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O objetivo do projeto é realizar o Indígena Fashion Week Brasil (IFWB) - Originários, um festival de 5 dias na cidade do Rio de Janeiro, com desfiles de moda, exposições artísticas e atividades culturais voltadas para a valorização da pluralidade étnica dos povos originários. O evento integrará saberes ancestrais e contemporâneos por meio de palestras, apresentações musicais, desfiles, espetáculos de artes cênicas e rodas de conversas, destacando a indústria criativa da moda sob uma perspectiva decolonial, originária, circular, sustentável e inovadora.
A Indígena Fashion Week Brasil é um Festival que reúne elementos e tendências da moda decolonial e originária, apresentados por meio de: Produto Principal 1- Roda de conversa/ palestras/oficinas socioculturais (CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA 16 ANOS): o evento contará com 09 atividades do gênero: oficinas; roda de conversa; palestras; com representantes de diferentes etnias, apresentando ao público temáticas ligadas a sustentabilidade, circularidade e suas culturas;a) Oficinas: serão 03 oficinas com a presença de especialistas originários desenvolvendo os assuntos com o público, com duração de 90 minutos e alcançando 150 pessoas presenciais;Temas:I- Confecção de acessórios artesanais indígenas;II- Pigmentos naturais para pintura de tecido;III- Grafismo e pintura indígena.b) Roda de conversas: será 01 roda de conversa, com a presença de especialistas originários conduzindo os assuntos e apontamentos do público, com duração de 90 minutos e alcançando 50 pessoas presenciaisTema:I- Enxergando a moda a partir da tradição e ancestralidade das comunidades indígenas.c) Palestras: serão 05 palestras com a presença de especialistas diversos discorrendo os assuntos, com duração de 90 minutos e alcançando 150 pessoas presenciais;Temas:I- Moda e Direitos humanos: perspectivas a partir dos povos originários;II- Moda e decolonialidade: uma moda antirracista;III- Moda e Justiça climática: saberes e fazeres das comunidades originárias;IV- Tecnologias decoloniais na moda;V- Arte, moda e resistência: construção de tendências identitárias e ancestrais. 2- Apresentação musical: haverá três apresentações musicais reverenciando a cultura originária (CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA 16 ANOS): APRESENTAÇÃO 1- ocorrerá no 1º dia do evento,com um total de 2 artistas. A apresentação será de 90 minutos. APRESENTAÇÃO 2- ocorrerá no 2º dia do evento,com um total de 2 artistas. A apresentação será de 90 minutos. APRESENTAÇÃO 3- ocorrerá no 3º dia do evento,com um total de 2 artistas. A apresentação será de 90 minutos. OBS: Os artistas mÚsicas serão selecionados pela curadoria. 3- Contrapartida Social (CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA LIVRE)– Serão realizadas 02 oficinas de criação de boneca indígena e 02 oficinas de macramê com técnica ancestral (contrapartida social) para alunos e professores da rede pública de ensino, totalizando 240 pessoas contempladas; *As exposições, desfiles, oficinas e palestras a serem apresentadas no projeto passarão por curadoria artística, onde serão definidos os especialistas, respeitando a pluralidade e diversidade.
