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PRONAC 259396Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Projeto Sementes - Gestao e Manutencao Querubins 2026

ASSOCIACAO QUERUBINS
Solicitado
R$ 1,91 mi
Aprovado
R$ 1,91 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O Projeto Sementes propõe a Gestão e Manutenção do Espaço Cultural Querubins com oferta de oficinas artístico-culturais, mostras culturais e visitas guiadas em espaços culturais (Museus/Exposições).

Sinopse

O projeto “Sementes” é uma iniciativa sociocultural que assegura o acesso gratuito, contínuo e qualificado à arte e à cultura para cerca de 150 crianças e adolescentes da Vila Acaba Mundo e comunidades vizinhas, em Belo Horizonte. Realizado pela Associação Querubins, o projeto promove atividades em contraturno escolar por meio de oficinas artístico-culturais e educativas, além de grupos de extensão abertos a todas as faixas etárias. A proposta alia segurança alimentar, acompanhamento psicossocial e vivências formativas que fortalecem vínculos comunitários, estimulam a autoestima e revelam talentos locais. Ao integrar arte, cidadania e inclusão social, o projeto contribui para transformar realidades, valorizar expressões culturais periféricas e cultivar novas perspectivas de futuro para seus beneficiários e suas famílias.

Objetivos

Objetivo geral:O objetivo geral do projeto é viabilizar a manutenção das atividades da Associação Querubins, assegurando a continuidade e o fortalecimento das ações da Instituição, oferecendo a 150 crianças e adolescentes de 5 a 16 anos atividades artístico-culturais e educativas em contraturno escolar, e ampliando oportunidades de formação cidadã, inclusão social e valorização cultural. As ações também envolvem familiares e comunidade por meio de até três grupos de extensão (Q+), com oficinas abertas para todas as faixas etárias, além de eventos e iniciativas que fortalecem vínculos e promovem transformações sociais.Objetivos específicos:1 _ Realizar até 10 oficinas artístico-culturais gratuitas, em contraturno escolar, para 150 crianças e adolescentes de 5 a 16 anos, ofertando 02 refeições diárias aos beneficiários do projeto e mantendo o acompanhamento psicossocial contínuo aos beneficiários e às suas famílias. 2 _ Ampliar o impacto comunitário com o programa Q+, ofertando até 03 modalidades de oficinas artísticas abertas para todas as faixas etárias, atendendo aproximadamente 120 participantes em turmas regulares, além de promover ao menos 02 ações intergeracionais e 02 eventos culturais comunitários ao longo do ano. 3 _ Realizar até 02 passeios/visitas culturais guiadas a equipamentos culturais de Belo Horizonte e da Região Metropolitana de BH, com a participação dos beneficiários. 4 _ Promover até 02 Mostras Culturais anuais abertas à comunidade, com a participação de cerca de 300 pessoas em cada evento, apresentando os resultados das oficinas e valorizando os talentos locais.

