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1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca - SP levará à população, de maneira gratuita, várias das expressões das artes e culturas urbanas. Serão realizados, entre 09 e 19/07/2026, uma mostra de graffiti, uma batalha de rima e uma exibição de discotecagem e breaking dance: cada evento será alocado em uma data do período mencionado,sempre aos finais de semana, no Parque Pedro Morilla Fuentes, e contará com oficinas e ações de interação com o público, além do contato direto com as artes urbanas. Como se trata da cidade de Franca - SP, a "Capital Nacional do Basquete", o evento contará também com exibições de basquete 3x3 e oficinas para mostrar essa modalidade, originária das ruas periféricas dos Estados Unidos,como mais uma forma de arte urbana aos participantes do evento. Ao final, o que se pretende é levar às comunidades dois finais de semana de muita cultura, convivência com artistas e artes urbanas e fomentar a diversidade cultural acessível, gratuita e democrática.
Os conteúdos do 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca e das atividades culturais secundárias serão os seguintes: a) Graffiti: a exibição de graffiti terá como tema central a valorização do graffiti e do artista da região de Franca - SP, a partir da seleção de artistas visuais e obras por parte da curadoria do evento. Os próprios artistas selecionados farão oficina à população, na qual contarão suas trajetórias e como essa arte visual pode ser uma alternativa inclusive de emprego e renda na vida do jovem periférico; ao final, o público presente será convidado a pintar seus próprios murais em graffiti, a partir de técnicas ensinadas na própria oficina, em madeirites e com sprays fornecidos pela própria organização do evento. b) Breaking Dance: a curadoria organizará um verdadeiro baile de hip hop, com discotecagem, passos e batalhas de b-boys e b-girls para o público. Na oficina, a curadoria selecionará artistas visuais de renome na dança urbana para mostrar o que é essa arte visual, que hoje inclusive é alçada a esporte olímpico, dada sua relevância, e terminará a intervenção convidando o público presente a uma grande aula coletiva de breaking dance. c) Street ball: mais que convidar o público a arremessos, a inclusão do street ball como arte urbana tem a finalidade de apresentar essa modalidade como parte integrante da cultura urbana, de modo que curadoria e equipe técnica do projeto contem ao público presente a interligação do basquete de rua com o surgimento das demais expressões artísticas do evento e como todo o conjunto de expressões faz parte da cultura urbana. Vale lembrar que a cidade de Franca, sede do evento, é conhecida como capital nacional do basquete, tem uma população que conhece essa modalidade esportiva tradicional, o que torna ainda mais relevante, na difusão do conhecimento das artes à população, trazer essa inter-relação de cada expressão cultural enquanto parte do todo que é a cultura urbana. Nas oficianas, a curadoria do evento cuidará dessa temática, e também haverá uma oficina sobre a importância da arte e da cultura na saúde mental, e intervenções de ex-jogadores contando como a arte e o esporte podem ser transformadores sociais. d) Batalha de MCs: a curadoria nomeará corpo de jurado que conduzirá um evento de batalha de rimas, ao melhor estilo da Batalha no Topo, organizada pela própria True School Crew. Ao longo do evento, os próprios jurados realizarão oficinas em que não somente contarão ao público suas trajetórias individuais, mas apresentarão esse estilo musical, contarão como é conduzido uma batalha de MCs e mostrarão ao públilco interessado como essa arte, que é mais recente e tem conquistado cada vez mais adeptos, especialmente dentre a população periférica, pode ser uma abertura de porta para carreiras profissionais. Todos os eventos acima, principal e secundários, serão de classificação livre, destinado a todos os públicos e faixas etárias.
Objetivo Geral: Realizar o 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca, integralmente gratuito para a população. Objetivos Específicos:1. Realizar uma mostra de graffiti, com exposição de pinturas de artistas regionais e realização de intervenções ao vivo, inclusive com participação da população, mediada pelos próprios artistas expositores; 2. Realizar uma batalha de rima, com MCs da região de Franca, e uma oficina na qual artistas convidados contarão a própria trajetória dentro das rinhas de MC e as possibilidades de formação cultural e pessoal daí advindas; 3. Realizar uma exibição de discotecagem e breaking dance, com oficina de dança à população ministrada pelos próprios artistas participantes; 4. Relizar exibições de basquete 3x3 e oficinas culturais que mostrem ao jogadores e público participante como esse esporte pertence ao rol das artes urbanas.