Objetivo Geral: Desenvolver e realizar o primeiro Festival Indígena Fashion Week Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, com duração de 05 dias ( endo 03 dias no Jockey Clube Brasileiro e 02 dias itinerantes), com intuito de estimular, ampliar, e aperfeiçoar a participação indígena na indústria criativa da moda, aumentando a percepção por parte da sociedade em geral (cidadãos, empresários, educadores, etc.) sobre a importância da moda plural, étnica, originária, decolonial e sua contribuição social, cultural, econômica e de desenvolvimento para o país. Para fortalecer ainda mais a pluralidade étnica do projeto, serão inseridas a participação de outras etnias originárias de comunidades tradicionais, além das indígenas. O projeto busca promover e incentivar a realização e estimulação da produção cultural e artística brasileira, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores conforme o que prevê a Lei Nº 8.313/91, de incentivo à cultura. Objetivos Específicos: Produto FESTIVAL/MOSTRA EXPOSIÇÃO DE ARTES: Promover e expor até 10 obras de artes no local do evento, interativas e expositivas, feitas por artistas indígenas e de outras comunidades tradicionais, com sua percepção de moda, arte, cultura originária reforçando e ampliando o protagonismo dos mesmos; Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 12 desfiles de moda presencialmente durante o evento, sendo realizado nos primeiros 3 dias com 4 desfiles por dia, revelando a contribuição da moda decolonial e originária como sinalizadora de identidade cultural brasileira; além de inserir novos talentos para o mercado artístico, em diferentes esferas, estimulando a indústria criativa da moda à incluí-los em toda sua cadeia produtiva; Produto OFICINAS/ RODA DE CONVERSA/PALESTRAS: Oferecer atividades dessas modalidades (oficina, palestra, roda de conversa) presencial, com temas a serem definidos por curadoria,relacionados a indústria criativa da moda e os povos originários, sendo um subtotal de 08 atividades durante o festival; Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 03 apresentações musicais com 6 artistas, reverenciando a cultura dos povos indígenas; Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oferecer 02 oficinas de criação de boneca indígena e 02 oficinas de macramê com técnica ancestral (contrapartida social) para alunos e professores da rede pública de ensino, totalizando 240 pessoas contempladas. *As exposições, desfiles, oficinas e palestras a serem apresentados no projeto passarão por curadoria artística, onde serão definidos os especialistas, respeitando a pluralidade e diversidade.
O Festival Indígena Fashion Week Brasil- Originários em sua estreia nasce da necessidade de ampliar o protagonismo das diferentes etnias indígenas, assim como de comunidades tradicionais originárias dentro da indústria criativa da moda, numa confluência de suas tradições/ancestralidades (oralidade dos povos originários) com a moda (conceito ocidental), sendo um evento de extrema importância para a valorização e reconhecimento das culturas indígenas e de comunidades tradicionais no Brasil, assim como para o debate da democratização de espaços na indústria criativa da moda. O Festival vem como oportunidade de celebrar a arte dos povos originários, criando a experiência de um ambiente público que traz uma imersão única dentro dos seus saberes e fazeres ancestrais, modernos e tecnológicos no universo da moda. O Festival conta com um ambiente plural, juntando vários segmentos da indústria criativa e da moda, que por meio da exposição de artes visuais reverenciam os povos originários. O ambiente imersivo e interativo do Festival juntará artes visuais, artes cênicas e tecnologia, numa estrutura que mescla a tradição dos povos originários com a modernidade e inovação da indústria criativa, através de elementos que traduzam a cultura dos mesmos. Segundo censo do IBGE (2022), o Brasil é composto por 305 etnias indígenas diferentes, com 1,7 milhão de indígenas autodeclarados, que falam cerca de 274 línguas, espalhados por todas as regiões do país, estes resistem e lutam pelas suas existências, espaços e manifestações culturais, ampliando seus espaços de voz, poder e protagonismo, garantindo assim a manutenção e prevalência da cultura ancestral dos povos originários. Sediado no Rio de Janeiro, este evento destaca-se por promover a rica herança cultural dos povos originários através da moda, arte e cultura, criando um espaço de visibilidade e respeito às tradições indígenas. Como já