Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 259465Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Restauro dos Painéis Artisticos de Di Cavalcante e Clóvis Graciano

CO CONSERVACAO E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,32 mi
Aprovado
R$ 1,32 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens móveis e integrados tombados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-05
Término
2027-04-05
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Restauro Painel Artístico "A Imprensa" (1954).A cena retrata as atividades ali exercidas para se produzir o jornal. Bobinas de papel, a máquina de linotipo, funcionários uniformizados. O Painel trata-se de mosaico em pastilhas de vidro, um presente para a cidade que estava completando 400 anos. Restauro do Painel Artístico de Clóvis Graciano localizado no térreo da antiga sede do Jornal O Estado de São Paulo, onde hoje está a recepção do hotel Nacional Inn Jaraguá, lá pode-se apreciar um painel com pinturas em tela feito por Clovis Graciano, intitulado "Os Bandeirantes" (1953). Ambos os painéis são tombados pelo Patrimonio Histórico Municipal por seu valor histórico e cultural para a cidade de São Paulo. Curta metragem e visitas monitoradas para educação patrimonial.

Sinopse

Descrição do Objeto Cultural e Atividade Proposta Descriçõ do Objeto Cultural Painel Artístico de Di Cavalcante, intitulado de “ A imprensa” ( 1954) LOCAL: FACHADA PRINCIPAL DO ATUAL HOTEL NACIONAL INN JARAGUA - TÉRREO ÁREA: 25,78M² TÉCNICA: MOSAICO DE PASTILHAS SUPORTE: ALVENARIA COM REBOCO MATERIAL: PASTILHAS VIDROTIL MEDIDAS: 2X2CM CORES: DIVERSAS Painel Artístico de Clóvis Graciano, intitulado de “Os Bandeirantes” ( 1953) LOCAL: SAGUÃO INTERNO DO ATUAL HOTEL NACIONAL INN JARAGUA, TÉRREO ÁREA: 25,78M² TÉCNICA: PINTURA MURAL (AFRESCO) SUPORTE: ALVENARIA COM REBOCO MATERIAL: TINTAS CORES: DIVERSAS Atividades Propostas Realização de curta metragem sobre a historia da edificação e dos painéis artisticos para exibição no Hotel Jaragua e Veiculação em escolas públicas; Palestras de educação Patrimonial Visitas Monitoradas e educativas Visitas a obra ( Canteiro a ceu aberto) para compreenção do que consiste um restauro artistico.

Objetivos

Objetivos gerais O objetivo geral do projeto é ampliar o acesso e o conhecimento do público em geral aos bens históricos localizados no antigo Jornal O Estado de São Paulo. O objetivo específico é restaurar os painéis artísticos de Clovis Graciano e DI Cavalcante, localizados em pontos de passagem e de parada dos visitantes, e munícipes da cidade. Além do restauro, a ideia é ampliar o conhecimento dos visitantes sobre a importância do do edifício e dos painéis, com um filme de curta-metragem e totens informativos situados em pontos estratégicos de circulação. Objetivos específicos Realização de Pesquisa Histórica; Restauro dos painéis artisticos de acordo com as diretrizes do projeto aprovado pelos orgaos de patrimonio; Produção de Filme curta metragem contato a história; Visitas Monitoradas e palestras de ação de conscientização patrimonial

