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O projeto " Dança Viva" realizará um programa de formação e capacitação integralmente gratuito em Artes Cenicas (Dança Hip Hop). Serão 6 meses de oficinas semanais em duas escolas da Rede Pública de Ensino, beneficiando 160 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A execução contará com 4 arte-educadores, distribuição de uniformes e material didático. A iniciativa culmina em uma Mostra Final de Acesso Livre, promovendo inclusão social, desenvolvimento pedagógico e a democratização da Cultura Urbana como ferramenta de cidadania.
O projeto Dança Viva tem como foco central a formação artística, social e cidadã de crianças e adolescentes por meio da dança urbana, unindo a dimensão estética da arte à função social da cultura.Estruturado em oficinas, culminância artística e ações complementares de inclusão, o projeto pretende não apenas ensinar dança, mas também fortalecer a identidade cultural, promover a democratização do acesso e valorizar o Hip Hop como linguagem transformadora no contexto da juventude. 1. Curso/Oficinas de Dança Hip Hop Assunto Principal: Formação artística e social em danças urbanas. Conteúdo: Serão ofertadas oficinas semanais de Dança Hip Hop, ao longo de 6 meses, contemplando 160 alunos com idades entre 08 e 16 anos, regularmente matriculados em duas escolas públicas situadas em áreas de vulnerabilidade social em Caxias/MA. O conteúdo programático foi estruturado de forma pedagógica e progressiva, incluindo: - Técnicas práticas de danças urbanas: breaking, popping, locking e freestyle. - História e fundamentos da cultura Hip Hop:origem, elementos culturais, importância social e papel de resistência. - Desenvolvimento corporal e expressivo: coordenação motora, musicalidade, disciplina, criatividade e improvisação. - Prática coletiva: construção de coreografias em grupo, valorizando o trabalho em equipe, o respeito mútuo e a inclusão. A metodologia de ensino combina aulas práticas, rodas de conversa e dinâmicas pedagógicas, estimulando tanto a formação técnica em dança quanto o desenvolvimento socioeducativo dos participantes. Classificação Indicativa Etária: Livre. 2. Mostra Final de Dança – Culminância Assunto Principal: Apresentação artística e difusão cultural. Conteúdo: Ao final das oficinas, será realizada uma Mostra Pública de Dança Hip Hop, reunindo os 160 participantes em um grande evento de culminância. Este momento tem por objetivo: - Apresentar ao público (comunidade escolar, familiares e sociedade local) as coreografias criadas durante as oficinas; - Valorizar o protagonismo juvenil e a autoestima dos alunos; - Ampliar o acesso da comunidade à produção artística local, em um evento gratuito, aberto e inclusivo. Além das apresentações dos alunos, o evento contará com participação de artistas convidados e profissionais do setor cultural, fortalecendo a rede de agentes culturais da cidade. Classificação Indicativa Etária: Livre. 3. Formação Complementar e Mediação Cultural Assunto Principal: Integração entre arte, cidadania e inclusão. Conteúdo: Para além das oficinas e da mostra, o projeto prevê atividades complementares, como: - Rodas de diálogo sobre cultura urbana e cidadania, mediadas pelos arte-educadores, onde os alunos poderão refletir sobre identidade, protagonismo e pertencimento. - Sessões abertas de ensaio em espaços públicos, promovendo maior interação entre comunidade e escola, fortalecendo a difusão cultural e aproximando novos públicos. - Ações de acessibilidade pedagógica e cultural, assegurando que alunos com deficiência auditiva, visual ou transtornos de aprendizagem tenham acompanhamento adequado por meio de intérprete de Libras, materiais adaptados e apoio especializado de agente educativo/facilitador. Essas medidas reforçam o caráter inclusivo do projeto, alinhando-se às diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura e garantindo que nenhum beneficiário seja excluído por barreiras físicas ou de conteúdo. Classificação Indicativa Etária: Livre. 4. Impacto e Produtos Resultantes - Formação de 160 alunos em dança Hip Hop e valores socioculturais. - Criação de coreografias coletivas, com base na experiência dos alunos. - Mostra Pública de Dança como produto final de difusão cultural e prestação de contas simbólica à sociedade. - Fortalecimento da cena cultural urbana local, valorizando jovens talentos e ampliando o acesso da comunidade à produção artística.