Arte urbana é o termo que designa as manifestações artísticas e culturais encontradas e praticadas em espaços urbanos, manifestadas a partir de performances, pinturas, interpretações, declamações, competições etc. Por se tratar de arte em espaço urbano, essas manifestações tem como característica a interação com a comunidade, que acaba por vivenciar, ou ao menos presenciar e visualizar, as várias expressões das artes urbanas em seu dia a dia. A arte-educadora Laura Aidar (vide: https://www.todamateria.com.br/arte-urbana/) considera que "na prática, a arte urbana representa o encontro da vida com a arte, pois essa união se dá naturalmente enquanto o ser humano vive e se desloca pela cidade." Assim é ao redor do mundo: com a difusão da cultura urbana, primeiro nos grandes centros, e agora também no interior de diversos países, é possível encontrar graffitis, saraus, batalhas de rima, breaking dancers, b-ballers (jogadores de basquete 3x3) etc. em qualquer lugar, e é possível perceber que essas artes andam juntas, são interligadas, onde há quadras de basquete de rua, há graffiti no entorno, discotecagem e dança durante os jogos e, quando acaba a partida, o espaço vira palco para mais dança, rinha de MCs, batalhas de rimas, saraus e muita difusão cultural. E é exatamente isso que o 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca pretende realizar, por meio do presente projeto. Embora estudos datem a origem das artes urbanas, especialmente das pinturas como forma de passar mensagens à sociedade, tal como faz o graffiti, à Grécia Antiga (vide: Arte Urbana: o grafite e suas relações com a cultura e a sociedade contemporânea, de W. S. Vicente, https://repositorio.uninter.com/handle/1/1451), a forma contemporânea da cultura urbana remonta aos anos 1970, quando, nos maiores núcleos urbanos dos Estados Unidos, especialmente em regiões periféricas, a população passa a expressar suas artes dentro da própria comunidade. A partir daí, e apesar do preconceito que sempre recaiu sobre a arte urbana, especialmente ao graffiti, a arte urbana se propôs a sair de seus espaços para mostrar à população suas expressões. É quando a cultura urbana passa a ocupar espaços centrais, pertencer de fato ao núcleo urbano como um todo. E é por se tratar de uma arte originariamente periférica e urbana, que muitas vezes a temática dos graffitis, das rimas e até mesmo das coreografias de dança falam sobre questões sociais, políticas e econômicas. No Brasil, é também a partir dos anos 1970 que os primeiros murais em graffiti aparecem em São Paulo. E, assim como em outras cidades ao redor do mundo, é a partir desse momento que as artes urbanas passam a galgar espaço no cotidiano das cidades, inclusive por meio da poesia urbana (vide: Sobre o graffiti em São Paulo e no Brasil, de F. N. Gonçalves, https://www.e-publicacoes.uerj.br/contemporanea/article/view/17581). Outras capitais e cidades maiores acompanham esse movimento, até que, nos anos 1980, as expressões da cultura urbana passam a ser também vistos e sentidos nas cidades do interior. Em Franca, o processo histórico é exatamente esse, com o aparecimento das artes urbanas acompanhando a difusão da prática do skate e do street ball (basquete 3x3) nas periferias da cidade (vide: Graffiti: ética, estética e poética, de A. Valente e O. F. Boemer, https://repositorio.unesp.br/items/0fcab143-9e51-46ca-9a12-acc5c96b7e32/full). A princípio orgânico, realizado por artistas individuais e grupos esporádicos, o movimento das artes urbanas acaba ganhando corpo com o surgimento de coletivos, com destaque para o True School Crew, nascido em 1997 e grande expoente das artes urbanas francanas, que organiza eventos como o Hip Hop Park Jam e a Batalha no Topo, com ênfase na discotecagem, breaking dance e batalhas de rima. O grupo conta com participação nacional e internacional em diversos eventos, expõe as artes e os artistas urbanos de Franca ao redor do mundo, e possui trajetória cultural renomada e reconhecida na cidade. Entretanto, falta em Franca um evento que reúna todas as expressões das artes urbanas, inclusive o street ball, e leve esse evento efetivamente à cidade, a uma área de ampla circulação, fora dos centros periféricos e dos locais onde a cultura urbana já é conhecida e amplamente difundida. O 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca pretende exatamente isso: levar as artes urbanas e os artistas urbanos de Franca para o parque do Ginásio Pedro Morilla Fuentes, conhecido como Pedrocão, cujo acesso é gratuito à população e já conta com instalações adequadas em suas diversas quadras, com acessibilidade arquitetônica, pontos de energia elétrica, banheiros e bebedouros adaptados para PCDs. O local, pertencente à prefeitura e é gerido pela Fundação Esporte, Arte e Cultura de Franca - FEAC, que costumeiramente cede o local para eventos