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Projeto que visa promover aulas de música, totalmente gratuitas, para crianças adolescentes e jovens, preferencialmente alunos da rede pública de ensino, sendo uma iniciativa de inclusão social e desenvolvimento cultural. Assim, realizando atividades de educação musical com identidade cultural musical brasileira e suas influências com a inserção da música clássica e contemporânea, proporcionando formação musical e formação de plateia para música clássica e instrumental variada, favorecendo a criação de uma cultura de paz.
O conteúdo das oficinas serão definidos durante a fase de pré-produção, junto aos professores. O coordenador artístico tem a função de definir todos os arranjos e realizar as adaptações;Promover a democratização do acesso ao ensino de música e a ocupação de espaços culturais por jovens da periferia;Resumo técnico: Projeto sociocultural em forma de oficinas de ensino musical gratuito, por meio de aulas semanais teóricas e práticas, com duração de 10 meses de atividades (oficinas / aulas de música), voltado para, aproximadamente, 40 alunos, entre crianças, adolescentes e jovens, com faixa etária de 10 a 25 anos, preferencialmente matriculados na rede pública de ensino. O projeto visa promover a inclusão social a formação artística e o desenvolvimento cultural de seus participantes.As aulas serão aplicadas 2 vezes por semana, com duração de 02 horas cada modalidade, sendo o primeiro momento para aula teórica e o segundo momento para prática/treino, já que muitos dos participantes não terão condições de adquirirem um instrumento em casa. Além das aulas, o projeto contará com atividades complementares, como, ensaios (Classificação Indicativa: Livre) Evento onde os alunos apresentarão o progresso musical, podendo ser aberto ao público, para ampliar o acesso da comunidade e de outras regiões.A proposta adota uma abordagem contra-hegemônica, refletindo os atravessamentos sociais e valorizando a produção de compositores negros. Além disso, incorpora temas transversais que fortalecem a cidadania, a qualificação técnica e a inserção na economia criativa. O projeto também visa preparar os participantes para exames e aprofundar seus conhecimentos em história da música e percepção musical.
Objetivo Geral Ensinar a, aproximadamente, 40 alunos a tocar um instrumento musical, crianças, adolescentes e jovens com idades entre 10 a 25 anos, preferencialmente matriculados na rede pública de ensino e em situação de vulnerabilidade social, com aulas totalmente gratuitas. Neste sentido, oferecendo oficinas com aulas teóricas e práticas em instrumentos musicais, de cordas, de teclas, percussivos e instrumentos de sopro, durante 10 meses de atividades, com foco na iniciação musical e na formação artística. Buscando a formação de grupos musicais futuros, orquestra jovem, com identidade cultural musical brasileira e suas influências, e formação de plateia para música clássica e instrumental variada. Específicos: - Ensinar a, aproximadamente, 40 alunos a tocar um instrumento musical, passando os fundamentos da teoria e prática musical de forma acessível e lúdica; - Oferecer aulas teóricas e práticas, de instrumentos para estes alunos (Instrumentos de cordas, de teclas, percussivos e sopros), durante 10 meses, 2 vezes por semana, tendo cada aula com 2 (duas) horas de duração, 1h de teoria e 1h de prática. Totalizando 4h/aula por semana, 16h/aula por mês; - Formar uma Banda Sinfônica Jovem, ao final do projeto, com pelo menos 20 integrantes, formados na escola de música, após seleção dos alunos aptos a tocar; - Realizar ensaios com os alunos aptos a tocar um instrumento. Preparar os alunos para apresentações públicas ao final de 8 meses de aulas ministradas; - APRESENTAÇÕES: Realizar 4 (quatro) apresentações em espaço público, preferencialmente em escolas públicas que tenham quadra, a ser acertado com o Ente Público responsável no município, promovendo o acesso à cultura e formação de público.- CONTRAPARTIDAS: Realizar 2 (dois) Workshops em formas de oficinas de educação e prática musical. Cada atividade terá, no mínimo, duas horas de duração. - Engajar, aproximadamente, 2000 pessoas ao total das 4 apresentações e de 2 Workshops;
Justificativa A maioria dos municípios brasileiros apresentam áreas com carência de políticas públicas de cultura, sendo urgente e necessária a criação de projetos sociais que além da formação artística e cultural ofereçam alternativas de lazer e desenvolvimento. Tudo isto, frente a uma enorme desigualdade social, e uma escalada de violência contra jovens em situação de extrema pobreza, que muitas das vezes se encontra sem perspectiva e motivação. Em uma região em que estas estão sendo vítimas de ações do tráfico e de milicianos. Assim, este projeto se propõe a promover a iniciação e formação musical, evoluindo a melhoria na qualidade de vida e a busca pelo desenvolvimento de todo um potencial artístico-cultural, na maioria das vezes, abafado pela urgência em suprir suas necessidades básicas. Diante