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PRONAC 259299Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas

MAIS DIFERENCAS
Solicitado
R$ 1,03 mi
Aprovado
R$ 1,03 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Guarulhos
Início
2026-02-03
Término
2027-08-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas (LAPEAVAI) é uma metodologia de formação continuada que promove a democratização do acesso à cultura e a ampliação de repertório para educadores e estudantes, contribuindo com a articulação entre os campos da educação, cultura e acessibilidade e com a melhoria de práticas pedagógicas inclusivas, nas redes públicas de ensino.

Sinopse

1. Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas - ProfessoresAção: Serão realizados encontros formativos em diversos espaços culturais nas cidades selecionadas, com foco no acesso à espaços culturais por professores e na formação de profissionais das redes públicas de ensino sobre práticas inclusivas culturais e educacionais. Os espaços selecionados para as formações incluem centros culturais, museus, teatros, bibliotecas, Pontos de Cultura e parques, que são escolhidos com base em critérios de gratuidade, valorização da diversidade cultural e disponibilidade de recursos de acessibilidade. Durante os encontros, os profissionais terão a oportunidade de vivenciar práticas culturais em espaços culturais que dialogam com práticas pedagógicas e recursos educativos e inclusivos. Um dos encontros será uma oficina de audiodescrição para o desenvolvimento da exposição que ocorrerá no último encontro. Entre cada um dos encontros serão compartilhados com os educadores materiais complementares de aprofundamento sobre as obras, os artistas, os espaços em diálogo com educação, cultura, diversidade, acessibilidade e inclusão.Realização: Formação para professores do Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas, beneficiando 120 educadores, sendo 60 professores por grupo. Público-alvo: Profissionais da educação de redes públicas de Educação Infantil e Ensino Fundamental I e II, com prioridade para aqueles atuantes com estudantes com diferentes deficiências e TEA.Carga horária: 24 horas presencial para cada turma, com visitas a 6 espaços culturais e programações acessíveis de artes visuais e 6 horas à distância, sendo 30 horas por turma, totalizando 60 horas de ação. Locais: Centros culturais, museus, teatros, parques e outros espaços públicos.2. Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas – Escolas Ação: Realização do Lab-Escolas com ações formativas vinculadas à cultura, junto a professores e estudantes de 4 escolas públicas. Cada escola selecionada receberá 8 horas de planejamento prévio, articulando conteúdos e percursos culturais. Serão realizadas 4 visitas presenciais a espaços culturais, com 4 horas de duração cada, sendo duas visitas para cada turma de professores e 4 ações nas escolas, totalizando 32 horas de formação. Cada turma contará com transporte e alimentação garantidos. As atividades serão pensadas para integrar os conteúdos escolares às experiências culturais, fortalecendo a relação entre infância e cultura.Realização: Os encontros ocorrerão presencialmente em centros culturais, museus, teatros, parques e outros espaços públicos que tenham como foco temas relacionados à infância e à cultura.Público-alvo: Aproximadamente 120 estudantes cujos professores tenham participado do Laboratório para Educadores.Carga horária: 32 horas de formação.Locais: Centros culturais, museus, teatros, parques e outros espaços públicos.3. Desenvolvimento de materiais complementaresAção: Este eixo engloba o desenvolvimento de um mini documentário acessível, produzido com a participação ativa dos alunos do Lab-Escolas. O mini doc reunirá imagens, áudios e registros captados ao longo das visitas e atividades formativas, construindo uma narrativa coletiva que evidencie o aprendizado cultural e as experiências vividas. Público-alvo: Profissionais da educação e cultura, estudantes e demais interessados em compreender e aprender sobre as intersecções entre cultura, educação, inclusão e acessibilidade.