do proponente, conforme consta nos anexos desta proposta, e terá quadras cobertas disponibilizadas para todas as atividades, quais sejam: a) dois dias com mostra de graffiti, com exposição de pinturas de artistas regionais e realização de intervenções ao vivo; b) dois dias com discotecagem, breaking dance, com oficina de dança à população, e batalha de rima, com MCs da região de Franca, e uma oficina na qual artistas convidados contarão a própria trajetória dentro das rinhas de MC e as possibilidades de formação cultural e pessoal daí advindas. Ao longo desses dias, o evento também disponibilzará, concomitantemente às ações acima, mantendo o caráter interligado das artes urbanas tal como sua origem nos anos 1970, exibições de basquete 3x3 (street ball), que terá também intervenções com oficinas de ex-jogadores de basquete contando como a arte, a cultura e o esporte são fatores de mudança da sociedade, a partir das próprias experiências. As artes urbanas contarão com curadoria da própria True School Crew, cujo orçamento consta nos anexos desta proposta e confirma anuência do coletivo o evento, que emprestará ao evento sua expertise em ações de arte urbana com a comunidade, e trará artistas de renome regional para todas as linhas de ação do evento. Já as oficinas e intervenções do street ball contarão com a participação de ex-jogadores da Seleção Brasileira de Basquete que foi terceira colocada no mundial juvenil da categoria em 1983. Nomes como Fausto Gianecchini, Luiz Augusto Zanon, Fernando Minucci, Paulo Villas Boas, dentre outros (cartas de anuência e currículos já emitidos) eram jovens positivamente impactados pela arte e esporte que trarão suas experiências aos praticantes da arte do street ball. Com isso, por sua gratuidade e pelo conjunto de ações culturais e formativas nas artes urbanas que o projeto contempla, são plenamente atendidos os seguintes incisos do art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Além disso, o evento, configurado em circuito que expõe e apresenta diversas artes urbanas, atende à mesma Lei, em seu artigo 3º, inciso II, alínea 'c', que determina que a concessão do incentivo cultural deverá contemplar projetos que tenham como objetivo (caput) o fomento à produção cultural e artística (inciso II), mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (alínea c). A entrega do evento à população de Franca contempla, portanto, todos os requisitos legais; mais ainda, conta com grande relevância, por tratar das artes urbanas e sua relevância inclusive para a formação de jovens nas artes, para o conhecimento de diversas culturas e expressões artísticas e pelo convívio que permitirá com artistas e pessoas positivamente impactadas pelas artes e pela cultura.
As artes urbanas e a cultura urbana, por seu diálogo direto com a população periférica, possuem, para além do valor artístico propriamente dito, substancial relevância enquanto ações formadoras de jovens em populações social e economicamente vulneráveis. Esse cenário é visto também na cidade de Franca - SP, cidade-sede da presente proposta, onde os eventos desse segmento artístico quase sempre ocorrem nas quebradas, direcionados para grupos populacionais determinados, sem que toda a população seja atendida. Por outro lado, a expansão da cultura urbana, com o breaking dance e o basquete 3x3 alçados a esportes olímpicos, com a prática dessas modalildades chegando ao público em geral, mesmo fora das periferias, e com o hip hop, o rap, os MCs e o graffiti cada vez mais difundidos enquanto elementos da cultura contemporânea, a sociedade vem passando a ver e conviver cada vez mais com as artes urbanas, inclusive com quebra de preconceitos que recaiam fortemente sobre a cultura preta e da periferia. Com isso, quando o presente projeto pretende levar as diversas expressões da cultura urbana para um local de ampla movimentação, o que se pretende é, primeiro, gerar uma oportunidade para que artistas urbanos e admiradores dessa cultura possam se juntar, visto que o evento acontecerá em local de fácil acesso, gratuito e com acessibilidade, com transporte público oriundo de todos os pontos da cidade, capaz de juntar todas as quebradas de Franca e região em um verdadeiro circuito de cultura urbana. E, para além disso, o fato do evento ocorrer no poliesportivo de Franca (parque Pedro Morilla Fuentes), as artes e oficinas chegarão a toda a população, visto se tratar de um local de amplo acesso e muito frequentado por toda a população. Isso mostra a relevância do projeto, que poderá ser marcado como um grande encontro de cultura, e, mais ainda, como um forte elemento para que a população local, como um todo, tenha acesso e conhecimento das artes urbanas, entenda cada uma de suas expressões, participe de uma vivência a partir das oficinas e faça de Franca um marco da cultura urbana no Brasil.
