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Criação de 4 carros alegoricos, Oficinas e Produção de Cenografia para o Desfile do Grêmio Recreativo Escola de Samba Reino Unido da Liberdade
"SALVE OS CABOCLOS DA FLORESTA! DA COROA DE VODUM AOS CONTOS DO MESTRINHO” Era uma vez.... Sim, é assim que as histórias começam, não é verdade? Mas a minha história não é “uma história”. É a história de muitas vidas, unas e plurais, superlativas, contadas e vividas por meninos e meninas do Morro da Liberdade, gente amiga e irmã, meus pais e avós, do santo e do samba, forjada com o axé dos vivos e “dos sempre vivos”, artesãos do samba e dos saberes. Sou feita de suor, lágrimas e sorrisos; plumas e paetês refletem o brilho em minha tez, e cresço carregada pelos fazeres do pessoal do Cajual, de onde aprendi que assoviar à noite chama o Curupira… e quando o boto aparece nas festas, cuidado: ele encanta com os olhos e parte o coração de quem ousar duvidar da magia. Assim começa a história. Assim ela se condensa na narrativa de Thomé Mestrinho, expoente de tantas vidas em comum. Crescido em meio às benzedeiras que sopram as folhas e orações sobre nossas dores, misturando fé com ervas e esperança. Uma lufada de vento estremece a chama da vela acesa, pronta para espantar o mau-olhado e, ao lado, um copo grande, de alumínio, com água e sal. “Sempre respeite o silêncio do mato, menina”, me disse ele, o velho sábio com seu chapéu, que sombreava os olhos alardeando um brilho intenso em seus olhos. Ele sempre me disse que nas margens dos rios, nas trilhas escondidas da floresta, ecoa a voz das Sabedorias Caboclas, saberes moldados pelas fés e pelas conexões profundas com a natureza, protetora negros e indígenas aliançados em mocambos. – “Salve, Averequete! Salve os caboclos da floresta! Salve os encarnados e encantados”, vibrava o caboclo sábio, com sorriso e punhos erguidos. O saber caboclo é a voz dos antepassados que ecoa entre as folhas, o saber-fazer do mato que cura e protege, passado de geração em geração, nas palavras sussurradas ao pé do fogo ou nas ervas colhidas com reza. Aprendi com o sábio senhor, que estes conhecimentos, o olhar ancestral, nascem dos velhos, dos antigos, dos nossos avós, de mestres e mestras da cura, das “garrafadas”, dos banhos de proteção e limpeza, das fumaças mí(s)ticas acionadas pelos kumus, dos conselhos, crenças e mergulhos em águas que singram caminhos sagrados e secretos, integrando a vida social e comunitária. – “É a encruzilhada que confunde os caminhos, experiências e memórias, minha filha. É ela quem sempre abre para o senhor das palavras regurgitá-las em itãns. L_a_r_o_y_ê, Exú!”. “Laroyê!”, eu repeti. Ele anda pelo Morro, com sua voz mansa, cabelos brancos, com peito e coração cravados de guias dos santos, a camisa sempre verde e branca, levemente aberta estampando com orgulho a força de seus protetores. Ele, aquele que vê enquanto cria, contou-me um dia, lá no carnaval de 1989, um pouco antes de entrar na avenida e consagrar minha mãe Zulmira, que as Encantarias do Tambor de Mina, advindos de pretos e pretas escravizadas pela mão branca, chegaram à costa maranhense trazendo consigo orixás e voduns, e aqui encontraram os/as originários da terra. Tambor de Mina que se juntou ao candomblé e à umbanda, igualmente com seus caboclos: espíritos dos originários da terra, das Penas Brancas, Amarelas, Verdes e Vermelhas, de princesas e realezas turcas e encantadas que aqui encontraram Jurema – a própria floresta: – “Pois saiba, menina do Morro, e nunca mais se esqueça: reverencie a força e o triunfo dos maracás! Eles são sempre vistos com respeito pelos povos arrastados de Áfricas em diásporas, junto a batuques e tambores, sob os olhares atentos e das mãos que dançam ao sabor ritual da pajelança indígena e cabocla. Cultos afros e originários encruzilham-se no cruzo, conta ele, nosso contador de causos e histórias, sempre emocionado com as lembranças aprendidas de seus ancestrais. Caboclo, Caboclos, “caaboc”: “aqueles que vem do mato”. Físico e sagrado. Vivi muitas histórias com o “filho do Boto”, com