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Trata-se de um monólogo teatral intitulado "Família e Afeto", onde Dra. Clara é uma advogada de família que enfrenta, todos os dias, as fissuras emocionais de lares em crise. O palco é seu escritório, onde o Direito encontra a dor humana. Através de depoimentos em áudio, projeções e relatos reais lidos ao público, Clara dá voz às mulheres que lutam contra a alienação parental, o abandono afetivo, a violência doméstica e os dilemas complexos das novas configurações familiares.
"Família e Afeto" é um monólogo teatral urgente que mergulha no lado humano e doloroso do Direito de Família. No palco, a personagem, uma advogada de família, é a mediadora e a confidente das histórias mais íntimas e desafiadoras da vida moderna. O espetáculo se constrói a partir da realidade crua dos tribunais, apoiado por depoimentos em áudios, projeções audiovisuais e a leitura de relatos, que dão voz às mulheres que buscam amparo e afeto em um sistema muitas vezes frio. A advogada não apenas narra, mas questiona, confronta e busca ativamente soluções para que, mesmo diante de conflitos complexos, o desfecho seja a garantia da qualidade de vida e do bem-estar. O espetáculo tem Classificação Indicativa para 12 anos.
Objetivo Geral O principal resultado que o projeto pretende alcançar é promover a conscientização e o empoderamento social e jurídico das mulheres e famílias brasileiras. A finalidade é oferecer conhecimento acessível e prático sobre as leis de Direito de Família e suas ramificações no cotidiano, facilitando a busca por justiça, direitos e uma melhor qualidade de vida para os envolvidos em conflitos familiares, incluindo crianças e idosos em situação de vulnerabilidade (ex: Alzheimer/Curatela).Objetivos Específicos - Montar e Estrear o Monólogo Teatral "Família e Afeto": Realizar a produção completa e apresentar 24 sessões do monólogo na cidade de São Paulo, utilizando depoimentos em áudio e projeções audiovisuais como parte central da narrativa cênica.- Disseminar conhecimento Jurídico-Social: apresentar e discutir, através do formato teatral, temas cruciais do Direito de Família (ex: alienação parental, abandono afetivo, violência doméstica, Curatela, Testamento Vital), transformando-os em material didático e acessível.- Promover o Diálogo e o Acesso à Informação: Realizar, sempre que possível, debates e/ou rodas de conversa após as sessões do espetáculo, oferecendo um espaço seguro para a reflexão sobre os direitos e as formas de acionar a justiça em casos de conflito.- Gerar Visibilidade e Impacto na Mídia Espontânea: Obter menções na mídia (online, impressa ou televisiva) para amplificar o debate sobre a importância do afeto e dos direitos legais na estrutura familiar.
O projeto "Família e Afeto" se justifica pela urgente necessidade social e jurídica de dar luz aos graves conflitos que permeiam a estrutura familiar contemporânea. A família é o contato primário da criança e, quando desestabilizada por divórcios litigiosos e disputas judiciais, gera profundos prejuízos psicológicos e, por vezes, físicos nos filhos _ as maiores vítimas de ações como a alienação parental e o abandono afetivo.O espetáculo atende a uma demanda por informação qualificada e acessível. Mulheres que enfrentam questões de violência doméstica, luta por alimentos avoengos ou gravídicos, e as complexidades das uniões múltiplas ou paralelas frequentemente desconhecem seus direitos e os mecanismos para acionar a justiça. O formato de monólogo teatral, apoiado por depoimentos reais, projeções e áudios, é a ferramenta ideal para traduzir a complexidade da legislação (Direito de Família) em uma experiência emocional e didática, promovendo a identificação e o engajamento do público de maneira que o debate jurídico formal não alcança.Além disso, o projeto é vital para a população idosa e seus cuidadores. Com mais de um milhão de brasileiros sofrendo de Alzheimer ou Demência, a falta de documentos como o Testamento Vital e a Curatela/Tomada de Decisão Apoiada gera confusão, sobrecarga familiar e impede que os doentes recebam o cuidado adequado. O monólogo atua como um agente de conscientização, preenchendo essa lacuna de conhecimento e facilitando o planejamento familiar.Em suma, "Família e Afeto" justifica-se como um projeto de utilidade pública que utiliza a arte como veículo para o empoderamento feminino e a garantia dos direitos das crianças e idosos, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida e o fortalecimento da cidadania.
Espetáculo Teatral, monólogo, de 60 minutos.
- O espetáculo praticará ingressos a preços de mercado dos espetáculos em cartaz atualmente; - Serão ainda, aceitos meia-entrada para todos que se enquadrarem dentro da lei e; limite em até 10% dos ingressos a preços populares a serem oferecidos a instituições públicas como parte do projeto de formação de público; - Disponibilizar na internet a íntegra dos registros audiovisuais existentes dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial; - Faremos as exibições em teatro, que contam com essas especificações, adicionalmente, o conteúdo, como prevê a legislação, poderá ter a presença de um tradutor, caso seja necessária. As apresentações para a temporada dessa peça, conforme esse projeto, será em local com acessibilidade para pessoas que irão assistir ao espetáculo.
Faremos uma articulação direta com as instituições que dar suporte e orientação para mulheres que têm esse problema retratado na peça, para que possamos disponibilizar esse conteúdo da peça nas plataformas digitais, com livre acesso para todos. Nossa intenção é tornar esse conteúdo acessível a todos. O espetáculo ficará disponibilizado em Plataformas Digitais Gratuitas da Internet.