Justificativa

O Querubins nasceu de uma inquietação — uma indignação bonita, daquelas que se transformam em ação. Era 1994. Magda Fonseca Coutinho atravessava um momento difícil da vida quando viu cinco crianças tomando conta de carros onde hoje fica o Parque JK, em Belo Horizonte. Ela morava a um quarteirão dali. Aquela cena, comum em boa parte do país, a atingiu como um despertar. Foi ali que ela entendeu o nome de uma doença que nem sabia que tinha: miopia social. E, naquele mesmo instante, descobriu o antídoto: descer do salto e agir com amor em prol do próximo. Convidou aquelas cinco crianças para ajudá-la a "salvar a praça" — um espaço esquecido, sem estrutura, sem recursos, mas com uma missão pronta para brotar. Em pouco tempo, os cinco viraram cinquenta. E ali nascia o Querubins. Depois disso, Magda conheceu a Vila Acaba Mundo. Foi acolhida pela comunidade. Começou a realizar oficinas dentro da Associação de Moradores da vila. A semente cresceu. O número de crianças aumentou. A rede foi se formando. E o Querubins, que nasceu na rua, passou a ser da vila — da comunidade, da cidade, das famílias, das crianças. Hoje, a Associação Querubins ocupa uma área de mais de 10 mil metros quadrados aos pés da Serra do Curral, um território vivo de cultura, educação e transformação social. Já são mais de 30 anos de história, e seguimos caminhando para os 40, 50, 100 anos de Querubins. Seguimos firmes, cuidando de sementes. Porque acreditamos que a vida muda quando alguém planta esperança em qualquer solo. A Associação Querubins é isso: um ecossistema de cuidado, cultura, formação e afeto. Já atendemos mais de 4.500 crianças e adolescentes, e temos certeza de que muitas dessas sementes já floresceram — e continuam espalhando novas sementes por onde passam. O projeto "Sementes" surge para assegurar a vitalidade desse ciclo. Para nós, manutenção não significa pausa, mas cultivo. Queremos preservar uma estrutura viva, com turmas pulsantes, educadores atuantes e portas sempre abertas para novas possibilidades de um futuro melhor. Desde 1994, quando Magda Fonseca Coutinho convidou cinco crianças em situação de vulnerabilidade para "salvar uma praça" em Belo Horizonte, a Associação Querubins se consolidou como um verdadeiro ecossistema de cuidado, cultura e formação. Hoje, enraizada na Vila Acaba Mundo, ocupa um espaço de mais de 10 mil m², onde acolhe crianças, adolescentes e suas famílias por meio de oficinas regulares de música, dança, audiovisual, artes plásticas, literatura, cultura digital, esportes e reforço escolar, além de biblioteca, horta, cozinha comunitária e estúdio profissional de gravação. O projeto "Sementes" reafirma seu propósito de cultivar cultura e formação cidadã em um território que historicamente carece de acesso às fontes culturais. A desigualdade no acesso no Brasil é alarmante: cerca de 70% da população nunca frequentou museus ou centros culturais, e mais da metade nunca foi a um cinema (Fonte: site do Portal Antigo Ipea). Além disso, apenas 29,6% dos municípios têm museus, 23,3% dispõem de teatros e apenas 9% têm cinemas Serviços e Informações do Brasil. Essa escassez estrutural representa uma barreira significativa, especialmente para crianças e adolescentes (Fonte: Site de notícias do Ministério da Cultura). Na Vila Acaba Mundo, comunidade marcada por vulnerabilidades socioeconômicas, o Querubins representa um dos poucos espaços de acesso gratuito e sistemático à cultura, oferecendo oportunidades concretas de formação cidadã, autoestima e inclusão social para aproximadamente 150 crianças e adolescentes por ano. O projeto "Sementes" se insere de forma direta nos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), ao garantir acesso às fontes da cultura, apoiar manifestações locais, difundir expressões artísticas diversas e incentivar a formação cultural de crianças e jovens. Mais do que manutenção, o projeto é cultivo: manter educadores ativos, oficinas vivas e portas abertas significa renovar diariamente o compromisso de transformar vidas por meio da arte e da cultura. Aprovar o "Sementes" é investir na continuidade de um ciclo virtuoso iniciado há mais de três décadas: o de plantar esperança, regar talentos e permitir que novas florestas de possibilidades cresçam a partir de um território periférico que resiste com dignidade e criatividade. Considerando o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes Incisos: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ pela gratuidade das ações, pela pouca oferta local de atividades culturais e pela diversidade de linguagens culturais proposta; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais _ pelas atividades de cunho artístico, que tem temáticas regionais e pela utilização de recursos humanos locais, promovendo seu crescimento profissional; IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória _ pela utilização das linguagens universais como Teatro, Dança e Música, estimulando a pesquisa e desenvolvendo o interesse pelos saberes e fazeres da Cultura; IX _ Priorizar o produto cultural originário do país. Com relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto tem por finalidade I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. III - O estímulo à criatividade artística e o desenvolvimento das artes e do patrimônio cultural; IV - A preservação e a difusão de manifestações culturais; V - A formação, a capacitação e o aperfeiçoamento de pessoal na área da cultura e das artes.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