Objetivos

Objetivo Geral Contribuir com a democratização do acesso à cultura e com a ampliação de repertório para educadores e estudantes nas artes visuais, como estratégia formativa para o desenvolvimento de práticas pedagógicas interdisciplinares, acessíveis e inclusivas para todos os estudantes.Objetivos Específicos- Realizar 2 turmas de formação para professores do Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas, com carga horária de 24 horas presencial para cada turma, com visitas a 6 espaços culturais e programações acessíveis de artes visuais com cada turma e 6 horas à distância, totalizando 30 horas por turma, beneficiando 120 educadores, sendo 60 professores por grupo. -Realizar exposição fotográfica acessível no encerramento da formação de professores, como estratégia de registro do projeto, com até 240 fotografias, sendo 2 por professor.- Realizar o Lab-Escolas com ações formativas vinculadas às artes visuais, à acessibilidade e à cultura, junto a professores e estudantes, em 4 escolas públicas, com carga horária de 8 horas para cada escola, beneficiando 120 estudantes com e sem deficiência, além de 12 professores. - Realizar visitas em 4 espaços culturais, com programação de artes visuais acessível e inclusiva, com estudantes e professores do Lab-Escolas, com carga horária de 4 horas por escola, beneficiando 120 estudantes com e sem deficiência, além de 12 professores. - Produzir um mini doc acessível (Libras, audiodescrição e legenda) de até 10 minutos com o registro do LAPEAVAI, como estratégia de sistematização e disseminação de experiências formativas que articulam artes visuais, cultura, acessibilidade e inclusão.

Justificativa

O Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas é um projeto de democratização do acesso à cultura para educadores e estudantes de escolas públicas de territórios vulneráveis e periféricos do município de São Paulo, que envolve formação de educadores das redes de ensino, ampliando suas práticas pedagógicas para atender às necessidades de todos os estudantes, com e sem deficiência Tendo como disparador as artes visuais, o projeto busca desenvolver estratégias pedagógicas acessíveis e inclusivas, que garantam igualdade de oportunidades para todos, combatendo práticas capacitistas. Dados do PNAD 2022 mostram que cerca de 8,9% da população brasileira, ou aproximadamente 18,6 milhões de pessoas, possui algum tipo de deficiência. A maioria vive em contextos de vulnerabilidade social, onde o acesso a serviços essenciais, incluindo educação e cultura, é restrito. No Brasil, o acesso à educação inclusiva ainda enfrenta desafios significativos. Dados do IBGE (2022) mostram que muitos municípios carecem de recursos e espaços adequados para a inclusão de alunos com deficiência e outras necessidades específicas. O Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas visa contribuir com a eliminação de barreiras à educação e à cultura e a formação de público, por meio da formação continuada de educadores.A Lei Brasileira de Inclusão, sancionada em 2015, estabelece diretrizes para a inclusão de pessoas com deficiência em atividades culturais, enfatizando a necessidade de unir cultura e educação. O acesso a práticas culturais diversificadas e a educação inclusiva contribui para o desenvolvimento integral de estudantes com deficiência.A promoção da acessibilidade cultural e educacional é uma questão de direitos humanos e um passo essencial para garantir que todos possam usufruir plenamente de seus direitos e potencialidades.Assim, a Lei de Incentivo à Cultura não só é vital para o fomento de projetos culturais, mas também serve como um pilar para a inclusão, assegurando que as iniciativas cheguem a comunidades vulneráveis e que todos tenham acesso a uma educação de qualidade e a experiências culturais significativas. Esse projeto coaduna-se com os incisos do Artigo 1º, que visam:Contribuir para facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores;Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, que informem e formem conhecimento, cultura e memória.Além disso, conforme o Art. 3º, os projetos culturais beneficiados pelos recursos do Pronac devem atender, pelo menos, um dos seguintes objetivos, como o incentivo à formação artística e cultural e o estímulo ao conhecimento dos bens culturais. O Laboratório atende em particular:Estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos educativos e sociais que promovam a inclusão social de crianças e adolescentes (conforme adição da Lei nº 14.568, de 2023);Distribuição gratuita de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Realização de levantamentos, estudos e pesquisas sobre cultura e arte em seus diversos segmentos.Esses dispositivos reforçam o compromisso de fortalecer práticas culturais e educacionais que integrem todos os cidadãos, promovendo um ambiente democrático, de valorização da equidade e dignidade para educadores e estudantes com e sem deficiência, contribuindo com uma sociedade mais justa e inclusiva.

