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PRONAC 259413Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VOZ - UMA DENÚNCIA POÉTICA

CAMALEAO PRODUCOES CULTURAIS
Solicitado
R$ 2,48 mi
Aprovado
R$ 2,48 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2029-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

VOZ - UMA DENÚNCIA POÉTICA é um musical que traz o tema FEMINICIDIO retirado dos estudos no livro "Feminicidio - Discriminação de genero e sistema de justiça criminal" de Livia Meira Lima Paiva; sendo VOZ desse lugar extremamente sensivel e necessário de forma poética e empoderada com cinco mulheres em cena, composições para o espetáculo e todo o time feminino em todas as suas expressões .

Sinopse

Produzir um espetáculo musical que traga o tema Feminicídio, com toda a sua urgência, baseado em dados do livro de Livia Meire, advogada, fazendo-o com empoderamento, mas muita poesia. - Todo o staff da equipe envolvida no espetáculo será feminino em toda a sua expressão sendo a diversidade abraçada já em sua construção - Todas as musicas deste espetáculo musical serão compostas pelas atrizes e staff- Além das apresentações, o Espetáculo Voz- Uma Denúncia Poética promoverá parcerias com equipamentos públicos que prestam atendimentos a mulheres vítimas de violência doméstica para leva-las ao espetáculo e no final termos uma roda de conversa/acolhimento com os envolvidos em sua formação incluindo a advogada e autora do livro de onde nasceu o espetáculo. · Montar um espetáculo teatral com tema necessário à população carioca, e por isso relevante, à sociedade compondo com diversidade elenco e equipe criativa· Realizar um espetáculo que traga um posicionamento político sobre a não aceitação de todo e qualquer ato contra o corpo feminino · Criar uma linguagem cênica que estabeleça um espaço de informação e reflexão sobre violência doméstica · Inclusão do gênero feminino em todo o staff do projeto· Apresentações com cotas para mulheres em situação de vulnerabilidade· Parceria com CEAM para mulheres assistidas em situação de violência doméstica serem levadas ao espetáculo e participarem de uma conversa com os formadores do mesmo bem como a autora Livia Meira , advogada e autora do livro que deu origem ao espetáculo .

Objetivos

Objetivo Geral: · Construir um espetáculo musicado inédito que será integralmente levantando em sala de ensaio, em conjunto com a diretora, autora, 05 atrizes/cantoras mulheres em todas as suas manifestações e as compositoras e direção musical do espetáculo. Músicas criadas com o tema para o espetáculo, trazendo o tema feminicídio de forma poética e emponderada. · Criar através da vasta experiência de Duda Maia, em unir corpo, texto e música, uma linguagem física e original que conte a história das mulheres retratadas no texto. · Fortalecer e homenagear essas histórias com as canções inéditas de Marina Íris e Manu da Cuíca. · Montar um espetáculo teatral com tema necessário à população carioca, e por isso relevante, à sociedade compondo com diversidade elenco e equipe criativa · Realizar um espetáculo que traga um posicionamento político sobre a não aceitação de todo e qualquer ato contra o corpo feminino · Criar uma linguagem cênica que estabeleça um espaço de informação e reflexão sobre violência doméstica · Provocar e atentar para a necessidade de observação e escuta de possíveis relacionamentos tóxicos que acontecem ao nosso redor · Lembrar que existe a possibilidade de fortalecimento de voz e atitude contra a violência doméstica, uma vez resgatada a autoestima e confiança · Utilizar a poesia, a brasilidade e até o humor como facilitador da comunicação entre intérpretes e plateia além de, com esses elementos, enaltecer e valorizar corpo, voz e pensamentos do universo feminino · Reafirmar a qualidade de excelência artística feminina através de uma ficha técnica onde a linha de frente responsável pela criação artística do espetáculo será composta por mulheres · Promover um encontro sólido entre profissionais renomadas como Duda Maia, Lívia Paiva, Manu da Cuíca e Marina Íris, com intuito de divulgar e fortalecer o movimento NEM UMA A MENOS · Compor músicas originais com letras que provoquem o resgate da autoestima feminina. · Estabelecer em sala de ensaio um espaço de troca que seja fomentado pelo tema do livro e, com essa escuta, criar uma linguagem física-teatral que permita que a plateia seja inserida em uma experiência significativa Assinar uma obra relevante em memória das mulheres que foram assassinadas por seus parceiros. Objetivo específico: Produzir um espetáculo musical que traga o tema Feminicídio, com toda a sua urgência, baseado em dados do livro de Livia Meire, advogada, fazendo-o com empoderamento, mas muita poesia. - Todo o staff da equipe envolvida no espetáculo será feminino em toda a sua forma sendo a diversidade abraçada já em sua construção - Todas as musicas deste espetáculo musical serão compostas pelas atrizes e staff - Além das apresentações, o Espetáculo Voz- Uma Denúncia Poética promoverá parcerias com equipamentos públicos que prestam atendimentos a mulheres vítimas de violência doméstica para leva-las ao espetáculo e no final termos uma roda de conversa/acolhimento com os envolvidos em sua formação incluindo a advogada e autora do livro de onde nasceu o espetáculo.O espetáculo , em um primeiro momento, ficará um mês em cartaz com 5 apresentações por semana totalizando 20 apresentações .Teatro com estimativa de 450 lugares .