Justificativa

O presente projeto se justifica uma vez que se enquadra no Art.01° da lei 8313/91, nos incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Como o Art. 03° da mesma lei, nos incisos:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos;c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural. Um dos importantes exemplares da arquitetura modernista em São Paulo, o edifício que abrigava o antigo Hotel Jaraguá, hoje Novotel - localizado num dos pontos mais visíveis e estratégicos do Centro Novo. Importante exemplar da arquitetura modernista paulistana, o edifício que abrigava o jornal O Estado de São Paulo, a rádio associada e o antigo Hotel Jaraguá, projetado e construído entre 1947 e 1954, foi objeto de recente intervenção de reciclagem, concebida por Miguel Juliano. Com projeto inicial de Jacques Pilon, de racionalismo contido, refeito por Franz Heep, ostentava elementos decididamente modernos: brises móveis, volumetria variada e arrojada, painéis de Di Cavalcanti, Clóvis Graciano e Ferrari como também o grande relógio no topo. Com sua localização estratégica, tornou-se um dos símbolos da modernidade em São Paulo. O edifício como um todo resultou de uma encomenda da família Mesquita, proprietária do jornal O Estado de São Paulo, que em 1946 solicitou um projeto ao arquiteto Jacques Pilon para construir, no terreno de forma aproximadamente trapezoidal. Além disso, incorporou o conceito de uma arquitetura moderna associada a obras de arte, e o edifício ganhou um mural externo de Di Cavalcanti e painéis internos de Clóvis Graciano e Ferrari. Naquele momento, começo dos anos 1950, o empresário José Tjurs era conhecido por instalar hotéis em pisos superiores de edifícios modernos. Os painéis artísticos do edifício possuem valor cultural e afetivo para a cidade de São Paulo, idealizado por grandes artistas e entregue em locais do edifício aberto ao público em geral. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1897 - idem 1976). Pintor, ilustrador, caricaturista, gravador, muralista, desenhista, jornalista, escritor e cenógrafo. Inicia sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, reside em São Paulo, onde frequenta o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons (1865-1939). Convive com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade (1890-1954) e Mário de Andrade (1893-1945), Guilherme de Almeida (1890-1969), entre outros. Em 1921, ilustra A Balada do Enforcado, de Oscar Wilde (1854-1900), e publica o álbum Fantoches da Meia-Noite, editado por Monteiro Lobato (1882-1948). É o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expõe 12 obras. Em 1923, faz sua primeira viagem à França, onde atua como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, freqüenta a Academia Ranson, instala ateliê e conhece obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso (1881-1973), Georges Braque (1882-1963), Fernand Léger (1881-1955), Henri Matisse (1869-1954), Jean Cocteau (1889-1963) e Blaise Cendrars (1887-1961). Volta a São Paulo em 1926, trabalha como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. A estada em Paris marca um novo direcionamento em sua obra. Conciliando a influência das vanguardas européias com a formulação de uma linguagem própria; adota uma temática nacionalista e preocupa-se com a questão social. No ano de 1928, filia-se ao Partido Comunista do Brasil (PCB). Em 1931, participa do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho (1899-1973), Antonio Gomide (1895-1967) e Carlos Prado (1908-1992), o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1933, publica o álbum A Realidade Brasileira, uma sátira ao militarismo da época. Em 1938 viaja a Paris, onde trabalha na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retorna ao Brasil em 1940, trabalha como ilustrador, e publica poemas e memórias de viagem. Clóvis Graciano (Araras, São Paulo, 1907 - São Paulo, São Paulo, 1988). Pintor, desenhista, cenógrafo, gravador, ilustrador. Reside em São Paulo a partir de 1934. Realiza estudos com o pintor Waldemar da Costa (1904-1982), entre 1935 e 1937. Em 1937, integra o Grupo Santa Helena, com Francisco Rebolo (1902 - 1980), Mario Zanini (1907-1971) e Bonadei (1906-1974). Freqüenta como aluno ouvinte o curso de desenho da Escola Paulista de Belas Artes, até 1938. Membro da Família Artística Paulista - FAP, em 1939 é eleito presidente do grupo. Participa regularmente dos Salões do Sindicato dos Artistas Plásticos e, em 1941, realiza sua primeira individual. Em 1948, é sócio-fundador do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP). Viaja para a Europa em 1949, com o prêmio recebido no Salão Nacional de Belas Artes. Permanece dois anos em Paris, onde estuda pintura mural e gravura. A partir dos anos 1950, dedica-se principalmente à pintura mural. Faz ilustrações de obras literárias, como o livro Cancioneiro da Bahia, de Dorival Caymmi (1914- 2008), publicado pela editora Martins, em 1947, e o romance Terras do Sem Fim, de Jorge Amado (1912- 2001), pela editora Record, em 1987. Em 1971, assume o cargo de diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo (_Pina). De 1976 a 1978, exerce a função de adido cultural em Paris. Ao longo de sua carreira permanece fiel ao figurativismo, com o predomínio de temas sociais. Os paineis são acesseiveis ao publico em geral e o intuito é que as pessoas sejam estimuladas a conhecer e apreciar o patrimonio cultural e artístico

Estratégia de execução

Os paineis artisticos do Hotel Jaragua se situam em local de acesso ao público em geral. A ideia com o restauro e as ações de divulgação é justamente trazer o munícipe e o público em geral para acessar este bem cultural da cidade.

