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A "Feira das Moças: Cultura e saberes da ancestralidade étnico racial", é um projeto cultural que valoriza a ancestralidade afro-brasileira e promove o protagonismo de mulheres negras por meio de diversas manifestações artiticas como o artesanato, gastronomia, música, oficinas e ações de bem-estar. A proposta integra uma feira empreendedora com exposições de artesanato e gastronomia, onde dentro dela ocorrem apresentações de samba, denominado de "Samba pras Moças", vivências de autocuidado e formação em tranças e percussão, voltadas a públicos em vulnerabilidade social. Os produtos incluem feira preta, shows, oficinas e conteúdos digitais com acessibilidade.
A "Feira das Moças: Cultura e saberes da ancestralidade étnico racial" é uma celebração da cultura afro-brasileira, protagonizada por mulheres negras do Distrito Federal. Em formato de evento cultural, reúne exposições de uma feira preta gastronômica e de artesanato, aprensatação de samba de mesa denominado “Samba pras Moças, oficinas de tranças e percussão, espaço de beleza e recreação infantil, criando um ambiente de fortalecimento comunitário, autocuidado e empoderamento feminino. O projeto acontece em regiões periféricas do DF, de forma gratuita e acessível, com foco em promover pertencimento, ancestralidade e geração de renda entre mulheres negras e suas famílias.
Objetivo Geral: Realizar 2 edições da "Feira das Moças: Cultura e saberes da ancestralidade étnico racial", com atividades culturais que promovam o acesso ao artesanato, a gastronomia, a música, a formação e ao bem-estar de mulheres negras em situação de vulnerabilidade, por meio de apresentações artísticas, oficinas de tranças e percussão, feiras de empreendedoras e ações de cuidado e lazer com foco na cultura afro-brasileira.Objetivos Específicos:- Realizar 2 Feiras culturais gratuitas com média de público de 500 pessoas por edição, totalizando 1.000 atendimentos diretos;- Montar 2 edições da Feira Preta com empreendedoras negras da gastronomia e do artesanato local (mínimo de 10 expositoras por edição);- Apresentar 2 shows de samba de mesa com formato 360º e participação de ao menos 8 artistas negras, denominado o samba de "Samba pras Moças";- Conduzir 2 oficinas formativas (trança afro e percussão brasileira) com duração de 4 horas cada e 30 vagas por turma, priorizando mulheres negras chefes de família;- Implantar espaço de recreação infantil gratuito em todas as edições, com mediação pedagógica e estrutura lúdica;- Disponibilizar área de beleza gratuita com atendimento a 60 mulheres por edição para realização de penteados afro;- Produzir e divulgar conteúdo acessível nas redes sociais (vídeos com libras, audiodescrição e legendas);- Formar equipe técnica com ao menos 50% de mulheres negras em funções de direção, produção e execução.
O projeto "Feira das Moças: Cultura e saberes da ancestralidade étnico racial", surge da necessidade de garantir acesso à cultura e ao lazer a públicos vulnerabilizados, especialmente mulheres negras chefes de família, pessoas com deficiência e a população LGBTQIAPN+, através de um evento que une gastronomia, artesanato, música, formação, autocuidado e memória afro-brasileira.A realização do projeto com apoio da Lei Rouanet é fundamental para garantir sua gratuidade, viabilizar sua produção em territórios periféricos e potencializar o alcance de públicos que raramente são contemplados por políticas culturais. A proposta atende aos arts. 1º (incisos I, II e V) e 3º (incisos I, IV e V) da Lei nº 8.313/1991, ao promover a formação cultural, o acesso às artes, a difusão de expressões afro-brasileiras e o incentivo ao protagonismo feminino.O projeto celebra o samba como expressão ancestral negra e homenageia figuras históricas como Tia Ciata. Ao integrar formação, empreendedorismo e expressão artística, contribui para o fortalecimento da autoestima coletiva e gera oportunidades reais de visibilidade e renda para mulheres negras do DF.É um projeto cultural, de impacto social concreto, com desdobramentos formativos, econômicos e simbólicos para as comunidades atendidas.
