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PRONAC 259425Projeto suspensoMecenato

As Provadoras de H*tler

BRAVISSIMO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 775,4 mil
Aprovado
R$ 775,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2027-01-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

As Provadoras de H*tler é um espetáculo teatral inédito, baseado no texto da autora norte-americana Michelle Kholos Brooks e dirigido por Fernando Cabral. O projeto contempla pesquisa, criação, produção e apresentações da peça, indicada para maiores de 14 anos e voltada a jovens e adultos. Inspirada em um episódio pouco conhecido da Segunda Guerra Mundial — quando jovens mulheres eram recrutadas para provar a comida de Adolf Hitler —, a peça oferece uma releitura fictícia e provocativa sobre os efeitos do autoritarismo, a banalidade do mal e os mecanismos de controle do corpo feminino, conectando passado e presente para alertar sobre os riscos da complacência diante da opressão.

Sinopse

“As Provadoras de H*tler” é uma releitura fictícia de uma história sobre jovens mulheres alemãs recrutadas para provar a comida de Adolf Hitler em busca de veneno. Esse texto explora a forma como as garotas navegam pela amizade, patriotismo e veneno durante o Terceiro Reich, usando uma visão anacrônica de uma nota de rodapé histórica, “As Provadoras de H*itler” considera o que as garotas discutem enquanto esperam para saber se sobreviverão a mais uma refeição. Sempre dentro de uma espécie de bunker nada luxuoso e em meio à provocações e brincadeiras juvenis, os diálogos entre as garotas da peça revelam os pensamentos sombrios que habitavam a cabeça mesmo daqueles que estavam à favor do Nazismo, das peças ativas dentro do mecanismo de uma verdadeira Ditadura do Medo. É possível imaginar que essas garotas são bem tratadas, bem quistas pelos soldados nazistas e pelo próprio Fuhrer, mas são em ações nada sutis como serem empurradas no chão, sumiços repentinos e uma alimentação restrita (Hitler era vegetariano, e as garotas não), que percebe-se o fator descartável dentro daquela lógica. Ao final da peça pode-se chegar à conclusão que mesmo aqueles que seriam “ideais” também andavam em cima de uma tênue linha de aprovação e desaprovação, e com qualquer piso em falso se tornariam também inimigos do Reich. Fica a moral que Brecht defendeu em seu poema “É Preciso Agir”, onde toda estrutura de opressão opera de tal maneira que todos são inimigos em potencial.Nas palavras da autora estadunidense, Michelle Kholos Brooks: “Neste exato momento, maus atores no governo estão trabalhando para minar nosso país. Eles estão cada vez mais tentando controlar a capacidade das mulheres de terem autonomia sobre seus corpos. Eles estão cortando habilmente nossa democracia com cortes pequenos e quase imperceptíveis. No entanto, assim como os nazistas, essas pequenas fissuras combinadas com mentiras ultrajantes sobre imigrantes, negros, asiáticos, judeus, a comunidade LGBTQIAP+, hispânicos, muçulmanos ou qualquer número de “outros”, estão conspirando para criar um abismo no qual todos temos o perigo de cair”. As Provadoras de H*tler não é uma história presa no tempo, infelizmente. Mas é um lembrete poderoso do que pode acontecer quando uma sociedade se entrega à complacência e deixa de perceber que o que afeta alguns de nós, eventualmente afeta todos nós.Idade indicativa: 14 anos

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a criação, produção e execução do espetáculo teatral inédito As Provadoras de H*tler, escrito por Michelle Kholos Brooks e dirigido por Fernando Cabral, com 20 apresentações em São Paulo/SP, com bate-papo ao final ao longo de dois meses. A peça oferece uma releitura fictícia de um episódio pouco conhecido da Segunda Guerra Mundial, onde jovens mulheres alemãs eram recrutadas para provar a comida de Adolf Hitler, assegurando que não estivesse envenenada. O projeto é indicado para maiores de 14 anos e voltada a jovens e adultos em uma reflexão crítica sobre os perigos da submissão em regimes autoritários, a banalidade do mal e a exploração do corpo feminino. A peça utiliza uma abordagem anacrônica e de comédia sombria para criar uma experiência teatral intensa e provocativa, convidando o público a refletir sobre temas atemporais que ressoam profundamente no contexto contemporâneo.Objetivos Específicos Produto Principal (Espetáculo de Artes Cênicas)Þ Montar e executar 20 apresentações do espetáculo em espaços culturais de São Paulo/SP ao longo de 4 meses (2 meses para montagem e 2 meses de apresentações), fortalecendo a produção teatral local.Þ Montar e apresentar pela primeira vez no Brasil o espetáculo As Provadoras de Htler*, de Michelle Kholos Brooks, inédito no país.Þ Desenvolver pesquisa e criação cênica inédita a partir do texto original, utilizando anacronia e comédia sombria como recursos de linguagem.Þ Apoiar o desenvolvimento da pesquisa teatral inédita, refletindo sobre como o espetáculo pode criar obras que divertem e, ao mesmo tempo, conscientizam sobre questões sociais e históricas.Þ Abordar um episódio pouco conhecido da Segunda Guerra Mundial, utilizando comédia sombria e reflexão crítica para explorar temas como submissão, banalidade do mal e sobrevivência em ambiente opressor.Þ Valorizar o trabalho artístico de elenco e direção, fortalecendo a interpretação das atrizes e aprofundando nuances emocionais e psicológicas das personagens que representam diferentes formas de submissão e resistência.Þ Explorar nuances emocionais e incentivar performances intensas que evidenciem a tensão, o medo e os laços de camaradagem entre as personagens.Þ Criar cenário, figurino, iluminação e trilha sonora originais, recriando a atmosfera claustrofóbica de um bunker nazista, com estética realista e funcional que represente a austeridade do período e o desgaste físico e emocional das personagens.Þ Utilizar a comédia sombria como recurso narrativo para ampliar a reflexão crítica sobre o absurdo do autoritarismo.Þ Ressaltar como a comédia evidencia as complexidades morais enfrentadas pelas personagens e amplia a percepção da realidade absurda do regime nazista.Þ Utilizar a comédia como ferramenta narrativa, abordando de forma inusitada e provocativa um tema histórico sensível.Þ Promover um ensaio aberto para estudantes e professores da rede pública, aproximando-os do processo criativo e incentivando o acesso à cultura.Þ Proporcionar discussões sobre autoritarismo, direitos humanos e exploração do corpo feminino durante o ensaio aberto.Þ Estimular a formação de plateia jovem, sensibilizando especialmente os espectadores a partir de 14 anos para os riscos do autoritarismo, da submissão e da opressão.Þ Estabelecer parcerias com instituições de ensino e diálogos com a comunidade acadêmica, ampliando a compreensão dos temas do espetáculo, sua relevância contemporânea e promovendo atividades educativas complementares.Þ Estimular a reflexão crítica sobre autoritarismo, direitos humanos e exploração do corpo feminino, conectando a narrativa ao contexto atual.Þ Relacionar a narrativa histórica do espetáculo com contextos contemporâneos de intolerância, autoritarismo e violações de direitos, alertando sobre a repetição de erros sociais e políticos.Þ Evidenciar, conforme a visão da autora Michelle Kholos Brooks, os riscos contemporâneos da intolerância e do autoritarismo, relacionando-os aos temas do espetáculo e promovendo alerta social.Þ Ampliar a consciência social sobre liberdade, dignidade humana e resistência, incentivando o público a refletir sobre a construção de uma sociedade mais justa.Þ Contribuir para a cena teatral local, gerando empregos e movimentando a economia criativa por meio da contratação de profissionais de diferentes áreas.Þ Assegurar ações de acessibilidade, incluindo sessões com intérprete de Libras, audiodescrição e materiais acessíveis.Þ Promover a diversidade cultural e o diálogo social por meio da arte, consolidando o teatro como espaço de conscientização e transformação.Þ Estimular a memória e o registro do processo por meio de relatórios, fotos e vídeos de circulação.Þ Refletir sobre a Ditadura do Medo, mostrando como jovens mulheres eram recrutadas para provar a comida de Hitler e como suas vidas se equilibravam entre aprovação e eliminação dentro da lógica nazista.Þ Expor o controle sobre o corpo feminino e a forma como até mesmo aquelas consideradas "ideais" eram descartáveis dentro de um regime autoritário.Þ Provocar reflexão histórica e contemporânea por meio da anacronia e da comédia sombria, criando pontes entre passado e presente e alertando sobre os riscos da submissão e da repetição de erros históricos.Þ Gerar consciência crítica ao mostrar como o medo, a conformidade e a complacência podem abrir espaço para regimes autoritários.Þ Promover diálogo interdisciplinar entre arte, história e direitos humanos, fortalecendo a conexão entre a obra teatral e a realidade contemporânea.Þ Realizar bate-papos com o público após cada apresentação, com participação do elenco e da direção, promovendo reflexões sobre o processo criativo e os temas abordados.Objetivos Específicos Produto Secundário (Contrapartida Social)Þ Realizar 3 palestras temática intitulada "Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos: Uma Abordagem Inicial", ministradas pelo diretor Fernando Cabral, em espaços culturais públicos ou instituições de ensino em São Paulo/SP. Cada palestra terá duração de 1h30, será gratuita e aberta a estudantes, professores e comunidade em geral, beneficiando cerca de 300 pessoas por palestra, totalizando aproximadamente 900 participantes diretos.Þ Criar espaço de diálogo interdisciplinar entre arte, história e direitos humanos, fortalecendo a conexão entre a obra teatral e a realidade contemporânea.Þ Fortalecer a dimensão pedagógica do projeto com 3 palestras temáticas sobre Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos: Uma Abordagem Inicial, ministradas por Fernando Cabral.

