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"Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar _ Exposição Imersiva" é uma exposição artístico-cultural de grande relevância que homenageia e difunde a vida, obra e pensamento de Abdias do Nascimento, o intelectual, artista plástico, dramaturgo, político e um dos maiores representantes da cultura afro-brasileira no século XX.
Sinopse do ProjetoA exposição “Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar – Exposição Imersiva” propõe uma experiência artística e cultural inovadora, que integra arte, memória, tecnologia e educação em torno da trajetória de um dos maiores expoentes da cultura afro-brasileira e da luta antirracista no Brasil e no mundo.O projeto estrutura-se como um circuito imersivo, composto por oito módulos temáticos – Histórias a serem contadas; Ovo Primordial – Conexão Ancestral; Era uma vez uma Rosa; Mundo Invertido, Mundo Livre; Viagem no Veículo Fantástico; O Teatro dentro de mim; Adinkra: Desatando Nós; Arte, uma expressão de amor – cada um concebido como um espaço sensorial, multimidial e interativo, que convida o visitante a mergulhar no universo de Abdias do Nascimento.A mostra articula múltiplas linguagens – artes visuais, poesia, teatro, música, simbologias afro-diaspóricas, projeções digitais e instalações interativas – para propor um diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade, entre resistência e liberdade, entre memória e futuro. O fio condutor da narrativa é o princípio que orientou toda a vida e a obra de Abdias: a arte como ato de amor e como ferramenta de transformação social.Mais do que apresentar a obra plástica e intelectual de Abdias, a exposição oferece ao público um percurso formativo e reflexivo sobre a presença negra na cultura brasileira e sobre o papel da arte como instrumento de emancipação, conscientização e identidade. Cada módulo foi pensado para provocar sensações, emoções e questionamentos, permitindo que a experiência seja simultaneamente estética e política, sensível e crítica.O caráter imersivo amplia a capacidade de comunicação com públicos diversos, especialmente as novas gerações, que encontram no formato interativo um canal privilegiado de aproximação com a história e o pensamento de Abdias. Além da experiência expositiva, o projeto contempla ações educativas, como visitas mediadas, oficinas, palestras, rodas de conversa e produção de materiais pedagógicos acessíveis, reforçando seu compromisso com a formação cultural e com a democratização do acesso à arte.Alinhado às diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), o projeto contribui para os objetivos de valorização da diversidade cultural, preservação da memória afro-brasileira, universalização do acesso à produção artística e fortalecimento de práticas inclusivas e acessíveis. Em um momento de intensos debates sobre identidade, diversidade e justiça social, a exposição se apresenta como um espaço de diálogo, de reconhecimento e de celebração do legado de Abdias do Nascimento, cuja obra e pensamento permanecem universais e indispensáveis.
Objetivo GeralPromover a ampla difusão e a valorização da vida, obra e pensamento de Abdias do Nascimento, intelectual, artista, dramaturgo e ativista reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes representantes da cultura afro-brasileira, por meio da realização da exposição "Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar _ Exposição Imersiva". A mostra propõe ao público uma experiência cultural inovadora, acessível e multissensorial, que combina artes visuais, teatro, poesia, instalação, música, recursos digitais e interativos, possibilitando diferentes formas de fruição estética e de engajamento crítico.O projeto busca fortalecer o reconhecimento e a valorização da cultura afro-brasileira como patrimônio imaterial fundamental da identidade nacional, além de ampliar a reflexão sobre ancestralidade, identidade, resistência, liberdade e amor _ princípios que nortearam a trajetória de Abdias. Ao mesmo tempo, visa contribuir para o processo educativo, formativo e democrático da cultura, oferecendo ao público uma vivência transformadora que conecta passado, presente e futuro, gerando consciência histórica, valorização da diversidade e estímulo à construção de uma sociedade mais plural e inclusiva.Pergunta-chave: Para quê? Para democratizar o acesso à arte e à memória cultural afro-brasileira, utilizando a linguagem imersiva como meio de sensibilização estética, política e social.Realizar a exposição imersiva "Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar", São Paulo, em 500 m² de área expositiva, composta por 8 módulos temáticos, utilizando recursos de cenografia, instalação e tecnologias multimídia interativas.Disponibilizar visitas mediadas para pelo menos 200 grupos escolares da rede pública de ensino, garantindo a inclusão de alunos de diferentes faixas etárias.Assegurar acessibilidade universal, com recursos de audiodescrição, legendagem, tradução em Libras e sinalização tátil, garantindo que 100% dos ambientes e conteúdos sejam acessíveis a pessoas com deficiência.Implementar práticas sustentáveis, priorizando materiais recicláveis e de baixo impacto ambiental na montagem da exposição.Ampliar a difusão cultural, por meio de campanhas de comunicação e marketing, alcançando um público estimado de 30 mil visitantes presenciais.