- Todo o projeto será documentado em relatório final com indicadores quantitativos (número de atendimentos, alcance digital, participantes por atividade) e qualitativos (depoimentos, registros audiovisuais, análise de impacto);- O orçamento contempla item específico para acessibilidade (intérprete de Libras, coordenadora de acessibilidade, audiodescrição, sinalização, etc);- A alimentação (feijoada) será vendida a preço simbólico e não será custeada com recursos incentivados;- A equipe técnica e artística será 90% composta por pessoas negras, priorizando mulheres.
Peças Gráficas e Comunicação Visual:- Criação de identidade visual própria do projeto (logotipo, paleta de cores e tipografia inclusiva);- Produção de cards digitais em formatos quadrado (1x1) para Instagram e Facebook com textos acessíveis;- Banners físicos para sinalização de programação, entrada, banheiros e áreas específicas (80x120cm);- Fachada visual com lona de entrada (2m x 0,80m) personalizada.Conteúdo Digital Acessível:- Teasers de vídeo com resolução mínima de 1080p, com inclusão de Libras, audiodescrição e legendas;- Registros audiovisuais com 30 fotos em alta resolução e vídeos de até 5 minutos para prestação de contas e divulgação;- Textos alternativos e descrições acessíveis em todas as postagens em redes sociais.Oficinas e Vivências:Oficina de Tranças: 4 horas de duração, com conteúdo sobre técnicas de tranças afro (box braids, nagô), higiene, empreendedorismo e atendimento;Oficina de Percussão: 4 horas de duração com introdução a ritmos brasileiros tradicionais, vivência com instrumentos e princípios da cultura popular afro-brasileira;Ambas com apostila digital e certificados.Feira Preta e Espaços Físicos:- Estrutura com 8 tendas por edição para exposição de empreendedoras negras;- Tenda para espaço de beleza (3 trancistas + supervisora, com cadeiras, espelhos e utensílios);- Área infantil com pula-pula, carrinho de algodão doce e pipoca, pedagoga e auxiliar;- Tenda de acolhimento com materiais de apoio e sinalização para público PCD.
O projeto "Feira das Moças: Cultura e saberes da ancestralidade étnico racial" contemplará acessibilidade física, comunicacional e sensorial, de acordo com a legislação vigente (Lei 10.741/2003, art. 23; Decreto 3.298/1999, art. 46).1) Feira preta, shows e evento como um todo:Acessibilidade física:- Vias de acesso adequadas e chão nivelado para mobilidade;- Mapa de geolocalização com pontos de acessibilidade;- Assistentes de produção treinados para atendimento de PCDs e pessoas com mobilidade reduzida;- Banheiro PCD posicionado próximo ao palco e áreas principais;- Sinalização visual para localização de bar, banheiro, entrada/saída e demais espaços;- Reserva de 20 cadeiras próximas as tendas da Feira para PCDs e acompanhantes com fácil acesso de circulação.Acessibilidade comunicacional:- Produção de teasers com Libras e legendas descritivas;- Contratação de coordenador de acessibilidade para orientar comunicação acessível em redes sociais, vídeos, cards e peças gráficas;- Intérprete de Libras presente nas apresentações;- Audiodescrição nos teasers e no evento;- Treinamento da equipe para abordagem inclusiva com artistas e público PCD.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:- Receptivo com equipe preparada para auxiliar pessoas cegas ou com baixa visão;- Orientação na entrada do evento;- Audiodescrição do evento presencial e nas redes sociais;- Inserção de texto alternativo nas imagens postadas em redes sociais.2) Oficinas: Acessibilidade física:- Vias de acesso adequadas e chão nivelado para mobilidade;- Assistentes de produção treinados para atendimento de PCDs e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade comunicacional:- Intérprete de Libras presente nas apresentações;- Audiodescrição nos teasers e no evento.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:- Receptivo com equipe preparada para auxiliar pessoas cegas ou com baixa visão;- Orientação na entrada do evento;- Audiodescrição do evento presencial e nas redes sociais;- Inserção de texto alternativo nas imagens postadas em redes sociais.
