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Aguidavi do Jêje é uma orquestra afro percussiva baiana que há 20 anos pulsa a partir do Terreiro do Bogum, um dos mais antigos do Brasil. Fundado por Luizinho do Jêje, o grupo desenvolve uma linguagem musical própria, enraizada nos toques do Candomblé Jêje e em novas criações rítmicas. Para o projeto Encontro Ancestral, o grupo criou três ritmos inéditos que traduzem musicalmente a espiritualidade do terreiro e apontam caminhos inovadores para a música afro-baiana contemporânea.Encontro Ancestral é um espetáculo inédito que reúne o Aguidavi e artistas renomados em um grande ritual percussivo-musical. O repertório se baseia no álbum indicado ao Grammy Latino 2024, em diálogo com sucessos dos convidados, todos rearranjados com base nestas novas criações rítmicas.A proposta prevê uma turnê com duas apresentações em espaços emblemáticos: Porto Alegre e São Paulo.
Até os sinos das igrejas da Bahia tocam e repicam ao som do tambor”. É nesse compasso ancestral que pulsa o Aguidavi do Jêje, orquestra afro percussiva baiana fundada por Luizinho do Jêje no histórico Terreiro do Bogum, um dos mais antigos e relevantes terreiros do Brasil. Com 20 anos de atuação, o grupo desenvolve uma linguagem musical própria, enraizada nos toques do Candomblé Jêje e em novas criações rítmicas, que carregam a força dos tambores sagrados e a herança africana que moldou a musicalidade da Bahia.O Encontro Ancestral é um espetáculo inédito que reúne o Aguidavi do Jêje e artistas convidados renomados, em um ritual percussivo-musical que transforma o palco em terreiro. O repertório integra o álbum do grupo indicado ao Grammy Latino 2024 com novas criações rítmicas e arranjos inspirados nos toques das nações Jêje, Ketu e Angola, gerando uma experiência de ancestralidade, invenção e memória viva da resistência negra e baiana.A proposta inclui duas apresentações em palcos emblemáticos: Porto Alegre e São Paulo, recebendo 850 a 800 espectadores por apresentação, e contempla oficinas de percussão como contrapartida cultural, oferecendo aos públicos dessas cidades a oportunidade de aprendizado prático e vivência dos ritmos afro-baianos, promovendo democratização do acesso e formação artística.Na capital gaúcha, o espetáculo contará com a participação especial do Quilombo do Areal da Baronesa, importante território de resistência negra e quilombo urbano reconhecido como patrimônio cultural de Porto Alegre. A presença do Areal fortalece o caráter simbólico e político do projeto, criando uma ponte entre a ancestralidade baiana do Aguidavi do Jêje e a memória afro-gaúcha. Ao integrar mestres e artistas do quilombo, o espetáculo ganha ainda mais profundidade, celebrando a diversidade das matrizes africanas no Brasil e reafirmando a centralidade das comunidades quilombolas na preservação da cultura popular e da identidade negra no país.O projeto também prioriza inclusão e acessibilidade, garantindo intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas descritivas e ações de democratização do acesso, com ingressos gratuitos ou populares. A equipe é diversa, liderada majoritariamente por mulheres negras e LGBTQIAP+, com integrantes PcD e indígenas, reforçando a equidade étnico-racial, de gênero e territorial.Encontro Ancestral é um gesto de afirmação cultural, que conecta tradição e inovação, fortalece a presença de mestres e jovens artistas em grandes palcos e evidencia o tambor como instrumento de memória, identidade e resistência. Um projeto que leva o som do terreiro ao mundo, celebrando a ancestralidade, a criação coletiva, a formação artística e a potência da música afro-brasileira.