sua bebida que nunca parava no bolso. Ele contou-me histórias da África, da libertação do povo preto no Amazonas, das festas amazonenses, do samba e de um “certo oriente”; com o velho sábio vivi as águas da renovação, a revolução do carnaval, e saudei minha protetora, Iansã, junto de históricas ialorixás de Joana a Zulmira. Que Rompe Mato rompa as fronteiras e nos leve à vitória. E quando se pensa que o “pequeno Mestre” já havia ensinado o bastante, eis a voz da sabedoria ancestral: – “Foi um caboclo, vodum de jeje, Averequete, quem abriu os olhos dos povos africanos em andanças: ‘olhem as princesas encantadas, as encantarias, o Rei Sebastião. Nobres brancos, reis, rainhas, turcos, eis outros caboclos faltantes!”. Arara, cobra, onças rugideiras E assim, nasce o culto afro-indígena brasileiro: energias agregadas. Da Casa de Nagô à Casa das Minas ou da Casa das Minas à Casa de Nagô, que inclusive, menina, compartilhavam a mesma rua no Maranhão”. E disse mais: – “As visitas e trocas tornam-se frequentes. Egrégoras entrelaçam-se em locais sacros, sente-se a agregação de encantarias, diálogos fecundos entre cultos. Sebastianismo e encantarias; nobres e sua princesas: ah, a sabedoria cabocla!”, respira o sábio contador, extasiado. São tantos ensinamentos, vidas, saberes e fazeres que nem tenho como agradecer ao velho sábio, apenas sentir, lembrar, viver as falas e os verbos dele que sempre esteve comigo, no antes, durante e que viverá para sempre enquanto houver samba e batuque no terreiro. É gente que na Amazônia vira boto. Coroa de Vodum dada a mestres grandes e “Mestrinhos”. Coroa que se funde à minha. Sim, eu sou a Reino Unido da Liberdade, escola de samba e de vida, construída em fábrica de sonhos, na “Usina de Saberes”, templo sagrado de tudo isto que contamos. Não nasci com ele, com o mestre, o velho sábio, mas vivi mundos e fantasias, e aprendi a ler os olhos e o espírito deste homem de palavra firme e espírito generoso, sabedor das coisas do mundo. Meu velho amigo tornou-se um desses encarnados a ser luzeiro de seu povo com amor, coragem e conhecimento. Pois agora te digo: ele é João, o professor, nosso contador de histórias, griot do samba, um grande mestre, o “Mestrinho” do Morro, caboclo do mato molhado, da terra encharcada de vida, do bicho que se esconde, do céu que se acinzenta, da lenda contada, do mito vivido, das fés que esperançam, do tacacá e do chibé que “tufa” a barriga faminta. Ele também é a cor da fantasia, o sol amarelado e reluzente da solda na alegoria, o desenho sinuoso do casal de Mestre Sala e Porta-Bandeira, o bailar das baianas, as quais, com seus giros ancestrais, (re)conectam-se aos guias de nossa Escola. Unindo encarnados e encantados, anuncio para vocês que em 2026 viveremos as tradições orgânicas, conhecimentos que andam descalços, sabedorias que brotam da floresta, das águas e da terra, na qual pés calejados continuam sambando em cortejo sincopado do alto do Morro da LIBERDADE. “Salve os caboclos da floresta! Da coroa de Vodum aos contos do Mestrinho” é o tributo poético aos caboclos das matas e a um caboclo imortal, filho do Morro, rapsodo popular, o arquétipo da cultura cabocla, o tremular de utopias, como a nossa bandeira no mastro em dias de ventania de Iansã. É o sabor dos ventos que atravessa tempestades, tempos e gerações. Viva Mariana. Linha do tempo (norte aos compositores): 1. Thomé Mestrinho é o fio narrador da história (caboclo em sentido humano); 2. Por meio da contação de histórias, ele nos apresenta os mistérios da mata: de encantados a caboclos, da umbanda, do candomblé e do tambor de mina; 3. Encantados: boto, Mapingurari, Curupira, Matinta, Mãe da Mata, seres amorfos que não se veem, mas não se sentem, até porque não experimentaram a morte; 4. Caboclos da Umbanda: Penas (Amarela, Vermelha, Verde, Branca), do Candomblé (espíritos de indígenas) e do Tambor de Minas (Dom Sebastião, Toya Jarina, Herondina, Mariana, dentre outros); 5. Foco no Amazonas; 6. O que começa com Mestrinho termina com Mestrinho: eis a Fábrica de Sonhos que tudo inspira, a Reino Unido da Liberdade!