JustificativaA realização da exposição "Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar _ Exposição Imersiva" demanda recursos financeiros significativos, que envolvem desde o desenvolvimento de pesquisa curatorial, produção artística, montagem cenográfica e tecnológica, até ações de acessibilidade, comunicação e contrapartidas sociais. Nesse sentido, torna-se indispensável o uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal à Cultura, previsto na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), como instrumento fundamental para viabilizar a amplitude e a qualidade da proposta, garantindo sua democratização e alcance social.O projeto encontra pleno enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/1991, que estabelece como finalidades da Política Nacional de Cultura:Inciso I: o estímulo à produção, promoção e difusão de bens culturais;Inciso II: a proteção e valorização do pluralismo cultural e étnico do País;Inciso III: a universalização do acesso à fruição e produção cultural;Inciso IV: o estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso V: a preservação da memória e da identidade cultural brasileiras.De forma complementar, contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da mesma lei, em especial:Inciso I: democratizar o acesso aos bens de cultura;Inciso II: garantir a todos os cidadãos meios para exercer os direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional;Inciso III: promover e estimular a regionalização da produção cultural, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso V: preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Inciso VII: apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais afro-brasileiras e indígenas;Inciso IX: desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações.Ao destacar o legado de Abdias do Nascimento, artista, dramaturgo, pensador e militante do movimento negro brasileiro, reconhecido mundialmente por sua contribuição às artes visuais, à literatura e ao teatro negro, o projeto cumpre papel essencial de preservação e difusão de um patrimônio artístico e cultural de relevância universal.Por meio da linguagem imersiva e interativa, a exposição potencializa a experiência do público, oferecendo recursos inovadores para promover educação, sensibilização estética e valorização da diversidade cultural. Além disso, contempla ações de acessibilidade universal (audiodescrição, Libras, legendagem), garantindo o acesso de pessoas com deficiência, em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e as diretrizes do PNEM _ Plano Nacional de Educação Museal.A justificativa para utilização da Lei Rouanet reside não apenas na necessidade de viabilização financeira de um projeto de grande porte, mas sobretudo em seu caráter formador, inclusivo, democrático e educativo, alinhado às finalidades da política cultural brasileira e de extrema relevância para o fortalecimento da cultura afro-brasileira como patrimônio nacional e universal.A exposição "Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar _ Exposição Imersiva" nasce da necessidade urgente de reafirmar, em um espaço artístico e cultural, a relevância do legado de Abdias do Nascimento, intelectual, artista plástico, dramaturgo, poeta, político e ativista cuja trajetória está intrinsecamente ligada à história da luta antirracista no Brasil e à valorização da cultura afro-brasileira como fundamento de nossa identidade nacional.Abdias foi um dos primeiros a compreender e traduzir, em múltiplas linguagens, que a arte não é apenas um exercício estético, mas um ato de resistência, de memória e de amor. Sua produção plástica, suas peças de teatro, seus poemas e suas intervenções públicas foram sempre gestos políticos e poéticos, atravessados por um profundo compromisso com a ancestralidade africana e com a luta pela emancipação do povo negro. Seu pensamento permanece atual e necessário, na medida em que coloca em evidência a centralidade da cultura negra na formação do Brasil, ao mesmo tempo em que denuncia e combate as estruturas históricas de exclusão e silenciamento.A abordagem imersiva e interativa escolhida para esta exposição não é mero recurso de linguagem, mas uma forma de atualizar a potência do legado de Abdias para o público contemporâneo. Ao recorrer a múltiplas mídias _ projeções, sons, instalações, cenografia, ambientes sensoriais _ buscamos não apenas expor sua obra, mas criar uma experiência capaz de provocar afetação, encantamento e reflexão crítica. O visitante é convidado a percorrer uma jornada simbólica, na qual elementos de ancestralidade, espiritualidade, resistência e liberdade se entrelaçam em um circuito que traduz, em linguagem contemporânea, o caráter universal da obra de Abdias.O projeto assume caráter educativo e formativo, em consonância com os princípios do Plano Nacional de Cultura e do Plano Nacional de Educação Museal. Ao difundir a vida e o pensamento de Abdias, oferece-se ao público um mergulho em temas urgentes para o Brasil atual: o combate ao racismo estrutural, o reconhecimento da diversidade, a valorização da memória afro-brasileira e o direito de todos à fruição da cultura. Por meio de visitas mediadas, oficinas, palestras e rodas de conversa, a exposição se torna também um espaço de encontro, de partilha de saberes e de formação cidadã, ampliando sua função para além da contemplação artística.Importa destacar que Abdias do Nascimento foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, justamente por seu caráter visionário e universal. A realização desta mostra, portanto, não apenas preserva e difunde sua memória, mas recoloca sua obra no centro dos debates culturais e sociais contemporâneos, permitindo que novas gerações conheçam e reconheçam sua importância. É um gesto de reparação simbólica, mas também de afirmação da contribuição africana e afro-brasileira à cultura universal.A temática da exposição, estruturada em módulos que vão da conexão ancestral ao papel do teatro, da simbologia dos adinkras à poesia e às artes visuais, oferece uma leitura plural e integrada da trajetória de Abdias. Cada núcleo do percurso é pensado como um espaço de reflexão e de afeto, reforçando a ideia de que "a arte é ato de amar" _ não apenas como expressão individual, mas como um chamado coletivo à construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e plural.Em um momento em que o Brasil e o mundo enfrentam intensos debates sobre memória, identidade, diversidade e justiça social, uma exposição de tal envergadura se faz não apenas pertinente, mas necessária. Viabilizá-la pelo Mecanismo de Incentivo Fiscal à Cultura (Lei Rouanet) significa garantir que este patrimônio artístico e cultural esteja acessível a todos, democratizando o acesso, valorizando a herança afro-brasileira e promovendo um legado de resistência, amor e liberdade.