Justificativa

O projeto As Provadoras de H*tler justifica-se pela sua necessidade de apoio financeiro via Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91 _ Lei Rouanet), tendo em vista que se trata de uma montagem teatral inédita no Brasil que exige recursos para todas as etapas do processo artístico: pesquisa, criação, produção e execução. O financiamento público se torna essencial para viabilizar um projeto dessa complexidade, que alia qualidade estética, inovação narrativa e contrapartidas sociais, educacionais e de democratização do acesso.A utilização da Lei Rouanet é necessária porque o espetáculo, além das 20 apresentações em São Paulo/SP, inclui:Pesquisa e criação cênica inéditas, com dramaturgia e encenação baseadas em uma abordagem anacrônica e de comédia sombria;Produção completa, com cenário, figurino, iluminação e trilha sonora originais, que recriam a atmosfera claustrofóbica de um bunker nazista;Execução com atividades formativas, como um ensaio aberto voltado a alunos e professores da rede pública, bate-papos com elenco e direção após todas as sessões, e 3 palestras temáticas sobre Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos.Enquadramento na Lei 8.313/91De acordo com o Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos:I _ Facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por meio de ingressos gratuitos, preços populares e atividades pedagógicas.III _ Apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao trazer uma montagem inédita para o Brasil e valorizar o trabalho de artistas e técnicos nacionais.IV _ Proteger expressões culturais ligadas à reflexão sobre direitos humanos, diversidade e cidadania, fundamentais para o pluralismo cultural.VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, ao dialogar com episódios históricos que ganham novas leituras no presente.IX _ Priorizar o produto cultural originário do País, ao fortalecer a cena teatral brasileira com a estreia nacional de uma obra estrangeira inédita, adaptada ao contexto cultural brasileiro.De acordo com o Art. 3º, o projeto cumpre diretamente o objetivo:II, alínea c) _ Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas, ampliando a oferta de bens culturais relevantes e acessíveis.Por que a Lei de Incentivo à Cultura?Porque somente através do mecanismo de incentivo cultural é possível viabilizar uma produção dessa magnitude, que envolve pesquisa inédita, montagem inovadora, equipe multidisciplinar, ações formativas e de democratização do acesso. O projeto As Provadoras de Htler* não se restringe ao entretenimento: ele promove reflexão crítica sobre autoritarismo, direitos humanos e memória histórica, ao mesmo tempo em que fortalece a economia criativa, gera empregos no setor cultural e amplia a diversidade de repertório disponível ao público brasileiro.O projeto espetáculo de artes cênicas visa realizar a pesquisa, criação, produção e execução da peça teatral inédita "As Provadoras de H*tler". Esta peça, escrita por Michelle Kholos Brooks e será dirigida por Fernando Cabral, é uma releitura fictícia de uma história pouco conhecida sobre jovens mulheres alemãs recrutadas para provar a comida de Adolf Hitler, assegurando que não estivesse envenenada.A peça será apresentada em uma temporada de um mês em São Paulo/SP, totalizando 20 apresentações presenciais. Além das exibições, o projeto inclui interações com o público, como bate-papos com o elenco e a direção após cada apresentação, oferecendo uma oportunidade para discutir os temas abordados e o processo de criação.Também serão realizados um ensaio aberto como forma de democratização de acesso, direcionados a alunos e professores de escolas públicas, proporcionando uma experiência educativa e uma visão dos bastidores da produção teatral.Complementando o projeto prevê contrapartida social, com duas palestras sobre temas relacionados à peça: "Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos: Uma Abordagem Inicial". Estas palestras serão conduzidas pelo diretor e idealizador do espetáculo, Fernando Cabral, e buscarão contextualizar a relevância histórica e contemporânea dos temas abordados na peça. "As Provadoras de H*tler" é uma comédia sombria que explora as vidas de jovens mulheres durante o Terceiro Reich. Recrutadas para provar a comida de Hitler e garantir que não estivesse envenenada, essas garotas enfrentam dilemas relacionados à sexualidade, amizade, patriotismo e o constante medo da morte. Situadas em um bunker austero, onde provocações e brincadeiras juvenis contrastam com a tensão de sua realidade, os diálogos revelam os pensamentos sombrios daqueles que estavam imersos no mecanismo de uma Ditadura do Medo.Embora essas jovens pareçam bem tratadas pelos soldados nazistas e pelo próprio Führer, a peça expõe, através de ações nada sutis como empurrões, desaparecimentos e uma alimentação restrita, o quanto elas eram descartáveis dentro daquela lógica. A peça deixa claro que mesmo aqueles considerados "ideais" caminhavam sobre uma linha tênue entre aprovação e desaprovação; qualquer erro poderia transformá-los em inimigos do Reich.A peça aborda temas como os perigos da submissão e da conformidade em um regime autoritário, a exploração e o controle do corpo feminino, e a banalidade do mal. Ela também traz uma reflexão sobre como a sociedade lida com o medo e a incerteza em tempos de crise, explorando as interações e os dilemas morais das personagens, que, apesar de viverem em uma época de terror, buscam normalidade em meio ao caos.A anacronia e o humor sombrio presentes na peça servem para enfatizar o absurdo da situação, criando uma ponte entre o passado e o presente, e alertando sobre os riscos de repetir os erros históricos. Nas palavras da autora Michelle Kholos Brooks: "Neste exato momento, maus atores no governo estão trabalhando para minar nosso país... Essas pequenas fissuras combinadas com mentiras ultrajantes sobre imigrantes, negros, asiáticos, judeus, a comunidade LGBTQIAP+, hispânicos, muçulmanos ou qualquer número de ‘outros’, estão conspirando para criar um abismo no qual todos estamos em perigo de cair"."As Provadoras de H*tler" não é apenas uma história sobre o passado; é um lembrete poderoso do que pode acontecer quando uma sociedade se entrega à complacência e deixa de perceber que o que afeta alguns de nós, eventualmente, afeta todos nós. O projeto "As Provadoras de H*tler" apresenta uma significativa relevância cultural e artística ao trazer para o palco uma releitura fictícia de um episódio histórico amplamente desconhecido, em que jovens mulheres alemãs foram recrutadas para provar a comida de Adolf Hitler, garantindo que não estivesse envenenada. A peça, escrita por Michelle Kholos Brooks e dirigida por Fernando Cabral, mergulha nas vidas dessas garotas, explorando temas como amizade, patriotismo, sexualidade e o constante medo do veneno durante o Terceiro Reich. Com uma abordagem que mistura comédia sombria e reflexão crítica, a peça oferece uma perspectiva anacrônica que desafia o público a refletir sobre as complexidades da vida sob um regime opressor e a banalidade do mal.A importância deste projeto reside em sua capacidade de utilizar o teatro como uma ferramenta de conscientização e diálogo sobre questões históricas e sociais ainda relevantes nos dias de hoje. A peça não apenas resgata uma narrativa esquecida da Segunda Guerra Mundial, mas também utiliza essa história para abordar temas universais que ressoam com o público contemporâneo. Através da comédia e do humor negro, "As Provadoras de H*tler" oferece uma experiência teatral que é ao mesmo tempo envolvente e provocativa, destacando a importância de reconhecer os perigos da complacência e da cegueira moral diante da tirania. A peça, portanto, contribui para o enriquecimento do cenário cultural ao apresentar uma obra inovadora e criativa que não só entretém, mas também educa e inspira reflexão crítica.Além da inovação artística, o projeto também possui uma forte justificativa educacional e social. Ao realizar apresentações públicas, ensaios abertos para estudantes de escolas públicas, e palestras sobre direitos humanos e regimes antidemocráticos, o projeto amplia seu impacto cultural ao promover a educação e a conscientização. A peça oferece ao público uma oportunidade única de se engajar com questões complexas de maneira acessível, ao mesmo tempo em que fortalece a diversidade cultural ao apresentar uma narrativa focada em perspectivas femininas durante um dos períodos mais sombrios da história. Com essa abordagem, "As Provadoras de H*tler" não apenas contribuem para a preservação da memória histórica, mas também incentiva a discussão sobre as responsabilidades cívicas em um mundo cada vez mais desafiador.Assim, a Lei Rouanet não apenas possibilita a realização de um espetáculo inédito e de alto valor artístico, mas garante que seus resultados alcancem a sociedade em sua pluralidade, cumprindo integralmente as finalidades da Lei 8.313/91.