VII – Acessibilidade A proposta assegura a igualdade de direitos e oportunidades a todas as pessoas, fundamentando-se no artigo 5º da Constituição Federal, que garante que todos são iguais perante a lei. O projeto garante acesso gratuito a crianças e adolescentes de 5 a 16 anos, bem como às famílias e à comunidade da Vila Acaba Mundo e seu entorno, sem distinção de raça, cor, religião, gênero, condições financeiras ou necessidades especiais. Busca, assim, promover a inclusão plena e a valorização da diversidade, assegurando condições adequadas de participação a todos os beneficiários. Produto 1 – Plano Anual I – Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico A sede da associação proponente dispõe de infraestrutura acessível para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assegurando o pleno acesso às atividades culturais. O espaço conta com rampas de acesso, sanitários adaptados, corredores amplos e sinalização adequada, garantindo segurança e autonomia para circulação. II – Acessibilidade no Aspecto Comunicacional Os profissionais estão preparados para receber participantes com deficiência visual, auditiva, intelectual, psicossocial ou múltipla, bem como pessoas autistas. As estratégias adotadas incluem: acompanhamento contínuo de psicóloga e assistente social da equipe técnica; adaptações metodológicas nas oficinas e nas rotinas de atendimento; formação continuada da equipe pedagógica, incluindo capacitação em Análise do Comportamento Aplicada (ABA); mediação ativa por educadores sociais e monitores. Além disso, no espaço físico da associação, haverá profissionais de apoio à disposição antes, durante e após as atividades para atender demandas específicas e garantir o conforto e a inclusão de todos os participantes. III – Acessibilidade de Divulgação e Comunicação Toda a divulgação do projeto, bem como o material informativo, será produzido em formato acessível, com descrição das medidas de acessibilidade oferecidas na sede. Serão incorporados recursos de legendas automáticas em vídeos publicados no YouTube, publicações institucionais com linguagem clara e acessível, e registros audiovisuais das Mostras com recursos visuais e linguagem inclusiva. A associação utilizará canais digitais amplamente acessíveis (WhatsApp, Instagram, Facebook) para divulgar gratuitamente as ações culturais, garantindo que a comunidade seja informada de maneira inclusiva e democrática. Produto 2 – Oficinas Culturais I – Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico – O projeto assegura as condições adequadas para a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. II – Acessibilidade no aspecto comunicacional – Os profissionais responsáveis pela execução das oficinas estão preparados para receber participantes portadores de deficiência visual, auditiva, intelectual, psicossocial ou múltipla e pessoas autistas. As estratégias incluem: apoio contínuo com psicóloga e assistente social da equipe técnica; adaptações metodológicas em oficinas e rotinas; formação da equipe pedagógica, incluindo capacitação em Análise do Comportamento Aplicada (ABA); mediação ativa por educadores sociais e monitores. Além disso, as aulas oferecerão, em sua equipe de apoio, profissionais instruídos que estarão à disposição dos portadores de necessidades especiais, antes, durante e ao final das oficinas, caso seja necessário. III – Acessibilidade de divulgação e comunicação – Toda divulgação do projeto, bem como o material informativo, será produzida em formato acessível, constando as medidas acessibilidade adotadas. Nesse sentido, serão incorporados recursos de legendas automáticas em