Plano PedagógicoExposição: “Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar – Exposição Imersiva” 1. IntroduçãoO Plano Pedagógico da exposição tem como propósito articular a proposta artística e curatorial com ações de educação cultural e mediação capazes de potencializar a experiência do público e gerar impactos formativos duradouros. A mostra, dedicada ao legado de Abdias do Nascimento, tem caráter multissensorial, interativo e inclusivo, sendo concebida como um espaço de aprendizagem significativa, reflexão crítica e valorização da cultura afro-brasileira. 2. Princípios NorteadoresArte como Ato de Amor: a pedagogia da exposição parte do conceito central que permeia a obra de Abdias, entendendo a arte como espaço de afeto, resistência e transformação social.Educação Patrimonial e Museal: alinhada às diretrizes do Plano Nacional de Educação Museal (PNEM), a proposta busca a integração entre patrimônio cultural, memória coletiva e formação cidadã.Inclusão e Acessibilidade: as atividades educativas serão pensadas para atender a todos os públicos, com recursos de acessibilidade comunicacional, física e atitudinal.Educação Antirracista: as ações pedagógicas serão orientadas pela valorização da diversidade étnico-racial, pela promoção de práticas inclusivas e pelo combate ao racismo estrutural.Aprendizagem Ativa: incentivo à participação, ao diálogo e à construção coletiva de conhecimento, em consonância com metodologias contemporâneas de ensino-aprendizagem. 3. Objetivos Pedagógicos3.1 Objetivo GeralUtilizar a exposição imersiva como ferramenta educativa e transformadora, promovendo a compreensão crítica da vida, obra e pensamento de Abdias do Nascimento, bem como a valorização da cultura afro-brasileira no contexto histórico, artístico e social brasileiro.3.2 Objetivos EspecíficosOferecer visitas mediadas para grupos escolares e comunitários, com linguagem adequada a diferentes faixas etárias e níveis de ensino.Realizar oficinas temáticas voltadas para artes visuais, teatro negro, literatura, música e simbologias afro-brasileiras (ex.: adinkras), estimulando a criatividade e o protagonismo juvenil.Promover palestras e rodas de conversa com especialistas, artistas e intelectuais ligados à cultura afro-brasileira.Produzir e distribuir materiais educativos (caderno pedagógico, guias de visita, vídeos explicativos) para escolas e instituições culturais.Oferecer formação continuada para professores, com atividades presenciais e online, auxiliando educadores a utilizarem a exposição como recurso didático em sala de aula.Desenvolver contrapartidas sociais em parceria com escolas públicas, universidades, coletivos culturais e comunidades tradicionais, alcançando pelo menos 500 beneficiários diretos.Garantir acessibilidade pedagógica, com conteúdos em Libras, audiodescrição, legendas, recursos táteis e materiais de fácil leitura. 4. Público-AlvoEstudantes da educação básica (ensino fundamental e médio), prioritariamente da rede pública.Professores e educadores, como multiplicadores de conhecimento.Universitários e pesquisadores das áreas de Artes, História, Museologia, Ciências Sociais e Educação.Comunidades quilombolas, coletivos de juventude negra e movimentos culturais.Público em geral, com ações acessíveis a todas as faixas etárias e perfis sociais. 5. Metodologia de Ação EducativaA proposta pedagógica adota uma abordagem dialógica, participativa e inclusiva, fundamentada em três eixos metodológicos:Mediação Cultural: cada visita será acompanhada por educadores preparados para estimular o diálogo, provocar questionamentos e relacionar a trajetória de Abdias com temas contemporâneos como identidade, racismo, ancestralidade e diversidade.Aprendizagem pela Experiência: a imersão sensorial da exposição será explorada pedagogicamente, permitindo que os visitantes construam significados a partir de vivências estéticas e interativas.Educação Patrimonial e Antirracista: ações educativas que relacionam a memória cultural afro-brasileira com o presente, incentivando a valorização da diversidade cultural e a construção de uma sociedade mais justa. 6. Atividades Pedagógicas6.1 Visitas MediadasAtendimento a grupos escolares previamente agendados (mínimo 200 grupos durante a realização da exposição).Mediações adaptadas para diferentes idades e níveis de escolaridade.Recursos de acessibilidade comunicacional e pedagógica.6.2 Oficinas EducativasOficina de Teatro Negro: inspirada na experiência do Teatro Experimental do Negro fundado por Abdias.Oficina de Artes Visuais: criação de cartazes, pinturas e intervenções com referências na estética de Abdias.Oficina de Simbologias Afro-brasileiras: aprendizado e criação de símbolos Adinkra.Oficina de Literatura e Oralidade: leitura de poemas, contação de histórias e valorização da tradição oral africana.6.3 Palestras e Rodas de ConversaEncontros com intelectuais, artistas e lideranças comunitárias.Debates sobre cultura afro-brasileira, arte e ativismo.Diálogo com pesquisadores acadêmicos sobre Abdias e sua obra.6.4 Formação de ProfessoresCurso de curta duração (10 horas presenciais e 10 horas online) para capacitar docentes a integrar os conteúdos da exposição em seus planos de aula.Entrega de kit pedagógico contendo guia do professor, materiais visuais e conteúdos digitais.6.5 Materiais EducativosCaderno Pedagógico em versão impressa (3.000 exemplares) e digital, distribuído gratuitamente a escolas e bibliotecas.Conteúdo audiovisual educativo, disponível em plataformas digitais.Versão acessível (audiolivro e libras). 7. Acessibilidade EducacionalLegendas em português e inglês nos conteúdos digitais.Tradução em Libras em vídeos e apresentações.Audiodescrição de trechos da exposição.Produção de maquetes táteis de elementos da exposição. 8. Avaliação e Resultados EsperadosAtendimento de 150 grupos escolares e mais de 8 mil estudantes.Realização de 20 oficinas e atividades formativas.Formação de pelo menos 300 professores.Distribuição de 3.000 cadernos pedagógicos.Impacto direto em 500 beneficiários de contrapartidas sociais.Alcance de público ampliado em redes digitais, promovendo educação à distância e difusão cultural. 9. ConclusãoO Plano Pedagógico da exposição “Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar – Exposição Imersiva” articula arte, memória, educação e cidadania. Mais do que uma mostra, constitui-se em um espaço formativo, comprometido com a democratização do acesso cultural, a valorização da diversidade étnico-racial e a construção de práticas educativas transformadoras, alinhadas às políticas públicas de cultura e educação do Brasil.
