraturno escolar e; 420 crianças, de 1 a 5 anos, na educação infantil, totalizando 600 atendimentos diários. De acordo com o Capítulo V, Seção II, Art. 23 da IN 01/2022, informamos que não haverá venda de ingressos para os participantes. O acesso é integralmente gratuito, isto é 100%. E as empresas patrocinadoras, colaboradores e convidados são convidados a visitar os espaços onde ocorrem as oficinas, previamente agendado com a gestão. No caso desta proposta, democratizar, significa levar a uma grande parte de pessoas, principalmente as crianças e adolescentes que frequentam a instituição proponente, além de convidados e profissionais que atuarão no projeto, o acesso ao produto cultural ofertado pelo mesmo. AMPLIAÇÃO DE ACESSO– PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO – MÚSICA- PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES CÊNICAS- PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES VISUAISReconhecemos a importância do acesso à cultura e à criatividade, por meio das ações educativas por meio da arte, como uma forma de erradicação da pobreza de conhecimento, ampliação do conhecimento e oportunidades de trabalho. Isso contribui no atendimento do alcance do Objetivo de desenvolvimento Sustentável (ODS 1) que trata da erradicação da miséria: “A cultura gera desenvolvimento humano porque fornece instrumentos de conhecimento, reconhecimento e autoconhecimento.” Acreditamos que ofertando e proporcionado arte e cultura para as camadas mais vulnerais da sociedade, estamos praticando democratização e ampliação de acesso aos bens e produtos culturais, e promovendo cidadania. Informamos que não há inscrições para as oficinas. O motivo é que esta proposta foi desenvolvida para oportunizar que todas as crianças e adolescentes matriculadas no Educandário SC, participem das atividades de oficinas culturais. As oficinas são 100% gratuitas, de caráter social, educativo e de formação artística, em conformidade com itens abaixo, do Art. 47 da IN 23/2025, do Ministério da Cultura, incisos:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores Ocorrem registros das ações em fotos e vídeos durante a execução do projeto que são disponibilizados nas redes sociais. O projeto conta com Assessoria de Imprensa, que através de releases e com a imprensa viabiliza mídia espontânea, entrevistas e matérias desenvolvidas para mídia radiofônica, televisiva e escrita.
EDUCANDÁRIO SANTA CATARINAFunção no projeto: Coordenação Geral, Coordenação Administrativa-financeira, Captação de Recursos e ProponenteDesde 12 de dezembro de 1936CNPJ – 79.427-944/0001-08Rua João Grumiché, 755 – Roçado – São José/SC CEP: 88106100 Contatos:Telefone: 48 3247-0877 / 48 991338104E-mail: educandário.rec@gmail.com educandariosc@gmail.comfaleconoscoeducandariosc@gmail.comPresidente: MARLY ZILIOTTO GOMESSuperintendente Geral: CLÉA DUARTE RAITZ HISTÓRIAEm 12 de dezembro de 1936, foi formada em Santa Catarina a Sociedade Eunice de Assistência aos Lázaros, com a presença do Governador do Estado Sr. Nereu de Oliveira Ramos e a Presidente da Federação de Assistência aos Lázaros, Sra. Eunice Sousa Gabi Weaver. Denominado Educandário Santa Catarina, a instituição teve em seus objetivos iniciais dar ao hanseniano uma assistência mais humana e às crianças nascidas com o estigma, saúde, assistência e atenção.Nestes 85 anos o Educandário Santa Catarina passou por muitas transformações: em 1979 deixou de ser internato para filhos sadios de hansenianos, pois, com o avanço da ciência, o mal de Hansen já pode ser tratado em casa sem o trauma da separação familiar, passando a oferecer a partir dos anos 70, Educação Infantil e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, atendendo as demandas sociais. MISSÃOPrestar serviço de assistência social, educação infantil e educação complementar às crianças da grande Florianópolis. Oferecendo espaço diferenciado e aprimorando a qualidade das relações, por meio de um trabalho humanizado. VISÃOSer reconhecida pela comunidade pelos serviços prestados às