A "Feira das Moças: Cultura e saberes da ancestralidade étnico racial" tem como princípio norteador a democratização do acesso à cultura, garantindo ampla participação de públicos historicamente marginalizados, com especial atenção às mulheres negras, mães solo, pessoas com deficiência, população LGBTQIAPN+ e moradores de regiões periféricas do Distrito Federal.Gratuidade e Público-Alvo Prioritário: O evento será inteiramente gratuito para o público. A proposta é atender, prioritariamente, mulheres negras chefes de família e seus filhos, pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, além de integrantes da comunidade LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. A democratização está assegurada por meio da gratuidade dos ingressos e da ampla divulgação.Ações de Acesso Cultural:- Cadeiras reservadas para PCD e público idoso em frente ao palco;- Realização em espaços públicos e acessíveis como praças e centros culturais periféricos;- Recreação infantil gratuita com pedagoga e auxiliar;- Feira Preta com empreendedoras negras do meio gastronômico e do artesanato, com produtos a preços acessíveis;- Espaço de beleza gratuito com trancistas.Outras medidas de democratização de acesso:- Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição (art 47, III, IN do Minc n° 23 de 2025); e-Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas (art. 47, V, IN do Minc n° 23 de 2025).Critérios de Participação nas Oficinas: As oficinas formativas terão vagas limitadas e serão destinadas prioritariamente a mulheres negras da comunidade. A seleção será via formulário online e presencial, com apoio de coletivos locais.Divulgação e Mobilização:- Parcerias com coletivos de base, escolas e associações;- Campanhas com vídeos acessíveis (Libras, audiodescrição, legendas);- Conteúdos acessíveis postados em redes sociais com textos descritivos.Resultados Esperados: O projeto "Feira das Moças: Cultura e saberes da ancestralidade étnico racial" espera alcançar diretamente 1.000 pessoas nas duas edições presenciais do evento, promovendo acesso gratuito a atividades culturais, oficinas formativas e ações de cuidado voltadas ao fortalecimento da identidade, autoestima e pertencimento de mulheres negras e demais públicos vulnerabilizados.Entre os principais resultados, destacam-se:- A realização de 2 eventos culturais gratuitos (Feiras), com público estimado de 500 pessoas por edição, somando 1.000 atendimentos diretos;- 2 oficinas formativas gratuitas, totalizando 60 vagas, com foco em saberes tradicionais e cultura afro-brasileira;- Participação direta de 20 empreendedoras negras nas feiras, fortalecendo a economia criativa local;- Atendimento gratuito em beleza para até 120 mulheres negras com trancistas profissionais;- Produção e divulgação de conteúdos acessíveis nas redes sociais com interpretação em Libras, audiodescrição e legendas;- Envolvimento de uma equipe majoritariamente composta por mulheres negras e do público LGBTQIAPN+ promovendo representatividade também na gestão cultural;- Impacto indireto ampliado por meio de registros audiovisuais e redes sociais, com expectativa de alcance digital superior a 10.000 pessoas;- Geração de indicadores quantitativos e qualitativos por meio de relatórios, com foco em inclusão, impacto social e democratização do acesso à cultura.Esses resultados contribuem para o fortalecimento da política cultural pública, promovendo equidade racial, de gênero e acessibilidade no campo artístico, conforme previsto na Lei 8.313/1991.
Proponente (Associação) - Coordenação GeralA Associação Obinrin Badu, nascida em 13 de outubro de 2022, é uma Organização de Sociedade Civil, sem fins lucrativos que surgiu com o compromisso de ajudar as pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, sem distinção de raça, cor, gênero, crença. preferência partidária ou categoria social com caráter representativo, social, educativo, profissionalizante, cultural, esportivo e de lazer. Que possui diversos projetos executados, quais sejam: “Projeto Mulher é Força”, “Projeto Exaltação”, “Projeto Samba pras Moças” e “Projeto Badu”.Diretora Artística e instrutora de trança: Paula Olivio – Representante legal pela instituição Trancista e Maquiadora a mais de 20 anos, Proprietária do Salão Estúdio África, Instrutora de cursos de tranças, maquiagem, turbantes e de empreendedorismo, Presidente