Objetivo Geral : Promover a inclusão social e a valorização da cultura urbana por meio de oficinas de dança hip hop em escolas públicas, atendendo crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, estimulando a disciplina, a criatividade e o convívio coletivo.Objetivo específico :- Realizar oficinas semanais de dança hip hop em 2 escolas públicas, durante 6 meses, atendendo 160 crianças e adolescentes.- Oferecer 8 turmas conduzidas por 4 arte-educadores, com carga horária de 1h30 por encontro.- Distribuir 160 camisetas (uniformes) aos alunos participantes e 14 camisetas à equipe técnica.- Disponibilizar lanche em todos os encontros para os 160 participantes.- Produzir identidade visual (logo e material gráfico) para divulgação institucional do projeto.- Realizar uma mostra final de dança hip hop, com a participação dos alunos, aberta à comunidade escolar.
O projeto Dança Viva necessita do apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por se tratar de uma ação gratuita, de interesse público, que não possui viabilidade de execução sem o aporte dos recursos incentivados. A iniciativa se enquadra no Art. 1º, incisos I e III, da Lei nº 8.313/91, ao estimular a produção cultural e promover o acesso da população a bens culturais. Além disso, atende aos objetivos previstos no Art. 3º, incisos I, II e IV,ao (I) possibilitar o livre acesso da população às fontes da cultura, (II) apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais, e (IV) estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, identidade e memória.Assim, o uso da Lei de Incentivo é fundamental para garantir a democratização do acesso à cultura, a valorização da dança urbana como expressão artística e a inclusão social de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.A dança hip hop é um elemento cultural de grande relevância entre jovens das periferias, funcionando como ferramenta de transformação social, disciplina e autoestima. O projeto Dança Viva busca preencher a lacuna de atividades culturais gratuitas nas escolas públicas, contribuindo para a formação cidadã e cultural de crianças e adolescentes.Além do impacto direto na vida dos participantes, o projeto fortalece a cena cultural local, democratizando o acesso à arte, combatendo a evasão escolar e criando oportunidades de socialização saudável.
1. Parcerias Institucionais e Capilaridade Social O projeto "Dança Viva " já estabeleceu parceria formal com as 2 Escolas Públicas Esta formalização garante: Acesso Direto ao Público-Alvo: Confirma a facilidade de mobilização dos 160 alunos em vulnerabilidade social, evitando custos adicionais de divulgação e assegurando a gratuidade e o foco social do projeto. Espaços Adequados: A utilização das instalações das escolas (pátios, quadras, salas) como local de realização garante a descentralização e a segurança, atendendo a um requisito central do Artigo 18. 2. Política de Acessibilidade e Inclusão Em complemento às especificações técnicas, o projeto adota uma política de acessibilidade comunicacional ativa para além da acessibilidade física garantida nos locais. Conteúdo Adaptado: Os materiais pedagógicos (apostilas) serão disponibilizados em formato digital, facilitando a leitura por leitores de tela e a impressão em formatos acessíveis, se necessário. Inclusão Pedagógica: Os 4 Arte-Educadores receberão treinamento específico em pedagogia inclusiva para lidar com eventuais necessidades especiais dos alunos, garantindo que a metodologia seja adaptável a diferentes ritmos de aprendizado. 3. Compromisso com o Legado e Multiplicação O projeto visa não apenas a formação momentânea, mas a criação de um legado cultural na comunidade: Capacitação dos Arte-Educadores Locais: A equipe priorizará a contratação de profissionais residentes ou com forte atuação na região onde o projeto será executado, promovendo a geração de renda e o fortalecimento de talentos locais. Modelo Replicável: A metodologia de ensino será documentada em um relatório pedagógico final, permitindo que a escola e outros agentes sociais possam replicar o modelo de oficinas de Hip Hop com recursos próprios no futuro. (Essa seção final mostra que o projeto não é apenas uma despesa, mas um investimento estratégico e bem planejado que maximiza o impacto social e cumpre as melhores práticas de gestão cultural.)
