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PRONAC 259460Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Semana da Consciência Negra em Ouro Preto

DESTERRO SOCIETA ORGANIZACAO DE FEIRAS E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 1,20 mi
Aprovado
R$ 1,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2026-07-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais

Resumo

Realizar o evento "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto", ao longo de 5 dias (18 a 23 de novembro, 2025) com a finalidade central de ocupar os espaços públicos da cidade de Ouro Preto-MG, com atividades culturais e educativas que promovam a reflexão, conscientização sobre a cultura afro-brasileira e sua importância na formação de nossa cultura. Fomentamos ainda o empreendedorismo cultural, como forma de potencializar o comercio local, o turismo e o setor de serviços, com exposições e intervencoes. Contaremos com a parceria estratégica da Prefeitura de Ouro Preto e da Universidade Federal de Ouro Preto - a UFOP.

Sinopse

Nao é o caso.

Objetivos

Objetivo Geral: Valorizar e fomentar a cultura e tradições de povos afrodescendentes; Salvaguardar a memória e sua história; Difusão e divulgação da arte e artesanato de artistas afrodescendentes; Promover a conscientização, reflexão, o letramento contra o racismo e o combate a toda forma de preconceito de cor, étnico e gênero;Objetivos Específicos:Promover a difusão e diversidade cultural por meio da realização de um festival multicultural com a valorização dos artista e manifestações musicais locais e artistas nacionais convidados, que dialoguem com as causas em torno das matrizes e ritmos africanos;Oferecer a reflexão,debate e letramento sobre o racismo e a importância da cultura negra na formação de nossa cultura por meio de ciclo de palestras e três oficinas educativas sobre história, arte e o combate ao preconceito, abertas ao público em geral, em espaços de grande circulação.Garantir o acesso democrático a todas as atividades do projeto, que serão realizadas em locais públicos de Ouro Preto, com entrada gratuita para a população.Ampliar o alcance do projeto por meio de uma parceria formal com a Prefeitura Municipal de Ouro Preto e a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), garantindo apoio institucional e logístico para a realização das ações.Gerar impacto e visibilidade à cadeia produtiva da economia criativa de Ouro Preto, fomentando seu desenvolvimento local, econômico, cultural e turístico.Estimular a produção e difusão cultural, descentralizando-a e ampliando seu alcance de público.Preservar a diversidade cultural e a herança histórica brasileira ao debatermos e apresentarmos ;" - Ao celebrar a cultura afro-brasileira em Ouro Preto", o projeto reforça a importância da herança negra para a história e o patrimônio da cidade.