O 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca tem como motivação a ideia do proponente de fornecer à população de Franca um evento em local de fácil e que contemple várias das expressões culturais das artes urbanas, especialmente aquelas mais praticadas na cidade, inclusive com a possibilidade de contar para os interessados que a cultura basqueteira da cidade tem no street ball um representante do rol das artes urbanas. Franca possui conselho de cultura, sarais culturais, park jams de hip hop, artistas urbanos de expressão e de rodagem inclusive internacional; entretanto, os eventos de cultura urbana normalmente ocorrem de maneira pontual, direcionados a uma comunidade específica, sem reunir efetivamente toda a cidade em seu entorno, que é o que se pretende fazer com o formato proposto. Inclusive, ao levar o evento para um local de amplo acesso, de grande circulação de pessoas, e com toda a estrutura de estacionamento, banheiros, energia elétrica e cobertura que o parque Pedro Morilla Fuentes possui, o projeto mira alcançar pessoas de áreas centrais, menos periféricas, que tem menos ou nenhum contato com as artes urbanas, fazendo desse encontro uma apresentação verdadeira e rompedora de barreiras ideológicas e até mesmo preconceitos que comumente recaem sobre artistas urbanos. Quanto às obras, especificamente, o único evento secundário do projeto que prevê criação encontra-se nas oficinas de graffiti. Nelas, que terão como temática central a valorização do artista regional, a ideia é que o processo criativo dos próprios artistas e do público participante do evento recaia também sobre a regionalidade, retrate a cena urbana de Franca e região, respeitado o processo criativo e as técnicas de cada pessoa e profissional. Ao final, todas as pinturas e murais serão doados à FEAC - Fundação Esporte, Arte e Cultura de Franca, que gere não somente o espaço municipal onde será o evento, mas também gerencia praticamente todas as ações culturais e esportivas emanadas do Poder Público local. Com isso, a municipalidade pode, a seu critério, realizar exposições, levar o material a escolas e centro comunitários, realizar mostrar e fazer com a cultura urbana, neste caso especificamente o graffiti, siga sendo difundido dentro da comunidade local, inclusive como alternativa para emprego e renda da população.
Todo o espaço a ser usado no 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca conta com acessibilidade arquitetônica já instalada, com rampas de acesso, corrimões, vagas para deficiente e banheiros e bebedouros adapatados. A equipe de trabalho contará com apoio de orientadores para PCDs visuais, com realização de audiodescrição ao vivo dos eventos e de suas ações, especialmente quando se tratar de obras em graffiti, e com interpretação simultânea das oficinas em LIBRAS. Toda a equipe envolvida no evento também fará capacitação prévia com profissional devidamente habilitado para a acessibilidade atitudinal, de modo que todo o pessoal envolvido no 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca tenha preparo para lidar com indivíduos e questões que envolvam acessibilidade.