MARCOS OKURA - PRODUTOR EXECUTIVO E PROPONENTEDiretor Artístico e Produtor Executivo de teatro, cinema e televisão, dirigiu o longa-metragem documental “Asfalto – 25 anos de Dead Fish”; como Produtor, os documentários “Lugar de Mulher” e “60 Mulheres”, a série de ficção “Flash. O Aventureiro (ZooMoo) e as séries em animação “Passo de Tartaruga” e “Patrulha do Futuro”. Produtor Executivo mais de 30 obras audiovisuais, entre os quais os documentários “Projeta Quebrada”, “Libertados”, “Rota Polar”, “O Campeão do Século”, “Como ela faz?”, “Xingu-Tokyo”, “Mulheres na Conservação”; as séries “100 anos de Seleção Brasileira”(Fox/NatGeo) e “SobreVivências”; e as séries infantis “O Laboratório do Professor Policarpo”, “Yayá Ojú – Uma cidade daora”, “O Mestre e o Muriqui”, “Hora de Comer” e “De Criança Para Criança”. No Teatro, dirigiu e produziu os musicais “R-Evolução Urbana”, “A Sessão da Tarde”, “Lado B”, “Se essa rua fosse minha” e “A Borboleta Sem Asas”, premiados pelo Prêmio Coca-Cola em diversas categorias, além do Prêmio Qualidade Brasil; as peças “Na Cama com Tarantino” (temporadas em São Paulo e Rio de Janeiro) e Q.A.P., pela Cia do TBC. Produziu shows para a Festa Gambiarra de artistas como André Morais, Simoninha, Jair Rodrigues, Jair Oliveira, Luciana Mello, Banda Moinho, Murilo Rosa e Olodum, entre outros. Pelo grande conhecimento que possui em Leis de Incentivo e a Lei da TV Paga, colocou no ar os canais de TV Love Nature e Zoomoo Brasil. Como educador, participou da implantação do CEU (Centro Educacional Unificado) pela Secretaria Municipal de Cultura do Município de São Paulo; é Professor de História da Arte e Coordenador Pedagógico do Ensino Fundamental e Ensino Médio.NATHALIA GOUVÊA - PRODUÇÃOFormada em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac em 2009 e em teatro pela Escola Norma Blum em 2010. Produtora da Gambiarra - A Festa desde 2010. Atuou na produção executiva de documentários esportivos na produtora Canal Azul, e de projetos publicitários na produtora Bossa Nova Filmes. Produziu a série Angeli The Killer e o longa metragem Bob Cuspe, pela Coala Filmes. Coordenou o projeto KOMBI na rua, da Ben&Jerry´s, com ações da marca pela ruas de São Paulo. Fez intervenção de palhaço no projeto Ônibus Biblioteca da Prefeitura de SP, presente nas periferias da cidade. Produziu a série infantil Flash – O Aventureiro para o Canal ZOOMOO. No teatro, esteve presente na produção da Cia de Rock com diversos espetáculos musicais, fez assistência de produção na temporada SP do espetáculo Josephine Baker - A Vênus Negra, dirigido por Otavio Muller, em cartaz no Sesc 24 de Maio, em 2018; Produção Executiva e administrativa do espetáculo Sutura, contemplado pelo Prêmio Zé Renato de Teatro, em 2018; Produção da peça Fábula e Roda dos Três Amigos, em cartaz no Sesc Pinheiro, em 2019; Em 2020 esteve na produção do espetáculo Uma Lei Chamada Mulher, no Sesc Ipiranga, e na peça on line Viva Cacilda! Felicidade Guerreira! Pelo projeto #emcasacomsesc, ambas com direção de Lenise Pinheiro. Trabalhou ainda na performance LIBERTE UM SORRISO, pela Virada Sustentável. Em 2021 produziu a Mostra de Cinema Latino-americano - Miguel Líttin e a Mostra de Cinema e Poesia Mulheres Árabes pela Lei Aldir Blanc. Está em produção com o projeto Mourão - Um retrato brasileiro por meio da canção, contemplado no Edital Proac 11/2020. Seus últimos trabalhos como produtora em teatro foram pelo IBT,com os espetáculos GATO MALHADO E A ANDORINHA SINHÁ, e MUNDARÉU DE MIM.JULIANA SANCHES - DIRETORA GERAL E ARTÍSTICAFormada em Ballet Clássico pela Royal Academy of Dance de Londres, ministrada na Academia de Ballet Elisa, em Interpretação Teatral pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, e em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo. Produziu o espetáculo infanto-juvenil "Motorboy", dirigido por Débora Dubois no Teatro Popular do Sesi, na Avenida Paulista. Em 2001, criou o Grupo XIX de Teatro, um dos grupos de teatro mais importantes do Brasil, sendo atriz-criadora do espetáculo Hysteria – peça ganhadora do Prêmio APCA e indicada ao Prêmio Shell e que foi apresentada em mais de 80 cidades brasileiras e em 5 países (França, Portugal, Inglaterra, Cabo Verde e Brasil) –; Hygiene, de 2005, peça indicada ao Prêmio Shell; Arrufos, de 2008; Marcha para Zenturo, de 2010, espetáculo que também foi a responsável pelos figurinos; entre tantos outros. O Grupo XIX de Teatro, em 2018, foi contemplado pelo Prêmio Shell de Inovação pela residência há 14 anos na Vila Maria Zélia e pelo trabalho com artistas em diversas áreas com os Núcleos de Pesquisa. Ainda como atriz, atuou no espetáculo Casa Submersa, da Velha Companhia, e espetáculo Medea, com direção de Zé Henrique de Paula, ambas no SESC Pompéia; atuou na Série de TV Independências, de Luiz Fernando Carvalho, produzida e exibida pela TV Cultura. Atualmente dirige o musical Os Óculos Mágicos de Charlotte. No audiovisual, foi Diretora de Externa e de Switcher, de inúmeros programas de Reality Shows. É extremamente interessada em contar histórias, em trabalhar com pessoas, em criar novas possibilidades de narrativas e imagens.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.