Detalhamento Técnico dos Ambientes1. Histórias a serem contadasConceito: Introdução à vida e obra de Abdias do Nascimento, contextualizando sua trajetória como artista, intelectual e ativista. Componentes técnicos:Painel inicial com biografia cronológica ilustrada.Projeções audiovisuais em grande escala com depoimentos, imagens de arquivo e trechos de discursos.Totens digitais interativos permitindo acesso a fotos, documentos e obras do acervo.Recursos de acessibilidade: audiodescrição, Libras e legendagem dos vídeos. Função educativa: Apresentar Abdias como múltiplo – artista, dramaturgo, poeta, político – situando o visitante em sua relevância histórica e cultural. 2. Ovo Primordial – Conexão AncestralConceito: Representação da ancestralidade africana e da cosmogonia que permeia a produção de Abdias. Componentes técnicos:Instalação cenográfica central em formato de ovo, iluminada por projeções mapeadas (videomapping).Trilha sonora original com cantos afro-brasileiros e batidas de tambores.Elementos táteis e simbólicos inspirados em rituais e cosmologias africanas.Iluminação cênica dramática, reforçando a atmosfera espiritual. Função educativa: Estimular a compreensão da ancestralidade como força vital na obra de Abdias, conectando espiritualidade e criação artística. 3. Era uma vez uma RosaConceito: O poder simbólico da rosa na poética de Abdias, associada ao amor, à resistência e à beleza negra. Componentes técnicos:Instalação com esculturas translúcidas de rosas iluminadas por LEDs de baixa intensidade.Poesias projetadas em movimento nas paredes.Perfume ambiente delicado evocando a presença da flor.Espaço interativo de escrita, onde visitantes podem deixar mensagens inspiradas pela metáfora da rosa. Função educativa: Evidenciar a dimensão poética da obra de Abdias, sensibilizando o visitante para a união entre arte e afeto. 4. Mundo Invertido, Mundo LivreConceito: Reflexão sobre as inversões sociais propostas por Abdias: a subversão da ordem opressora para criar uma sociedade de liberdade. Componentes técnicos:Sala com projeções 360° em teto e piso, criando sensação de deslocamento.Recursos de realidade aumentada (via tablets ou celulares) que permitem ao visitante “reconstruir” um mundo alternativo.Trilha sonora experimental baseada em colagens sonoras e falas de Abdias. Função educativa: Convidar o público a refletir criticamente sobre racismo estrutural e imaginar possibilidades de futuros mais justos e livres. 5. Viagem no Veículo FantásticoConceito: Atravessamento imaginário do tempo e do espaço, inspirado na estética afrofuturista presente no pensamento de Abdias. Componentes técnicos:Estrutura cenográfica em forma de cápsula/veículo com painéis de LED internos.Projeções de paisagens cósmicas, cidades e universos paralelos.Simulação de movimento por efeitos de iluminação e som surround.Experiência imersiva de curta duração (3 a 5 min). Função educativa: Relacionar a obra de Abdias ao afrofuturismo, demonstrando como a arte negra projeta futuros possíveis. 6. O Teatro dentro de mimConceito: Homenagem ao Teatro Experimental do Negro (TEN), criado por Abdias em 1944. Componentes técnicos:Pequeno espaço cênico com arquibancada intimista.Projeções de trechos de peças e depoimentos de artistas negros.Figurinos, cartazes e documentos digitalizados do TEN.Ativações ao vivo programadas (pequenas performances teatrais e leituras dramáticas). Função educativa: Ressaltar o papel de Abdias como criador de um dos mais importantes movimentos de afirmação cultural negra no Brasil. 7. Adinkra: Desatando NósConceito: Valorização dos símbolos Adinkra, elementos gráficos de sabedoria ancestral africana. Componentes técnicos:Painéis táteis e interativos com símbolos Adinkra e seus significados.Oficina permanente de criação de carimbos com os símbolos, permitindo ao visitante criar sua própria estampa em papel reciclado.Totens digitais com conteúdo multimídia explicativo. Função educativa: Ensinar a simbologia africana como linguagem de resistência, memória e identidade. 8. Arte, uma expressão de amorConceito: Síntese da exposição, reforçando a ideia de que a arte de Abdias é um ato de amor coletivo. Componentes técnicos:Instalação de encerramento com projeções imersivas que reúnem frases, pinturas e poesias de Abdias.Áudio ambiente com vozes recitando trechos de sua obra.Espaço de reflexão e partilha: mural colaborativo digital onde visitantes deixam mensagens e imagens projetadas em tempo real. Função educativa: Encerrar a experiência reafirmando a arte como ferramenta de transformação social e como legado vivo de Abdias. Recursos Transversais em Todos os AmbientesAcessibilidade Universal: audiodescrição, Libras, legendagem, sinalização tátil, textos em Braille e linguagem simplificada.Tecnologias Digitais: projeções mapeadas, interatividade multimídia, realidade aumentada e painéis de LED.Práticas Sustentáveis: uso de materiais recicláveis na cenografia, iluminação LED de baixo consumo e destinação adequada de resíduos.Equipe Educativa: mediadores e educadores capacitados para realizar visitas mediadas, oficinas e atividades de contrapartida social.
