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O presente projeto visa oferecer uma proposta de intervenção de reforma para o Teatro João Pessoa, em Rosário do Sul/RS cuja situação atual é de precariedade na situação das aberturas, pintura inadequada e falta de banheiro, valendo ressaltar que, por inexistir qualquer banheiro no teatro, a plateia que quer usar o banheiro tem que sair do teatro e procurar um banheiro pelos prédios do entorno, dependendo da disponibilidade e aceite dos responsáveis pelos prédios e comércios do entorno.
OBJETIVO GERAL:Reforma do Teatro Municipal João Pessoa.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Pintura do Teatro João Pessoa;Reforma das aberturas;Construção de banheiros;Plano de acessibilidade;Plano de educação patrimonial.
Quanto aos incisos do Art. 1°, atende:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Quanto aos objetivos do Art. 3°, atende:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) POR MEIO DO REGISTRO AUDIOVISUAL DA OBRA DE RESTAURO.III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: CONFORME ENQUADRAMENTO DE PATRIMÔNIO.a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizaçõesculturais, bem como de suas coleções e acervos;b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos PoderesPúblicos;c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:
O presente projeto visa reformar a área de fachada do prédio (aberturas e pintura), assim como a pintura interna e construção dos extremamente necessários banheiros, feminino, masculino e PCD, garantindo o direito à dignidade da população que utiliza tal patrimônio que também é espaço público de uso constante para apresentações culturais. O plano de acessibilidade do presente projeto trata de, na acessibilidade de conteúdo visita com intérprete de libras ao Teatro de pessoas de instituições que atendem deficientes auditivos, haverá visitação guiada no Teatro ao público deficiente visual, havendo, para tal público, a confecção de miniatura 3d da fachada do prédio com devida representação de seus detalhes arquitetônicos a ficar permanentemente disposto no prédio do Teatro Municipal João Pessoa com placa em braile explicando de que se trata tal miniatura, visando demonstrar ao deficiente visual como é o prédio, ao qual está visitando, em sua área externa (visita sensorial). Haverá visita de turma de pessoas com deficiências cognitivas, juntamente com profissional indicada pelo conselho Municipal do PDC para acompanhar a visita, na qual será mostrado de forma lúdica e acessível os prédios, sua miniatura 3D, sua história e serão realizadas atividades recreativas adequadas (em conformidade com as orientações do Conselho Municipal do PCD e profissional indicado pelo mesmo conselho para atender tal visita). No produto audiovisual resultante do projeto, que registra a obra, haverá legendas onde houver falas, juntamente com um texto de apresentação com audiodescrição do Teatro Municipal João Pessoa em seu interior e em seu resultado externo (legenda descritiva).O plano de acessibilidade e plano de educação patrimonial do presente projeto conta com:1 - Visitação para idosos;2 - Visitação sensorial para deficientes visuais com áudio descrição;3 - Impresso 3D do prédio da exedra (maquete tátil);4 - Visitação com intérpretes de libras para surdos;5 - Visitação de pessoas com deficiência intelectual com acompanhamento de profissional da área;6 - Acompanhamento da obra com visitas continuadas de alunos de terceira série de escola pública do município para aprender sobre valorização do patrimônio e pertencimento ao mesmo;7 – Material audiovisual final do projeto com acompanhamento de toda a obra liberado no youtube e instagram com legendas;
Haverá realização de um Fórum Estadual pela Secretaria de Cultura do Município, no Teatro João Pessoa dentro das ações de reinauguração do Teatro após o projeto, assim como o ato para a população e autoridades de comemoração ao aniversário do Município de Rosário do Sul, juntamente com os 114 anos do Teatro, ocorrerão em tal espaço cultural, sendo finalizados com o anúncio da lei municipal de tombamento que versará sobre o futuro tombamento municipal do Teatro João Pessoa, a ocorrer posteriormente à finalização da obra.Um fato histórico que gera emoção à população de Rosário do Sul foi que, durante a Revolução de 1923 o Teatro que é objeto do presente projeto gritou a força que a cultura tem inclusive em meio à guerra, onde, durante o dia, Chimangos e Maragatos matavam e atacavam uns aos outros, porém, inacreditavelmente, durante a noite, sentavam lado a lado para assistir espetáculos no Teatro João Pessoa, demonstrando o quanto a arte é um resgate da alma dizimada pela dor da guerra, tão grande tal dor e eficaz a arte para acalmá-la, que os adversários ignoravam suas ideologias e sentimentos ruins em prol de sorver a arte que os curava à noite. ‘Em pleno pampa ensanguentado, o Teatro, à noite, é a única forma que se encontra para esquecer a guerra” escreveu o jornalista santa-mariense Roque Callage. Abaixo trecho da reportagem disponível em: https://www.clicrbs.com.br/pdf/14249575.pdf´´Durante a Revolução de 1923, ele esteve em Rosário do Sul junto a uma comitiva que buscava a pacificação num encontro com Honório Lemes. Conforme Telles, Callage esteve na plateia do teatro diversas vezes e escreveu sobre o que presenciou por ali. “A cidade ocupada pelos revolucionários começa a ir em direção ao Teatro; sitiados e sitiantes sentam lado a lado e ocupam os mesmos camarotes e, encantados com as representações, esquecem por algumas horas as ideologias diversas”, conta, em um fragmento publicado pelo folhetim Teatro em Revista, do Rio de Janeiro, em 1924. – Brigavam durante o dia e, quando chegava à noite, não tinha de chimango nem de maragato. Esqueciam as brigas de guerra e iam para o teatro – afirma Mara. As portas do Teatro recebiam pessoas de todas as classes sociais.