crianças atendidas e pela valorização dos seus colaboradores e parceiros. VALORES- Transparência;- Eficiência;- Qualidade;- Comprometimento;- Organização;- Inovação;- Disciplina;- Solidariedade;- Ética;- Honestidade;- Respeito;- Empatia;- Perseverança;- Diversidade;- Consciência Sócia Ambiental;- Valorização das pessoas. SERVIÇOA Sociedade Eunice Weaver de Florianópolis, mantenedora do Educandário Santa Catarina, é uma instituição do Terceiro Setor, voltada para a Educação. Atende atualmente 540 crianças e adolescentes, sendo que destas, 420 com idade entre 1 e 5 anos que permanecem em período integral na Educação Infantil e 120 crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos, no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, no contraturno escolar.Um trabalho realizado visando promover o desenvolvimento integral das crianças atendidas, respeitando suas individualidades e garantindo a cada uma delas o acesso a processos de construção de conhecimentos e a aprendizagem de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, ao respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e interação com outras crianças. PROPOSTA PEDAGÓGICAConforme o Projeto Político Pedagógico da instituição, o Educandário Santa Catarina lança seu olhar sob a concepção de infância, marcada por verdadeiras experiências, considerando a criança como seres competentes e ativos, produtores de cultura, protagonistas em todo o processo de aprendizagem, tendo seu potencial intelectual, social, moral e emocional cuidadosamente cultivado.A instituição atua como facilitadora desta educação, tendo por finalidade possibilitar um ensino aprendizagem onde a criança possa desenvolver-se, objetivando a construção da autonomia, do senso crítico, aprimorando suas habilidades e competências. Nossa concepção de Educação vem a emergir todos esses potenciais fortalecendo a teoria pedagógica a ser seguida, enfatizando para que esse tempo seja pleno de possibilidades, oportunidades e conhecimento na construção do cidadão. EVENTOS REALIZADOS EDUCANDÁRIO FEST 2018 e 2019:Evento beneficente. É a marca da instituição. Recebe em torno de 6 mil pessoas em 2 dias de evento.• Sábado a noite: Bingo com barracas de comidas típicas• Domingo: Almoço com atrações musicais e barracas de comidas típica• Observação: Nos anos de 2020 e 2021 não aconteceu este evento por conta da pandemia da covid-19. Em 2022 retornamos com o evento no formato drive thru e bingo online FESTA JULINA 2018 e 2019:Evento beneficente, aberto aos familiares e comunidade. Recebe em torno de 3.000 pessoas.• Sábado: Brincadeiras; Barracas de comidas e doces típicos; apresentações artísticas das crianças e adolescentes.• Observação: Nos anos de 2020 e 2021 não aconteceu este evento por conta da pandemia da covid-19. Em 2022 retornamos com o evento normalmente. FEIJOADA DO BEM 2018 e 2019:Evento beneficente, aberto aos familiares e comunidade. Recebe em torno de 2.000 pessoas.• Sábado: Almoço e apresentações artísticas das crianças e adolescentes que participam das oficinas de dança e capoeira.• Observação: Nos anos de 2020 e 2021 não aconteceu este evento por conta da pandemia da covid-19. FESTA DA FAMÍLIA 2018 e 2019:Evento realizado pela instituição para receber a família das crianças e adolescentes. Recebe em torno de 2.000 pessoas.• Sábado: Lanche coletivo com as famílias, oficinas ou apresentações realizadas com as crianças e professores.• Observação: Nos anos de 2020 e 2021 não aconteceu este evento por conta da pandemia da covid-19. Em 2022 retornamos o evento normalmente. OFICINA DE CAPOEIRA 2018 e 2019:Evento realizado pela instituição. Recebe em torno de 400 pessoas.• Encontro Nacional de Capoeira - Troca de Cordas: Realizado nas dependências do Educandário com as crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e seus familiares e com as crianças do Grupo 6 da Educação Infantil.