Especificação técnica

1. Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas - ProfessoresProgramação: Serão realizados 6 encontros em espaços culturais com programação acessível e gratuita. Benefíciarios: 120 profissionais da educação infantil e fundamental, sendo 60 participantes por cada turma. Acessibilidade: Tradução e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras); Audiodescrição; Objetos táteis (para ampliar as possibilidades de compreensão e que dialoguem com os temas, personagens e contextos dos filmes); e Acessibilidade física e arquitetônica.2. Exposição FotográficaMaterial: Será desenvolvida uma exposição fotográfica acessível no encerramento da formação de professores, como estratégia de registro do projeto, com até 240 fotografias, sendo 2 por professor.Disponibilização: Vernissage que será realizada como encontro final do Lab-Professores.Acessibilidade: Audiodescrição, Interpretação e tradução em Libras. 3. Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas - EscolasProgramação: Serão realizadas 4 visitas a espaços culturais, sendo 1 visita por escola e 8 horas de práticas pedagógicas voltadas para as artes visuais acessíveis e inclusivas, por escola.Beneficiários: 120 estudantes beneficiados. Acessibilidade: Tradução e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras); Audiodescrição; Objetos táteis (para ampliar as possibilidades de compreensão e que dialoguem com os temas, personagens e contextos dos filmes); e Acessibilidade física e arquitetônica.4. Mini doc Acessível e InclusivoMaterial: Com base nas captações de imagens que ocorrerão ao longo do projeto, será desenvolvido um clipe audiovisual acessível de até 10 minutos. Disponibilização: O mini doc ficará disponível no site da Mais Diferenças.Acessibilidade: Audiodescrição, Tradução e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), legendas descritivas.