Estratégia de execução

Proposta de encenação;O espetáculo "As Provadoras de H*tler" é uma montagem teatral inédita baseada no texto da autora norte-americana Michelle Kholos Brooks, cuja dramaturgia aborda com ironia sombria e abordagem anacrônica um episódio obscuro do Terceiro Reich: a utilização de jovens mulheres alemãs como provadoras oficiais da comida de Adolf Hitler. A encenação parte do princípio de que mesmo os corpos privilegiados dentro de um regime autoritário podem ser descartáveis. Por meio de humor ácido, a peça revela as fragilidades, medos, cumplicidades e banalizações vividas por essas jovens em um cotidiano claustrofóbico.A encenação se concentra no confinamento das personagens em um bunker simples, com atmosfera opressora, evocando tensão constante e cotidiano repetitivo, em contraste com a juventude e leveza dos diálogos que oscilam entre o ingênuo e o cruel. As atrizes interagem o tempo todo entre si com energia juvenil e inquieta, enquanto a ameaça da morte ronda silenciosamente a cada refeição. O ritmo é sustentado por uma direção que valoriza a fisicalidade, a construção rítmica das cenas e o equilíbrio entre comédia e melancolia. A interpretação propõe um naturalismo psicológico com traços de artificialidade em momentos específicos, exaltando a manipulação emocional das personagens e sua relação contraditória com o regime nazista.A proposta cênica se inspira em conceitos brechtianos, especialmente no que tange à crítica social e à quebra da ilusão teatral, porém preserva um realismo psicológico na interpretação, similar ao que é visto em peças como A Visita da Velha Senhora (Friedrich Dürrenmatt), que também mescla absurdo e crítica. O confinamento, o controle, a juventude sob ameaça e o humor como sobrevivência são tensionados no palco por meio de uma direção que aposta na energia física das atrizes, no jogo cênico e na pontuação do texto com ações simbólicas.Concepções de cenários, figurinos, iluminação e música, quando prontas na data de inscrição;● Concepções de CenáriosReferência estética: Dogville (Lars von Trier), A Resistível Ascensão de Arturo Ui (Bertolt Brecht)O cenário será composto por um único ambiente: um refeitório adaptado de bunker militar, frio e funcional, com objetos que remetam à rigidez da época. Móveis industriais, desgastados, mesas e cadeiras uniformes reforçarão a sensação de padronização. As paredes e o chão terão tons neutros ou sombrios (cinza, verde-oliva, bege), acentuando a monotonia e o confinamento. Um destaque será a presença de elementos sonoros como ruídos de botas, passos, vozes distantes e fechaduras, evocando o fora de cena opressor. O espaço é propositalmente limitado, evocando o aprisionamento físico e psicológico.A inspiração vem de estéticas minimalistas e simbólicas, como nos cenários da companhia Théâtre du Soleil, onde a materialidade é carregada de sentido. Sons de fora de cena (portas batendo, vozes, botas) criarão uma atmosfera de vigilância, reforçando o sentimento de aprisionamento físico e psicológico.● Concepções de FigurinosReferência estética: O Ovo (Grupo XIX de Teatro), Adeus, Meninos (Louis Malle)Os figurinos refletem o contexto dos anos 1940 com roupas utilitárias, austeras e discretas, adaptadas ao uso cotidiano dentro do bunker. As personagens vestem uniformes civis simples, com paleta em tons fechados (cinza, bege, marrom). A homogeneidade visual é rompida por pequenos detalhes de personalidade – um laço, um colar escondido, uma barra de saia desfeita – que revelam individualidades resistindo ao sistema opressor.Os figurinos serão fiéis ao período histórico, com uniformes simplificados e roupas civis dos anos 40, mas também com sutis anacronismos propositais que reforcem a atemporalidade do discurso. A ideia é acentuar o uniforme como símbolo de submissão, mas também de juventude desprotegida. As cores serão discretas, apagadas e homogêneas, refletindo o ambiente controlado em que vivem. O figurino será usado também como extensão da personalidade de cada personagem, revelando nuances de individualidade sob a homogeneidade imposta.A proposta figurativa se articula à noção de anacronismo cênico como crítica e ironia, evocando também o conceito de “documentário encenado”, presente em peças como O Ponto de Mutação (Fritjof Capra) e Rosa (de Clarisse Derzié).● Concepções de IluminaçãoReferência estética: 1984 (Headlong Theatre – UK), A Máquina do Tempo (Companhia Brasileira de Teatro)A luz trabalha com contrastes e frieza, criando atmosferas opressoras. Iluminação lateral, tons azulados e esverdeados, sombras e contra-luzes intensificam a sensação de clausura. Há uso de cortes secos e apagões para criar tensão e descontinuidades. Em momentos de introspecção, a luz se fecha em áreas reduzidas do espaço, separando emocionalmente as personagens.A luz será marcada por contrastes: iluminação fria, direcional e de tons esverdeados ou azulados, sugerindo uma sensação constante de vigilância. Serão utilizados efeitos de sombra e foco fechado para destacar o isolamento emocional. Em momentos de introspecção ou tensão, a iluminação tornará o espaço mais claustrofóbico. O uso de luz estroboscópica, cortes bruscos e apagões pode marcar a passagem do tempo ou o efeito da ameaça externa.Inspirada no teatro contemporâneo político, como nas criações de Christiane Jatahy, a luz também atua como agente dramatúrgico, marcando viradas emocionais e transições de tempo.● Concepções de MúsicaReferência estética: Composição para teatro de Thomas Ostermeier (Berliner Schaubühne), O Processo (direção: Zé Henrique de Paula)A trilha será original e criada especialmente para a montagem, com direção musical que combine sons ambientais, ((como ruídos de pratos, talheres, rangidos de portas, sirenes)) ruídos do cotidiano do bunker e música instrumental dissonante de caráter minimalista. O objetivo é ampliar a tensão e dialogar com o subtexto das cenas. Fragmentos de músicas dos anos 1940 (como canções populares nazistas ou valsas da época) poderão ser inseridas de forma distorcida, funcionando como recurso de estranhamento brechtiano. A música terá papel essencial na construção da atmosfera e no reforço do tom anacrônico da peça. Trechos de músicas antigas distorcidas ou em looping podem ser usados para intensificar o estranhamento.O desenho sonoro servirá para destacar a fragilidade e tensão psicológica, assim como o grotesco da normalidade dentro de um regime de opressão. A música será, portanto, um elemento de crítica e desconforto emocional, como propõem criadores como Heiner Goebbels.Declaração da DramaturgaEntendo que algumas pessoas são sensíveis ao nome Hitler. Eu também sou. No entanto, como uma mulher judia, estou mais aterrorizada pelo que estou vendo no mundo ao meu redor do que pelo nome,embora seja o pior nome. AS PROVADORAS DE HITLER é uma peça sobre muitas coisas, mas, principalmente, é uma peça sobre os perigos da complacência. As garotas em AS PROVADORAS DE HITLER são as garotas cujas famílias não resistiram à maré da tirania. Elas não perceberam os sinais ou,pior, aceitaram o "inevitável" e ignoraram quando os "outros" perderam suas casas, seus negócios e suas vidas. O que elas deixaram de perceber é que os loucos primeiro vão atrás dos "outros", mas quando não resta mais ninguém, eles se voltam contra os seus. Hitler estava disposto a sacrificar jovens mulheresalemãs, o futuro do Reich, as potenciais mães de filhos alemães, para provar sua comida contra veneno. O tirano é insaciável e, porque o poder o torna ainda mais paranoico, não há quantidade de privilégio - seja racial, econômico, social ou até mesmo status familiar - que nos protege quando o tirano vira seuolhar na nossa direção. Neste exato momento, maus atores no governo estão trabalhando para minar nosso país. Eles estão mais uma vez tentando controlar a capacidade das mulheres de terem autonomia sobre seus corpos. Eles estão cortando cirurgicamente e habilmente nossa democracia com cortespequenos e quase imperceptíveis. No entanto, assim como os nazistas, essas pequenas fissuras, combinadas com mentiras ultrajantes sobre imigrantes, negros, asiáticos, judeus, a comunidade LGBTQIAP+, hispânicos, muçulmanos ou qualquer número de "outros", estão conspirando para criar um abismo no qual todos estamos em perigo de cair. É devastador pensar que os filhos de nossos filhos poderiam olhar para trás e se perguntar por que não prestamos atenção quando os sinais eram tãoevidentes. AS PROVADORAS DE HITLER fala muito do tratamento de mulheres jovens - a maneira como a sociedade as explora e depois as descarta é uma história tão antiga quanto o tempo. Isso é desproporcionalmente verdadeiro para mulheres pobres e mulheres de cor, mas não há uma mulher no mundo que não tenha sentido o medo provocado por um homem desequilibrado com poder - seja no trabalho ou ao andar pela rua. Em AS PROVADORAS DE HITLER, vemos como as jovens mulheres, criadas com Hitler como sua figura paterna, foram doutrinadas. Temos a experiência dolorosa de vê-las se submeter ao seu destino. Temos um ditador no meio de nós agora e estamos assistindo às suas mentiras, manipulação e destruição em tempo real. Vemos seus apoiadores acreditarem que podem confiar nessa poderosa figura masculina para fazer o que é certo. Meus antepassados são da Ucrânia. Meus bisavós escaparam durante os pogroms1. Putin chama Zelensky de nazista quando Zelensky é judeu. Estes são tempos perigosos. Por todas essas razões, AS PROVADORAS DE HITLER parece mais relevante hoje do que quando o concebi alguns anos atrás. Eu queria que não fosse assim. Eu queria terescrito uma história presa no âmbar da história. Mas as jovens mulheres de AS PROVADORAS DE HITLER são lembretes poderosos do que pode acontecer quando uma sociedade se entrega à complacência e deixa de perceber que o que afeta alguns de nós, eventualmente afeta todos nós. Obrigada por superar a palavra com H e experimentar esta peça por si mesma. Acredito que você verá por que tantas publicações judaicas, organizações e até sobreviventes do Holocausto apoiaram esta peça. Prometo que é muito mais do que o nome de um tirano.Com paz e solidariedade,Michelle Kholos Brooks1 Palavra russa que significa "massacre”, “destruição em massa”, “destruição violenta".