vídeos publicados no Youtube; serão realizadas publicações institucionais com descrição e linguagem acessível; serão produzidos registros audiovisuais das Mostras com recursos visuais e linguagem inclusiva; e será feito o uso de canais digitais populares e acessíveis (WhatsApp, Instagram, Facebook) para divulgar as ações culturais gratuitamente. Produto 3 – Exposição Cultural / Artes (Passeios Culturais) I – Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico – O projeto assegura condições adequadas de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida durante os passeios culturais, garantindo-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. O acesso será planejado considerando transporte acessível, espaços com rampas, cadeiras adaptadas, banheiros acessíveis e áreas reservadas para cadeirantes nos locais visitados. Sempre que necessário, a atividade contará com profissionais de apoio disponíveis antes, durante e após os passeios, para auxiliar participantes com necessidades específicas. II – Acessibilidade no Aspecto Comunicacional – A equipe responsável pelos passeios estará preparada para receber participantes com deficiência visual, auditiva, intelectual, psicossocial ou múltipla, bem como pessoas autistas. Para ampliar a inclusão, poderão ser utilizados recursos de comunicação acessível, como intérprete de Libras, legendas em materiais audiovisuais e informações em linguagem simples. Profissionais de apoio estarão à disposição para mediar a experiência e garantir a participação plena dos beneficiários. III – Acessibilidade de Divulgação e Comunicação – Toda a divulgação do projeto e dos passeios será produzida em formatos acessíveis, indicando claramente as medidas de acessibilidade adotadas. Serão utilizados canais digitais, materiais impressos e, quando pertinente, recursos visuais e sonoros acessíveis, de forma a ampliar o alcance das informações ao público beneficiário e à comunidade em geral. Produto 4 – Mostras Culturais Aspectos de Acessibilidade para a realização das Mostras Culturais: I – Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico – O projeto assegura condições adequadas para a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, garantindo-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais nas mostras presenciais. O acesso será facilitado por meio de rampas, saídas de emergência simplificadas, cadeiras adaptadas ou espaços para cadeirantes e banheiros com medidas de acessibilidade. Além disso, as mostras presenciais poderão contar, se necessário, com profissionais de apoio instruídos e disponíveis para auxiliar pessoas com deficiência antes, durante e ao final das atividades. O ambiente físico de realização cumpre todas as normas de acessibilidade vigentes, não sendo necessário destacar rubrica específica na planilha orçamentária do Projeto. II – Acessibilidade no Aspecto Comunicacional – Tanto nas mostras presenciais quanto nas virtuais, a equipe responsável estará preparada para atender participantes com deficiência visual, auditiva, intelectual, psicossocial ou múltipla, bem como pessoas autistas. Nos formatos presenciais, haverá profissionais de apoio disponíveis, caso necessário. Já nas transmissões virtuais, o projeto prevê recursos de acessibilidade como intérprete de Libras, legendas e, quando possível, audiodescrição. III – Acessibilidade de Divulgação e Comunicação – Toda a divulgação do projeto e seus materiais informativos será produzida em formatos acessíveis, contemplando as medidas de acessibilidade adotadas em ambas as modalidades (presencial e virtual), de modo a garantir ampla participação do público.