dos fatos apresentados, como justificativa para receber doações por meio da Lei de Incentivos Fiscais, temos que, este projeto de oficinas de música não apenas buscar fortalecer o acesso à cultura, mas também promover o crescimento pessoal e artístico dos jovens, buscando cumprir, assim, os objetivos da Lei Rouanet de democratizar e valorizar as expressões culturais. A proposta busca se enquadrar nos projetos que possam captar recursos por meio de incentivos fiscais, em especial os de formação artística (ensino de música). Conforme os seguintes dispositivos da Lei nº 8.313/1991: ARTIGO 1º - Lei nº 8.313/91 Selecionamos os incisos que melhor se aplicam ao Projeto Música pela paz - Escola de música inclusiva: Inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O Projeto Música pela Paz - Escola de música inclusiva proporciona acesso direto à música erudita a jovens em situação de vulnerabilidade social, garantindo o exercício pleno dos direitos culturais. As aulas, concertos didáticos e ações educativas descentralizam o acesso à cultura e democratizam o contato com a música clássica e instrumental. Inciso III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Ao priorizar e promover uma abordagem decolonial, buscando valorizar expressões culturais historicamente marginalizadas, fundindo novos referenciais estéticos e simbólicos para os alunos e para o público através da música clássica e também instrumental com elementos da música brasileira. Inciso IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto confirma e fortalece o papel da juventude negra periférica como protagonista cultural, oferecendo meios de expressão através da música e incentivando uma vivência artística que respeita e evidencia o pluralismo cultural.Inciso VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A formação em música erudita contribui para o domínio de um repertório universal, ao mesmo tempo em que amplia a memória coletiva ao incorporar novos referenciais culturais ao cenário da música clássica e instrumental no Brasil. Objetivos do Art. 3º: Inciso I- Contribuir para o desenvolvimento cultural do País, promovendo o acesso à cultura em áreas onde há menos oferta de atividades culturais, de forma gratuita. O projeto busca promover o estímulo à formação artística e à participação popular no processo cultural, de forma totalmente gratuita, para alunos da periferia e em situação de vulnerabilidade social. Inciso II - Estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal. Promovendo o ensino de música instrumental e clássica com elementos da música brasileira. Atendendo aos pedidos do Inciso III- Estender o acesso aos bens culturais aos brasileiros de todas as camadas sociais e em todas as regiões do País, ao oferecer oficinas gratuitas que possibilitam a participação de pessoas de diversas idades e classes sociais, sem custo. Assim como os do Inciso V- Estimular a presença da cultura no cotidiano da população, por meio de oficinas regulares que criam um hábito cultural dentro da comunidade. E também do Inciso VI- Priorizar o produto cultural originário do País, especialmente ao promover atividades como a música popular brasileira e a valorização da produção artística local.
- Identificação Objetivo do projeto: Fortalecer a música instrumental tornando as comunidades locais um ambiente de desenvolvimento artístico e cultural, por meio da educação musical gratuita e da prática coletiva de música como instrumento de promoção e desenvolvimento social de crianças, adolescentes e jovens, entre 10 e 25 anos de idade.- Perfil do beneficiado e resultados esperados: Crianças, adolescentes e jovens entre 10 e 25 anos de idade regularmente matriculadas na rede pública de ensino. O aluno do projeto deverá estar apto a atuar como um agente da produção musical na comunidade em que estiver inserido, promovendo a consolidação do conhecimento musical e a divulgação artística junto a instituições culturais e a grupos artísticos. - O aluno deverá colocar seu conhecimento musical a serviço da construção da autonomia e da cidadania de seu público, bem como fomentar a solidariedade em seu meio de atuação. Deverá reconhecer em suas escolhas musicais a pluralidade cultural da sociedade em que vive e as múltiplas possibilidades de repertório.Projeto " Música pela paz – Escola de música inclusiva” - Projeto com tempo estimado de 12 meses de realização, com todas as suas etapas.Especificações técnicas do produtoClassificação: LIVREProduto: Aulas práticas e teóricas de instrumentos musicais gratuitas.Público-alvo: Crianças, adolescentes e jovens com idades entre 10 a 25 anos, aproximadamente 40 alunos, preferencialmente da rede pública de educação e em situação de vulnerabilidade social.Turmas: As turmas serão formadas de acordo com a demanda por cada instrumento escolhido.Aulas: 2 vezes por semana por turma, por instrumento, com duração de 1h/aula teórica e 1h/aula prática (por turma), totalizando 16 h/mês por turma, ao longo de 10 meses.PROPOSTA PEDAGÓGICA – Aptidão musical (H. Gardner) - Todos