Acessibilidade

A acessibilidade e a inclusão são transversais e fundamentais na concepção e realização do Projeto, uma vez que o público com diferentes deficiências e Transtorno do Espectro Autista (TEA) são beneficiados diretos e indiretos.Neste sentido, detalhamos as medidas de acessibilidade, que beneficiam o público com deficiências visual, auditiva, surdez, física, intelectual, psicossocial, múltipla e Transtorno do Espectro Autista. No entanto, queremos ressaltar que os recursos de acessibilidade aqui, contribuem com a democratização de acesso e à informação para outros públicos excluídos como idosos, pessoas com baixo letramento, imigrantes que estão aprendendo o português como segunda língua, além de serem entendidos na perspectiva da acessibilidade estética e da criação de camadas narrativas para todos os públicos em seus processos de aproximação à arte e possibilidades de fruição.1. Realizar 2 turmas de formação para professores do Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas, com carga horária de 24 horas presencial para cada turma, com visitas a 6 espaços culturais e programações acessíveis de artes visuais com cada turma e 6 horas à distância, totalizando 30 horas por turma, beneficiando 120 educadores, sendo 60 professores por grupo. Acessibilidade Física: O projeto tem como critério que todos os espaços culturais em que acontecerão visitas e atividades serão acessíveis do ponto de vista arquitetônico, contando com sanitário acessível, rampas, elevadores, disponibilidade de cadeira de rodas para usuários com mobilidade reduzida, assentos prioritários para pessoas com diferentes deficiências e TEA, sinalização, piso tátil.Acessibilidade de Conteúdo: É critério para a seleção aos espaços e programações a serem visitadas durante a formação do Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas, a acessibilidade de comunicação e conteúdo. Neste sentido, os recursos previstos são: audiodescrição, mapas e objetos táteis, fonte ampliada e contraste, braille, legendas, tradução e interpretação em Libras, conteúdos em Linguagem Simples/Leitura Fácil, abafadores para uso de pessoas autistas. Cada uma das programações a serem selecionadas, dependendo da linguagem e características, pode contar com todos os recursos ou alguns deles.Equipe: Convém ressaltar que a equipe da MD conta com profissionais com e sem deficiência, especializados na produção de conteúdos acessíveis e mediação de públicos com diferentes deficiências e características, promovendo o acolhimento de forma hospitaleira e a acessibilidade atitudinal/relacional.2. Realização de uma exposição fotográfica acessível, com curadoria colaborativa e desenvolvida pelos profissionais participantes do Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas, contando com 240 registros fotográficos. Acessibilidade Física: A exposição fotográfica acontecerá em um espaço acessível, contando com sanitário acessível, rampas, elevadores, disponibilidade de cadeira de rodas para usuários com mobilidade reduzida, assentos prioritários para pessoas com diferentes deficiências e TEA, sinalização acessível.Acessibilidade de Conteúdo: A exposição contará recursos de acessibilidade do conteúdo. Serão produzidos audiovisuais acessíveis com audiodescrição, texto em Linguagem Simples, legenda e tradução e interpretação em Libras, do texto curatorial e de fotografias, contando com a participação efetiva de pessoas com deficiência durante a produção do conteúdo acessível. A legenda das fotos terá contraste, fonte ampliada e sem serifa. Além disso, o evento contará com tradução e interpretação em Libras e Audiodescrição. A divulgação e comunicação do evento também será acessível.Equipe: Convém ressaltar que a equipe da MD conta com profissionais com e sem deficiência, especializados na produção de conteúdos acessíveis e mediação de públicos com diferentes deficiências e características, promovendo o acolhimento de forma hospitaleira e a acessibilidade atitudinal/relacional.3. Realizar o Lab-Escolas com ações formativas vinculadas à cultura, junto a professores e estudantes, em 4 escolas públicas, com carga horária de 8 horas para cada escola, totalizando 32 horas e beneficiando 120 estudantes.Acessibilidade Física: As atividades do Lab-Escolas acontecerão em 4 unidades educacionais selecionadas e que tenham estudantes com diferentes deficiências e TEA matriculados. Neste sentido, serão mapeados espaços acessíveis nas escolas para promover a equiparação de oportunidades, mas não serão excluídas as escolas que não tenham todas as medidas de acessibilidade previstas na legislação, para não ampliar situações de exclusão dos estudantes com deficiência, que enfrentam sistematicamente barreiras à participação. Acessibilidade de Conteúdo: Todas as proposições culturais e pedagógicas a serem desenvolvidas nas escolas serão inclusivas e acessíveis para estudantes com diferentes deficiências e TEA. Contarão com diferentes recursos de acessibilidade, tais como:, audiodescrição, braille, fonte ampliada e contraste, legendas, tradução e interpretação em Libras, materiais em Linguagem Simples/Leitura Fácil, objetos táteis, materiais pedagógicos com Comunicação Alternativa, a partir da cartografia do público e propostas a serem desenvolvidas.Equipe: Convém ressaltar que a equipe da MD responsável pelas ações formativas conta com profissionais com e sem deficiência, especializados na produção de conteúdos acessíveis e mediação de públicos com diferentes deficiências e características, promovendo o acolhimento de forma hospitaleira e a acessibilidade atitudinal/relacional. Além disso, as ações terão como temas transversais o desenvolvimento de práticas pedagógicas acessíveis e inclusivas. 4. Produzir um mini doc de até 10 minutos com o registro do LAPEAVAI, como estratégia de sistematização e disseminação de experiências formativas que articulam cultura, acessibilidade e inclusão.O minidoc contará com todos os recursos de acessibilidade previstos para a produção de conteúdos audiovisuais (Libras, Legenda para Surdos e Ensurdecidos e inserção de janela com tradução e interpretação em Libras). Além disso, a equipe que produzirá o minidoc conta com profissionais com diferentes deficiências.