Justificativa

Remontando ao período histórico conhecido como mercantilismo, diversos países buscavam uma hegemonia econômica, com a ampliação de rotas comerciais e criação de colônias em diversas partes do mundo. Esta luta de mercados, trouxe como sequela a escravidão, onde negros eram capturados em Mãe África e forçados a executar toda a sorte de trabalhos forçados, sejam em monoculturas ou na exploração de minérios e pedras preciosas. Entretanto, em nenhum outro lugar do mundo, houve um fluxo de escravizados tão grande como aqueles vistos no Brasil, onde esta prática se estendeu por mais de 350 anos, com um fluxo de mais de 2,5 milhões de negros sequestrados da África. Pode-se dizer claramente que toda a economia do Brasil Colônia foi forjada com mão-de-obra escrava. Os governantes silenciaram-se quanto às práticas trabalhistas impostas a esses escravizados. Criou-se uma estratégia de apagamento histórico e cultural dessas pessoas. Infelizmante, este processo não se findou-se com a lei Áurea em 1888, ao contrário, os negros foram libertos, mas seus direitos básicos foram negligenciados, ou mesmo negados. O legado de descaso e de desrespeito a esta parcela de nossa população, foi perpetuado praticamente até os dias atuais, onde sistematicamente negou-se a eles sua história, representatividade, direitos e valorização das contribuições no desenvolvimento de nossa cultura e sociedade. Como forma de redimir em parte os efeitos nefastos impostos por séculos de escravidão e também como forma de reconhecimento do legado deixado por nossos afrodescendentes, criou-se o Dia da Consciência Negra, em 2003. A data escolhida, 20 de novembro, não ocorreu de forma aleatória, ao contrário. Traz em si enorme representatividade e fatores históricos, pois trata-se da data de morte de ZUMBI DOS PALMARES em 1695, o último líder do Quilombo dos Palmares, localizado na então chamada Serra da Barriga (localizada no estado de Alagoas), que foi um dos maiores e mais duradouros quilombos das Américas, servindo como refúgio para escravizados e manutenção de suas tradições. O Dia da Consciência Negra representa uma história de luta e resiliência de um povo que foi explorado, mas soube resistir, mantendo vivo suas tradições, cultura e simbologias de sua identidade. A data é a lembrança que devemos lutar e reprimir toda e qualquer forma de racismo estrutural e de negação de direitos por igualdade social.O evento "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto" servirá como um ato de reafirmação da importância histórica da contribuição de nossos afrodescendentes, demonstrando suas raízes, mas também seu legado que alicerça nossa cultura, deixando-a mais diversa e rica. Para além do mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste, apresentando em quais incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra, no que prevê o Art. 3º da referida Lei.A proposta da "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto" é realizar uma série de atividades multidisciplinares, ocorrendo a céu aberto, onde abordaremos as artes visuais sob o enfoque da estética e da história afro-brasileira. Uma série de palestras e oficinas informativas e de caráter educativo, serão oferecidas ao público, mas principalmente aos jovens e estudantes, que terão o letramento sobre racismo e seus malefícios para toda a sociedade.Diversas ações de empreendedorismo estarão ocorrendo na cidade como forma de estimular os fazedores culturais e diversos outros setores, como moda, artesanato, turismo e gastronomia. Finalizaremos a cada dia com diversas atrações musicais locais e nacionais que terão em seu repertório, a história e legado de nossos afrodescendentes, demonstrando seu impacto na formação de ritmos e expressões, com o aporte advindo da principal lei de incentivo do Brasil, que permite se modificar as relações da cultura e da arte através de projetos profundos e dinâmicos.

Estratégia de execução

A democratização do acesso é um pilar central de nossa proposta, garantindo que o projeto não beneficie apenas o público presencial, mas alcance o maior número de pessoas possível. A forma de distribuição e a ampliação de acesso foram planejadas para maximizar o impacto cultural e social.Distribuição e Comercialização dos ProdutosComercialização de Produtos Físicos: Os produtos gerados pelo projeto, como o CD-Áudio do espetáculo musical, serão comercializados a preços acessíveis. Além da venda no local do evento, faremos parcerias com lojas e plataformas online para garantir que o material chegue a um público mais amplo em todo o país. Uma porcentagem das vendas será revertida para uma instituição social ligada à causa.Distribuição Gratuita: Parte da tiragem de CDs será distribuída gratuitamente para bibliotecas públicas, escolas e projetos sociais. Essa medida assegura que o conteúdo musical e a mensagem do projeto cheguem a comunidades que, de outra forma, não teriam acesso a esses materiais. Ampliação de Acesso e Outras MedidasTransmissão Online: O evento terá transmissão ao vivo e gratuita pela internet. Palestras, shows e painéis serão transmitidos em alta qualidade por plataformas como YouTube, permitindo que pessoas de qualquer lugar do mundo possam acompanhar a programação em tempo real. A transmissão contará com recursos de acessibilidade, como legenda descritiva e interpretação em Libras.Ensaio Aberto: Será realizado um ensaio aberto e gratuito com a banda e os artistas. Essa atividade proporcionará ao público a oportunidade de ver de perto o processo criativo e técnico por trás do espetáculo, criando uma experiência de bastidores que aproxima o artista do espectador.Oficinas Paralelas: Durante a semana do evento, serão oferecidas oficinas gratuitas sobre temas relacionados ao projeto, como técnicas musicais, composição e improvisação no Choro. Essas oficinas terão vagas limitadas e serão abertas ao público mediante inscrição prévia, incentivando o desenvolvimento de novos talentos e o intercâmbio de conhecimento.Informações ComplementaresEste campo oferece detalhes adicionais sobre a logística do projeto, reforçando sua viabilidade e o compromisso com o acesso universal, além de destacar a relevância de sua localização.Local de RealizaçãoO projeto "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto" será realizado em locais públicos e de fácil acesso no centro da cidade histórica. A escolha de espaços abertos, como praças ou ruas, em parceria com a Prefeitura Municipal de Ouro Preto, é estratégica para a democratização do acesso, permitindo a circulação de um grande público sem a necessidade de ingresso ou controle de entrada.Relevância do Local: Ouro Preto, tombada como Patrimônio Mundial pela UNESCO, sendo um local de profunda relevância histórica. A realização de um evento sobre a Consciência Negra em uma cidade cujo passado é diretamente ligado ao trabalho escravo e à resistência afro-brasileira, confere ao projeto uma dimensão e uma simbologia únicas, enriquecendo o debate e a experiência cultural.Deslocamento e LogísticaA logística do evento foi planejada para facilitar o acesso de pessoas de diversas partes da cidade e região.Transporte Público: As atividades serão concentradas em áreas centrais que contam com a estrutura de transporte público de Ouro Preto, incluindo linhas de ônibus municipais e intermunicipais.Acesso para Escolas: Para as atividades nas escolas, o projeto garantirá a logística de transporte de alunos de forma segura e organizada, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação.Fluxo de Público: A escolha de um local aberto e a estrutura de palco e feira serão pensadas para não prejudicar a circulação de pedestres e veículos, contando com um plano de segurança e trânsito que será elaborado em conjunto com os órgãos competentes da Prefeitura.