´´ Para a clareza do projeto, é apresentada a contextualização histórica que contempla o bem, donde se reconhece sua valorização patrimonial, além de projetos específicos que vão dar conta de pormenorizar cada etapa do trabalho proposto, sob a responsabilidade técnica de profissionais capacitados e devidamente regularizados, que serão nominados adiante. Também são apresentadas as plantas arquitetônicas do projeto, arquivo fotográfico, anuências e demais documentações de relevância para a futura execução das obras de restauro. A partir dessa proposta pretende-se argumentar a importância histórica do edifício e adjacências que compõem o lugar, tanto para a comunidade local como para toda a região sul do país. Este projeto é possuidor de Plano de Educação Patrimonial, por meio de chamamento de escolas públicas para conhecer o prédio e sua história durante as obras de reforma, de forma a que entendam a importância da preservação desse espaço cultural, através de explicação sobre a história e o funcionamento da instituição, ministrada por integrantes do Poder Público Municipal, assim como por participantes do projeto. Contando-se, para o público em geral e gestores municipais com cinco dias de palestras de educação patrimonial apoiadas pelo IPHAN no próprio Teatro, versando sobre temas como Políticas de preservação de patrimônio, legislação de tombamentos municipais, inventários municipais de patrimônio, teatros do Rio Grande do Sul e preservação e políticas de fomento de espaços culturais (tombados e não tombados, como é o caso do Teatro João Pessoa), sendo, os palestrantes, indicados pelo IPHAN futuramente.
Josiele Pereira Castro:Produtora executiva e auxiliar de administração:Produtora cultural há 10 anos, atuante em projetos deLei Federal de Incentivo à Cultura como proponente em projetos como: Festa do Morango, Rio Grande do Sul Tradição e Cultura e Música paraa Santa Casa.Como funções admimnistrativas em projeto de Lei Federal de Incentivo à Cultura, atuou na Festa Internacional do Churrasco, Adorarte e no OColono e a Cultura. Na Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul (LIC/RS), na qual se pode verificar o histórico da proponentepelo seu CEPC: 6817 no site do Pró-Cultura RS, realizou o projeto Show em Casa (lives durante a pandemia), Restauros das Cúpulas, Telhado eElétrica da Capela da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas (patrimônio tombado, com prestação de contas aprovada), Reforma do Telhado daCapela Cultural da Beneficência Portuguesa de Pelotas (patrimônio inventariado, com prestação de contas entregue para análise), RestauroInicial doConservatório de Música de Pelotas (patrimônio Tombado, com o projeto em execução), Reforma da Semicúpula do Altar da Capela Cultural daBenficência Portuguesa de Pelotas (patrimônio inventariado, em período de execução) e a Segunda Fase do Restauro do Conservatório deMúsica da UFPEL (projeto aprovado, aguardando a finalização de sua etapa anterior para captar recursos). O presente currículo daproponente, descrito acima, foi focado em suas atividades mais recentes, principalmente em patrimônio.Michele Bandeira Zehretemeyer:Engenheira.FormaçãoEngenheira Civil – UCPel / Pelotas - RS - (2017)Técnica em Edificações – IFSUL /Pelotas - RS - (2012)QualificaçõesDomínio na utilização de programas como: Auto Cad, Sketchup, MS Project, Revit, Auto Cad Civil 3DExperiências ProfissionalMAXIMIZE ENGENHARIA – Jan.2018 - Atual Endereço: Praça Piratinino de Almeida, n° 8 / sala 24 – Centro, Pelotas RS Cargo: 2021 - Sóciaproprietária2018 - Autônoma Principais Atividades: Elaboração de projetos e execução de obras, acompanhamento de obras, planilhas orçamentárias ememoriais descritivos. Principais obras: - Restauro da Capela da Santa Casa de Pelotas - Restauro das Cúpulas, Telhado e elétrica – Finalizado;- Reforma da Capela da Beneficiencia Portuguesa de Pelotas - Reforma do telhado - finalizado;- Elaboração de projetos e execução de obras de alto padrão - em execução;- Restauro Inicial do Conservatório de Música de Pelotas – em execução;- Construção do anexo de 192m2 da área administrativa da UCPEL – em execuçãoSimone Delanoy - Arquiteta responsável:Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas (1986). Especialização em Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas (1997). Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas (2012). Arquiteta do quadro efetivo da Prefeitura Municipal de Pelotas,(1987), ocupou o cargo de Especialista em Patrimônio na Unidade Executora do Programa Monumenta em Pelotas de 2001 à 2011, na Secretaria Municipal de Cultura . Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Patrimônio Histórico e Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio cultural, preservação, arquitetura e urbanismo, administração, execução e fiscalização de obras de restauração e administração de programas de financiamento. Arquiteta na Empresa Marsou Engenharia Ltda, com experiência em acompanhamento execução de obras e elaboração de projetos
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.