Destacamos o compromisso do projeto em garantir acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, em consonância com:Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Lei nº 13.146/2015ABNT NBR 9050/2020 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos)Recomendações do ICOM e do PNEM sobre inclusão e acessibilidade em museus e exposições.Segue a redação aprimorada: Produto: Exposição de Artes Visuais – AcessibilidadeA exposição “Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar – Exposição Imersiva” será concebida e executada de forma a garantir acessibilidade universal, atendendo às diversas deficiências e necessidades específicas do público, em conformidade com a legislação vigente.1. Deficiência FísicaGarantia de acesso universal a todos os espaços expositivos, com rampas de inclinação adequada e elevadores acessíveis.Disponibilização de vagas de estacionamento reservadas próximas às entradas.Instalação de corrimãos e barras de apoio em áreas de acesso, escadas e rampas.Circulação planejada para permitir deslocamento confortável de cadeiras de rodas, andadores e outros dispositivos de mobilidade.2. Deficiência VisualProdução de materiais em Braille e fonte ampliada, incluindo mapas táteis da exposição.Oferta de roteiros táteis e objetos interativos que possibilitem a exploração sensorial segura.Sinalização em alto contraste para facilitar a orientação.Implementação de audiodescrição para vídeos, ambientes interativos e conteúdos curatoriais.Criação de maquetes táteis que representem partes do circuito expositivo.3. Deficiência AuditivaInclusão de legendas em todos os conteúdos audiovisuais.Disponibilização de intérpretes de Libras em visitas mediadas e eventos especiais.Recursos de amplificação sonora assistiva para visitantes com perda auditiva parcial.4. Deficiência IntelectualUtilização de linguagem clara e simplificada em painéis, placas e materiais educativos.Desenvolvimento de conteúdos objetivos e visuais, com apoio de ícones e ilustrações para melhor compreensão.Possibilidade de interação tátil com materiais e objetos seguros, estimulando o aprendizado por múltiplos sentidos.Equipe de mediação capacitada para atendimento acolhedor, promovendo empatia e inclusão.5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários AcessíveisDisponibilização de áreas de descanso confortáveis, estrategicamente posicionadas ao longo do percurso expositivo.Oferta de sanitários adaptados, com barras de apoio, espaço de manobra e sinalização adequada.6. Treinamento da EquipeCapacitação contínua de monitores, educadores e equipe técnica em acessibilidade cultural, comunicação inclusiva e atendimento às pessoas com deficiência.Adoção de protocolos de empatia e abordagem humanizada, promovendo uma experiência acolhedora e democrática.
Democratização de AcessoA exposição “Abdias do Nascimento: A Arte é Ato de Amar – Exposição Imersiva” será estruturada de forma a garantir ampla democratização de acesso, tanto pela política de ingressos quanto pelas ações educativas:1. Distribuição e ComercializaçãoIngresso Social: será adotada política de preços acessíveis, com meia-entrada assegurada por lei a estudantes, professores, pessoas com deficiência e seus acompanhantes, jovens de baixa renda e idosos.Ingresso Único / Múltiplas Experiências: o visitante, ao adquirir um único ingresso, terá acesso a toda a experiência imersiva e interativa, incentivando a permanência e valorizando a visita.Gratuidades Programadas: um percentual dos ingressos será destinado a programas de gratuidade, voltados prioritariamente para escolas públicas, instituições sociais, ONGs, comunidades quilombolas, coletivos culturais e associações de pessoas com deficiência.Parcerias Educacionais: distribuição de ingressos gratuitos em articulação com Secretarias de Educação, Cultura e Assistência Social, alcançando estudantes e professores da rede pública.Campanhas de Inclusão: realização de campanhas de ingressos solidários, estimulando a participação de empresas e apoiadores para ampliar a base de público beneficiado.2. Outras Medidas de Ampliação de AcessoVisitas Mediadas Gratuitas: atendimento gratuito a grupos escolares e comunitários previamente agendados, com acompanhamento de educadores e intérpretes de Libras.Catálogo Digital: além da versão impressa, será disponibilizado gratuitamente em meio digital o catálogo da exposição, ampliando o acesso ao conteúdo curatorial.3. Resultados EsperadosCom tais medidas, espera-se alcançar 20 mil visitantes presenciais e mais de 500 mil acessos digitais, garantindo que a exposição vá além do espaço físico e se torne um projeto de difusão cultural amplo, democrático e plural.