Especificação técnica

O projeto "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto" é um evento cultural e educativo de cinco dias que propõe uma imersão na história, na arte e na identidade afro-brasileira. Por meio de um festival de música e um ciclo de palestras, a iniciativa busca valorizar a herança negra, tão presente na formação de Ouro Preto, mas ainda pouco debatida nos espaços públicos da cidade.Ciclo de Palestras: O evento contará com um ciclo de palestras diárias, ministradas por pesquisadores e ativistas. Cada palestra terá um tempo previsto de 2 horas cada, com tolerância de meia hora para que os participantes possam se expressar e fazer perguntas.Os temas incluem:"O Legado de Chico Rei: Resistência e Luta em Ouro Preto": Uma análise histórica sobre a figura de Chico Rei e sua importância para a história da cidade e para o movimento negro."A Cultura Negra na Arte Contemporânea": Um panorama sobre como a estética e os temas afro-brasileiros são representados na música, nas artes visuais e na literatura atuais."Racismo Estrutural e a Consciência Cidadã": Um debate sobre as raízes do racismo no Brasil e a importância da conscientização para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.Parceria UFOP: As palestras serão realizadas em um dos auditórios da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), que cederá o espaço e fará parte da curadoria pedagógica, garantindo a qualidade acadêmica do conteúdo e promovendo a integração com a comunidade universitária. Festival de Música da Consciência Negra: O ponto alto do evento será um festival de música que celebrará a diversidade rítmica e sonora da cultura afro-brasileira. Com um total de quatro apresentações de artistas locais e um show de encerramento com um nome de destaque nacional, o festival irá percorrer os gêneros musicais influenciados pela cultura negra, como o samba, o afoxé, o rap e o funk.Congado e MoçambiqueO Congado é uma das manifestações culturais e religiosas mais emblemáticas de Minas Gerais. Sua música, que é a base das celebrações, é marcada por ritmos percussivos e cantos que louvam Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, santos católicos sincretizados com divindades africanas. Os tambores (caixas de congado), o gunga e o pandeiro são os instrumentos centrais. O Moçambique, uma vertente do Congado, se destaca pela dança e por um ritmo mais lento e cadenciado.Folia de ReisEmbora seja uma tradição presente em outras partes do Brasil, a Folia de Reis em Minas Gerais tem suas particularidades. As folias mineiras incorporam elementos da cultura africana, como o uso de percussão e a participação de personagens negros, como os reis magos. A música é composta por versos que contam a história do nascimento de Jesus, acompanhados de instrumentos como a viola, o cavaquinho, o pandeiro e o reco-reco.Seresta e ModinhaA Seresta e a Modinha são gêneros musicais de origem europeia, mas que em Minas Gerais ganharam uma sonoridade peculiar. A influência negra pode ser percebida na melodia e no ritmo, que muitas vezes se aproximam do lundu e do maxixe, gêneros de origem africana. A Seresta e a Modinha são conhecidas por suas letras românticas e melancólicas, e são executadas com violão, bandolim, flauta e cavaquinho.