disse José Ribamar Bessa Freire (2015), "O Rio de Janeiro continua índio", metrópole com grande influência cultural e histórica para o Brasil, traz à tona a necessidade do reconhecimento desse território como uma terra de significativa relevância para as comunidades indígenas. Território dos Tupinambás, Temiminós, Tupinikins, povos que nossa história colonizadora, violenta e cruel, tenta apagar, invisibilizar, mas que ajudaram a criar o Rio de Janeiro e o jeitinho carioca de ser, que conhecemos hoje. Atualmente a cidade do Rio de Janeiro abriga a quarta maior população indígena em área urbana do Brasil, com diversas etnias, sendo assim, recuperar espaços é um passo fundamental para garantir os direitos e a preservação cultural desses povos. Por tudo que foram e são para esse território, torna-se de suma importância realizar o evento aqui, trazendo todo protagonismo que esses povos merecem, o Rio de Janeiro é indígena, e ocupar espaços e ampliar suas vozes traz, ainda que mínimamente, uma reparação por tantos anos de apagamento, escravidão e marginalização. No que tange o mundo globalizado, e a importância da disseminação da cultura originária para a sociedade em geral, o projeto pretende fazer uso do meio digital de forma expressiva, através de plataformas de redes sociais, tais como Instagram, Facebook, Youtube, pretendendo dessa forma mostrar que a moda originária vai além de produtos, e se estabelece como manifestação artística sociocultural, responsável por mover uma cadeia produtiva, pautar debates contemporâneos e estimular a economia criativa brasileira, celebrando a diversidade e a beleza da moda. A Lei Rouanet é um importante instrumento de fomento para a viabilização desse projeto, pois a mesma permite a garantia e a ampliação das oportunidades para a realização de projetos culturais de diversos segmentos, estimulando o aumento de emprego e renda, profissionalizando os envolvidos e qualificando novos profissionais. O projeto em questão se enquadra no Art. 1º da lei Nº 8.313/91 nos incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3º da lei Nº 8.313/91, no inciso: II - fomento à produção cultural e artística, mediante, alínea c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Para este evento foram estimados hospedagem na Cidade do RJ (Região de Copacabana e Ipanema) para hospedar os artistas de outras regiões do país. Assim como transporte aéreo e/ou terrestre. Uma vez que muitos são artistas indigenas que deslocam de grandes distâncias para o evento. Além diso, também foi estimado o serviço de Transfer do aeroport/ rodoviária x hotel ou local do evento e vice versa. Desta forma, através de um estudo e previsão, estimamos um número adequado para estas pessoas e demais integrantes da equipe que necessitarem de transporte terrestre/ aéreo para locomoção. Em relação ao LayOut do evento no Jockey Clube Brasileiro - espaço EXC Rio, já providenciamos uma estimativa do LayOut de como ficarão as áreas e disposições para que tenhamos um compreensão melhor e eficaz do evento. (ANEXO LayOut)
Para detalhamento técnico dos produtos necessitamos definir pela seleção da curadoria os artistas, estilistas, palestrantes e oficineiros que irão ministrar as atividades. Assim que obtivermos a seleção dos mesmos, poderemos informar com detalhes as produções técncias de cada um. O Festival será realizado na cidade do Rio de Janeiro e terá duração de (05) dias, sendo feito da seguinte forma: os primeiros 03 dias será realizado no Jockey clube Brasileiro no espaço EXC. Rio das 14:00hs às 22:00hs; E os outros 02 dias serão itinerantes das 09:00 hs as 17:00hs, sendo um dia na Casa França e o outro dia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC Rio, reunindo elementos e tendências da moda decolonial e originária. Este evento estima receber cerca de 4500 pessoas e totalizará cerca de 40 hs de serviços/ atividades durante o festival. Com estrutura já existente, o espaço EXC.Rio, a PUC-Rio e a Casa França, contam com espaços amplos e versáteis, facilitando a montagem de um Festival com diferentes áreas. Os produtos do projeto aqui já mencionados (produtos principais/secundários) contarão com um ambiente dividido em áreas de desfiles, salas de palestras, oficinas e roda de conversa, stands com artistas expositores; embaixadores e apoiadores do projeto; além de áreas de convivência. As atividades do projeto (desfiles, oficinas, palestras, roda de conversa) serão destinadas para público maior de 16 anos. Dessa forma, o projeto almeja, através de locação de