Especificação técnica

Produto principal Espetáculo de Artes CênicasMontagem do espetáculo 2 mesesApresentações com uma temporada de 2 meses, com 20 apresentaçõesDuração 1h 30 Min.Lotação 274Quantidade de beneficiados 274 x 10 = 5.480 DemocratizaçãoBate- papo após cada apresentaçãoDuração 30 Min.Lotação 274Quantidade de beneficiados 274 x 20 = 2.740 1 Ensaio aberto 1h 30 minDuração 1h 30 Min.Lotação 274Quantidade de beneficiados 274 x 1 = 274 Produto secundário – Contrapartida Social3 Palestras para escolas públicasDuração 1h 30 Min.Lotação 300Quantidade de beneficiados 300 x 3 = 900 Plano Pedagógico da Palestra: "Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos: Uma Abordagem Inicial"Tipo: PalestraMinistrante: Fernando CabralDuração: 1 hora e 30 minutosQuantidade de Palestras: 3Local: A definirPúblico-Alvo: alunos e professores de escolas públicas, maiores de 14 anosBeneficiados: 300 por palestra, 3 palestras x 300 =900 beneficiados Objetivo da Palestra:A palestra visa introduzir os participantes aos conceitos fundamentais de Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos, abordando suas origens, evolução e implicações históricas, com foco nos casos do Brasil e da América Latina. Além disso, busca-se estimular a reflexão sobre a importância da memória histórica e a necessidade de preservar os direitos humanos em contextos democráticos. Justificativa Pedagógica da Palestra: "Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos: Uma Abordagem Inicial"A palestra "Direitos Humanos e Regimes Antidemocráticos: Uma Abordagem Inicial" está intrinsecamente ligada à temática central do espetáculo "As Provadoras de Hitler". O espetáculo, que explora um episódio pouco conhecido do Terceiro Reich, utiliza a narrativa teatral para discutir as complexidades do autoritarismo, a banalidade do mal, e os impactos devastadores de regimes antidemocráticos na vida de indivíduos comuns. Assim como a peça, a palestra busca aprofundar a compreensão desses temas, oferecendo uma base teórica e histórica que enriquece a experiência cultural e intelectual dos participantes.A importância desta palestra reside na necessidade de contextualizar historicamente os eventos retratados no espetáculo, proporcionando aos alunos e professores uma compreensão mais profunda dos conceitos de direitos humanos, justiça de transição, e o papel crucial da memória histórica na prevenção de atrocidades futuras. Ao articular a palestra com os temas abordados na peça, cria-se um ambiente educacional que não só informa, mas também estimula a reflexão crítica sobre as condições que permitem o surgimento e a perpetuação de regimes autoritários.O espetáculo "As Provadoras de Hitler" utiliza o humor como ferramenta para expor as absurdidades e as tragédias do totalitarismo. A palestra complementa essa abordagem ao fornecer uma estrutura conceitual que ajuda os participantes a entenderem as raízes filosóficas e políticas do autoritarismo, os mecanismos de opressão, e as consequências da violação sistemática dos direitos humanos. Através dessa articulação entre arte e educação, a palestra serve para fortalecer a mensagem do espetáculo, ampliando seu impacto pedagógico e social.Além disso, ao abordar casos históricos concretos de violações de direitos humanos na América Latina e na Europa, a palestra oferece uma perspectiva comparativa que ajuda os alunos a reconhecerem padrões de comportamento autoritário em diferentes contextos. Esse entendimento é essencial para que eles possam identificar e resistir a essas tendências em suas próprias sociedades, promovendo uma cultura de respeito aos direitos humanos e de defesa da democracia.Em suma, a justificativa para a realização desta palestra está firmemente ancorada na necessidade de criar uma ponte entre o conhecimento histórico e a experiência teatral. Ao enriquecer a compreensão dos participantes sobre os temas abordados no espetáculo, a palestra contribui para uma formação cidadã mais consciente e crítica, alinhada aos objetivos educacionais de promover a reflexão sobre a importância da democracia e dos direitos humanos na construção de uma sociedade justa e equitativa. Estrutura da Palestra:Introdução e Apresentação do Tema (10 minutos)Breve introdução ao palestrante e ao tema da palestra.Apresentação das principais noções de Filosofia e Teoria Geral do Estado.Discussão sobre os conceitos de Estado, Nação e Justiça de Transição.História e Contextualização dos Regimes Antidemocráticos (20 minutos)Ditadura Militar no Brasil:Contexto histórico e desdobramentos.Violações sistemáticas de Direitos Humanos, com estudo de casos emblemáticos (Gomes Lund, Herzog, Fiel Filho, etc.).Regimes Autoritários na América do Sul:Casos de violações na Argentina, Chile e Peru.Discussão sobre a Justiça de Transição na América Latina.Direitos Humanos: Conceitos e Sistemas de Proteção (20 minutos)Introdução aos Direitos Humanos: Contextualização Histórica e importância.Apresentação dos principais instrumentos internacionais de proteção e os sistemas de proteção existentes.Discussão sobre o papel do Estado Laico e a Lei de Anistia de 1979.Impacto do Fascismo e do Nazismo na Sociedade (20 minutos)Contextualização histórica do Fascismo na Itália e Brasil, e do Nazismo na Alemanha.Discussão sobre Totalitarismo, Antissemitismo e Imperialismo.Reflexão sobre os crimes contra a humanidade, incluindo tribunais internacionais e o papel do Tribunal Penal Internacional.Perspectivas para a Democracia e o Futuro (10 minutos)Discussão sobre a obrigação de não repetição e a salvaguarda da dignidade da pessoa humana.Reflexão sobre as lições dos regimes antidemocráticos e a importância da memória histórica.Conexão dos temas tratados com os dias atuais e as perspectivas para o fortalecimento da democracia.Sessão de Perguntas e Respostas (10 minutos)Abertura para perguntas dos alunos e professores.Discussão aberta sobre as questões levantadas, com foco na aplicação prática dos conceitos discutidos. Referências Bibliográficas e Audiovisuais:Documentários e Filmes:Advogados contra a Ditadura (disponível no YouTube)Brasil: Nunca Mais (baseado no relatório final de responsabilização por ações de violações durante a ditadura de 64)O Caso Gomes Lund e a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Luis Fernando Paes)O que é isso, companheiro? (livro/filme)Noite e Neblina (Documentário)Adeus, meninos (Filme)Cabaré Eldorado (Filme disponível na Netflix)Que bom te ver viva (Filme de Lúcia Murat)Livros e Artigos:Estado Laico (Celso Lafer)Brasil: Nunca Mais (Introdução do livro)O Exercício do Direito à Verdade no Brasil Pós-Ditadura Militar (Cláudia Perrone-Moisés)Ditadura Militar na América Latina e o SIDH (In)justiça de transição no Brasil e ArgentinaO Estado Nazista Alemão (Sahid Maluf)Como Morrem as Democracias (Levitsky e Ziblatt)O Movimento Totalitário (Hannah Arendt)Unimaginable Atrocities (William Schabas)Sobrevivi para Contar (Immaculée Ilibagiza) Avaliação e Encerramento:Avaliação: Distribuição de um questionário simples aos participantes para avaliar a compreensão dos tópicos abordados e a eficácia da palestra.Encerramento: Síntese dos principais pontos discutidos e agradecimentos. Currículo do Palestrante:Fernando Cabral cursa pós-graduação em Direção Teatral pela renomada Escola Superior de Artes Célia Helena. Luis Fernando Cabral foi professor universitário (UNISEPE) onde ministrou as disciplinas de Ciência Política e Teoria Geral do Estado; Filosofia Geral e Jurídica; História do Direito; Direito Internacional; Direitos Humanos e Direito Previdenciário. Participou da 50a turma de formação em Direito Internacional Penal e Humanitário pela Fundação René Casin, em Estrasburgo. Apresentou trabalhos no IV Congresso Internacional de Direitos Humanos da Universidade de Coimbra, e no II Congresso Internacional de Direito da Saúde. Como formação complementar, cursou a disciplina “Direito Internacional Penal, Direitos Humanos e Justiça de Transição”, na Faculdade de Direito da USP. Possui mestrado em Direito e é advogado graduado pela Universidade Católica de Santos. Ênfase em Direito Internacional Público e Direitos Humanos. Pos graduado em Direito Previdenciário. Seu currículo nas artes inclui a direção de ''A Comédia dos Erros'' e ''Muito Barulho por Nada”' (William Shakespeare), ''Assassinato no Expresso do Oriente'' (Agatha Christie) e ''Disque M Para Matar'' (Alfred Hitchcock). É fundador da Bravíssimo Produções, que possui em seu currículo as produções das peças ''Yerma'' (Garcia Lorca), ''Loucas'' (Sandra Massera), ''Feliz Dia das Mães'' (Dan Rossetto), ''Eu sempre soube'' (Marcio Azevedo) e ''Carmen Miranda, pra você gostar de mim” (Celso Correa Lopes)Trabalhou como assistente de direção da renomada diretora e atriz Sandra Corveloni nas peças ''O espectador condenado à morte'' (2022, Matéi Visniek) e ''Morte e Vida Severina'' (2018, João Cabral de Melo Neto). Também fez assistência para Jair Assumpção na peça Tchekovianos (2019), baseada nas quatro obras mais famosas do autor russo (As três irmãs, O jardim das cerejeiras, Tio Vânia e A gaivota), e também no espetáculo ''Carmen Miranda, para você gostar de mim''. Além disso, é ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya e participou do elenco da peça "Numa Hora Assim Só Escura", dirigida por Kleber Montanheiro (2023), no videoclipe "Nem Presa Nem Morta" (dirigido por Marina Fontenelle), nos curtas-metragens ''Pai e Filha'' (dirigido por André Garolli); ''Os Objetos'' (dirigido por Victor Lazzari) e no longa-metragem ''Invisível'' (dirigido por Hudson Glauber). Estudou técnicas de atuação com Sebastien Brottet Michel do Theatre Du Soleil em workshops. Este plano pedagógico está estruturado para proporcionar uma visão abrangente e contextualizada dos Direitos Humanos e dos Regimes Antidemocráticos, com foco na educação e na sensibilização dos jovens para a importância da memória histórica e da preservação dos direitos humanos.