Democratização do acesso

O acesso à cultura e à educação são direitos humanos fundamentais e articulados para todas as pessoas com e sem deficiência. O projeto visa incidir e contribuir com o fortalecimento de ambos. As ações previstas no "Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas", buscam promover o acesso à cultura de profissionais da educação e estudantes com e sem deficiência. Além disso, a ampliação de repertório dos professores e a sua formação, considerando diversas possibilidades das artes visuais é fundamental para o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas, diversificadas e acessíveis.Todas as ações do LAPEAVAI são gratuitas para os professores e estudantes e um dos critérios de seleção das escolas públicas é o de estar localizada em territórios periféricos e vulneráveis econômica e socialmente. O projeto prevê ainda priorizar escolas que tenham estudantes com diferentes deficiências e TEA, contribuindo com a democratização de acesso de público que pouco acessam espaços culturais e contribuindo com o cumprimento da Meta 29 do Plano Nacional de Cultura, que aponta que: 100% de bibliotecas públicas, museus, cinemas, teatros, arquivos públicos e centros culturais atendendo aos requisitos legais de acessibilidade e desenvolvendo ações de promoção da fruição cultural por parte das pessoas com deficiência. Considerando a importância da formação de público e democratização do acesso à cultura para grupos historicamente excluídos; a fragilidade e pouca oferta de conteúdos acessíveis e inclusivos nos campos da educação e cultura, o Projeto tem ainda como compromisso sistematizar as experiências e aprendizados, compartilhando no site do proponente, financiador e parceiros, as publicações e conteúdos produzidos no âmbito do Projeto, em formatos acessíveis, ampliando desta forma o impacto e acesso por outros públicos no território nacional.Além do Projeto ser totalmente gratuito para os beneficiários, de acordo com o Artigo 30 da Instrução Normativa MINC 11/2024, as seguintes medidas para ampliação do acesso serão aplicadas: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;Dessa forma, o "Laboratório de Práticas e Experimentações em Artes Visuais Acessíveis e Inclusivas" não só busca eliminar barreiras, mas também enriquecer a experiência cultural e educacional, possibilitando que os profissionais da educação e estudantes acessem, interpretem e interajam com o universo das artes visuais,, de forma acessível e inclusiva. Essa abordagem reafirma a importância da diversidade nas práticas pedagógicas, promovendo um ambiente educacional que respeita e valoriza todas as identidades e experiências.