Objetivo GeralPromover a valorização da ancestralidade afro-baiana por meio da realização do espetáculo Encontro Ancestral, unindo a orquestra Aguidavi do Jêje e artistas convidados em uma turnê em São Paulo e Porto Alegre que recria no palco a atmosfera dos terreiros, consolidando o tambor como protagonista de memória, invenção e resistência cultural. Objetivos Específicos* Realizar 2 apresentações inéditas em POA e São Paulo* Recriar repertório do álbum Aguidavi do Jêje (indicado ao Grammy Latino 2024) e sucessos dos artistas convidados em novos arranjos percussivos.* Valorizar mestres e mestras das culturas tradicionais como agentes formadores.* Produzir registros audiovisuais e fotográficos das ações, assegurando memória e difusão.*Realizar duas oficinas de contrapartida social de percussão, voltadas à formação e à democratização do acesso à música afro-brasileira, promovendo o compartilhamento de saberes e a inclusão de novos públicos nas práticas percussivas.
O projeto Encontro Ancestral necessita do apoio via Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) por tratar-se de uma proposta de grande relevância cultural e de alto investimento em criação, circulação e acessibilidade, cuja realização depende de aporte financeiro complementar para garantir sua qualidade, abrangência e impacto social.Enquadra-se no Art. 1º, incisos I e III, ao possibilitar a produção e difusão de espetáculos artísticos e à preservação e valorização da memória e identidade cultural afro-brasileira, oriunda dos terreiros de Candomblé.Quanto ao Art. 3º, o projeto atende diretamente aos objetivos:Inciso I _ estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais;Inciso II _ garantir meios de acesso da população à cultura, com cotas de ingressos gratuitos e populares;Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais de caráter popular e afro-brasileiro;Inciso IV _ estimular a formação artística e cultural, com oficinas e rodas de conversa gratuitas;Inciso V _ preservar a memória cultural e transmitir saberes ancestrais por meio da música percussiva.Assim, a Lei de Incentivo é essencial para viabilizar a realização do projeto em sua plenitude, assegurando impacto artístico, social e formativo, e ampliando o acesso democrático à cultura.
O projeto Encontro Ancestral consiste em apresentações 100% de música regional, especificamente da tradição afro-baiana, produzidas e interpretadas a partir dos toques do Candomblé Jêje, Ketu e Angola.As apresentações terão duração entre 90 e 120 minutos e serão realizadas em palcos emblemáticos — em Porto Alegre e em São Paulo. O espetáculo contará com a orquestra percussiva do Aguidavi do Jêje e artistas convidados, recriando a atmosfera de um terreiro com instrumentos originais e cenografia que valoriza a experiência sensorial e cultural.Na cidade de Porto Alegre, o espetáculo terá a participação especial do Quilombo do Areal da Baronesa, quilombo urbano reconhecido como patrimônio cultural da capital gaúcha. Sua presença reforça a dimensão pedagógica e simbólica do projeto, criando diálogos entre a ancestralidade afro-baiana do Aguidavi e a memória afro-gaúcha. A participação do Areal possibilita um encontro entre mestres da cultura popular e novas gerações, fortalecendo a identidade negra e destacando a centralidade dos quilombos na preservação de saberes e tradições.Paginação e materiais:Estrutura de palco, luz e som, cenografia inspirada em elementos do terreiro.Instrumentos percussivos originais do Aguidavi do Jêje.Recursos de acessibilidade comunicacional (audiodescrição, intérprete de Libras em palco).Material gráfico e digital para divulgação (cartazes, redes sociais e programa de concerto).Projeto pedagógico e oficinas: Além da circulação artística, o projeto inclui duas oficinas de percussão como contrapartida cultural, realizadas em Porto Alegre e em São Paulo, promovendo formação prática em ritmos afro-baianos para públicos diversos. As oficinas abrangem recepção e integração dos participantes, prática de instrumentos, exercícios de ritmos tradicionais e composição coletiva, estimulando a aprendizagem ativa e o contato com a ancestralidade musical.Por meio da valorização dos mestres do Areal da Baronesa e do diálogo com o Aguidavi do Jêje, o projeto promove a transmissão de saberes tradicionais, democratização do acesso e aproximação de comunidades em vulnerabilidade social. Parte dos ingressos será destinada gratuitamente ou em caráter popular, garantindo inclusão e diversidade de públicos.O Encontro Ancestral reafirma a música afro-baiana como patrimônio cultural vivo, promovendo intercâmbio entre tradições, inovação rítmica, formação artística e visibilidade para territórios de resistência, posicionando o Aguidavi do Jêje como referência na preservação e reinvenção da música regional do Brasil.