Acessibilidade

Atenderemos aos preceitos do Art. 46 da IN MINC 23/2025, garantindo que as oportunidades de capacitação e os produtos culturais cheguem a um público amplo e diversificado, assim como as legislações existentes. Acessibilidade física: é crucial para garantir que pessoas com mobilidade reduzida, deficiência física ou outras condições de mobilidade reduzidas e para idosos, de forma a melhorar a autonomia e segurança de nossos participantes.O projeto "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto" se compromete a garantir a plena acessibilidade em todos os locais onde as atividades serão realizadas, em conformidade com as normas técnicas de acessibilidade (ABNT NBR 9050)As seguintes medidas serão adotadas:Identificação de Acessos: A entrada principal do local e os acessos aos palcos e áreas de atividades serão sinalizados com o símbolo internacional de acessibilidade e letras de fácil leitura.Rotas Acessíveis: Serão implementadas rotas acessíveis e sinalizadas, para rampas e/ou elevadores, conectando a entrada do evento, os banheiros, os espaços de apresentação e as áreas de circulação.Vagas de Estacionamento: Serão reservadas vagas de estacionamento próximas à entrada do evento, devidamente sinalizadas, para veículos que transportam pessoas com deficiência.Banheiros Adaptados: Todos os banheiros serão acessíveis, com barras de apoio, espaço para manobra de cadeira de rodas e equipamentos adequados.Áreas de Assento Reservadas: Nos espaços de shows e palestras, serão reservadas áreas com cadeiras especiais para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, posicionadas em locais com boa visibilidade e de fácil acesso.Piso Tátil e Sinalização: Sempre que a estrutura do local permitir, será instalado piso tátil para guiar pessoas com deficiência visual. A sinalização visual será clara e contrastante, facilitando a leitura por pessoas com baixa visão. Acessibilidade de conteúdo:A acessibilidade de conteúdo garante que a informação e o conhecimento gerado pelo projeto sejam compreendidos por pessoas com deficiência sensorial, intelectual ou de comunicação.Para a "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto", o projeto prevê as seguintes ações:ComunicacionalLíngua Brasileira de Sinais (Libras): Todas as palestras, debates e apresentações no palco principal terão a presença de um intérprete de Libras, posicionado em local visível para a plateia e no telão. Além disso, a divulgação do evento nas redes sociais incluirá vídeos informativos com tradução em Libras.Audiodescrição: As apresentações visuais, como exposições e performances artísticas, terão audiodescrição ao vivo para que pessoas com deficiência visual possam acompanhar e compreender o conteúdo. Este recurso será anunciado e disponibilizado antes de cada atividade.Legendas Descritivas: Todo o conteúdo audiovisual gerado pelo projeto (vídeos de divulgação, entrevistas e trechos das palestras) será legendado para atender a pessoas com deficiência auditiva.Materiais Informativos em Formatos Acessíveis: Os materiais de divulgação do evento, como folder e sinopses das atividades, serão disponibilizados em formatos de fácil entendimento, como letras ampliadas, contrastes elevados e, quando possível, em código Braille.Visita Sensorial e Guiada: As exposições e instalações artísticas terão um formato de visita sensorial, onde o público poderá interagir com as obras através do toque, além da audiodescrição. A visita será guiada por um profissional treinado para atender a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência intelectual.