Curadoria | Afonso Drummond é bacharel em Psicologia pela PUC/MG com especialização na Sorbonne, em Paris. Estudou História da Arte na Escola do Museu do Louvre. Profissional de artes visuais e artes cênicas com realizações em diversos museus e centros culturais do país. Foi diretor artístico do Teatro Municipal Carlos Gomes/Rio de Janeiro (2017/2019). Entre os seus últimos trabalhos: Tunga, Abdias Nascimento e o Museu de Arte Negra, Instituto Inhotim (2021/2022); Pelas Águas do Jequitinhonha Me Deixei Levar, CRAB - Centro de Referência do Artesanato Brasileiro, no Rio de Janeiro,(2022/2023); Preto no Palco, Exposição virtual de registros do teatro negro brasileiro (2022/2023); Abdias Nascimento: Sujeito coletivo, exposição no Casarão Cultural João Alabá | Jardim Suspenso do Valongo (2024).Pesquisa | Clícea Maria Miranda é doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), graduada e mestra em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), integra os GT Emancipações e Pós-abolição e Afro-Américas da Associação Nacional de História (ANPUH) e a Rede de Historiadorxs Negrxs (RHN). No Ipeafro coordena a área de acervo e documentação e é co-gestora da instituição.Pesquisa | Dayse Gomis é produtora, artista e ilustradora. Formada em Artes Plásticas. Ativista em Movimento de Mulheres Negras e Movimentos Sociais, produziu uma série de atividades do Ipeafro como a “Oficina Criativa Abdias Nascimento”, na qual também foi uma das facilitadoras, e a exposição “Abdias Nascimento: Sujeito Coletivo (2024)”, ambas realizadas no Casarão Cultural João Alabá | Jardim Suspenso do Valongo, no Rio de Janeiro (2024).Pesqusa | Elisa Larkin Nascimento é mestre em Direito e em Ciências Sociais pela Universidade do Estado de Nova York (EUA) e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Parceira de vida do professor Abdias Nascimento, juntos fundaram, em 1981, o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro), que guarda o acervo dele e das organizações que ele criou: Teatro Experimental do Negro (1944) e Museu de Arte Negra (1950). Com base no acervo, o Ipeafro realizou iniciativas voltadas ao ensino da história e cultura de matriz africana. Curadora de exposições das pinturas de Abdias Nascimento e da coleção Museu de Arte Negra Ipeafro, Elisa conceituou o Fórum Educação Afirmativa Sankofa e publicou diversos livros, entre eles O Sortilégio da Cor; os quatro volumes da coleção Sankofa; Abdias Nascimento, A Luta na Política; e Adinkra, Sabedoria em Símbolos Africanos.Pesqusa | Genesio Rodrigues Nogueira é técnico em contabilidade e faz parte do quadro do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-brasileiros (Ipeafro) como coordenador administrativo financeiro há 10 anos. Com mais de 40 anos de experiência na área administrativa, sendo 15 deles na área de cultura, já esteve envolvido, entre outros, nos festivais Panorama e Tempo Festival, Festival do Rio e Festival de Búzios de Cinema. Além disso, participou da administração de projetos de ponto de cultura, de educação ambiental e administração em geral.Comunicação | Julio Menezes Silva é bacharel em comunicação, jornalista profissional e mestrando em História da Arte (PPGHA/UERJ). Atua no Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-brasileiros (Ipeafro). Atua como coordenador geral do Museu de Arte Negra (MAN), no ambiente digital. É coordenador de comunicação e co-gestor do Ipeafro. Foi co-curador da exposição Abdias Nascimento e o Museu de Arte Negra no Inhotim. Teve passagens no Sportv (TV Globo) e TV Brasil. Iniciou a carreira na área de comunicação corporativa no Grupo CDN e Publicom. Acervo | Renato Cecílio tem experiência de mais de 30 anos em museus, galerias e feiras de arte. Atuou no Museu Nacional de Belas Artes, Centro Cultural Banco do Brasil, Museu de Arte Moderna (MAM-RJ) e no Centro Cultural Banco do Brasil, entre outros, realizando o trabalho de cenotécnico, montagem e serviços gerais em torno de exposições e acervo. No Ipeafro é o responsável pela manutenção e preservação do acervo, além de ser o responsável técnico pelas montagens de exposições. Dedica-se a produzir, apoiar e desenvolver projetos culturais e/ou de intervenção urbana com impacto positivo nas cidades - em especial NegroMuro e Festival Partiu! - Plano de Arte e Intervenção Urbana, Mapa-Muro, Museu de Arte Negra e outros. Coordenou por seis anos o Tudo de Cor, projeto de intervenção com cores em comunidades cariocas, em especial a favela Santa Marta. Por causa dessa experiência foi palestrante no TEDx Floripa com o tema "O poder das cores". Atualmente, é também consultora de projetos do Instituto de Pesquisa e Estudos Afro-Brasileiros e sócia em uma agência de Marketing Digital, onde cuida do planejamento e da gestão de projetos.Curadoria | Karina Israel, com mais de 20 anos de atuação profissional, Karina Israel é uma das pioneiras no desenvolvimento de negócios de interatividade no Brasil. Começou sua carreira nos anos 90, na MediaLab, e dirigiu a produção da Ogilvy Interactive em São Paulo, antes de sua ida à Europa para um mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade na Universidade de Salamanca. Em Portugal, a