Acessibilidade Física: os shows em Porto Alegre e São Paulo, ocorrerão em grandes casas de espetáculo com estrutura adaptada, incluindo rampas, sinalização tátil, assentos reservados e banheiros acessíveis. Nas oficinas em quilombos, serão providenciados recursos provisórios como tendas acessíveis, cadeiras adequadas e equipe de apoio para deslocamento em áreas rurais e de difícil acesso.Acessibilidade de Conteúdo: intérpretes de Libras estarão presentes nas atividades; os materiais de divulgação terão legenda descritiva e versões digitais com audiodescrição. Para pessoas com deficiência visual, haverá experiências de visita sensorial nos shows, possibilitando contato com instrumentos e elementos cênicos.O projeto é realizado sob liderança majoritariamente feminina e LGBTQIAP+, com produção e curadoria conduzidas por mulheres negras e LGBTQIAP+. A banda conta com dois musicistas PcDs e um integrante indígena, reafirmando seu compromisso com a inclusão. Toda a comunicação terá tradução em Libras, materiais legendados e com audiodescrição para garantir acessibilidade.A acessibilidade é entendida aqui não como complemento, mas como valor intrínseco do projeto, incluindo também a presença de profissionais PCDs equipe artística, reforçando o protagonismo de grupos historicamente excluídos e assegurando que a acessibilidade seja protagonista.
A democratização do acesso é um dos pilares centrais da proposta. As apresentações ocorrerão em palcos emblemáticos, com parte dos ingressos distribuída gratuitamente e outra parte oferecida a preços populares, assegurando que comunidades em vulnerabilidade social também possam usufruir da experiência. Além disso, o espetáculo contará com transmissão online de trechos selecionados, ampliando o alcance e permitindo que públicos de diferentes regiões possam acompanhar o projeto.Como ação complementar, serão realizadas duas oficinas de contrapartida social de percussão, voltadas à formação e à democratização do acesso à música afro-brasileira. Essas atividades formativas serão oferecidas gratuitamente, priorizando a participação de jovens e moradores de comunidades periféricas, fortalecendo o elo entre arte, educação e pertencimento cultural.No caso de Porto Alegre, a presença do Quilombo do Areal da Baronesa, patrimônio cultural da cidade, fortalece o caráter simbólico e político da proposta, criando pontes entre Salvador e o sul do país. Ao integrar mestres e artistas do quilombo, o projeto amplia sua dimensão de acesso, fazendo com que comunidades periféricas e tradicionais se reconheçam no palco.O projeto também garante recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras, audiodescrição e legendas descritivas, assegurando que pessoas com deficiência possam acompanhar plenamente a experiência artística. Com isso, o Encontro Ancestral reafirma seu compromisso de democratizar o acesso não apenas por meio da política de ingressos, mas também pela diversidade de sua equipe — formada majoritariamente por mulheres negras, pessoas LGBTQIAP+, PcD e indígenas — e pela valorização das comunidades tradicionais que sustentam a cultura popular brasileira.