Especificação técnica

Antes de quaisquer intervenções deverão ser realizados testes laboratoriais camada pictórica e de argamassas (substrato) e testes de percussão. Segundo Camilo Boito, todo andamento do processo de restauração deverá ser registrado com fotografias do antes, durante e depois da intervenção, sendo portanto, transformado em arquivo ,que servirá como documento e fonte de pesquisa para as gerações futuras. “Esses registros devem ser de modo extenso, que devem ser devidamente armazenados e também divulgados” (Carta de Veneza: Artigo 16°). Segundo Márcia Braga, ...”o restaurador tem diversas atribuições, mas o registro das operações executadas é indispensável para um bom resultado. Deve-se mencionar materiais e proporções claras, a serem interpretadas sem sombra de dúvidas pelos futuros restauradores”... De acordo com a teoria do restauro, a composição de um artista só pode ser reconstruída estando ela perdida se houver registros da mesma, quando permite sua reconstituição estética sem acréscimos ou provenientes da criatividade. Esta proposta de intervenção tem por objetivo nortear as ações futuras do restaurador, de acordo com as diretrizes do ICOMOS, juntamente com opiniões de profissionais da área do restauro. “Cesare Brandi ao definir os princípios da restauração moderna, reconhecia o caráter científico da restauração que, mais do que habilidade artística requeria competência histórica e técnica. Acreditava que a restauração deveria ser baseada em um levantamento filológico crítico da obra de arte, e objetivava a redescoberta e colocação do “texto” original dos objetos através da eliminação das alterações e adições, de forma a permitir uma leitura clara e historicamente exata do texto”. Baseando-se nestas palavras/ conceitos e compreendendo que o dano sofrido no mosaico e nas pinturas murais causou alteração no seu potencial estético, não permitindo mais a clareza de sua leitura, fazendo-se necessária a intervenção. Porém, restaurar não é apenas uma ação técnica, é um ato crítico, segundo Brandi, que devem estar pautados nos princípios básicos das Cartas Patrimoniais, que guiam as intervenções do profissional. Nela encontramos os termos: distinguibilidade (Carta de Veneza: Artigos 9°, 12°,13°), retratabilidade (Carta de Veneza: Artigo 5°, 10°), mínima intervenção (Carta de Veneza: Artigo 11°), e compatibilidade de técnica e materiais (Carta de Veneza: Artigo 10°). Alexandre Mascarenhas utiliza em sua teoria os seguintes termos em que toda intervenção deverá estar pautada e respeitada em todo campo da conservação e da restauração: autenticidade (cuidado com a originalidade da pintura garantindo a singularidade social e histórica), integridade Física (conservação e proteção dos elementos que constitui a obra do artista numa intervenção que não agrida sua autenticidade) compatibilidade (utilização de materiais novos de mesma resistência física e mecânica, a integridade estética, promovendo a longetividade da pintura), e reversibilidade (utilização de materiais que possam ser retirados ao passar dos anos caso venha ser necessário, numa técnica clara definindo o que é a mão do artista e a mão do restaurador); ABRACOR – materiais dentro das especificações da Associação Brasileira de Conservação e restauração de bens culturais. Indispensável comentar que a importância de um plano de manutenção, é essencial para a sobrevivência do bem. Após análise criteriosa de todo mosaico e das pinturas murais, pudemos chegar as seguintes etapas de intervenção: Painel em mosaico de Di Cavalcanti 1 – Remoção das tesselas criteriosamente mapeadas em toda a extensão da rachadura para realização do processo de cura da mesma após, promover refixação; 2 - Refixação emergencial de tesselas com PU Fix em pontos diversos que não sejam da rachadura; 3 - Limpeza química (hidróxido de amônia a 5%, aumentar se necessário em lugares com mais intensa sujidade ) e mecânica; 4 - Nivelamento entre as tesselas com argamassa ”Portocoll” (hidrofugante e antifúngica); 5- Camada protetiva com resina acrílica a base d‟água, com limpeza imediata para absorção apenas pela argamassa . Painel em pintura mural de Clóvis Graciano 1 – Limpeza química com EDTA 5%; 2 – Selamento do descolamento pictórico com cola de coelho 1/9; 3- Nivelamento da rachadura com cola de coelho (1/18) e carbonato de cálcio q.b.(esta intervenção deverá ser reavaliada pelo futuro restaurador após o mesmo verificar se a cura da rachadura estrutural do lado externo da parede foi realizada, caso contrário a intervenção será muito mais agressiva do que a postura de assumir a rachadura); 4 – Reintegração pictórica com tinta restauro com técnica de escolha do futuro restaurador (mimético, pontilhismo ou trateggio). A tinta restauro ocasionará a mesma situação de opacidade descrita na coleta de dados acima, porém não haverá necessidade de segunda camada finalizadora com Paraloid.

Acessibilidade

Este projeto estabelece diretrizes, critérios e recomendações para a promoção das devidas ondições de acessibilidade ao bem cultural, como especificado na Instrução Normativa do IPHAN no.1 de 25/11/2003, a fim de equiparar as oportunidades de fruição deste bem pelo conjunto da sociedade, em especial pelas pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Também nos baseamos nas normas a LF 10.098/2000, a NBR9050 da ABNT, para projetar as soluções adotadas para a eliminação, redução ou superação de barreiras na promoção da acessibilidade do bem cultural compatibilizado com a sua preservação, assegurando condições de acesso, de orientação e de comunicação, facilitando a utilização desse bem e a compreensão de seus acervos. Itens incluídos no projeto: - Sinalização tátil de piso e mapa de orientação em braile para as exposições; - Comunicação permanente direcional / informativa clara e perceptível.