Objetivo Geral: Desenvolver e produzir a cenografia do desfile do Grêmio Recreativo Escola de Samba Reino Unido da Liberdade para o Carnaval de Manaus 2026, assegurando a criação de alegorias, esculturas e ambientações visuais que traduzam de forma artística e impactante o enredo da escola, valorizando a cultura local e proporcionando uma experiência estética grandiosa no Sambódromo de Manaus.Objetivo Especificos:- Criação de 4 carros alegoricos- Projeto de cenografia
Fundada em 1981, na Rua Santa Rosa, no bairro Morro da Liberdade em Manaus, Amazonas inicialmente como um bloco de rua, chamado Unidos do Morro, rapidamente conquistou seu espaço dentro do universo do samba e 1987 chegou ao grupo especial do carnaval de Manaus e em 1989 apresentou o samba sobre Mãe Zulmira, que ficou conhecido popularmente como "Axé Mãe Preta", sendo o destaque do carnaval daquele ano.A escola composta pela comunidade e apaixonados pela cultura do samba, sempre buscou inovar em suas apresentações, destacando-se pela criatividade nos enredos e pela beleza das fantasias e alegorias.Atualmente a escola é uma das maiores agremiações carnavalescas da cidade, possuindo 13 (treze) títulos e tem como enredo mais famoso e marcante de todos foi "Mãe Zulmira _ O Amanhecer de Uma Raça". Seus desfiles são aguardados com grande expectativa, unindo as comunidades e proporcionando momentos de alegria, celebração e valorização da cultura brasileira.Neste sentido, a Lei de Incentivo Federal faz-se necessária para possibilitar a continuidade das ações que vêm contribuindo com a cultura na cidade de Manaus.Considerando o Art. 1° da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
PRIMEIRO SETOR – OKÊ CABOCLO!COMISSÃO DE FRENTE: Gira de Caboclo no Terreiro de Santa Bárbara.PRIMEIRO CASAL DE MS & PB: Caboclo Tupinambá e Cabocla Jurema.ALA 01: Caboclo Pena Branca.ALA 02: Caboclo Pena Verde.ALA 03: Caboclo Pena Vermelha.ALA 04: Caboclo Pena Amarela.ALA 05 – BAIANAS: Cabocla Potira, a protetora das matas1º CARRO ALEGÓRICO (ABRE-ALAS): O Reino das Matas, morada de caboclo.SEGUNDO SETOR – SALVE OS ENCANTADOS DA FLORESTAALA 06: Kurupyra, o protetor das matas.ALA 07: Y-îara, aquela que mora nas águas.Corte da Bateria - Entidades das Águas.Rainha de Bateria: Guayara.Musa da Bateria: Kunhãguera.Rainha da Escola: Caruana.ALA 08 – Bateria: Filhos e Filhas do Boto.ALA 09 – Sincronizada: Kaa’ Pora, “aquela que vem da mata”SEGUNDO CASAL DE MS E PB: Cobra Grande, a mãe dos peixes. ALA 10: É Sentinela, é Tucumã, é Surrupira.ALA 11: Xetruá Boji Buá! Chegou a Família de Légua da mata de Codó.ALA 12: Toque à Família da Turquia, do Bravo Rei Mouro e Princesas Curandeiras.2º CARRO ALEGÓRICO – Salve Rei Sebastião e o Reino Lençol!TERCEIRO SETOR – Ê JUREMÊ! Ê JUREMA SAGRADA!ALA 13: O Canjerê das Pretas e Pretos VelhosALA 14: Das ondas sagradas, saravá navegantes Marinheiros.ALA 15: Deu Meia-Noite! Laroyê Exu, Mojubá Pombogira.Musa da Escola – Cigana Esmeralda (verde e dourado)Musa da Escola – Cigana Sara (amarelo e dourado)Musa da Escola – Cigana Carmem (vinho e dourado)ALA 16 – Ala Show: Mestre Zé Pelintra e Mestra Rosa MorenaALA 17: O Vinho da JuremaTERCEIRO CASAL DE MS E PB: Toré, a Dança Ritual3º CARRO ALEGÓRICO – Reino de Juremá e o Povo da Floresta.QUARTO SETOR – A SABEDORIA É ANCESTRAL, E O FUTURO TAMBÉM.CASAIS DE MS & PB MIRINS: SustentabilidadeReis e Rainhas do Amanhã: SustentabilidadeALA 18 – Crianças: Regando o AmanhãALA 19 – Velha Guarda: Saberes da Mata nas Mãos de Quem CuraQUARTO CASAL DE MS E PB: Tem Mandinga, Tem Proteção.ALA 20: A Pesca é SustentoALA 21 – ResistênciaALA 22 – DiretoriaCorte da DiversidadeRainha da DiversidadeMusa da DiversidadeMusa da Diversidade4º CARRO ALEGÓRICO – Fábrica de Sonhos.ALA 23 – Amigos