nascem intrinsecamente musicais, independentemente de receberem algum treinamento. Este projeto tem como objetivo não apenas ensinar técnicas musicais, mas também proporcionar um espaço para a vivência da cultura e da identidade local, fortalecendo o senso de pertencimento, com cultura. As oficinas serão o momento de aprendizagem e aprimoramento dos alunos tanto da teoria musical quanto da prática dos instrumentos. O projeto pedagógico é baseado na iniciação musical e formação básica em teoria e prática instrumental. As aulas serão divididas entre conteúdo teórico, prática musical e atividades de apreciação. Cada aluno será orientado a explorar diferentes instrumentos, com acompanhamento e avaliações ao longo do curso.A intenção é de que através deste projeto cada aluno participante possa desenvolver cada vez mais a aptidão e o gosto pela música. Com metodologia de abordagem prática e interativa, com aprendizagem através da experimentação e da vivência musical existente dentro de cada participante do projeto, com auxílio e acompanhamento de um professo educador, e de monitor, utilizando-se do método de ensino círculo de cultura, em atividades que buscavam valorizar a relação que os adolescentes têm com música no seu contexto de vida. As oficinas foram pensadas para que sejam assimiladas de forma simples e intuitiva, prática e envolvente, para que todos se sintam bem. Para, assim, desenvolver a criatividade e a coordenação motora, aprender a tocar instrumentos, dominar alguns conceitos básicos, conhecer as diferentes características e variações dos instrumentos, Musicalização.Importância - As oficinas pedagógicas são um instrumento de apoio didático-pedagógico que visam suprir as dificuldades de aprendizagem.Teoria Musical: Introdução a leitura de partituras, ritmo, harmonia e percepção musical;Prática Instrumental: Aulas divididas por especialização (cordas, teclas, percussivos e de sopro);Dinâmicas coletivas: Bandas formadas pelos alunos, ensaios e apresentações;Acompanhamento Pedagógico: Avaliação contínua do progresso individual e coletivo.
AcessibilidadeAs medidas de acessibilidade serão custeadas por meio dos custos vinculados “Acessibilidade, divulgação e comunicação acessíveis”. Acessibilidade Física: Para garantir o acesso inclusivo ao espaço das oficinas de música - O projeto será realizado em local com as seguintes características para a realização das aulas práticas e teóricas: O projeto será realizado em local com rampa de acesso; Facilidade para quem possua mobilidade reduzida; Banheiros adaptados; Assentos disponíveis. Todos os envolvidos, professores e monitor, conscientes e sensibilizados sobre a importância da acessibilidade e da inclusão. Onde todas as atividades realizadas serão adaptadas as necessidades que forem surgindo.Acessibilidade para deficientes visuais: Caso tenhamos inscrição de alunos com deficiência visual, os materiais serão adaptados (braile) e esses alunos serão acompanhados por uma mediadora.Acessibilidade para deficientes auditivos: Será disponibilizado um intérprete de libras.Acessibilidade às pessoas com deficiência intelectual: Os alunos serão acompanhados por uma mediadora.Acessibilidades: Contratação de profissional para acompanhamento, físico e para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos. As ações de acessibilidade podem ser adaptadas conforme a necessidade prática no momento de sua execução, respeitados os limites legais. O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, nos termos do §2º do Art 25, IN MinC.
Trata-se de um projeto 100% gratuito. As oficinas ocorrerão em espaço acessível a comunidade e sem restrições, e faremos apresentações em praças pública / espaços públicos, obedecendo as diretrizes do Poder local responsável.Em conformidade com o Art. 46 da Instrução Normativa nº 23 de 2025 do Ministério da Cultura, que trata das medidas de democratização do acesso, este projeto prevê a oferta totalmente gratuita de todas as suas atividades formativas, apresentações e ações culturais. A proposta inclui um plano de distribuição que assegura ampla participação do público, garantindo entrada franca e acessibilidade territorial e social, com especial atenção às comunidades historicamente excluídas do acesso à cultura e à educação musical.Em consonância com o Art. 47, o projeto adota estratégias que ampliam significativamente o alcance das ações para além do público diretamente beneficiado pelas aulas regulares. As apresentações ocorrerão em espaços públicos, que serão previamente acertado com o ente público responsável, promoverão o contato direto da comunidade com o processo artístico, fortalecendo vínculos e valorizando os saberes locais.As apresentações da orquestra em escolas públicas e espaços culturais diversos serão voltadas prioritariamente a estudantes da rede pública e participantes de projetos sociais, promovendo o acesso à música de concerto em territórios de baixa oferta cultural.Serão disponibilizados na Internet, registros audiovisuais das apresentações e de outros eventos.