Democratização do acesso

A democratização do acesso à cultura é um pilar central do projeto "Semana da Consciência Negra em Ouro Preto". Acreditamos que a cultura é um direito de todos e, por isso, todas as atividades propostas foram pensadas para atingir o maior número de pessoas, com especial atenção a públicos que não costumam frequentar eventos artísticos.Distribuição e Comercialização dos Produtos, seguimos as Medidas de Ampliação de Acesso (Art. 47 da IN MINC 23/2025). Todos os produtos e atividades gerados pelo projeto, incluindo os shows, palestras e oficinas, serão oferecidos de forma totalmente gratuita. Não haverá comercialização de ingressos ou qualquer forma de cobrança para participação. A entrada será livre, por ordem de chegada, até a capacidade máxima de cada local.A informação sobre as atividades será amplamente divulgada em canais abertos, como mídias sociais, rádio, TV e jornais locais, para que toda a população de Ouro Preto e região possa ter conhecimento do evento.Em caso de produção de materiais informativos ou artísticos (como um catálogo da exposição, por exemplo), eles também serão distribuídos gratuitamente para o público e para instituições parceiras.Medidas de Ampliação de AcessoAlém da gratuidade, o projeto implementará diversas ações para maximizar o alcance e o impacto social das atividades. A ideia é levar a cultura para perto das pessoas, tanto no espaço físico quanto no virtual.Ensaio Aberto: O ensaio geral do festival de música será aberto ao público, especialmente para estudantes e moradores das comunidades vizinhas, oferecendo uma oportunidade de vivenciar de perto o processo de criação artística em um ambiente mais informal e educativo.Oficinas Paralelas: Além das palestras principais, serão realizadas três oficinas gratuitas e práticas sobre temas como a história do samba e do afoxé, e o combate ao racismo na arte. Essas oficinas serão ministradas por artistas e especialistas e acontecerão em escolas e centros comunitários, descentralizando a ação e levando o projeto para as periferias da cidade.Transmissão pela Internet: Para que o conteúdo ultrapasse as barreiras geográficas, todo o ciclo de palestras e os shows do festival de música serão transmitidos ao vivo pelas redes sociais do projeto. O conteúdo ficará disponível na internet para acesso posterior, servindo como material de estudo e referência.Ações em Escolas e Universidades: Serão agendadas visitas e rodas de conversa com alunos da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e de escolas públicas. O objetivo é estimular o debate sobre a consciência negra e a história afro-brasileira, utilizando a arte como ponto de partida.Essa estrutura demonstra não só que o seu projeto é acessível, mas que ele tem um plano sólido para engajar a comunidade e deixar um legado positivo para a cidade.