infraestrutura personalizada assegurar que se atenda às demandas logísticas do festival e de imersão do público no mundo da moda decolonial. Ao proporcionar espaços adequados, com acessibilidades implementadas, para exposições de artes, convivências, passarelas, camarins, áreas de oficinas, palestras, roda de conversa e áreas de apoio, geramos fluidez e facilidade para a movimentação dos nossos colaboradores e serviços envolvidos, além de garantir para os visitantes uma experiência fácil e natural. O evento contará com 09 atividades do gênero: oficinas; roda de conversa; palestras; com representantes de diferentes etnias, apresentando ao público temáticas ligadas a sustentabilidade, circularidade e suas culturas; CLASSIFICAÇÃO 16 ANOS.a) Oficinas: serão 03 oficinas com a presença de especialistas originários desenvolvendo os assuntos com o público, com duração de 90 minutos e alcançando 150 pessoas presenciais. As oficinas serão conduzidas por especialistas indígenas, que compartilharão técnicas, histórias e significados culturais, e passo a passo das técnicas artesanais, possibilitando aos participantes acompanhar e executar cada etapa.Materiais Utilizados: Os materiais serão de origem natural e/ou artesanal, priorizando insumos de baixo impacto ambiental e respeitando os modos de produção das comunidades indígenas.Temas:I- Confecção de acessórios artesanais indígenas: Materiais utilizados - Fibras naturais (palha, sementes, cipós, penas e contas naturais), Linhas de algodão ou fibras vegetais para amarração, Tesouras e agulhas apropriadas, Cordões de algodão cru ou cânhamo, Pequenos suportes para montagem (mesas ou tábuas).II- Pigmentos naturais para pintura de tecido: Materiais utilizados - Pigmentos naturais extraídos de plantas, sementes, raízes, cascas e argilas, Tecido de algodão cru para aplicação, Pincéis artesanais e espátulas de madeira, Recipientes para diluição e mistura das tintas, Luvas e panos para apoio na aplicação, Água para diluição e fixação. III- Grafismo e pintura indígena: Materiais utilizados - Tintas naturais e/ou minerais específicas para uso corporal e em superfícies, Pincéis artesanais (produzidos com fibras ou pelos naturais), Pequenos suportes de madeira ou tecido para a prática do grafismo, Água para diluição das tintas, Espelhos e suportes de higiene para aplicação de grafismos corporais.b) Roda de conversa: A roda de conversa propõe uma reflexão sobre como a moda pode ser compreendida a partir das cosmovisões, um espaço para compartilhar experiências, histórias e perspectivas que mostram como a tradição e a ancestralidade podem orientar caminhos inovadores e sustentáveis para o futuro da moda. Metodologias de Ensino: Os especialistas indígenas conduzirão a conversa, garantindo que as narrativas ancestrais estejam no centro; Cada convidado compartilhará perspectivas sobre moda e ancestralidade (10–15 min por participante); Interação com o público: Espaço aberto para perguntas, comentários e reflexões, fortalecendo o caráter participativo. Mediação facilitadora: Um mediador assegurará a fluidez do diálogo e a equidade nas falas;Tema: Enxergando a moda a partir da tradição e ancestralidade das comunidades indígenas.c) Palestras: A indústria da moda é historicamente marcada pela exploração de mão de obra, pelo apagamento de saberes tradicionais e por práticas ambientalmente predatórias. As palestras propostas oferecem um espaço de escuta, troca e formação crítica, destacando como saberes ancestrais e abordagens decoloniais podem inspirar soluções contemporâneas. Essa iniciativa fortalece a inclusão sociocultural, a justiça climática e a valorização da diversidade, ampliando o repertório de estudantes, profissionais e agentes da moda. Serão 05 oficinas com a presença de especialistas originários desenvolvendo os assuntos com o público, com duração de 90 minutos e alcançando 150 pessoas presenciais.Metodologias de Ensino: Cada especialista apresentará o tema com linguagem acessível, integrando conceitos teóricos e exemplos práticos; interação entre palestrantes e público, estimulando a troca de saberes e vivências; apresentação de iniciativas bem-sucedidas lideradas por povos originários ou redes colaborativas. Temas: I- Moda e Direitos humanos: perspectivas a partir dos povos originários; II- Moda e decolonialidade: uma moda antirracista; III- Moda e Justiça climática: saberes e fazeres das comunidades originárias; IV- Tecnologias decoloniais na moda; V- Arte, moda e resistência: construção de tendências identitárias e ancestrais.