Democratização do acesso

VIII – Democratização de Acesso Produtos 1 e 2 – Plano Anual e Oficinas CulturaisEntende-se que a gratuidade integral das oficinas corresponde a uma ação de democratização. A IN nº 23 de 06/02/2025, em seus artigos 46 e 47, e respectivos incisos, normatizam a democratização, sempre se referindo a parcelas de gratuidade, o que pressupõe a cobrança dos ingressos ou produtos do projeto. Nesse sentido, como dito anteriormente, a gratuidade atende a todos os quesitos, como descrito abaixo. O Art. 46 estabelece limites e, sendo todas vagas na oficina ofertadas gratuitamente, todas as obrigações estão cumpridas ou não se aplicam. O Art. 47 estabelece algumas complementações, devendo ser atendida pelo menos uma das apresentadas. Nesse sentido, destacamos abaixo as que estão contempladas: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento) – ATENDE, NA MEDIDA EM QUE É TOTALMENTE GRATUITO. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos – NÃO ATENDE, pois grande parte dos beneficiários reside perto da Associação, o que já facilita o seu acesso às oficinas. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; – ATENDE, na medida em que a Instituição realiza publicações em seu site e redes socias. IV - garantir a captação e a veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; – SERÁ FRANQUEADA A CAPTAÇÃO E VEICULAÇÃO DE IMAGENS, MAS NÃO PODE GARANTIR A VEICULAÇÃO, POR NÃO DEPENDER DA PROPONENTE. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; – ATENDE por meio das atividades de extensão, e da realização de mostras culturas. VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; –ATENDE VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas e residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede Atenção Psicossocial; – NÃO ATENDE VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; – NÃO ATENDE IX – oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em Cultura voltadas para pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; – NÃO ATENDE X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) – NÃO SE APLICA Produto 3 – Exposição Cultural / de Artes: Passeios Culturais Entende-se que a gratuidade integral para a participação dos passeios propostos corresponde a uma ação de democratização. Nesse sentido, como dito anteriormente, a gratuidade atende a todos os quesitos, como descrito abaixo. O Art. 46 estabelece limites e, sendo os ingressos do evento ofertados gratuitamente, todas as obrigações estão cumpridas ou não se aplicam. O Art. 47 estabelece algumas complementações, devendo ser atendida pelo menos uma das apresentadas. Nesse sentido, destacamos abaixo as que estão contempladas: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento) – ATENDE, NA MEDIDA EM QUE É TOTALMENTE GRATUITO. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos – ATENDE III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; - ATENDE na medida em que a Instituição realiza publicações em seu site e redes socias. IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; – SERÁ FRANQUEADA A CAPTAÇÃO E VEICULAÇÃO DE IMAGENS, MAS NÃO PODE GARANTIR A VEICULAÇÃO, POR NÃO DEPENDER DA PROPONENTE. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; – NÃO ATENDE. VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; – ATENDE VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas e residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede Atenção Psicossocial; – NÃO ATENDE VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; – NÃO ATENDE IX – oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em Cultura voltadas para pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; – NÃO ATENDE X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) – NÃO SE APLICA Produto 4: Mostras Culturais Como dito anteriormente, a gratuidade atende a todos os quesitos, como descrito abaixo. O Art. 46 estabelece limites e, sendo os ingressos do evento ofertados gratuitamente, todas as obrigações estão cumpridas ou não se aplicam. O Art. 47 estabelece algumas complementações, devendo ser atendida pelo menos uma das apresentadas. Nesse sentido, destacamos abaixo as que estão contempladas: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento) – ATENDE, NA MEDIDA EM QUE É TOTALMENTE GRATUITO. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos – NÃO ATENDE III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; - ATENDE na medida que a Instituição realiza publicações em seu site e redes socias. IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; – SERÁ FRANQUEADA A CAPTAÇÃO E VEICULAÇÃO DE IMAGENS, MAS NÃO PODE GARANTIR A VEICULAÇÃO, POR NÃO DEPENDER DA PROPONENTE. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; – ATENDE. VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; – ATENDE VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas e residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede Atenção Psicossocial; – NÃO ATENDE VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; – NÃO ATENDE IX – oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em Cultura voltadas para pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; – NÃO ATENDE X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) – NÃO SE APLICA