Acessibilidade arquitetonica : O sambodromo de Manaus, está devidamente preparado: conta com lugares reservados para portadores de necessidades especiais, com rampas de acesso e corrimões, ao lado da avenida, bem próximo à passagem das Escolas de Samba, com visão privilegiada do desfile.
1 - OFICINA DE DANÇA DE MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRADuração: 3 horasModalidade: PresencialTurmas: 01 (uma) turmaPúblico-alvo: Jovens e adultos interessados em vivenciar ou aperfeiçoar a dança tradicional de mestre-sala e porta-bandeira, incluindo integrantes de agremiações carnavalescas e aprendizes de dança.Número ideal de participantes: até 20 pessoasOBJETIVO GERALPromover a vivência prática e o aprimoramento técnico da dança de mestre-sala e porta-bandeira, desenvolvendo postura, expressão corporal, domínio coreográfico e consciência da simbologia envolvida no ritual do pavilhão.OBJETIVOS ESPECÍFICOSApresentar os fundamentos históricos e simbólicos do casal de mestre-sala e porta-bandeira.Trabalhar as técnicas de condução de pavilhão e evolução cênica.Desenvolver a postura, elegância e expressão corporal exigidas na dança.Estimular a consciência corporal e a comunicação não verbal entre o casal.CARGA HORÁRIA TOTAL:3 horas/aula (divididas em 3 blocos de 1 hora cada)CONTEÚDO PROGRAMÁTICO1º Bloco – Introdução e Preparação Física (1h)Apresentação da oficina e aquecimento corporal.Breve contextualização histórica e simbólica da dança do casal.Alongamento, postura, respiração e consciência corporal.Caminhada de apresentação: postura, olhar e presença cênica.2º Bloco – Técnica e Coreografia (1h)Noções básicas de movimentação do casal: entrada, giro, troca de lados e evolução.Treinamento com uso simbólico do pavilhão (bandeira).Coordenação e sincronia entre mestre-sala e porta-bandeira.Correções técnicas individuais e em dupla.3º Bloco – Prática Guiada e Encerramento (1h)Montagem de uma pequena coreografia de apresentação.Apresentações dos casais (prática final).Feedback coletivo e individual dos participantes.Encerramento com alongamento e roda de conversa.FACILITADORMichel Magalhães dos Reis2- OFICINA MUSICAL: CAVAQUINHO, PERCUSSÃO E INTÉRPRETEProjeto: Reino Unido da Liberdade – Carnaval 2026Duração: 3 horasTurmas: 01 (uma)Modalidade: PresencialPúblico-alvo: Músicos iniciantes, membros de agremiações, amantes do samba e interessados em vivenciar os fundamentos musicais de uma escola de samba.Participantes sugeridos: até 20 pessoasOBJETIVO GERALProporcionar uma experiência musical prática e imersiva no universo das escolas de samba, abordando fundamentos técnicos do cavaquinho, da percussão e da atuação do intérprete, com foco no desenvolvimento individual e na integração coletiva.OBJETIVOS ESPECÍFICOSApresentar técnicas básicas e