Acessibilidade

Medidas de Acessibilidade – Alinhado à IN MinC nº 23/2025 e à Legislação Vigente. O projeto está totalmente alinhado com as diretrizes de acessibilidade previstas na Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, atendendo também ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto nº 5.761/2006, que determina a obrigação de “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999”.A acessibilidade é parte essencial para o desenvolvimento cultural e para a inclusão social, razão pela qual o projeto implementará as seguintes medidas:I – Aspecto ArquitetônicoRecursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios, tais como sanitários acessíveis e circulação.· Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas:Os teatros contratados serão devidamente equipados com rampas de acesso, elevadores e instalações sanitárias adequadas, garantindo também locais reservados na plateia para usuários de cadeiras de rodas.· Produto Secundário – Contrapartidas Sociais:As atividades ocorrerão em escolas que já dispõem de rampas, elevadores e sanitários acessíveis, assegurando condições de igualdade de acesso.Fundamentação legal: Art. 27, II, do Decreto nº 5.761/2006; Art. 23 da Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso); Art. 46 do Decreto nº 3.298/1999.Esses itens não gerarão custos, conforme esclarecido acima. II – Aspecto Comunicacional e de ConteúdoRecursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla).· Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas:Serão realizadas 2 sessões com audiodescrição e 21 sessões, sendo 20 apresentações e um ensaio aberto com intérprete de Libras, em São Paulo.· Produto Secundário – Contrapartidas Sociais:Todas as 3 palestras contarão com intérprete de Libras e monitores capacitados para atender pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva.Fundamentação legal: Arts. 42 a 44, 67 a 71 e 73 da Lei nº 13.146/2015 (LBI); Art. 44, II, da IN nº 23/2025.Itens Orçamentários: Custos vinculados acessibilidade, de comunicação e de divulgação acessíveis conforme art. 23 IN 23/2025III – Aspecto de Comunicação e Divulgação AcessíveisDisponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.· Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas:o Todos os vídeos promocionais do espetáculo contarão com legendagem, garantindo acesso de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.o O material de divulgação (folders, redes sociais, website e convites digitais) apresentará informações detalhadas sobre os recursos de acessibilidade disponíveis, assegurando que o público tenha pleno conhecimento antes da participação.o Além da contratação de uma consultoria para divulgação e profissional de libras para gravar as chamadas. · Produto Secundário – Contrapartidas Sociais:o Flyers, redes sociais, website e demais materiais promocionais também incluirão dados claros sobre os recursos de acessibilidade aplicados nas palestras e atividades de democratização de acesso.o As informações serão disponibilizadas em linguagem simples e acessível, conforme orienta a IN nº 23/2025, de forma a facilitar a compreensão de todos os interessados.Fundamentação legal: Arts. 54 e 102 da Lei nº 13.146/2015 (LBI); Art. 44, III, da IN nº 23/2025.Itens Orçamentários: Custos vinculados acessibilidade, de comunicação e de divulgação acessíveis conforme art. 23 IN 23/2025Com essa estrutura, o projeto demonstra conformidade integral com os incisos I, II e III do art. 42 da IN MinC nº 23/2025, assegurando que tanto o Produto Principal Espetáculo de Artes Cênicas quanto o Produto Secundário (Contrapartidas Sociais) contemplem acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de comunicação/divulgação.