O IFWB está em conformidade com as previsões presentes na atual IN de 11/2024, Art. 27, seguindo a legislação prevista,garantido acessibilidade em todas as atividades realizadas: 1- Produto FESTIVAL/MOSTRA EXPOSIÇÃO DE ARTES: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico - o local onde será realizado o evento terá estruturas e recursos que atendam às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de garantir sua plena circulação, como banheiros adaptados, rampas, corrimão; assentos preferenciais, sinalizações. Medidas de Acessibilidade no aspecto Comunicacionalde Conteúdo: a) Deficiência intelectual: serão disponibilizados todos os dias do evento monitores e equipe treinada para assistir esse público no que for necessário; b) Deficiência auditiva: intérprete de libras, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento; c) Deficiência visual: Audiodescrição e materiais em braille, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento. Todo material de divulgação terá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, conforme legislação. 2- Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico - o local onde será realizado o evento terá estruturas e recursos que atendam às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de garantir sua plena circulação, como banheiros adaptados, rampas, corrimão; assentos preferenciais, sinalizações. Medidas de Acessibilidade no aspecto Comunicacional de Conteúdo: a) Deficiência intelectual: serão disponibilizados todos os dias do evento monitores e equipe treinada para assistir esse público no que for necessário; b) Deficiência auditiva: intérprete de libras, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento. Estão previstas na planilha orçamentária nos itens monitor e intérprete; c) Deficiência visual: Audiodescrição e materiais em braille, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento. 3- Produto OFICINAS RODA DE CONVERSAS/PALESTRAS: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico - o local onde será realizado o evento terá estruturas e recursos que atendam às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de garantir sua plena circulação, como banheiros adaptados, rampas, corrimão; assentos preferenciais, sinalizações. Medidas de Acessibilidade no aspecto Comunicacionalde Conteúdo: a) Deficiência intelectual: serão disponibilizados todos os dias do evento monitores e equipe treinada para assistir esse público no que for necessário; b) Deficiência auditiva: intérprete de libras, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento; c) Deficiência visual: Audiodescrição e materiais em braille, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento. 4- Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico - o local onde será realizado o evento terá estruturas e recursos que atendam às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de garantir sua plena circulação, como banheiros adaptados, rampas, corrimão; assentos preferenciais, sinalizações. Medidas de Acessibilidade no aspecto Comunicacionalde Conteúdo: a) Deficiência intelectual: serão disponibilizados todos os dias do evento monitores e equipe treinada para assistir esse público no que for necessário; b) Deficiência auditiva: intérprete de libras, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento; c) Deficiência visual: Audiodescrição e materiais em braille, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento. 5- Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico - o local onde será realizado o evento terá estruturas e recursos que atendam às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de garantir sua plena circulação, como banheiros adaptados, rampas, corrimão; assentos preferenciais, sinalizações. Medidas de Acessibilidade no aspecto Comunicacionalde Conteúdo: a) Deficiência intelectual: serão disponibilizados todos os dias do evento monitores e equipe treinada para assistir esse público no que for necessário; b) Deficiência auditiva: intérprete de libras, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento; c) Deficiência visual: Audiodescrição e materiais em braille, assim como monitores serão disponibilizados em todos os dias do evento.