Justificativa

O feminicídio é definido como a morte de uma mulher por razão de gênero. Com frequência é o ponto final após um continuum de violência vivido por mulheres em relações íntimas de afeto ou não. O conceito passou a ser debatido no Brasil após 2015, quando foi inserido no Código Penal Brasileiro como uma forma de homicídio qualificado, mas sua origem é muito anterior. Conceituado pela primeira vez em 1976 em um fórum feminista, o termo "feminicídio" surgiu do encontro de mulheres, da necessidade de nomear uma violência que muitas experenciavam, mas que até então não tinha nome. O encontro, a presença e a reflexão coletiva foram e seguem sendo fundamentais para denunciar essa forma de violência. Também o teatro se utiliza destes mesmos pressupostos para comunicar com o público. Embora o tema esteja quase que diariamente na mídia, a abordagem pelas artes, especialmente pelo teatro, é importante para sensibilizar de outras formas, provocar a reflexão e a mudança de padrões de comportamento machistas. O espetáculo é inspirado na história de 94 mulheres, após a leitura de 88 processos judiciais de feminicídios tentados e consumados praticados entre 2015 e 2020 no estado do Rio de Janeiro. Os dados recentes da 17ª edição do Anuário de Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que o Estado do Rio de Janeiro alcançou o topo do ranking nacional nos registros do crime de tentativa de feminicídio, com 293 casos no ano de 2022. Ao todo 283 mulheres foram assassinadas no Rio em 2022, mais de 47,6 mil pediram a medida de proteção. Esses números alarmantes revelam a importância do tema também pelo viés da cultura, capaz de comunicar de forma sensível e convidar para a reflexão. Apesar das distintas histórias e personalidades dessas mulheres, os casos revelam padrões de violência e injustiça no tratamento judicial que serão abordados na encenação. Relacionamentos abusivos, violência psicológica e outras formas de controle e submissão são elementos observados nos casos e que permeiam a vida de muitas mulheres no país. O diferencial do projeto é tratar destes temas sensíveis de forma não-planfletária, com música e uma dramaturgia que conecta diferentes estilos: humor, documental e poesia. A dimensão da memória também é um eixo importante do projeto. O espetáculo VOZ _ uma denúncia poética, justifica-se por exercer o necessário papel de acender a memória das mulheres assassinadas de forma brutal, como forma de fazer justiça e contribuir para a conscientização sobre essa forma de violência. O encontro entre arte e plateia é realizado por meio do olhar e da escuta, o corpo plateia se abre para o corpo artista, e esses corpos juntos se conectam e fazem a obra acontecer. Acreditamos esta troca sensibilize o público e faça com que a discussão proposta em cena seja levada com cada pessoa para outros espaços do seu dia a dia. Desta forma o discurso da encenação irá ganhar um efeito multiplicador, tornando-se de extrema relevância a sua realização. Com estes dados e desenho do espetáculo estamos alinhados com o objetivo do artigo 1 democratizando , promovendo e valorizando a produção de diversidade cultural protegendo as expressões em cima de um tema extremamente becessário a sociedade brasileira e mundial.Artigo 1º VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;No Artigo 3º:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Reforçar aqui neste espaço que todo o espetáculo será criado, dirigido e executados por mulheres , seja em que construção interna pertençam.O projeto deste espetáculo terá 3 monitores de comunidades e daremos espaço nesta função para a formação e as vagas atenderão mulheres trans, travestis e pcds. Estes monitores acompanham todas as etapas do processo dentro de um Espetáculo Musical , fazendo parte da produção e em seu final estarão na ficha técnica do espetáculo e mediante presença e participação receberão um certificado de que fizeram parte do espetáculo.A criação do material de divulgação que será produzido no espetáculo , que são camisetas e garrafinhas ecológicas está pensado para reverberar no dia a dia das ruas o tema urgente e necessário tratado no musical.Estes materiais serão vendidos e uma parte de sua venda destinada a projetos que atendam vitimas e familiares de violência doméstica e feminicidio.