Especificações Técnicas dos Produtos 1. Produto Principal: Curso/Oficina de Capacitação em Dança Hip Hop Este é o produto central do projeto, de caráter formativo e social alinhado com artigo 18Especificação Detalhamento Técnico Duração Total do Curso 6 meses (24 semanas de aulas) no periodo de execução , com uma préprodução de 2 meses e uma pós produção de 1 mês.Duração da Aula (Unidade) 1 hora e 30 minutos por encontro semanal. Carga Horária Total Aproximadamente 36 horas-aula por aluno (24 semanas x 1,5h). Público Atendido 160 alunos diretos (crianças e adolescentes de 08 a 16 anos). Material Didático Serão fornecidos cadernos de atividades e apostilas simplificadas com a história da Cultura Urbana e conceitos técnicos da Danc¸a Hip Hop. Uniforme (Material) Distribuição de 160 camisetas (uniformes) em material PV ou similar, personalizadas com a identidade visual do projeto, para todos os alunos. Projeto Pedagógico Baseado na Arte-Educação e Pedagogia Social, focado no desenvolvimento da coordenação motora, expressão corporal, senso de coletividade e disciplina. O corpo docente é composto por 4 Arte-Educadores qualificados. Suporte Logístico Fornecimento de lanche (iogurte + biscoito) ao final de cada oficina, garantindo a permanência e bem-estar dos alunos. 2. Produto Secundário: Mostra Final de Dança Esta é a culminância e o evento de difusão do projeto. Especificação Detalhamento Técnico Tipo de Evento Apresentação pública dos alunos para a comunidade e familiares. Duração Estimada 90 minutos (apresentação total). Acesso Gratuito e Livre para a comunidade e escolas. Local de Realização Espaço definido nas dependências da escola parceira ou em um centro cultural local, garantindo a facilidade de acesso do público-alvo. Repertório Coreografias de Hip Hop desenvolvidas pelos 160 alunos ao longo do curso.
Acessibilidade física :O projeto Dança Viva será realizado em escolas públicas que já possuem acessibilidade física, com rampas de acesso, banheiros adaptados e espaços de circulação adequados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e também reservou um iten na planilha orçamentária garantindo que as medidas de acessibilidade sejam realmente cumpridas conforme exigencias da lei .itens da Planilha :- item (1) Estrutura e Montagem: Montagem e Desmontagem;Acessibilidade de conteúdo:Serão adotadas as seguintes medidas:Disponibilização de intérprete de Libras nas apresentações finais abertas à comunidade.Materiais informativos com linguagem simples e inclusiva.Vídeos de divulgação com legendas descritivas para garantir compreensão do público surdo.Atendimento prioritário e acompanhamento individualizado para alunos com deficiência, conforme demanda.Dessa forma, o projeto assegura condições de participação plena e equitativa tanto para os beneficiários diretos (crianças e adolescentes) quanto para o público das atividades abertas. itens da planilha :- Item (4) Profissional de apoio: Recepcionista ;- Item (16) Agente educativo(a): Facilitador(a) de Aprendizagem/ de Conteúdo- Item (30) Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveisO custo com a contratação de Tradutor e Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) é uma despesa obrigatória e essencial, enquadrando-se integralmente na categoria de Custos de Acessibilidade, conforme previsto no item orçamentário e nas Instruções Normativas (IN) da Lei de Incentivo à Cultura.Requisito Legal e Normativo:Este custo garante o cumprimento da Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência – LBI), que torna obrigatória a oferta de recursos de tecnologia assistiva, como a interpretação em Libras, para a plena participação e inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva em eventos, conteúdos e mídias.O item visa a acessibilidade comunicacional do projeto, assegurando que o conteúdo divulgado ou apresentado seja compreendido por este público, tornando a comunicação e divulgação efetivamente "acessíveis", em consonância com o nome da rubrica.Qualificação e Efetividade:A alocação deste recurso é fundamental para garantir a contratação de profissionais qualificados e com proficiência em Libras, assegurando a fidelidade e a qualidade da informação transmitida no conteúdo do projeto (ex: vídeos, lives, peças de divulgação ou apresentações artísticas).Conclusão: A inclusão do Intérprete de Libras é uma medida de democratização do acesso e inclusão social de caráter mandatório, sendo parte intrínseca e necessária do planejamento de divulgação e execução do projeto, e por isso, deve ser custeada pelo item de Custos Vinculados destinado à Acessibilidade.