da Associação Obinrin Badu, Secretária Geral da Associação Nacional das Trancistas (ASHANTI), Idealizadora, Diretora artística e Coordenadora Geral dos Projetos: “Projeto Exaltação”, “Projeto Mulher é Força”, “Projeto Samba pras Moças” e “Projeto Badu” e Produtora Cultural (CEAC: 12177). Produção Executiva: Saturno Cultural – produtora responsável pela logística, contratação de serviços e execução técnicaÉ uma produtora cultural criada em 2021. Realizou mais de 30 projetos, entre produtos artísticos na área da Dança, Teatro, Circo, Carnaval e Gestão Criativa no DF. Em agosto, a produtora completa 2 anos de atuação como empresa CNPJ, mas seu idealizador Gustavo Letruta já traz mais de 12 anos de experiência na área e mais de 40 projetos realizados ao longo de sua carreira. Nesses 2 últimos anos, a produtora captou uma média de 2,5 milhões de reais na área da cultura (majoritariamente através do FAC - Fundo de Apoio à Cultura do DF). Atualmente, a Saturno já realizou projetos em multilinguagens, unindo teatro, dança, circo e audiovisual, predominantemente. Atua na realização, idealização, coordenação, produção e/ou gestão dos projetos culturais. Projetos de capacitação, Festivais, Mostras, Blocos Carnavalescos, Encontros, Espetáculos, entre outros.Direção de Produção: Ana Júlia Melo – coordenadora de produção local e operacional.Formação em Comunicação Social na Universidade de Brasília (UnB), com Habilitação em Audiovisual e em Jornalismo, bem como Intercâmbio acadêmico em Comunicação na Universidad Carlos III de Madrid. Atuante desde 2021, como Sócia Administrativa e produtora de programação da Casa Mimo Bar, Socia e administradora do "Mimobar & Café" (Projeto cultural itinerante de contêiner com atividades de lazer e entretenimento), Produtora na festa Mimosa Brasília, Produtora do Bloco de Carnaval: Vai com as Profanas, Socio-realizadora do festival musical Pavilhão Luz, Diretora de produção e coordenadora geral do Festival Ocupa, Diretora de produção da Ocupação Contem nas 4 temporadas, Produtora na empresa 8MM Features e entre outros. Coordenação Técnica: Débora Zimmer - coordena equipe técnica, bastidores, operadores de som, luz, roadie, etcEngenheira Técnica de áudio, musicista e compositora, produtora musical e de eventos, proprietária do estúdio Zimmer Collen em Ceilândia/ DF, especialista em produção, gravação, mixagem e masterização. Atua desde 1994, onde produziu o LP Cotidiano de Sérgio Pereira, em que também atuou como multi instrumentista. Em 1998 substituiu os trabalhos técnicos de Geraldo Ribeiro no estúdio Artimanha de Toninho Maia quando gravou e contribuiu na produção do CD Canção do Regresso de Riva Santana onde permaneceu até 2000. Em 2004 começou suas atividades com home estúdio, onde atua nesses trabalhos até hoje. Coordenação de Acessibilidade: Renata Rezende – responsável por ações inclusivas, capacitação da equipe e supervisão da acessibilidade física e comunicacional.Professora Libras, atuou como coordenadora da Cultura Surda do DF pela FENEIS e criou o Projeto “Legendas para festival de cinema em Brasília”, realizou palestras sobre a cultura surda e Performance em Libras. Ministrou oficina de expressão corporal e Performance em LIBRAS. Atuante desde 2007, onde participou de diversos eventos como: Monitor do evento de extensão - I Encontro Nacional do Curso de Letras-Libras – UNB – Brasília (2007), Palestrante do Tema “Implementação da Acessibilidade das pessoas cegas e surdas no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro” (2010), Oficina Literatura Surda – Festival de Folclore Surdo - Florianópolis (2018), Oficina Corposinalizado – Mam – São Paulo (2021) e entre outros. Produtora de Programação e Backstage (PCD): Aline Castelar – apoio técnico, produção e bastidores.Portadora de seqüelas de Encefalopatia Crônica Não-progressiva da Infância decorrente de anóxia cerebral peri-natal (CID-10: G80). Experiência comprovada desde 2008, onde atuou em diversos setores, como Recepcionista e Assistente bilíngüe em congresso internacional, Estagiou junto ao Ministério da Educação (MEC), Espaço Cultural Contemporâneo (ECCO), Mediação educativa: XXIV Encontro Técnico para Educadores exposição “Retrospectiva Robert Polidori”, Mediação educativa em diversos outros festivais e eventos, tais como, Festival COMA, Gesta a casa e Contempláveis do Apogeu
PROJETO ARQUIVADO.