Lideranças da equipe artística:Luizinho do Jêje – Mestre da cultura popular Fundador do Grupo Aguidavi do Jêje, é um homem negro, diretor geral e artístico do projeto, responsável pela concepção musical, estética, regência da orquestra, elaboração de repertório, criação de arranjos e orientação de figurinos e identidade visual. Nascido no Bogum, Salvador, iniciou-se como ogã ainda criança e integrou o Olodum nos anos 80, realizando turnês internacionais e dividindo palco com artistas como Michael Jackson e Paul Simon. Colaborou com Maria Bethânia, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Gilsons, entre outros. Em 2014, criou o Aguidavi do Jêje, reunindo 14 músicos para promover educação musical e cultural no Engenho Velho da Federação, sua comunidade de origem.Kainã Vinicios Souza - Mestre da cultura popular - diretor artístico e oficineiro, homem negro nascido em 1994 no Terreiro do Bogum em Salvador, é percussionista e baterista, atualmente integrante da banda de Caetano Veloso. Desde os 5 anos, iniciou sua trajetória tocando atabaque em festas de candomblé, experiência que moldou seu estilo musical único. Participou de grandes produções, como a abertura e encerramento dos Jogos Pan-Americanos (2007), foi percussionista de Ivete Sangalo por uma década (2013–2023) e integra a Orkestra Rumpilezz, com a qual se apresentou ao lado de artistas como Gilberto Gil, Lenine, Joshua Redman e Stanley Jordan. Seu instrumento é uma bateria adaptada a partir dos atabaques, criada por seu pai, Luizinho do Jêje. Pesquisador por natureza, Kainã dedica-se a estudar e integrar as matrizes Afro-Baianas e Nordestinas às tradições africanas, construindo uma ponte musical Brasil–África.Ícaro Sá - indígena, diretor musical oficineiro de percussão - nascido no Centro Histórico de Salvador e formado pela vivência no Pelourinho, iniciou sua carreira ainda jovem, acompanhando artistas baianos, blocos de rua e grupos de percussão. Foi integrante da Orquestra Sudaka e, por mais de uma década, da Orkestra Rumpilezz, com quem gravou três discos. Atualmente, é percussionista do BaianaSystem, participando de turnês internacionais e de álbuns premiados, como O Futuro Não Demora (Latin Grammy 2019). Também colaborou em trabalhos de artistas como Mariana Aydar, Arto Lindsay e Xênia França. Além de integrar os grupos Aguidavis do Jêje e Pradarrum, atua como diretor musical e produtor do álbum da artista Maju, reafirmando sua trajetória na valorização da música negra baiana e da percussão como linguagem ancestral e contemporânea.Kaique Soares – PCD, Deficiente Visual Oficineiro Percussionista, homem negro soteropolitano nascido no Engenho Velho da Federação, iniciou sua carreira ainda jovem, influenciado pelo pai e tio, e pela vivência como ogã. Começou profissionalmente aos 13 anos, participando de festivais como PercPan e MIMO, e passou por bandas como Flavinho e os Barões e Armandinho Dodô & Osmar. Atualmente é músico da Orkestra Rumpilezz, acompanha Bell Marques desde 2014 e integra o projeto Aguidavi do Jêje. Pelo estúdio Casa de Tambor, atua em produções e gravações para artistas como Anavitória, Maria Bethânia e Gilsons.Fabrício Santana - PCD - deficiênte físico - oficineiro de percussão, homem negro, nascido no Engenho Velho da Federação, iniciou sua trajetória em grupos de samba de roda e pagode, passando por formações como Afrobogum e Tambores do Pelô. Desde 2004 integra o Aguidavi do Jêje, onde aprofundou sua formação musical. Atua com bandas como Vitrolabaiana, Trem de Pouso e Ninha, é presença constante no Sarau da Casa da Mãe e, atualmente, acompanha a cantora Maju em turnê internacional, consolidando-se como referência da percussão afro-baiana.Elizabete Saturnino -coordenadora geral - é mulher negra e defensora histórica dos direitos das comunidades tradicionais de matriz africana. Com forte atuação no combate à intolerância religiosa e na valorização do povo de terreiro, tornou-se uma importante liderança em seu território. Desde há