Especificação técnica

Este produto não possui especificações técnicas por se tratar de um espetáculo teatral.

Acessibilidade

O espetáculo terá legenda descritiva e interprete de libras inserido no grupo de personagens da peça sendo desta forma o espetáculo sendo considerado de formação bilingue.Sistema de atendimento direcionado da equipe e elenco para pcds para que possam de forma ampla entender o conceito da peça antes e sua evolução no palco.As temporadas serão realizadas em teatros que contam com medidas para facilitar o acesso de idosos e deficientes físicos, tais como rampas, banheiros adaptados, elevadores exclusivos e corrimãos.Idosos e deficientes também contarão com atendimento prioritário na bilheteria dos espaços.Espaços destinados perto das saídas para pessoas com espectros variados.O teatro será equipado para o acesso a cadeirantes e pessoas com necessidades especiais.

Democratização do acesso

Como estratégia de democratização do acesso da população aos produtos culturais, o espetáculo atenderá os números estipulados pelo Minc em sua distribuição de ingressos durante temporada de 1 mes na cidade de Rio de Janeiro; são eles:10% distribuição gratuita10% patrocinador10% divulgação 20% ingressos a preços populares 50% de ingressos comercializados a R$100,00(I) O espetáculo contará com ingressos a preços populares e cotas conforme acima descrito.(II) Dentro do espetáculo faremos 3 apresentações gratuitas para estudantes de universidade pública do estado onde a produção cuidará do transporte dos participantes (contrapartidas sociais) - Totalizando 500 estudantes e professores 03 bate-papos pós espetáculo juntamente com elenco e integrantes da equipe artística do espetáculo voltada para professores e alunes de universidade públicas ·(III) Dentro do espetáculo teremos a seguinte ação para pessoes atingidas pela violencia e história dentro de feminicidio:O Projeto realizará também uma dinâmica em 1 equipamento público que acolhe e assiste as vitimas de violência doméstica e seus familiares; esta dinâmica será comandada pela diretora do espetáculo Duda Maia e a advogada Livia Paiva , autora do livro que deu origem ao espetáculo Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Será realizada uma parceria com a Secretaria da Mulher do Município atravésdo Centro Especializado de Atendimento à Mulher – Chiquinha Gonzaga e desua diretora Rosangela Pereira com objetivo de levar as mulheres em situaçãode violências assistidas neste equipamento público para assistir ao espetáculo.Desenho desta Ação:Cadadinâmica terá 03 horas de duração e consistirá em um experimento físicoseguido de uma conversa sobre o tema do espetáculo que dialoga com suaspróprias vidas. Trata-se de oferecer para essas mulheres uma vivência corporalministrada por Duda Maia, que irá propor um cuidado com seu corpo, atravésde exercícios de respiração e soltura articular, juntamente com brevessequências de dança, livres e improvisadas, onde cada participante encontraráa sua maneira particular de se mexer, fortalecendo sua identidade e dando proseu corpo alegria e bem estar. Logo após esse momento a advogada eescritora da peça, Lívia Paiva, irá propor uma roda de conversa com objetivode difundir informações importantes sobre a Lei Maria da Penha, direitos dasmulheres, além dos tipos e formas de violência de gênero.