Democratização do acesso

Descreva no campo Democratização de Acesso a forma de distribuição e comercialização dos produtos da proposta. Apresente também outras medidas de ampliação de acesso, tais como: ensaio aberto, oficinas paralelas ou transmissão pela internet. Medidas de Democratização e Ampliação de Acesso – Alinhado à IN MinC nº 23/2025Democratização do Acesso (Art. 46)Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso para o produto Espetáculo de Artes Cênicas, em conformidade com o disposto no art. 46 da IN MinC nº 23/2025:I – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II – até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III – mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino;IV – mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Parametrização no sistema (conforme § 2º do art. 46):Meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933/2013;Meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso);Meia-entrada garantida também para pessoas com deficiência e jovens de baixa renda portadores da ID Jovem, conforme Decreto nº 8.537/2015. Ampliação do Acesso (Art. 47, inciso V)Em complemento às medidas de democratização, o projeto prevê ação de ampliação de acesso, conforme o inciso V do art. 47 da IN MinC nº 23/2025:· Realização gratuita de atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos e palestras.· O projeto As Provadoras de H*tler realizará:- 1 (um) ensaio aberto destinado a estudantes e professores da rede pública de ensino;Conforme art. 48 respeitaremos a distribuição gratuita com caráter social será direcionada a grupos minoritários e comunidades em vulnerabilidade social, como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, populações tradicionais, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e beneficiários do Bolsa Família (CadÚnico).A distribuição gratuita de caráter educativo será realizada para professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio e superior.Conforme o parágrafo único do art. 48, essas distribuições serão realizadas por meio de órgãos ou entidades representativas das comunidades e por escolas da rede pública de ensino.Com essas ações, o projeto cumpre integralmente as exigências de democratização do acesso (art. 46) e de ampliação do acesso (art. 47, inciso V) previstas na IN MinC nº 23/2025, articulando-se ainda com a Lei nº 12.933/2013 (Meia-Entrada), a Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) e o Decreto nº 8.537/2015 (ID Jovem e PCD).Dessa forma, garante-se um processo cultural democrático, acessível e socialmente inclusivo, ampliando o impacto cultural e educativo junto ao público.