Proponente Associação Musical Boas Novas, CNPJ 054969 76 000110; Núcleo de Seropédica, sito à Travessa Pereira nº 09, casa 02, CEP 23895-270, Fazenda Caxias, Seropédica – RJ. Na representação de seu presidente Wellington Ricardo Nestor.A Associação Musical Boas Novas (AMBN) é uma organização fundada em 15 de junho de 2002, com o nome de Associação Musical Filantrópica de Seropédica (AMFISER), por pessoas que se propuseram a contribuir com a comunidade de Seropédica e municípios vizinhos através da música e de toda manifestação cultural e artística. Suas atividades tiveram início ainda em 2002, usando-se o espaço da Escola Estadual Presidente Dutra, aos sábados pela manhã, iniciando com trinta alunos. Após seis meses de aulas de música, chegou-se a 450 crianças e adolescentes matriculados. Reconhecida como utilidade pública, pela Lei nº 199 de 11 de junho de 2003 na Cidade de Seropédica, por todos os projetos realizados na cidade pela Associação, sempre atuando em prol de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social e extrema pobreza. Em 14 de outubro de 2004 celebração de assinatura de Acordo de Cooperação e Protocolos de Intenção entre a Associação e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Seropédica -RJ, objetivando o estabelecimento de ações conjuntas de cunho técnico, social, artístico e cultural. Em 16 de Julho de 2008, foi feito um acordo de Cooperação Técnica com a prefeitura Municipal de Seropédica e algumas apresentações foram realizadas, mas de forma bem esporádica. Em 2009 tentou-se, novamente, dar início as atividades da orquestra e da escola de música, alguns músicos de Seropédica e de cidades vizinhas, que possuíam seus próprios instrumentos, foram convidados e assim iniciaram-se as aulas de música sendo ministradas por alguns desses músicos e voluntariamente pelo presidente, da então chamada, AMFISER.Foram colocados também, cursos à distância de primeiro e segundo graus, por vídeo conferência para telefonista, recepcionista, secretariado escolar, como montar seu próprio negócio, estética, eletricidade básica. Cursos presenciais de Rapel, AutoCAD básico e Solda (Mig, Mag, Tig, Eletrodo revestido. Com cerca de 60 alunos já formados em solda (Mig, Mag). Oferecidos, também, cursos gratuitos como, de canto, coral infantil, banda de música, artesanato e Taekwondo (já com 70 alunos).Em 2013 a AMFISER mudou-se para Luis Eduardo Magalhães, Oeste da Bahia, em 2014 a diretoria da ONG AMFISER resolveu, em comum acordo, após votação, mudar o nome passando a se chamar Associação Musical Boas Novas (AMBN) recebendo o título de "Utilidade Pública", pela Lei Municipal 663 de 19 de novembro de 2014. A AMBN conseguiu firmar convênio com a Prefeitura Municipal de LEM, pelas aulas de música, e formou a Orquestra Sinfônica de Luis Eduardo Magalhães, com 40 componentes sendo, crianças, adolescentes e jovens, possuindo cerca de 450 alunos matriculados nas aulas de música.ATUALMENTE: Durante a pandemia, 2020, A ASSOCIAÇÃO MUSICAL BOAS NOVAS - AMBN retornou ao Rio de Janeiro, para sua cidade natal, Seropédica, com o intuito de agora retornar os projetos com foco no projeto “Música pela Paz”, de forma a continuar contribuindo com a cultura, través da música.Coordenação GeralWellington Ricardo Nestor, responsável pela coordenação Geral do projeto, pela gestão do processo decisório do projeto, pela coordenação da linha de trabalho do projeto, do planejamento administrativo e financeiro.Wellington Ricardo Nestor nascido em Campo Grande - RJ, no dia 13 de maio de 1982, morador do município de Seropédica, com residência na Travessa Pereira n° 07, bairro Fazenda Caxias. Estudou no Colégio Estadual Presidente Dutra, em Seropédica – RJ, concluindo o nível básico. Em 2000, ingressou no nível médio-técnico, no Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsines, CAEL, concluindo o Curso Técnico em Informática em 2002. Ingressou em 2003, no Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação pela Fundação Educacional Unificada Campo-grandense, FEUC, Campo Grande - RJ, concluindo o curso em 2006. Trabalhou na Empresa D.M. da Silva Gravadora, desde 2005, como Designer Gráfico. Em 2007, iniciou aulas de Capoeira, então, apaixonou-se instantaneamente pela capoeira e começou a frequentar os treinos assiduamente. Como aluno dedicado, os treinamentos logo tiveram resultados, logo pôde começar a dar aulas como aluno instrutor em projeto apoiado pela Prefeitura Municipal de Seropédica, projeto de capoeira da Organização Não Governamental Associação Musical Filantrópica de Seropédica (AMFISER). Em 2009 participou na coordenação junto com a Associação Musical Filantrópica de Seropédica (AMFISER) no projeto “Música pela Paz” que funcionou em escolas do Estado do Rio de Janeiro localizadas no município de Seropédica em convênio com o programa “Escola Aberta”, que chegou a ter cerca de 200 alunos, nos colégios Estaduais Presidente Dutra e Waldemar Raythe em Seropédica-RJ. Em 2013 mudou-se para Luis Eduardo Magalhães no Oeste da Bahia, conseguiu firmar convênio com a Prefeitura Municipal, passando a coordenar um projeto de iniciação musical, juntamente com o maestro David Monteiro, Maestro responsável pelas aulas de música nas escolas municipais, chegando a ter cerca de 450 alunos matriculados nas aulas de música, intercalando os turnos. Em 2014/2015 participou em Luis Eduardo Magalhães da formação da Orquestra Sinfônica de Luis Eduardo Magalhães, com 40 componentes, sendo crianças, jovens e adultos, permanecendo até o ano de 2019. ATUALMENTE: Durante a pandemia, 2020, retornou ao Rio de Janeiro, para sua cidade natal, Seropédica, com o intuito de agora, retornar os projetos, com foco no projeto “Música pela Paz”, de forma a continuar contribuindo com a cultura, través da música.Coordenação CulturalMaestro David Monteiro da Silva; Matrícula MEC - RJ13.106, Nascimento: 12 de dezembro de 1945; Morador da cidade de Seropédica – RJ. AUXILIAR A PARTE PEDAGÓCICA. David Monteiro da Silva, nascido em Seropédica (Município de Itaguaí) - RJ, em 12 de dezembro de 1945. Filho de Venâncio Alves da Silva e Alice Monteiro Castro e Silva. Dedicou-se à Música desde criança. Em 1958 iniciou seus estudos na antiga Escola Nacional de Música, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tendo como Professora Maria Luiza de Mattos Priolli. Estudou em 1966, no Colégio Fernando Costa concluindo o ensino básico e médio. Graduou–se em Teoria Musical, Harmonia, Composição, Trompete e Regência estudos na antiga Escola Nacional de Música (UFRJ). Fez o Curso de extensão em Musicoterapia no Conservatório Brasileiro de Música. Registro MEC Rio de Janeiro 13.106. Participou da Banda sinfônica da Academia militar dos Campos dos Afonsos, Rio de Janeiro de 1966 a 1980, como sargento músico, e regente da Banda. Após ir para a reserva se dedicou a montar bandas e orquestras em igrejas e a fundação de uma gravadora evangélica, onde ficou até os anos 2000. Em 2003 passando, então, a atuar com projetos sociais, atuando como maestro voluntário, formando uma Banda sinfônica em Seropédica e uma Orquestra na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro através de convênios, funcionando por quatro anos, com os alunos e músicos voluntários. Em 2009 iniciou o projeto “Música pela Paz” que funcionou em escolas do Estado do Rio de Janeiro localizadas no município de Seropédica em convênio com o programa “Escola Aberta”, que chegou a ter cerca de 200 alunos, no colégio Presidente Dutra e Waldemar Raythe. ATUALMENTE: Durante a pandemia, 2020, retornou ao Rio de Janeiro, para sua cidade natal, Seropédica, com o intuito de agora retornar os projetos com foco no projeto “Música pela Paz”, de forma a continuar contribuindo com a cultura, través da música. Ainda atuando como coordenador de vários projetos de música, gratuita, no município de Seropédica-RJ.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.