Ficha técnica

O proponente será responsável pela Coordenação Geral, bem como pelo desenvolvimento das atividades financeiras e administrativas, para viabilizar a execução do Projeto que tem equipe formada pelos seguintes participantes: MAGDA COUTINHO – Função: Coordenação Geral do Projeto Possui formação em Administração e gerência de Hotéis e Meios de Hospedagem pelo Instituto de Estudos Turísticos e Hoteleiros do Rio de Janeiro (IETUR), em Gerenciamento de Introdução aos Custos - CAPE, em Administração de Bar e Restaurante - SENAC, em Cerimonial e Etiqueta - SENAC, em Aperfeiçoamento em Cozinha Industrial - SENAC, em Governança - SENAC. Foi Coordenadora no Instituto Criança Feliz de 1982 a 1983 e, desde 1993, é Gestora Social da Associação Querubins, entidade social que há 28 anos desenvolve atividades artísticas, culturais, esportivas e educacionais junto a crianças e jovens da Vila Acaba Mundo. MARIO BRUNO HINGST MANZOLILLO – Função: Coordenação do Projeto Consultor em Projetos Culturais - Fundação Vamos Falar Português (Florida/USA); Ritus Produções Artísticas (BH / MG); Associação Querubins (BH / MG); ADAV – Associação A Casa de Helena Antipoff (Ibirité / MG); Associação Móbile Cultural (BH / MG); Instituto Terceiro Setor (RJ / RJ). Estruturação administrativo-financeira – L Bafile Promoções (Evento Griffe Show); Drosófila – Moda Feminina. Assistência de Produção Executiva - Fundação Clóvis Salgado / Palácio das Artes - Óperas “Nabucco”, “Um Baile de Máscaras” e “Rigoletto” e espetáculo de Dança “Ocupação Performática da Cia. de Dança Palácio das Artes”. Superintendência de Museus e Artes Visuais do Estado de Minas Gerais - implantação dos museus Centro de Arte Popular – CAP/CEMIG; Museu da Lapinha; Museu da Cachaça e Museu Mineiro. Gestor do Instituto Brasileiro de Difusão Social - Projetos nas áreas de saúde, educação, cultura e inclusão social. Superintendente Executivo na Fundação PRO UNI-RIO - (RJ / RJ). Atividades Autônomas: Instrutoria e monitoria - ENAP – Escola Nacional de Administração Pública (DF); ESAF – Escola Superior de Administração Fazendária (DF); FESP – Fundação de Ensino do Serviço Público (RJ). Elaboração e Acompanhamento de Projetos Culturais para Leis de Incentivo e Editais – Diversos. FERNANDO DE OLIVEIRA MESQUITA ANDRÉ – Função: Coordenador Administrativo e Financeiro É graduando do 6º período no Bacharelado em Administração pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais. Possui capacitação em Técnicas Administrativas (programa de Aprendizagem, Rede Cidadã) e também de Informática Básica e Informática Avançada, em Manutenção de Computadores, assim como conhecimentos em Corel Draw, Pacote Adobe Creative Cloud e Ambientação ao Sistema SAP R/3, Edição de Áudio e Vídeo e Curso de Formação Básica em Técnico de Áudio: Associação Querubins/ DGC Áudio – 2017. Ingressou em 2011 na Associação Querubins, onde ocupou os cargos de Auxiliar Administrativo e, atualmente é Coordenador Administrador/Financeiro, realizando coordenação das rotinas administrativas da instituição - processos de orçamentos e compras, gestão de estoques, manutenção predial e gestão de secretaria, rotinas de departamento pessoal, admissão, demissão e afins. Além disso, é o responsável pelo setor de TI e pela Coordenação das atividades da área financeira, pela prestação de contas em projetos nas esferas municipal, estadual e federal, organização de eventos, espetáculos e afins, apoio à superintendência e à gerência geral da Instituição. ANDREA ANDRADE – Função: Consultora Possui graduação em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atuando há mais de 15 anos em carreira sólida, com ampla experiência em Gerenciamento e Coordenação Administrativa, desenvolvendo trajetória em empresas de grande e médio porte, com background em Controle e otimização de Processos, atuando em organizações não governamentais e no setor privado, nos segmentos de Construção, Indústria, Varejo e Bens de Consumo. Tem formação em Desenvolvimento Gerencial de Enc. Adm. pelo SINDUSCON-MG, ano 2002, Aprender a Empreender pelo SEBRAE, ano 2004, Análise e Planejamento Financeiro pelo SEBRAE, ano 2004, Obrigações Previdenciárias Na Construção Civil Pela Esaf/Ministério Fazenda, ano 2010, ISSO 9001:2008 - Interpretação e Implementação pela PARANASA, ano 2012, PBQP-H (SIAC) - Interpretação e Auditoria pela PARANASA, ano 2012, Gestão Hoteleira pelo Portal da Educação, ano 2012. Atualmente, exerce a função de Consultora Administrativo Financeira na Associação Querubins, realizando planejamento e uso dos recursos financeiros, físicos, tecnológicos e humanos. MARCOS ANTÔNIO DIAS JÚNIOR – Função: Coordenação ou Supervisão de Oficinas Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2017), com formação em Logoterapia e Análise Existencial pelo Núcleo Mineiro de Logoterapia (2020) e pós-graduação em Psicologia e Sociedade Contemporânea em curso. Atua há mais de 7 anos como psicólogo, com experiência em psicoterapia individual e de grupos, orientação profissional e psicologia social, desenvolvendo trajetória em instituições do terceiro setor, clínicas particulares e projetos comunitários. Tem passagem por organizações como ABAS – Associação Betel de Assistência Social, AMONP – Associação dos Moradores do Bairro Novo Progresso e Fundação Espírita Divino Amigo, com práticas voltadas ao atendimento de crianças, adolescentes, adultos, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade. Sua experiência inclui elaboração de relatórios e planos de atendimento, condução de oficinas temáticas, rodas de conversa, acompanhamento psicossocial e fortalecimento de vínculos comunitários. Atualmente, mantém clínica particular de psicoterapia presencial e online, além de realizar palestras sobre temas da Psicologia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.