executiva criou a divisão de Brand Experience da YDreams, pioneira no movimento de Phygital no mundo, liderou as primeiras atividades interativas em tempo real em dispositivos móveis, outdoor e lojas conceito, exposições interativas e museus imersivos do Ocidente. Em 2006, cursou Pós-graduação em Gestão de Empresas, da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010, retornou ao Brasil para assumir a direção executiva da YDreams Brasil. Em 2012, concluiu uma Pós-graduação na USP, em Cultura, Mídia e Informação. Já assinou a curadoria de mostras interativas de grande sucesso de público de mídia como Senna Emotion, Niemeyer Vida e Obra, Niemeyer Sensorial, Niemeyer em Curvas e recentemente Paisagens de Van Gogh e Tarsila para Crianças. Atualmente dirige a operação da YDreams Global no Brasil.Conceito | Ceci Amorim, possui 15 anos de experiência em diversos segmentos de comunicação, passando por jornais, revistas, editoras e estúdios de design. Trabalhou três anos no Projeto Guri, como produtora, e há nove anos se dedica a projetos de inovação, tecnologia e design na YDreams Global. Formada em Jornalismo (Universidade São Judas Tadeu - 2006) e Design Editorial (Faculdades Integradas Rio Branco - 2009), com pós-graduação em Direção de Arte em Comunicação (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo - 2014), com Especializações em: História da Arte: a Arte como Expressão Social da Renascença à Modernidade (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2013), Transformational Design Thinking (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - 2016), Trade Marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing - 2018), Marketing Digital e Digital Account Manager (São Paulo Digital School - 2019).Produtora Executiva | Simone Freitas, formada em Gestão em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, com mais de 17 anos em Gestão de Eventos, com destaque em produção executiva, pré-produção e produção in loco. Minha experiência envolve desde projetos simples como ativações de marcas até grandes acontecimentos como o Réveillon na Paulista com público superior a 2 milhões de pessoas e uma equipe com mais de 400 profissionais. Ao longo de minha carreira, construí uma vasta rede de contatos com prestadores de serviços das mais diversas áreas e fornecedores categorizados por nível de excelência em entrega, tendo atuado nas Empresas: Playcorp Produção de Eventos, Diverti Eventos e atualmente na YDreams Global.Diretor de Criação | Daniel da Rocha Brum, Diretor de Criação, arquiteto e Urbanista, UFRGS, 1995. Cria, dirige e desenvolve projetos de design para os meios físicos (cenografia, exposições) e digitais (games, aplicativos, websites). Um dos pioneiros na indústria digital no Brasil, atendeu as agências de comunicação Africa, DM9DDB, McCann-Erickson, Leo Burnett, Salles D´Arcy, DPZ, entre outras. Conquistou o 1o. Cyberlion brasileiro em Cannes/1998 (em parceria com a DM9DDB), além de prêmios nos Festivais de Londres e NY. Atendeu Brahma, Natura, Nivea, Pão de Açúcar, Sadia, Samsung, TV Globo, Toyota, Vivo, Correios, Lucky Strike, Nike, Paralamas do Sucesso, BankBoston, HSBC e Itaú. Desde fevereiro de 2019 atua como Diretor de Criação da Ydreams Global.Suporte de TI | Luiz Claudio Balbone Marques, bacharel em administração de empresas, técnica de eletrônica, 30 anos na empresa Hewlett Packard atuando em diversas áreas e por último em Gerente de finanças em vendas.UX Designer | Rodrigo Panassolo, formado em Engenharia Mecatrônica, empreendedor na área de tecnologia, musico e produtor musical, Rodrigo Panassolo trabalha com desenvolvimento de diversos projetos multidisciplinares. Com a olhar criativo e experiência de 15 anos no mundo das artes, é um profissional que busca sempre a inovação, criando soluções impactantes em vários segmentos da indústria.Gestor de Conteúdo | Raphael de Oliveira Homem é formado em Comunicação Social - Jornalismo e Letras - Português/Literaturas e tem vasta experiência em produção e gestão de conteúdo em diversas plataformas, tanto digitais quanto analógicas. Participa do carnaval do Rio de Janeiro como enredista em diferentes escolas de samba. Foi coordenador de comunicação no Programa Caminho Melhor Jovem, financiado pelo BID. Na YDreams, participou da elaboração e gestão de conteúdo de diversos projetos, como "Praça e Naves do Conhecimento"; "Décadas e Descobertas", no Centro Cultural da Light; "Eu, Ayrton Senna da Silva“, dentre outros.Designer | Levi Cintra, é ilustrador, artista plástico e designer gráfico. Formado em Design Gráfico (Universidade Estácio de Sá), possui mais de 10 anos de atuação na área, com experiências sólidas em publicidade, marketing, figurino, ilustração, edição de livros, artes plásticas (Carnavalesco) e coordenação de eventos (Pós-graduado em Produção Cultural de Eventos pela Faculdade Candido Mendes). Na área de Carnaval possui experiência como julgador de Desfile das Escolas de Samba nas Cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória-ES, além de ter sido convidado pela The New Carnival Company (Londres) para realizar projeto de acessibilidade no carnaval de 2018 em Isle of Wight. Atualmente