As seguintes medidas serão tomadas para democratização do acesso:Todas as atividades previstas pelo IFWB serão gratuitas, além disso, o festival também está em conformidade com o Art. 30. quanto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
a) Proponete: Iassonara Veríssimo Advogada, filha do líder indígena Santxie Tapuya Fulni-ô, fundador do Santuário Sagrado dos Pajés em Brasília-DF, um espaço de apoio para indígenas de diversas etnias; Especialista em povos indígenas, direitos humanos e cooperação internacional pela universidade Carlos III de Madrid; Empresária; Fundadora da APORI (Associação dos Povos Originários); Idealizadora do IFWB (Indígena Fashion Week Brasil); Vice presidente da comissão de direitos dos povos originários da OAB/RJ; CEO da WX IT Solutions em Portugal e Palestrante. Atualmente, atua como presidenta da APORI – Associação dos Povos Originários, onde desenvolve projetos culturais e socioambientais. Entre as iniciativas, destaca o Indígena Fashion Week Brasil (IFWB), evento que reúne estilistas indígenas e aborda pautas como direitos humanos, sustentabilidade, justiça climática e a Agenda 2030 da ONU. Além disso, promove capacitações e cursos sobre letramento racial, ESG, direitos humanos e empreendedorismo nos territórios indígenas. No campo audiovisual, está produzindo um documentário que será gravado em territórios indígenas no Brasil e nos Estados Unidos. Também desenvolveu uma apostila de educação ambiental em Tupi-Guarani e Português, voltada para a preservação Recentemente foi eleita pelo Estado do Rio de Janeiro como delegada para representar os povos indígenas na Conferência Nacional do Meio Ambiente em Brasília-DF. b) Principais Profissionais Envolvidos: Bia Vianna Função: Consultora e Curadora. É especialista em Diversidade , Equidade e Inclusão (DE&I) e Direitos Humanos, com mais de 20 anos de experiência em gestão de projetos, incluindo estratégias de imclusão, impacto social e ESG. Com formação em Neurociênicas pela USP e pós-grandução em Direitos Humanos e Responsabilidade Social pela PUC- RS, aplica seus conhecimentos sobre o vieses inconscientes para criar soluções transformadoras. Também fundadora do Asteríco Direitos Humanos nas empresas ( adhe). E é defensora da integração de DH e ESG em políticas corporativas, promovendo mudanças reais e sustentáveis. Trabalhou durante alguns anos na produção da SPFW. Fabiana Amorim Função: Gestora de Comunição Jornalista e publicitária, especialista em marketing estratégico e cultural. É referência na criação de campanhas voltadas à cultura, turismo e ao setor empresarial. Sócio-fundadora da agência PRONTO RJ, Formada em Comunicação pela PUC-Rio, com especialização em Marketing pela ESPM e pós-graduação em Gestão Empresarial pela UFRJ, construiu uma carreira sólida unindo criatividade, estratégia e negócios. Foi a primeira diretora de marketing do Carnaval do Rio entre as escolas de samba, liderando ações pioneiras em licenciamento de marcas e desenvolvimento de produtos culturais. Atuou em escolas como Portela, Mangueira e Unidos da Tijuca, além de coordenar campanhas para o Instituto Ayrton Senna, FIFA, governos dos EUA, Suíça e Alemanha, com marcas como Coca-Cola, Nestlé, Audi, Shell, Volkswagen e muitas outras. Internacionalmente, participou de projetos como o Carnaval des Fleurs, no Haiti, em parceria com Viva Rio e a Clinton Foundation. E atualmente é a idealizadora da Casa Carnaval, projeto imersivo dedicado à celebração e valorização do Carnaval carioca. Bárbara Navarro Machado Função: Coordenadora de Produção Técnica Bacharel em Defesa e Gestão Estratégica Internacional (UFRJ), pós graduanda em Gestão de Processos e Projetos com ênfase em metodologias ágeis e PMI (Universidade Veiga de Almeida). Sócia administradora da empresa Luminon Gestão Empresarial, empresa atuante há mais de 10 anos no seguimento de consultoria e assessoria em gestão de negócios e planejamento estratégico. Atualmente