muitos anos, coordena o Projeto Aguidavi, espaço de referência na preservação e difusão da cultura afro-brasileira. Na função de coordenadora geral, articula ações de formação, fortalecimento comunitário e promoção da identidade cultural do Candomblé. Sua trajetória é marcada pela dedicação ao serviço público e pelo compromisso em assegurar direitos, visibilidade e dignidade às comunidades negras e tradicionais.Jeysi - Mulher Negra, LGBTQAIP+, Quilombola - coordenadora pedagógica - é nascida e criada no quilombo urbano Areal da Baronesa, onde desde cedo participou da escola de samba local e das atividades comunitárias. Filha de um ex-presidente da Associação de Moradores, cresceu em um ambiente de debates políticos e consciência territorial.Em 2015, participou em Brasília da votação da PEC 2015, ampliando seus conhecimentos sobre a demarcação de terras indígenas e quilombolas e fortalecendo sua identidade como mulher negra. Formada em Serviço Social pelo ENEM, atua hoje como assistente social na política de saúde para idosos, com foco na população negra.Com experiência como educadora social no Ilê Mulher e palestrante sobre o território quilombola do Areal da Baronesa, Jysi valoriza o protagonismo da mulher negra periférica. Atualmente, voltou a residir no Areal e se engaja ativamente nas ações do bloco, reforçando sua presença e contribuição para a comunidade.Anielle Santos - mulher negra, consultora em acessibilidade é pedagoga, especializada em Psicomotricidade e em Clínica Interdisciplinar em Estimulação Precoce, com capacitações em desenvolvimento sensório-motor e educação inclusiva. Atua como professora na rede municipal de Porto Alegre e Esteio, e como psicomotricista no Espaço de Brincar, atendendo crianças de 0 a 3 anos, promovendo uma abordagem individualizada e inclusiva para potencializar o desenvolvimento infantil. Atua também na área de consultoria de acesssibilidade para projetos de impacto social.Ilca de Castro Lemos Guimarães – Mídias Sociais Trabalha na ONU Mulheres desenvolvendo estratégias de comunicação voltadas à igualdade de gênero, combate à violência contra a mulher e valorização do protagonismo feminino. Formada em Direito pelo Ceub (2013) e com especialização em Marketing Digital pela Udacity (2017), participou de projetos culturais como Festival Quilombo Cultural (2024), Sinfônica Griô (2023), Fábrica de Gigantes: a força dos erês (2023) e Toques Percussivos Agbelas (2022). É sócia-fundadora da NOVA – Conteúdo Criativo, atuando em marketing, design e branding para empresas privadas.Muda Disso é um estúdio de design estratégico focado em pertencimento, que ajuda empresas, comunidades e lideranças a criar estratégias, narrativas e experiências com impacto humano e coletivo. Fundado por Rafa e Edu, ambos LGBTQIA+ e ativistas das causas de diversidade, o estúdio utiliza metodologias de escuta, cocriação e ação colaborativa para transformar propósito em experiências significativas, fortalecendo vínculos e cultura organizacional. A Muda Disso atua como uma ferramenta de inclusão e ensino, promovendo a participação de pessoas LGBTQIA+ e outras comunidades marginalizadas no mercado de trabalho, ampliando oportunidades e representatividade. Entre seus serviços estão employer branding, workshops, comunicação estratégica e experiências imersivas, sempre com foco em transformação social e legado coletivo.Alice Kasper é produtora cultural, LGBQIAP+ artista circense e pesquisadora da cultura popular, pós-graduanda em História, Cultura e Literatura Afro-Brasileira e Indígena. Com mais de 8 anos de experiência em elaboração e gestão de projetos culturais, já produziu espetáculos, festivais e atuou em grandes iniciativas como a Virada Cultural em São Paulo. É cofundadora da Orquestra Agbelas, primeira formada por mulheres de comunidade em vulnerabilidade social — e hoje reside em Salvador, onde desenvolve projetos com o Aguidavi do Jêje e comunidades locais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.