O Projeto "Dança Viva" estabelece a democratização de acesso como pilar central, operando com comercialização nula (zero) e garantindo que 100% de suas atividades e produtos sejam oferecidos de forma integralmente gratuita ao público-alvo e à comunidade.Distribuição dos Produtos e Acesso GratuitoA distribuição dos produtos é desenhada para remover todas as barreiras financeiras e geográficas:Produto Principal (Capacitação): O Curso/Oficina de Dança Hip Hop é distribuído gratuitamente a 160 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, sendo o acesso facilitado pela parceria direta com as duas escolas da Rede Pública. Além do ensino, os participantes recebem uniformes (camisetas) e material didático como insumos gratuitos essenciais para sua plena participação.Produto Secundário (Culminância): A Mostra Final de Dança será realizada com Entrada Franca e Acesso Livre, transformando-se em um grande evento de difusão da cultura urbana para toda a comunidade escolar, familiares e público em geral.Produto/Exemplar: Os Certificados de Conclusão serão entregues gratuitamente aos alunos que atingirem a frequência mínima, validando sua formação cultural e social. Medidas de Ampliação e Inovação no Acesso Para ir além da gratuidade e garantir o máximo impacto social e alcance comunitário, o projeto implementará medidas estratégicas de ampliação de acesso:- Ensaios Abertos como Ferramenta de Engajamento: As sessões finais de ensaio serão convertidas em Ensaios Abertos à Comunidade. Esta prática não só promove a transparência do trabalho pedagógico, mas também permite que pais e familiares acompanhem o processo criativo e o desenvolvimento dos alunos, antecipando o envolvimento comunitário antes mesmo da Mostra Final.- Acervo Digital e Difusão pela Internet: O projeto gerará um Acervo Digital de alta qualidade (vídeos e fotografias) de todas as aulas e da Mostra Final. Este conteúdo será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais, funcionando como uma Transmissão Virtual Permanente dos resultados. Essa estratégia garante que o legado do projeto e o talento dos alunos alcancem um público vasto, para além do espaço físico da escola, potencializando a inspiração e o acesso a conteúdos de cultura urbana.- Foco na Rede de Apoio: A realização de dois encontros estratégicos com os pais/responsáveis (no início e no meio do ciclo formativo) assegura o engajamento familiar e fortalece a rede de apoio em torno da formação cultural dos participantes, elemento crucial para a permanência e o sucesso de crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade.
Ricardo William de Morais Nunes (Coordenador Geral e Arte-Educador) Conhecido artisticamente como Kardu, é o responsável pela coordenação geral , responsavel financeiro e orientação pedagógica do Projeto Dança Viva, assumindo a supervisão integral do cronograma, a articulação institucional com escolas parceiras, o acompanhamento metodológico da equipe de educadores e a produção dos eventos de culminância.Dançarino, arte-educador e performer de Caxias/MA, possui mais de 8 anos de atuação consolidada nas danças urbanas (com destaque para o popping e freestyle), unindo experiência prática à docência e à produção cultural. É professor efetivo da Escola Municipal de Dança de Caxias, onde atua na formação de crianças e adolescentes, além de integrar o coletivo RPH2 – Reação Periférica, grupo de referência em projetos socioculturais que utilizam a dança como instrumento de inclusão e transformação social.Com formação acadêmica em Bacharelado em Administração e capacitação específica em Dança Contemporânea e Danças Urbanas, alia competências de gestão cultural e planejamento estratégico à prática artística. Seu histórico inclui participações como artista, educador e produtor em importantes eventos culturais da região, como Natal Iluminado Caxias (2023/2024), Hip Hop nos Cocais (2025), Projeto Cypher na Rua e os Jogos Escolares de Caxias (2024/2025).Sua trajetória demonstra capacidade de liderança, gestão de equipes e integração comunitária, reunindo habilidades técnicas, pedagógicas e administrativas que o qualificam de forma plena para assumir a responsabilidade de conduzir o projeto, garantindo rigor metodológico, impacto social e excelência na execução.Kelly da Silva