intermediárias de cavaquinho (acordes, levadas).Ensinar fundamentos rítmicos da percussão de escola de samba (repique, tamborim, surdo, etc.).Trabalhar a postura, entonação e expressividade do intérprete de samba-enredo.Estimular a prática em grupo, promovendo escuta ativa e sincronização musical.CARGA HORÁRIA TOTAL:3 horas/aula, divididas em 3 blocos temáticos de 1 hora cada.CONTEÚDO PROGRAMÁTICO1º Bloco – Introdução e Fundamentos Técnicos (1h)Apresentação dos instrumentos e seus papéis na escola de samba.Técnica básica do cavaquinho: postura, acordes e levadas.Introdução à percussão: tipos de instrumentos e noções rítmicas.Intérprete: respiração, afinação, colocação de voz e ritmo no samba-enredo.2º Bloco – Prática Setorizada (1h)Divisão dos participantes em três grupos (cavaquinho, percussão e canto).Exercícios técnicos específicos com acompanhamento dos facilitadores:Cavaquinho: progressões simples e levadas do samba.Percussão: batidas tradicionais, marcação e dinâmica de grupo.Intérprete: leitura e interpretação de samba-enredo.Correções individuais e orientações práticas.3º Bloco – Integração Musical e Vivência Coletiva (1h)Ensaio conjunto dos três núcleos (música harmônica, rítmica e vocal).Dinâmica de roda de samba com revezamento dos participantes.Apresentação de uma execução conjunta (pequeno samba-enredo).Encerramento com roda de conversa e avaliação participativa.FACILITADORJosé Carlos do nascimento JuniorMETODOLOGIAAbordagem prática e participativa.Ensino coletivo com atenção a níveis individuais.Ênfase na oralidade, repetição rítmica e memória musical.Utilização da escuta e da observação como ferramentas de aprendizagem.3- 3. Distribuição gratuita de 200 (Duzentas) fantasias, de diversos modelos e alas, para a comunidade do Morro da Liberdade, proporcionando a oportunidade de participação no desfile da Avenida do Samba às pessoas de menor poder aquisitivo.Obs.: O acesso ao desfile é totalmente gratuito. MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO AO ACESSO:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;
FICHA TÉCNICA DO DESFILE· Cenógrafo (a definir)· Diretor de Barracão ( Júlio César)· Diretor de Carnaval (João Thomé)· Diretor de Harmonia (Currículo em anexo)· Mestre de Bateria ( Currículo em anexo)· 1º Casal de Mestre-sala e Porta Bandeira (Currículo em anexo)· 2º Casal de Mestre-sala e Porta Bandeira (Currículo em anexo)· Coreógrafo (Currículo em anexo)· 300 Ritmistas (a definir)EQUIPE TÉCNICA DE PRODUÇÃOCoordenação Geral: RANGEL MAGALHÃESCurrículo: Rangel Magalhães, Sócio de numero 036, 45 anos, morador do Morro da Liberdade, natural de Manaus – AM, Administrador, Funcionário Publico Municipal, oriundo de uma família tradicional dentro da Comunidade, filho de Francisco Reis e Altacy Magalhães, meus tios Niceias Magalhães, Elza de Oliveira e Ivan de Oliveira, a sua historia começa com 2 anos, desfilando na escola barelandia no carro alegórico, passou a participar da bateria mirim, hoje instituto reino do amanha, em 2013 foi diretor de bateria e em 2015 atuou como Diretor Geral de Bateria, e atualmente é o presidente da G.R.E.S. Reino Unido da Liberdade · Direção Artística – Carnavalesco: Almir Nascimento: Artista e dançarino, nascido no ano de 1972, brasileiro, com longo