Inicialmente, é preciso frisar que o 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca consiste em um circuito de arte urbana, que apresentará diversas expressões da cultura urbana, e contará com oficinas direcionadas ao público participante ao longo dos dias do evento. Não há, portanto, produto, bem ou serviço a ser produzido que possa ser distribuído, ou ingressos a serem comercializados de maneira diferenciada, conforme o art. 27 da Instrução Normativa MINC 01/2023, que estabelece procedimentos relativos à apresentação, à recepção, à seleção, à análise, à aprovação, ao acompanhamento, ao monitoramento, à prestação de contas e à avaliação de resultados dos programas, dos projetos e das ações culturais do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). A democratização do acesso ao 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca leva em conta ações formativas direcionadas à população interessada. Tais ações constam na presente proposta, conforme a seguir exposto, e antedem integralmente diversos incisos do art. 28 da mesma IN MINC 01/2023 acima citada. Referido artigo, em seu inciso VI, coloca como medida de ampliação do acesso ao evento realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. O 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca tem em sua programação a realização de oficina de graffiti, de breaking dance, de MC e de street ball, todas com pessoal de renome em cada setor de atuação, e todas abertas ao público interessado de forma gratuita. Além disso, e conforme pode ser visto na planilha de custos do 1º Circuito de Arte e Cultura Urbana de Franca, todas as etapas do evento terão cobertura por canal especializado em produção e difusão online de vídeos, fazendo com que os registros das ações a serem praticadas, especialmente das oficinas, fiquem acessíveis via internet, em canal gratuito. Com isso, também são alcançadas as medidas de ampliação do acesso previstas nos incisos IV e V do artigo 28 da IN MINC 01/2023, que dizem, respectivamente: IV - disponibilizar, na internet, registros audivisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal; e V - garantir a captação eveiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
Instituto Chuí de Esportes: fundado em 2012 e com sede na cidade de Franca, o ICE é uma iniciativa do ex-jogador de basquete Marco Aurélio Pegolo dos Santos, o Chuí, que presta serviços nas áreas de Assistência Social, Cultura, Educação, Esporte, Gestão, Meio Ambiente e Saúde e que tem como finalidade desenvolver projetos sociais. Em sua expertise, o ICE realizou projetos financiados pelo Poder Público de Franca, pelo Estado de São Paulo e pela União, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. O ICE, no presente projeto, emprestará sua experiência em organização de eventos de grande porte, de realização de cursos e ofinicinas, e interação com a população, para que esta proposta artística e cultural seja realizada; além disso, como a sede do ICE localiza-se defronte ao local previsto para o projeto, seus espaços físicos, que contam com acessibilidade arquitetônica, serão usados para trabalhos administrativos e de coordenação do projeto. Marco Aurélio Pegolo dos Santos: ex-jogador profissional de basquete com ampla passagem pela seleção brasileira e atuação em jogos mundiais, olímpicos e panamericanos, Chuí é o idealizador do ICE e coordenador responsável dos eventos que a OSC realiza. Pelo ICE, Chuí atuou diretamente na idealização de projetos como os Camps de basquete, os projetos Estrela do Amanhã e Craque Cidadão (financiados pela lei federal de incentivo ao esporte), o Torneio Internacional de Basquete de Franca (lei estadual de incentivo ao esporte), que reúne jovens talentos de diversos países e que neste ano, em sua oitava edição, contou com diversas palestras culturais e educativas abertas à população, idealizadas pelo própior Chuí com participação de outros ex-atletas. Neste evento cultural, Chuí atuará com sua expertise na coordenação especialmente das ações de pré-produção e produção e de captação de recursos, que, inclusive, já possui carta de anuência de patrocinadores interessados, conforme a documentação anexa. Tiago Camilo Gomes: presidente do ICE, é o responsável legal e representante do instituto nas ações sociais e culturais desempenhadas pela OSC. Atua também com a inserção do ICE na sociedade de Franca, onde transita junto aos setores público e privado fomentando as ações desempenhadas pela organização e buscando recursos e reconhecimento. No presente projeto, atuará ao lado de Chuí na coordenação das etapas de pré-produção, produção e pós-produção, fazendo o gerenciamento de todas as etapas e metas previstas. True School Crew: fundado como coletivo de hip hop de Franca, hoje o grupo, constituído como OSC, conta com artistas e participação em eventos de cultura urbana de renome nacional e internacional, e com artistas com