Ficha técnica

Direção Geral: Lucas Barros ArrudaSócio Diretor da OASIS SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS. Atua como Consultor em Gestão, Articulação Institucional, Economia Criativa e Projetos de Cultura e Inovação.Idealizador e Coordenador do Projeto FLORIPA ECO FESTIVAL com edições em 2022 e 2023, que Maior Festival Musical já realizado em Santa Catarina, pioneiro em integrar Música Arte e sustentabilidade em um único evento no estado. Contou com line-up com artistas nacionais e experiências culturais variadas, Implementação de práticas sustentáveis e ações de impacto ambiental positivo, mais de 60 mil pessoas, cerca 119 bandas, 40 artistas de live paintig e 100 expositores de economia criativa em suas 03 edições.Coordenador Geral e Responsável pela curadoria artística do evento FLORIPA AMANHÃ, evento este executadao com recursos ICMS do Programa de Incentivo a Cultura PIC/SC, fazendo a Seleção artística e alinhamento com os princípios de estabelecidos pelo proponente, Estratégias para tornar o festival uma referência cultural, Evento de 03 dias de duração com cerca de 7.500 pessoas ao longo de 03 dias, Mais de 100 atrações culturais divididas nos 03 dias de eventoFoi responsável pela Curadoria e Gestão de projeto do ROSA MUSIC FESTIVAL, executando a Seleção artística e alinhamento com os princípios de sustentabilidade, definindo as estratégias para tornar o festival uma referência cultural e ecológica, Eveno contou com 43 bandas e artistas músicais e 15 artistas de live painting nas suas 02 edições (2023 e 2024)É Engenheiro Ambiental de formação com Especialização em Gestão de Projetos.Diretor Artístico: João Carlos PellegriniAtua frequentemente como Produtor executivo, curador artístico e empreendedor cultural com ênfase em Santa CatarinaAtua há mais de 10 anos na cena cultural de Florianópolis-SC, liderando projetos autorais e colaborativos nos segmentos de música, arte e cultura. Responsável por mais de 100 eventos realizados, de pequeno a grande porte, com público variando entre 500 a 20 mil pessoas.É fundador e curador do projeto Bosque 55 — referência em experiências imersivas que unem música, brasilidade e sustentabilidade — e idealizador do Floripa Amanhã, o primeiro projeto aprovado pelo PIC (Programa de Incentivo à Cultura) em Santa Catarina da empresa DESTERRO SOCIETÀ onde João é Sócio Diretor.Assinou a curadoria e produção de shows de artistas como Erykah Badu, Maria Rita, Jorge Ben Jor, Marcelo D2, Baco Exu do Blues, Black Alien, Rincon Sapiência, entre outros. Seu trabalho se destaca pela sensibilidade artística e pela capacidade de integrar marcas, território e comunidade em projetos de forte apelo cultural e socioambiental.Atualmente, é responsável pela Direção artística do Festival da Baleia Franca, projeto que celebra a ancestralidade, a natureza e a potência criativa do litoral sul catarinense.Produção executiva: EDUARDO MOGNON FERREIRAProdutor e gestor de projetos culturais e de entretenimento atua ativamente no ramo desde 2021, mas, tem passagens no universo dos eventos desde 2013. Professor e mestre em História da África, fez diversas intervenções no campo de eventos em formação de educação, acesso a cultura e práticas saudáveis.Foi gestor e organizador da 1 PEDALADA FLORIPA SAUDAVEL pela AMOVIM, 2013. Organizador de eventos na Área do entretenimento já assinou diversos projetos como: Saral Casa COR (2023); 1 PEIXADA com Dazaranha (2024); Organizador de eventos de Rock na JOHNBULL (2023/24/25); Realizador de eventos como LUAL 3030 (2025) em Garopaba/SC e a SEMANA MENTAWAII (2024)CEO e Gestor da RIQUYTO EVENTOS desde 2024, vem promovendo diversas atividades no campo da CULTURA e ENTRETENIMENTO.No campo acadêmico é autor de diferentes áreas da educação e africanidades. Sendo autor de 2 livros na área da Educação através de recursos interdisciplinares (JOGOS E O PORTFOLIO) em parceria com a professora Márcia Ambrósio.Dentre as funções já realizadas: produtor executivo; produtor artístico; coordenador de staff e gestor de mídia e marketing.Coordenador de Comunicação: FABIANA CARRAZEDOFabiana Carrazedo construiu uma trajetória sólida e inspiradora no mercado de comunicação, marketing e entretenimento, consolidando-se como uma das grandes profissionais no planejamento comercial artístico e no universo dos influenciadores.Com uma carreira marcada por passagens em veículos de mídia, agências de publicidade e grandes projetos de entretenimento, Fabiana atuou como Coordenadora de Operações Comerciais, Gerente de Comunicação e Marketing e Executiva de Negócios em empresas como Portal Virgula, Rádio Mix e Mix TV, sempre com foco em comunicação digital, gestão de campanhas online, branded content e desenvolvimento de projetos comerciais estratégicos.Em 2017, unindo sua paixão pela arte, pelo entretenimento e pelo poder de conexão entre marcas e pessoas, fundou a NOÁ. A agência nasceu com o propósito de mergulhar no universo da influência digital e transformar a forma como marcas se comunicam, oferecendo projetos especiais, personalizados e pautados em sensibilidade, criatividade e resultados.Sob a gestão de Fabiana, a NOÁ expandiu sua atuação e hoje se destaca em duas frentes: comunicação integrada, desenvolvendo estratégias de branded content, planejamento de mídia e ativações criativas para grandes empresas; e empresariamento artístico, cuidando da gestão de carreiras de artistas e influenciadores com um olhar estratégico, humano e inovador.Sua expertise em identificar talentos, criar conexões relevantes e construir projetos de impacto consolidou a NOÁ como parceira de confiança de marcas de diferentes segmentos. Mais do que entregar campanhas, Fabiana acredita em criar experiências e histórias que traduzem a essência das marcas e geram verdadeiras conexões com o público.Hoje, Fabiana Carrazedo é reconhecida como uma profissional visionária, que alia estratégia e sensibilidade, e como uma referência no mercado de influência digital, comunicação integrada e gestão artística no Brasil.Curadoria Pedagógica (consultoria técnica): Leliane Amorim Faustino Leliane Amorim Faustino é licenciada (2018), bacharela (2020), mestra (2022) e doutoranda em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), na linha de pesquisa Ideias, linguagens e historiografia. Atualmente é pesquisadora bolsista da FAPEMIG, tendo sido anteriormente bolsista da CAPES no mestrado, do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (2015–2017) e do núcleo de jornalismo da TV UFOP (2019). Desenvolve pesquisas nas áreas de história da historiografia brasileira, literatura brasileira, teoria da história e relações étnico-raciais. É coordenadora adjunta de pós-graduação do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (UFOP), além de integrar o Grupo de Estudos História, Cultura e Outras Linguagens (UFMA) e o Coletivo Negro Braima Mané (UFOP).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.