é coordenador dos projetos gráficos e programação visual do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, Prêmio Plumas & Paetês Cultural e Designer da empresa Ydreams Brasil.Arquiteta | Fernanda Coutinho Troncoso - Arquiteta, design e Cenógrafa - Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), especializada em Acompanhamento de Obras e Montagens (EPA), e Mestrado na área de Cenografia, Espaços expositivos e Eventos pelo Instituto Europeu de Design (IED), Madrid. Experiência de mais de 12 anos, iniciada na construção civil, atuou por muito tempo na área de design de interiores, e sempre envolvida em projetos criativos e conceituais, trabalhou como design para espaços de evento/festas, e experiências imersivas, se dedicando cada vez mais a especialidade expográfica e cenográfica. Passou de cerca de 2 anos junto a equipe de produção cenográfica da DIAGONAL TV emissora/produtora Espanhola, antes de retornar ao Brasil em 2019. Atualmente compõe a equipe YDreams Global e atua como arquiteta criativa e técnica, desenvolvendo projetos expositivos, viabilidade espacial para implantação de montagens, e dando vida a novas experiências através da inovação dos espaços, mergulhando no segmento que torna a arquitetura ainda mais interativa.Arquiteta | Virginia C. Fantinel Dias, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Judas Tadeu. Iniciou sua carreira com o desenvolvimento de projetos, acompanhamento de obras/montagens, compras e logística para o setor corporativo e hotéis da Rede Accor, Hilton Morumbi, Wyndham, entre outros. Trabalhou na nacionalização e coordenação de projetos para o Parque Kidzania no Shopping Eldorado/SP e no desenvolvimento de projetos e padronização das franquias da rede Escape 60. Se aperfeiçoou na área de cenografia, executando projetos tanto no setor de varejo (Havaianas, FINI, Ambev, Loungerie, Fast Shop), quanto de eventos (Bradesco, Jeep, Raizen, Avon). Na YDreams tem participado de projetos de exposições de arte que envolvem interatividade e imersão; além do planejamento e implantação arquitetônica de museus e centros culturais. Diretora de Arte | Patrícia Machado Fernandes, apaixonada pelo design e pelas suas possibilidades, tem graduação e mestrado em Design pela PUC-Rio. Dedica-se a direção de arte e coordenação de projetos em design nas áreas de cultura e entretenimento há mais de 30 anos, com trabalho publicado no livro Strong Marks – International Selection. Sua carreia na criação teve início no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro onde, por 4 anos, desenvolveu material para exposições como Krajberg, Lasar Segall, Luiz Aquila, Claudio Tozzi, Margareth Mee e Rio92, entre outras. Sua experiência profissional passa pelo mundo corporativo, por agências e pelo empreendedorismo com criações para Shell Brasil, Souza Cruz, Xerox, Giovanni+FCB, Generali e Paramount Pictures; atuando como diretora de arte da revista Veredas e produtora de arte da exposição permanente Galeria De Valores do CCBB Rio de Janeiro e coordenando os departamentos de arte das gravadoras EMI Music e Universal Music. Criou o design do espetáculo imersivo online Hell Center e do evento online Festival Estar Bem. Em Produção de Arte para TV, participou de diversos projetos na Rede Globo, Rede Record, Multishow e TV Shoptime. Desde maio de 2021 atua como Diretora de Arte da YDreams Global.Artista 3D e Arquiteto | Lucas Ruas Amado, formado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Católica de Santos, fala e compreende ingles e português. Dedica-se a produção de maquetes eletronicas e projetos de arquitetura e execução de obras há mais de 16 anos. Participou de projetos e acompanhamento de obras ainda como estagiário na PRODESAN, desenvolvendo projetos em conjunto com a prefeitura de Santos, também realizou diversas maquetes eletrônicas para empreendimentos realizados por incorporadoras e arquitetos na cidade de Santos e região. Integrante da Equipe de Criação da YDreams Global desde 2020, produz maquetes eletrônicas e desenvolve projetos diversos com destaque para O Jardim das Maravilhas de Miró, Paisagens Impressionistas de Monet, Eu, Ayrton Senna da Silva, Flores de Van Gogh, Play-Doh Universo da Imaginação, PJ Masks Heróis de Pijama e Uma Aventura no Espaço e tantos outros.Head de Tecnologia | Eduardo Santana Ortega, gerente de Projetos Sr. Formado em Engenheiro Eletrônica com MBA em Gerenciamento de Projetos e Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão. Certificado como Gerente de Projeto Profissional pelo PMI (Project Management Institute). Atua na implantação e operação de Escritório de Gerenciamento de Projeto (PMO) para organização, padronização e administração de projetos e portfólio de projetos. Desde 2003 vem atuando em gerenciamento de projetos e administração de contratos. Foi sócio diretor de empresa de Telecomunicações, prestou serviços de PMO para a Petrobras ao longo de 7 anos vinculado a empresa Accenture do Brasil e gerenciou múltiplos contratos em diferentes áreas para o setor de Petróleo e Gás pela L.A. Falcão Bauer Centro de Controle Tecnológico e Qualidade.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.