Ficha técnica

Proponente traz neste projeto , com poesia e provocação um musical para iluminar o tema FEMINICIDIO onde Brasil lidera em pesquisas a violência doméstica e homicidio de mulheres em que esfera for com números alarmantes e que não podemos normalizar.Através de um musical , formado por mulheres , criado e dirigido por mulheres vamos abrir esta discussão e sensibilização da sociedade para quem não conhece, conhece, não vive este tema , vive , agressor , vítima, filhos , pais ...tantas falas e pouquissima escuta . Seremos o grito , um grito poético, musicalizado , mas GRITO.O proponente é o responsável por todas as decisões do projeto e exercerá nele a função de Diretora Cênica.Tyta Almeida- produtora com mais de 25 anos de experiências em produção na área de cultura e audiovisual.Já construiu história em espaços culturais, música, festivais, cinema , séries , programas agrega a sua trajetória em produção especialidade em orçamento e análises técnicas de projetos , roteiro e pesquisa.Intensifica nesta fase criação e execução de projetos que tenham como objetivo inclusão e atendimento as pessoes em situação de vulnerabilidade que necessitem de representatividade e pertencimento. Duda Maia – bailarina e diretora teatral. Formada na Escola de Dança Angel Vianna. Dirigiu o musical, Clementina, Cadê Você? Encenadora do sucesso AUÊ, com esse espetáculo ganhou os Prêmios Cesgranrio e Shell de Melhor Direção. Diretora da premiada Trilogia musical infantojuvenil com os espetáculos “A Gaiola”, “Contos Partidos de Amor” e Vamos Comprar Um Poeta”. Dirigiu o espetáculo “O Tempo Não Dá Tempo” – um híbrido de teatro, dança e multimídia em homenagem aos 90 anos de Angel Vianna. Dirigiu o musical ELZA, e com ele ganhou os prêmios Cesgranrio, Reverência, Botequim Cultural, Brasil Musical, Bibi Ferreira e DID de Melhor Direção. É diretora de Jacksons do Pandeiro, musical com a companhia A Barca dos Corações Partidos que foi indicado ao Prêmio Cesgranrio e Bibi Ferreira, inclusive nas categorias Melhor espetáculo e direção. É criadora do musical infantil, Zaquim. Dirigiu o projeto Viramundo com Balé do Teatro Castro Alves, em homenagem aos 80 anos de Gilberto Gil. Diretora de Manoel, espetáculo inspirado no universo do autor Manoel de Barros, indicado a 12 prêmios pelo CBTIJ, inclusive Melhor Espetáculo e Melhor Direção. Diretora de Mundaréu de Mim, musical de Vitor Rocha e produzido pelo IBT- Instituto Brasileiro de Teatro, que foi apresentado no Parque da Água Branca, em São Paulo, ao ar livre e gratuitamente para um público de 3.000 pessoas. Este espetáculo foi indicado ao Prêmio DID em 06 categorias, inclusive Destaque de Direção e Musical Brasileiro. Atualmente se prepara para dirigir os alunos e alunas da ENCLO – Escola Nacional de Circo Luiz Olimecha. Lívia Paiva - atriz, escritora, professora e advogada. No teatro integra a Probástica companhia de Teatro, que realizou três espetáculos: Desconhecidos, Elefante e Uma praça entre dois prédios. É encenadora com Ivan Sugahara da peça Fala comigo como a chuva, ganhadora do prêmio Cesgranrio de melhor espetáculo e coautora da peça Fora da Caixa. Também participou como atriz dos espetáculos: Domínio do Escuro, Amores e Sarau das Putas. É Doutora e Mestre em Direito na linha de pesquisa Direitos Humanos, Sociedade e Arte, ambos na UFRJ (PPGD/UFRJ) com período de pesquisa doutoral no Instituto de Investigaciones Juridicas da