Ficha técnica

Coordenação GeralCarla Mauch, Fundadora e Coordenadora Geral da Mais Diferenças, com 30 anos de experiência em iniciativas que objetivam a inclusão de pessoas com deficiência nas áreas de educação e cultura. Pedagoga, mestre em Psicologia da Educação com especialização em Deficiência Mental, Teoria Psicanalítica e Psicopedagogia. Pós-Graduação em Tecnologia Assistiva, Ajudas Técnicas e Acessibilidade para Pessoas com Deficiência. Responsável pela área técnica da Mais Diferenças, realizando a supervisão de todos os projetos desenvolvidos em Educação e Cultura Inclusivas. Experiência na elaboração de desenhos de projetos de Política Pública na pauta da Inclusão das Pessoas com Deficiência e dos Direitos Humanos. Dentre projetos similares ao LAPEAVAI destacam-se: Fundação Bienal de São Paulo: Assessoria para a construção da Política de Acessibilidade e Inclusão. A profissional será responsável pela coordenação geral do projeto.Coordenação PedagógicaGuacyara Labonia Guerreiro, Fundadora e Coordenadora da Mais Diferenças. Fonoaudióloga, mestre em Educação pela Universidade Cidade de São Paulo, Pós graduação em Psicopedagogia e Pós-Graduação em Tecnologia Assistiva, Ajudas Técnicas e Acessibilidade para Pessoas com Deficiência. Especialização em Terapia Familiar. Experiência em inclusão de crianças, jovens e adultos com deficiência, na educação e formação de educadores e famílias. Responsável pela área de surdez e educação bilíngue LIBRAS/Português da Mais Diferenças e supervisão de todos os projetos de Educação. Assessoria nas ações e projetos de Cultura Inclusiva referente à inclusão das pessoas com deficiência, incluindo apoio no desenvolvimento de metodologias para produção de recursos de acessibilidade audiovisual. A profissional será responsável pela coordenação pedagógica de todas as atividades e materiais desenvolvidos no âmbito do projeto. Coordenação de AcessibilidadeAna Rosa Bordin, Graduada em Pedagogia com Habilitação em Administração Escolar pela Mackenzie. Trabalha com desenvolvimento de Conteúdos Acessíveis e Cultura Inclusiva. Responsável pela gestão, coordenação, produção e desenvolvimento de projetos com foco em cultura, educação, comunicação e informação envolvendo o desenvolvimento de metodologias de acessibilidade de conteúdo em diferentes linguagens. Responsável pela Coordenação, desenvolvimento e produção de acessibilidade: de 22 coreografias da São Paulo Companhia de Dança; da Ópera Poranduba, do Theatro São Pedro; de mais de 10 exposições de organizações como SESC e MAM; dos materiais acessíveis das atividades na Bienal Internacional do Livro; do livro “Tremores” do filósofo Jorge Larrosa. Além de ser responsável pela edição, organização e revisão técnica das publicações da Editora Mais Diferenças. Por fim, coordena, desenvolve e produz projetos de acessibilidade de Cursos EAD, fazendo interface com tecnologias de informação e comunicação acessíveis (TICs). A profissional será responsável por todas as atividades relacionadas à acessibilidade e conteúdos acessíveis do projeto.Consultor de FormaçãoArthur Calasans é jornalista, fotógrafo e educador, com trajetória marcada pela atuação em projetos de valorização da diversidade e na defesa dos direitos das pessoas com deficiência na sociedade brasileira. Seu trabalho busca evidenciar a potência de cada sujeito e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Possui trabalhos fotográficos premiados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro (CVI). Como educador, atua em projetos de educação infantil, com foco na formação e no desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas. O profissional será responsável por todas as atividades relacionadas a linha de arte-educador e consultoria de formação.Coordenação Técnica Thaís Pereira Martins é bacharel em Gestão de Políticas Públicas (EACH/USP) e mestre em Políticas Públicas (UFABC). Trajetória de 10 anos em gestão, pesquisa, monitoramento e avaliação de projetos e políticas de educação. Foi coordenadora de monitoramento e avaliação e atualmente é coordenadora de pesquisa e advocacy na Mais Diferenças. Atuou em projetos de pesquisa em educação em diferentes estados junto à UNESCO, Tomara! Educação e Cultura e Observatório Regional do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e em projetos de cultura junto a organizações como Pinacoteca do Estado de São Paulo, Cinemateca Brasileira e São Paulo Companhia de Dança. A profissional será responsável por todas as atividades relacionadas ao monitoramento e avaliação do projeto. Gestão Administrativa Financeira e Prestação de Contas Silvana Gomes, bacharel em Comunicação Social, cursos de extensão em Administração e Gestão Pública, com mais de 15 anos de experiência em gestão de contratos, parcerias públicas e privadas, Leis de incentivo, gestão de projetos, prestação de contas e governança no terceiro setor. A profissional será responsável por toda prestação de contas e gestão financeira do projeto. Consultores com DeficiênciaRimar Segala, Doutor em Lingüística pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) e Mestre em Estudos da Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC - 2010). Possui graduação em Letras Libras (Licenciatura) pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012) e em Matemática pelo Centro Universitário Assunção (2004). Atualmente é Professor Assistente II do Departamento de Psicologia no Curso de Bacharelado em Tradução e Interpretação em Libras e Língua Portuguesa da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Tem experiência na área de Letras, tradução, educação, arte e literatura com ênfase em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Profissional com surdez. O profissional será responsável por todas as atividades de instrutor/arte-educador. Lara Souto, graduada em Letras, com o título de Tradutora e Intérprete e Licenciatura plena em Inglês/Português e também licenciada em Pedagogia. É mestre pela Universidade de São Paulo, na área de Estudos Linguísticos e Literários em Inglês; é especialista em Tradução (Inglês/Português), Linguagens da arte, Inclusão e gestão das diferenças e A Arte de ensinar Arte. Possui experiência em Literatura brasileira, Literatura infantil, Educação, Inclusão e Acessibilidade. Foi coordenadora de desenvolvimento de programas da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Cursa especialização em Literaturas de Língua Portuguesa - Identidades, territórios e deslocamentos. Profissionalmente, atua como professora na rede municipal de São Paulo e consultora cega em acessibilidade, audiodescrição e educação inclusiva. Profissional com deficiência visual. A profissional será responsável por todas as atividades de instrutor/arte-educador. Mário Paulo Bovino Greggio Graduado em Tecnologia da Informação, colaborador da área de monitoramento e avaliação da Mais Diferenças e consultor autista para livros e publicações em Leitura Fácil e produtos educacionais e culturais. Profissional autista. O profissional atuará como consultor do projeto.Maria Barbosa, Graduanda Artes Visuais na Faculdade Santa Marcelina. Atua na área de comunicação e é consultora de livros acessíveis na ONG Mais Diferenças. Profissional com deficiência múltipla (deficiência intelectual e física). A profissional atuará como consultora do projeto.Nayara Silva, Graduanda em Letras - Libras pela UFSC. É consultora de Libras, poeta, performance, atriz, tradutora e professora de Libras. Profissional com surdez. A profissional atuará como consultora do projeto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.