rodagem em países europeus, asiáticos e nos EUA. No projeto, o True School Crew contribuirá com sua experiência de grupo multiplicador de cultura, expoente da cultura periférica, e participará ativamente das ações de cultura urbana, coordenando a mostra de graffiti, inclusive com escolha de obras e artistas, com a discotecagem, os b-boys e b-girls (dançarinos de breaking) e com a organização da rinha de MCs, no formato Batalha no Topo, que o próprio coletivo consagrou Brasil afora. Os jurados da batalha de MCs, bem como o nome dos artistas que atuarão em cada uma das frentes apresentadas e apresentarão as oficinas de cada uma das linhas, será definido tempestivamente pelo coletivo, a partir da captação de recursos para o evento. Carlos Eduardo (Du True School): arte-educador e multiplicador cultural, é fundador e um dos maiores expoentes do True School Crew. No hip hop, ministra palestras e participa de eventos nacionais e internacionais, inclusive como curador e líder de jurados de torneios. Enquanto representante de seu grupo, atuará no projeto com a coordenação de todas as ações ligadas às artes urbanas, e coordenará também o cronograma de discotecagem e das palestras do street ball, ao lado do nome a seguir apresentado. Saiuri Yoshimura: educadora física, responsável por mesa e estatística em competições estaduais e nacionais de basquete e coordenadora do serviço social de alta complexibilidade SAICA - Serviço de Acolhimento Institucional de Crianças e Adolescentes - Recanto Esperança. Saiuri atua em diversos eventos realizados pelo ICE, sempre a cargo da coordenação e gestão humana. No presente projeto, seguirá nessa mesma linha de ação, atuando ao lado de Carlos Eduardo nas funções acima mencionadas, e atuando também como coordenadora das exibições de street ball, de modo que a participação popular corra de forma ordenada dentro do evento, e de modo a assegurar a jovens e aos PCDs todo o conforto e a integral participação que o evento pretende oferecer. Bruna Gonçalves Soares: psicóloga, atua nos eventos do ICE com atendimento de demandas dos participantes. Especialista em psicologia do exercício e do esporte, Bruna atua profissionalmente com atendimento e orientação a artistas, especialmente da dança e do teatro, e ministrará oficina junto ao evento de street ball sobre a importância das artes e da cultura na saúde mental. No evento, atuará também como responsável pelo acolhimento do público em caso de alguma ocorrência que envolva desrespeito, preconceito ou discriminação. Marcio da Silva Dornelles: ex-jogador profissional de basquete e de street ball, é professor de basquete no ICE e na NBA Basketball School. No evento, atuará na condução dos eventos envolvendo o street ball, especialmente no sentido de apresentar a modalidade como uma arte e cultura urbana interligada com as demais expressões culturais contempladas no evento, e responsável por mediar a oficina sobre esporte, arte e cultura como meio transformador de vidas, que contará com a presença de outros ex-jogadores de basquete convidados pelo Chuí por terem atuado com ele na selação brasileira de 1983 (são eles: Fernando Minucci, Luiz Felipe, Paulinho Vilas Boas, Fausto Gianecchini, Fabio Pira, Joel Vicari, Carlos Alberto, Rolando e Zanon). Sempre-Viva Assessoria: empresa que atuará nos termos do art. 12, inciso X, da IN MINC 01/2023 (consultoria especializada em gestão para execução de projetos culturais), especialmente no que diz respeito a manter o SALIC e sua documentação em dia, e orientar os responsáveis de cada etapa e setor do projeto na maneira correta de atuar e documentar suas atuações, de modo a atender a legislação de incentivo à cultura, do início do projeto até sua prestação de contas. A Sempre-Viva Assessoria foi fundada por Ana Paula da Silva e Jorge Brunetti Suzuki, que possuem amplo conhecimento nas áreas de meio ambiente, cultura e patrimônio cultural, e criaram a empresa a partir de sua experiência profissional e valores conjuntos: ética, responsabilidade social e ambiental, sustentabilidade, ESG, respeito à diversidade cultural. Ana é Historiadora, Doutora em História, desenvolve ações culturais e de proteção ao patrimônio cultural, além de captação de recursos via ICMS - MG, com elaboração de editais de promoção da cultura e desenvolvimento de projetos específicos na área de educação patrimonial. Jorge é Advogado, Mestre em Planejamento e Análise de Políticas Públicas (UNESP), e trabalha com direito ambiental e urbanístico e de assessoria desde 2006 e vem atuando como consultor e assessor de empresas sociais, inclusive com participação na área de elaboração e revisão de contratos, direito regulatório, ambiental e afins, e assessoramento a entes públicos em elaboração de políticas administrativas, ambientais e arrecadação de recursos ligados à ecologia, ICMS-Ecológico e meio ambiente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.