Ferreira Magalhães (Coordenadora Pedagógica Adjunta e Arte-Educadora) Professora de dança e bailarina com sólida formação técnica, incluindo Curso Técnico em Dança e especialização em metodologias clássicas e práticas pedagógicas aplicadas às artes, Kelly Magalhães reúne experiência abrangente no acompanhamento do desenvolvimento artístico, técnico e social de alunos em diferentes níveis.No projeto Dança Viva, desempenhará a função de Coordenadora Pedagógica Adjunta, sendo responsável por monitorar e orientar os Arte-Educadores, assegurar a correta aplicação do cronograma pedagógico e metodológico, elaborar relatórios de acompanhamento e conduzir reuniões periódicas de alinhamento. Atuará também como Arte-Educadora, oferecendo suporte direto em sala de aula, auxiliando no processo didático e contribuindo com sua expertise na montagem de coreografias para a Mostra Final.Sua trajetória é marcada por disciplina, organização e excelência pedagógica, elementos que asseguram a qualidade técnica e o compromisso social do projeto. Com forte habilidade em motivação, didática inclusiva e sensibilidade no trato com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, Kelly contribui para que o projeto alcance não apenas resultados artísticos, mas também impacto educacional e transformação social para os 160 alunos beneficiários.Márcia Silva de Morais (Agente Educativa / Facilitadora de Aprendizagem)Artista das danças urbanas, conhecida artisticamente como Mharcya Felixx, integra o grupo Reação Periférica e desenvolve experiência em oficinas, projetos culturais e ações comunitárias voltadas à valorização da cultura urbana. No projeto Dança Viva, atuará como Agente Educativa/Facilitadora de Aprendizagem, com atribuição central no acolhimento e acompanhamento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, garantindo inclusão pedagógica, acessibilidade e mediação cultural em todas as etapas.Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a democratização do acesso à cultura e pela habilidade em promover processos formativos inclusivos, participativos e conectados à realidade social dos beneficiários, assegurando que cada aluno tenha condições de aprendizagem adequadas e respeitosas às suas singularidades.Adriano da Silva Sousa (Arte-Educador de Dança Hip Hop) Conhecido como Adrianoh Sousah, é dançarino e coreógrafo com mais de 14 anos de experiência em danças urbanas. Idealizador e produtor do Scorpion Battle, um dos principais campeonatos de danças urbanas de Caxias/MA, já impactou centenas de jovens talentos. No projeto, atuará como Arte-Educador, ministrando oficinas de Hip Hop para crianças e adolescentes. Sua experiência inclui popping, freestyle e dança contemporânea, além de formações em Free Step (Freestep Academy, 2020), Dança Contemporânea (CIA Wilson Ghilardi, 2023) e Dramaturgia aplicada à dança (SESC, 2025). É referência local na formação artística e social de jovens através da dança. Wellington Silva do Nascimento (Arte-Educador de Dança Hip Hop) Conhecido artisticamente como Beat Street, é Bboy com atuação desde 2006 em Caxias/MA. Membro do grupo RPH2 – Reação Periférica, tem ampla experiência em oficinas, treinos livres e apresentações, contribuindo para a formação de novos dançarinos. No projeto, será Arte-Educador, ministrando oficinas de Hip Hop para crianças e adolescentes. Conquistou prêmios como 1º lugar no Cypher na Rua Caxias (2025), 1º lugar no 5º Festival de Danças (2023) e 1º lugar na Batalha de B.boy – 50 anos do Hip Hop (2023). Também atuou em atividades pedagógicas no Centro de Referência da Juventude (2022) e em eventos como Afrofest e NÓS Combinamos de [Re]Existir.Esther Costa (Secretária Administrativa)Natural do Amapá e residente em Caxias/MA, tem experiência em organização de eventos culturais, produção de encontros de danças urbanas e articulação comunitária. No projeto, atuará como Secretária Administrativa, responsável pelo controle documental, relatórios, notas fiscais e listas de presença, garantindo a transparência da execução e apoio contínuo à coordenação. Sua vivência em gestão de atividades culturais, somada ao comprometimento com a valorização da cena urbana, a qualificam para assegurar a eficiência administrativa do projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.