é membro da APORI – Associação dos Povos Originários, onde tem atuado na pasta de gestão de projetos, é também consultora da Comissão de Direito dos Povos Originários da OAB-RJ. Paola Moura de Deus Ribeiro Função: Coordenadora de Produção Artistica Bacharel em Defesa e Gestão Estratégica Internacional (UFRJ), pós-graduada em Educação em Direitos Humanos(UFABC), nos ano de 2019 atuou com refugiados na Turquia e na Grécia. Desenvolveu o projeto do atual Instituto Basta, onde foi cofundadora, vice presidente e gestora das pastas de desenvolvimento e estratégia dos anos (2020-2023). Formada em Desing de moda (FUNDEC) e Produção de Moda (IFRJ), monitora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígena (NEABI - IFRJ) tem desenvolvido editoriais e consultorias relacionando moda e direitos humanos para OSCs e influenciadores digitais. Atualmente é membro da APORI - Associação dos Povos Originários, onde tem atuado no desenvolvimento da pasta de moda e direitos humanos. Tuca FreitasFunção: Coordenadora ArtisticaTuca é uma profissional multifacetada com uma trajetória sólida e internacional nas áreas de produção audiovisual, curadoria e direção criativa, trazendo para a APORI – Associação dos Povos Originários uma visão única que integra arte, cultura e impacto social. Sua expertise é fundamental para o desenvolvimento de projetos criativos, campanhas visuais e iniciativas que fortalecem identidades culturais. Com uma formação diversificada e de alto nível, possui:Produção Executiva Audiovisual – EBAC; Documentário Cinematográfico – Universidad del Cine (Buenos Aires); Artes Cênicas – Escola SP de Teatro | Oficina Cultural Oswald de Andrade; Summer Intensive – Fashion (Paris). Sua carreira é marcada pela capacidade de liderar projetos complexos e de grande relevância cultural. Na produção audiovisual e cultural, destacam-se: Produção executiva do evento Arrastão (Sesc Guarulhos); Direção e produção do show Estrada Mãe (Quando Inhambu); Produção institucional do especial “Presente de Natal da CAIXA” (Caixa Cultural); Performance Sonho de Amor Latino (Malka – Circuito Sesc de Artes); Mostra Muganga Circus (RN). Na curadoria e direção criativa, atuou no desenvolvimento de identidade visual para marcas, criação de fichas técnicas, vitrines e campanhas, sempre com um olhar estratégico e estético apurado. Seu trabalho ganha destaque internacional com projetos como: Documentários exibidos na Mostra de Cinema de Tiradentes e Inside Out Festival; Exposição “Nhemboaty” do fotojornalista Rafael Vilela (Richmond Arts & Ideas Festival, Londres); Direção de arte na campanha presidencial de Pedro Castillo (Peru Libre). Sua excelência criativa é comprovada por importantes prêmios e reconhecimentos: Bronze no Clio Awards (categoria Film – Knights of Liquid); Esports Awards 2024 – Creative Team of the Year. Combinando sua formação artística diversa, experiência prática em grandes projetos e uma visão criativa global, Tuca agrega ao time da APORI uma contribuição ímpar para a construção de narrativas potentes, projetos transformadores e uma comunicação visual de alto impacto, essenciais para o fortalecimento de iniciativas sustentáveis e criativas. Yêddo Bittencourt da Silva Junior Função: Coordenador de Produção Tecnica Proprietário e consultor da empresa Marebi, Economista formado pela Facen; Pós - graduado em Gestão de projetos pela IBMEC e Programação em Inovação Estratégica pela HSM. É também Coaching Life formado pela Academia Brasileira de Coaching. Atuou durante muitos anos no SEBRAE RJ como gerente, analista e coordenador de diversos projetos tasi como: Sebrae x Fat, Favela Bairro, Foco na copa do Mundo em 2014 e Sebrae no Pódio - Foco Olimpiadas e paraolimpíadas do RJ. Além disso também atuou no IBGE como assistente de projetos nas áreas de cartografia, Contas Nacionais e Análise de Mercado.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email dfind.sefic@cultura.gov.br.