histórico de dança tanto no Brasil como no exterior.Carnavalesco desde 1993 com título de campeão em diversas escolas, comprometido com a arte e os movimentos culturais. ( Currículo em anexo)DIRETORIA EXECUTIVA ELEITA NO TRIENIO 2023-2025A Diretoria Executiva do Grêmio Recreativo Escola de Samba Reino Unida da Liberdade constitui-se dos Seguintes membros:Presidente: RANGEL MAGALHÃES Rangel Magalhães, Sócio de numero 036, 45 anos, morador do Morro da Liberdade, natural de Manaus – AM, Administrador, Funcionário Publico Municipal, oriundo de uma família tradicional dentro da Comunidade, filho de Francisco Reis e Altacy Magalhães, meus tios Niceias Magalhães, Elza de Oliveira e Ivan de Oliveira, a minha historia no começa com 2 anos, desfilei na escola barelandia no carro alegórico, passei a participar da bateria mim, hoje instituto reino do amanha, em 2013 diretor de bateria e em 2015 como Diretor Geral de Bateria, sou atual presidente da G.R.E.S. Reino Unido da Liberdade.Vice-Presidente: JOÃO THOME MESTRINHOJoão Thomé Verçosa Mestrinho de Medeiros Raposo sócio n° 13 pertenço ao Reino Unido desde 1984 fui dep.estadual por 2 legislação dep.federal e suplente do senador Gilberto Mestrinho- secretário de produção rural, Sec. De gabinete do governo e empresário rural atualmente aposentado. foi secretário, vice presidente, ajudou na construção da quadra mãe e articulou a conclusão da atual quadra da Reino Unido - atualmente exerce a função de vice-presidente eleito democraticamente1º Secretario: DARVIN MENEZESDarvin da Silva Menezes Filho, SÓCIO PROPRIETÁRIO N°288, 70 ANOS APOSENTADO NATURAL JANAUACA-AM, morador Morro da liberdade. Nos anos 1991 a 1992 foi tesoureiro por 2 anos na gestão do presidentes Ismar Machado. Na atual gestão do presidente Rangel Magalhães, é o Primeiro Secretário. Para Davin, o objetivo da agremiação é fazer união e trazer a comunidade para mais perto da escola de samba, porque a união é a base de uma família.2º Secretario: CARLOS NASCIMENTOSCarlos Alberto do Nascimento e Silva sócio n° 24, pertence a Reino Unido desde 1984 foi Ex-vice Presidente nos anos de 2002 e 2020, Diretor de Barracão, ex presidente da extinta AGEESMA E LIESM, Na atual gestão do presidente Rangel Magalhães, é o segundo Secretário.1º Tesoureiro: LOURIVAL BARBOSALourival B. Ferreira Filho, SÓCIO PROPRIETÁRIO N°070, 70 ANOS APOSENTADO NATURAL JANAUACA-AM, morador Nova Republica, Bairro distrito Industrial, Aposentado. Na gestão do presidente Rangel Magalhães, é o Primeiro Tesoureiro.Trabalhamos para uma Escola mais forte e Unida.2º Tesoureiro: JULIO CÉSAR BATISTAJúlio César Batista Cruz, brasileiro, solteiro, autônomo, natural de Manaus-Am, portadora da Carteira de Identidade de n.º 1.155.940-3, expedida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas e do CPF de n.º 275.677.612-20, residente e domiciliado a Rua Maria de Lourdes, 72, Morro da Liberdade, e-mail: cruzjulio1964@gmail.com, sócio do GRES Reino Unido da Liberdade de nº 91. Exerceu as seguintes funções GRES Reino Unido da Liberdade: Diretor de Harmonia nos anos de 2002 a 2017, 02º Tesoureiro no Triênio de 2014 a 2017, 1º Tesoureiro no Triênio de 2017 a 2020, Atualmente exercendo a função de 02º Tesoureiro.
Periodo para captação de recursos encerrado.