Democratização do acesso

Está previsto ações de democratização de acesso por meio de atividades culturais de caráter educativo, neste escopo é contemplado visitas acompanhadas no canteiro de obras de restauro artístico para que a sociedade compreenda as etapas do restauro artístico de um bem cultural, também consideramos visitas monitoradas pós restauro e elaboração de um curta metragem.

Ficha técnica

Fernanda Romão (gestora) mestre- Gestora em Administração formada emde administração Empresas com de empresas ênfase eme Organização e Sociedade pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP, especialização em administração e gerenciamento na Fundação Getúlio Vargas FGV/SP, especialista em planejamento financeiro de empresas e administração de projetos culturais e projetos de patrimônio histórico na cidade de São Paulo. Atualmente é sócia da empresa Companhia de Conservação e Restauro, empresa que desenvolve trabalhos de restauro e de pesquisa em Patrimônio Histórico. Desenvolve pesquisa nos seguintes temas: Negócios com impacto social, negócios sociais, investimentos de impacto social e Inovação Social e viabilização de projetos em patrimônio histórico e cultural. Coordenadora da pesquisa de campo que originou o artigo acadêmico intitulado de “Historical Heritage and Sustainable Urban Development: challenges imposed on owners and managers of listed historical buildings in the city of São Paulo. 2019. Francisco Zorzete (gestor) - Com diversos trabalhos com arte ao ar livre na cidade de São Paulo, com o Grupo Manga Rosa e também em parceria com Jorge Bassani, Francisco Zorzete aprofundou suas pesquisas sobre o espaço urbano na Divisão de Preservação do Departamento de Patrimônio Histórico de São Paulo (DPH), tendo posteriormente assumido a Chefia da Seção do Laboratório de Restauro e participado da equipe que inventariou e publicou o primeiro trabalho sobre esculturas em logradouros públicos da cidade. Em 1997, estruturou a Companhia de Restauro, empresa especializada na restauração e conservação de bens de interesse histórico, responsável pelo restauro de importantes imóveis, entre eles o Edifício Central dos Correios, Edifício Altino Arantes (Banespão), Edifício Itália, Palácio dos Campos Elíseos, além de obras de arte, como os Chafarizes e Monumento do Parque da Independência, Esculturas da Praça Ramos de Azevedo, Monumento às Bandeiras, Esculturas da Praça da Sé e Jardim das Esculturas do MAM. Foi também um dos idealizadores da Escola Paulista de Restauro e do Banco de Dados da Escultura Brasileira, e um dos organizadores da publicação "São Paulo: Cidade e Arquitetura - Um Guia". Marina Zocca Vilela (arquiteta) - Arquiteta Residente do projeto. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela FEAT - Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Tecnologia da UNIMAR - Universidade de Marília, em 2005 e Pós-graduada em Gestão e Prática de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural – Gestão de Restauro, pelo Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada - CECI e pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, Olinda – PE, em 2011/2012. Recentemente, como arquiteta residente, participou das obras de Manutenção dos edifícios Operacional, Catedral e Museu do complexo histórico e cultural da Comgás/Brás, São Paulo – SP, para a empresa Companhia de Restauro (2020), também como gestora técnica e de qualidade do contrato das obras de Restauro da Torre do Relógio e Reconstituição do Muro de contenção do complexo histórico e cultural da Vila de Paranapiacaba, Santo André – SP (2019) Estela Maris Carneiro Alves (pesquisadora e educadora) - Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU/USP), em 2012, e Mestre em Gestão de Paisagens Culturais pela Université Jean Monnet, Saint-Étienne, França, em 2016, reconhecido pela Universidade de São Paulo (EACH/USP) como Mestre em Estudos Culturais. Atua na área de Patrimônio Histórico e Cultural desenvolvendo pesquisas históricas e documentais, cronologias construtivas, ações educativas, avaliações de estado de conservação e inventários para diversas empresas como Companhia de Restauro, SESC Pompeia, UNESCO, TC Urbes, A LASCA Arqueologia e Consultoria. Katia Kreutz (produtora do curta-metragem) - Técnica em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema,graduada em Jornalismo pela USJT, com mestrado em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP. No jornalismo e naassessoria de comunicação, trabalhou em revistas e sites para diversos públicos, e foi coordenadora de comunicação daCompanhia de Restauro durante 8 anos, período em que atuou no registro audiovisual das obras de restauração econservação realizadas pela empresa. Trabalhou como roteirista em canais do YouTube, como Para Tudo eCinemascope, além de projetos audiovisuais junto à produtora cinematográfica Bela Filmes e roteiros como freelancer paraa Kiwi Filmes. Nos últimos dois anos, atuou como roteirista de vídeos institucionais e de marketing na +A Educação A equipe técnica do proponente irá atuar na gestão geral e técnica do projeto, bem como nas ações de contrapartida cultural, como o curta metragem e as ações de educação patrimonial.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.