UNAM/México. Professora efetiva do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). Graduada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2013). Membro do Fórum Permanente de Direitos Humanos da EMERJ. Foi professora substituta na Faculdade Federal do Rio de Janeiro nas disciplinas Direitos Humanos, Teoria do Direito e Filosofia do Direito (2016 a 2017). Autora dos livros "Lei Maria da Penha na Prática" (Editora Thompson Reuters, 2019, 2021 e 2022), "Feminicídio: discriminação de gênero e sistema de justiça criminal" (Editora Thompson Reuters, 2022), indicado em 2023 ao prêmio Jabuti e "Direitos Humanos e Processo Penal" (Editora DPlácido, 2018). Docente na especialização de Direito e Gênero da EMERJ. Possui curso de extensão na Université Paris VIII (2011) em cultura e organizações internacionais e Université Paris- Dauphine (2011) em literatura francesa. Desenvolve pesquisa nas áreas de direitos humanos, teoria do direito, direito penal, violência de gênero e violência doméstica. Manu da Cuíca - escritora e compositora, com cerca de 30 músicas gravadas, um musical encenado, premiações em dois festivais e oito textos, entre contos e crônicas, publicados. Foi vencedora do Concurso Nossas Gentes Nossas Letras (2005), promovido em parceria com a Academia Brasileira de Letras, e finalista dos concursos Contos do Rio (O Globo, 2006). É autora de sambas de bloco e de sambas-enredo, tendo sido uma das compositoras do samba da Mangueira de 2019, vencedor do carnaval, premiado com Estandarte de Ouro e gravado por Maria Bethânia e Leci Brandão, entre outros artistas, e do samba da Mangueira de 2020. É autora de todas as letras do disco Rueira, com músicas em parceria com Rodrigo Lessa, lançado em 2017 por Marina Iris, e também das músicas "Pra matar preconceito" e "Virada", essa gravada por Marina Iris e Péricles, entre outros artistas. Marina Íris - Marina Iris é cantora, compositora e escritora. Ganhadora do Prêmio Alcione, da Secretaria de Cultura do Rio, na categoria Cantora do Ano, em 2022, Marina lançou em maio deste mesmo ano seu quarto disco solo, o Virada. Nele, apresenta, entre outras músicas, quatro canções de sua autoria. Para março de 2024, está previsto o lançamento de seu primeiro livro-disco infantil, É Pretinha, junto com as autoras Manu da Cuíca, Ana Costa e Stephanie Gonçalves. Além dos trabalhos individuais, Marina assinou direção artística de alguns trabalhos coletivos e shows de outros artistas do samba: É Preta, 2017 (projeto idealizado pela cantora eque foi finalista do Prêmio da Música Brasileira em 2018), Canto em Movimento (2022), Canto de Rainha (2023), entre outros. Junto de sua parceira mais recorrente, Manu da Cuíca, Marina assinou, em 2021, a trilha da peça infantil do Animan, projeto do Museu de Arte Moderna, sobre Hélio Oiticica. Em 2022, sua composição Voz Bandeira foi trilha da exposição “Brasil decolonial: outras histórias”. O projeto, desenvolvido pelo Museu Histórico Nacional, apresentou 17 intervenções sobre temas e objetos relativos à diáspora africana na história do Brasil. Em 2017, sua música Virada, em parceria com Manu da Cuíca, foi eleita a música do ano em crítica, no jornal O Globo. Em 2018, a cantora se apresentou com a Orquestra Jazz Sinfônica, na celebração dos 60 anos do compositor Moacyr Luz, com o qual Marina tem parceria gravada em seu disco mais recente.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.