Ficha técnica

Ficha Técnica do Projeto Cultural Proponente: Bravíssimo Produções LTDAResponsável: Luis Fernando Paes CabralLuis Fernando Paes CabralNome Artístico: Fernando CabralFunção: Diretor Artístico e coordenador do projeto, Ministrante da Palestra de Contrapartida Social Giovanna Castellari PeixotoNome Artístico: Giovanna CastellariFunção: Produtora ExecutivaJulia Carvalho GasparNome Artístico: Julia GasparFunção: ElencoNatalia Nogueira Xavier PereiraNome Artístico: Natalia XavierFunção: Elenco Carolina Elias PerottiNome Artístico: Carolina PerottiFunção: ElencoCleber Paulo MontanheiroNome Artístico: Cleber Paulo MontanheiroFunção: Cenário e FigurinoO restante da equipe técnica e artística, conforme planilha orçamentária, será definida na fase de pré-produção. Funções do proponente: Diretor Artístico e coordenador do projeto, Ministrante da Palestra de Contrapartida SocialItem planilha orçamentária: conforme citado acima.O PROPONENTE respeita a remuneração até o limite de 20% (vinte por cento) conforme IN 23/2025. Fundada em 2017, a Bravíssimo Produções LTDA é uma empresa especializada na produção teatral e audiovisual, situada na Vila Monte Alegre, São Paulo. Sob a direção de Luis Fernando Paes Cabral, profissional com graduação pela Escola de Atores Wolf Maya, pós-graduação em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena e mestrado em Direito pela Universidade Católica de Santos, a produtora destaca-se pela excelência artística e técnica em seus projetos.Em seu portfólio constam produções renomadas como "Muito Barulho por Nada" e "A Comédia dos Erros" (William Shakespeare), além de espetáculos com forte relevância social e cultural, incluindo "Loucas" (2021), que aborda questões de gênero e saúde mental; "Eu Sempre Soube…" (2022), que enfatiza a diversidade e o amor materno; e "Carmen Miranda - Pra Você Gostar de Mim" (2023), retratando momentos históricos e culturais do Brasil. Outras produções notáveis incluem "Yerma" e "Feliz Dia das Mães", ambas dirigidas por Dan Rosseto.Atualmente, a empresa desenvolve os projetos "Spamalot: o Musical" e "As Provadoras", em fases avançadas, além de outros em processo de captação. Com uma equipe altamente qualificada, a Bravíssimo Produções destaca-se pela eficiência na gestão de projetos culturais, pela capacidade de articulação institucional e pela execução criativa e técnica. A empresa já obteve importantes patrocínios da Prefeitura e do Estado, comprovando sua credibilidade e capacidade de realização no setor cultural. Fernando Cabral (DIRETOR ARTÍSTICO E COORDENADOR DO PROJETO, MINISTRANTE DA PALESTRA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL)Fernando Cabral cursa pós-graduação em Direção Teatral pela renomada Escola Superior de Artes Célia Helena. Luis Fernando Cabral foi professor universitário (UNISEPE) onde ministrou as disciplinas de Ciência Política e Teoria Geral do Estado; Filosofia Geral e Jurídica; História do Direito; Direito Internacional; Direitos Humanos e Direito Previdenciário. Participou da 50a turma de formação em Direito Internacional Penal e Humanitário pela Fundação René Casin, em Estrasburgo. Apresentou trabalhos no IV Congresso Internacional de Direitos Humanos da Universidade de Coimbra, e no II Congresso Internacional de Direito da Saúde. Como formação complementar, cursou a disciplina “Direito Internacional Penal, Direitos Humanos e Justiça de Transição”, na Faculdade de Direito da USP. Possui mestrado em Direito e é advogado graduado pela Universidade Católica de Santos. Ênfase em Direito Internacional Público e Direitos Humanos. Pos graduado em Direito Previdenciário. Seu currículo nas artes inclui a direção de ''A Comédia dos Erros'' e ''Muito Barulho por Nada”' (William Shakespeare), ''Assassinato no Expresso do Oriente'' (Agatha Christie) e ''Disque M Para Matar'' (Alfred Hitchcock). É fundador da Bravíssimo Produções, que possui em seu currículo as produções das peças ''Yerma'' (Garcia Lorca), ''Loucas'' (Sandra Massera), ''Feliz Dia das Mães'' (Dan Rossetto), ''Eu sempre soube'' (Marcio Azevedo) e ''Carmen Miranda, pra você gostar de mim” (Celso Correa Lopes)Trabalhou como assistente de direção da renomada diretora e atriz Sandra Corveloni nas peças ''O espectador condenado à morte'' (2022, Matéi Visniek) e ''Morte e Vida Severina'' (2018, João Cabral de Melo Neto). Também fez assistência para Jair Assumpção na peça Tchekovianos (2019), baseada nas quatro obras mais famosas do autor russo (As três irmãs, O jardim das cerejeiras, Tio Vânia e A gaivota), e também no espetáculo ''Carmen Miranda, para você gostar de mim''. Além disso, é ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya e participou do elenco da peça "Numa Hora Assim Só Escura", dirigida por Kleber Montanheiro (2023), no videoclipe "Nem Presa Nem Morta" (dirigido por Marina Fontenelle), nos curtas-metragens ''Pai e Filha'' (dirigido por André Garolli); ''Os Objetos'' (dirigido por Victor Lazzari) e no longa-metragem ''Invisível'' (dirigido por Hudson Glauber). Estudou técnicas de atuação com Sebastien Brottet Michel do Theatre Du Soleil em workshops. KLEBER MONTANHEIRO (FIGURINISTA E CENÓGRAFO)Multiartista com 30 anos de carreira, é diretor cênico, cenógrafo, figurinista e artista visual em expografia. Indicado a mais de 25 prêmios (FEMSA, APCA, Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio DID - Destaque Imprensa Digital) em diversas categorias, foi contemplado pela maioria delas. Destacam-se em sua direção espetáculos como Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Holanda; Carmen, a Grande Pequena Notável, de Heloísa Seixas e Júlia Romeu; Nossos Ossos, do livro homônimo de Marcelino Freire e Tatuagem, um musical adaptado do filme de Hilton Lacerda, da qual recebeu diversas indicações ao prêmio Bibi Ferreira e venceu o prêmio APCA como melhor diretor. Por Carmen, a Grande Pequena Notável, recebeu o Prêmio São Paulo