• Observação: Nos anos de 2020 e 2021 não aconteceu este evento por conta da pandemia da covid-19. Em 2022 retornamos o evento normalmente. OFICINA DE FOTOGRAFIA 2018 e 2019:Atende as crianças e adolescentes do Serviço de Convivência com idades entre 6 e 14 anos.Participação em Excursões Culturais e em Exposições e eventos realizados por profissionais da área da imagem.• Confecção do Livro de Fotografia: Educandário em Cores.• Observação: Nos anos de 2020 e 2021 não aconteceu esta oficina por conta da pandemia da covid-19. OFICINA DE DANÇA 2017, 2018 e 2019:Atende as crianças e adolescentes do Serviço de Convivência com idades entre 6 e 14 anos.• Festival de Dança do Shopping Itaguaçu: Apresentação das crianças e adolescentes.• Festival a Noite é uma criança do CIC – Centro Integrado de Cultura:Apresentação das crianças e adolescentes• Apresentações Diversas: Prefeitura Municipal de São José; Empresas parceiras do Educandário, entre outros.• Observação: Nos anos de 2020 e 2021 não aconteceu esta oficina por conta da pandemia da covid-19. PROJETO ACALINHA 2018Por iniciativa da Academia Catarinense do Livro – ACALI, crianças de 3 instituições foram convidadas a realizar releituras de histórias clássicas, e que esses escritos das crianças fossem transformados em um livro: ACALInha. Com o intuito de disseminar a leitura e fortalecer essa prática cultural.As 3 instituições participantes:Educandário Santa Catarina, Instituto Padre Vilson Grah - IVG e IGK - Fundação Kuga Kuerten.• Foi feita uma apresentação que envolvia as oficinas de Capoeira, Dança, Música e Fotografia. MÍDIA SOBRE A INSTITUIÇÃO• Jornal O Diário Catarinense / abril 2019.• Jornal Notícias do Dia / Setembro 2019.• Jornal Notícias do dia / Julho 2021 ---------------------------------SALETE MARTINSFunção no projeto: Coordenadora Pedagógica das oficinasFORMAÇÃOEnsino Fundamental 1970 a 1978 São JoséEnsino Médio 1993Superior: Pedagogia Habilitação Deficiência Auditiva UFSC / FlorianópolisPós-graduação: Especialização em Educação Especial de 1992 a 1993 em Itajaí/SCEspecialização Gestão de Recursos Humanos em 1998 a 1999 em Florianópolis EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL• Cargo: Pedagoga de 1995 a 2018Secretaria do Estado de Saúde de Santa CatarinaInstituto de Psiquiatria de Santa CatarinaChefia do setor de Pedagogia • Cargo: Coordenadora Pedagógica de 2000 a 2017Sociedade Eunice Weaver de FlorianópolisCoordenadora das oficinas e educadoras sociais do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos CURSOS E QUALIFICAÇÕES• Ciclo de Palestras 20hs• SIPAT /Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina• Sexualidade• Encontro de Saúde mental ------------------------------------REDE MARKETING CULTURALFunção no projeto: Consultoria em Gestão Cultural e Captação de recursosA Rede Marketing Cultural é uma empresa que desenvolve conteúdos e executa projetos a fim de promover conexões culturais entre as marcas e seu público. Presta serviços de consultoria, planejamento e gestão de projetos, conectando artistas e produtores com instituições e iniciativa culturais. Sua equipe possui experiência na gestão e planejamento, desenvolvimento e execução de projetos culturais, tendo desenvolvido ações para empresas, instituições sem fins lucrativos, órgãos públicos e agentes culturais. A equipe possui experiência na gestão e planejamento, desenvolvimento e execução de projetos culturais, tendo desenvolvido ações para empresas, instituições sem fins lucrativos, órgãos públicos e agentes culturais. Desde 2012 intensificaram a atuação, potencializando sua relação com a cultura e com a qualidade das ações desenvolvidas. O valor financeiro aportado no projeto cultural contribui para o desenvolvimento local, gerando trabalho e renda para a cadeia produtiva da área incentivada.https://drive.google.com/file/d/1QNXF_lKOVD-Bpop0MN5VCJqDoKN66JPs/view?usp=drive_link -----------------------------------Os oficineiros serão definidos durante a execução do projeto. O perfil destes são profissionais graduados e/ou com formação em conservatório da área específica em cada oficina de arte.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.