de melhor figurino. Dirigiu, concebeu, criou cenografia e figurinos do musical da Broadway Cabaret, de John Kander e Fred Ebb, que cumpriu temporada no 033 Rooftop, do Teatro Santander - SP. GIOVANNA CASTELLARI (PRODUÇÃO EXECUTIVA) Giovanna Castellari é roteirista, diretora e montadora de filmes, formada em Cinema pela FAAP, em São Paulo. Estreou seu primeiro curta-metragem “Portaria” em 2022, pelo Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo - Kinoforum, e em 2023 finalizou, e hoje distribui, seu segundo curta, e trabalho de conclusão de curso, “Cida Tem Duas Sílabas”. Até o momento, “Cida Tem Duas Sílabas” ganhou dois prêmios: Melhor Filme na 13º Mostra Universitária de Alagoas e Melhor Direção no 21º Curta Santos. Também recebeu seleção para o 17º Curta Taquary, 17º Cine Pernambuco, 5º Mostra Clandestina, 7º Festival Universitário de Belém, 3º Barra Mansa Festival de Filmes, entre outros. Também assina a produção dos curta-metragens “Pê” (2020, Dir. Patrick Hanser), Melhor Filme Estudantil no Festival Internacional de Cinema Independente de Praga e Semifinalista no Short To The Point, além de ter sido selecionado para os festivais LABRFF, Caminhos Festival de Cinema Português, Rhode Island International Film Festival e Mlada Kamera, e “V.A.Z.I.O” (2022, Dir. Hernan Marques), selecionado para o Athenas International Digital Film Festival e Capital Filmmakers Festival Madrid. Já no campo da assistência de direção, realizou o curta-metragem “Fronteiras” (2022, Dir. Isadora Canguçu), ganhador do prêmio de Melhor Fotografia e Melhor Roteiro no Festival Primeiro Plano, além de ter sido um dos selecionados para concorrer ao prêmio ABC de Fotografia em curta-metragem. Também já desempenhou a função de assistente de direção em publicidades para marcas como C&A, IFood, Cheetos, Tiktok, Caixa, Itaipava e artistas como Claudia Leitte, Grupo Envolvencia, Mc Brinquedo entre outros.JULIA GASPAR (ELENCO)Julia Gaspar é atriz formada pela Escola de Atores Wolf Maya. Também estudou na Faculdade Célia Helena e fez dança contemporânea pela Escola de Dança de São Paulo, onde atualmente pratica Preparação Corporal. Estrelou em diversas montagens, incluindo o musical Só Se For A Dois (2019) e integrou companhias estabelecidas em São Paulo como a Cia Vaca Profana, Cia Coexistir e Cia Lazzari. Mais recentemente atuou em Numa Hora Assim Tão Escura (2023) com texto e direção de Kleber Montanheiro. Já atuou em sete curta-metragens e um longa. Também sabe tocar ukulele, estuda canto com Ester Elias e tem formação como instrutora de yoga. NATALIA XAVIER (ELENCO)Natalia Xavier, 29 anos, atriz. Graduou-se no curso profissionalizante para atores pela Escola Wolf Maya e também possui bacharelado em psicologia. Já integrou o curso de técnica vocal do ETA (Estúdio de Treinamento Artístico) e também de introdução ao TAPA entre 2022 e 2023. No cinema, acumula experiência em três curtas-metragens e um longa-metragem. No teatro, destacou-se em diversas montagens, incluindo as mais recentes: 'O Cidadão Condenado à Morte' (2022), sob a direção de Sandra Corveloni, e 'Numa Hora Assim Tão Escura' (2023), dirigida por Kleber Montanheiro. CAROLINA PEROTTI (ELENCO)Carolina Perotti, 22 anos, é atriz formada pela Escola de Atores Wolf Maya, além de ser bacharel em Rádio, TV e Internet. Após sua formação, integrou o grupo de teatro Tarumã, sob a direção de Jair Assumpção, e participou de diversas produções teatrais, incluindo "Os Donos do Mundo" (2023), "Vozes Beckttianas" (2022), "O Pagador de Promessas" (2021), "Confissões de Adolescentes" (2021). Sob a direção de Sergio Ferrara e Marco Antônio Pâmio nos textos de Samuel Beckett e Dias Gomes.No campo audiovisual, Carolina participou do longa-metragem "Parque das Luzes", dirigido por Rogério Troiani, e em curtas-metragens como "Linha Tênue" e "Entre nós", este último sob a direção de André Garolli, nos quais ela assumiu o papel de protagonista.Como estudo artístico e corporal, Carolina acumula 11 anos de ballet clássico, além de experiência em expressão corporal, ginástica rítmica e cheerleading. Além disso, estudou instrumentos como euphonium, clarineta e mais intensamente ukulele. Michelle Kholos Brooks (AUTORA)Michelle Kholos Brooks é uma dramaturga premiada com produções encenadas internacionalmente. Seus prêmios e distinções incluem o Susan Glaspell Award por “H*TLER’S TASTERS” e o Riva Shiner Comedy Award por “KALAMAZOO. ROOM 1214” foi finalista do The Ashland New Plays Festival. “HOSTAGE” foi finalista do Woodward/Newman Drama Award, do Fratti-Newman Political Play Contest e foi destaque como finalista na National New Play Network. “CHAIR” recebeu o segundo lugar no Firehouse Theatre Festival of New American Plays.Suas peças foram produzidas e/ou desenvolvidas no Skylight Theatre, Centenary Stage , Pacific Resident Theatre, Bloomington Playwright’s Project, The Colony Theatre, Florida Repertory Theatre, Boston Court Theatre, The Road Theatre Company, Wordsmyth Theatre, The Barrow Group, Bay Street Theatre, Venue 9 Theatre, Wings Theatre, Laurel Grove Theatre Company, Drama West, Vox Humana Theatre Ensemble, iTheatre Collaborative, New Light Theater Project, 59E59 Theaters, Olive Theatre at Greenside (Edimburgo), Arena Stage (Dia dos Veteranos de 2020, uma adaptação de “WAR WORDS”), NewYorkRep, Syracuse Stage, City Theatre Miami, InterAct, Syracuse Stage, Stage West e The Actors’ Gang, MeX Theatre, Theatre Row, A.R.T./New York Theatres e Rogue Machine Theatre. Brooks é graduada pela Emerson College e possui um M.F.A. em Ficção pelo Otis College of Art and Design. Ela é Artista Residente no New Light Theater Project, membro do conselho do ShPIel-Performing Identity Theatre Project e membro da The Dramatists Guild of America. Além disso, é uma Senior Fellow não residente no Atlantic Council, Scowcroft Center for Strategy and Security

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.